A Hora do Mal deve ganhar prequel focado em sua vilã mais perturbadora
O terror contemporâneo continua apostando em universos expandidos. Franquias, como Invocação do Mal, mostraram ao longo dos últimos anos como histórias derivadas podem não apenas inserir mais informações a respeito daquele universo, mas também fortalecer o interesse do público.
A Hora do Mal (Weapons), filme aclamado de 2025, seguirá o mesmo caminho, transformando um sucesso em uma possível franquia. O novo filme, intitulado Gladys, promete mergulhar ainda mais fundo no lado mais sombrio da história e ser centrado na enigmática Tia Gladys, a personagem que rapidamente se tornou o grande destaque da narrativa e não volta às telas por acaso.
A atriz Amy Madigan, intérprete de Gladys, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e levou o primeiro prêmio da noite. Ao receber a estatueta, a atriz deu uma risada icônica e celebrou seu primeiro Oscar com um discurso sincero e bem-humorado.
Do sucesso ao universo expandido: quem é Gladys?

A Hora do Mal conquistou público e crítica ao apresentar uma trama inquietante sobre o desaparecimento misterioso de crianças em uma pequena cidade – um fenômeno que rapidamente se transforma em um pesadelo coletivo. Arrecadando cerca de US$270 milhões mundialmente, logo se consolidou como um dos grandes sucessos do gênero.
Em entrevista à CNN, a atriz Amy Madigan falou sobre sua personagem: “Esta é uma mulher que sabe o que tem que fazer e o faz. Agora, é verdade, alguns de seus métodos podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e acho que todas as mulheres em nosso negócio deveriam ter mais essa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder levar isso dessa experiência, direi que é uma vitória para a tia Gladys e para mim.”
No longa original, Tia Gladys aparece como uma presença cercada de mistério e associada a eventos terríveis envolvendo o desaparecimento das crianças. Mas para quem teve a oportunidade de assistir ao filme, muitas perguntas ficaram sem respostas.
Apesar da construção narrativa magnífica e de um final surpreendentemente perturbador, o espectador ainda sai com aquela pequena sensação de não ter compreendido a origem do mal. Então, a proposta do novo filme é justamente explorar aquilo que ficou fora da tela: sua origem, suas motivações e a raiz do mal que envolve sua personagem.
Segundo informações do alô alô Bahia, parte dessa história já existia durante a produção do filme original, mas acabou cortada da versão final por questões de duração, o que indica que esse universo sempre teve potencial para expansão.

A prequel deve contar novamente com Zach Cregger, diretor do longa original, que assina o roteiro ao lado de Zach Shields. Ainda não há confirmação oficial sobre o elenco ou início das filmagens, mas o envolvimento da equipe criativa original sugere uma continuidade estética e narrativa, mantendo a identidade do projeto.
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Texto revisado por Cristiane Amarante










