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15 letras do BTS que provam que as músicas do grupo são pura poesia

Do hip-hop poderoso às baladas que mexem com o coração, o BTS sempre equilibrou intensidade sonora com letras que ficam na alma

Com o lançamento do novo álbum Arirang, o BTS mostra mais uma vez sua versatilidade: de um lado, músicas de hip-hop com instrumentais poderosos e cheios de atitude; do outro, uma segunda parte com faixas mais sensíveis, guiadas por letras que tocam a alma. E isso não é novidade para quem acompanha o grupo.

Ao longo da carreira, o grupo construiu uma reputação por misturar narrativas introspectivas com imagens poéticas marcantes, transformando músicas sobre juventude, amor e incertezas em trechos que ficam na cabeça muito depois que a música acaba.

Da ambição inquieta de Tomorrow até a saudade dolorida de Spring Day, a discografia do BTS está cheia de momentos que parecem poesia musicada.

Agora que esse novo capítulo já começou, reunimos 15 letras poéticas dos comebacks do grupo que valem a pena revisitar (e sentir tudo de novo):

Skool Luv Affair – Tomorrow

“해 뜨기 전 새벽이 가장 어두우니까 / 먼 훗날에 넌 지금의 널 절대 잊지 마 / 지금 네가 어디 서 있든 잠시 쉬어가는 것일 뿐 / 포기하지 마, 알잖아 / 너무 멀어지지 마, tomorrow”

“Porque a madrugada, pouco antes do sol nascer, é a mais escura / Mesmo num futuro distante, não se esqueça de quem você é agora / Onde quer que você esteja neste momento, isso é apenas uma pausa / Não desista, você sabe / Não se afaste demais do amanhã.”

Em Tomorrow, o BTS entrega uma mensagem de esperança que acolhe quem está perdido no presente, lembrando que as dificuldades não são o fim, apenas uma pausa no caminho até dias melhores.

Dark&Wild – Let Me Know

“사랑은 벚꽃처럼 피었다 지고 / 결국엔 재처럼 흩어져”

“O amor floresce como as cerejeiras, mas acaba caindo / No fim, se espalha como cinzas.”

Let Me Know utiliza a beleza efêmera das flores de cerejeira para ilustrar como o amor pode ser vibrante e cheio de vida, mas inevitavelmente termina em destruição, deixando apenas vazio onde antes havia paixão.

The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1 – Whalien 52

“넓은 바다 한가운데 한 마리 고래가 / 아무리 소리쳐도 닿지 않는 목소리”

“No meio desse vasto oceano, uma baleia / Não importa o quanto grite, sua voz não alcança ninguém.”

Whalien 52 se inspira na história real da baleia mais solitária do mundo para capturar a profunda sensação de isolamento de não ser ouvido, transformando solidão em uma metáfora tão dolorosa quanto poética.

The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 2 – RUN

“넌 나의 태양, 하나뿐인 태양 / 나는 너를 위해 피었지만 너로 인해 타들어가”

“Você é meu Sol, o único no meu mundo / Eu floresço por você, mas acabo queimando por sua causa.”

RUN retrata um amor onde o narrador reconhece a outra pessoa como sua única razão de existir, mas também como a fonte de sua própria destruição lenta, permanecendo preso a esse sentimento mesmo enquanto se consome.

The Most Beautiful Moment in Life: Young Forever – EPILOGUE : Young Forever

“텅 빈 무대 위에 남아 / 오래 가지 못할 이 여운을 붙잡고 / 이 공허함이 두려워”

“Eu permaneço em um palco vazio / Tentando segurar esse eco que não vai durar / Com medo desse vazio.”

Young Forever confronta o terror do sucesso passageiro e o silêncio que vem depois dos aplausos, capturando a ansiedade sufocante de saber que até os momentos mais grandiosos inevitavelmente chegam ao fim.

WINGS – Awake

“Maybe I, I can never fly / 저 꽃잎들처럼 날아가지 못해 / 그래도 손을 뻗고 싶어”

“Talvez eu nunca consiga voar / Não posso voar como aquelas pétalas / Mas ainda quero estender a mão.”

Awake é uma aceitação agridoce das próprias limitações, em que o narrador reconhece que talvez nunca alcance o mesmo voo que os outros, mas ainda assim se recusa a desistir, escolhendo continuar tentando.

YOU NEVER WALK ALONE – Spring Day

“이 겨울이 끝나면 / 다시 봄날이 올 때까지 / 꽃 피울 때까지 / 그곳에 좀 더 머물러줘”

“Quando este inverno passar / Até que a primavera volte / Até que as flores floresçam / Por favor, fique aí só mais um pouco.”

Spring Day é uma obra-prima poética sobre saudade e luto, entrelaçando imagens de um inverno interminável e da espera pela primavera para expressar o desejo desesperado de reencontro, enquanto implora para que a memória de quem partiu permaneça mais um pouco.

LOVE YOURSELF 承 ‘Her’ – Outro: Her

“난 헷갈려, 대체 내가 누구인지 / 널 만난 후 내가 책이 된 건지 / 넌 내 페이지를 넘긴 건지”

“Estou confuso, quem eu realmente sou? / Depois de te conhecer, será que me tornei um livro? / Ou foi você que virou minhas páginas?”

Outro: Her captura a confusão de identidade dentro do amor, questionando se a outra pessoa realmente enxerga quem você é ou apenas reescreve sua história ao virar suas páginas.

LOVE YOURSELF 承 ‘Her’ – Sea

“바다는 다시 사막이 되고 / 사막은 다시 바다가 돼 / 희망이란 건 원래 없던 건지도 몰라” 

“O oceano se torna deserto novamente / E o deserto volta a ser oceano / Talvez a esperança nunca tenha existido.”

Sea revela a dualidade entre sonho e realidade ao tratar abundância e vazio como paisagens intercambiáveis, sugerindo que sucesso e fracasso são apenas diferentes faces de uma mesma jornada exaustiva chamada vida.

LOVE YOURSELF 轉 ‘Tear’ – 134340

“이젠 이름도 없어진 별의 남은 의미는 뭘까 / 난 아직도 널 맴돌고 변한 건 없는데”

“O que resta de significado para uma estrela que até perdeu o nome? / Eu ainda orbito você, e nada mudou.”

134340 reimagina uma relação partindo da metáfora da reclassificação de Plutão, capturando a devoção dolorosa de continuar orbitando alguém que já deixou de te reconhecer.

LOVE YOURSELF 轉 ‘Tear’ – FAKE LOVE

“이뤄질 수 없는 꿈속에서 / 피울 수 없는 꽃을 키웠어”

“Em um sonho que não pode se tornar realidade / Eu cultivei uma flor que nunca poderia florescer.”

FAKE LOVE explora o colapso de um relacionamento construído sobre ilusões, quando o narrador percebe que seu amor nasceu em uma fantasia impossível, restando apenas o luto por algo que nunca teve chance de existir.

LOVE YOURSELF 結 ‘Answer’ – Trivia 承: Love

“넌 내 모든 모서릴 지우고 / 나를 사랑, 사랑, 사랑으로 만들어”

“Você apaga todos os meus cantos / E me transforma em amor, amor, amor.”

Trivia 承: Love retrata o amor como uma força transformadora capaz de suavizar imperfeições e reconstruir a identidade, enquanto brinca com o jogo de palavras entre saram (pessoa) e sarang (amor), sugerindo que é o amor que nos torna plenamente humanos.

MAP OF THE SOUL: 7 – Moon

“너는 나의 지구 / 나는 너의 달 / 넌 내게 전부야”

“Você é a minha Terra / Eu sou a sua Lua / Você é tudo para mim.”

Moon funciona como uma carta de amor dedicada aos fãs, na qual o narrador se coloca como a Lua que existe apenas para refletir a luz de sua Terra, encontrando propósito ao girar em torno de quem dá sentido à sua existência.

BE – Blue & Grey

“내겐 확신이란 건 없나 봐 / 색이란 말은 부끄러워 / 회색빛 세상이 더 편해”

“Acho que não existe algo como convicção para mim / Palavras como ‘cor’ me constrangem / O mundo cinza é mais confortável.”

Blue & Grey captura a anestesia emocional da depressão, em que a ausência de cor se torna um refúgio seguro, diluindo a identidade em tons neutros para evitar a dor de sentir intensamente.

BE – Life Goes On

“어느 날 세상이 멈췄어 / 아무런 예고도 하나 없이 / 봄은 기다림을 몰라서 / 제때에 와버렸어”

“Um dia, o mundo parou / Sem qualquer aviso / A primavera não sabe esperar / E chegou no seu tempo.”

Life Goes On traduz a desorientação surreal de um mundo interrompido abruptamente, contrastando a continuidade indiferente da natureza com a vulnerabilidade humana diante de mudanças que não podem ser controladas.

Quais dessas músicas é a sua favorita? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Arirang: saiba o que significa o nome que transforma o comeback do BTS em um ato cultural, político e histórico

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cinema Comportamento Cultura Cultura pop Destaques Entretenimento Eventos Moda

Zendaya leva tradição de casamento em divulgação de The Drama

A atriz aposta em sequência de figurinos conectados e usa a moda para acompanhar a narrativa do filme fora das telas

Na campanha de divulgação de The Drama, Zendaya adotou uma estratégia estética que acompanhou diretamente o tema do filme. Ao lado de Robert Pattinson, a atriz apareceu em diferentes premieres com looks organizados a partir de uma tradição ligada ao universo do casamento. A escolha funcionou como uma narrativa visual paralela à história do longa.

A referência vem do ditado “something old, something new, something borrowed, something blue”, associado à ideia de sorte para noivas. A tradição, de origem britânica, propõe a presença desses quatro elementos no dia do casamento e atravessa o tempo como um código simbólico. No contexto do filme, que acompanha um casal prestes a se casar em meio a tensões, esse repertório visual reforça o conflito central da história.

Foto: reprodução/People Magazine

O “algo antigo” apareceu na première de Los Angeles, quando a atriz reutilizou um vestido branco da Vivienne Westwood usado originalmente no Oscar de 2015, retomando uma peça já associada à sua trajetória. 

Foto: Cyril Pecquenard/Getty Images

O “algo novo” surgiu em Paris com um vestido sob medida da Louis Vuitton, desenvolvido especialmente para a ocasião, mantendo a referência ao universo nupcial. 

Foto: Daniele Venturelli/WireImage; Pascal Le Segretain/Getty

O “algo emprestado” foi apresentado em Roma e é um dos pontos mais literais da proposta, já que Zendaya usou um vestido da Armani Privé que pertenceu a Cate Blanchett, peça já utilizada pela atriz em outras ocasiões. A escolha reforça a ideia de continuidade e também dialoga com uma prática recente da moda, que valoriza o reuso e a circulação de peças entre diferentes momentos e pessoas. 

Foto: Dia Dipasupil/Getty Images

O ciclo se encerra com o “algo azul”, apresentado em Nova York com um vestido de alta-costura da Schiaparelli, combinado a joias de safira da Tiffany & Co. O look finaliza a sequência e sintetiza a proposta construída ao longo da divulgação, mantendo a coerência entre os elementos da tradição e a estética adotada.

A estratégia faz parte do chamado method dressing, prática em que atores incorporam elementos do universo do filme em suas escolhas de estilo durante a divulgação. Zendaya é uma das principais referências atuais desse movimento, frequentemente ao lado do stylist Law Roach

 A atriz já vem usando esse recurso de forma recorrente, como na campanha de Duna, quando apostou em referências futuristas alinhadas ao cenário do filme, e Challengers, que incorporou elementos do universo do tênis nos figurinos da divulgação. 

Qual dos figurinos foi o seu favorito? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!!

 

Leia também: Romantismo e memória marcam desfile na Paris Fashion Week

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cinema Notícias

Prequel de A Hora Mal com a Tia Gladys entra em produção

A Hora do Mal deve ganhar prequel focado em sua vilã mais perturbadora

O terror contemporâneo continua apostando em universos expandidos. Franquias, como Invocação do Mal, mostraram ao longo dos últimos anos como histórias derivadas podem não apenas inserir mais informações a respeito daquele universo, mas também fortalecer o interesse do público. 

A Hora do Mal (Weapons), filme aclamado de 2025, seguirá o mesmo caminho, transformando um sucesso em uma possível franquia. O novo filme, intitulado Gladys, promete mergulhar ainda mais fundo no lado mais sombrio da história e ser centrado na enigmática Tia Gladys, a personagem que rapidamente se tornou o grande destaque da narrativa e não volta às telas por acaso.

A atriz Amy Madigan, intérprete de Gladys, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e levou o primeiro prêmio da noite. Ao receber a estatueta, a atriz deu uma risada icônica e celebrou seu primeiro Oscar com um discurso sincero e bem-humorado.

Do sucesso ao universo expandido: quem é Gladys?
A Hora do Mal
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

A Hora do Mal conquistou público e crítica ao apresentar uma trama inquietante sobre o desaparecimento misterioso de crianças em uma pequena cidade – um fenômeno que rapidamente se transforma em um pesadelo coletivo. Arrecadando cerca de US$270 milhões mundialmente, logo se consolidou como um dos grandes sucessos do gênero.

Em entrevista à CNN, a atriz Amy Madigan falou sobre sua personagem: “Esta é uma mulher que sabe o que tem que fazer e o faz. Agora, é verdade, alguns de seus métodos podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e acho que todas as mulheres em nosso negócio deveriam ter mais essa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder levar isso dessa experiência, direi que é uma vitória para a tia Gladys e para mim.”

No longa original, Tia Gladys aparece como uma presença cercada de mistério e associada a eventos terríveis envolvendo o desaparecimento das crianças. Mas para quem teve a oportunidade de assistir ao filme, muitas perguntas ficaram sem respostas. 

Apesar da construção narrativa magnífica e de um final surpreendentemente perturbador, o espectador ainda sai com aquela pequena sensação de não ter compreendido a origem do mal. Então, a proposta do novo filme é justamente explorar aquilo que ficou fora da tela: sua origem, suas motivações e a raiz do mal que envolve sua personagem.

Segundo informações do alô alô Bahia, parte dessa história já existia durante a produção do filme original, mas acabou cortada da versão final por questões de duração, o que indica que esse universo sempre teve potencial para expansão.

Tia Gladys
Foto: reprodução/Maquiagem no Cinema

A prequel deve contar novamente com Zach Cregger, diretor do longa original, que assina o roteiro ao lado de Zach Shields. Ainda não há confirmação oficial sobre o elenco ou início das filmagens, mas o envolvimento da equipe criativa original sugere uma continuidade estética e narrativa, mantendo a identidade do projeto.

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Leia também: Trailer final de O Diabo Veste Prada 2 chega ao som de Doechii e Lady Gaga

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Livros Resenhas

Resenha | Patinando no Amor aposta em romance e reencontros

Novo livro de Lynn Painter mistura hóquei, fake dating e segundas chances em uma comédia romântica envolvente

Amores interrompidos, reencontros e sentimentos mal resolvidos são o coração de Patinando no Amor (2026). Aqui, Lynn Painter reforça uma de suas maiores especialidades: transformar as tropes clássicas em experiências emocionais envolventes. Entre friends to lovers (tradução livre: amigos para amantes), segunda chance e, principalmente, o já consagrado fake dating (tradução livre: namoro falso), a autora demonstra, mais uma vez, por que se tornou referência dentro do romance jovem contemporâneo. Painter entende o timing desse tipo de narrativa e sabe quando investir no humor, quando tensionar o vínculo entre os personagens e, sobretudo, como fazer o leitor torcer por uma reconexão que parece, ao mesmo tempo, inevitável e frágil.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

A nova comédia romântica da autora do fenômeno Melhor do que nos Filmes (2023), Patinando no Amor (2026), se aventura no universo dos romances esportivos a partir do reencontro inesperado de dois melhores amigos de infância. Dani e Alec cresceram inseparáveis, mas se afastaram após a mudança da protagonista. 

Anos depois, já no último ano do ensino médio e lidando com o divórcio dos pais, Dani retorna à cidade natal e encontra um Alec irreconhecível: agora estrela do hóquei local, ele ocupa um lugar de destaque quase intocável. Decidida a manter distância, ela vê seus planos ruírem quando circunstâncias inesperadas os levam a fingir um relacionamento. A proximidade reacende sentimentos, revela segredos familiares e expõe feridas antigas, incluindo o verdadeiro motivo que levou Alec a se afastar.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Outro elemento interessante que orbita a experiência de leitura é a trilha sonora criada em torno do livro. Lynn Painter desenvolveu uma playlist oficial no Spotify, intitulada FAKE SKATING, que reúne faixas como Little League, de Conan Gray, e Now That We Don’t Talk, de Taylor Swift, ajudando a estabelecer o tom emocional da narrativa. A seleção mistura músicas pop e melancólicas, dialogando com a atmosfera do romance e com o universo do hóquei presente na obra. Entre as faixas, ganha destaque Escorpião, de Jão, incluída no topo da playlist após a visita da autora ao Brasil – um detalhe que aproxima a obra do público brasileiro e adiciona uma camada extra de conexão simbólica ao projeto.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Além disso, o contexto esportivo contribui para intensificar os conflitos de maneira mais complexa. O hóquei não aparece apenas como pano de fundo, mas como um elemento central na construção da nova identidade de Alec. Lynn Painter evidencia essa transformação ao apresentar o personagem como alguém que deixou para trás o garoto nerd e sensível da infância para se tornar um atleta popular, admirado e constantemente observado.

O apelido Zeus, dado por seus colegas de equipe, funciona como uma comparação exagerada ao seu status de deus do hóquei, especialmente em uma cidade onde o esporte é altamente valorizado. Mais do que um símbolo de popularidade, o nome carrega uma carga de expectativa e pressão, revelando como Alec passa a ser visto quase como uma figura idealizada. Esse contraste entre a persona pública e sua verdadeira personalidade aprofunda o conflito com Dani e torna ainda mais evidente a distância entre quem ele era e quem aparenta ser.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

E é justamente nesse contraste que o fake dating ganha força. Lynn Painter, já consolidada como uma verdadeira mestre dessa trope, utiliza o recurso não apenas como motor narrativo, mas como ferramenta de aprofundamento emocional. Ao fingirem um relacionamento, Dani e Alec são obrigados a encarar sentimentos que nunca desapareceram, enquanto lidam com ressentimentos e inseguranças que foram ignorados por anos. O resultado é uma dinâmica envolvente, marcada por diálogos afiados, tensão romântica bem dosada e momentos de vulnerabilidade que elevam a história.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

Com uma escrita fluida e viciante, Painter equilibra leveza e intensidade, entregando uma leitura que funciona tanto como conforto quanto como exploração emocional. Ainda que siga algumas convenções do gênero, Patinando no Amor se destaca pelo cuidado na construção dos personagens e pelos detalhes que enriquecem a narrativa – como as referências interligadas entre suas obras e os pequenos gestos que tornam a história mais íntima.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

No fim, o livro reafirma o talento da autora em criar romances que conquistam pela autenticidade dos sentimentos. Entre pistas de gelo, playlists e segundas chances, Patinando no Amor é uma história sobre crescer, perdoar e, principalmente, ter coragem de sentir, mesmo quando isso significa revisitar o passado.

Foto: reprodução/Instagram @shareleituras

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Leia também: Resenha | Quando o amor fala em silêncio: o poder de Yubisaki to Renren

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Música Notícias

House Tour: Sabrina Carpenter lança novo videoclipe

Música do álbum Man’s Best Friend ganha clipe com participação de Madelyn Cline e Margaret Qualley

Ícone do pop mundial, Sabrina Carpenter lança nesta segunda (6) o videoclipe de House Tour, música do seu último álbum de estúdio Man’s Best Friend (2025). 

Dona de hits como Espresso (2024) e Manchild (2025), Sabrina acabou de fazer um show no Brasil no dia 20 de março deste ano. Sua participação como headliner no Lollapalooza Brasil 2026 reuniu cerca de 100 mil pessoas em uma apresentação histórica e divertida. 

sabrina carpenter no show do lollapalooza 2026
Foto: reprodução/Instagram @sabrinacarpenter

No dia 1º de abril, a cantora publicou no seu Instagram o anúncio do clipe com a legenda: “no joke…” (tradução: “sem piada…”) e, na prévia do vídeo musical, Sabrina aparece dirigindo uma van ao lado de duas atrizes de grande nome: Madelyn Cline (Outer Banks, 2020) e Margaret Qualley (A Substância, 2024). 

Dirigido por Sabrina Carpenter e Margaret Qualley, o clipe de House Tour mantém o humor sexual característico da cantora, que mistura sexualidade e piadas irônicas sobre homens em suas letras e outros clipes, como em Tears (2025) e em Taste (2024), videoclipe da música de Short n’ Sweet (2024), seu primeiro álbum a estourar nos charts, com participação de Jenna Ortega (Wandinha, 2022). 

Assista ao videoclipe de House Tour: 

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Leia também: Olivia Rodrigo anuncia novo álbum

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Entretenimento Notícias

Trailer final de O Diabo Veste Prada 2 chega ao som de Doechii e Lady Gaga

Pôsteres individuais dos personagens também foram divulgados

 

Está chegando o dia de voltar às passarelas! A 20th Century Studios divulgou, nesta segunda (6), o último trailer do tão aguardado O Diabo Veste Prada 2. O teaser mostra um pouco mais da nova personagem de Simone Ashley, que interpreta a assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep) no novo longa, além de personagens já conhecidos pelos fãs, como Andy (Anne Hathaway), Nigel (Stanley Tucci), e Emily (Emily Blunt).

Foto: reprodução/YouTube @20th Century Studios

No trailer, é insinuado um escândalo recente envolvendo Miranda, e que o trabalho de Andy é ajudá-los a navegar por esse momento conturbado. Fora as novas cenas, o vídeo traz uma prévia da música inédita Runway, de Lady Gaga e Doechii.

Além do trailer, o estúdio também anunciou uma edição limitada da revista Runway, que estará disponível em formato físico e digital no dia 13 de abril, podendo ser acessada pelo link runwayonline.com. Ainda foram divulgados pôsteres individuais de Meryl Streep, Anne Hathaway, Stanley Tucci e Emily Blunt.

Foto: reprodução/Instagram @20th Century Studios

Com a proximidade da estreia, Anne Hathaway e Meryl Streep estão a todo vapor na promoção do filme, que terá as primeiras sessões no Brasil dia 29 de abril. As atrizes já estiveram na Cidade do México e em Tóquio para participar de eventos com a imprensa e fãs. 

Já nos últimos dias, a plataforma Ingresso.com confirmou que a pré-venda de ingressos para o filme começará no dia 9 de abril. Apesar de toda a comoção em torno da produção, as redes de cinema ainda não anunciaram se irão comercializar combos especiais, tal como os já divulgados por cinemas internacionais que fizeram sucesso nas redes.

Foto: reprodução/Marcas Mais

Confira o trailer final:

 

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Leia também: Sneak peek de O Diabo Veste Prada 2 é lançado durante entrevista

 

Texto revisado por Kalylle Isse



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Música Notícias

Show do Bad Bunny estreia nas plataformas em abril

Billions Club Live with Bad Bunny: A Concert Film chega no Spotify na próxima quarta-feira, 8 de abril

O Spotify confirmou oficialmente a estreia de Billions Club Live na plataforma. Gravado em Tóquio, no dia 7 de março, o filme apresenta um registro exclusivo da performance do astro porto-riquenho diante de um público seleto de mais de 2.300 fãs, todos entre os maiores ouvintes do artista na plataforma.

Bad Bunny
Foto: divulgação/Spotify

O show, que foi a primeira apresentação do cantor na Ásia, celebra a presença de Bunny no Billions Club, projeto que reúne músicas que ultrapassaram a marca de um bilhão de streams na plataforma. Durante a apresentação, o artista revisita alguns de seus maiores sucessos.

Bad Bunny
Foto: divulgação/Spotify

A produção também integra a série Billions Club Live, iniciativa do Spotify que transforma conquistas digitais em experiências ao vivo exclusivas. Essa é a quarta edição do projeto, que já destacou The Weeknd, Ed Sheeran e Miley Cyrus no passado.

Ansiosos para essa estreia? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Novela vertical Loquinha estreia nas redes sociais

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Livros Notícias

Para Todos os Garotos que Já Amei ganhará uma nova edição ilustrada

O roteiro foi adaptado por Barbara Perez Marquez, com ilustrações coloridas de Akimaro e Li Liu

Fãs do maior casal das comédias românticas, Lara Jean e Peter Kavinsky? Temos uma novidade maravilhosa para vocês – não, ainda não é uma continuação com o casamento deles, mas após a participação de Lana Condor na terceira temporada de XO, Kitty (2023-presente) acho que podemos sonhar.

Mais de 10 anos após o lançamento do primeiro livro, Para Todos os Garotos que Já Amei (2014) será adaptado para o formato de graphic novel e tem lançamento previsto para a edição em inglês para maio deste ano. A HQ revisita a história do primeiro livro da trilogia.

Sobre Para Todos os Garotos que Já Amei

É uma trilogia de romance adolescente escrita por Jenny Han e uma das séries do gênero mais populares dos últimos anos. A história, que iniciou nos livros, foi adaptada para uma série de filmes de sucesso na Netflix entre 2018 e 2021

A trama apresenta Lara Jean, uma jovem que, sempre que se apaixona, escreve uma carta de amor para seu crush na tentativa de superar aquele sentimento e desabafar, nunca na intenção de enviá-las. 

No entanto, essas cartas acabam sendo enviadas misteriosamente e ela precisará fingir um namoro com um dos caras mais populares do colégio para evitar magoar sua irmã mais velha.

Além da trilogia de filmes, o universo também ganhou uma série derivada, XO, Kitty, focada na irmã mais nova de Lara Jean.

Jenny Han, em entrevista para a Publishers Weekly, diz estar incrédula com o quanto sua criação continua a cativar o público: “Quando escrevi este livro pela primeira vez, jamais imaginei todas as vidas diferentes que ele teria – como os leitores cresceriam com Lara Jean, como novos leitores a descobriram e como a história continuaria a ganhar novas vidas.

A autora também garantiu estar feliz com o anúncio da Graphic Novel e impressionada com a habilidade de Marquez em captar as nuances da jornada emocional de Lara Jean: “Barbara conseguiu manter a essência da história intacta, ao mesmo tempo que permitiu que as ilustrações brilhassem.”

PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI
Foto: reprodução/OlivatoBooks

A Graphic Novel terá cerca de 168 páginas, será publicada originalmente pela Simon & Shucter Books for Young Readers e terá uma capa estadounidense e outra britânica. No Brasil, os livros da Jenny Han foram lançados pela Intrínseca, mas ainda não há informações a respeito da adaptação em língua portuguesa.

Animados para matar a saudades desse casal? Compartilhem com a gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e, se vocês gostam de trocar experiências literárias, juntem-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Abril na Intrínseca: confira os principais lançamentos

 

Texto revisado por Kalylle Isse 

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Entretenimento Notícias Novelas

Exclusivo | Novela vertical Loquinha estreia nas redes sociais com participação de Daphne Bozaski

Os capítulos estarão disponíveis nos perfis da emissora e no streaming

É um dia feliz para os fãs do casal Loquinha! A novelinha vertical estrelada por Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky), de Três Graças, estreia nesta segunda (6). A história terá foco no cotidiano e na construção de uma vida juntas. Produzida pelos Estúdios Globo, com roteiro de Marcia Prates e direção artística de Luiz Henrique Rios, Loquinha será lançada nos perfis da TV Globo nas redes sociais e terá 25 episódios curtos, cerca de três minutos cada, todos publicados na data de estreia – esta segunda (6), durante a exibição de Três Graças. Além disso, os capítulos também serão lançados no Globoplay.

Foto: divulgação/Globo/Beatriz Damy

A trama mergulha no universo emocional das protagonistas ao retratar os desafios de uma relação que se fortalece em meio a interferências externas, jogos de poder, ciúmes e disputas afetivas. Enquanto Lorena e Juquinha decidem morar juntas, elas se deparam com as maldades de Lucélia (Daphne Bozaski), a mando de Ferette (Murilo Benício), na história mencionado nas falas de Macedo (Rodrigo García), que se junta a Lucélia com objetivo de separar o casal. Entre intrigas, manipulações digitais e armações, as duas jovens enfrentam reviravoltas surpreendentes e desafios que colocam à prova a força do amor que as une. A chegada de Teca (Ingrid Gaigher), ex-namorada de Juquinha, vem balançar os rumos deste enredo.

Foto: divulgação/Globo/Beatriz Damy
Foto: divulgação/Globo/Beatriz Damy

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Leia também: 7 motivos para rever Avenida Brasil no Vale a Pena Ver de Novo

 

Texto revisado por Alexia Friedmann



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Livros Notícias

Abril na Intrínseca: confira os principais lançamentos

Conheça os novos títulos de ficção, não ficção, romantasia e suspense que chegam às livrarias neste mês

Preparem-se, leitores, porque o mês de abril chega com tudo no catálogo da Intrínseca, trazendo uma seleção que promete agradar desde os fãs de suspenses investigativos até quem busca reflexões mais profundas sobre o futuro da tecnologia. O grande destaque fica para a estreia na ficção de Jennette McCurdy, que após o sucesso de seu livro de memórias, retorna com uma narrativa instigante sobre desejos e limites. Além de McCurdy, veteranos como Richard Osman e clássicos de Kurt Vonnegut garantem que a lista de desejos só aumente nesta temporada.

Claro, para quem não abre mão de uma dose de romance – seja ele sáfico, de época ou uma comédia romântica bem apimentada –, a editora preparou títulos que exploram todas as nuances do coração. A diversidade de temas também alcança o campo da neurociência e da ficção nacional contemporânea. Preparem os marcadores de páginas, seus marca-textos e post-its e confira os detalhes de cada lançamento.

Metade da Idade Dele, por Jennette McCurdy
Metade da idade dela
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

A autora de Estou Feliz que Minha Mãe Morreu estreia na ficção com uma trama sobre as extensões dos nossos desejos. Waldo é insaciável, direta, ingênua, impulsiva, solitária, inteligente, irritável, determinada, magoada, perspicaz e cheia de desejos. O Sr. Korgy, seu professor de escrita criativa, é casado, tem um filho, vive com a hipoteca da casa, as contas, os sonhos abandonados, as roupas sem graça e a barriguinha cada vez maior. E Waldo o deseja intensamente, mesmo sem saber o porquê.

Seria a paixão dele por tudo o que faz? Sua experiência de vida? Ou algo mais puro, como a improvável conexão entre os dois, suas personalidades afins e o filtro similar com o qual enxergam o mundo? Talvez seja o fato de ele a enxergar de verdade, ao contrários dos demais… e talvez isso seja suficiente.

Se Alguém Criar, Todos Morrem, por Eliezer Yudkowsky e Nate Soares
Se alguém criar, todos morrem
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Em 2023, uma carta aberta assinada por centenas de especialistas alertava para o sério risco que IAs representam para a vida humana. Desde então, empresas e países se apressam para criar máquinas cada vez mais inteligentes em um mundo despreparado para o que está por vir. Eliezer Yuodkowsky e Nate Soares, signatários preocupados, estudaram por décadas de que maneira as inteligências superiores à humana vão pensar, se comportar e perseguir seus objetivos.

Se Alguém Criar, Todos Morrem é um livro urgente, que examina teorias e evidências, apresenta um provável cenário de extinção e explica como a humanidade poderia sobreviver. O mundo corre para construir algo novo. E, se alguém criar, todos morrem.

O Nosso Negócio é Crime, por Richard Osman
O nosso negócio é crime
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Primeiro livro da série inédita de Richard Osman, O nosso Negócio é Crime traz uma dupla de detetives improvável para resolver crimes ao redor do mundo. Embora aceite fazer pequenas investigações pela região, o policial aposentado Steve Wheeler aprecia muito sua rotina tranquila no pacato vilarejo de Axley.

Ao contrário dele, sua nora, Amy Wheeler, ganha a vida imersa em adrenalina, sem fincar raízes em um só lugar. Enquanto faz a segurança de uma autora de suspenses mundialmente famosa em uma ilha particular, Amy se depara com um cadáver, uma bolsa cheia de dinheiro e um assassino persistente. Sua primeira reação é interromper a vida mansa de Steve, mas será que essa dupla icônica e improvável é mais esperta do que um inimigo mortal?

Mais Foco, Menos Ansiedade, por Rafael Gratta
Mais foco, menos ansiedade
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Quando um corpo acredita que está tudo bem, o cérebro enfim consegue focar no que importa. É a partir dessa premissa que o primeiro livro do médico e estudioso de neurociência Rafael Gratta, ensina técnicas para regular foco, energia, motivação e prazer no dia a dia.

O aguardado lançamento de Gratta oferece métodos para interromper o ciclo de autossabotagem, promovendo o bem-estar e estabilidade emocional. Já sabemos que o excesso de distrações e prazeres rápidos e superficiais desregulam o sistema nervoso, comprometendo nosso foco. Para lidar com isso, o autor compartilha técnicas acessíveis que revolucionaram a própria saúde, ensinando o leitor a viver com mais presença, energia e segurança.

Matadouro-Cinco, por Kurt Vonnegut
Matadouro Cinco
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Obra-prima de Kurt Vonnegut retorna às livrarias brasileiras com novo projeto gráfico. Assim como o próprio autor, Billy Pilgrim testemunhou a morte de milhares de civis por queimaduras e asfixia como prisioneiro de guerra no bombardeio que destruiu Dresden, na Alemanha, em 1945. Capturado, foi destacado para fazer suplementos vitamínicos em um depósito de carnes subterrâneo, onde cativos se refugiaram de ataques dos Aliados, e acabou salvo pelo trabalho.

Após ver todo tipo de crueldade arbitrária e absurda, Billy é inserido na vida de consumo americana e relata sua pacata biografia, intercalando episódios aparentemente comuns com histórias fantásticas de viagens no tempo e no espaço. Ao capturar o espírito da época e o imaginário de uma geração, a obra publicada em meio à Guerra do Vietnã ofereceu metáforas para uma nova era que se aproximava.

Mãe Noite, por Kurt Vonnegut
Mãe noite
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O escritor americano Howard Campbell Jr. vive na Alemanha quando o nazismo chega ao poder. Durante a Segunda Guerra Mundial, é recrutado pela inteligência militar dos Estados Unidos para trabalhar como espião. Sendo um dramaturgo respeitado cuja esposa é uma popular atriz alemã, conquista facilmente a simpatia dos nazista e se oferece para disseminar ideias antessemitas.

Com o fim da guerra, Howard se exila em um apartamento cheio de ratos em Nova York, até ser descoberto pelo editor de O Miliciano Cristão Branco. Reverenciado pelos extremistas americanos, mais uma vez Howard encena um papel sobre o qual não tem muitas opiniões. Em meio a uma reviravolta tão delirante quanto palpável e sem conseguir provar seu contrato com um agente do governo americano, o ex-espião é preso em Israel, onde aguarda o julgamento por crimes de guerra escrevendo sua história em uma máquina de escrever alemã.

Um Lugar Para Nós, por Hayley Kiyoko
Um lugar para nós
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Inspirada por experiências próprias da autora e clássicos como Mulherzinhas e Orgulho e Preconceito, Hayley reimagina uma Inglaterra vitoriana na qual mulheres podem se relacionar abertamente. Ivy é uma poeta destemida que acaba de se mudar com o irmão para o mundo formal e conservador da alta sociedade inglesa.

Quando a jovem mais cobiçada da temporada, Freya Tallon, toma o lugar de sua irmã em um encontro com Ivy, pela primeira vez ela sente o tipo de faísca com a qual sempre sonhou. À medida que a conexão entre as duas se aprofunda, as jovens precisam lidar com os próprios desejos, mas também com as expectativas de uma sociedade aristocrática em que casamentos, herdeiros e status familiar têm muita relevância. O quanto elas estarão dispostas a arriscar para serem fiéis a si mesmas, e uma à outra?

O Livro das Horas Perdidas, Hayley Gelfuso
O livro das horas perdidas
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Para além do espaço-tempo, há uma biblioteca repleta de livros com as memórias de todas as pessoas que já viveram. Nos momentos que antecedem a Segunda Guerra Mundial, o pai de Lisavet Levy é perseguido pelos nazistas e resolve esconder a filha nesse lugar mágico para salvar a vida dela. Mas ele não retorna, e Lisavet fica presa entre livros e fantasmas, destinada a conhecer o mundo pelas lembranças dos outros.

À medida que cresce, descobre que agentes de governos queimam livros para enviesar a história de acordo com seus próprios interesses. Decidida a coletar os fragmentos restantes dessas memórias, ela vislumbra o mundo que deixou para trás ao encontrar o espião americano Ernest Duquesne. Já em 1965, em meio ao luto da jovem Amelia Duquesne por seu tio, uma agente da CIA pede sua ajuda para encontrar um livro que Ernest estava procurando. E, ao visitar a biblioteca, Amelia percebe que o passado e a verdade não são tão lineares quanto imaginava.

Filhos da Mãe Gentil, por Roberto Feith
Filhos da mãe gentil
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Romance de estreia de um dos grandes nomes brasileiros, Roberto Feith traz em seu livro vários protagonistas, mas seu fio condutor é o repórter veterano Roberval Pompermayer. Desempregado, ele vive de frilas e quer vender o terreno que herdou para deixar os filhos ajeitados. Até a consequência de uma barganha faustiana o fazer assumir um desafio insólito: ajudar Wozinton Polozola, filho de um bicheiro poderoso, a se tornar uma celebridade.

No caminho, o jornalista comanda a comunicação de uma startup de IA, negocia com lobistas mercenários e políticos corruptos, sofre ameaças de capangas, descobre o mundo da aviação privada e se apaixona por Flordenira, uma executiva jovem e talentosa. Nessa odisseia leve e divertida que escancara o jeitinho brasileiro, nosso anti-herói passa por um redemoinho de eventos improváveis para reencontrar seu lugar e proteger sua amada.

Até que o Verão nos Separe, por Meghan Quinn
Até que o verão nos separe
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Após uma baita desilusão amorosa seguida de um divórcio, Scottie Price precisa recuperar sua autoconfiança. E nada vai estragar seu plano de se apaixonar por si mesma na sua cidade dos sonhos: Nova York. A não ser seu novo emprego, que está mais para um culto ao casamento onde um grande clube do bolinha vive falando sobre as maravilhas de ser casado. Com dificuldade de se enturmar, durante uma reunião ela acaba inventando que está com problemas conjugais.

Mas então sua chefe indica o próprio marido como terapeuta matrimonial, e Scottie é obrigada a ir à sessão. Ela tem apenas 24 horas para achar um marido de mentira, e o escolhido é Wilder Wells, o milionário entediado que é irmão do melhor amigo dela. Quando Wilder os inscreve num acampamento de casais com todos os colegas de trabalho de Scottie, os dois precisam fingir que não são completos estranhos por oito dias, torcendo para que a química inesperada entre eles ajude nessa missão praticamente impossível.

Adaga e Chama (A cidade de Fantome – vol. 1), por Catherine Doyle
Adaga e Chama
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Ruas de paralelepípedos, luzes tremeluzentes, belos edifícios e catacumbas secretas, assim é Fantome, uma cidade onde a magia das Sombras é escassa e letal, sendo controlada por guildas inimigas: Mantos e Adagas, os ladrões e os assassinos. Na noite do assassinato de sua mãe, o Seraphine foge para sobreviver e busca abrigo com os Mantos, decidida a se vingar.

Mas será que ela é páreo para o garoto de cabelo escuro cujos olhos prateados a seguem por toda parte? Nada poderia prepará-la para o encontro com Ransom Hale, herdeiro da Ordem dos Adagas e provável assassino de sua mãe. No entanto, para a surpresa de Ransom, a garota possui uma estranha e poderosa habilidade que ele nunca tinha visto. Enquanto Adagas e Mantos disputam o submundo de Fantome, os dois lidam com o poder de suas habilidades, e também com a atração poderosa e a terrível busca por vingança que insistem em aproximá-los.

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Leia também: Março na Intrínseca: confira os principais lançamentos

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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