O ator conta sobre seu personagem em DNA do Crime, Isaac, e um pouco sobre sua vida pessoal
Que Alex Nader é um grande ator brasileiro, disso não temos dúvidas, o artista recebeu um grande reconhecimento por seus trabalhos em séries de TV. Em 2004, Alex teve sua estreia como ator em uma série chamada Irmãos de Fé e desde lá nunca mais parou de atuar.
Atualmente, o ator interpreta o personagem Isaac em DNA do Crime (2023), que terá o lançamento de sua segunda temporada no dia 4 de junho na plataforma de streaming da Netflix. Isaac faz parte de uma equipe criminosa com o nome de Quadrilha Fantasma, que, após ajudarem o Embaixador a sair da prisão, se tornam os principais alvos da Polícia Federal.

Com um grande reconhecimento na dramaturgia brasileira, Alex continua a surpreender o público com as suas atuações intensas, sem contar os personagens memoráveis. Com uma carreira montada por projetos de sucesso, o ator demonstra sua versatilidade e talento ao encarar papéis desafiadores, como o Isaac, por exemplo.
Quer saber mais sobre os desafios enfrentados por Alex Nader durante a gravação da série? Fique atento para uma entrevista exclusiva, em que o ator compartilha detalhes de sua trajetória.
Entretetizei: Oi, Alex! Como foi para você dar vida ao Isaac, um personagem tão intenso e envolvido com o crime organizado? Que desafios encontrou ao construí-lo?
Alex Nader: Oi! Foi a maior e melhor experiência da minha profissão. Foi intenso, desafiador demais, um mergulho profundo nesse universo. Foi difícil, pois exigiu muito preparo físico; houve cenas em que cheguei à exaustão.
E: Antes de ser ator, você imaginava seguir outro caminho profissional? Como a atuação entrou na sua vida?
AN: Sempre fui ator, desde muito pequeno. Com 5/6 anos, já fazia teatro dentro de casa com meus primos, sem saber o que era teatro. Mas foi aos 11 anos que subi num palco pela primeira vez, e a identificação e a certeza de que era aquilo que eu queria fazer pro resto da vida foram imediatas… Nunca mais saí!!
E: A série DNA do Crime mistura ação, investigação e drama. Teve alguma cena que te marcou especialmente durante as gravações?
AN: Em um trabalho complexo como esse, muitas cenas marcam a gente, mas a que mais me marcou eu não posso contar, pois seria um spoiler tremendo (rsrsrsrs). Posso falar, de um modo geral, que as cenas de ação são sempre muito marcantes.
E: Você se inspirou em alguma figura real ou teve alguma preparação específica para interpretar alguém tão complexo como o Isaac, em DNA do Crime?
AN: Me inspirei em mais de uma pessoa e continuo me inspirando. Dentro desse trabalho, existem pessoas que já estiveram no crime, foram presas, pagaram suas dívidas com o Estado e hoje vivem como advogados, empresários e também como consultores da série. Hoje são meus amigos e me ensinam muito sobre o mundo do meu personagem. Em relação à preparação, tivemos sim. Foram semanas de mergulho profundo com uma dupla de preparadoras maravilhosas, Maria Laura Nogueira e Carolina Fabri. Também fiz bastante laboratório, indo a lugares específicos onde o Isaac andaria. Foi tudo incrível!
E: O Isaac é um personagem com muitos lados sombrios. Como você separa o personagem da sua vida pessoal depois das filmagens?
AN: Sinceramente, não me interfere. Sou o tipo de ator que separa bem os personagens da vida; funciona como se tivesse um botão: aperto e vem o personagem, aperto de novo e ele sai. Então, quando acaba, o que levo comigo é saudade e vontade de fazer mais!
E: Como você vê a importância de uma série como DNA do Crime, que traz à tona questões tão sensíveis como o crime nas fronteiras brasileiras?
AN: Acredito na arte como agente de mudança, então procuro estar em trabalhos onde algo que precisa ser debatido pela sociedade esteja presente. No caso de DNA, mesmo em se tratando de uma série de ficção, acho importante poder mostrar todas essas referências em torno do crime organizado, os prejuízos que ele traz para a sociedade e como é possível combatê-lo.
E: Pode nos contar quais são os seus próximos projetos? Se possível, pode aproveitar pra mandar um recado especial pra galera do Entretetizei?
AN: Tenho dois filmes para serem lançados: Na Linha de Fogo, dirigido por Afonso Poyart, e Pele de Rinoceronte, do Marcelo Maia. No teatro, estreio um espetáculo novo, Migrantes, do Rodrigo França, dia 12 de junho no Sesi Centro. E ainda tem a terceira temporada de DNA para rodar. Pra finalizar, um abraço apertado pra todos que chegaram até aqui. Muito obrigado pela conversa, leitores do Entretetizei!
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Texto revisado por Alexia Friedmann









