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Coletiva de Imprensa

Coletiva de imprensa com o elenco de Wicked

Artistas abrem o coração sobre a experiência de estreia no Rio após 10 anos da chegada do espetáculo ao Brasil

Após conquistar mais de 1 milhão de espectadores no Brasil, o fenômeno da Broadway desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro. Em coletiva de imprensa, o elenco e a equipe criativa falaram sobre emoções com a chegada do espetáculo à cidade maravilhosa, assim como reforçaram a gratidão em viver personagens tão queridos em solo carioca, local de origem de muitos integrantes.

Depois de temporadas de sucesso em São Paulo, Wicked chega ao Rio de Janeiro com uma temporada de 15 de julho até 4 de outubro. O musical, considerado um dos maiores sucessos da Broadway, chega à Cidade das Artes, espaço localizado na Barra da Tijuca, marcando um momento aguardado pelos fãs cariocas desde a primeira montagem brasileira, em 2016.

Antes da estreia, elenco, equipe criativa e direção participaram de uma coletiva de imprensa para compartilhar detalhes sobre a montagem e as expectativas para o encontro com o público do Rio. O Entretetizei esteve presente no evento e pôde registrar relatos da equipe.

Myra Ruiz, que interpreta Elphaba, comentou sobre a estreia do musical em terras cariocas: “Eu e a Fabi sonhávamos, e isso até virou meme entre a comunidade de fãs. Nós duas falávamos: ‘Ah, vamos fazer tal coisa no dia em que Wicked estrear no Rio.’ Era uma brincadeira que a gente achava que nunca ia acontecer. E agora, acho que, devido à nossa força, à força do Atelier de Cultura, dos fãs de Wicked e de tudo o que o musical foi conquistando ao longo do tempo, a gente conseguiu realizar esse sonho.

Acho que essa história de dez anos, mas com tantas novas temporadas acontecendo de forma tão bem-sucedida, é realmente reflexo de um público extremamente apaixonado e que se identificou com a humanidade dessas duas personagens, ressaltou Fabi Bang, que interpreta Glinda.

Hipólyto, que interpreta Fiyero, destacou a importância das apresentações no Rio e sua ligação com o estado: “Eu nasci em Nova Iguaçu, cresci em Volta Redonda e voltei pra cá para fazer faculdade. Sou da UNIRIO, então, para mim, existe esse sentimento de estar voltando para casa e trazendo um projeto tão grande e tão amado para os meus amigos e para o lugar onde também iniciei um pouco da minha carreira. Já estão começando a vir vários amigos assistir, todo mundo muito animado, e isso também me deixa muito animado, porque é bom fazer as coisas em casa. A grandiosidade que a gente alcança reflete muito em mim como pessoa e como artista. E falar do elenco é falar de pessoas incríveis. Sou diariamente honrado por estar aqui, dividindo esse espaço com elas e podendo contar uma história que considero muito importante e atemporal. Então, obrigado, Wicked, obrigado, Rio. Vai ser uma temporada linda.

Isso é um presente. Também é um presente para todo mundo que acompanhou a nossa trajetória em São Paulo, que foi muito bem-sucedida. É um presente para quem já é fã e também para quem está conhecendo Wicked agora. Afinal, o espetáculo tem uma trajetória desde 2003, quando estreou na Broadway.“, afirmou Karin Hills, que interpreta Madame Morrible, ao refletir sobre a nova jornada do espetáculo.

Luisa Bresser, que interpreta Nessarose, falou sobre o significado do musical em sua vida: “Eu aprendo com o Wicked a cada dia, então saio de cada apresentação muito mexida e muito movida com a história. Eu acho que Wicked vai ser um presente para o Rio, porque é uma história que eu tenho certeza que vai impactar cada vida que vier aqui para o teatro.”

Pedro Balu, que interpreta Boq, destacou que Wicked representa a realização de um sonho: “Há pouco tempo, eu estava lá na minha casa. Sou do Rio, de Campo Grande, e nem sonhava que um dia viveria metade do que estou vivendo hoje. Wicked é mais do que um musical. É quase uma experiência de vida para todo mundo que participa. Você entra de um jeito e sai diferente. Tem sido muito incrível realizar esse sonho e viver tudo isso. Acho que a ficha está começando a cair hoje!

Arizo Magalhães, que interpreta Doutor Dillamond, também homenageou a equipe de bastidores: “Toda a equipe, a Cris, que criou a minha maquiagem; o Feliciano, que criou minha peruca; o Jim, que me maquia; toda a equipe de figurino, a Lídia, o Marco… Nós levamos vocês conosco para esse palco e, graças ao talento de vocês, nossas escolhas artísticas ganham vida. Isso é um presente que todos nós entregamos para o Rio de Janeiro.

Em entrevista, o diretor e coreógrafo Ronny Dutra falou sobre a emoção de voltar para casa para trazer Wicked ao Rio de Janeiro: É uma sensação de festa, de celebração. No meu caso, eu estou voltando para a minha casa, voltando para o meu estado, trazendo algo que é tão importante culturalmente para o mundo. O elenco também… muitos deles são daqui, então acho que isso traz um sangue no olho, um tempero carioca, uma energia que realmente ajuda a contar essa história de uma forma muito humana e que conversa muito com a plateia em todos os momentos do espetáculo. Eu acho que a expectativa é de festa, mas, ao mesmo tempo, de uma responsabilidade muito grande de passar essa história para o público carioca depois de dez anos de espera. Então, espero que todo mundo goste.

Responsável por interpretar Fiyero, Hipólyto também conversou com a equipe do Entretetizei sobre a representatividade de seu papel para novos artistas: “Isso tem acontecido bastante comigo: me tornar uma representatividade para as pessoas. Acho que, de um modo geral, esse é um propósito como artista, principalmente por causa de onde eu vim e do que eu represento. Então, estar fazendo isso aqui no meu estado, no Rio de Janeiro, perto de onde eu nasci e onde aprendi milhares de coisas, não tem preço. É muito importante. Acho que é inevitável que essa onda de pessoas, de novos artistas, se encoraje, venha mais vezes e cresça nesse meio.

Mais do que uma estreia aguardada, a chegada de Wicked ao Rio de Janeiro representa um novo capítulo para uma produção que se consolidou como um dos maiores sucessos do teatro musical contemporâneo. Com uma história sobre amizade, preconceito e diferenças, o espetáculo continua tocando públicos de diferentes gerações.

Serviço

Espetáculo: Wicked 

Local: Cidade das Artes, Barra da Tijuca

Data: de 15 de julho a 4 de outubro de 2026

Sessões: quarta-feira, às 20h; quinta-feira, às 20h; sexta-feira, às 20h; sábado, às 15h e às 19h30, e aos domingo, das 14h e às 18h30.

Ingressos: à venda pela bilheteria da Cidade das Artes e pela Sympla, com valores a partir de R$25 até R$400.

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

Livro-jogo francês Léa Não É a Culpada aposta em investigação interativa e chega ao Brasil em julho

Fenômeno editorial na França, obra de Zoé Ash convida os leitores a solucionar um assassinato por meio de pistas espalhadas pelas páginas e inaugura uma nova tendência entre os livros de mistério

Você está pronto para investigar 40 mil nomes atrás de apenas um? Essa é a proposta de Léa Não É a Culpada (2026), livro-jogo da autora francesa Zoé Ash, que chega ao Brasil em julho pela Intrínseca. Sucesso de vendas na França e fenômeno nas redes sociais, a obra conquistou leitores e promete transformar a experiência da leitura em investigação totalmente interativa. 

Publicado de forma independente, o livro alcançou o primeiro lugar entre os mais vendidos da Amazon francesa por semanas após seu lançamento e viralizou no TikTok, onde leitores compartilham teorias, estratégias e o próprio progresso na resolução do caso. A edição brasileira marca a primeira publicação internacional da obra.

Na história, o professor Armand Duval é encontrado morto em seu apartamento, em Paris. Embora não haja sinais de arrombamento, uma janela entreaberta levanta dúvidas sobre o que realmente aconteceu. Na mesa da vítima, a polícia encontra uma lista com 40 mil nomes, todos considerados suspeitos. O livro apresenta 13 pistas para resolver o caso e, a partir desse ponto, cabe ao leitor utilizá-las para eliminar possibilidades e descobrir quem cometeu o crime.

Ao longo da investigação, algumas pistas levam ao descarte de capítulos inteiros, enquanto outras exigem atenção aos menores detalhes, como nomes espalhados pelas páginas. A proposta promete transformar cada leitura em uma experiência única, ao estimular raciocínio lógico, observação e dedução para chegar à resposta correta.

Seguindo a tendência de sucessos como Murdle (2023) e A Mandíbula de Caim (1934), já publicados anteriormente pela Intrínseca, Léa Não É a Culpada aposta em recursos como páginas destacáveis para tornar a investigação ainda mais imersiva. A experiência também incentiva a troca de teorias entre leitores, e o livro promete ser uma opção ideal para quem gosta de desafios, enigmas e mistérios interativos.

Sobre a autora

Zoé Ash é o pseudônimo da autora da série Léa Não É a Culpada, fenômeno editorial na França. O primeiro volume permaneceu por várias semanas no topo da lista de mais vendidos da Amazon francesa e conquistou milhares de leitores com sua proposta inovadora de transformar o público em investigador. 

Pretende colocar suas habilidades de detetive à prova?  Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura asiática Notícias

Centro Cultural Coreano promove bate-papos gratuitos sobre as mergulhadoras de Jeju

Programação complementar da exposição Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade reúne pesquisadoras, jornalista e mergulhadoras tradicionais da Ilha de Jeju para discutir a preservação de uma das mais importantes heranças culturais da Coreia

O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) recebe, nos dias 21 e 23 de julho, dois bate-papos gratuitos dedicados às Jeju Haenyeo, as tradicionais mergulhadoras da Ilha de Jeju, reconhecidas pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade desde 2016. Os encontros fazem parte da programação da exposição Sopro do Mar Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade, em cartaz até 30 de agosto, na sede do centro cultural, na Avenida Paulista.

Realizada em parceria com o Jeju Haenyeo Museum e com curadoria de Jinhee Park, a exposição reúne fotografias, vídeos, trajes de mergulho e recriações de ambientes tradicionais para apresentar ao público o modo de vida das Haenyeo, marcado pelo trabalho coletivo, pela relação com o mar e pela transmissão de conhecimentos entre gerações.

O primeiro encontro acontece no dia 21 de julho, das 15h às 16h30, e reúne Kwon Mi-seon, curadora do Museu das Jeju Haenyeo, a jornalista Koh Mi, que há mais de 20 anos pesquisa e documenta a cultura das mergulhadoras, além de duas Haenyeo da Ilha de Gapa.

Entre as participantes está Yang Young-boo, que atua como mergulhadora há 46 anos. Ela começou a mergulhar aos 19 anos e acumulou um amplo conhecimento sobre o ecossistema marinho e as transformações ambientais da região. Além de Yang,participa ainda do evento Yoo Yong-ye, diretora da Cooperativa de Pescadores da Ilha de Gapa e auditora da Associação das Jeju Haenyeo, que também registra essa tradição por meio da fotografia, do vídeo e das artes visuais.

Foto: reprodução/KCCB

Já no dia 23 de julho, também das 15h às 16h30, Koh Mi retorna ao CCCB para conversar com Jinhee Park, curadora da exposição e doutora em Turismo. O bate-papo aborda o reconhecimento das Haenyeo pela Unesco, os desafios para preservar essa tradição diante das transformações sociais e ambientais, bem como as iniciativas que buscam manter viva essa herança cultural para as próximas gerações.

Foto: reprodução/KCCB

Os encontros acontecem no Centro Cultural Coreano no Brasil, localizado na Avenida Paulista, 460, Bela Vista, em São Paulo. A participação é gratuita, por ordem de chegada, com capacidade para 30 a 50 pessoas.

A exposição Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade segue aberta para visitação até 30 de agosto, com entrada gratuita.

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Cinema Entretenimento Eventos Notícias

MUBI FEST retorna a São Paulo em setembro de 2026; programação será anunciada em breve

Festival dedicado ao cinema acontece entre os dias 11 e 13 de setembro e volta a integrar o calendário cultural da capital paulista

Os fãs de cinema já podem marcar na agenda: o MUBI FEST está de volta a São Paulo. A plataforma de streaming e distribuidora confirmou que a edição de 2026 acontece entre os dias 11 e 13 de setembro, com local e programação ainda a serem divulgados.

Em sua quinta edição no Brasil e quarta realizada na capital paulista, o evento reúne a comunidade cinéfila para uma programação que celebra o cinema em diferentes formatos. A seleção costuma incluir longas e curtas-metragens, produções disponíveis na plataforma, destaques de festivais internacionais e filmes inéditos exibidos na tela grande, além de sessões ao ar livre.

Imagem: reprodução/Andanças

Neste ano, São Paulo será uma das dez cidades que receberão o festival ao redor do mundo. Além da capital paulista, o MUBI FEST também passará por Nápoles, Chicago, Istambul, Guadalajara, Berlim, Santiago, Buenos Aires, Bogotá e Londres.

A última edição realizada em São Paulo reuniu mais de sete mil pessoas e consolidou o evento como um dos encontros voltados ao cinema de autor no calendário cultural da cidade. Para 2026, a organização promete novidades e uma programação diversificada, que será anunciada em breve.

Nos últimos anos, a MUBI também esteve por trás do lançamento de filmes como Valor Sentimental, de Joachim Trier; A Única Saída, de Park Chan-wook; Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi; A Substância, de Coralie Fargeat; Queer, de Luca Guadagnino; Priscilla, de Sofia Coppola; e Aftersun, de Charlotte Wells.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Entretenimento Livros

Julia Kumpera revive momento histórico para a comunidade LGBTQIAPN+ em novo livro

Obra reúne documentos, arquivos e fotografias antigas dos acontecimentos que levaram à declaração do Dia Nacional do Orgulho Lésbico no Brasil

Na noite lésbica: o levante do Ferro’s Bar é a mais nova obra da escritora e historiadora paulista Julia Kumpera. Em seu segundo livro, Julia retorna com sua abordagem acerca da comunidade lésbica, conciliando com a própria  trajetória de pesquisa voltada para as sociabilidades lésbicas durante a ditadura. Neste cenário, a autora revive um momento histórico e crucial na trajetória da luta por direitos e visibilidade para a comunidade LGBTQIAPN+.

Contexto histórico

O Ferro ‘s Bar, localizado no centro da cidade de São Paulo, foi inaugurado em 1961, na rua Martinho Prado. Era frequentado por variados grupos minoritários da sociedade na época, mas, principalmente, o público LGBT. No decorrer dos anos, a presença da comunidade passou a ser majoritariamente lésbica, virando um ponto de encontro. 

Nessas reuniões surgiram debates políticos que resultaram no que viria a ser uma virada de chave no contexto histórico da comunidade. Entre os anos de 1981 e 1987, um grupo de ativistas denominadas de Grupo de Ação Lésbica Feminista (GALF) realizava publicações em um jornal independente e ia ao Ferro’s Bar com o intuito de distribuir e informar as pessoas acerca de sua causa. No entanto, no dia 23 de julho de 1983, o dono do bar expulsou o grupo de ativistas para proibi-las de vender o jornal, alegando que isso importunava seus clientes. O veto gerou uma revolta, unindo não só os membros do GALF como também inúmeros grupos da comunidade LGBT, de forma a terem força para realizar um protesto contra a censura do ponto de encontro do grupo. O episódio ficou marcado na história brasileira LGBTQIAPN+ e serviu de inspiração para Julia Kumpera.

Foto: reprodução/Autêntica Editora/Entretetizei
Sobre a obra

Para manter a história viva, Kumpera reuniu toda uma gama de arquivos, fotos, histórias e depoimentos do cenário da época, além da própria história do local e do ocorrido em Na noite lésbica. Não somente para a comunidade, mas para a sociedade no geral, o movimento ressalta a importância da luta por direitos, cidadania e democracia em um contexto pós ditadura militar no Brasil. Desta forma, viabiliza a memória e a história, englobando todos os grupos que compõem o meio social.

A obra se tornou um documento pioneiro para o levante, que teve, pela primeira vez, todo seu contexto, história e realidade reunidos em um só local, dando contexto e visibilidade ao movimento e mantendo sua importância em vigor. 

Foto: reprodução/Acervo pessoal/Entretetizei

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Texto revisado por Luana Chicol

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Especiais Livros Notícias

Especial | 10 friends to lovers para celebrar o Dia do Amigo 

Romances, mangás e histórias de época mostram que algumas das melhores histórias de amor começam muito antes do primeiro beijo 

Quem nunca torceu para que dois amigos finalmente percebessem que foram feitos um para o outro? Essa é justamente a magia do friends to lovers (tradução livre: de amigos para amantes), uma das tropes mais queridas da literatura. Em vez de apostar no amor à primeira vista, ela mostra que grandes romances também podem nascer da confiança, da cumplicidade e de uma amizade construída aos poucos.

Seja como melhores amigos de infância, colegas que se reencontram depois de anos ou pessoas que descobrem, durante a convivência, que existe algo além da amizade, esse tipo de história conquista justamente pela construção cuidadosa dos sentimentos. Afinal, quando o romance chega, o leitor já se apaixonou pela relação muito antes dos personagens.

Para celebrar o Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho, reunimos livros que mostram diferentes formas de viver essa trope. Com romances contemporâneos, histórias de época e mangás, a seleção reúne diferentes versões da trope friends to lovers, provando que algumas das melhores histórias de amor começam com uma simples amizade.

Wild Players, por Esther Moretti (2023)
Foto: divulgação/Instagram @esthermorettiwrites/Entretetizei

Primeiro livro da série San Diego Pythons, Wild Players acompanha Noah Hwang e Sabrina Evans, ex-melhores amigos que se reencontram anos depois em circunstâncias nada convencionais. Enquanto Noah, quarterback em ascensão da NFL, tenta recuperar sua imagem após um escândalo, Sabrina busca inspiração para escrever o livro que pode salvar sua carreira.

A solução para os problemas dos dois surge em forma de um namoro de mentira. Para convencer o público, eles precisam deixar as mágoas do passado de lado e reaprender a confiar um no outro. A convivência faz antigas lembranças ressurgirem e mostra que a amizade interrompida talvez nunca tenha deixado de existir.

Playboy Irresistível, por Christina Lauren (2014)
Foto: divulgação/Universo dos Livros/Entretetizei

Melhor amigo do irmão também está valendo? Quinto volume da série Cretino Irresistível, Playboy Irresistível acompanha Hanna Bergstrom, que decide deixar a rotina dedicada aos estudos para viver novas experiências. Para isso, ela conta justamente com a ajuda de Will Sumner, melhor amigo de seu irmão e um playboy convicto.

O que começa como uma missão para ajudá-la a ganhar confiança logo ultrapassa os limites da amizade. Conforme os dois passam mais tempo juntos, a cumplicidade dá lugar a uma atração inesperada, mostrando que, às vezes, a pessoa certa esteve por perto o tempo todo.

Desde o Primeiro Dia, por Vanessa Sant’Ana (2026)
Foto: divulgação/Instagram @vanessamsantana/Entretetizei

Todo mundo sempre acreditou que Bessie e Hank terminariam juntos, menos eles. Amigos inseparáveis há mais de 20 anos, os dois cresceram lado a lado e aprenderam a enxergar um ao outro como parte da família, sem imaginar que o amor pudesse estar escondido na amizade.

Durante um fim de semana à beira de um lago, lembranças, conversas e sentimentos há muito ignorados vêm à tona, levando os dois a questionarem tudo o que acreditavam saber sobre a própria relação. Um conto delicado sobre amadurecimento, afeto e a descoberta de que o grande amor da vida pode estar ao seu lado desde o primeiro dia.

Namora Comigo?, por Bruna Pallazzo (2024)
Foto: divulgação/Instagram @autorabpallazzo/Entretetizei

Amigos há mais de dez anos, Eros e Pietra construíram uma relação baseada em confiança, companheirismo e uma rotina compartilhada. Enquanto ela sonha em encontrar o namorado ideal, Eros guarda em silêncio um sentimento que nunca teve coragem de revelar.

A convivência sob o mesmo teto torna ainda mais difícil esconder o que sente. Com uma mistura de humor, romance e tropes como friends to lovers, grumpy & sunshine e “só tem uma cama”, a história mostra que, às vezes, o amor da sua vida pode estar ao seu lado há muito mais tempo do que você imagina.

Simplesmente o Paraíso, por Julia Quinn (2017)
Foto: divulgação/Arqueiro/Entretetizei

Primeiro livro da série Quarteto Smythe-Smith, Simplesmente o Paraíso acompanha Honoria Smythe-Smith e Marcus Holroyd, que se conhecem desde a infância graças à amizade entre suas famílias. Antes de viajar, o irmão de Honoria pede que Marcus cuide dela e impeça que aceite um pretendente inadequado.

Conforme acompanha a busca da jovem por um marido, Marcus percebe que ninguém parece bom o bastante para alguém que conhece tão bem. Aos poucos, a amizade construída ao longo dos anos dá espaço a sentimentos que nenhum dos dois esperava enfrentar.

Yona: A Princesa do Alvorecer – Vol. 1, por Mizuho Kusanagi (2023)
Foto: divulgação/JBC/Entretetizei

A princesa Yona vê sua vida mudar completamente após uma tragédia atingir o reino. Ao lado de Hak, seu fiel guarda e amigo de infância, ela é obrigada a deixar o palácio para trás e embarcar em uma jornada repleta de perigos. 

Embora o romance seja desenvolvido de forma gradual ao longo da série, a relação entre Yona e Hak é construída sobre anos de confiança, lealdade e companheirismo, tornando a obra uma das histórias friends to lovers mais queridas entre os fãs de mangás. 

Dados & Disputas, por Kristy Boyce (2026)
Foto: divulgação/Pitaya/Entretetizei

Ambientado no mesmo universo de Dungeons & Drama, o romance acompanha Hazel e Max, ex-melhores amigos que precisam lidar com ressentimentos do passado quando ele retorna à cidade durante o último ano do ensino médio.

A rivalidade entre as equipes da escola e uma campanha de Dungeons & Dragons acabam aproximando novamente os dois. Conforme revivem a amizade que ficou para trás, Hazel e Max descobrem que algumas conexões são fortes o suficiente para sobreviver ao tempo e podem até se transformar em algo mais.

Amigos, Mas nem Tanto, por Noelle Adams e Samantha Chase (2025)
Foto: divulgação/Bookmarks/Entretetizei

Jace e Isabella praticamente cresceram juntos. Amigos desde a infância e inseparáveis desde a adolescência, eles compartilham uma amizade marcada por cumplicidade, provocações e sentimentos que nenhum dos dois parece disposto a admitir.

Quando Isabella decide que chegou a hora de encontrar o homem ideal para se casar, Jace percebe que talvez tenha esperado tempo demais para revelar o que sente. A proximidade dos dois transforma a busca pelo par perfeito em uma divertida história sobre perceber que o amor pode estar na amizade de uma vida inteira.

Ela Fica com a Garota, por Rachael Lippincott e Alyson Derrick (2022)
Foto: divulgação/Alt/Entretetizei

Alex Blackwood e Molly Parker não poderiam ser mais diferentes. Enquanto Alex é extrovertida e confiante, Molly mal consegue conversar com a garota por quem é apaixonada. Quando decidem unir forças para conquistar seus respectivos interesses amorosos, as duas acabam desenvolvendo uma amizade baseada em apoio, confiança e muitas descobertas.

Ao longo da convivência, Alex e Molly percebem que a conexão criada entre elas pode ser mais forte do que qualquer plano que haviam traçado. Com protagonistas sáficas, Ela Fica com a Garota mostra que um bom friends to lovers também está na construção gradual da amizade, provando que o romance pode surgir justamente quando duas pessoas aprendem a se conhecer de verdade.

Quinze Dias, por Vitor Martins (2022)
Foto: divulgação/Alt/Entretetizei

Felipe só queria aproveitar as férias de julho em paz, longe da escola e dos colegas que costumam fazê-lo se sentir deslocado. Os planos mudam completamente quando sua mãe aceita hospedar Caio, o vizinho por quem ele teve uma paixão na infância, durante quinze dias.

A convivência faz os dois se aproximarem de um jeito que Felipe jamais imaginou. Em meio a conversas, descobertas e momentos de vulnerabilidade, nasce uma amizade capaz de transformar antigas inseguranças em confiança. Com muito humor e sensibilidade, o romance de Vitor Martins mostra que um bom friends to lovers também é feito de acolhimento, cumplicidade e da construção de um amor que cresce naturalmente.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Comportamento Notícias

E se seu melhor amigo fosse o grande amor da sua vida? 5 Filmes para o Dia do Amigo

Cinco clássicos (e queridinhos) do cinema para maratonar ao lado de quem também é seu porto seguro

Entre amores e amizades, existe um tipo de relação que carrega os dois. Não à toa, poucas histórias emocionam tanto quanto a de duas pessoas que, além de parceiras, são melhores amigas – e o cinema sabe disso muito bem.

Para celebrar o Dia do Amigo, comemorado neste 20 de julho, o Entretê selecionou os melhores filmes que exploram essa trope para você maratonar com a sua pessoa.

Simplesmente Acontece

Rosie e Alex são melhores amigos inseparáveis desde a infância, e a atração entre eles é óbvia para todo mundo, menos para eles. No dia de sua formatura, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos, e a separação faz nascer segredos, mal-entendidos e uma sequência de amores, casamentos e gravidezes inesperadas que os mantêm afastados por mais de uma década.

É aquele clássico quase dos dois se encontrarem repetidamente, mas o destino (e a falta de coragem de admitir os sentimentos) sempre atrapalha.

Baseado no romance Where Rainbows End (2004) (Onde os Arco-Íris Terminam em tradução livre), de Cecelia Ahern, é uma comédia romântica daquelas que nos fazem torcer, sofrer e sorrir ao mesmo tempo.

De Repente 30

Jenna Rink é uma garota de 13 anos insegura, desesperada para ser popular e que faz um pedido de aniversário: acordar já “crescida e famosa“. No dia seguinte, ela acorda de repente com 30 anos (agora vivida por Jennifer Garner), morando em Nova York e trabalhando como editora de uma revista de moda de sucesso, só que sem lembrar de nada do que aconteceu nos últimos 17 anos. 

Aos poucos, ela descobre que a Jenna adulta que ela virou é bem diferente da pessoa que sonhava ser: perdeu contato com o melhor amigo de infância, Matt, e se tornou alguém um tanto fria e trapaceira no trabalho. O filme acompanha sua jornada para reconectar com quem ela realmente é, reconquistar Matt e decidir que tipo de adulta quer ser de verdade. 

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Leonardo é um adolescente cego, cheio de vontade de viver de forma independente, apesar da superproteção da mãe e da rotina compartilhada com a melhor amiga, Giovana. Sua vida muda quando Gabriel, um novo colega, chega à escola. Os dois se aproximam rapidamente, e uma amizade sincera vai se transformando aos poucos em algo mais. O filme acompanha, com delicadeza, o despertar da sexualidade de Leonardo, o ciúme de Giovana e os primeiros passos rumo à independência e à autodescoberta.

Dirigido por Daniel Ribeiro (baseado no seu próprio curta Eu Não Quero Voltar Sozinho), é um marco do cinema LGBTQ+ brasileiro por sua sensibilidade, delicadeza e sem apelar para o drama fácil, celebrado internacionalmente por retratar a adolescência, a deficiência visual e a descoberta do amor com muita naturalidade.

Harry e Sally – Feitos Um para o Outro

Harry (Billy Crystal) e Sally (Meg Ryan) se conhecem em uma viagem de carro e imediatamente discordam sobre se homem e mulher podem ser só amigos. Ao longo de mais de dez anos, seus caminhos se cruzam várias vezes em Nova York, e uma amizade genuína vai se formando, até que os sentimentos começam a complicar tudo. Clássico do gênero, conhecido pelos diálogos afiados e pela icônica cena do restaurante, é essencialmente uma longa investigação sobre se amizade e amor podem realmente coexistir.

D.U.F.F. – Você Conhece, Tem ou É 

Bianca (Mae Whitman) descobre que, sem perceber, sempre foi a Duff do seu grupo de amigas – a Designated Ugly Fat Friend (A Amiga Designada para ser a Feia e Gorda, em tradução livre) , aquela que serve de ponte para chegar até as amigas mais populares. 

Chocada com o rótulo, ela faz um acordo com o vizinho popular e atlético, Wesley (Robbie Amell), para ele ajudá-la a se reinventar em troca de ajuda com as notas. No processo, ela ganha confiança, reavalia amizades e, como manda o figurino da comédia romântica adolescente, acaba se aproximando de Wesley de um jeito que nenhum dos dois esperava. 

Mais algum filme deve entrar nessa maratona? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Amizades improváveis dos filmes da Disney que vale relembrar 

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Cultura Destaques Entretenimento Eventos Música Musicais Notícias Teatro

Anunciação – O Musical de Alceu Valença celebra os 80 anos do artista pernambucano, com direção-geral de Miguel Colker e direção artística de Duda Maia

Montagem estreia no Rio de Janeiro transformando a obra do artista em uma experiência sensorial, que une teatro, música e poesia

“Tu vens, tu vens. Eu já escuto os teus sinais”. A obra do cantor e compositor Alceu Valença chega ao teatro como uma bruma leve das paixões que vêm de dentro. Em Anunciação – O Musical de Alceu Valença, que estreia no dia 23 de julho de 2026, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, imagens, música, festa e invenção se unem em um espetáculo que foge do realismo e aposta na magia. A montagem mergulha no imaginário criado pelo artista ao longo de décadas e constrói uma experiência cênica livre, irreverente e profundamente brasileira. Com direção geral de Miguel Colker e direção artística de Duda Maia, o musical parte das comemorações dos 80 anos de Alceu (que serão completados no dia 1º de julho). No palco, oito intérpretes – em sua maioria nordestinos – dão corpo a uma narrativa sem personagens fixos, guiada por cerca de 35 canções, entre elas Anunciação, La Belle de Jour, Tropicana e Como Dois Animais.

Idealizado por Miguel Colker, o espetáculo nasce de uma relação afetiva antiga com a obra de Alceu. Em 2019, após a morte de seu pai, o fotógrafo pernambucano Cafi – amigo de Alceu e autor de capas históricas de seus discos –, Miguel assumiu a tarefa de organizar um acervo com mais de 40 mil fotografias. O mergulho nesse material acabou se transformando no ponto de partida do espetáculo. “Nesse processo de digitalização, me deparei com milhares de imagens históricas de Alceu. Vivíamos o pós-pandemia e eu sentia um desejo forte de voltar a fazer teatro. Juntei esse desejo pessoal com a relevância de Alceu e propus à Yanê Montenegro, sua parceira e companheira de vida, levar seu universo poético e criativo para o palco teatral. Ela topou de bate-pronto”, conta Miguel.

Esse universo afetivo é o ponto de partida para uma criação que evita a linearidade e aposta em uma dramaturgia construída a partir da chamada “mitologia valenciana”, personagens, paisagens, símbolos e sensações presentes na obra do artista. Passado, presente e futuro convivem em cena, atravessando Recife, Olinda, São Bento do Una e Rio de Janeiro, em uma geografia mais emocional do que realista.

O texto da peça é assinado por Luiza Loroza e Duda Rios, co-fundador da Barca dos Corações Partidos e autor de obras de destaque no teatro musical contemporâneo como Jacksons do Pandeiro e Azira’i, trazendo para o espetáculo uma construção narrativa potente, que dialoga com o universo simbólico e afetivo da obra de Alceu. Segundo o autor, o impulso inicial veio menos de uma ideia racional e mais de uma sensação: “Foi uma vontade de fazer munganga, uma sensação de festa, de maluquice. Depois fomos entendendo que Alceu tem essa doidice saudável, comprometida com a autenticidade da sua expressão”.

A liberdade dessa criação encontrou eco na encenação de Duda Maia, diretora de espetáculos consagrados como Elza, Jacksons do Pandeiro e Clementina. Em Anunciação – O Musical, ela vê a possibilidade de construir um espetáculo em permanente movimento, em que cena, música e corpo se atravessam o tempo todo. “É uma relação muito forte de coletivo, um texto tradicional que, ao mesmo tempo, brinca de ser Alceu”, afirma a diretora. E continua: “O espetáculo, pela própria obra do Alceu, permite essa irreverência, essa quebra. A encenação entra e sai do texto o tempo inteiro, trabalhando com imagem, suspensão e sem a necessidade de explicar tudo”.

Foto: divulgação/Any Duarte

Para Duda, a própria forma do espetáculo reflete a obra do homenageado. “Tudo aqui se mexe. Cena, figurino, instrumentos, estrutura. É um espetáculo físico, onde o jogo cênico conduz a narrativa”. E completa: “Me deu uma liberdade muito grande. É um espetáculo absolutamente vivo”.

Mais do que representar o personagem Alceu, o espetáculo busca dialogar com sua maneira de ver o mundo: uma visão que une tradição e invenção, o popular e o contemporâneo, a guitarra elétrica e os ritmos nordestinos, a festa e a poesia. O elenco reúne Duda Rios, Luiza Loroza, Maria Pérola, Juzé, Jef Lyrio, Natascha Falcão, Beto Lemos e Rafael Lorga, artistas com trajetórias marcadas pelo encontro entre teatro e música.

A direção musical é de Ricco Viana, compositor e criador de trilhas para dezenas de espetáculos teatrais, responsável por conduzir a identidade sonora da montagem. Ao seu lado, Beto Lemos – também integrante do elenco – assina a preparação e os arranjos vocais, contribuindo com sua vasta experiência como músico, diretor musical e pesquisador da cultura popular brasileira.

O projeto tem o apoio das marcas Livelo, BNY, Atlas Schindler e Decatron; e apoio de hospedagem dos hotéis Olinda Rio, Love Time e Bambina. A realização é da Araucária Agência Cultural e do Ministério da Cultura; e o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura.

A temporada carioca acontece até 16 de agosto, com apresentações de quinta a domingo. Os ingressos já estão à venda, exclusivamente pela plataforma Sympla. Em seguida, o espetáculo segue em turnê para Recife, onde será apresentado de 2 a 6 de setembro, no Teatro do Parque, com sessões de quarta a domingo.

Anunciação – O musical de Alceu Valença | Rio de Janeiro

Local: Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes – RJ)

Data: 23 de julho a 16 de agosto de 2026

Horário: Quinta e Sexta às 19h | Sábado e Domingo às 17h

Ingressos à venda pela Sympla

Classificação livre

Anunciação – O musical de Alceu Valença | Recife

Local: Teatro do Parque (Recife – PE)

Data: 02 a 06 de setembro de 2026

Horário: Quarta a Sexta às 20h | Sábado e Domingo às 18h

Ingressos à venda pela Sympla

Classificação livre

Ficha Técnica

ELENCO

Duda Rios

Luiza Loroza

Maria Pérola

Juzé

Jef Lyrio

Natascha Falcão

Beto Lemos

Rafael Lorga

Miguel Colker – Direção-geral

Duda Maia – Direção Artística

Ricco Viana – Direção Musical

Duda Rios e Luiza Loroza – Roteiro

Beto Lemos – Arranjador Vocal

Rodrigo Oliveira – Design de Som

Gabriel Murray – Operador de Som

Renato Machado – Iluminação

Anderson Dias – Cenário

Karen Brusttolin – Figurino

Paula de Oliveira – Coordenação de Fomento

Paulo Dary – Coordenação de Produção

Renata Lages – Comunicação e Relacionamento

Edmundo Fiuza – Comunicação

Andrea Pessôa – Assessoria de imprensa

Vinicius Venâncio – Coordenação Financeira/Administrativa

Matheus Tederiche – Produção

João Frós – Produção

Amanda Lobos – Identidade Visual

Beatriz Haude – Design

Yule Aurêh – Design

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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