A sequência da franquia chega aos cinemas em julho
O clássico do horror que marcou o gênero nos anos 90 ganhou uma nova versão 27 anos após o lançamento do último filme da franquia. A partir do dia 17 de julho, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado estará nas telonas novamente e nesta terça-feira (17), a um mês da estreia, foi divulgado o trailer oficial da obra.
Confira:
Assim como no primeiro filme, a nova trama segue cinco amigos que causam um acidente de carro fatal e encobrem suas participações no crime. Para que o segredo seja mantido, o grupo faz um pacto de silêncio sobre os seus envolvimentos, evitando as consequências legais daquilo. Após um ano, o passado retorna para assombrá-los.
Foto: divulgação/Sony Pictures
Lançado em 1997, o primeiro filme da franquia não demorou para se tornar um clássico do horror adolescente, marcando uma geração e colaborando para a consolidação do slasher na década. O sucesso foi tão grande que gerou continuações: Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998) e Eu Sempre Vou Saber o que Fizeram no Verão Passado (2006).
Nos anos 2000 a franquia perdeu o fôlego, mas com a volta de antigos clássicos slasher, como a continuação da franquia Pânico, a saga voltou a ser tema de discussões entre fãs do gênero. Em 2021, a Amazon Prime Video lançou uma série homônima ao filme, inspirada na história original. A obra dividiu opiniões, mas também renovou o interesse do público pela franquia e a apresentou para novos espectadores.
Mais do que uma sequência de filmes, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado se tornou um marco entre os filmes de terror.
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Autora premiada reúne reflexões potentes após mais de 30 anos de convivência com a maior pensadora negra brasileira viva
Na obra Só Bato em Cachorro Grande, Do Meu Tamanho ou Maior – 81 Lições do Método Sueli Carneiro (2025), a escritora mineira Cidinha da Silva compartilha aprendizados colhidos ao longo de mais de três décadas ao lado da filósofa e ativista Sueli Carneiro, referência incontornável do pensamento negro brasileiro.
Imagem: reprodução/Grupo Editorial Record
O livro, publicado pela Editora Rosa dos Tempos, integra as comemorações pelos 75 anos de Sueli, celebrando não apenas sua trajetória intelectual, mas também a relação profunda entre duas mulheres negras que caminham lado a lado na luta por justiça social.
Organizada em 81 lições breves, a obra vai além de uma homenagem: é um gesto de escuta, memória e continuidade. Cidinha, conhecida por sua escrita afiada e poética, sistematiza o que chama de “Método Sueli Carneiro”, um conjunto de ensinamentos que revelam força, ética e afeto.
Frases como “A fúria é banta” e “Não abra espaço com os cotovelos” se transformam em chaves para refletir sobre ativismo, posicionamento político e espiritualidade negra.
“O que Cidinha da Silva, sagazmente, denominou Método Sueli Carneiro (Método SC) é um olhar sobre Sueli, sobre si mesma e sobre os caminhos que ambas trilham e trilharam, juntas e individualmente, nas lutas, nos encontros, na vida”, escreve Wanderson Flor do Nascimento, professor da UnB e autor do prefácio da obra.
O livro conta ainda com texto de orelha da escritora Tatiana Nascimento e posfácio do professor Eduardo Oliveira (UFBA). Para Eduardo, a publicação é, acima de tudo, uma declaração de amor: “Amor na clave da justiça. E mais! Amor como demanda no território da formação política.”
Com 208 páginas, a obra chega às livrarias pelo Grupo Editorial Record, sendo o 23º livro de Cidinha da Silva e consolidando sua voz como uma das mais importantes da literatura contemporânea brasileira.
A autora já foi premiada pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) com o infantil O Mar de Manu (2021) e também recebeu o Prêmio Biblioteca Nacional, em 2019, pelo livro de contos Um Exu em Nova York (2018).
Cidinha é uma das autoras confirmadas na Feira do Livro de São Paulo e terá participação de destaque na Casa Record durante a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), reforçando seu protagonismo na cena literária nacional.
“Honrar nossas mais velhas é um ato de amor. Só não se esqueça de que, sem justiça, amor nenhum existe”, lembra Tatiana Nascimento, na orelha do livro, sintetizando o espírito que atravessa as páginas.
Sobre a autora
Cidinha da Silva (Belo Horizonte, 1967) é escritora, cronista, dramaturga e gestora cultural.
Imagem: reprodução/Nuno Biazzo
Publicou 22 livros e organizou obras fundamentais sobre relações raciais no Brasil. Quatro de suas obras foram selecionadas para o PNLD, e seus textos já foram traduzidos para o espanhol, francês, catalão, inglês e italiano.
Além disso, colabora com o jornal literário Rascunho e estreia agora na Editora Rosa dos Tempos com uma obra que une memória pessoal e formação política.
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Documentário estreia no streaming no dia 24 de junho
Os Afro-Sambas: O Brasil de Baden e Vinicius é um documentário que retoma as raízes afro-brasileiras, ao mostrar o processo criativo de Baden Powell e Vinicius de Moraes. Além disso, também se destaca a forte conexão entre o samba, o candomblé e a ancestralidade para fazer o álbum homônimo, lançado em 1966. A produção chega no Max no dia 24 de junho.
Foto: divulgação/HBO
Símbolos da MPB
As gravações, que foram realizadas no Rio de Janeiro, em Salvador e São Paulo, trazem imagens de arquivo raros, entrevistas inéditas e reconstruções emocionantes, juntamente com registros de uma viagem pela história, pelos sons e pelo contexto social que moldaram a obra, visto que esses componentes a tornaram símbolo da música popular brasileira.
Foto: divulgação/HBO
Canto de Ossanha dá início ao disco e traduz a essência estética e espiritual da obra. Ela é considerada um dos maiores símbolos da música brasileira. Dessa forma, como outras faixas marcantes, incluindo Tempo de Amor, Canto de Iemanjá e Canto de Xangô, elas refletem a união entre a força da conexão ancestral, da espiritualidade e das tradições afro-brasileiras, ao mesmo tempo que busca pela liberdade criativa que molda todo o disco.
O documentário também apresenta trechos de entrevistas com Cynara Faria (fundadora do Quarteto em Cy), Maria Bethânia, Nelson Motta, Jards Macalé, Dori Caymmi e Russo Passapusso, que contribuem com diferentes perspectivas. Emílio Domingos assina a direção e roteiro, e o documentário conta com a produção de Renata Leite e Diogo Pires Gonçalves. A supervisão é de Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Marina Pedral por parte da Warner Bros.
Confira o trailer:
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O ator, muito querido na América Latina, estará de volta na próxima temporada
Longe da televisão desde o fim de Adım Farah (My Name Is Farah, 2023), em que interpretou Tahir (braço direito de um chefe da máfia), seu retorno está próximo! De acordo com a jornalista Birsen Altuntaş, o ator concordou em participar da série Bereketli Topraklar (tradução livre: Terras Férteis), dando vida à Ömer Bereketoğlu.
A notícia surge depois de rumores de que o papel seria interpretado pelo ator Caner Cindoruk (Força de Mulher, 2017).
Engin Akyürek, que tem uma grande quantidade de fãs na América Latina e também é muito popular em seu país, interpretará na produção da Süreç Film o filho dos Bereketoğlu. A trama, escrita por Hasan Tolga Pusat e Ozan Ağaç, contará a história do embate entre as famílias de Rıza Berekoğulları e Kadir Karahanlı.
A história, baseada em duas obras de Safa Önal, será dirigida por Yağız Alp Akaydın e Gizem Kızıl. As filmagens começam no mês de agosto em Adana, já que a série está prevista para a próxima temporada (que se inicia em setembro). Vale destacar que o ator já havia trabalhado com o diretor Yağız na série A Fuga (Kaçış, 2022), do Disney+.
Foto: reprodução/Dizilah
Elenco
Outros atores que estarão na série, que irá ao ar na Show TV, são Sarp Akkaya (Ferit) e Bilal Yiğit Koçak, que interpretará Salih, o filho mais novo da família Bereketoğlu. Ambos serão irmãos de Ömer, interpretado por Engin. Zehra Kelleci (Karaca) e İlayda Akdoğan (Fatma Karahanlı) completam o elenco até o momento.
Outros trabalhos
No mês de maio, o ator participou de filmagens para uma campanha da plataforma Go Türkiye, que divulga o turismo da Turquia. Junto da atriz Afra Saraçoğlu (O Canto do Pássaro, 2022), Engin gravou em Istambul. O objetivo do projeto é divulgar a cidade turística, atraindo visitantes do mundo todo ao país, através dos artistas das dizis.
O ator turco ainda tem um projeto original para a Netflix que deve ser lançado este ano. Old Money será estrelado por Engin e Aslı Enver (Meu Porto Seguro, 2022). No drama produzido pela Tims&B, ele será Osman, um homem que veio do nada e se tornou muito rico e bem-sucedido através de ações ousadas.
Foto: reprodução/Dizilah
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No dia do aniversário, revisitamos a trajetória da atriz com seus sucessos e algumas curiosidades
Marie Avgeropoulos nasceu em 17 de junho de 1986, é uma atriz e modelo canadense de origem grega. Marie ficou conhecida ao interpretar Octavia Blake, na série de ficção científica The 100, do canal The CW.
Marie nasceu e foi criada em Thunder Bay, às margens do Lago Superior. Desde jovem, aprendeu a pescar, caçar e acampar ao redor da fogueira, imersa na natureza local. Após dois anos estudando Jornalismo em sua cidade natal, desistiu do curso e decidiu embarcar em uma nova aventura e se mudou para a Europa. Alguns meses depois, retornou ao Canadá e fixou residência em Vancouver.
Foto: reprodução/Instagram @marieavgeropoulos
Apaixonada pela natureza, ela aproveita cada momento livre para visitar parques e reservas naturais, andar de skate, passear com seus cães, surfar, pescar, acampar, compor músicas e pilotar sua Harley Davidson. Entre suas lembranças mais queridas da infância estão os momentos em que patinava com o pai nas pistas da cidade, compartilhando risos e aventuras.
Em 2013, a atriz conheceu o ator Taylor Lautner nas gravações do filme Tracers (2015), e eles começaram a namorar. Em janeiro de 2015, foi anunciado o término do relacionamento, que já tinha acabado há cerca de dois meses.
Foto: reprodução/Instagram @marieavgeropoulos
Apesar dos êxitos em sua carreira, Marie enfrentou uma situação delicada na madrugada de 5 de agosto de 2018, quando foi detida por violência doméstica. O episódio ocorreu após seu namorado acionar a polícia durante uma crise em que ela havia misturado medicamentos controlados com vinho, ficando descontrolada.
Embora o rapaz apresentasse marcas no corpo, ele afirmou que sua intenção ao chamar as autoridades era apenas conter a situação, não levá-la à prisão. Mesmo assim, Marie foi detida, mas teve a fiança paga por ele, que optou por não prestar queixa e teve sua identidade preservada.
Listamos alguns projetos que Marie Avgeropoulos participou:
Jiu Jitsu
Lançado em 20 de novembro de 2020, o filme tem 1h42 de duração, e mistura os gêneros de ação, fantasia, artes marciais e ficção científica. Com direção e roteiro de Dimitri Logothetis, o longa conta com Nicolas Cage, Alain Moussi e Marie Avgeropoulos no elenco.
No filme, a Terra é ameaçada por um invasor alienígena que retorna a cada seis anos, e apenas uma antiga ordem de lutadores pode detê-lo. Jake Barnes, herói de guerra e mestre de Jiu Jitsu, recusa-se a enfrentar o inimigo, colocando o planeta em risco. Após ser ferido e perder a memória, ele é resgatado por Wylie e um grupo de guerreiros que o ajudam a recuperar suas habilidades para a batalha decisiva.
A série The 100 conta com sete temporadas e foi exibida originalmente pelo canal The CW Television Network. O primeiro episódio foi ao ar em 19 de março de 2014, e teve seu episódio final em 30 de setembro de 2020. Criada por Jason Rothenberg, a produção também contou com roteiros de Charmaine DeGraté e Kim Shumway.
A história se passa 97 anos após uma guerra nuclear que devastou toda a civilização. Para tentar repovoar a Terra, uma nave espacial que abriga os últimos sobreviventes da humanidade envia 100 jovens delinquentes de volta ao planeta. Eles enfrentam diversos desafios para garantir a sobrevivência da espécie e reconstruir a sociedade.
Foto: reprodução/Instagram @marieavgeropoulos
Butterfly in the Typewriter
Filme de 2018, retrata a vida de John Kennedy Toole (interpretado por Thomas Mann) e a história por trás de seu livro. Estudante, professor e viajante, Toole foi um observador atento da condição humana na década de 1960. O longa, ainda sem sinopse divulgada, é um drama biográfico dirigido e roteirizado por David DuBos.
O elenco também conta com nomes como Susan Sarandon, Diane Kruger e Marie Avgeropoulos.
Reencontrando o Amor
Reencontrando o Amor (título original: A Remarkable Life), lançado em DVD em 21 de junho de 2017, é um drama musical de 1h37, dirigido e roteirizado por Vohn Regensburger. A história acompanha Lenny Babbitt, que enfrenta uma grande reviravolta ao perder o emprego, descobrindo a traição da esposa e ficando responsável pelo filho autista. Em meio às dificuldades, ele encontra esperança para recomeçar ao conhecer Chelsea, uma jovem espirituosa que lhe traz nova inspiração.
Dead Rising: Endgame
Lançado em 13 de outubro de 2016, esse é um filme de ação e terror com 1h36 de duração, dirigido por Pat Williams e escrito por Michael Ferris. O elenco conta com Jesse Metcalfe, Keegan Connor Tracy, Dennis Haysbert e Marie Avgeropoulos.
A trama acompanha Chase Carter, um repórter investigativo que examina a misteriosa instalação onde prisioneiros são usados como cobaias, na busca por uma cura para a infestação de zumbis. Com a ajuda de uma pequena câmera, ele descobre uma conspiração governamental liderada pelo General Lyons, e precisa agir para proteger os inocentes em quarentena devido ao surto.
De onde conheceu a Marie Avgeropoulos? Já assistiu alguma dessas obras? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
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