O artista fala do novo álbum Indomável e o significado deste momento da carreira
Entre fragilidade e força, dor e renascimento, Indomável, o novo álbum do cantor Vini nasce de um lugar profundamente íntimo. Mais do que um conjunto de canções, ele é um processo de cura traduzido em música, um retrato sincero de alguém que transformou seus próprios desafios em arte e, ao compartilhar isso, acabou criando pontes com quem também se reconhece nessas histórias.
As composições começaram de forma íntima, no quarto do artista, como um desabafo para se salvar internamente. Vini revela que jamais imaginou que um dia lançaria ou compartilharia essas canções, o que torna o projeto ainda mais pessoal. Segundo ele, o processo foi quase terapêutico, de olhar para dentro e transformar sentimentos em música. Embora a maioria das faixas tenha nascido de forma rápida, como um fluxo de emoção, outras foram lapidadas ao longo de meses, refletindo o cuidado e a dedicação do artista.
Em entrevista exclusiva, o artista fala sobre a entrega desse projeto tão pessoal, o impacto das músicas no público e a força de seguir renascendo através da música.
Confira agora:
Entretetizei: Qual foi a sensação de finalmente dividir esse projeto tão pessoal com o mundo?
Vini: Renascimento. Esse álbum nasceu de lugares muito íntimos, e ver ele chegando nas pessoas, se tornando delas também, é algo que não dá nem pra descrever.
E: Você transformou momentos difíceis em música. Acha que isso aproxima ainda mais do público que também passa por situações parecidas?
V: Com certeza. Quando eu canto sobre dor, frustração ou superação, não é só sobre mim, é sobre todo mundo que já passou por alguma situação parecida. Acho que essa identificação cria uma ponte muito verdadeira entre eu e quem escuta.
E: Indomável fala de força e superação, certo? O que ele representa na sua vida hoje?
V: É um lembrete de que eu posso passar por qualquer coisa sem perder minha essência.
E: O público jovem costuma consumir música junto com experiências visuais. Como foi pensar nos visualizers para o YouTube?
V: Eu já trabalho com audiovisual desde meus 13 anos. Eu queria que cada visualizer, mesmo que simples, tivesse um conceito que conversasse com cada música. Os visuais viraram uma extensão do álbum. Eles também contam uma história. Foi tudo bem pensado.
Eu começo o álbum no mesmo lugar em que termino o álbum. A diferença? No começo eu estou em um tom mais rebelde, com um espelho quebrado, um clima mais tenso e mais escuro.
Nos últimos visuais do álbum eu já estou sorrindo, reconstruindo os espelhos, me aceitando e com muita esperança no coração. Mas só vai entender como consegui sair da primeira faixa e cheguei na última, quem escutar e ver todo o álbum.
E: Você tem recebido mensagens dos ouvintes sobre como as músicas os impactaram? Pode compartilhar alguma história marcante?
V: Sim, uma pessoa me contou esses dias que durante uma crise de ansiedade, a música Universo ajudou. Ele disse: “todos os pensamentos desfuncionais que eu estava tendo, sumiram ao ouvir a música. Eu estava pensando: o que eu estou fazendo de errado na minha vida para as coisas não darem certo? E aí, ouvi a parte de Universo que diz: cada estrela tem sua história, tem seu tempo, tem seu tamanho“.
E: Se pudesse resumir esse momento da sua carreira em uma frase, qual seria?
V: Renascendo através da música!
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Texto revisado por Angela Maziero Santana









