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Foto: reprodução/Ei Nerd

Personagens que merecem uma série própria

Séries e filmes têm muitos personagens secundários que, mesmo com pouca aparição, conseguem marcar a história e torná-la ainda mais memorável

No universo das séries e dos filmes encontramos personagens de diferentes perfis e com diversas funções narrativas. Alguns são protagonistas claramente definidos e todo o enredo se desenvolve ao redor deles. Outros são personagens secundários ou até figuras que aparecem brevemente, mas que, nos poucos momentos em que estão em tela, transformam completamente a dinâmica das cenas e, muitas vezes, são justamente eles que tornam a produção ainda mais memorável.

Há personagens tão icônicos e cativantes que facilmente poderiam ganhar suas próprias histórias, assumindo o papel de protagonistas. Em algumas situações, até mesmo casais que tiveram poucas aparições conquistam o público, fazem grande sucesso e acabam formando uma base de fãs fiel, apesar do pouco tempo em tela. Por isso, separamos alguns dos que mereciam as suas próprias séries.

Minerva McGonagall – Harry Potter (2001-2011)

A professora Minerva McGonagall (Maggie Smith) é uma das bruxas mais carismáticas do universo da fantasia. Seria muito interessante acompanhar a história de uma bruxa talentosa descobrindo seus poderes, caminhando pelos corredores de Hogwarts com seu manto impecável e seu chapéu característico. A futura diretora de Hogwarts provavelmente enfrentou muitas aventuras, desafios e trapalhadas até chegar ao posto de professora.

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Eve Rothlo – How to Get Away With Murder (2014-2020)

A força de Annalise Keating é inegável na série, mas poucas advogadas conseguem alcançar o mesmo nível de magnetismo e intensidade, mas Eve Rothlo (Famke Janssen) é uma delas. 

A elegante e brilhante advogada de Nova York, que atua defendendo presos no corredor da morte, tem um passado marcante com Annalise, que terminou seu relacionamento para se casar com o próprio terapeuta. A química entre as duas é poderosa, e Eve tem uma presença em cena tão forte que facilmente sustentaria uma série própria, especialmente uma de cunho jurídico no mesmo estilo eletrizante de How to Get Away With Murder.

Carol – The Walking Dead (2010-2022)

The Walking Dead é cheia de personagens marcantes e Carol, vivida por Melissa McBride, é um dos maiores exemplos disso. Em sua trajetória única, vimos uma mulher aparentemente frágil, agredida e silenciada pelo marido, se transformar em uma sobrevivente implacável. A evolução de Carol é tão poderosa que ela facilmente sustentaria uma série só dela.

Foto: reprodução/Ei Nerd
Daryl Dixon – The Walking Dead (2010-2022)

The Walking Dead tem personagens fortes, e Daryl Dixon é a prova disso. Mesmo sem existir nos quadrinhos, ele ganhou destaque absoluto na série e conquistou seu lugar entre os protagonistas. 

Seria fascinante acompanhar a vida dele antes do apocalipse zumbi, sua infância difícil, o relacionamento conturbado com a família e, principalmente, como ele e o irmão, Merle, lidaram com a morte da mãe, que faleceu em um incêndio provocado pelo cigarro que fumava. Daryl tem história de sobra para render uma série inteira só dele.

Eddard Stark – Game of Thrones (2011-2019)

Se você não leu os livros de George R. R. Martin antes de assistir Game of Thrones, nos primeiros episódios é comum sentir tensão diante do destino incerto dos Stark, especialmente do personagem interpretado por Sean Bean, mesmo havendo esperança de que tudo ficaria bem. Pelo menos até chegar o momento em que assistimos à morte de Eddard Stark. 

A partida de um personagem bom, íntegro e essencial para a história, deixou um enorme vazio e, claro, muita curiosidade sobre tudo que ainda poderíamos ter descoberto sobre ele.

Creed Bratton – The Office (2005-2013)


O homônimo personagem de Creed Rowland Bratton mal aparecia em The Office,  mas, ainda assim, se tornou um dos personagens mais queridos pelos fãs, tão marcante quanto muitos dos protagonistas. Nos momentos em que ele surgia, fazia algo completamente nonsense, bizarro e hilário.

Sabíamos muito pouco sobre sua vida, além do fato de que Creed nem era seu nome verdadeiro e que ele claramente tinha um passado bem sombrio. Ao longo da série, fomos descobrindo pistas deliciosamente absurdas: ele já foi membro de uma banda de rock dos anos 60, viciado em drogas, sem-teto, cleptomaníaco, traficante de carne ilegal, presidiário e até fingiu a própria morte antes de aparecer na Dunder Mifflin.

Foto: reprodução/Heart

E aí, qual personagem deveria ter sua própria série? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais – Instagram, Facebook e X – para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura.

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