Cantor carioca lança novo trabalho inspirado em experiências pessoais, reunindo três faixas inéditas sobre superação, autoconhecimento e a decisão de seguir em frente, com participação de Bibi Babydoll
O cantor e compositor carioca Alê acaba de lançar o EP Tô Bem, Não Sei, Foda-se, projeto que transforma as diferentes fases de uma separação em três músicas inéditas. Disponível nas plataformas digitais, o trabalho reúne as faixas Tô Bem, Não Sei e Foda-se, abordando temas como amor-próprio, identidade e reconstrução emocional.

Conhecido pelo tom leve e bem-humorado de suas composições, o artista apresenta desta vez um lado mais íntimo e vulnerável. As canções nasceram durante um período de mudanças pessoais e refletem as dúvidas, inseguranças e descobertas que costumam surgir após o fim de um relacionamento.
“Quando escrevi as canções do EP, apesar de uma delas se chamar Tô Bem, eu não estava nada bem, admito! Mas saber que tudo na vida passa é algo reconfortante. E ser comprometido com a terapia e com o processo terapêutico, como eu sou, ajuda muito!“, afirma Alê.
A abertura do projeto acontece com Tô Bem, um drum & bossa em que o cantor retrata o contraste entre a imagem de quem aparenta ter superado a dor e os sentimentos que ainda permanecem. Em seguida, Não Sei, com influências do reggae, amplia a reflexão ao abordar a dificuldade de reconhecer a própria identidade após o fim de uma relação.

O encerramento fica por conta de Foda-se, parceria com Bibi Babydoll, artista que ganhou projeção internacional ao misturar funk, phonk e música eletrônica. Na faixa, a melancolia dá lugar à decisão de seguir em frente, reforçando a importância de direcionar o afeto para si mesmo quando insistir deixa de fazer sentido.
As composições foram assinadas por Alê, Raphael Klismman e Wallace Vianna, que também assinam a produção musical do EP. A faixa Foda-se ainda contou com a colaboração de Martin PTK. Além do lançamento nas plataformas digitais, o projeto também será apresentado por meio de três videoclipes, que retratam visualmente as etapas da perda, da transformação e do reencontro consigo mesmo.
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Texto revisado por Angela Maziero Santana









