Autora confirma lançamento e presença na Bienal do Livro da Bahia
A violência de gênero segue como uma das questões mais urgentes do Brasil e tem ganhado espaço de discussão na ficção contemporânea.
Apostando em uma narrativa jovem para discutir feminicídio, agressão sexual e relações de poder e aproximar o debate do público universitário, a escritora Andrea Nunes lança seu mais novo livro de suspense policial.
Em Presunção de Inocência (2026), a autora, que também é procuradora de justiça, constrói a trama ambientada em um cenário familiar: uma faculdade de Direito.
A narrativa mistura suspense, investigação e conflitos pessoais para evidenciar como a violência pode se manifestar de diferentes formas no cotidiano, já que os estudantes se veem envolvidos em crimes que ultrapassam os limites da teoria.

Com esse enredo, o livro já chamou a atenção de nomes importantes do gênero, como o escritor e roteirista Raphael Montes. Ele afirmou ser “um suspense jurídico que mergulha fundo nas relações de poder e violência, embalado a crimes sangrentos e conspirações”.
Na mesma sintonia, a cineasta Tizuka Yamasaki ousou ainda mais, apontando que “Presunção de Inocência é uma história que vai dar o que falar”.
A obra já está em pré-venda pelo site da Editora Flyve e foi lançada na Bienal do Livro da Bahia, onde a autora marcou presença. O evento também contou com sessão de autógrafos, no stand da editora.
Sobre a obra
O início das aulas na cobiçada faculdade nova era o grande sonho daqueles jovens, que queriam se tornar os maiores criminalistas do país.
O que eles não esperavam era que os conflitos humanos e crimes intrigantes saíssem das páginas dos livros e envolvessem suas próprias vidas, colocando-os em perigo e desafiando sua capacidade de aprendizado rápido.

Para decifrar os enigmas e se livrar das ameaças que vão aparecendo a cada dia, esses estudantes precisarão contar com os ensinamentos de uma dupla de professores de métodos heterodoxos.
Com eles, descobrirão os truques e a malícia para enfrentar a alta criminalidade de um modo que não se aprende em cartilhas acadêmicas.
Entretanto, para vencer os criminosos, eles também terão que superar a competitividade de uma universidade de elite, vencer suas limitações e traumas pessoais e saber lidar com as paixões juvenis que começam a aflorar.
Sobre a autora

Andrea Nunes é romancista e procuradora de justiça. É autora dos romances policiais Corpos Hackeados (2021), que está com os direitos de adaptação vendidos para o cinema, e os premiados Jogo de Cena (2019) e A Corte Infiltrada (2017).
A convite de universidades europeias, tem debatido Literatura Policial Brasileira em Portugal, na Alemanha, na França e na Dinamarca.
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Texto revisado por Alexia Friedmann









