Mistura de comédia e suspense, filme terá elenco renomado
Com distribuição da Vitrine Filmes, a nova obra da diretora Anna Muylaert chega aos cinemas de todo o Brasil em 28 de novembro, trazendo uma mistura entre comédia e suspense e contando com um elenco repleto de artistas renomados.
Com tom de sátira, mas sem deixar de lado as críticas sociais, o Clube das Mulheres de Negócios traz situações que fazem o espectador se questionar e problematizar o machismo e o classismo enraizados na nossa sociedade.
Confira o trailer:
Anna Muylaert, que já fez o público rir e chorar com Que Horas ela Volta? (2015) e Mãe Só Há Uma (2016), agora traz diversão e reflexão para o público em uma obra que dialoga diretamente com o momento cultural vivido no Brasil e no mundo.
O longa conta com um grande elenco composto por nomes conhecidos do teatro, cinema e televisão brasileiros, sobretudo no universo da comédia. Entre os protagonistas estão: Luís Miranda, dando vida ao renomado “fotógrafo homem” Jongo, e Rafael Vitti como Candinho. Eles serão as presas das mulheres de negócios: Cristina Pereira interpretando Cesárea, presidente do Clube, e Louise Cardoso como sua fiel amiga, Brasília.
O longa é uma produção da Glaz e África Filmes, com coprodução da Globo Filmes e Riofilme e apoio da Vetor Zero, Cinefilm e TV Group.
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O canal A&E abre o mês do Halloween com três novas séries sobre assassinatos surpreendentes. Nos dias 1, 2 e 3, as novas produções chegam ao canal, às 22h50.
Mulheres Perigosas
Com estreia na terça-feira, dia 1 de outubro, às 22h50, Mulheres Perigosas (Black Widow Murders) retrata a história de mulheres que desafiaram os estereótipos sobre o “sexo frágil”. Através de estratégias e manipulação, elas cometem assassinatos terríveis em nome de riqueza, luxúria ou poder. O A&E apresentará episódios inéditos às terças-feiras.
Nesta série, o episódio de estreia mostra Melissa Friedrich, uma doce e charmosa canadense que parece encontrar o amor pela internet, mas deixa para trás um rastro de amantes que adoecem misteriosamente. O que começa como uma história romântica se torna um caso com consequências mortais para as vítimas.
Dormindo com a Morte
Com estreia na quarta-feira, dia 2 de outubro, às 22h50, Dormindo com a Morte (Sleeping With Death) é uma produção com oito episódios que apresenta casos de assassinatos misteriosos, em que os personagens acordam e encontram um cadáver ao lado. Os episódios inéditos serão exibidos às quartas-feiras.
No episódio de estreia, Johnia Berry é esfaqueada mais de 22 vezes em sua própria casa, ,em Knoxville, Tennessee, enquanto sua colega de quarto consegue escapar. Os investigadores não conseguem entender como esta jovem evitou o mesmo destino de Johnia. Será que isso faz com que desconfiem sobre o verdadeiro assassino?
Murder at the Motel
Com estreia na quinta-feira, dia 3 de outubro, às 22h50, Murder at the Motel mostra casos de assassinatos em hotéis, e acompanha a busca por justiça para as vítimas. O A&E exibe episódios inéditos às quintas-feiras.
O episódio de estreia é Tragédia na Pensilvânia: em julho de 2021, na cidade de Falls Township, a polícia se dirige ao New Falls Motel depois de receber um chamado para atender uma mulher desacordada. Lá, os oficiais encontram uma vítima de 39 anos e, ao notarem os machucados em seu corpo, logo descartam a hipótese de mal súbito. A investigação sobre o que revela uma história de 18 anos de violência doméstica.
As três séries são recomendadas apenas para maiores de 14 anos..
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Canção estará presente no disco Songs of a Lost World
A banda de rock inglesa The Cure lança, hoje, Alone, a primeira canção do novo álbum, Songs of a Lost World, trabalho inédito da banda em 16 anos.
Alone deve ser divulgada no programa de Mary Anne Hobbs, da BBC 6, entre 14h30 e 17h, pelo horário de Brasília. Também é esperado que a banda conte detalhes do novo álbum.
Formada em 1978, The Cure vendeu mais de 30 milhões de álbuns no mundo todo. Considerado um dos grupos mais influentes do Reino Unido, desde 2019 faz parte do Rock And Roll Hall of Fame.
Com influência global, a banda já tocou quatro vezes como headliner no festival de Glastonbury e veio ao Brasil pela última vez em 2023, no festival Primavera Sound.
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Filme mostra história de jovem que tem encontro com serial killer
O longa A Garota da Vez (Woman of the Hour) marca o início da carreira da atriz Anna Kendrick como diretora. A trama, estrelada por Kendrick e Daniel Zovatto, é baseada em fatos reais e mostra a chocante história de uma jovem que ganha um encontro com um serial killer ao participar de um programa de relacionamentos.
Além de dirigir, a atriz vive Sheryl Bradshaw, uma jovem que vê no programa de tv The Dating Game uma oportunidade de exposição. Porém, o que poderia ser um plano simples para reanimar sua carreira se torna uma decisão perigosa quando ela escolhe o charmoso solteiro Rodney Alcala. Isso porque seu semblante gentil esconde que o pretendente é, na verdade, um serial killer cruel em busca de uma nova vítima.
Conhecida por seus vários papéis no cinema, entre eles, Crepúsculo (2008) e O que Esperar Quando Você Está Esperando (2012), Kendrick decidiu abraçar a direção após ter aceitado interpretar Sheryl Bradshaw, protagonista do longa. “Por mais que eu adorasse a personagem, o que me atraiu no projeto foi o filme como um todo”, revelou ao Entertainment Tonight. “O roteirista Ian McDonald fez um trabalho incrível, criando uma atmosfera de temor enquanto amarrava todas as histórias”, continuou a atriz.
Nesse sentido, com sua experiência em frente às câmeras, Kendrick definiu seu estilo de direção no longa como um equilíbrio entre feedback honesto e interrupções pontuais: “Sempre quero que me digam se estou estragando um take. Não me deixe fazer algo que está atrapalhando a performance que eu quero alcançar”, afirmou ao A.frame, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
Com lançamento previsto para 10 de outubro nos cinemas, a distribuidora responsável pelo lançamento do longa no Brasil é a Diamond Films, que trouxe os vencedores do Oscar, Moonlight (2016), Green Book (2018), No Ritmo do Coração (2021) e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022), aos cinemas brasileiros.
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Cantora se volta ao country em disco que pretende ser lançado este mês
Após o sucesso de Did You Know There’s A Tunnel Under Ocean Blvd, lançado no ano passado, Lana Del Rey revelou, em um evento da Billboard pré-Grammys, que seu futuro décimo álbum de estúdio se chamará Lasso e que abrirá um novo caminho em sua jornada musical: o country.
No evento, a cantora, pioneira em mesclar elementos do jazz e indie para a música pop, comentou: “Você pode perceber pelos nossos vencedores de premiações e pelos nossos artistas que a indústria musical está se voltando ao gênero country. Estamos indo para o country. Isso está acontecendo.”
Na ocasião, também relatou que o produtor Jack Antonoff, com quem já trabalhou nos álbuns Norman Fucking Rockwell, Chemtrails Over The Countryclub e Did You Know There’s A Tunnel Under Ocean Blvd, está colaborando neste projeto: “É por isso que Jack me seguiu até Muscle Shoals, Nashville, Mississippi, nos últimos quatro anos.”
É notório que Del Rey abraça a cultura estadunidense e a utiliza como peça central para a criação de sua arte. Então espera-se que a cantora continue trazendo tais referências neste próximo trabalho, como fez pela última vez em Tough, uma parceria com o rapper Quavo.
Ainda no ano passado, seis meses após o lançamento de seu último projeto, Lana comentou que estava trabalhando num conceito de álbum mais voltado ao Americana – gênero musical raiz que mescla sons folk, country, rhythm & blues e rock & roll.
Nesse sentido, a artista já mostrou estar se aventurando com clássicos do country estadunidense ao gravar sua versão de Take Me Home, Country Roads. A canção, cuja letra diz “me leve para casa, estradas do interior”, mostra o desejo de Del Rey em voltar para suas raízes, reforçado também pela fotografia escolhida para ilustrar a música: Lana junto de sua irmã, Chuck, e sua sobrinha Phoenix.
Abraçando o estilo musical que a consagrou como uma das artistas mais promissoras dos anos 2010, a cantora também contou que Lasso está mais voltado à parte melódica do que lírica. “Talvez há menos para se dizer em termos de coisas mais auto-relevadoras como acontece em Tunnel ou Blue Bannisters ou Chemstrails, e apenas mais melódico. Talvez mais como um estilo de American songbook” (catálogo dos padrões de jazz mais importantes e influentes do início do século XX).
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Professora de francês indica obras de diferentes gêneros para todos os gostos
Após o mundo todo vibrar pelos jogos olímpicos sediados em Paris, na França, muitos sentiram vontade de conhecer a cultura francesa e aprender o idioma. Sem dúvidas, uma das melhores técnicas para melhorar as habilidades em uma nova língua é consumir produções feitas e protagonizadas por nativos, desde o cinema até a música.
Nesse sentido, a professora de francês Jana Schmidt, certificada pelo CEFLE como professora de língua estrangeira em Quebec, no Canadá, e fundadora do projeto Francês com Mademoiselle (FCM), sempre sugere que seus alunos busquem essas alternativas para aprimorar o aprendizado no idioma. Pensando nisso, Schmidt selecionou quatro ótimas obras disponíveis no serviço de streaming Netflix— indicadas para atender todos os gostos. Confira quais são:
O bosque (La forêt)
Para os amantes de suspense, a indicação é O bosque. A produção conta a história de uma garota que desaparece na floresta próxima a um vilarejo na França. Dessa maneira, a trama se desenrola nas buscas por respostas desse crime. A série, protagonizada por Samuel Labarthe, Suzanne Clément, Alexia Barlier, tem uma temporada e seis episódios.
Dix pour Cent
A obra apresenta os bastidores de uma agência de talentos de Paris. Além de treinar o francês, você vai poder conhecer várias celebridades reais do país e outros aspectos culturais. Dix pour Cent éuma sátira do mundo do showbiz e já conquistou o Emmy Internacional de Melhor Série de Comédia.
Osmosis
Para quem adora um bom romance, Osmosis retrata a busca do amor perfeito. Com um elenco formado por Agathe Bonitzer, Hugo Becker, Gaël Kamilindi, a série mostra a história de dois irmãos que criam uma tecnologia que promete mapear o par ideal, o que não ocorre na prática. Embora tenha só uma temporada, é suficiente para treinar expandir seu vocabulário em francês.
Marseille
Quem prefere optar pelo drama, a obra traz crime político em uma trama envolvente. Marseille apresenta um conflito que acontece em Marselha, quando o prefeito se prepara para passar o poder a seu afilhado político, mas uma traição dá início a uma guerra sem limites pelo controle da cidade. A produção conta com atores como Gérard Depardieu, Benoît Magimel e Nadia Farès.
Você pode encontrar mais dicas para melhorar seu francês nas redes sociais (YouTube, Instagram, Facebook e TikTok) da professora, busque por Francês com Mademoiselle.
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Além de ter sua trajetória marcada por O Iluminado(1980), também estrelou outros clássicos no cinema e na televisão
A consagrada atriz Shelley Duvall, que ficou mundialmente conhecida por seu papel no clássico filme de terror O Iluminado (1980), faleceu enquanto dormia em sua residência, na cidade de Blanco, Texas. A morte, ocasionada por complicações da diabetes, foi confirmada pelo porta-voz Gary Springer ao The Hollywood Reporter.
Seu parceiro de vida, o músico Dan Gilroy, lamentou a passagem da atriz: “Minha querida, doce e maravilhosa companheira de vida e amiga nos deixou. Muito sofrimento, agora ela está livre. Voe para longe, linda Shelley”, em nota publicada pelo Hollywood Reporter.
A atriz já vinha enfrentando problemas de saúde mental que culminaram em sua aposentadoria precoce em 2002. No final de 2016, a estrela do cinema fez uma aparição no talk-show estadunidense Dr. Phil e revelou estar sofrendo com transtorno mental. No TikTok, Duvall aparecia ocasionalmente através da conta de uma fã que a conhecia pessoalmente, em seu perfil @shelleyduvallxo.
No final de sua próspera trajetória como atriz, Duvall também foi chefe de sua própria produtora, a Think Entertainment, que criou programas infantis para televisão à cabo que lhe renderam duas indicações ao Emmy Awards. Shelley era apaixonada por crianças e também uma grande defensora dos animais.
Para relembrar sua carreira, o Entretê elencou alguns dos maiores clássicos de Shelley Duvall — uma atriz versátil, premiada no Festival de Cannes, que imortalizou clássicos do cinema estadunidense.
O Iluminado (1980)
Na adaptação cinematográfica de Stephen King, Duvall teve uma experiência desafiadora enquanto atriz, durante os 13 meses de filmagem. Na obra, ela interpreta Wendy Torrance, a esposa que passa por um rigoroso inverno no hotel Overlook com seu marido escritor e seu filho.
Duvall revelou em 1981, para a revista People, que o diretor Stanley Kubrick a fez “chorar 12 horas por dia durante diversas semanas”. Ela também esboçou descontentamento com a forma como foi dirigida: “Nunca mais darei tanto. Se você quer sentir dor e chamar isso de arte, vá em frente, mas comigo não.”
Popeye (1980)
No mesmo ano, Duvall também estrelou o musical de comédia, atuando e cantando. O filme, baseado no clássico desenho de E. C. Segar, teve a atriz como intérprete de Olívia Palito, e Robin Williams (1951–2014) no papel principal. A produção teve uma bilheteria de quase U$ 50 milhões no mundo todo.
Teatro dos Contos de Fada (1982–1987)
Além de sua grandiosidade na atuação, Shelley Duvall também se consolidou como criadora de programas de televisão. A série foi produzida de 1982 a 1987 e apresentada pela própria atriz. No Brasil, o programa foi exibido pela TV Cultura nos anos 2000. Um dos mais icônicos episódios da série é Aladdin e a Lâmpada Maravilhosa, dirigido por Tim Burton.
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Programada para o final do evento, a artista fará participação histórica
Ícone da música latina e vencedora de três Grammys, Shakira está confirmada para se apresentar na final da Conmebol Copa América EUA 2024. O evento ocorrerá no Hard Rock Stadium, em Miami, Flórida, no dia 14 de julho, às 20h (horário local).
Com um repertório de sucessos, a performance irá combinar sua estética inovadora com a grandiosidade do futebol sul-americano e contará com a presença de mais de 54 mil espectadores.
Conhecida por ser destaque em outros grandes eventos esportivos, como Super Bowl e a Copa do Mundo, a artista foi incluída pela primeira vez como atração musical no intervalo da final da Copa América – torneio de seleções mais antigo e prestigiado do continente.
Segundo o presidente da CONMEBOL, Alejandro Domínguez, a música da cantora transcende fronteiras, unindo pessoas de todas as origens através de sua arte emocionante e poderosa.
Sendo consagrada como uma estrela sul-americana extraordinária e tendo um dos álbuns mais populares do ano, Las Mujeres Ya No Lloran, Shakira iniciará uma turnê mundial com 17 shows pelos Estados Unidos, começando no dia 2 de novembro, em Palm Desert, na Califórnia.
Relembre a clássica canção de Shakira para a Copa do Mundo 2010:
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Lançado há uma década, álbum permanece como destaque na discografia de Lana del Rey
Lançado em 13 de junho de 2014, Ultraviolence é o terceiro álbum de estúdio da cantora e compositora Lana del Rey. Exaltado pela Pitchfork como um trabalho conceitual, o disco consolida a imagem da artista como uma persona de Elizabeth Grant. Em seu aniversário de dez anos, comemora-se o álbum que é, até hoje, considerado como um dos melhores da cantora.
Ultraviolence agrupa faixas que apelam pela estética old money e pela angústia sentida por uma cantora pop em busca do sucesso. O disco recebeu inúmeras críticas positivas, que enalteceram o lirismo, produção e performance vocal de Del Rey. Também foi colocado em vários rankings da época como um dos melhores álbuns do ano, em 2014.
Sucessor de seu segundo álbum de estúdio Born To Die, Ultraviolence prova o talento e habilidade de Del Rey ao consolidar sua carreira como uma artista que explora temáticas pouco trazidas para o mainstream até então. Além de temas que abordam as contradições sobre violência, paixão, dinheiro e fama, a cantora também foi pioneira por trazer elementos do jazz e do blues para o pop.
Além do sucesso entre a crítica especializada, o terceiro trabalho da cantora também teve grande êxito comercial, estreando na primeira posição das paradas em onze países, incluindo os Estados Unidos – e se tornou o disco mais bem vendido de Lana na primeira semana de lançamento, alcançando, mais tarde, o top cinco em cerca de vinte territórios.
Para celebrar o aniversário do álbum, o Entretê selecionou as melhores faixas para você conhecer ou relembrar:
Shades of Cool
Segundo single do álbum, a canção traz a melancolia de uma jovem que entende que não pode consertar seu parceiro. Shades of Cool recebeu aclamação dos críticos, que elogiaram o estilo musical da faixa. Além disso, também entrou no top 40 de algumas paradas na Europa.
West Coast
Escrita por Del Rey e Rick Nowels, trata-se de uma canção melancólica romântica sobre uma mulher dividida entre amor e ambição. West Coast também é uma homenagem à costa oeste estadunidense e sua cultura de praias e celebridades.
Brooklyn Baby
Escrita por Del Rey e Barrie O’Neill, a canção traz versos que satirizam a subcultura hipster de Nova Iorque. A cantora já comentou que a escreveu pensando no músico de rock alternativo Lou Reed – ele é referenciado na letra “meu namorado está em uma banda, ele toca guitarra enquanto eu canto Lou Reed”.
Sad Girl
Influenciada pelo jazz, Sad Girl fala sobre uma jovem com um relacionamento amoroso conturbado – exaltando o poder aquisitivo de seu parceiro, e mostrando que, apesar disso, ela continua infeliz.
Money Power and Glory
A oitava faixa do álbum trata sobre a ambição de uma artista para adquirir dinheiro, poder e glória. Del Rey comentou na época que escreveu a canção em um momento que se sentia muito frustrada e sentia que o máximo que a deixariam ter – se tivesse sorte – seria dinheiro e poder em forma de infâmia. Ela diz que a canção é uma resposta sarcástica aos seus sentimentos, e tudo bem explorá-los em forma de ironia.
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O sétimo álbum de estúdio de Britney Spears marcou a década de 2010 com I Wanna Go e Criminal
Repleto por canções pop chiclete, o álbum Femme Fatale se consagrou como um dos melhores da carreira de Britney Spears. Lançado em 25 de março de 2011, a gravação atingiu números impressionantes logo na primeira semana de lançamento, estreando no topo das paradas de mais de 20 países, incluindo Brasil e Estados Unidos.
Femme Fatale contou com singles que emplacaram o top 10 de diversos países, e se tornou o álbum mais bem sucedido da artista no cenário estadunidense. Também foi seu primeiro trabalho a conseguir três singles na Billboard Hot 100, com Hold It Against Me, Till the World Ends e I Wanna Go atingindo a primeira, terceira e sétima posição, respectivamente. Seu último single, Criminal, foi número um nas paradas brasileiras.
Mesmo nove anos após seu lançamento, a canção Criminal voltou a ter popularidade após viralizar na rede social TikTok em 2020, se tornando o quarto videoclipe da artista a ter mais curtidas no YouTube. Atualmente, o álbum conta com mais de 2,4 milhões de cópias vendidas no mundo todo.
Por isso, o Entretê listou todos os singles desse álbum icônico pra você relembrar ou ouvir pela primeira vez:
1. Criminal
A canção foi escrita e produzida por Max Martin e Shellback, e escolhida para ser single pelos fãs da cantora, através de uma enquete no Facebook. É popularmente conhecida pelo seu instrumental inusitado em estilo de flauta e pela letra em que Spears admite estar apaixonada por um criminoso.
2. I Wanna Go
Também escolhida para ser single através de uma enquete, a canção teve seu lançamento em 14 de junho de 2011. Após o lançamento do álbum, I Wanna Go atingiu o topo das paradas na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos e Canadá, também liderando as paradas da Coreia do Sul. A letra retrata os desejos da cantora em poder se expressar e agir livremente, sem se importar com expectativas sociais.
3. Till the World Ends
Abraçando a ideia de fim do mundo — extremamente difundida na época entre usuários das redes sociais, de que o mundo acabaria em 2012 — a canção mostra Spears pedindo para que todos dancem até o mundo acabar. Além disso, ganhou ainda mais popularidade por ter sido remixada com a rapper Nicki Minaj e a cantora Kesha, que também ajudou na composição da música.
4. Hold It Against Me
O título da canção trata-se de um trocadilho com a frase em inglês, em que, no refrão há o seguinte verso: “If I said I want your body now, would you hold it against me?” (Se eu disser que quero seu corpo agora, você o pressionaria contra mim?”), que brinca com o duplo sentido da frase hold it against me, tanto no sentido de usar algo contra a pessoa, como também para denotar contato físico. O videoclipe da canção explora a trajetória de Britney Spears na indústria musical, mostrando seus antigos singles no cenário de fundo.
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