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Créditos: divulgação/Rodolfo Magalhães

Entrevista | Vitor Kley fala sobre espiritualidade, recomeços e liberdade no novo álbum As Pequenas Grandes Coisas

Disco traz homenagem ao pai falecido e parcerias com nomes como Marcelo Camelo e Clóvis de Barros

Escrito por Leticia Stradiotto

Vitor Kley retorna à cena musical com o lançamento de As Pequenas Grandes Coisas, seu sexto álbum de estúdio, que chega nesta sexta (25) às plataformas digitais. Em entrevista ao Entretetizei, Vitor conta sobre essa nova fase e como a espiritualidade, a liberdade artística e uma nova perspectiva sobre o amor e a vida guiaram o processo de criação.

Depois do sucesso de A Bolha, lançado em 2022, o cantor tirou um tempo para respirar. O resultado é um trabalho mais maduro, que não abandona o sol que sempre iluminou suas composições, mas que agora traz reflexões com mais coragem. “As grandes coisas são grandes, mas não tanto quanto as pequenas”, diz Vitor, citando a filosofia que guia o álbum.

Em As Pequenas Grandes Coisas, o cantor mergulha nas miudezas do cotidiano para revelar aquilo que, muitas vezes, passa despercebido, mas carrega a essência do que nos move. Como ele mesmo define, “acordar, respirar, abrir a janela do quarto… isso é maravilhoso, sabe? É uma pequena, grandíssima coisa”.

Capa do álbum | Foto: divulgação/Rodolfo Magalhães

Esse novo olhar também acompanha uma transição importante na carreira do cantor. Após uma década em uma gravadora, Vitor agora trilha caminho independente, junto ao irmão e um novo time. “Foi se o fim, é o novo começo”, canta na faixa de abertura do disco. “Tudo o que foi feito eu amo, mas eu amo tanto que é melhor deixar partir” afirma em entrevista.

Vai Por Mim, uma das faixas mais tocantes do álbum é uma homenagem de Vitor Kley ao pai, falecido recentemente. Nela, o cantor fala sobre a depressão do pai e transforma o luto em música, com afeto e sinceridade. “Sinto que a energia dele falou pra gente: está tudo bem, entendi tudo, obrigado pela homenagem”. A canção traz a participação surpreendente do filósofo Clóvis de Barros Filho, ampliando a força e o significado da despedida.

Musicalmente, o álbum transita com liberdade entre MPB, soul, pop, reggae e até pitadas de samba e rock, sempre com a assinatura leve e melódica de Vitor. O disco abre com Que Seja de Alegria, um convite a viver com intensidade e gratidão, e passeia por diferentes atmosferas sonoras até chegar à poética de Arco-Íris, que encerra a jornada com um blues introspectivo e cheio de esperança.

Vitor Kley – Que Seja de Alegria (Videoclipe Oficial)

As Pequenas Grandes Coisas não é uma ruptura com o passado, mas um novo olhar sobre ele. Vitor Kley continua sendo o artista solar e tropical, mas agora mais consciente do valor das sutilezas, dos silêncios e dos recomeços.

Para mergulhar nesse novo momento da carreira dele — onde luto, amor e espiritualidade se entrelaçam em forma de música — confira a entrevista completa para o Entretetizei:

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Texto revisado por Karollyne de Lima

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