Filme é estrelado por Jennifer Lawrence e Robert Pattinson
Morra, Amor é baseado na obra homônima de Ariana Harwicz e é dirigido e coescrito por Lynne Ramsay (Precisamos Falar sobre Kevin, 2011). A produção é estrelada por Jennifer Lawrence (Trapaça, 2013) e Robert Pattinson (Batman, 2022). A estreia nos cinemas brasileiros vai ser no dia 27 de novembro.
Além disso, o elenco também conta com LaKeith Stanfield (Judas e o Messias Negro, 2021), Nick Nolte (Cabo do Medo, 1991) e Sissy Spacek (Carrie, A Estranha, 1976). O roteiro foi escrito por Enda Walsh, Lynne Ramsay e Alice Birch.
Na trama, Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson) são um jovem casal prestes a ter um bebê. Eles deixam Nova York e se mudam para uma casa herdada no campo. Porém, com a chegada da criança e o ambiente isolado, ela se vê em uma jornada de autodescoberta.
Dessa maneira, conforme enfrenta os seus próprios limites, ela se encontra não na fraqueza, mas na força de sua imaginação e na intensidade de uma vivacidade indomável.
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Conheça clipes de música, filmes e séries que homenagearam o clássico do cinema LGBTQIAPN+
Há 50 anos, The Rocky Horror Picture Show chegava aos cinemas e se deparava com um público, a princípio, cético. Durante seu lançamento inicial em agosto de 1975, o musical foi ignorado e criticado até encontrar seu público na comunidade LGBTQIAPN+ e se tornar um cult clássico.
No filme, o casal Brad Majors (Barry Bostwick) e Janet Weiss (Susan Sarandon) estão indo visitar um amigo quando o pneu de seu carro fura. Sob uma tempestade, os dois decidem buscar ajuda num castelo no meio do nada, mas acabam chegando durante as celebrações da Annual Transylvanian Convention, em que o Dr. Frank-N-Furter (Tim Curry), um alienígena do planeta de Transsexual, pretende revelar sua mais nova criação.
Com um roteiro que celebra a diversidade e o drag e uma direção que não se encolhe diante do extravagante, The Rocky Horror Picture Show mistura horror e ficção científica com performances musicais e figurinos icônicos que, mesmo meio século após sua estreia, continuam sendo inspiração para muitos artistas, conquistando novos fãs através de diferentes gerações.
Por isso, o Entretê decidiu trazer algumas séries, vídeos e filmes que homenageiam ou aprofundam o legado do Dr. Frank-N-Furter. Confira a seguir:
Tears – Sabrina Carpenter
Tears traz uma premissa parecida com a do filme para explorar o tema da liberdade sexual. No vídeo, Sabrina Carpenter faz alusão à personagem de Susan Sarandon, uma jovem tradicional que, ao longo do musical, tem suas primeiras experiências e descobertas sexuais, enquanto Colman Domingo interpreta Dr. Frank-N-Furter.
Sabrina também aproveitou a performance ao vivo da música durante o VMA para homenagear a comunidade LGBTQIAPN+, trazendo vários artistas de drag para dançar ao seu lado no palco.
The Rocky Horror Glee Show
O quinto episódio da segunda temporada de Glee (2009-2015) é um tributo ao musical, com covers de sete músicas de The Rocky Horror Picture Show e a participação de dois atores que estavam no filme de 1975: Barry Bostwick e Meat Loaf, que interpretam Brad e Eddie respectivamente.
A homenagem, contudo, recebeu algumas críticas por higienizar músicas e outros elementos da história original. Notadamente, durante a performance de Sweet Transvestite, a palavra transsexual é substituída por sensational.
As Vantagens de Ser Invisível
Em As Vantagens de Ser Invisível (2012), os personagens fazem performances regulares de The Rocky Horror Picture Show na escola. Quando, minutos antes de uma apresentação, o intérprete do Rocky não aparece, é Charlie (Logan Lerman) quem representa a criação de Dr. Frank-N-Furter.
A escolha de Rocky Horror no contexto do filme reforça as discussões sobre identidade, autoaceitação e a busca por uma comunidade, que permeiam ambas as produções.
Halloween of Horror – Os Simpsons
É difícil encontrar um filme icônico que não tenha sido referenciado em Os Simpsons (1989-presente), então The Rocky Horror Picture Show não ficaria de fora. No episódio quatro da 27ª temporada, Halloween of Horror, Marge tenta levar Bart e Maggie para pedir doces ou travessuras, mas acaba começando muito à noite e encontra adultos com fantasias sugestivas começando a sair para a rua.
A cena traz uma paródia de Time Warp que a série apelidou de NC-17 Halloween (que poderia ser traduzido como Halloween +18).
Too Old to Trick or Treat, Too Young to Die – That ‘70s Show
Durante o quarto episódio da terceira temporada de That ‘70s Show (1998-2006), o personagem de Fez (Wilmer Valderrama) decide se fantasiar de Dr. Frank-N-Furter para o Halloween.
A série é conhecida por lançar alguns dos atores mais famosos da geração dos anos 1990 e 2000, como Topher Grace, Mila Kunis, Ashton Kutcher, mas é muito refém de comportamentos e preconceitos típicos da época que quis retratar. Neste episódio, a homenagem de Fez é ridicularizada pelos amigos.
The Rocky Horror Picture Show: Let’s Do the Time Warp Again
Em 2016, um remake do musical com a atriz Laverne Cox como Dr. Frank-N-Furter chegou à televisão para uma recepção majoritariamente negativa.
Ainda assim, a tentativa de reviver essa história para novas gerações, com algumas cenas de metaficção, atesta o quão atemporal e importante The Rocky Horror Picture Show se tornou – e talvez, justamente por isso, um remake que acrescenta somente algumas cenas de metaficção, tenha soado tão inadequado.
Strange Journey: The Story of Rocky Horror
Lançado em setembro deste ano nos Estados Unidos, Strange Journey: The Story of Rocky Horror é um documentário dirigido e produzido por Linus O’Brien, filho do roteirista do filme de 1975.
O filme traz alguns bastidores do musical enquanto celebra seu legado e impacto na cultura popular. Ainda sem data de estreia no Brasil, o documentário vem recebendo críticas positivas desde seu lançamento.
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Com a aproximação do lançamento da nova temporada, streaming divulga eventos para fãs ao redor do mundo
Nessa segunda-feira, dia 27 de outubro, a Netflix causou comoção ao divulgar eventos virtuais e presenciais que acontecerão no mundo todo a partir do dia 31 de outubro para celebrar o lançamento da quinta e última temporada de Stranger Things. No Brasil, o evento para fãs será em São Paulo, no dia 23 de novembro!
Os brasileiros também poderão participar da Live Stream Global, evento online que acontecerá no dia 6 de novembro durante a Premiere Global em Los Angeles. Serão mais de 15 eventos espalhados por diversos países, contudo pouco se sabe sobre sua realização, os detalhes serão divulgados em breve pelo streaming!
O Volume 1 da nova temporada, que conta com quatro episódios, chega na plataforma no dia 26 de novembro, às 22h do horário de Brasília. Enquanto o Volume 2 estreia no Natal, com três episódios, o capítulo final será lançado na véspera de Ano Novo!
A temporada se passa no outono de 1987, Hawkins é afetada pela abertura de portais que conectam o mundo real ao mundo invertido. Os jovens unem forças para encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Além disso, Onze (Millie Bobby Brown) é obrigada a se esconder, já que o governo a está procurando.
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De Henry James a Stephen King, preparamos uma seleção de histórias que atravessam os séculos e mostram por que o terror nunca sai de moda
Outubro é o mês em que o medo ganha protagonismo. Entre abóboras, filmes e maratonas que tiram o sono, a literatura de terror continua sendo uma das formas mais intensas de explorar o desconhecido. Mais do que sustos, o gênero revela inquietações humanas profundas, como a culpa, a obsessão, o desejo e a loucura.
Foto: reprodução/Instagram @the.cozyy.bookworm
Para quem quer mergulhar em histórias que fazem o coração acelerar e a mente questionar o que é real, o Entretetizei selecionou oito títulos essenciais que mostram as diferentes faces do medo, indo do horror psicológico ao sobrenatural.
Em uma pequena cidade norte-americana, um padrejesuíta é chamado para reconsagrar a Igreja das Dores Perpétuas, mas os acontecimentos sobrenaturais e demoníacos colocam em xeque tudo o que ele acredita.
Conforme os fenômenos se intensificam, a fronteira entre a fé e a heresia se dissolve, e o religioso passa a questionar se está diante de uma manifestação divina ou de algo muito mais antigo e perverso.
Neste livro, Felitta cria um horror que vai além dos clichês de possessão. A sua escrita investiga o peso da culpa, o poder da crença e os limites do fanatismo religioso, convidando o leitor a encarar o mal como algo que se esconde nos próprios dogmas. O Demônio de Gólgota é um livro para quem gosta de terror denso, reflexivo e com ecos de O Exorcista (2019).
Até o Último Fantasma (2023) – Henry James
Foto: divulgação/Editora Zahar/Entretetizei
Essa obra é considerada o ponto alto da vertente fantástica de James e uma aula sobre como o sobrenatural pode funcionar por sugestão, não por explicação.
Reunindo cinco contos, escritos entre 1891 e 1908, o volume mostra a maestria de James em transformar aparições em instrumentos de ambiguidade psicológica: os espectros aparecem e, ao mesmo tempo, deixam dúvidas que corroem a realidade dos personagens.
Aqui, há o uso do humor irônico como artifício narrativo – como no conto A Coisa Realmente Certa, no qual um fantasma resiste a virar biografia – e encontros que funcionam como espelhos.
Leia este livro se você aprecia um terror sutil, com subtextos reflexivos e refinamento estilístico, cujo auge é A Bela Esquina, no qual um homem encontra o seu próprio fantasma, resumindo com precisão a capacidade de James em fazer o fantástico tocar o interior do leitor.
Escuridão Total Sem Estrelas (2015) – Stephen King
Foto: divulgação/Editora Suma/Entretetizei
Nesta coletânea de quatro contos, King mergulha nas profundezas da alma humana. Cada narrativa apresenta pessoas comuns em situações extremas, revelando o lado sombrio que existe em todos. Há crimes de vingança, pactos silenciosos e decisões que transformam vidas em pesadelos.
O autor mostra que o verdadeiro horror não está em monstros, mas nas escolhas humanas. Como em 1922, no qual um fazendeiro narra um assassinato com frieza perturbadora; ou em Gigante do Volante, em que uma escritora busca justiça após um trauma brutal.
King une realismo e suspense para provar que, mesmo na escuridão total, o mal continua observando.
As Sombras de Outubro: O Homem das Castanhas (2019) – Søren Sveistrup
Foto: divulgação/Editora Suma/Entretetizei
Em Copenhagen, a polícia descobre o corpo de uma jovem brutalmente assassinada. Ao lado do cadáver sem uma das mãos, há uma pequena figura feita de castanhas: uma assinatura macabra que leva a uma caçada por um assassino meticuloso. À medida que os detetives se aprofundam no caso, segredos políticos e familiares começam a emergir, envolvendo todos em uma rede de mentiras e traumas.
Criador da série The Killing (2011), Sveistrup domina o ritmo e a tensão narrativa. O livro combina investigação policial e terror psicológico, criando uma atmosfera úmida, fria e sufocante. É uma leitura ideal para quem gosta de crimes com toque sobrenatural e personagens que enfrentam não apenas assassinos, mas seus próprios demônios interiores.
Misery: Louca Obsessão (2014) – Stephen King
Foto: divulgação/Editora Suma/Entretetizei
O escritor Paul Sheldon sofre um acidente e é resgatado por Annie Wilkes, uma enfermeira aparentemente gentil, até que ela revela ser a sua fã número um.
Preso em um quarto, com as pernas quebradas e sem contato com o mundo exterior, sua maior admiradora, que ficou insatisfeita com o desfecho do último livro lançado por ele, exige que o autor reescreva o final. O terror se transforma em um jogo psicológico sufocante, no qual a escrita é questão de sobrevivência.
Misery é um dos retratos mais brutais da obsessão e do poder da ficção. King dispensa elementos sobrenaturais e mostra o horror no controle, na dependência e no confinamento. É uma história sobre a fragilidade entre autor e leitor, mas também sobre até onde alguém pode ir por amor à própria fantasia.
Um cientista realiza um experimento para revelar a verdadeira face de um deus oculto. O resultado, porém, desencadeia uma série de eventos perturbadores que se espalham por Londres, envolvendo mulheres misteriosas e mortes inexplicáveis. A narrativa fragmentada mistura relatos, cartas e testemunhos, criando uma sensação de que há algo terrível à espreita.
Machen é considerado um precursor do horror cósmico, influenciando autores como Lovecraft. Sua obra questiona o preço do conhecimento e o que acontece quando a humanidade se aproxima demais do que deveria permanecer escondido. É uma leitura essencial para quem aprecia mistérios metafísicos e o medo como manifestação do desconhecido.
Noite na Taverna e Poemas Malditos (2024) – Álvares de Azevedo
Foto: divulgação/UBIQ! Editora/Entretetizei
Publicada postumamente, Noite na Taverna é uma das obras mais marcantes do romantismo brasileiro e se aproxima dos preceitos byronianos, combinando erotismo, morte e pessimismo.
A narrativa se desenrola como um pequeno teatro: cinco jovens boêmios se reúnem em uma taverna e compartilham histórias macabras, desventuras amorosas e encontros fantásticos de sua juventude, em um ambiente que mistura realidade e sonho.
A obra dialoga com Poemas Malditos, cuja segunda fase do autor traz textos ainda mais sarcásticos, mórbidos e pessimistas, reforçando o tom de desilusão e angústia presente em sua escrita.
Álvares de Azevedo é o mestre da escrita ultrarromântica brasileira e Noite na Taverna é a obra que melhor traduz seu fascínio pela morte, pelo sofrimento amoroso e pelo universo sombrio da juventude. Cada conto, dentro da taverna, é um mergulho em um mundo onírico, boêmio e transgressor, onde o erotismo, o humor negro e o pessimismo se misturam em doses perfeitas.
Ler este livro é se deixar envolver por uma atmosfera fantástica e perturbadora, que desafia o leitor a encarar o lado mais sombrio da imaginação e da condição humana.
O detetive particular Harry Angel é contratado para encontrar um homem desaparecido há anos. A investigação o leva a um submundo de jazz, rituais de magia negra e identidades trocadas, até que ele percebe que o caso esconde algo muito mais pessoal e sinistro do que imaginava.
Coração Satânico mistura o noir clássico com o sobrenatural, em uma trama que alterna misticismo, crime e filosofia. Hjortsberg conduz o leitor a um desfecho surpreendente, capaz de redefinir toda a leitura anterior.
Em 1987, o livro foi adaptado para o cinema sob a direção de Alan Parker, mostrando que a obra é indispensável para quem gosta de um terror inteligente e de atmosferas carregadas de simbolismo.
Entre demônios, fantasmas e mentes em colapso, o terror literário continua a ser um espelho das nossas próprias sombras. Seja revisitando clássicos, como Noite na Taverna, ou explorando narrativas contemporâneas, como As Sombras de Outubro, essas histórias mostram que o medo nunca sai de moda, apenas se transforma. E talvez seja por isso que, no fim, ler terror é também uma forma de olhar para dentro de si.
Pretende se aventurar na leitura de alguma dessas obras? Compartilhe com a gente em nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Marcada por muito bom humor e a cultura dos podcasts true crime, série chega ao final com episódios disponíveis exclusivamente no Disney+
O episódio final da quinta temporada de Only Murders in the Building chegou ao Disney+ nesta terça-feira (28), para tristeza dos fãs, que apesar de ansiosos pelo desfecho, sempre ficam com aquela deprê pós-série.
A série se consolidou como uma nova forma de contar histórias de mistério, combinando o formato clássico do whodunit – o tradicional “quem matou?” – com a estrutura narrativa dos podcasts investigativos, criando um diálogo direto com o público contemporâneo e a cultura do true crime.
A trama da quinta temporada gira em torno do assassinato do porteiro Lester, do Arconia. A investigação revela conexões com a máfia, cassinos clandestinos e segredos de bilionários, levando Charles, Oliver e Mabel a enfrentar um dos casos mais complexos de suas carreiras.
Foto: divulgação/Disney+
Nesta temporada, além do elenco principal, a produção conta com participações especiais de: Logan Lerman como Jay Pflug, herdeiro de uma fortuna farmacêutica; Renée Zellweger como Lorraine Coluca, esposa do porteiro Lester; Christoph Waltz como Bash Steed, um bilionário excêntrico; Keegan-Michael Key como o prefeito Tillman; Beanie Feldstein como uma nova residente do Arconia; Bobby Cannavale como Nicky Caccimelio, um membro da máfia; Dianne Wiest como Roberta Putnam, amiga de longa data de Lester; Jermaine Fowler como Randall, um misterioso novo morador; e Téa Leoni como Sofia Caccimelio, esposa de Nicky.
Foto: divulgação/Disney+
O episódio final já está disponível no Disney+, encerrando, por enquanto, a trajetória dos personagens que redefiniram o modo de contar e consumir histórias de mistério. As quatro primeiras temporadas também estão disponíveis exclusivamente no Disney+.
Mais sobre a série
Foto: divulgação/Disney+
Com protagonismo de Steve Martin (O Pai da Noiva, 1991), Martin Short (É Pura Sorte, 1991) e Selena Gomez (Monte Carlo, 2011), a produção utiliza o humor como ferramenta para explorar temas como convivência, isolamento e curiosidade coletiva. Ao transformar a investigação criminal em conteúdo de podcast dentro da própria trama, a série cria um jogo metalinguístico que aproxima o espectador do processo de apuração e do impacto social das histórias reais de crime.
Essa abordagem tornou Only Murders in the Building um dos títulos mais comentados dos últimos anos, unindo linguagens de áudio e vídeo em uma narrativa acessível e inovadora.
E aí, já conferiu o último episódio? Conta pra gente o que achou nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Premiação idealizada pelo jornalista Miguel Arcanjo Prado chega à sua sétima edição com apoio da APAA e Fundação Itaú
O Prêmio Arcanjo 2025 será realizado no Teatro Sérgio Cardoso, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, no dia 17 de novembro, segunda-feira, a partir das 19h30, com idealização e direção geral do jornalista Miguel Arcanjo Prado e apoio da APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte) e da Fundação Itaú.
Em sua sétima edição anual, a cerimônia acontece pelo quarto ano consecutivo no Teatro Sérgio Cardoso e vai celebrar os melhores do ano na cultura com vencedores em sete categorias: Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Redes, Streaming TV e Teatro, além de homenageados na categoria Especial, que serão conhecidos na cerimônia, com entrega de cerca de 20 troféus. Nany People é a homenageada do ano, no marco de seus 60 anos de vida, 50 de carreira, 40 de chegada a São Paulo e 30 de televisão.
“O Prêmio Arcanjo existe desde 2019 para valorizar a diversidade dos artistas brasileiros. A cerimônia é uma grande festa de confraternização da cultura, na qual os artistas renovam sua força, fundamental para o desenvolvimento do Brasil”, diz Arcanjo, idealizador do site Blog do Arcanjo, referência no jornalismo cultural.
Foto: reprodução/GPress Comunicação
O júri do Prêmio Arcanjo de Cultura é formado por Adriana de Barros, Bob Sousa, Hubert Alquéres, Miguel Arcanjo Prado e Zirlene Lemos. A direção de produção é de Zé Guilherme Bueno com produção da 4Ever Produções Artísticas, direção cênica de André Acioli e direção musical deRodolfo Schwenger.
A cerimônia é aberta ao público, com ingressos retirados na bilheteria uma hora antes da cerimônia (a partir das 18h30 de 17/11), mediante disponibilidade de lugares. O Teatro Sérgio Cardoso fica na Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo.
Logo após a cerimônia, haverá a Festa Oficial do Prêmio Arcanjo no Rockwheels Kustom Bar, na Rua Rui Barbosa, 168, em frente ao Teatro Sérgio Cardoso, com um show especial e pista com DJ. Mais informações em @miguel.arcanjo, @premioarcanjo e @4everproducoes.
Conheça os indicados da sétima Edição do Prêmio Arcanjo
ARTES VISUAIS
Andy Warhol: Pop Art! – Faap
Gordon Parks – A América Sou Eu – Instituto Moreira Salles
HIP-HOP 80’sp – São Paulo na Onda do Break – Sesc 24 de Maio
Mundo Zira – CCBB
Ocupação Leda Maria Martins – Itaú Cultural
CINEMA
Homem com H, de Esmir Filho
Malês, de Antonio Pitanga
O Último Azul, de Gabriel Mascaro
Ritas, de Oswaldo Santana e Karen Harley
Vitória, de Andrucha Waddington e Breno Silveira
DANÇA
Balé da Cidade de São Paulo – Réquiem SP
Bienal Sesc de Dança 2025
Cia Sansacroma – Carvão
Grupo Corpo, 50 anos – Piracema
São Paulo Companhia de Dança – Alvorada, Rostos à Deriva e Löyly
MÚSICA
FBC – Assaltos e Batidas
Gaby Amarantos – Rock Doido
Luedji Luna – Um Mar Pra Cada Um e Antes Que a Terra Acabe
Marina Sena – Coisas Naturais
Stefanie – Bunmi
REDES
Brenda Macedo @breemotion
Dig Verardi e Fernanda Fuchs @malhassaum
Elis Valeriano @elis_valeriano
Monique Arruda @arrudamonique @leodias
Thiago André @historia_preta
STREAMING TV
Arena dos Saberes com Gabriel Chalita – TV Cultura
Beleza Fatal – HBO
Caramelo – Netflix
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente – HBO
Terceira Metade – Globoplay
TEATRO
Teatro Comédia
Agora É Que São Elas
Dona Lola
Drácula – Um Terror de Comédia
Mulheres em Chamas
O Céu da Língua
Teatro Contemporâneo
12º Round – A História de Emile Griffith
ORioLEAR
Padre Pinto: A Narrativa (Re)Inventada
Pai Contra Mãe ou Você Está me Ouvindo?
Um Pequeno Incidente
Teatro Drama
A Médica
Dois Papas
Entre Irmãos
O Mercador de Veneza
Veneno
Teatro Solo
Eu, Estatística, com Maciel Silva
Elisa em Fuga, com Thaina Muniz
Lady Tempestade, com Andrea Beltrão
Meu Remédio, com Mouhamed Harfouch
PAI, com Guilherme Logullo
Teatro Musical Brasileiro
Chatô e Os Diários Associados – 100 Anos de Paixão
Djavan, O Musical – Vidas Pra Contar
O Palhaço Tá Sem Graça
Marku Musical
Tim Maia Vale Tudo – O Musical
Teatro Musical Internacional
Chorus Line
Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho
Hair
Meninas Malvadas – O Musical
Uma Babá Quase Perfeita
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Com imagens de arquivo raras e canções inéditas, o documentário revela como a banda virou um dos maiores fenômenos da música popular brasileira
Nesta sexta-feira (31), às 21h30, estreia a série documental inédita Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados, produzida por Marcelo Braga e dirigida e roteirizada por Miguel De Almeida.
Dividida em quatro episódios, a produção transmitida pelo Canal Brasil revisita a trajetória da banda de MPB que marcou para sempre a música brasileira.
Com depoimentos de Ney Matogrosso, Gerson Conrad, Emilio Carrera, Willy Verdaguer, Helena Ignez, Roberto Frejat, Ana Cañas e muitos outros nomes, o documentário mistura imagens raras, arquivos históricos e novas gravações originais para reconstruir a revolução estética e sonora do grupo que rompeu barreiras durante a ditadura, revolucionou a cultura brasileira e redefiniu os limites entre arte e política.
Foto: divulgação/Santa Rita Filmes
O episódio piloto da série mostra o nascimento do Secos & Molhados, em 1972, e o impacto de sua estreia, que uniu Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo. Em uma mistura explosiva de performance e provocação em plena repressão militar, também se dá o início da trajetória de Ney Matogrosso como representação de liberdade e resistência, desafiando padrões de gênero e comportamento em rede nacional. Ainda no primeiro capítulo, é apresentado o bastidor da gravação do primeiro disco da banda, o sucesso inesperado e a estética transgressora.
Nos capítulos seguintes, a série acompanha o êxito da banda, que, em pouco mais de um ano, vendeu mais de 1 milhão de discos, lotou ginásios e superou até o rei Roberto Carlos nas paradas. O segundo episódio destaca a influência do teatro de vanguarda e as conexões com nomes de peso da época, como José Celso Martinez Corrêa, Chico Buarque, Noilton Nunes e Edu Lobo, que ajudaram a moldar a identidade visual única do grupo.
Já o terceiro episódio mergulha nos momentos de tensão e disputas internas vivenciados e que levaram ao fim precoce da banda em 1974. Entre memórias e desabafos da perspectiva de cada um dos integrantes, o episódio mostra como o sucesso e a ousadia do trio incomodaram gravadoras, abordando tentativas de censura que transformaram o Secos & Molhados em um símbolo de resistência. Ney, Gerson e convidados como Moracy do Val, Cláudio Tovar e Charles Gavin relembram os bastidores das turnês, as tensões criativas e o rompimento com João Ricardo.
O encerramento do documentário traz um reencontro emocionante entre parte dos músicos, meio século depois. Sem autorização para regravar os clássicos, Emilio Carrera (pianista) e Willy Verdaguer (baixista) retornam ao estúdio para criar novas faixas inspiradas na sonoridade original da banda.
Foto: divulgação/Santa Rita Filmes
A série é encerrada com Ouvindo o Silêncio, composição inédita de Gerson Conrad e Paulo Mendonça, interpretada por Neye Gerson em uma celebração da arte, da memória e da liberdade.
Baseada no livro homônimo de Miguel De Almeida, a série é uma produção da Santa Rita Filmes, com trilha original de Carrera e Verdaguer.
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Faixa faz parte do quarto álbum de estúdio da vencedora do Grammy
A cantora, compositora e produtora ROSALÍA lançou nesta segunda-feira, 27, Berghain, o primeiro single de seu próximo álbum, LUX, que chega em todas plataformas musicais no dia 7 de novembro.
A música, que conta com as participações de Björk e Yves Tumor, além da sublime Orquestra Sinfônica de Londres, foi lançada em conjunto com o videoclipe.
A grandiosa peça orquestral que marca o segundo movimento de LUX, Berghain é uma jornada esotérica que se materializa através de idiomas e emoções. Cantada em alemão, espanhol e inglês, a faixa expande da introspecção suave até uma força cinematográfica arrebatadora, equilibrando intimidade e grandiosidade em um universo que une profundamente o pessoal e o ilimitado em escala.
O videoclipe foi dirigido pelo colaborador de longa data de ROSALÍA Nicolás Méndez, conhecido por dirigir Malamente, TKN e Pienso En Tu Mirá. Filmado em Varsóvia, Polônia, o trabalho acompanha uma mulher enfrentando o luto enquanto tenta curar seu coração partido. No fim, ela encontra consolo e cura por meio de sua espiritualidade.
LUX tem produção executiva de ROSALÍA e foi gravado com a Orquestra Sinfônica de Londres, sob a regência de Daníel Bjarnason, com participações de Björk, Carminho, Estrella Morente, Silvia Pérez Cruz, Escolanía de Montserrat, Cor de Cambra do Palau de la Música Catalana, Yahritza e Yves Tumor.
Confira aqui o videoclipe:
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Foto: divulgação/LC Agência de Comunicação/Entretetizei
Cléo Busatto apresenta Intervalos, coletânea de micro e minicontos que transformam o silêncio e a delicadeza em matéria literária
Em Intervalos, a escritora Cléo Busatto convida o leitor a desacelerar. Longe dos grandes acontecimentos, seus micro e minicontos se detêm nos gestos sutis, nas lembranças quase esquecidas e nos lampejos que atravessam o dia comum. São fragmentos de vida que revelam a poesia escondida entre o fazer e o ser, tornando-se um convite para perceber o extraordinário no que parece banal.
Foto: reprodução/Instagram @cleo_busatto
Logo nas primeiras páginas, a autora propõe uma ruptura com o ritmo apressado do cotidiano. Cada texto é um sopro de sensibilidade – ora suave, ora intenso – que transporta o leitor para um território íntimo, onde memórias, desejos e afetos se entrelaçam. Em Intervalos, o breve se torna profundo e o efêmero ganha permanência.
“Eu já descobri (reafirmava ela, reafirmava eu), que alma saudável é como chama que crepita, solta fagulhas dentro da gente, faz os olhos brilharem e o corpo sorrir. Já entendi: ela precisa de alimento, e alimento para a alma é paixão, criatividade e natureza.” (Intervalos, p.25)
Com delicadeza e coragem, Cléo Busatto percorre temas como amor, solidão, envelhecimento, espiritualidade, desejo e pertencimento. Em cada fragmento, há o traço de uma mulher que dança, o cheiro do pão da avó, um banho com pétalas de jasmim ou a melancolia de um Ano-Novo silencioso. São instantes que tocam a memória do leitor e o convidam a revisitar as próprias pausas.
Foto: divulgação/Entretetizei
As ilustrações de Karina Busquets complementam a proposta da obra: traços orgânicos e sutis que ampliam a sensação de pausa e contemplação. O texto e a imagem dialogam em harmonia, transformando cada página em um pequeno refúgio de beleza e quietude.
Mais do que um livro de contos, Intervalos é uma experiência literária sensorial, que propõe silenciar o ruído do mundo para ouvir o sussurro da alma. Entre uma página e outra, Cléo reafirma seu talento como artista da palavra e oferece um raro convite: parar, sentir e se reencontrar.
O livro Intervalos, de Cléo Busatto, é publicado pela CLB Produções. A obra está disponível para compra na Amazon.
Sobre a autora
Foto: divulgação/LC Agência de Comunicação
Cléo Busatto é mestre em Teoria Literária pela UFSC e autora de mais de 50 obras de ficção, não ficção e literatura infantojuvenil, que já venderam mais de 600 mil exemplares. Sete de seus títulos foram aprovados pelo PNLD, e ela já foi finalista dos prêmios Barco a Vapor e Jabuti em diferentes categorias.
Participou de feiras internacionais como Bolonha e Frankfurt. Contadora de histórias com mais de 150 mil espectadores e 80 mil participantes em oficinas e palestras, é também fundadora da CLB Produções.
Foto: reprodução/Instagram @cleo_busatto
Entre as honrarias que recebeu estão o Grau de Comendador da Ordem Estadual do Pinheiro (2017), o Prêmio Jornada em Reconhecimento à Trajetória (2020) e o Prêmio Baobá (2021).
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Em comemoração ao Halloween, o capítulo estará disponível já nesta semana
A série original da HBO, ambientada no universo de It: A Coisa (2017), teve a estreia de seu segundo episódio antecipada. A previsão era para o dia 2 de novembro, mas ele já estará disponível na plataforma HBO Max nesta sexta-feira, dia 31, às 4h, para comemorar o Halloween.
It: Bem Vindos a Derry aprofundará a história criada por Stephen King e ganhará um novo episódio aos domingos, tanto na plataforma de streaming quanto no canal. No total, serão oito episódios, que contarão a história de Charlotte, Leroy, Will, Lily e Ronnie na cidade de Derry.
Foto: divulgação/HBO
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