Dizi terá pausa após o episódio 18 e Afra Saraçoğlu se despede da produção
A dizi turca A.B.İ. (Aile Bir İmtihandır, tradução livre: A Família é Um Teste), lançada no início de 2026, teve sua data de final de temporada definida. A produção da OGM Pictures, dirigida por Cem Karcı, terá o encerramento antecipado, segundo informações divulgadas pela imprensa turca.
Foto: reprodução/aTV
Após a exibição do episódio 16, o episódio 17 será exibido somente após o feriado. A superprodução entra em pausa no dia 9 de junho, quando vai ao ar o episódio 18, marcando o fim da atual etapa da história.
Foto: reprodução/aTV
Com isso, a trama acompanha os desdobramentos da família Hancıoğlu e os segredos que vêm à tona após o retorno de Doğan (Kenan İmirzalıoğlu) a Istambul. O que começa como um reencontro familiar se transforma em uma intensa jornada de revelações, disputas por justiça e conflitos do passado, envolvendo também a personagem Tala, interpretada por Afra Saraçoğlu.
Foto: reprodução/aTV
Com direção de Cem Karcı, a produção segue apostando no drama familiar e no mistério, enquanto Doğan enfrenta perdas importantes ao longo da narrativa, o que intensifica o tom mais sombrio da história. A série ainda conta com nomes como Diren Polatoğulları, Sinan Tuzcu e Asude Kalebek no elenco.
Foto: reprodução/Dizi Minutos
A produção segue no ar com expectativa de uma nova fase após a pausa, prometendo novos desdobramentos na trama.
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Com quatro datas no Brasil em julho, a turnê de Harry Styles promete setlist marcante, show animado e looks incríveis
Com três singles lançados e com 63,05 milhões de reproduções logo no primeiro dia de lançamento, a turnê do quarto álbum de estúdio de Harry Styles, Kiss All the Time, Disco Occasionally., teve início neste sábado (16) em Amsterdã, Holanda, na Johan Cruijff Arena.
Intitulada Together, Together Tour, é a terceira turnê do cantor britânico. Ela conta ao todo com 67 shows em sete cidades e tem seu fim previsto para 13 de dezembro deste ano, no Accor Stadium, em Sydney, na Austrália.
No Brasil, a turnê marca presença com quatro datas em julho e, com dois meses para o evento, a preocupação e a expectativa dos fãs estavam altas. Mas agora, com a estreia, já podemos ter uma ideia do que esperar.
Foto: reprodução/Instagram @hshq
A primeira grande surpresa do público foi em relação ao palco – é enorme! A experiência dessa estrutura aberta e fluida é essencial para os shows ao vivo do Harry e, por isso, o palco foi projetado para dar aos fãs liberdade de movimento e a possibilidade de vivência em diferentes posições, em vez de terem apenas um ângulo de visão.
Foto: reprodução/X @igorogh
O palco conta com quatro Pits integrados à pista (um tipo de área VIP), além de passarelas elevadas que cruzam o espaço. A estrutura também conta com leds e diferentes efeitos visuais, o que permite que mesmo o público que está em setores mais distantes consiga aproveitar a experiência em sua totalidade.
Foto: reprodução/X @hstbrasil
Apesar dos elogios, os fãs que estavam nos Pits reclamaram que, justamente por essa estrutura mais fluida, em algumas partes, a visão ficou obstruída. Dependendo da posição, não foi possível acompanhar o show de forma contínua, o que gerou uma grande frustração, principalmente devido ao valor alto dos ingressos. Felizmente, a equipe do cantor já está se movimentando para resolver o problema, e até os shows no Brasil essa questão terá sido solucionada.
Outro ponto que gerou grande expectativa nos fãs foi a setlist. Algumas horas antes do primeiro show foi divulgada uma lista com as músicas que seriam performadas, incluindo algumas do primeiro álbum (Harry Styles, 2017) e da One Direction, o que aumentou ainda mais a animação de todos.
Ao decorrer do show, entretanto, descobriu-se que essa setlist era falsa. Mas isso não fez com que as expectativas diminuíssem, pois Harry entregou um repertório com 21 músicas que cumpriram com o que o público esperava.
Apesar de ter deixado de fora músicas do último e do primeiro álbum, Harry fez algumas escolhas que agradaram muito os fãs, como a inclusão da música Matilda e Fine Line, além de um “remix” de Carla´s Song e Satellite – as queridinhas dos fãs. Até o momento, essa é a setlist oficial:
Foto: reprodução/Instagram @hsbrcom
Entre as transições das músicas, o que também chamou a atenção foi a performance de Harry. É inegável a presença de palco do cantor, mas a Together, Together Tour apresentou algumas coisas inéditas, como a troca de microfones em Ready, Steady, Go!, o uso da mesa de DJ por ele mesmo em Pop e a dança, que agradou muito o público, em Dance No More.
Outra novidade que se integra à experiência da turnê é o projeto Fotógrafo Ocasionalmente, em que o próprio perfil da Together, Together Tour disponibiliza um formulário no dia do show para que os fãs possam ter a chance de serem selecionados como fotógrafo da noite (e nem é preciso ter experiência).
Aqueles que forem selecionados recebem uma câmera descartável antes do show para capturar a noite através de seus próprios olhos: amigos, multidão, a emoção e os momentos que tornam essa experiência memorável. Após o show, as câmeras são recolhidas e reveladas, e os fãs participantes recebem um item exclusivo criado apenas para os fotógrafos, como agradecimento.
Foto: reprodução/X @bestharrysbr
E claro, não tem como falar do Harry sem falar dos seus figurinos. A Love on Tour, sua última turnê, se tornou um espaço em que não só ele, mas todos os fãs, aproveitavam os shows como se fosse um grande festival. O cantor performava as músicas com macacões coloridos e roupas divertidas, além de no Halloween sempre vestir uma fantasia.
A grande dúvida do público era o que esperar dessa nova era, em que Harry entregou uma estética totalmente diferente das já vistas. Musicalmente, Kiss All the Time, Disco Occasionally., marca uma mudança em relação às influências de city pop e R&B de seu álbum anterior (Harry’s House, 2022), em favor de um som dance-pop influenciado pela música eletrônica.
Nesse primeiro show, todas as dúvidas foram respondidas. A aposta dos fãs foi em looks com paletós de flare de veludo, shorts curtos e camisas de botão inspiradas na estética do clipe de Aperture. Mas o que realmente roubou a cena foram as gravatas coloridas e estilizadas, usadas pelos fãs e pelo próprio Harry.
Harry Lambert, figurinista de Harry, compartilhou em seu Instagram a escolha dos looks do cantor para as duas noites de show em Amsterdã – mantendo a tradição criada na Love on Tour, em que ele, a cada apresentação, revela os figurinos usados:
No final, todos acertaram em cheio nas combinações. Se você vai nos shows do Brasil, aposte em gravatas estilizadas, em looks marcantes já usados pelo cantor e em peças brilhantes e coloridas. A maquiagem e o cabelo seguem a estética Disco, Ocassionally, com penteados elaborados, presilhas divertidas e muito glitter!
Somado a tudo isso, temos ainda a merchandise da Together, Together Tour, que conta com camisetas, moletons, meias, pôsteres, chaveiros, ecobags, bonés e bolsa de utilidades. E, para aqueles que compraram o pacote VIP, alguns dos itens recebidos são um esmalte da Pleasing (marca do cantor).
Foto: reprodução/X @HarryMeXOficial
Agora, com todas as informações desse super evento, já sabemos quais expectativas criar para os shows no Brasil. Tudo aponta que a Together, Together Tour será uma das maiores do Harry, principalmente de performance e entrega do cantor. A estrutura do palco, os figurinos e a setlist prometem continuar entregando tudo o que os fãs merecem após três anos de espera.
Com tudo o que está sendo construído, a proposta é que os shows sejam um momento de união dos fãs, para que todos curtam as músicas, se arrumem para se sentirem na sua melhor versão e se divirtam com quem estiver ao redor.
Os shows no Brasil acontecem nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho, no Estádio do Morumbis, em São Paulo. A abertura será da banda Fcukers e o início do show está previsto para às 20h45.
Você vai em algum show da Together, Together Tour? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Faixas associadas à saga registram crescimento expressivo de reproduções e reforçam a conexão do público com os personagens
O sucesso de Off Campus (2026) continua ultrapassando as páginas dos livros. Após conquistar leitores e movimentar as redes sociais, a série de romances escrita por Elle Kennedy também vem impulsionando o consumo de músicas associadas ao universo da saga, transformando a experiência dos fãs em algo ainda mais imersivo.
No dia 17 de maio, 92% das canções presentes na playlist oficial do Spotify inspirada na série registraram aumento de reproduções no Brasil em comparação com a média da semana anterior. O crescimento foi expressivo: quase 80% das faixas tiveram mais que o dobro de execuções no período.
Foto: divulgação/Spotify
Entre os maiores destaques estão músicas que ajudam a traduzir a atmosfera e as emoções dos personagens: Sleeping (Hannah & Garrett Theme), de Keegan DeWitt, registrou alta de 588%; Baby Now That I Found You, de Ella Bright, cresceu 556%; Welcome to Briar U, de Keegan DeWitt, teve aumento de 446%; e Girl That I Am, também de Ella Bright, avançou 403%.
Considerando as 90 músicas que integram a seleção oficial, o volume diário agregado de reproduções no Brasil cresceu quase 50%.
Foto: divulgação/Spotify
O desempenho evidencia uma tendência cada vez mais presente entre leitores jovens, que expandem a relação com suas histórias favoritas para diferentes plataformas. Além da leitura, os fãs produzem conteúdos nas redes, compartilham citações marcantes, criam fancasts e utilizam músicas para representar momentos e personagens das obras.
Assim, a playlist inspirada em Off Campus se consolidou como uma extensão da narrativa, oferecendo aos leitores uma forma de revisitar emoções e aprofundar a conexão com a saga. Os números mostram que o público brasileiro abraçou essa experiência e levou as canções ligadas ao universo da série para além das páginas dos livros.
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Longa de Luiza Shelling Tubaldini usa o universo dos vampiros para explorar diferentes realidades da capital paulista
Produzir fantasia no audiovisual brasileiro ainda é um ato de coragem. Em uma indústria frequentemente dominada por dramas, comédias e adaptações de histórias reais, obras que apostam no sobrenatural continuam ocupando um espaço reduzido e raramente recebem a mesma atenção dedicada às produções internacionais do gênero. Ainda assim, cineastas seguem explorando caminhos menos convencionais e demonstrando que criaturas fantásticas também podem habitar cenários profundamente brasileiros.
Foto: reprodução/Canal Tadeu Ramos
É justamente essa proposta que move Love Kills (2025), longa dirigido e roteirizado por Luiza Shelling Tubaldini e baseado na HQ homônima de Danilo Beyruth. Misturando romance, suspense e terror, o filme acompanha Helena (Thais Lago), uma jovem vampira que vive assombrando um café localizado no centro de São Paulo. Sua rotina muda quando ela se aproxima de Marcos (Gabriel Stauffer), um garçom sem qualquer ligação com o universo sobrenatural. Conforme a relação entre os dois se desenvolve, Helena passa a confrontar seus próprios instintos e sua conexão com a humanidade, enquanto tenta controlar a sede por sangue para construir algo que vá além da sobrevivência.
Foto: reprodução/Na Nossa Estante
Mais do que a história de amor apresentada pela trama, porém, o que torna Love Kills uma experiência singular é a maneira como utiliza São Paulo para construir sua identidade. A capital paulista não aparece apenas como pano de fundo, mas como uma personagem fundamental da narrativa. Ruas movimentadas, prédios antigos, estabelecimentos decadentes e espaços facilmente reconhecíveis para quem vive na cidade ajudam a criar uma ambientação que aproxima o fantástico do cotidiano.
Foto: reprodução/Festival do Rio
A escolha de filmar em regiões frequentemente associadas à exclusão social, como a Cracolândia, também chama atenção. Em vez de transformar esses locais em mero espetáculo visual, o longa demonstra cuidado ao retratar pessoas e territórios marcados por vulnerabilidades complexas. O resultado é uma representação que não ignora as dificuldades presentes nesses espaços, mas procura preservar a humanidade daqueles que os ocupam.
Foto: reprodução/Omelete
Essa mesma abordagem se estende à construção de seu universo sobrenatural. Distantes dos castelos europeus e das mansões aristocráticas tradicionalmente associadas ao imaginário vampiresco, os vampiros de Love Kills habitam quitinetes, prédios deteriorados e cantos esquecidos da cidade. Ao deslocar essas criaturas para ambientes urbanos e marginalizados, o filme aproxima o horror de realidades brasileiras e constrói uma fantasia que dialoga diretamente com os contrastes sociais presentes em São Paulo.
A atmosfera também se beneficia do trabalho visual da produção. A fotografia – que ficou por conta de Jacob Solitrenick – explora com eficiência as luzes artificiais da cidade, transformando bares, estacionamentos, fachadas e ruas noturnas em cenários que transitam entre o real e o fantástico. As cores vibrantes ajudam a criar uma identidade visual própria, reforçando a sensação de que o sobrenatural existe escondido entre os espaços mais comuns da metrópole.
Foto: reprodução/Portal GeekPop News
Outro aspecto interessante é a maneira como o filme abraça o horror sem receio. Em vez de utilizar o vampirismo apenas como metáfora ou elemento secundário, Love Kills assume plenamente sua natureza fantástica. Mordidas, confrontos entre criaturas sobrenaturais e personagens que transitam livremente pela noite fazem parte da narrativa sem a necessidade de justificativas excessivas. Em um cenário onde a fantasia ainda busca espaço dentro da produção nacional, essa entrega ao gênero se torna um dos principais méritos da obra.
Foto: reprodução/Filmes e Filmes
Se a ambientação e a proposta conquistam pela originalidade, o romance central encontra mais dificuldades para alcançar o mesmo impacto. A relação entre Helena e Marcos possui potencial, mas nem sempre recebe o desenvolvimento necessário para gerar maior envolvimento. Em alguns momentos, a aproximação entre os personagens parece acontecer de maneira acelerada, enquanto certas motivações e revelações surgem sem o aprofundamento que poderiam receber.
Essas fragilidades também aparecem em alguns elementos do roteiro, especialmente nos momentos finais, quando determinadas explicações e conflitos são apresentados de forma mais abrupta. Ainda assim, o comprometimento do elenco contribui para sustentar a narrativa. Thais Lago entrega uma protagonista marcada pela constante tensão do instinto e afeto, enquanto Gabriel Stauffer constrói um Marcos sensível e vulnerável, capaz de conduzir o espectador por esse universo incomum.
Foto: reprodução/ON Pop Life
Mesmo com suas irregularidades, Love Kills reforça o potencial da fantasia produzida no Brasil. Assim como aconteceu com outras obras do gênero que conquistaram públicos específicos sem alcançar grande projeção, como a série da HBO Vale dos Esquecidos (2022), o longa evidencia que existe espaço para narrativas fantásticas ambientadas em cenários nacionais e conectadas às particularidades de nossa cultura urbana.
Ao transformar São Paulo em palco para uma história de vampiros, Love Kills encontra sua maior força não no romance que propõe contar, mas na construção de uma fantasia genuinamente brasileira. Em um mercado onde apostar no sobrenatural ainda representa uma escolha rara, a existência de produções como esta amplia os horizontes do audiovisual nacional e demonstra que o horror também pode encontrar morada entre as luzes e sombras da maior cidade do país.
Love Kills estreia nos cinemas brasileiros em 21 de maio de 2026.
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Atriz comenta a construção de Çiçek, os desafios de Arafta e o ambiente familiar das gravações – e se arrisca no português!
A atriz turca Bilge Yılmaz vem chamando atenção entre os fãs de novelas turcas com sua atuação em Arafta (tradução livre: No Limbo). A artista vem construindo sua trajetória na televisão e ganhou visibilidade ao interpretar a personagem Çiçek Güneş, além de também ter integrado o elenco da dizi Kızım, exibida originalmente em 2018. Em sua carreira, destaca-se pela versatilidade empapéis dramáticose pela presença crescente no cenário das produções turcas contemporâneas.
Na novela, Bilge interpreta Çiçek, uma personagemdoce, resiliente e emocionalmente intensa, que enfrenta conflitos sociais e pessoais ao longo da trama. Ementrevista exclusiva ao Entretetizei, a atriz comentou sobre sua forte conexão com a personagem:
“Minha querida Çiçek… é impossível não se identificar com ela. Ela é muito afetuosa e tenta se manter muito forte. Ela persegue o que deseja e é conectada ao homem que ama. Ela acredita nele em qualquer condição e escolhe confiar. Mas, embora ela pareça forte, ela possui uma pequena fragilidade interior. Ela é uma pessoa adorável, é perfeitamente possível se identificar com ela.”
Créditos: @bilgeyilmazy via Instagram
Além disso, Bilge também falou sobre ostemas sociais presentes em Arafta, especialmente as diferenças de classe enfrentadas por sua personagem: “Esse é um assunto forte e profundo, além da personagem Çiçek. É uma questão social. Ao me preparar para essas cenas, pensei na opressão que ela vive, mas também na sua resistência.”
A atriz ainda destacou oclima familiar nos bastidores da produção e revelou que o elenco criou uma relação muito próxima durante as gravações: “Nós nos tornamos uma família e também nos encontramos fora. Além do set, fazemos muitas atividades fora, nos encontramos, nos divertimos, trabalhamos juntos. Mesmo o set sendo muito intenso e cansativo, os bastidores viraram um verdadeiro ambiente familiar.”
Créditos: @bilgeyilmazy via InstagramCréditos: @bilgeyilmazy via Instagram
Durante a conversa, Bilge Yılmaz também comentou sobre a aguardada segunda temporadada dizi e falou sobre o carinho que recebeu dos fãs brasileiros. A atriz ainda se arriscou no português com um divertido “Olá Brasil, um beijo, eu te amo.”
Quer conferir a entrevista completa? Veja a seguir:
Já conhecia esses detalhes por trás de Arafta? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
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