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Romance, poder e casamento por conveniência movimentam nova comédia romântica coreana

A Coroa Perfeita estreia em abril com uma história que mistura realeza, disputas familiares e sentimentos inesperados

A comédia romântica sul-coreana A Coroa Perfeita estreia em 10 de abril de 2026 no Disney+ para o público internacional e no Hulu nos Estados Unidos. A série marca o aguardado encontro nas telas de duas grandes estrelas do entretenimento coreano em uma história que mistura romance, política familiar e casamento por conveniência em meio à realeza contemporânea.

Imagem: divulgação/Disney+

Na trama, o público acompanha o Grão-Príncipe I-AN, um dos membros mais queridos da família real, que acaba envolvido em uma disputa de poder dentro do palácio. Pressionado a se casar para preservar a estabilidade da monarquia, ele decide firmar um casamento por conveniência com Huiju, herdeira de um poderoso conglomerado empresarial da Coreia. O que começa como um acordo estratégico entre duas figuras influentes logo se transforma em algo mais complexo, quando sentimentos inesperados passam a surgir e os planos cuidadosamente calculados começam a sair do controle.

O elenco é liderado por IU (Se a Vida te Der Tangerinas), que interpreta Huiju, e por Byeon Woo-seok (Adorável Corredora), no papel do carismático Grão-Príncipe I-AN. IU é conhecida por papéis marcantes em produções televisivas e pela carreira consolidada na música, enquanto Woo-seok ganhou destaque recente em dramas populares, consolidando-se como um dos rostos mais promissores da televisão coreana.

Imagem: reprodução/Recreio

A direção da série é de Park Joon-hwa, (Alquimia das Almas e O que Há de Errado com a Secretária Kim?), enquanto o roteiro fica por conta da escritora Yoo Jiwon. A expectativa é alta entre os fãs de dramas asiáticos, já que a produção reúne nomes consagrados e aposta em uma narrativa que mistura romance clássico com intrigas de poder.

A Coroa Perfeita faz parte da nova leva de produções coreanas previstas para chegar ao Disney+ em 2026, reforçando o investimento da plataforma em conteúdos da região Ásia-Pacífico. Com romance, humor e disputas de poder dignas de um drama palaciano moderno, a série promete conquistar tanto fãs de comédias românticas quanto o público já apaixonado pelos populares K-dramas.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Coletiva de Imprensa Cultura Cultura pop Destaques Entretenimento Notícias Séries

Coletiva | Juntas e Separadas aposta na força da amizade feminina em nova série

Produção reúne diferentes histórias de mulheres que enfrentam relações, frustrações e desafios contemporâneos

A nova série Juntas e Separadas foi apresentada à imprensa em coletiva realizada pelo Globoplay, reunindo elenco e equipe criativa para falar sobre os temas centrais da produção. A trama acompanha a trajetória de um quarteto de amigas que compartilham experiências sobre relacionamentos, carreira, desejos e frustrações, tendo a amizade como ponto de apoio em meio aos desafios da vida adulta.

Durante o encontro, a atriz Sheron Menezzes destacou o tom leve e sincero das conversas entre as personagens, que remetem às trocas que muitas mulheres têm no cotidiano com suas amigas. Para ela, essa identificação é um dos pontos fortes da série. “O ponto positivo é essa mistura de conversa de bar com papo calcinha, falando sobre os homens, relacionamentos, desejos, frustrações; acho que é nisso que me identifico, porque sou assim com as minhas amigas. E espero muito que as mulheres assistam e consigam perceber que às vezes o fardo está difícil, mas se elas dividirem com outras mulheres, que estão passando pelas mesmas questões, umas podem ajudar as outras”, disse.

Outro aspecto destacado na coletiva foi o protagonismo feminino dentro da narrativa. Segundo a atriz e roteirista Débora Lamm, a série propõe uma mudança importante na forma como histórias de mulheres costumam ser apresentadas na dramaturgia. “Eu acho que tanto no mundo quanto na dramaturgia, estamos sempre acostumadas a ver o homem como sujeito da narrativa; o homem sempre conduzindo as histórias. Mesmo quando têm mulheres em cena, elas estão falando sobre eles, sentindo falta deles.”

Para ela, a diferença da produção está justamente em colocar as personagens no centro da ação. “E eu vejo nessa série que, de fato, elas são o sujeito da ação, elas são o centro dessa história, as verdadeiras protagonistas. Porque isso é muito sutil, às vezes vemos mulheres como protagonistas, mas quem está sempre no centro da narrativa é a falta do homem, a frustração que o homem fez a mulher passar, e nessa série não. Aqui elas são as condutoras absolutas dessa história, esse é o ponto mais positivo”, afirmou.

Foto: divulgação/Laura Campanella

A atriz Natália Lage também ressaltou a diversidade de experiências representadas na série e o caráter de acolhimento que marca a relação entre as personagens. Para ela, a história dialoga diretamente com discussões atuais sobre o papel da mulher na sociedade. “Eu acho que tem muitos pontos positivos, principalmente a diversidade dessas mulheres e a maneira como elas se amparam. Uma coisa que a Thalita (Rebouças) falou ontem: ‘em tempos tão áridos, não deixa de ser uma homenagem às mulheres.’”

A artista destacou ainda que a narrativa evidencia imperfeições e vulnerabilidades, aproximando as personagens da realidade do público. “Nós temos muitos buracos e defeitos, mas somos legais, estamos querendo nos colocar, discutir, estar junto, uma amparando a outra e acho que a série traz essa amplitude do universo feminino, cada uma com a sua questão. Pessoalmente, também fico muito feliz por esse trabalho estar acontecendo agora, nesse momento, as coisas estarem sendo ditas e discutidas.”

A atriz Luciana Paes completou a reflexão destacando que a série também aborda novas formas de compreender o poder feminino. Segundo ela, as personagens representam mulheres que começam a ocupar espaços de influência na sociedade, mas sem abrir mão da sensibilidade e da coletividade.

“Essas mulheres são um pouquinho mais velhas que a gente, estão alcançando lugares de poder, de movimentação na sociedade, mas sem perder a ternura. Que lugar é esse do poder feminino? Nós ainda não sabemos direito, ainda estamos construindo esse modelo. Porque, muitas vezes, uma mulher se apropria da maneira poderosa de ser aos olhos masculinos. E uma das coisas mais interessantes dessa série é poder entender o poder do feminino; não copiar modelos masculinos, e sim criar coletivos super capazes.”

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Musicais Notícias Teatro

Além das telonas: estreias de teatro musical no eixo Rio-SP em 2026

Novas peças e reestreias chegam em peso no país durante todo o ano

É um ótimo ano para os fãs de musicais!

Com um 2025 marcado pelo sucesso de montagens como Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz, Rita Lee – Uma Autobiografia Musical e Beetlejuice, 2026 não deixará nada a desejar para os apreciadores do teatro. 

O repertório deste ano é bem diverso, desde musicais autorais a clássicos da Broadway que ganham versões brasileiras. 

No primeiro semestre, obras como Ópera do Malandro (SP, até 15 de março), Ney Matogrosso – Homem com H – O Musical (SP, até 29 de março), TINA – Tina Turner (SP, até 10 de maio), Adorável Trapalhão (RJ, até 19 de abril), Diana – A Princesa do Povo (RJ, até 26 de abril, e SP, de 14 de maio a 5 de julho), Tim Maia – Vale Tudo (RJ, até 12 de abril), Gal, O Musical (SP, até 19 de abril), Flashdance (SP, até 31 de maio), Rita Lee – Uma Autobiografia Musical (SP, até 28 de junho), Meu Filho é Um Musical (RJ, 28 de maio a 19 de julho, e SP, data a confirmar) e Shrek – O Musical (SP, de 15 de abril a 10 de maio) ganham os palcos em superproduções que emocionam qualquer um que goste da arte.

Foto: reprodução/Instagram

Já o segundo semestre chega em peso com o tão esperado Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz aterrissando no Rio de Janeiro em julho com Fabi Bang e Myra Ruiz nos papéis principais. Outro sucesso já conhecido pelo público que volta para os teatros do eixo é Mamma Mia!, com elenco já confirmado e início em agosto no Rio.

Os musicais inéditos Gil – Andar com Fé (SP, de 22 de agosto a 11 de outubro) e Piaf – Eu Não Me Arrependo (RJ e SP) também são ótimos pedidos, ambos em processo de audições, com o segundo ainda sem data de estreia confirmada, mas previsto para ficar em cartaz de agosto a novembro. Diretamente da Broadway, West Side Story terá temporada nas duas cidades, ainda sem data e elenco confirmados. Hadestown será apresentado no Teatro Renault, em São Paulo, porém também com estreia a confirmar. Em outubro, Percy Jackson – O Ladrão de Raios leva toda a sua comédia musical para São Paulo, e fica em cartaz até dezembro.

Foto: reprodução/Instagram

Com tantas opções, fica até difícil decidir qual espetáculo presenciar. A boa notícia é que será mais um ano com muita cultura e teatro musical para o povo brasileiro.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Entretenimento Notícias

Novo trailer e pôster de O Diabo Veste Prada 2 são revelados

Filme chega em abril nos cinemas brasileiros

Preparem os looks! Com menos de dois meses para a estreia, a 20th Century Studios e Disney Studios acabam de lançar o segundo trailer oficial para o tão aguardado filme O Diabo Veste Prada 2

A prévia inicia com Miranda (Meryl Streep) indo buscar Andy (Anne Hathaway) em sua casa com a premissa de que as duas têm muito trabalho a fazer na Runway. O teaser também traz a primeira aparição de Simone Ashley (Bridgerton), e dá destaque para os veteranos Emily Blunt e Stanley Tucci. Apesar de curto, o vídeo já é suficiente para deixar os fãs ansiosos e na expectativa de que o dia 30 de abril – data da estreia no Brasil – chegue logo.

Além do trailer, também foi divulgado um novo pôster luxuoso que traz o quarteto principal Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci em roupas de gala, com destaque para Miranda no centro em um vestido vermelho.

Foto: reprodução/Instagram @20thcenturystudiosbr

 

Confira o trailer:

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Cultura pop Entretenimento Notícias Teatro

Cia. dos Trópicos apresenta espetáculo inédito A Sarça Ardente no Teatro Ziembinski, com ingressos a preços populares

A peça dialoga sobre temas profundos como saúde mental, vazio existencial e abandono, mas com boas pitadas de humor, melodrama, ironia e emoção

Uma mulher recém-abandonada pelo marido começa a conversar com uma planta que cresce em seu apartamento. Logo, a planta ganha ideias próprias e acredita ser Deus. Nesse diálogo improvável repleto de ironia e humor ácido entre humano e natureza, realidade e delírio se confundem. Essa é a trama da mais nova criação da Cia. dos Trópicos: A Sarça Ardente. Sob a direção e dramaturgia de João Santucci, o espetáculo inédito fica em cartaz até 1º de abril no Teatro Ziembinski, na Tijuca, Zona Norte do Rio, com ingressos a partir de R$ 20 (meia-entrada).

No palco, uma árvore verdadeira divide o espaço com o elenco, e torna-se personagem viva e simbólica da obra. A peça aborda temas profundos como ausência, vazio existencial, fé, vida, morte, feminino, memória, trauma e solidão, mas com boas pitadas de humor, melodrama, ironia e emoção. Inspirada na tradição das novelas brasileiras, com referências à psicanálise freudiana, à cultura latino-americana e ao melodrama almodovariano, A Sarça Ardente propõe uma reflexão sobre o sentido da existência e sobre a relação entre homem, natureza e arte.

O elenco é formado pelas atrizes Patrícia Bello e Raquel Monteiro, que se alternam, ao longo da encenação, para vivenciar as personagens Planta, Mulher e Muda de Outra Planta. Com temporada até 1º de abril, as apresentações de A Sarça Ardente acontecem às terças e quartas-feiras, às 20h, no Teatro Ziembinski, na Avenida Heitor Beltrão, s/nº (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier), na Tijuca (RJ). Os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada), disponíveis neste link aqui. A classificação indicativa é de 16 anos. A Cia. dos Trópicos também oferece Lista Amiga, com ingressos a R$20, mediante contato direto no Instagram da companhia.

A peça parte de um ponto simples, fácil de comunicar e impossível de ignorar: uma mulher magoada começa a conversar com uma planta, e essa planta passa a acreditar que é Deus. O grande trunfo da peça está justamente nessa combinação entre absurdo e humanidade. O que começa como uma situação estranha e até cômica, rapidamente se transforma em uma metáfora potente sobre solidão, abandono, culpa cristã, fé, delírio, trauma e a necessidade humana de projetar sentido quando tudo desmorona”, ressalta o diretor e dramaturgo João Santucci.

Segundo o diretor, a protagonista feminina também é um ponto de destaque. Não se trata de uma figura idealizada ou heroica, mas de uma mulher em estado de ruptura, atravessada por contradições, carências, culpa, desejo e ironia. A planta que se crê divina não é apenas um elemento fantástico, mas um espelho da própria protagonista e, em alguma medida, de uma sociedade que busca respostas absolutas em meio ao vazio existencial”, explica Santucci.

É uma peça que provoca riso e desconforto, reflexão e identificação, unindo filosofia, melodrama e imaginação em uma narrativa que dialoga tanto com o público amplo quanto com a crítica especializada. É um teatro que se explica rápido, mas permanece ecoando por muito tempo depois que a luz se apaga”, reforça a Cia. dos Trópicos. Em síntese, o diferencial de A Sarça Ardente está em sua capacidade de transformar uma ideia simples e insólita em uma experiência teatral profunda, sensível e visualmente marcante.

Foto: divulgação/Charles Pereira

Sobre a criação do espetáculo

A Sarça Ardente nasce do desejo de criar uma experiência cênica singular, situada entre o melodrama, o humor e a provocação filosófica. A ideia inicial partiu de uma performance: uma planta, que acredita ser Deus, dublada por uma atriz.  Ao longo de quase um ano de desenvolvimento, a companhia investigou de diversas maneiras como representar a psique e a corporalidade dessa mulher-planta e desta planta-mulher, explorando suas fronteiras simbólicas, afetivas e existenciais.

Do ponto de vista estético e narrativo, o trabalho dialoga com o cinema de Pedro Almodóvar, especialmente na construção de personagens femininas em estado de excesso emocional, na mistura entre humor e dor, no uso do melodrama como ferramenta política e afetiva, e na valorização do artifício como linguagem. Ao mesmo tempo, a peça se inspira na tradição das novelas brasileiras, sobretudo na capacidade de tratar temas complexos e existenciais por meio de narrativas populares, diretas e emocionalmente reconhecíveis, em que o drama convive com o riso e o cotidiano é atravessado pelo extraordinário. 

Ficha técnica

Direção e dramaturgia: João Santucci | Design e assistência de direção: Julia Feital | Elenco: Patrícia Bello e Raquel Monteiro | Produção: Malu Costa | Cenário: Renê Salazar | Iluminação: Rodrigo Belay | Figurino: Maïa Flores | Direção de movimento: Allenkr Soares | Operação de luz: Bernardo Bastos | Operação de som: Thiago Miyamoto | Cenotécnicos: Francisco Gomes e Fabrício Gomes | Assistência de produção: Bruna Secchim | Piano: Thalyson Rodrigues

Serviço

Espetáculo A Sarça Ardente

Temporada: até 1º de abril de 2026 (terças e quartas-feiras)

Horário: 20h

Classificação indicativa: 16 anos
Gênero: melodramático
Duração: 80 minutos

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada ou Lista Amiga*)

Compre online na Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/116857/d/367818/s/2471551

* Lista Amiga mediante contato no Instagram @ciadostropicos

Local: Teatro Municipal Ziembinski

Endereço: Avenida Heitor Beltrão, s/nº (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier) – Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)

Capacidade: 141 lugares

Bilheteria (funcionamento): terça a domingo, das 14h às 20h

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Cultura turca Notícias

Meryem chega a Uzak Şehir e promete reviravoltas na trama

Antiga namorada de Cihan retorna à história, acompanhada da irmã Müjgan, com estreia marcada para as próximas gravações

 

A dizi turca Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante) ganhará capítulos ainda mais intensos com a chegada de Meryem, antiga paixão de Cihan (Ozan Akbaba). A personagem será interpretada por Ceren Moray,conhecida pelo seu trabalho em Prisão de Mulheres (2018), Kavak Yelleri (2007) e El Degmemis Ask (2016). que inicia as gravações ainda nesta semana, trazendo consigo a irmã Müjgan, interpretada por İpek Arkan.

Foto: divulgação/StarTV

A presença de Meryem promete trazer à tona lembranças e conflitos do passado de Cihan, movimentando os rumos da trama. Já Müjgan será vivida por İpek Arkan, jovem atriz que já chamou a atenção do público por seus papéis em Karanlıktan Kaçış (2024), Kuruluş: Orhan (2025) e Haile: Bir Aile Kâbusu (2023). Com a chegada das irmãs, os fãs podem esperar confrontos emocionais e dilemas familiares que devem mexer com todos os personagens da cidade.

Foto: divulgação/aTV

 

Fenômeno de audiência e das redes sociais

Uzak Şehir estreou em 11 de novembro de 2024, no Kanal D, e se consolidou como fenômeno de audiência e repercussão nas redes sociais. A trama, estrelada por Ozan Akbaba e Sinem Ünsal, acompanha a luta de Alya para proteger seu filho em Mardin após a morte do marido, misturando drama e romance em cada episódio.

A segunda temporada já está no ar, trazendo novas atrizes no elenco, incluindo Banu Fotocan e Özge Erdem, além de novos mistérios e reviravoltas que prometem prender ainda mais a atenção dos fãs.

Foto: divulgação/Haberler
Uma trama que continua conquistando o público

Com a introdução das novas personagens e o fortalecimento do enredo, Uzak Şehir mantém seu lugar entre as dizis mais acompanhadas do streaming. Drama familiar, romance e suspense se combinam para conquistar tanto fãs antigos quanto novos espectadores, consolidando a série como um dos grandes destaques do entretenimento turco.

Foto: divulgação/KanalD

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura asiática Cultura pop Música Notícias

Como o retorno do BTS com Arirang reescreve a regra do ídolo pop

O grupo sul-coreano usa suas raízes para provar que a maior força de um fenômeno global é a própria autenticidade

Prestes a retornar oficialmente de seu hiato, o BTS reafirma sua posição como uma dos grupos mais influentes da música global contemporânea. Sustentado por bilhões de reproduções no streaming e por um impacto multibilionário na economia de seu país, o grupo se distancia cada vez mais do molde tradicional que enquadra os artistas coreanos.

Eles marcam esse retorno com o álbum Arirang, que será lançado em 20 de março, e um evento ao vivo monumental na Praça Gwanghwamun no sábado (21), que será transmitido globalmente pela Netflix.

É impossível observar esse marco pós-alistamento sem puxar na memória o que aconteceu com outro grande ícone global da música. Quando Elvis Presley foi para o exército em 1958, ele era um roqueiro rebelde e perigoso para os padrões da época. Ao retornar, a indústria o havia lapidado em um produto comportado, ideal para o cinema e para as famílias conservadoras.

Foto: reprodução/Associated Press

Historicamente, o mercado de ídolos tem fama de neutralizar e controlar artistas da mesma forma. O  grupo sul-coreano BTS, contudo, parece usar o novo álbum para rasgar essa regra, mostrando que não pretende voltar a se encaixar em moldes.

Se Elvis representa o risco da domesticação, os Beatles ilustram a rota da fuga. No auge da “Beatlemania”, o quarteto britânico se cansou da febre que provocou. Cancelaram turnês e, em 1967, se isolaram nos estúdios para quebrar o padrão de boyband que eles mesmos criaram. Desse confinamento nasceu o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967), uma obra que revolucionou a produção musical e cuja influência dita as regras do pop até os dias de hoje.

Foto: reprodução/Michael Cooper/Parlophone

O BTS, no entanto, reage de forma oposta à distância. Em 2020, ao cancelarem uma turnê mundial pela pandemia, o grupo deixou claro o quanto sofreu com o afastamento do público – uma saudade repetida durante o período de serviço militar. Apesar da pressão esmagadora da indústria, a promessa de retorno sempre foi inegociável.

Ao que tudo indica, a lealdade inabalável de sua fanbase e a força no mercado global deram ao septeto a segurança para alcançar sua versão mais autêntica de peito aberto, sem a necessidade de fugir dos palcos. O golpe final contra o padrão engessado da indústria está na própria anatomia desse retorno.

Ao escolherem o nome Arirang, uma tradicional canção folclórica considerada patrimônio cultural e o hino não-oficial da Coreia, e a histórica Praça Gwanghwamun como palco, o grupo rejeita o isolamento e a formatação comercial.

Imagem: divulgação/BIGHIT Music

Com a Netflix transmitindo o evento para o mundo, eles sequer pedem licença aos porteiros do mercado tradicional americano. Se Elvis foi domesticado pela farda e os The Beatles escolheram o exílio para fugir dos gritos, o BTS escolheu o espaço público e a própria essência. Eles rasgam o manual de sobrevivência do pop e mostram que a maior rebeldia de um artista hoje é, simplesmente, não abaixar a cabeça.

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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