Dia: 10 de outubro de 2025
Produção está disponível em todas as plataformas digitais
Os DJs Alok e ILLENIUM se uniram e lançaram uma colaboração com a música To The Moon. Com batidas eletrizantes, a produção está disponível nas plataformas digitais.
O brasileiro, conhecido por colaborações com artistas como Anitta, Ellie Goulding e Bebe Rexha, disse que foi incrível trabalhar com ILLENIUM nessa produção. “Sou fã da música há muito tempo, então foi incrível poder trabalhar com ele e misturar nossos estilos em algo que os fãs já abraçaram de forma tão intensa”, disse.
O artista americano, já indicado ao Grammy, é famoso por hits como Feel Good (2017), com Gryffin & Daya, e Takeaway (2019), com The Chainsmokers. Ele diz que a faixa é contagiante e está empolgado para ver até onde a música vai chegar. Ouça:
O que acharam dessa colaboração? Contem para a gente e não se esqueçam de seguir as redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — para ficar por dentro de todas as novidades do mundo da música.
Leia também: Iza lança música inédita para Caramelo, novo filme brasileiro
Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj
O K-pop não apenas atravessou fronteiras, ele reescreveu as regras do entretenimento, transformando a relação entre artista, público e indústria
O termo “paved the way”, repetido tantas vezes em timelines e legendas, já virou quase um meme, mas por trás da ironia há um diagnóstico preciso sobre o estado atual da cultura pop. Quando se fala que “o K-pop abriu o caminho”, não se trata apenas de sucesso internacional, nem de recordes quebrados ou números de streaming. O que está em jogo é algo mais estrutural: o fato de que a música pop coreana reconfigurou o modo como se produz, consome e se pertence à cultura. E isso começou muito antes de qualquer boygroup chegar às paradas ocidentais.
O K-pop não surgiu como um acidente. Ele é fruto de um projeto coletivo, estético e político, que nasceu em uma Coreia do Sul que saía de um período autoritário, mergulhava em um capitalismo acelerado e buscava uma identidade capaz de dialogar com o mundo. Foi nesse contexto que o pop se tornou não apenas uma forma de expressão, mas um laboratório de futuro, um lugar onde o país pôde experimentar o que seria ser moderno à sua própria maneira.
Quando o pop virou engenharia: o K-pop como construção de linguagem
Antes de o Ocidente perceber o fenômeno, o K-pop já operava como uma máquina estética precisa. A lógica era diferente: em vez de apostar em um gênio individual, como o modelo tradicional do rock ou do R&B americano, a Coreia decidiu tratar o pop como engenharia cultural. Os trainees, jovens que treinam por anos em canto, dança, atuação, línguas e comunicação, não são o produto de um sistema frio; são o reflexo de uma visão que entende o artista como uma convergência de linguagens.4
Esse modelo, que começou a ser desenhado nos anos 1990 com Lee Soo-man (fundador da SM Entertainment), não era sobre controle total, como muitos críticos insistem, mas sobre orquestração. O K-pop não queria apenas reproduzir o Ocidente, ele queria traduzir, reorganizar e sintetizar o que o mundo fazia de forma fragmentada. Se as gravadoras americanas ainda pensavam em álbuns, o K-pop pensava em universos conceituais. Cada comeback era uma narrativa completa, com estética, cor, conceito e enredo.
Essa estrutura se tornou tão intrincada que muitos artistas ocidentais passaram a imitá-la, ainda que sem admitir. A lógica das eras, tão falada em turnês de artistas como Taylor Swift, já era explorada pelo K-pop desde o fim dos anos 1990. O que a Coreia entendeu antes de todos, é que a cultura pop contemporânea não se sustenta em discos, mas em experiências contínuas, e que a lealdade do público não se conquista com hits, mas com pertencimento.
A invenção do fandom como força política
Nenhum outro movimento cultural recente entendeu o poder do público como o K-pop. Se os Beatles criaram a histeria, os fandoms coreanos criaram a infraestrutura emocional. Muito antes das hashtags se tornarem ferramentas de engajamento, os fãs coreanos já organizavam projetos coletivos, arrecadavam fundos, faziam campanhas e participavam ativamente da construção da imagem de seus ídolos.
Esses fandoms não nasceram espontaneamente: foram moldados dentro da cultura digital sul-coreana, em fóruns, portais e comunidades online nos anos 2000, quando o resto do mundo ainda descobria o e-mail. A relação entre artista e público se tornou simbiótica, quase cooperativa. O sucesso não era uma conquista individual; era uma vitória compartilhada.
Quando o Ocidente finalmente percebeu o potencial desse engajamento, já era tarde: o modelo estava consolidado. Hoje, marcas, políticos e celebridades tentam copiar o comportamento de fandoms, mas foi o K-pop quem primeiro entendeu que pertencer a algo é mais poderoso do que apenas admirar algo.
Os fandoms do K-pop não são apenas consumidores: são produtores de cultura, curadores de discurso e organizadores de impacto. Eles votam, traduzem, editam, viralizam, escrevem e defendem. E o mais interessante é que, mesmo quando há críticas à indústria, o senso de coletividade não se desfaz. É como se o K-pop tivesse criado, sem querer, um modelo político de participação afetiva.
Do videoclipe ao multiverso: a estética que o mundo começou a perseguir
O K-pop nunca tratou o videoclipe como um simples suporte visual. Desde o início, ele foi o núcleo narrativo da obra. A MTV americana pode ter popularizado o formato, mas foi a Coreia do Sul que o elevou a um nível quase cinematográfico.Nos anos 2000, grupos como BoA, TVXQ e BIGBANG começaram a trabalhar com conceitos visuais interconectados, onde cada clipe se ligava ao anterior e preparava o terreno para o próximo.
Mais tarde, essa estrutura se sofisticou a ponto de criar universos ficcionais completos como o Bangtan Universe do BTS ou o multiverso mitológico da SM Entertainment, que interliga grupos como EXO, Red Velvet, aespa e NCT dentro de uma mesma narrativa expandida.
O K-pop foi o primeiro a compreender que a cultura digital não se contenta com histórias lineares. As pessoas não querem apenas ouvir uma música: querem navegar dentro de um mundo. Hoje, quando a Marvel constrói seus multiversos ou quando artistas lançam projetos transmídia com jogos, webséries e moda, estão, de alguma forma, ecoando a estrutura que o K-pop criou, essa mistura entre entretenimento, ficção e participação.
Tecnologia, estética e disciplina: a Coreia sempre esteve cinco passos à frente
Enquanto o Ocidente ainda tentava entender o impacto da internet sobre a indústria fonográfica, a Coreia já estava usando a tecnologia como linguagem artística. O K-pop nasceu digital. Desde os primeiros anos do YouTube, artistas coreanos perceberam o poder do alcance global, não porque queriam “exportar cultura”, mas porque a rede era o espaço natural de sua estética.
A sincronização de coreografias, a saturação de cores e o design de som foram pensados para telas pequenas e consumo rápido, sem perder profundidade. Essa estética hiperreal, que muitos ocidentais julgavam exagerada, acabou virando o novo padrão do pop contemporâneo.
O K-pop também antecipou a integração entre música e tecnologia de forma estrutural. Shows com realidade aumentada, lightsticks sincronizados, aplicativos oficiais com conteúdo exclusivo, nada disso é pós-pandemia. É a continuação lógica de uma indústria que entende a experiência musical como ecossistema multimídia.
O corpo como linguagem e a dança como discurso
No K-pop, a dança não é um acessório, é uma gramática. Enquanto a cultura ocidental, especialmente a americana, tratava o dançarino como suporte, a Coreia transformou o corpo em veículo central da narrativa. Cada movimento é pensado para dialogar com a melodia, o conceito e até com a câmera.
As coreografias do K-pop não são feitas apenas para o palco: são criadas para serem replicadas, compartilhadas e ensinadas. A cultura do dance practice — vídeos onde os artistas ensaiam as coreografias em estúdios simples — talvez seja um dos maiores gestos de democratização da dança já feitos. Ali, o público é convidado a participar do espetáculo.
Hoje, essa lógica domina o TikTok e o Instagram, mas nasceu lá atrás, nas coreografias de grupos como SHINee, Super Junior e 2NE1. O K-pop transformou o corpo em plataforma e antecipou o que viria a ser o comportamento social das redes: o ato de repetir, remixar e recriar como forma de pertencimento.
@shinee_official [SHORTee] 걸음은 킹콩 샤이니 참 물건💎❤️🔥 #샤이니 #SHINee #HARD #SHINee_HARD #HARDchallenge #HARD챌린지
A economia da emoção: o K-pop como modelo de futuro
O que diferencia o K-pop de qualquer outro movimento pop é que ele não se limita à música, ele criou uma economia afetiva. Quando um fã compra um lightstick, participa de um evento de fan call ou assiste a um reality de trainees, ele não está apenas consumindo: está investindo emocionalmente em uma narrativa que o inclui.
A Coreia entendeu que o valor cultural não se mede apenas em vendas, mas em intensidade de vínculo. Por isso, o K-pop se sustenta na constância, não na escassez. Sempre há algo acontecendo — uma live, um comeback, um vlog, uma nova colaboração — e essa continuidade faz com que o fã nunca saia do circuito.
Esse modelo hoje é estudado por economistas e comunicólogos, porque antecipa o que empresas de tecnologia tentam replicar: a retenção emocional. Enquanto o Ocidente pensa em engajamento, o K-pop pensa em relação. Essa diferença é o que sustenta a longevidade de grupos que ultrapassam gerações, e o que torna o gênero mais do que uma moda passageira.
Entre tradição e futuro: o K-pop como espelho da Coreia
O K-pop não existe no vácuo. Ele reflete a própria Coreia do Sul, um país que vive entre o desejo de modernidade e o peso da tradição. A disciplina dos trainees ecoa o confucionismo, a estética exuberante dialoga com a busca por identidade nacional e a obsessão por inovação reflete a mentalidade de uma sociedade que, em poucas décadas, saiu da pobreza para o topo tecnológico do planeta.
Essa tensão entre o antigo e o novo, entre o individual e o coletivo, é o motor do K-pop. Ele é ao mesmo tempo produto de uma cultura e comentário sobre ela. Ao contrário do que se diz, o K-pop não é uma cópia do Ocidente, mas uma reinterpretação crítica dele.
Ao traduzir o pop americano e reinventá-lo com códigos asiáticos, o K-pop criou algo paradoxal: um gênero global que ainda soa profundamente local. Essa identidade híbrida é o que o torna tão magnético e tão difícil de reproduzir fora da Coreia.
O futuro já foi pavimentado
Dizer que o K-pop “paved the way” é reconhecer que ele antecipou as dinâmicas do presente. O modelo de produção integrada, a relação horizontal entre artistas e público, o uso da tecnologia como linguagem e a estética da repetição, tudo isso já estava no K-pop antes de o mundo perceber.
Quando se olha para o pop ocidental hoje, é quase impossível não enxergar os ecos dessa engenharia cultural coreana. O que artistas e empresas chamam de “novas estratégias de engajamento” são, na verdade, versões diluídas de algo que o K-pop faz há décadas.
Mas o mais interessante é que, mesmo depois de conquistar o planeta, o K-pop continua olhando para frente. Ele não está satisfeito em ser tendência, ele quer ser linguagem. E talvez seja por isso que, mesmo com toda a exaustão das redes e do consumo acelerado, o gênero ainda encontra espaço para emocionar: porque, no fundo, ele nunca foi só sobre música. Foi — e continua sendo — sobre como o mundo inteiro aprendeu a se conectar.
Qual a sua opinião sobre isso? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.
Leia também: Crítica | The Life of a Showgirl não é tão glamouroso
Texto revisado por Angela Maziero Santana
Doce Feito Caramelo, faixa composta para longa estrelado por Rafael Vitti e o cãozinho Amendoim, já está disponível nas plataformas musicais
Nesta sexta (10), a cantora e compositora IZA lançou música e clipe inéditos para o novo filme brasileiro original da Netflix. Doce Feito Caramelo é a faixa que compõe o longa Caramelo, estrelado por Rafael Vitti e pelo adorável cãozinho Amendoim, que estreou ainda nesta semana no streaming.
Composição de IZA, Jenni Mosello e Pedro Breder especialmente para a trama, a canção traduz em melodia a emoção e o vínculo afetivo único entre cães e humanos, elemento central da narrativa do filme, e promete emocionar o público.
A escolha da cantora para dar vida à música ocorreu pela identificação da artista com o filme, já que sempre foi apaixonada por cães e possui uma história emocionante da infância, quando foi salva por seu amigo de quatro patas durante uma queda em casa.

Iza hoje conta com três cachorros em sua casa: Arroz, Feijão e Amora — os dois últimos vira-latas adotados. É devido a esse vínculo que a sua composição torna-se ainda mais emocionante e autêntica: “Caramelo tem sido uma experiência muito especial na minha vida. É a primeira vez que eu faço uma trilha sonora exclusiva para um filme pensando em uma cena. Isso é algo que eu sempre quis fazer, é a realização de um sonho. A faixa também fala de um amor tão especial, um amor que faz parte da minha vida há tanto tempo, que eu acho que fez com que essa canção ganhasse um outro espaço no meu coração. Eu sou muito grata à Netflix e à direção desse filme por terem me convidado para fazer parte disso. Eu sinto que essa música vai fazer parte da minha vida pra sempre”, ressalta a artista.
Sinopse de Caramelo
Após um diagnóstico inesperado virar a vida de um promissor chef de cozinha de cabeça para baixo, ele embarca em uma jornada de redescoberta e conexão com a ajuda de um simpático vira-lata, encontrando significado e inspiração no agora — além de uma amizade para a vida toda. Emocionante e divertido, Caramelo, dirigido por Diego Freitas, celebra não apenas o icônico vira-lata brasileiro mas também o poder que alguns encontros têm de transformar vidas.

O elenco do filme Netflix ainda conta com Arianne Botelho, Noemia Oliveira, Ademara, Kelzy Ecard, Bruno Vinicius, Roger Gobeth e Olívia Araújo, além de Cristina Pereira, Carolina Ferraz e uma participação especial da chef Paola Carosella.
A faixa Doce Feito Caramelo já está disponível no Deezer e no Spotify.
Assista ao clipe aqui
E aí, já foi conferir a música e o filme? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Leia também: Especial | Festival do Rio: Perrengue Fashion surpreende e foge do padrão
Texto revisado por Alexia Friedmann
Descubra histórias que encantam, ensinam e dão asas à imaginação
Por Sabrina Borges de Moura e Leticia Mendonça
O Dia das Crianças está chegando e, junto com ele, a chance perfeita de incentivar o hábito da leitura de uma forma divertida, significativa e inesquecível. Para os jovens, os livros são mais do que um passatempo: são janelas para outros mundos, reflexos das próprias vivências e pontes para a construção da autonomia, da imaginação e da empatia.

No início da adolescência, os leitores começam a explorar temas mais complexos, personagens mais densos e tramas que os desafiam intelectualmente, mas sem abrir mão da fantasia, do humor e das emoções que fazem a literatura infantojuvenil ser tão encantadora.
Pensando nisso, o Entretetizei preparou uma seleção especial de livros para a faixa etária dos 11 aos 16 anos, que vão do divertido ao inspirador, do misterioso ao comovente, mas também histórias que dialogam com os dilemas e os sonhos dessa fase da vida, sempre com linguagem acessível e envolvente.
Pronto para encontrar a próxima leitura apaixonante do seu pequeno leitor? Então vem com a gente descobrir os títulos que não podem faltar na estante ou na mochila.
Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) – J. K. Rowling

Conhecido no mundo todo, Harry Potter e sua saga de aventuras foi, e continua sendo, uma porta de entrada para o mundo da leitura.
Neste primeiro livro da saga, conhecemos Harry, um garoto órfão que descobre ser de um mundo completamente diferente daquele que achava conhecer. Após viver por anos sendo maltratado pelos tios maternos e por seu primo, ele é levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, na qual descobre ser um bruxo.
Mas quanto mais o protagonista sabe, mais perguntas ele tem e, junto com seus amigos Hermione Granger e Rony Weasley, ele se aventura na busca das respostas.

A saga se tornou um refúgio para inúmeros leitores e a sua grandiosidade se estende até os dias de hoje. O ingresso para essa jornada pode ser adquirido na Amazon ou na loja de Harry Potter da Editora Rocco.
Percy Jackson e o Ladrão de Raios (2005) – Rick Riordan

Outra saga famosa entre os jovens é Percy Jackson e os Olimpianos, na qual acompanhamos o trio Percy, Annabeth e Grover em sua jornada para impedir o fim do mundo ocidental como o conhecemos.
Após ser acusado de roubar o raio-mestre de Zeus e correr o risco de perder algo mais importante ainda, Percy e seus amigos atravessam o país para tentar impedir uma guerra entre seu pai, Poseidon, e seu tio, Zeus, mas o relógio não está ao seu lado.

Com muita coragem, o trio se aproxima ao longo do caminho, criando uma amizade cheia de confiança e amor. Juntos, eles sentem que são capazes de tudo.
O primeiro volume da saga vai te surpreender e você pode adquiri-lo pela Amazon ou pela Editora Intrínseca.
O Meu Pé de Laranja Lima (2019) – José Mauro de Vasconcelos

Publicado em 1968, esse clássico brasileiro, que ganhou uma nova versão pela Editora Melhoramentos, traz a história de Zezé, um menino pobre, inteligente e criativo. Carente de afeto e vivendo em uma realidade dura demais para uma criança, encontra conforto e refúgio no pé de laranja-lima, que ele nomeia de Xururuca. Usando a mente fértil, ele cria seu próprio mundo de fantasia, onde Xururuca é seu amigo e confidente.
O livro aborda a solidão infantil e o desajuste social através dos olhos de uma criança de seis anos, combinando alegrias e tristezas a fim de mostrar ao leitor que, apesar do sofrimento, sempre há coisas pelas quais lutar.
A edição mais recente, assim como outras duas mais antigas, podem ser encontradas na Amazon.
Anne de Green Gables (2020) – Lucy Maud Montgomery

Escrito em 1908, este livro conta a história de Anne Shirley, uma garota órfã de 11 anos que é enviada para uma família por engano.
Os irmãos solitários Marilla e Matthew Cuthbert vivem na fazenda de Green Gables e esperavam um menino que pudesse ajudar com os afazeres e obrigações. No começo, Marilla hesita em aceitar ficar com a garota, mas o jeito único e encantador de Anne a convence.
A pequena garota leva à Green Gables, e a todos ao redor, muita imaginação, novas aventuras e, principalmente, confusão.
É possível encontrar a história na versão coletânea ou em livro único.
As Extraordinárias Viagens (2021) – Júlio Verne
As Extraordinárias Viagens é uma coleção de mais de 50 obras de ficção científica e de aventura que descrevem expedições fantásticas e inovadoras, escritas por Júlio Verne na década de 1980.
No Brasil, algumas editoras publicaram o box que reúne seis dessas histórias, sendo uma delas Vinte Mil Léguas Submarinas, onde um navio sofre danos misteriosos e o leitor conhece um ser marinho incomum que pode ser a razão de tudo.

Na narrativa de Viagem ao Centro da Terra, um professor, seu sobrinho e outros exploradores decifram um pergaminho antigo e embarcam em uma expedição rumo ao interior do planeta. Já em A Volta ao Mundo em 80 Dias acompanha Phileas Fogg, um cavalheiro inglês que aposta que pode dar a volta ao mundo em 80 dias e parte em uma aventura cheia de desafios.

Em Cinco Semanas em um Balão, uma expedição se inicia com o objetivo de explorar o continente africano, um território ainda pouco conhecido pelos europeus da época. O exemplar de A Ilha Misteriosa conta a história de cinco homens abandonados em uma ilha deserta após um acidente de balão e eles precisam usar sua inteligência para sobreviver e construir uma nova vida para si.

Por fim, a primeira história de exploração espacial a ser escrita também faz parte da coletânea. Em Da Terra à Lua, quando os membros do Baltimore Gun Club, veteranos de guerra entediados, decidem embarcar em um projeto para atirar na lua, começa a corrida para arrecadar dinheiro, superar desafios da engenharia e convencer os críticos de que eles não são lunáticos.

Os livros são publicados no Brasil pela Ciranda Cultural, sob o selo Principis, e podem ser adquiridos na Amazon ou no site da editora.
A Princesa e o Queijo Quente (2003) – Deya Muniz

Nesta comédia inteligente e envolvente, conhecemos Lady Camembert, uma jovem que desafia as regras do seu reino quando se recusa a casar apenas para manter sua herança.
Em uma sociedade onde mulheres solteiras não podem possuir bens, Cam decide se reinventar: assume uma identidade masculina e passa a viver como o Conde Camembert na capital do Reino de Fromage. Lá, entre bailes, política e disfarces, ela se vê encantada por ninguém menos que a Princesa Brie, conhecida por seu ativismo, carisma e, claro, seu impecável senso de moda.
O livro é uma mistura de humor, romance, crítica social e descobertas pessoais, tocando em temas como identidade de gênero, liberdade e o direito de amar e viver em seus próprios termos.
Você pode adquirir o seu exemplar na Amazon ou no site da VR Editora.
Haikyu!! (2012) – Haruichi Furudate

Neste primeiro volume da aclamada série de mangá, somos apresentados a Shoyo Hinata e Tobio Kageyama, dois garotos fascinados pelo vôlei, mas com perfis bem diferentes. Hinata é um atacante incrivelmente ágil e determinado, porém possui uma desvantagem: sua baixa estatura. Já Kageyama é um levantador talentoso, conhecido por sua frieza e precisão, mas também por sua personalidade difícil.
Após se enfrentarem como rivais em uma etapa classificatória, os dois se veem obrigados a jogar no mesmo time ao entrarem no clube de vôlei do Colégio Karasuno. O que começa como uma rivalidade intensa se transforma em uma parceria cheia de tensão, crescimento e momentos eletrizantes dentro de quadra.
Com traços dinâmicos e uma narrativa empolgante, o primeiro volume de Haikyu!! é uma leitura perfeita para jovens que se interessam por esportes, amizade, superação e, claro, por personagens apaixonantes.

O mangá é publicado no Brasil pela editora JBC — que já conta com 18 volumes traduzidos — e o primeiro volume pode ser encontrado para compra na Amazon.
Mortina (2017) – Barbara Cantini

Mortina não é uma criança comum: é uma menina-zumbi, cheia de personalidade e muito mais viva do que parece. Ela mora em um palacete antigo e um tanto assustador com sua excêntrica tia Fafá Lecida e seu fiel amigo de quatro patas, o galgo albino Tristão.
Seu maior desejo? Fazer amigos de sua idade e viver aventuras como qualquer criança. Contudo, como sair para brincar quando sua aparência pode causar sustos por onde passa?
A chance perfeita surge no Dia das Bruxas, quando fantasias horripilantes são bem-vindas e Mortina, pela primeira vez, poderá ser ela mesma.

Com ilustrações belíssimas e um humor gótico encantador, este livro é uma ótima pedida para jovens leitores que adoram histórias com um toque sombrio, porém cheias de sensibilidade.
O primeiro volume de Mortina, assim como os outros seis que compõem a série, podem ser encontrados na Amazon e no site da Companhia das Letras.
Um Estudo em Vermelho (2023) – Arthur Conan Doyle

O clássico que deu origem ao detetive mais famoso da literatura ganha uma nova vida nesta edição ilustrada.
Em Um Estudo em Vermelho, acompanhamos o primeiro caso da icônica dupla Sherlock Holmes e Dr. Watson, que se unem para resolver um crime misterioso que desafia até mesmo a polícia de Londres.
Entre enigmas, pistas escondidas e reviravoltas surpreendentes, os dois mergulham em uma trama que vai muito além do esperado, com conexões que atravessam décadas e continentes.

Publicado no Brasil pela Editora Ciranda Cultural, a versão ilustrada da obra-prima de Conan Doyle torna a leitura ainda mais envolvente para o público jovem, despertando o interesse por clássicos do suspense com uma linguagem visual acessível e dinâmica.
Este livro, assim como os demais volumes desta coleção, podem ser adquiridos na Amazon.
O Hobbit em Quadrinhos (2025) – J.R.R. Tolkien

Bilbo Bolseiro é um hobbit pacato, amante do conforto e sem nenhuma vontade de viver aventuras. Até o dia em que o mago Gandalf bate à sua porta, acompanhado de 13 anões, em busca de um tesouro perdido.
Assim começa uma jornada inesperada que o leva por toda a Terra-média, enfrentando criaturas fantásticas como trolls, goblins e até o temido dragão Smaug, o Dourado.
Esta adaptação em quadrinhos de um dos maiores clássicos da fantasia mundial traz o texto de Tolkien em uma versão visualmente deslumbrante, com ilustrações de David Wenzel que encantam leitores de todas as idades.
Além da história principal, a edição conta com extras exclusivos, como comentários do artista e esboços originais — ou seja, um verdadeiro presente para fãs do universo criado por Tolkien e para quem está começando a explorar o gênero.
A HQ Pode ser adquirida na Amazon ou no site da Editora HarperCollins.
Mais do que presentes, livros são portais que acompanham as crianças por toda a vida — despertando curiosidade, sensibilidade e coragem para imaginar o impossível. Neste Dia das Crianças, celebrar a leitura é também comemorar o poder de sonhar, de crescer e de ver o mundo com novos olhos, uma história de cada vez.
Qual obra você pretende adquirir para presentear um jovem leitor? Compartilhe com a gente em nossas redes sociais — Instagram, Facebook e X — e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Leia também: Histórias que brilham como a infância: 10 livros da Intrínseca para celebrar o Dia das Crianças
Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin
O disco Fancy Some More?, releitura do mixtape Fancy That, chegou nas plataformas digitais nesta sexta-feira
A cantora inglesa PinkPantheress acaba de lançar o álbum Fancy Some More?, disponível em todas as plataformas digitais. O projeto, que é uma releitura de Fancy That?, mixtape lançada no início do ano, surpreende ao trazer participações de grandes nomes da indústria musical nas faixas que o público já conhece.

O disco reúne um impressionante elenco internacional em 22 remixes. O trabalho transcende gêneros musicais, com colaborações que vão do pop e K-pop ao rap e R&B. As novas versões incluem nomes como Kylie Minogue, JT, SEVENTEEN, Ravyn Lenae, Zara Larsson, Yves, JADE e Rachel Chinouriri, além de produtores e DJs como Kaytranada, Joe Goddard e Nia Archives.
Mas o Brasil não ficou de fora: Anitta canta em inglês e espanhol em uma nova versão de Illegal, faixa que viralizou no TikTok recentemente. Para completar, Mochakk, Adame DJ e DJ Caio Prince adicionam o tempero da música eletrônica brasileira e funk em Noises e Stars.
O objetivo de Fancy Some More? é claro: expandir o universo sonoro do álbum original, conhecido por sua pegada divertida, irreverente e com fortes raízes na cultura britânica. Sobre o novo trabalho, a cantora explica que a ideia era ver como as faixas poderiam “habitar diferentes mundos sem perder a emoção da versão original“.
PinkPantheress, nome artístico de Victoria Beverly Walker, alcançou a fama em 2020 após viralizar no TikTok. Sua rápida ascensão a levou aos maiores palcos do mundo. Enquanto o público curte os novos remixes, a artista segue para os Estados Unidos com a etapa norte-americana de sua turnê. Em 2026, fará sua aguardada estreia no festival Coachella, seguida por uma apresentação como headliner no Primavera Sound, em Barcelona.
Já ouviu Fancy Some More? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Leia também: Kali Uchis lança o álbum Sincerely: P.S.
Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho @lauramariaheart
Elenco e diretor participarão de um evento especial em São Paulo, em novembro, em parceria com a TV Globo
A Universal Pictures confirmou o que os fãs já estavam sonhando: o elenco principal de Wicked: Parte II vem ao Brasil! No início de novembro, Ariana Grande, Cynthia Erivo, Jonathan Bailey e o diretor Jon M. Chu vão desembarcar em São Paulo para participar de um evento especial voltado à imprensa e aos fãs, em parceria com a TV Globo. O encontro faz parte da turnê mundial de divulgação do filme, que chega aos cinemas brasileiros em 20 de novembro.
A sequência traz de volta o universo mágico de Oz, com o retorno de Ariana como Glinda e Cynthia como Elphaba, papéis que já renderam às atrizes indicações ao Oscar. Dirigido novamente por Jon M. Chu, o longa promete repetir (ou até superar) o sucesso da primeira parte, que dominou o cinema em 2024 com 10 indicações ao Oscar, duas estatuetas de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção e mais de US$ 750 milhões arrecadados mundialmente.

Além de Ariana e Cynthia, Jonathan Bailey retorna como o príncipe Fiyero, em um capítulo que promete ser ainda mais intenso, emocional e visualmente grandioso. Wicked: Parte II dá sequência à história não contada das bruxas de Oz, mostrando Elphaba em exílio e Glinda vivendo sob os holofotes, duas forças opostas ligadas por uma amizade que desafia o destino.
A estreia do longa no Brasil será acompanhada por versões acessíveis e promete ser um dos eventos cinematográficos mais comentados do ano. Quando Ariana Grande e o mundo mágico de Oz se encontram, é certeza de que vem espetáculo por aí.
Quem aí também está ansiosa pelo filme? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.
Leia também: Último trailer de Wicked: Parte II está disponível
Texto revisado por Alexia Friedmann
Single combina as vozes e a sonoridade dos dois artistas, que cantam sobre se apaixonar de olhos fechados
A cantora e atriz Jisoo, do BLACKPINK, e o cantor Zayn uniram forças em uma colaboração inédita. Intitulada Eyes Closed, a música foi lançada nesta sexta-feira (10) acompanhada de um videoclipe apaixonante e com estética futurista.
Em dueto que combina bem as vozes e as sonoridades dos dois artistas, o pop de Jisoo e o R&B intimista de Zayn, a música fala sobre se apaixonar de olhos fechados, sem olhar para o passado e sem medo de errar. No clipe, Jisoo e Zayn cantam sozinhos em uma nave enquanto orbitam pelo espaço.
Fãs começaram a comentar sobre uma possível colaboração em julho, após o ex-integrante da One Direction compartilhar nas redes sociais que foi a um show do BLACKPINK junto com a sua filha, Khai, de 5 anos.
No último domingo (6), Jisoo publicou uma foto em que aparece ao lado de um homem, que está de costas, com a legenda: “Duas vozes, uma órbita”. Pelas tatuagens do “rapaz misterioso”, os fãs especularam que o dueto seria com Zayn.
O último trabalho do cantor foi em 2024, com o álbum Room Under The Stairs. Neste ano, Zayn retomou a turnê Stairway to the Sky e se prepara para a residência em Las Vegas, com sete shows em janeiro de 2026.
Dona dos hits Flower (2023) e Earthquake (2025), Jisoo lançou o EP solo AMORTAGE, com quatro faixas, em fevereiro deste ano. Essa é a primeira vez que a sul-coreana faz parceria com outro artista em sua carreira solo.
Pelas redes sociais, a cantora afirmou que trabalhar com Zayn foi realmente especial e agradeceu pela “gentileza e voz incrível” do cantor.
E aí, o que achou do dueto? Conta para a gente nas redes sociais do Entretê! E nos siga no X, Facebook e Instagram para não perder nenhuma novidade.
Leia mais: Crítica | The Life of a Showgirl não é tão glamouroso – Entretetizei
Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho
A artista aposta em uma sonoridade envolvente e MV que traduz sentimentos profundos
A cantora e atriz argentina Tini lançou nesta quinta-feira (9) seu mais novo single Una Noche Más, que já está disponível em todas as plataformas digitais.
A faixa chega acompanhada de um videoclipe romântico e sedutor, que reflete o clima intenso e envolvente da música.
O clipe é protagonizado pela própria Tini, ao lado do ator, cantor e modelo chileno Jorge López, conhecido por produções como Soy Luna (2016–2018), Elite (2019) e Colapso (2025).
Assista:
Nos últimos meses, a artista vem entregando uma sequência de lançamentos marcantes, incluindo Universidad (feat. Beéle), De Papel e HASTA QUE ME ENAMORO.
Em Una Noche Más, Tini retrata a história de duas pessoas que não conseguem se desapegar, mesmo com o tempo e outras relações entre elas. A música fala sobre o desejo que persiste, as noites que se repetem em segredo e aquela conexão que, por mais que machuque, continua acesa traduzindo um sentimento intenso e real, que a artista transforma em melodia e emoção.
Com mais uma faixa envolvente, Tini reforça sua versatilidade e entrega uma estética visual e sonora cada vez mais madura.
E aí, já adicionou Una Noche Más à sua playlist? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Leia também: Demi Lovato anuncia lançamento de seu novo álbum de estúdio It’s Not That Deep
Texto revisado por Simone Tesser
Com Péricles, o episódio de estreia é marcado por conversa com profundidade, reflexões e respeito
Um dos podcasts mais relevantes do país está de volta para mais uma temporada. Mano a Mano retorna ao streaming em uma nova temporada que eleva a experiência dos ouvintes — e agora, também dos espectadores.
Pela primeira vez, os episódios serão lançados também em vídeo, expandindo a forma como o público se conecta com Mano Brown, Semayat Oliveira e seus convidados.
O episódio de estreia, já disponível no Spotify, traz Péricles, um dos maiores nomes da música brasileira, em uma conversa que mergulha em memórias e revela a essência de sua trajetória e a força transformadora da arte. Entre histórias sobre o tempo em que foi barbeiro e as reflexões sobre a estética e o estilo como forma de identidade, o cantor compartilha lembranças da juventude na periferia, dos bailes e das conexões com a igreja — pilares que moldaram sua visão de mundo.
“Onde nasci, eu tinha tudo pra dar errado, isso que eu tinha uma vida toda regrada”, relembra Péricles, ao refletir sobre os desafios do crescimento em um ambiente marcado por contrastes.
Emocionado, ele também faz um tributo aos amigos que não conseguiram trilhar o mesmo caminho: “Tivemos muitos amigos que se perderam nesse caminho e que poderiam estar hoje contando essa mesma história. Uma pena. Mas vamos ser nós a homenagem deles.”

Ao longo da conversa, Mano Brown e Péricles aproximam suas trajetórias e reforçam a humanização do artista, discutindo as raízes e a evolução do samba. “O Mano Brown, até cinco anos atrás, era muito marginalizado, e até hoje luto por isso, pra não ser visto como marginalizado na vida. E sei que o samba foi muito marginalizado e, pra chegar até os anos 90, foi uma quebra, não violenta, de paradigma”, comenta Brown, em um diálogo que costura arte, resistência e pertencimento.
Com mais de 80 episódios e diversas passagens pelo topo das paradas, Mano a Mano é reconhecido por seus diálogos profundos com personalidades da música, política, esporte, religião e cultura. Toda semana, um novo episódio em vídeo é lançado para ampliar a escuta, o olhar e o debate. Trazendo diversidade de ideias e sentimentos, com profundidade e respeito.
Já foi ouvir o novo episódio? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Leia também: Racionais MC’s é atração supresa do Festival Sintonia — O Último Baile
Texto revisado por Cristiane Amarante
