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Foto: divulgação/TV Globo/Estevam Avellar

Coletiva | A Nobreza do Amor apresenta trama sobre justiça, coletividade e enfrentamento das desigualdades

Autores e elenco falaram sobre os temas centrais da história durante coletiva da novela, que estreia na próxima segunda

Durante coletiva de imprensa realizada para apresentar a novela A Nobreza do Amor (2026), autores e elenco compartilharam detalhes sobre a construção da trama e os temas que irão conduzir a narrativa. A produção aposta em uma história marcada por conflitos sociais, disputas de poder e pela busca por justiça, colocando personagens que lutam por igualdade e dignidade no centro da narrativa.

Um dos pontos abordados foi a maneira como os conflitos da história se desenvolvem ao longo da novela. Para a autora Duca Rachid, a trama não tem como objetivo central apenas o embate entre personagens, mas a construção de caminhos para a justiça. “Eu acho que as relações dentro da novela não caminham para um confronto, caminham para a justiça. Eu, particularmente, não acredito no confronto, acho que precisamos andar de mãos dadas, todos nós”, afirmou.

Já o também autor Júlio Fischer destacou que, em alguns momentos, o enfrentamento se torna inevitável para que mudanças aconteçam: “Talvez o preço para se alcançar a justiça seja o confronto, ou seja, confrontar o mal. Então, acho que, nesse sentido, vai existir, sim, para restituir a justiça. É uma coisa que está colocada na nossa vida cotidiana. Às vezes, pra você querer justiça, tem que gritar, apontar as injustiças, se colocar, se posicionar. É sempre visando um bem maior.

Foto: divulgação/TV Globo/Estevam Avellar

A discussão sobre justiça e coletividade também aparece na construção dos protagonistas e na base filosófica da novela. O também autor Elísio Lopes Jr. explicou que a narrativa dialoga com o conceito africano de Ubuntu, que valoriza a interdependência entre as pessoas: “O conceito de Ubuntu é bom pra responder essa pergunta, significa ‘Eu sou porque nós somos’. Então, nós temos dois protagonistas com valores coletivos.

Segundo ele, os objetivos dos personagens principais estão diretamente conectados a essa ideia de comunidade e responsabilidade social. “A Alika tem como grande objetivo retomar o poder em Batanga, para garantir que o povo dela tenha futuro, prosperidade, uma vida justa e digna, e o Tonho, do lado dele, quer comprar terras para que as pessoas tenham liberdade, tenham onde viver, onde produzir.

Ao final, o autor reforçou que a história pretende mostrar que a busca por justiça muitas vezes exige posicionamento e coragem. Os objetivos dos dois dialogam totalmente com o conceito de que eles só serão felizes e plenos se os outros, que estiverem com eles, também forem. Então, estamos buscando exatamente isso, o confronto necessário para que a igualdade possa acontecer”, completou.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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