Próxima fase da série também anunciou participações especiais de Christoph Waltz, Tea Leoni e Keegan-Michael Key
Novidade no set de Only Murders in the Building! Por meio das redes sociais, a Hulu confirmou Renée Zellweger no elenco da quinta temporada.
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a personagem que será vivida pela atriz. Além disso, vale lembrar que Zellweger estrelou recentemente o filme Louca pelo Garoto (2025), continuação da franquia Bridget Jones.
Ela se junta a Christoph Waltz (Bastardos Inglórios, 2009), Tea Leoni (Jurassic Park lll, 2001) e Keegan-Michael Key (Super Mario Bros. O Filme, 2023), participações que já haviam sido anunciadas na próxima fase da série. Aliás, o trio de protagonistas — interpretado por Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez — também retorna para o quinto ano.
A produção da nova temporada começou nesta semana, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de estreia na televisão e nos streamings. No Brasil, as quatro primeiras temporadas de Only Murders in the Building estão disponíveis no Disney+.
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Foto: reprodução/James Minchin III/Rolling Stone Brasil
Atual turnê da banda estadunidense tem datas confirmadas em São Paulo, Curitiba e Brasília; novas informações serão divulgadas ainda hoje (27)
Nesta quinta (27), a Live Nation divulgou as primeiras informações sobre o aguardado retorno de Linkin Park ao Brasil. Até o momento, a From Zero World Tour— atual turnê mundial da banda — tem passagem confirmada por três cidades do país em 2025.
As apresentações acontecerão no Estádio MorumBIS, em São Paulo; no Estádio Couto Pereira, em Curitiba; e na Arena Mané Garrincha, em Brasília. De acordo com a produtora de shows, mais novidades serão reveladas ainda hoje (27), às 20h (horário de Brasília), nas redes sociais.
Enquanto aguardam o anúncio de valores dos ingressos e a abertura oficial das vendas, os fãs especulam outras possíveis datas na rota do grupo, incluindo Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Vale lembrar que a banda realizou dois shows no Allianz Parque, em São Paulo, em 2024.
Atualmente, Linkin Park promove seu novo álbum, From Zero. Esse é o primeiro lançamento da banda com Emily Armstrong, anunciada como nova vocalista em setembro do ano passado — sete anos após a morte de Chester Bennington, que liderava o grupo desde 1999.
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Trazendo parcerias com Dua Lipa, Childish Gambino, Doechii e Kali Uchis, o projeto será distribuído por gravadora fundada pela própria sul-coreana
Nesta sexta (07), Jennie, integrante do BLACKPINK, disponibilizou oficialmente Ruby. Ao todo, o primeiro álbum da estrela do K-pop como solista conta com 15 faixas, incluindo participações de FKJ, Dua Lipa, Childish Gambino, Kali Uchis e muito mais.
A estreia foi acompanhada pelo lançamento do videoclipe de like JENNIE, faixa produzida por Diplo. Outras produções visuais já haviam sido liberadas para os singles Mantra, ZEN, Love Hangover (com Dominic Fike) e ExtraL (com Doechii).
Gravado principalmente em Los Angeles, nos Estados Unidos, Ruby é resultado de novas experiências criativas vividas por Jennie, que desejava sair da sua zona de conforto na Coreia do Sul. Nesse sentido, o projeto busca explorar uma ampla variedade de gêneros musicais para destacar a versatilidade da cantora. A distribuição é da Odd Atelier — agência independente criada pela própria rapper — junto à Columbia Records.
O disco também vem impulsionando o novo show imersivo promovido pela artista em cidades dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, o The Ruby Experience.
Vale lembrar que o lançamento antecipa a estreia de Jennie no Coachella, um dos principais festivais musicais do mundo. Ela se apresenta nos dois domingos (13 e 20 de abril) do evento.
Já em julho deste ano, a cantora entrará em turnê mundial com o BLACKPINK. O comeback do grupo começa em Goyang, seguindo para Los Angeles, Chicago, Toronto, Nova Iorque, Paris, Milão, Barcelona, Londres e Tóquio. Mais datas devem ser anunciadas em breve.
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Fernanda Torres, Ariana Grande, Zoe Saldaña e Lisa renderam alguns dos momentos mais estilosos da edição
A temporada de premiações chegou ao fim em grande estilo. No último domingo (2), a 97ª ediçãodo Oscar revelou seus vencedores em uma cerimônia marcada por presenças ilustres, discursos extensos e looks de tirar o fôlego.
Silhuetas dramáticas e toques de brilho apareceram em parte significativa dos visuais escolhidos pelos convidados da noite de gala, que foi sediada no Dolby Theatre, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Neste ano, o desfile também refletiu um certo embate entre tons neutros e cores vibrantes.
Não acompanhou todos os flashes do tapete vermelho? O Entretê te ajuda. Confira abaixo os melhores looks do Oscar 2025:
1. Monica Barbaro
Foto: reprodução/David Fisher/WireImage/Glamour
Indicada à estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por Um Completo Desconhecido (2024), Barbaro encantou em um vestido customizado da Dior.
2. Colman Domingo
Foto: reprodução/Gilbert Flores/Glamour
Estrela de Sing Sing (2024), Domingo optou por um terno vermelho vibrante — confeccionado pela Valentino — para comparecer à disputa pelo troféu de Melhor Ator.
3. Fernanda Torres
Foto: reprodução/Robyn Beck/The Cut
Aparição mais que aguardada pelo público brasileiro, Torres abraçou um modelo texturizado da Chanel para fazer história com Ainda Estou Aqui (2024), vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional.
4. Michelle Yeoh
Foto: reprodução/Frazer Harrison/The Cut
Parte do elenco de Wicked (2024), Yeoh vestiu uma peça customizada da Balenciaga, com direito a cauda dramática e joias da Boucheron.
5. Halle Berry
Foto: reprodução/Mike Coppola/People
Berry desfilou um mosaico de pedrarias espelhadas, assinado pelo estilista Christian Siriano.
6. Zoe Saldaña
Foto: reprodução/Frazer Harrison/Glamour
Vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Emilia Pérez (2024), Saldaña escolheu uma criação da Saint Laurent e joias da Cartier, combinando brilho, transparência e camadas.
7. Lily-Rose Depp
Foto: reprodução/Mike Coppola/Glamour
Inspirada na coleção de primavera lançada pela Chanel em 1995, a estrela de Nosferatu (2024) mergulhou nos recortes em renda para surgir com uma versão customizada.
8. Ariana Grande
Foto: reprodução/Arturo Holmes/The Cut
Nomeada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por Wicked, Grande investiu em um visual lúdico e escultural de alta-costura da Schiaparelli.
9. Andrew Garfield
Foto: reprodução/Frazer Harrison/Glamour
Jogando seguro em tons de marrom, Garfield vestiu Gucci, David Yurman e Jaeger-LeCoultre.
10. Rachel Zegler
Foto: reprodução/Gilbert Flores/Glamour
Tule e cristais harmonizaram o look de Zegler, uma confecção da Dior.
11. Selena Gomez
Foto: reprodução/David Fisher/People
Falando em brilho, dezenas de cristais costurados à mão formam o modelo Ralph Lauren que destacou Gomez na premiação.
12. Timothée Chalamet
Foto: reprodução/Monica Schipper/The Cut
Indicado à estatueta de Melhor Ator por Um Completo Desconhecido, Chalamet escolheu um conjunto amarelo da Givenchy.
13. Raye
Foto: reprodução/Gregg DeGuire/Glamour
Uma das performers da noite, Raye chamou a atenção com um vestido ombro a ombro de Vivienne Westwood.
14. Cynthia Erivo
Foto: reprodução/Mike Coppola/Glamour
Entre as nomeadas à categoria de Melhor Atriz por Wicked, Erivo apostou em uma confecção aveludada e ousada da Louis Vuitton, além de suas típicas unhas maximalistas.
15. Doja Cat
Foto: reprodução/Mike Coppola/Glamour
Reintroduzindo a estampa animal print no tapete vermelho, Cat usou um vestido customizado da Balmain.
16. Elle Fanning
Foto: reprodução/Monica Schipper/The Cut
O modelo rendado da Givenchy ganhou um toque especial com um laço preto alongado. Fanning, parte do elenco de Um Completo Desconhecido, também incorporou ao look joias da Cartier.
17. Adrien Brody
Foto: reprodução/Frazer Harrison/Glamour
Vencedor do Oscar de Melhor Ator por O Brutalista (2024), Brody posou com um terno clássico da Giorgio Armani adornado por um broche.
18. Da’Vine Joy Randolph
Foto: reprodução/Mike Coppola/The Cut
A cor preta não ficou nada básica no visual de Randolph, que vestiu uma criação de alta-costura da Ralph Haute.
19. Mikey Madison
Foto: reprodução/Arturo Holmes/Glamour
Vencedora do prêmio de Melhor Atriz por Anora (2024), Madison aderiu a um modelo preto e cor-de-rosa da Dior. Já suas joias são da Tiffany & Co.
20. Bruna Marquezine
Foto: reprodução/Monica Schipper/The Cut
Apostando no all white, Marquezine brilhou em um vestido customizado da Versace.
21. Miley Cyrus
Foto: reprodução/Frazer Harrison/The Cut
Usando luvas de renda, Cyrus despontou com um visual brilhante de Alexander McQueen.
22. Demi Moore
Foto: reprodução/Frazer Harrison/The Cut
Indicada à estatueta de Melhor Atriz por A Substância (2024), Moore roubou a cena com uma customização em glitter assinada pela Armani Privé.
23. H.E.R.
Foto: reprodução/Angela Weiss/Deadline
Entre os nomeados a Melhor Canção Original, H.E.R. equilibrou pedrarias com um degradê metalizado.
24. Marissa Bode
Foto: reprodução/FrazerHarrison/The Cut
Parte do elenco de Wicked, Bode também optou pela vivacidade do vermelho e pela adesão de brilho.
25. Lupita Nyong’o
Foto: reprodução/Mike Coppola/The Cut
Delicadeza e glamour simbolizam o visual de Nyong’o, uma criação da Chanel.
26. Lisa
Foto: reprodução/Kevin Mazur/Glamour
Um terno alongado e desconstruído da Markgong acompanhou a artista no tapete vermelho.
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Comeback da artista, também integrante do BLACKPINK, mira em parcerias grandiosas e novas experiências
As expectativas estão nas alturas para a estreia de Ruby. Com estética apurada e grandes colaborações, o primeiro álbum solo de Jennie, integrante do BLACKPINK, chega ao mundo no próximo dia 7 de março.
Enquanto curtimos os singles já lançados, preparamos um especial com tudo que você precisa saber para acompanhar a nova fase da estrela do K-pop. Confira abaixo:
De Seoul a L.A.: os bastidores do processo criativo
Apesar de ter sido a primeira integrante do BLACKPINK a investir em uma canção como solista, curiosamente intitulada SOLO (2018), Jennie foi a terceira a anunciar um disco sem o grupo.
A novidade foi oficializada no final de janeiro, três meses após o lançamento do lead single Mantra, através das redes sociais da artista. Entre os detalhes divulgados para os fãs, estavam a capa de Ruby e as parcerias presentes no álbum, além de teasers dos diversos visuais que vêm caracterizando a era.
Foto: reprodução/Columbia Records
Gravado principalmente em Los Angeles, nos Estados Unidos, o registro terá 15 faixas majoritariamente cantadas em inglês. Segundo Jennie, a decisão partiu de seu desejo de explorar novas experiências criativas, fora de sua zona de conforto na Coreia do Sul.
“Eu aprendo muito com as pessoas [em Los Angeles]. É um ótimo ambiente, especialmente na música, para conhecer pessoas que podem inspirar você”, revelou, em entrevista à revista Billboard.
Nesse sentido, Ruby promete passear por uma ampla variedade de gêneros musicais, enfatizando a versatilidade da artista como rapper, cantora e harmonizadora vocal.
Selo próprio e versões alternativas
Em termos de promoção e divulgação, o álbum representa outra grande mudança para Jennie. Isso porque a distribuição do trabalho será realizada pela Odd Atelier — agência independente criada pela própria sul-coreana — em parceria com a Columbia Records.
Além da liberação em plataformas digitais, Ruby ganhará edições físicas, que incluem fotolivros e uma produção exclusiva para a loja Target. Também haverá a versão Jennie Only Audio, na qual Jennie assume a interpretação de todos os vocais, sem a participação dos artistas convidados.
Foto: reprodução/Billboard Brasil
Tracklist e colaborações de peso
Intitulado em referência ao segundo nome de batismo da cantora, Ruby pode significar uma reestreia de Jennie nos holofotes, especialmente como vocalista solo.
Essa ideia tem ainda mais força quando observamos a lista de artistas convocados para participar do disco. Ao todo, seis nomes conhecidos pelo público aparecerem nas faixas: FKJ, Dua Lipa, Doechii, Dominic Fike, Childish Gambino e Kali Uchis.
Veja a tracklist completa:
Intro: JANE (com. FKJ)
like JENNIE
start a war
Handlebars (com Dua Lipa)
with the IE (way up)
ExtraL (com Doechii)
Mantra
Love Hangover (com Dominic Fike)
ZEN
Damn Right (com Childish Gambino e Kali Uchis)
F.T.S.
Filter
Seoul City
Starlight
twin
Até o momento, apenas os singles Mantra, Love Hangover e ExtraL foram disponibilizados nas plataformas digitais.
Performances a todo vapor
Também em janeiro, Jennie confirmou a passagem de um show exclusivo, o The Ruby Experience, pelos Estados Unidos e pela Coreia do Sul.
As performances acontecerão em Los Angeles, no Peacock Theater, no dia 6 de março; em Nova Iorque, no Radio City Music Hall, no dia 10 de março; e em Incheon, na Inspire Arena, no dia 15 de março.
Parte dos lucros arrecadados pelas apresentações em solo norte-americano será doada para apoiar a recuperação de bombeiros e propriedades em Los Angeles, que sofreu recentemente com graves incêndios florestais.
Vale lembrar que o lançamento de Ruby ocorrerá pouco tempo antes da estreia de Jennie no Coachella, famoso festival de música estadunidense. Ela se apresenta nos dois domingos do evento, oferecendo uma experiência inédita aos espectadores.
Já em julho deste ano, a cantora entrará em turnê mundial com o BLACKPINK. Jennie, Lisa, Rosé e Jisoo farão seu comeback como grupo em Goyang, seguindo para Los Angeles, Chicago, Toronto, Nova Iorque, Paris, Milão, Barcelona, Londres e Tóquio.
Mais datas devem ser anunciadas em breve.
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Ritmo latino popularizado por hits como Gasolina e Despacito coleciona tradições, polêmicas e surpresas
Se o surgimento do rock e do hip-hop representaram momentos de êxtase e transgressão em décadas passadas, o reggaeton constrói o imaginário de um fenômeno musical nos dias de hoje. Caracterizado por letras enérgicas e melodias cativantes, o ritmo participa da linha de frente da ascensão da música latina, refletindo tradições de diversos países na busca por uma influência cultural única.
De Daddy Yankee a Karol G, muitos são os artistas que contribuíram para a criação, permanência e prosperidade do gênero, que ganha cada vez mais possibilidades criativas e plateias globais. Quer saber mais sobre a trajetória histórica do reggaeton? O Entretê te conta tudo:
De onde vem esse gingado?
Historiadores apontam que o reggaeton nasceu no Panamá durante a década de 1980, combinando influências do dancehall (variante do reggae), do hip-hop, de ritmos eletrônicos e da música latina como um todo.
O movimento surgiu através de trabalhadores que, após emigrarem de Jamaica e Barbados para atuar na construção do Canal do Panamá, buscavam novas formas de expressão. Assim, o grupo ajudou a criar um novo gênero musical, que ficou inicialmente conhecido como “reggae em espanhol”.
Nesse período, MCs como Leonardo “Renato” Aulder e Edgardo Franco (El General) começaram a traduzir e incrementar canções jamaicanas do dancehall, além de produzirem seus próprios hits, popularizando o ritmo entre os hispanofalantes.
Esse empurrãozinho orgânico obtido pelo reggaeton também coincidiu com a ascensão do hip-hop nos Estados Unidos, o que conectou para sempre a história dos gêneros. De forma geral, ambos passaram a retratar experiências de discriminação, violência e desigualdade vividas por populações socialmente marginalizadas, como negros e/ou imigrantes.
Aos poucos, o rap se espalhou pelo Caribe, ganhando destaque e versões em espanhol em países como Porto Rico, República Dominicana e Colômbia.
Nos anos 1990, a convergência entre a música latina e o hip-hop era tamanha que a fusão se consolidou como outra vertente musical então no cenário underground. No entanto, o movimento foi batizado pela primeira vez apenas em 1994, quando DJ Playero descreveu a sonoridade de seu álbum Playero 30 como “reggaeton”. O termo é formado pela junção da palavra “reggae” e do sufixo “ton”, que vem de “maratón” — nome dado às batalhas de rap na língua espanhola.
A partir daí, o gênero se cultivou amplamente em discotecas e boates, que concediam grande liberdade criativa aos artistas. Fundado por DJ Negro, o clube The Noise se tornou um dos maiores pontos de encontro da época, revelando expoentes do reggaeton como Daddy Yankee e Ivy Queen, bem como abrindo espaço para o perreo (estilo de dança sensual que hoje é uma das principais características do ritmo).
Apesar de proporcionar o desenvolvimento de cantores e produtores cada vez mais comprometidos com uma musicalidade singular, a década ainda ficou marcada por letras homofóbicas, misóginas e sexualmente explícitas, que refletiam tanto as mazelas da comunidade latina quanto os obstáculos que artistas mulheres e LGBTQIA+ precisavam enfrentar ao sonharem com uma carreira no reggaeton.
O teor das composições era polemizado até mesmo pelos líderes governamentais da época, que chegaram a criticar e limitar certas manifestações do estilo em Cuba e Porto Rico, declarando incentivo a condutas como “prostituição, violência e uso de drogas”.
Foto: reprodução/Us Weekly
Por outro lado, o ritmo conseguiu crescer sua reputação abarcando fortes músicas de protesto, que abordavam especialmente o racismo e os complexos projetos de moradia da América Latina. Significativa parcela dos cantores e ouvintes do reggaeton viviam nos chamados caseríos, conjuntos habitacionais destinados a pessoas de baixa renda, sendo frequentemente associados às práticas ilícitas e gangues vigentes na região.
A problemática atingiu seu ápice durante a controversa campanha anti-crime La Mano Dura, acusada de ferir direitos humanos em prol da luta contra a insegurança e o crime organizado. Surgido em El Salvador e replicado em outros países latinos, esse quadro de políticas acabou intensificando a importância do reggaeton como resistência popular.
Foto: reprodução/El Confidencial
Anos 2000 e 2010: do sonho à realidade
Na virada do século XXI, enquanto alguns artistas do gênero permaneciam interessados em líricas provocativas, outros evitavam discussões sociais profundas para disputar espaço nas rádios — e a tática deu certo. Em 2004, veio o primeiro sucesso mundial do reggaeton: Gasolina, do pioneiro Daddy Yankee.
Não demorou para que as maiores gravadoras dos Estados Unidos vissem uma oportunidade de ouro na ascensão do ritmo latino, que escalava os ouvidos do público ao mesmo tempo que a era digital emplacava mudanças definitivas na indústria, como a criação das rádios online.
Mas as previsões otimistas não se confirmaram. Poucos patrocinadores se interessaram pela ideia de manter estações de rádio focadas no reggaeton, e nenhum dos lançamentos pós-Gasolina gerou receita similar. Embora a força do gênero tenha crescido como nunca em países hispanofalantes, as expectativas de que seus versos e coreografias se tornariam uma tendência global logo desmoronaram.
A solução foi retornar às origens. Voltando-se para o mercado latino e hispânico, novatos e veteranos encontraram plateias dispostas a consumir os muitos formatos possíveis para o reggaeton, das experimentações com o dembow ao casamento entre bachata e trap. Até os anos 2010, nomes como Nicky Jam, Maluma, J Balvin, Don Omar e Yandel já haviam construído carreiras recheadas de hits e fãs.
A inserção mundial do ritmo recebeu novo fôlego a partir de 2014, quando as plataformas de streaming musical, como Spotify e Apple Music, experimentaram uma explosão de assinantes, que passaram a ter acesso contínuo ao repertório de artistas latinoamericanos.
Três anos depois, a trajetória do reggaeton foi completamente impactada por Despacito, parceria de Luis Fonsi e Daddy Yankee que bateu sete recordes no Guinness Book. Na época, o videoclipe da faixa se tornou o mais visto e curtido da história do YouTube, acumulando cinco bilhões de reproduções.
Atraindo atenção massiva para a música latina de forma geral, coube ao hit abrir caminhos para a instalação do fenômeno reggaeton. De acordo com o Spotify, entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período de 2017, o gênero registrou um crescimento de 119% na participação das reproduções totais da plataforma.
A repercussão inédita também foi sentida nas paradas musicais: ainda em 2017, 19 canções majoritariamente cantadas em espanhol ocupavam posições de destaque na Billboard Hot 100.
Mais que uma guinada artística capaz de revigorar o cenário mainstream com novas visões e melodias, esse movimento desafiou as barreiras linguísticas e culturais historicamente impostas pela indústria. Afinal, embora muitos tenham tentado apostar no contrário, o reggaeton conseguiu mostrar como o sucesso não deveria nem iria ficar restrito a músicas cantadas em inglês e unicamente baseadas nas vivências estadunidenses.
Na verdade, o próprio estilo de arte defendido pelo gênero empodera a música latina como resistência ao modus operandi americano. São canções que recriam o imaginário de bairros e famílias, intensificam os dilemas da humanidade, discutem a sexualidade nua e crua e falam sobre tudo o que pesa no peito dos latinos em sua língua mãe, frequentemente ousando com o spanglish — mistura de inglês e espanhol que, ridicularizada no passado, acabou virando moda sem hora para acabar.
Foto: reprodução/Billboard
Na esteira do remix bilíngue criado para Despacito, que contou com a presença de Justin Bieber, outras figuras de peso aderiram ao reggaeton e ajudaram a impulsionar o charme do ritmo latino entre os ouvintes e críticos mais céticos.
Foram os casos de Madonna, que convocou Maluma para explorar o gênero em Medellín (2019); de Drake, que cantou em espanhol junto de Bad Bunny no hit MÍA (2018); de Beyoncé, que se uniu a J Balvin e Willy William no remix de Mi Gente (2018); e de Cardi B, DJ Snake e Selena Gomez, que colaboraram com Ozuna em Taki Taki (2018).
Desde então, também deixou de ser incomum escutarmos batidas que remetam ao reggaeton em trabalhos de artistas pop, R&B e tantas outras vertentes que compõem o mainstream.
Para os artistas latinos que já haviam cravado seus nomes no mercado, o apelo fornecido ao gênero ditou uma oportunidade de repaginação. De modo mais sutil ou rendendo-se dos pés à cabeça, estrelas como Thalía, Shakira e Enrique Iglesias sentiram a necessidade de abraçar os modismos do reggaeton para atualizarem suas carreiras. O planejamento, inclusive, chegou até o Brasil: quem lembra dos primeiros lançamentos de Anitta mirando uma rota internacional?
O poder feminino em jogo
Quando o céu se tornou o limite para o crescimento do ritmo, que sempre foi predominantemente masculino, as mulheres ganharam mais liberdade para fazer seus talentos decolarem. De fato, uma situação fruto do pioneirismo de cantoras como Ivy Queen, La Zista e Glory, que fizeram suas vozes ecoarem durante a criação e sustentação do reggaeton enquanto cultura musical.
Alcançando o centro dos holofotes nos anos 2010, Natti Natasha, Becky G, Tini e Karol G representaram uma fase inédita para o protagonismo feminino no movimento, adotando abordagens explícitas, provocativas e interessantes que lhes rendem notoriedade no cenário musical até os dias de hoje.
Mais tarde, vieram Emilia, Nicki Nicole, Maria Becerra, Danna Paola, Young Miko, Nathy Peluso, Tokischa e muitas outras intérpretes latinas que seguem colaborando com a expansão criativa e territorial do reggaeton feminino. Contudo, artistas espanholas, como Rosalía e Bad Gyal, também têm incorporado o gênero à sua própria maneira e produzido sons inovadores.
Foto: reprodução/Spotify/Billboard
Mercado mundial e tendências à vista
Se o passado do gênero ficou marcado por reviravoltas, os horizontes são muito positivos. Dados da RIAA (Recording Industry Association of American) registraram um aumento de 7% na receita gerada pela música latina somente no primeiro semestre de 2024, totalizando US$ 685 milhões.
A escalada da língua espanhola na indústria musical também ocasionou mudanças nos padrões de consumo. De acordo com relatório da fundação Luminate, o espanhol é o segundo idioma mais apreciado em música globalmente, ficando atrás apenas do inglês. Para se ter uma ideia do avanço conquistado, a música em espanhol agora corresponde a 8,1% do mercado nos Estados Unidos, mais que o dobro do que o visto em 2021.
Quando falamos do mercado global de shows, a expressividade latina chama ainda mais atenção. Atualmente, a música latina representa 15% do setor, impulsionada por intérpretes do reggaeton que vêm batendo recordes.
Em 2024, por exemplo, Luis Miguel realizou a turnê latina mais lucrativa da história, com US$ 318,2 milhões arrecadados e mais de 2 milhões de ingressos vendidos, enquanto Karol G ampliou suas aparições mundiais com a Mañana Será Bonito Tour, que alcançou a maior bilheteria já registrada para uma artista feminina.
Foto: reprodução/TPI Magazine
No âmbito criativo, o interesse por músicos que mesclam influências regionais a sons contemporâneos, como o reggaeton, tem crescido exponencialmente. Basta analisar os hits recentes que tomaram as plataformas de streaming e redes sociais — artistas que exaltam suas raízes estão nos ouvidos e na boca do povo.
Entre os maiores expoentes dessa estratégia estão tanto Peso Pluma e Fuerza Regida, que souberam adaptar a regionalidade mexicana às novas gerações de consumidores, quanto Bad Bunny e Rauw Alejandro, que surgiram no trap, mas se esforçam continuamente para absorver com originalidade as tendências musicais de Porto Rico.
Em meio à expansão apoiada em pilares econômicos e populares, o reggaeton deve adentrar 2025 preparado para permanecer diversificando seus traços e incluindo artistas de diversas origens.
Bora atualizar a playlist?
Que tal aproveitar esse especial para descobrir faixas que abraçam o reggaeton de jeitos diferentes? Por aqui, indicamos:
VeLDÁ — Bad Bunny, Omar Courtz e Del V;
GATÚBELA — Karol G e Maidy;
Jagger.mp3 — Emilia;
AGORA — Maria Becerra;
Besos Moja2 — Wisin, Yandel e Rosalía;
No Me Cansare — Sevdaliza e Karol G;
Lo Siento BB :/ — Tainy, Bad Bunny e Julieta Venegas;
ROMEO — Anitta;
Gata Only — FloyyMenor e Cris Mj;
Recuerdo — Tini e Mau y Ricky;
LA FALDA — Myke Towers;
Chulo pt.2 — Bad Gyal, Tokischa e Young Miko;
BESO — Rosalía e Rauw Alejandro;
Cosas Pendientes — Maluma;
Muñekita — Kali Uchis, El Alfa e JT;
LUNA — Feid e ATL Jacob;
Copa Vacía — Shakira e Manuel Turizo;
XQ ERES ASÍ — Alvaro Diaz e Nathy Peluso;
qué le pasa conmigo? — Nicki Nicole e Rels B;
Qué Pasaría… — Rauw Alejandro e Bad Bunny.
Qual é o seu artista favorito do reggaeton? Entre nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e conte pra gente! Aproveite e nos siga para ficar por dentro de outras novidades da cultura e do entretenimento.
Quatro canções inéditas e uma colaboração com Dolly Parton marcam o retorno da recém-Grammy winner
A loirinha voltou! Nesta sexta (14), o álbum Short n’ Sweet ganhou uma edição deluxe com cinco novas faixas. O relançamento acontece quase duas semanas após Sabrina Carpenter conquistar dois Grammys — Melhor Álbum de Pop Vocal e Melhor Performance Pop — com a versão original do projeto.
Entre os destaques estão o remix de Please Please Please, dueto com a icônica Dolly Parton, e o novo single Busy Woman. Outros acréscimos inéditos são 15 Minutes, Couldn’t Make It Any Harder e Bad Reviews.
Em recente entrevista à revista Vogue, Carpenter revelou detalhes sobre o planejamento imagético e criativo de Short n’ Sweet.
“Não há, tipo, um alter ego. Mas é definitivamente uma versão mais enfatizada de mim. É interessante porque sou capaz de me vestir dessa forma, onde você meio que esperava ouvir uma voz dos anos 60. Mas então, quando estou falando com o público, sou apenas eu mesma”, disse.
Por falar em conexão com os fãs, a artista retorna aos palcos em março com a Short n’ Sweet Tour, que já esgotou datas no mundo todo. Até o momento, o Brasil não está incluído na rota de shows.
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Cerimônia de premiação da 67ª edição da maior honraria da música acontece em fevereiro, nos Estados Unidos
Nesta sexta (24), a Academia anunciou o primeiro grupo de performances ao vivo confirmadas no Grammy 2025.
Além de Billie Eilish, Charli xcx e Shakira, subirão ao palco vários indicados ao prêmio de Artista Revelação: Benson Boone, Chappell Roan, Doechii, Raye, Sabrina Carpenter e Teddy Swims.
Foto: reprodução/X @RecordingAcad
Na 67ª edição da honraria, a campeã de nomeações é Beyoncé, com 11 aparições no total, incluindo Gravação do Ano, Álbum do Ano e Música do Ano. Na sequência, aparecem Billie Eilish, Charli xcx, Kendrick Lamar e Post Malone, com sete menções cada.
A cerimônia de premiação acontece em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2 de fevereiro.
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Após o sucesso de Die With a Smile e APT., cantor investe em nova colaboração feminina
Mais Bruno Mars na área! Nesta sexta (24), o cantor se uniu à rapper Sexyy Red no lançamento da ousada Fat Juicy & Wet.
Descrito como “hino de casa de strip-tease”, o single surgiu para celebrar o sucesso das colaborações recentes do havaiano: Die With a Smile, ao lado de Lady Gaga, e APT., com Rosé, do Blackpink. As artistas, inclusive, participam do videoclipe disponibilizado para a faixa. Confira abaixo:
Mesmo sem estrear novos álbuns desde 2021, Bruno Mars continua crescendo nas principais paradas musicais. Atualmente, Die With A Smile lidera a Billboard Hot 100, enquanto APT. ocupa o quinto lugar do ranking.
A parceria com Gaga também concorre a dois prêmios do Grammy 2025: Música do Ano e Melhor Performance Pop em Duo ou Grupo.
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Grandes nomes do cinema mundial ganham coleções especiais no catálogo de uma das principais plataformas do Brasil
O ano de 2025 começou com a programação dos streamings a todo vapor! Para janeiro, a MUBI prepara coleções especiais dedicadas ao cineasta François Ozon, além de estreias exclusivas dos diretores Nelson Carlo de los Santos Arias e Michel Franco.
As produções exploram temas diversos, desde romances improváveis até narrativas sobre colonialismo e ditaduras na América Latina. Confira tudo que chega ao catálogo da plataforma neste mês:
François Ozon: Verões Íntimos
O especial apresenta um verão efêmero com paixões intensas e riscos ocultos que marcam seus personagens. Não é apenas uma época de liberdade, mas um cenário em que desejos, traições e obsessões emergem com força, e sempre com a sombra de decepção.
Sob a Areia (3 de janeiro)
Marie (Charlotte Rampling) e Jean (Bruno Cremer) estão há muitos anos casados e felizes. Como de costume, eles passam as férias em uma casa de campo no litoral da França Ocidental. Certo dia, ela tira uma soneca de tarde enquanto seu marido vai nadar. Ao acordar, ela percebe que está sozinha.
Foto: divulgação/MUBI
Swimming Pool: À Beira da Piscina (3 de janeiro)
Uma escritora britânica (Charlotte Rampling) busca inspiração e solidão na casa de férias de seu editor no sul da França. Sua quietude logo é interrompida pelo estilo de vida imprudente e erótico da filha dele (Ludivine Sagnier). As interações turbulentas entre as duas desencadeiam uma série de acontecimentos perturbadores.
Ligações Perigosas: Psychosexual Affairs
A nova coleção da MUBI revive a intensidade e a sensualidade do cinema dos anos 80 e 90 por meio de histórias que envolvem dinâmicas de poder e romances tóxicos, que marcaram o cinema erótico e se tornaram clássicos cult.
9 1/2 Semanas de Amor (10 de janeiro)
Elizabeth (Kim Basinger), uma curadora de arte de Nova York, está divorciada e se envolve em um relacionamento sexual e obsessivo com John (Mickey Rourke), um atraente corretor de Wall Street.
Foto: divulgação/MUBI
Instinto (10 de janeiro)
A psicóloga Nicoline (Carice van Houten) começa a trabalhar em uma clínica de reabilitação masculina e conhece Idris (Marwan Kenzari), um agressor sexual manipulador prestes a ganhar liberdade condicional. Todos confiam nele, mas Nicoline permanece cética.
No Calor do Momento: Mistérios de Verão
A coleção explora intrigas, crimes e tensões humanas em cenários ensolarados e paradisíacos, com estilos e gêneros que vão do thriller de ação ao drama psicológico.
Caçadores de Emoção (17 de janeiro)
Em Los Angeles, uma gangue chamada Os Ex-Presidentes comete crimes usando máscaras de Reagan, Carter, Nixon e Johnson. Acreditando que os membros do grupo podem ser surfistas, o FBI envia o jovem agente Johnny Utah (Keanu Reeves) para se infiltrar e reunir informações.
Foto: divulgação/MUBI
Mulheres Trabalhadoras: Vida das Profissionais do Sexo
As histórias desmantelam estereótipos e oferecem retratos empáticos de mulheres que vivem à margem da sociedade, abordando suas experiências sociais, econômicas e emocionais com profundidade e sensibilidade.
Noites de Cabíria (24 de janeiro)
Roma, 1957. A irreprimível e independente Cabíria (Giulietta Masina) é roubada e deixada para morrer pelo namorado. Após ser resgatada, ela retoma a sua vida, devendo confiar em si mesma para permanecer de pé.
Foto: divulgação/MUBI
Amor e Anarquia (24 de janeiro)
Um fazendeiro (Giancarlo Giannini) se instala em um bordel romano enquanto conspira para assassinar Mussolini junto com uma trabalhadora do sexo anarquista (Mariangela Melato).
Exclusivos da MUBI
Pepe (10 de janeiro)
Na estreia de Nelson Carlos de los Santos Arias, uma voz que afirma ser o fantasma de Pepe, primeiro e único hipopótamo morto nas Américas, conta sua história. Começando no sul da África e indo para a América do Sul, Pepe narra sua vida agitada: desde ser propriedade do barão das drogas colombiano Pablo Escobar até seus últimos dias em liberdade.
Foto: divulgação/MUBI
The Watchman (17 de janeiro)
Ali Cherri, aclamado artista visual libanês, apresenta um curta poderoso que combina realismo mágico e simbolismo para explorar a dor e o absurdo do conflito militar, destacando como a ternura à vida surge às suas margens.
Sundown (17 de janeiro)
Um homem rico (Tim Roth) está de férias com seus entes queridos em um resort em Acapulco, no México, até receber um telefonema. Houve uma morte na família e todos devem voltar para casa. Porém, o homem finge perder o passaporte, o que atrasa seu retorno.
Foto: divulgação/MUBI
Outras Estreias
The Protagonists (1999) – 1 de janeiro
Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão (1980) – 1 de janeiro
Mishima: Uma Vida em Quatro Tempos (1985) – 14 de janeiro
Under the Cloud (2023) – 23 de janeiro
The Here After (2015) – 24 de janeiro
Touch of Crude (2022) – 24 de janeiro
Beauty Is Not a Sin (2024) – 24 de janeiro
Fauna (2020) – 31 de janeiro
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