Categorias
Notícias Séries

Emergência Radioativa: série nacional reconta a tragédia do Césio-137

Com Johnny Massaro e Leandra Leal no elenco, a nova produção da Netflix chega ao streaming em 18 de março, trazendo um olhar sobre o acidente em Goiânia

A Netflix divulgou, nesta quarta-feira (4), um vídeo inédito dos bastidores e o pôster oficial de Emergência Radioativa, a sua nova minissérie brasileira que chega ao streaming em 18 de março. A produção mergulha em um dos episódios mais impactantes da história do Brasil: o acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia, em 1987.

Pôster de Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

A narrativa acompanha a sucessão de eventos após a abertura de uma máquina de radioterapia em um ferro-velho local. A partir desse incidente, a trama detalha os esforços de profissionais da saúde e cientistas para rastrear o rastro radioativo, salvar as famílias atingidas e impedir que a tragédia ganhe proporções ainda maiores. O vídeo, liberado pela plataforma, traz depoimentos do elenco e cenas exclusivas que revelam o desafio de recriar a atmosfera da época com fidelidade.

Protagonizada por Johnny Massaro (O Filho de Mil Homens, 2025) no papel de Márcio, a série reúne nomes importantes do audiovisual brasileiro. O elenco conta com Paulo Gorgulho (Todo Dia a Mesma Noite, 2023), Tuca Andrada (Os Donos do Jogo, 2025), Bukassa Kabengele (Malês, 2024), Alan Rocha (Vitória, 2025), Antonio Saboia (Deserto Particular, 2021) e Luiz Bertazzo (Cidade de Deus: A Luta Não Para, 2024).

Além disso, Emergência Radioativa traz participações especiais de Leandra Leal (Cheias de Charme, 2012) e Emílio de Mello (Raquel 1:1, 2021). A direção geral é assinada por Fernando Coimbra, cineasta conhecido por O Lobo Atrás da Porta (2013).

 

Vai assistir Emergência Radioativa? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

Leia também: Confira as principais estreias do streaming em fevereiro

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

Categorias
Cultura pop Eventos Música Notícias

Jason Mraz retorna ao Brasil após quase 10 anos com turnê em 2026

Turnê Return to South America & Mexico 2026 marca volta do artista à América Latina

Após quase dez anos longe dos palcos brasileiros, Jason Mraz confirma seu retorno ao país. Um dos nomes mais influentes da música pop-folk, o artista se apresenta em cinco cidades – Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre – como parte da Return to South America & Mexico 2026 Tour. A turnê marca sua volta oficial à América Latina, com banda completa e um repertório que revisita mais de duas décadas de carreira. Os ingressos estão disponíveis pela Ticketmaster.

O Brasil ganha destaque especial nesse retorno global. Conhecido pela forte conexão com o público brasileiro, Mraz escolheu o país como um dos pontos centrais da nova turnê, que passa por poucas cidades selecionadas e transforma o território nacional em palco de algumas das noites mais emblemáticas do roteiro. As apresentações prometem um clima de celebração e reencontro, reunindo fãs de diferentes gerações em uma experiência pensada especialmente para o ao vivo.

No palco, o artista apresenta um repertório marcado pela nostalgia ao costurar os grandes sucessos que o consagraram mundialmente, como I’m Yours e I Won’t Give Up, canções que representam diferentes fases de sua trajetória. Com banda completa, arranjos orgânicos e a voz em evidência, o show reforça a assinatura que transformou Jason Mraz em referência: apresentações que unem musicalidade sofisticada, leveza e uma conexão direta com o público, mesmo em grandes arenas.

Foto: reprodução/Getty Images

A turnê simboliza não apenas o retorno aos palcos brasileiros, mas um novo capítulo na relação do artista com a região. Para além da música, Mraz segue ampliando sua atuação em projetos ligados à educação, inclusão e impacto social, por meio de sua fundação, além de iniciativas voltadas à agricultura regenerativa, temas que dialogam diretamente com os valores presentes em sua obra artística.

Mais do que uma simples passagem pelo Brasil, essas noites representam o reencontro de um artista global que atravessou gerações e escolheu o país para viver um momento histórico ao lado de seu público.

SERVIÇO | JASON MRAZ – Return to South America Tour

Locais: 03/03/2026 – Curitiba/PR, Brazil – Teatro Positivo

05/03/2026 – São Paulo/SP, Brasil – Espaço Unimed (Vendas oficiais 19/11)

06/03/2026 – Rio de Janeiro/RJ, Brasil – Vivo Rio (Pré-venda Vivo – 19/11, 12h)

08/03/2026 – Belo Horizonte/MG, Brasil – BeFly Hall

10/03/2026 – Porto Alegre/RS, Brasil – Auditório Araújo Vianna

Ingressos: Ticketmaster (https://www.ticketmaster.com.br)

Classificação etária: 18 anos

 

Já sabe em qual data vai? Conta pra gente nas redes do Entretê – Instagram, Facebook e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Paul McCartney ganha documentário sobre a sua reinvenção

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

Categorias
Entrevista Livros Notícias

Entrevista | Stefany Nunes fala sobre A Melhor Surpresa

Em entrevista exclusiva ao Clube do Livro do Entretetizei, a autora discute o núcleo emocional do romance, a dinâmica do casal protagonista e a recepção da obra

Antes de conquistar leitores com uma história sobre recomeços improváveis e afetos construídos nos detalhes, Stefany Nunes já carregava consigo o hábito silencioso de imaginar mundos e personagens. Em A Melhor Surpresa (2026), a autora transforma dores íntimas em encontros luminosos e prova que a comédia romântica pode ser, ao mesmo tempo, leve e profundamente humana – um equilíbrio que desperta curiosidade não apenas sobre seus protagonistas, mas também sobre quem está por trás da narrativa.

Nascida em Sorocaba, em 1992, Stefany Nunes é formada em Letras e Direito. Leitora apaixonada desde a infância, sempre cultivou o hábito de criar histórias, ainda que por muito tempo não as colocasse no papel. A mudança para Londres foi decisiva para que transformasse esse desejo em realidade, impulsionada pela atmosfera criativa da cidade. Além de sua atuação no mercado brasileiro, a autora também é publicada no Reino Unido, com o romance Falling on a Duke (2025), lançado pela editora The Book Guild.

Foto: reprodução/Portal GeekPop News

Em A Melhor Surpresa, Stefany apresenta uma comédia romântica que combina as tropes strangers to lovers, convivência sob o mesmo teto e a clássica situação de só tinha uma cama. Após um período turbulento, Willow Hamilton deixa Londres rumo a Peonyshire, uma charmosa vila no interior da Inglaterra, onde passará cinco semanas em busca de um recomeço. Acostumada a manter o controle sobre cada aspecto de sua vida, ela não esperava dividir o chalé com Jake Ashton, um homem reservado, de passado conturbado e avesso a surpresas. Entre silêncios compartilhados, incentivo dos moradores locais e uma conexão que ultrapassa a atração imediata, ambos descobrem que algumas surpresas têm o poder de reorganizar destinos e colar corações antes partidos.

Foto: divulgação/Lavanda Literária/Entretetizei

Mais do que um romance leve, o livro se destaca pela forma como equilibra humor e sensibilidade ao abordar temas como luto, ansiedade, burnout e maturidade emocional. A construção dos protagonistas privilegia o cuidado cotidiano, os gestos mínimos e a empatia silenciosa, enquanto o cenário acolhedor de Peonyshire e a presença de personagens secundários afetuosos ampliam a sensação de pertencimento. 

Em entrevista ao Clube do Livro do Entretetizei, a autora compartilhou reflexões sobre o processo de criação da obra, suas escolhas narrativas, a construção dos protagonistas e a recepção do público, revelando bastidores que ajudam a compreender como uma comédia romântica pode, ao mesmo tempo, aquecer o coração e provocar um olhar atento sobre as próprias emoções.

Foto: reprodução/Instagram @stefanynunes_

Entretetizei: A Melhor Surpresa gira em torno da ideia de recomeço. Em que momento da construção da história você sentiu que esse tema se tornou o eixo central da narrativa?

Stefany Nunes: Desde o começo, tanto para a Willow como para o Jake. Os dois são personagens que passaram por muito e precisavam seguir em frente, então o tema central ser recomeço foi perfeito para a história que eu queria contar.

E: Os personagens secundários formam uma rede afetiva importante na história. Como você pensou o papel dessa comunidade no desenvolvimento emocional de Willow e Jake?

SN: Eu acho que, em uma trama de cidade pequena, o senso de comunidade é essencial. É o que traz a sensação de abraço na história. Gosto da ideia de que as pessoas ao nosso redor, sejam elas amigos ou família, são fundamentais para formar essa rede de acolhimento. No caso de Jake e Willow, eles receberam o apoio necessário para tomarem passos que somente eles poderiam dar, mas sem precisarem passar por isso sozinhos, mesmo que se sentissem solitários eventualmente.

E: A narrativa faz escolhas formais interessantes, como parágrafos mais longos e densos para Willow, refletindo seu fluxo de pensamento. Essas estratégias narrativas foram planejadas desde o início ou surgiram ao longo do processo de escrita?

SN: A Willow é uma mulher que pensa demais, o tempo todo. O cérebro dela funciona dessa forma analítica e acelerada, então achei condizente que, nos momentos de reflexão, esse ritmo também desacelerasse para que ela tivesse uma visão mais ampla da situação. Isso foi essencial para que ela parasse de se cobrar tanto e também entendesse que tinha progredido muito até então.

Foto: reprodução/Instagram @kittyliteraria

E: A playlist que acompanha o livro amplia a experiência emocional da leitura. Como foi o processo de seleção das músicas? Tem alguma composição que seja a trilha sonora oficial do casal?

SN: Eu adoro ouvir músicas durante o processo de escrita e elas acabam se encaixando na vibe da história. Acho que, se eu tivesse que escolher uma música para os dois, seria Willow, da Taylor Swift.

E: A obra apresenta protagonistas que estão em uma fase da vida em que não há mais tempo para enrolação. O quanto a maturidade emocional foi uma preocupação consciente na construção dos diálogos e conflitos?

SN: Foi uma preocupação grande. Os dois protagonistas têm mais de 30 anos e eu queria que eles passassem essa maturidade para o leitor, para que a história não parecesse juvenil e fosse condizente com o momento mais maduro em que eles se encontram.

Foto: reprodução/Instagram @neglariiart

E: Peonyshire tem um papel importante no processo de reconstrução emocional dos protagonistas. Como você pensou esse cenário e a atmosfera da cidade dentro da narrativa?

SN: Eu criei Peonyshire após uma visita a Cotswolds, mais de um ano atrás. Estava passando por um período em que me sentia muito exausta, e essa viagem foi um presente, voltei de lá renovada. Atribuí isso ao charme do lugar e acabei incorporando na história.

E: Antes mesmo de reconhecerem o amor, Willow e Jake já constroem uma relação baseada em cuidado, escuta e empatia. Para você, por que foi importante mostrar que o afeto pode existir antes da declaração do sentimento?

SN: Eu gosto da ideia de que problemas de comunicação não são exatamente uma questão com os dois. Acho que isso tem a ver com a idade deles também, o momento em que estão na vida e a personalidade de Willow, que sempre prefere falar de mais do que de menos.

Acho que, para a história deles, essa sinceridade sobre o que estavam sentindo foi

essencial na construção da relação, principalmente porque ela existiu desde o início. A declaração acaba sendo apenas a confirmação do que acompanhamos no decorrer do livro.

Foto: reprodução/Instagram @kittyliteraria

E: Por fim, qual tem sido a recepção de A Melhor Surpresa entre os leitores e como você avalia o impacto emocional de Willow e Jake?

SN: Eu estou muito feliz e satisfeita com a recepção, pois os leitores me transmitiram muito amor e receberam exatamente a mensagem que eu queria passar, sobre recomeços e seguir em frente após um período difícil. Esse feedback é essencial, me dá a sensação de dever cumprido. Foi melhor do que eu esperava, com certeza.

Aproveito para agradecer a entrevista e convidar os leitores que curtem comédias

românticas e livros ambientados em cidade pequena a conhecerem a história de A Melhor Surpresa. Tenho outras comédias românticas, todas elas podem ser lidas como livros únicos. Eu sou bem ativa nas redes sociais, como o Instagram e o TikTok, e adoro receber os feedbacks e mensagens.

Foto: divulgação/Lavanda Literária

Ao compartilhar bastidores, escolhas narrativas e percepções sobre a recepção do público, Stefany Nunes evidencia que A Melhor Surpresa nasce de um olhar atento às emoções humanas e aos pequenos gestos que constroem vínculos duradouros. Entre recomeços, silêncios e afetos cotidianos, o romance reafirma o poder das histórias que acolhem e convidam o leitor a enxergar, com mais gentileza, as próprias experiências. Uma leitura que permanece mesmo depois da última página – e que continua ecoando nas conversas que ela inspira.

Foto: reprodução/Stefany Nunes Escritora

O que você achou da entrevista com Stefany Nunes? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Crítica | A Melhor Surpresa e a delicadeza de recomeçar

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

Categorias
Cultura Entretenimento Notícias Teatro

Projeto musical Show Bar – Jukebox Musical estreia em abril. Conheça o elenco!

Com Anna Akisue, Edyelle Brandão, Lara Suleiman, Caio Mutai e diversos outros nomes do universo da Broadway brasileira, o projeto é uma nova proposta do teatro musical em São Paulo

Nem espetáculo tradicional, nem show convencional. A partir de 10 de abril, o palco do Marte Hall São Paulo, na Vila Mariana, recebe Show Bar – Jukebox Musical, um projeto inédito que convida o público a viver uma experiência cênica híbrida, onde música, teatro, memória afetiva e celebração coexistem em um mesmo ambiente.

O bar não é apenas cenário, mas parte central da vivência proposta. Os ingressos estão à venda pelo site da Fever e na bilheteria do teatro.

Idealizado por Luis Fernando Rodrigues, da LUMUS Produções, o projeto nasce do desejo de experimentar novos formatos dentro do teatro musical brasileiro, com foco na criação de experiências mais imersivas, leves e conectadas ao público. “É definitivamente um espetáculo que busca uma experiência única, resume o criador, ao definir o Show Bar como um encontro entre inovação, emoção e celebração.

Sem uma narrativa linear tradicional, o espetáculo se constrói por meio de micro-narrativas, organizadas em blocos musicais que dialogam com diferentes universos e referências culturais. O ambiente permanece constante do início ao fim, enquanto histórias universais se revelam a partir da música, das interpretações e das sensações despertadas em cena, criando uma experiência mais próxima do ritual coletivo do que do espetáculo convencional. O bar é o centro da experiência. É um dos lugares mais emblemáticos quando pensamos em contar histórias com diferentes cargas emocionais”, afirma Luis Fernando Rodrigues.

A escolha do Marte Hall São Paulo é parte fundamental da proposta. O espaço rompe com a lógica frontal do teatro musical tradicional e favorece uma relação mais direta entre artistas e plateia. A ideia é que o público não apenas assista, mas participe ativamente da noite, cantando, brindando e se emocionando, em um ambiente de convivência no qual o serviço de bar do próprio espaço permanece disponível durante as apresentações.

Musicalmente, o Show Bar – Jukebox Musical se organiza em blocos temáticos guiados pela emoção e pela memória afetiva. Em Hollywood Blvd, o cinema musical e a cultura pop se encontram em referências como Feeling Good, All That Jazz e Dancing Queen. O bloco Agro é POP surge em releituras contemporâneas de canções como Deus e Eu no Sertão e Sinônimos, enquanto a Trilha Nacional costura sucessos que marcaram gerações, de Rita Lee a Skank. A noite passa ainda pela Roliúde Nordestina, com ecos de Luiz Gonzaga e Chico César, flerta com o Medley Latino, que vai dos temas clássicos de novelas a Alejandro Sanz, e chega ao clima festivo de Bem-vindo ao Cassino do Chacrinha, evocando nomes como Gretchen, Sidney Magal e Baby do Brasil. Os blocos alternam medleys e interpretações individuais, criando percursos afetivos que convidam o público ao reconhecimento, à surpresa e à vivência de uma experiência que se transforma a cada apresentação.

O elenco é formado por Anna Akisue, Edyelle Brandão, Lara Suleiman, Victória Kíu e Maria Clara Rosis (swing feminina) e Caio Mutai, Fábio Galvão, Felipe Hideky, Robson Lima e Davi Fields (swing masculino). Escolhidos pela identidade vocal, presença cênica e diversidade de trajetórias, os artistas transitam entre personagens inseridos no universo do bar e momentos em que se apresentam como eles mesmos, reforçando o caráter coletivo, vivo e relacional da experiência.

Visualmente, o espetáculo aposta em uma estética atemporal, com referências à Broadway, mas sem recorrer a clichês.

Luz, figurino e cenário atuam como elementos essenciais na construção do clima e da imersão, com o próprio teatro assumindo papel cenográfico e contribuindo para a sensação de experiência integrada. “Precisamos inovar, ser mais brasileiros do que nunca. Criar, ocupar espaços e experimentar novos formatos”, destaca o produtor.

A criação do Show Bar – Jukebox Musical é conduzida pelo próprio Luis Fernando Rodrigues, que assina o roteiro e a direção geral, articulando dramaturgia, música e experiência sensorial em um mesmo fluxo narrativo. A equipe criativa conta ainda com direção musical de Jules Vandystadt, responsável também pelos arranjos inéditos concebidos especialmente para o projeto, direção de movimento e coreografias de Giu Mallen, cenografia de Naara Bartz, figurinos de Toninho Miranda, desenho de luz de Marcel Rodrigues e Rogério Candido, desenho de som de Thiago Chaves e direção de arte da LUMUS Produções.

Pensado também como um laboratório criativo, o Show Bar inaugura um campo de experimentação para novos projetos e formatos, com perspectiva de continuidade, itinerância e adaptações futuras. Para Luis Fernando Rodrigues, o espetáculo marca um ponto de virada em sua trajetória: a celebração de 10 anos de carreira e a abertura de caminhos para os próximos anos.

SERVIÇO:

Local: Marte Hall
Rua Domingos de Morais, 348, Vila Mariana, São Paulo
Estreia: 10 de abril de 2026
Sessões disponíveis: 10, 11, 12, 17, 18, 19, 20, 25 e 27 de abril e 01, 02 e 03 de maio
Horários: Sextas às 21h, Sábados às 15h e 18h, Domingos às 15h30 e 19h30, e Segundas às 20h (Consulte as sessões disponíveis no site)
Ingressos: A partir de R$ 45
Vendas: www.showbarmusical.com.br ou bilheteria física local
(Bilheteria funcionará apenas em dias de sessão)
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: A partir de 10 anos (menores de 16 anos acompanhados de responsável)
Acessibilidade: Espaço adaptado para pessoas com mobilidade reduzida

 

Que tal assistir à peça? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – FacebookInstagram X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Fevereiro chegou: não perca Susi, o Musical, com PRISCILLA no papel principal

Texto revisado por Larissa Couto

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de uso e qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!