Sucesso absoluto no Globoplay, a série segue no Top 1 da plataforma e ganha nova temporada para 2026
A atriz mineira Bárbara Roterdã celebra um momento especial de sua carreira ao fazer sua estreia no streaming com a série original Vermelho Sangue, já disponível no Globoplay. A produção, que combina fantasia, suspense e romance, marca sua primeira participação em um projeto de grande alcance nacional, reforçando seu talento e destacando seu nome na cena audiovisual brasileira.
Natural de Santo Antônio do Monte (MG), Bárbara cresceu imersa nas artes e encontrou na atuação a sua vocação. Formada em TV e Cinema, e com experiências no teatro em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, ela traz em sua trajetória um intenso processo de formação e dedicação, estudando com grandes nomes da atuação e acumulando aprendizados que, agora, ganham uma nova dimensão em Vermelho Sangue. Na trama, ela interpreta Bia, uma jovem com sonhos, conflitos e mistérios que promete prender a atenção do público.
Em entrevista exclusiva ao Entretetizei, Bárbara conta como foi chegar ao streaming em uma produção ambiciosa do Globoplay, fala sobre os desafios do universo fantástico da série, revela como construiu a complexidade emocional de sua personagem e celebra o sucesso da obra, que segue entre as mais assistidas da plataforma. A atriz também comenta os bastidores, o clima de parceria com o elenco e compartilha seus próximos sonhos na carreira, deixando claro que esta é apenas a primeira de muitas conquistas que ainda estão por vir.
Confira agora esse bate-papo exclusivo:
Entretetizei: Bárbara, Vermelho Sangue marca a sua estreia no streaming, justamente em uma produção original do Globoplay. Como foi viver esse momento tão importante na sua carreira?
Bárbara: Eu fiquei muito feliz em fazer parte dessa produção, porque foi realmente algo grandioso. Vermelho Sangue é uma das maiores apostas do Globoplay, e isso já torna tudo ainda mais especial.
O Brasil ainda tem poucas produções nesse estilo, com fantasia, mistério e suspense, e ver uma série com esse nível de qualidade, com efeitos especiais vindos de fora do país, foi incrível.
A experiência foi maravilhosa, a equipe era fantástica e eu tive a oportunidade de trabalhar com atores muito renomados, o que fez de cada dia um aprendizado enorme. Foi e ainda está sendo, um momento muito marcante e especial na minha vida.

E: A série mistura fantasia, mistério, romance e suspense. Como foi mergulhar em um universo tão diferente do cotidiano?
B: Foi incrível mergulhar em um universo tão diferente do que estamos acostumados. Especialmente como atriz, encarar esse mundo da fantasia foi um grande desafio e também um aprendizado enorme.
A gente precisa realmente acreditar no que está vendo, mesmo quando os efeitos especiais ainda não existem, porque tudo é adicionado depois. É fascinante observar o processo e ver como uma equipe gigantesca, com mais de 200 pessoas, faz tudo aquilo acontecer. Foi uma experiência maravilhosa, muito rica artisticamente e eu fiquei realmente muito feliz em poder viver algo tão fora do comum.
E: A sua personagem, Bia, é uma jovem cheia de sonhos, mas também cercada por segredos. Como foi construir esse equilíbrio entre o real e o misterioso?
B: Eu trabalhei muito com os meus preparadores para entender não só as dores da Bia, mas também cada detalhe do que ela queria transmitir. No começo, ela tem atitudes mais duras, mas, ao longo da trama, o público começa a perceber suas fragilidades e o que está por trás disso tudo.
Construir esse equilíbrio entre o real e o misterioso foi um desafio lindo, e acho que o público vai entender ainda mais sobre esse lado dela na próxima temporada.
E: O que mais te surpreendeu durante as gravações de Vermelho Sangue, seja nos bastidores, na convivência com o elenco ou no resultado final da série?
B: Várias coisas me surpreenderam positivamente nesse projeto. Primeiro, eu não imaginava que ficaria tão próxima de todo o elenco – a convivência nos bastidores foi de muita parceria, lealdade e carinho.
Também me surpreendeu muito ver como tudo é feito por trás das câmeras. Como foi meu primeiro projeto grande, eu pude entender o quanto uma única cena exige da equipe: o tempo, a dedicação e o cuidado de cada detalhe.
E o resultado final está incrível – a fotografia, a trilha sonora, o texto, os atores… Tudo foi pensado com muito capricho. Ver Vermelho Sangue no Top 1 do Globoplay é muito gratificante, e eu sigo muito feliz com tudo o que estamos colhendo e com o que ainda vem por aí.

E: Quais foram os maiores desafios de estrear justamente em uma produção desse porte, com tantos efeitos, emoções e simbolismos?
B: Acho que o maior desafio foi entender como o público reagiria a uma produção desse tipo, já que não é algo tão comum no Brasil. Vermelho Sangue traz um gênero diferente, cheio de fantasia, simbolismos e efeitos visuais, então havia uma expectativa muito grande sobre como isso seria recebido.
Outro ponto desafiador foi a pós-produção, que demorou bastante por conta dos efeitos especiais – e controlar a ansiedade até a estreia foi o mais difícil (risos). Mas ver o resultado final e a qualidade que a equipe conseguiu entregar fez tudo valer muito a pena.
E: A trama está emplacando o Top 1 do Globoplay há semanas. Como é para você ver esse sucesso de um primeiro trabalho no streaming?
B: Para mim, é um privilégio estar fazendo parte dessa história, mesmo que o meu papel seja contar a trajetória de outros personagens. Participar de um projeto tão incrível já é muito gratificante e, como atriz, ver o reconhecimento do público é emocionante.
É um aprendizado enorme estar no Top 1 do Globoplay, perceber como as pessoas estão recebendo a série e acompanhar o caminho que essas histórias estão tomando. Está sendo simplesmente incrível.

E: Depois dessa estreia marcante, quais são os sonhos e próximos passos que você deseja trilhar na sua carreira?
B: Quero muito continuar trilhando minha carreira, explorando diferentes formatos e projetos. Gostaria de participar de novelas, filmes, séries… Tudo o que me permita crescer como atriz e mostrar diferentes facetas do meu trabalho.
Sinto que esse é apenas o começo de uma trajetória que venho construindo desde criança e, para mim, a prática da atuação é estar sempre em movimento. Tenho muitos sonhos e planos, e espero continuar mostrando o meu trabalho em projetos cada vez mais desafiadores e especiais.
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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis









