O novo disco é um complemento do álbum lançado no início deste ano
Alerta de lançamento! The Crux Deluxe já está entre nós e sucede The Crux (2025), que chegou no início deste ano e rendeu conquistas inesquecíveis para Djo, o projeto musical do ator, produtor e compositor Joe Keery.
O terceiro álbum fez Djo ultrapassar 2,7 bilhões de streams em seu catálogo, conquistar seu primeiro primeiro lugar na Alt Radio com Basic Being Basic, alcançar platina tripla com o hit viral End of Beginning, estrear em Glastonbury e no Coachella, esgotar uma turnê internacional massiva e, claro, voltar a Chicago diante de uma plateia de 75 mil pessoas no Lollapalooza.

Além disso, o trabalho do artista conquistou ampla aclamação crítica, com The Crux sendo incluído nas listas de melhores do ano (em 2025) da Rolling Stone, Spin e Entertainment Weekly, entre outros veículos.
“The Crux marca a chegada de um artista plenamente formado que está apenas começando.” — Rolling Stone
“Verdadeiramente fenomenal.” — Paste Magazine
“Djo é um investimento de longo prazo que já está rendendo dividendos: o novo álbum, The Crux, expande sua ambição criativa, enquanto Keery experimenta idiossincrasias do alt-pop, abre espaço para momentos de beleza silenciosa e desconstrói qualquer tentativa de enquadrá-lo em uma única música, som ou meio.” — Billboard
“Joe Keery claramente tem ótimo gosto e sabe criar uma frase inteligente.” — NPR
“Os vocais de Keery soam especialmente incríveis nesta canção íntima e leve… ele está se inclinando para um som mais atemporal.” — Stereogum
The Crux Deluxe é um expansivo álbum complementar de 12 faixas para The Crux, escrito, gravado e produzido por Keery e seu colaborador Adam Thein. O lançamento surpresa vem depois de anúncios de singles inéditos ao longo da semana — Carry The Name, na segunda; It’s Over, na terça e Awake, na quarta — e retorna com um álbum surpresa completo.
Já disponível, o quarto disco de Djo tem a mesma duração de seu antecessor e reúne canções compostas na mesma época das sessões do álbum principal, reservadas para este lançamento complementar — mas finalizadas neste verão. O resultado é uma continuação musical envolvente, retomando a partir da sonoridade e dos temas deixados pelo álbum anterior.
O que começa em The Crux como uma meditação sobre a dissolução de um relacionamento, encontra seu caminho de volta para a autossuficiência. Keery enquadra o conceito de The Crux por meio de sua arte — uma colaboração com Neil Krug e Jake Hirshland —, como um hotel onde todos os hóspedes são passageiros, em um cruzamento espiritual ou emocional. Agora, é noite no The Crux Hotel, refletindo-se como um inverso do álbum original, enquanto Djo se prepara para embarcar em um novo dia.

The Crux e The Crux Deluxe foram co-produzidos por Keery e seu colaborador de longa data, Adam Thein. Trata-se de um álbum de qualidade artesanal impecável. Ao contrário dos álbuns anteriores de Keery — gravações de quarto centradas em sintetizadores —, The Crux destaca guitarras exuberantes e instrumentação que lembra o pop do final dos anos 60 e 70. É um álbum cheio de perdas e anseios, mas também cheio de inteligência e gratidão.
O disco foi escrito ao redor do mundo em um período particularmente fértil para Joe Keery, em que ele estava lutando contra a transitoriedade de seu outro emprego, estando solto e longe de seus amigos e familiares. Mas, para fazer o álbum, ele se instalou no lendário Electric Lady Studios, em Nova York, seu lar adotivo. The Crux não apenas mostra seu escopo ambicioso, mas também suas habilidades como multi-instrumentista e compositor habilidoso.
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Texto revisado por Cristiane Amarante










