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Música Notícias

Ed Sheeran lança clipe de seu novo single A Little More

A música já está disponível em todas as plataformas digitais e o clipe é estrelado por Rupert Grint

Ed Sheeran lançou, nesta quinta-feira (7), seu novo single A Little More. O videoclipe oficial conta com a volta de Rupert Grint e traz a continuação dos acontecimentos do clipe de Lego House, no qual o ator interpreta um fã obcecado pelo cantor.

Foto: reprodução/Instagram @teddysphotos

No novo clipe, dirigido por Emil Nava, o personagem de Rupert sai da prisão após 14 anos e tenta seguir uma vida normal. No entanto, ele começa a ver Ed Sheeran em todos os lugares por onde passa.

Ao longo da história, ele conhece uma mulher, interpretada por Nathalie Emmanuel, atriz que também deu vida à personagem Missandei em Game Of Thrones (2011). Ela se torna seu interesse amoroso e a história é encaminhada para um casamento. Porém, o personagem de Rupert se depara com uma surpresa ao levantar o véu da noiva.

Confira o videoclipe de A Little More, já disponível no YouTube:

Ed Sheeran – A Little More (Official Music Video) 

O que achou da volta da colaboração entre Ed Sheeran e Rupert Grint? Conte para a gente nas redes sociais do Entretê (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

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Cinema Notícias

Cinebiografia de Maurício de Sousa ganha pôster oficial

Filme estreia em outubro em todos os cinemas brasileiros 

Na contagem regressiva para a estreia, o novo pôster da cinebiografia do maior cartunista do Brasil e criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa – O Filme (2025), emocionou os fãs ao fazer uma referência direta à clássica foto de Maurício de Sousa nos anos 90. 

No material oficial do filme, o protagonista, Mauro Sousa — filho do artista —, aparece rodeado por alguns dos personagens mais famosos criados pelo quadrinista: Mônica, Cebolinha, Horácio e Bidu, mostrando a conexão entre o criador e suas criações.

Foto: divulgação/ Imprensa

Da infância em Mogi das Cruzes aos primeiros passos como cartunista em busca de oportunidades, Mauricio de Sousa – O Filme mostra os desafios enfrentados por Maurício em busca de uma carreira considerada impossível na época. Por meio de suas ambições e de sua criatividade, a obra demonstra como o quadrinista transformou a sua família e amigos na turma mais conhecida do Brasil. 

O filme é fruto de uma colaboração entre grandes nomes da indústria do entretenimento. A produção é da Focus Films e Boa Ideia Entretenimento, com coprodução e distribuição da The Walt Disney Company Brasil e colaboração da MSP Estúdios.

Pedro Vasconcelos, o diretor da obra, fez uma escolha estilística ousada em Mauricio de Sousa – O Filme: optou por câmeras estáticas ao longo de toda a produção, criando uma conexão com a estética dos quadrinhos. A proposta é imergir o público no universo das histórias de Mauricio, proporcionando a sensação de que estão dentro de um quadrinho. Essa escolha visual não só reforça a identidade das narrativas, como também cria uma experiência única, equilibrando a linguagem cinematográfica com a essência das histórias que marcaram gerações.

Foto: divulgação/ IURY SENCK

Além de Mauro Sousa, o longa conta com um elenco estrelado, incluindo Diego Laumar, que interpreta Mauricio na infância; Thati Lopes, como Marilene, sua primeira esposa; Elizabeth Savalla, como Vó Dita; e Emílio Orciollo Netto e Natália Lage, que dão vida aos pais do desenhista, Tonico e Nila, respectivamente. Outros grandes nomes, como Othon Bastos, Fernando Eiras e Clara Galinari, também estão no filme.

Pensado para ser assistido em família, o longa traz uma linguagem acessível e sensível, reforçando que esta é uma história que todo brasileiro deveria conhecer para se inspirar.

Maurício de Sousa – o Filme estreia em todos os cinemas brasileiros no dia 23 de outubro.

 

Confira o trailer abaixo:

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

 

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Cinema Cultura Destaques

Documentário Ritas chega com exclusividade ao streaming

Longa está entre os cinco documentários mais vistos de 2025

 

Toda a trajetória da cantora ganha uma nova perspectiva no documentário Ritas, que estreia amanhã (09), no streaming.

O documentário fala sobre a vida pessoal de Rita e todo seu processo criativo. Ela, que além de cantora, é também poeta, compositora, atriz, ativista, instrumentista, e marcou uma geração inteira.

Todas essas versões se encontram em Ritas, que revela momentos marcantes como o encontro com Roberto de Carvalho, sua “refestança” com Gilberto Gil e parcerias inesquecíveis com nomes como Elis Regina, Maria Bethânia e João Gilberto.

O longa é uma oportunidade para que o público conheça o lado mais íntimo da cantora, mostrando todas suas referências para a construção da sua carreira. 

Ritas
Foto: Acervo/Globo Filmes

A trama é narrada por Rita, por meio de relatos em entrevistas concedidas ao longo de sua carreira. O documentário reforça a importância da cantora para a propagação do rock nacional, e como referência feminista no país.

Ritas já levou mais de trinta mil espectadores aos cinemas de todo o Brasil, é dirigido por Oswaldo Santana, além de conter registros pessoais da cantora. Agora, está disponível no Globoplay.

Entre os cinco documentários brasileiros mais assistidos de 2025, Ritas é uma produção da Biônica Filmes em coprodução com a 7800 Productions e a Claro, com apoio da Globo Filmes e da DOT Cine. A realização é do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, em parceria com o Governo Federal, Ministério da Cultura e a Lei Paulo Gustavo. 

Você está esperando o que para assistir ao documentário? Assista e depois conte pra gente. Não esqueça de seguir o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia também: Medusa, longa nacional, é confirmado na seleção do Festival de Toronto 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Cultura Cultura pop Entretenimento Eventos Notícias Teatro

Gabriela Duarte estreia seu primeiro monólogo em montagem inspirada em conto feminista icônico

Depois do sucesso em São Paulo, com sessões esgotadas no Teatro FAAP, e indicação ao Prêmio Shell de Melhor Cenário, a atriz se apresenta nos palcos cariocas

Em seu primeiro monólogo, Gabriela Duarte dá vida à protagonista de O Papel de Parede Amarelo e Eu, peça baseada no conto homônimo da escritora norte-americana Charlotte Perkins Gilman (1860–1935), um marco da literatura feminista. A história acompanha uma mulher confinada em um quarto pelo próprio marido — um médico que, sob o pretexto de cuidar de sua saúde mental, a impede de exercer qualquer atividade intelectual. Isolada, ela desenvolve uma obsessão crescente pelo papel de parede amarelo que reveste o quarto, símbolo da opressão, do aprisionamento e da perda de identidade.

A montagem, dirigida por Alessandra Maestrini e Denise Stoklos, vai além do drama individual da personagem. Para as diretoras, o espetáculo é um manifesto contemporâneo que dialoga com questões ainda presentes na sociedade, como o silenciamento das mulheres, o controle sobre seus corpos e subjetividades e a medicalização da experiência feminina. “Todos sonhamos com o desligamento das questões opressivas que o texto traz de forma metafórica, mas que nós conhecemos em diferentes níveis na sociedade atual. É um espetáculo muito contemporâneo”, afirmam.

Estreia intensa e elogiada pela crítica

Gabriela Duarte se envolveu profundamente com o projeto desde o início e revela que encontrou, na obra, a oportunidade de abordar sua própria trajetória e reflexões. “Eu queria fazer algo em que pudesse falar um pouco de mim e da minha busca por identidade”, conta a atriz, que se apaixonou pelo conto e o descreve como “extremamente simples, objetivo, lúdico e político”. E nele alcançou o que buscava: “Eu acho que, quando uma mulher fala de si, ela acaba falando de todas. E é aí que o tema se amplia”.

Foto: divulgação/Priscila Prade

A atuação da atriz tem sido amplamente reconhecida pela crítica. Para Miguel Arcanjo, membro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), sua “maturidade cênica e intensa entrega” se destacam. O também membro da APCA, Bob Souza, elogia: “Gabriela transita com precisão entre vulnerabilidade e força, construindo uma presença cênica que é tanto pessoal quanto coletiva. (…) Sua performance estabelece, com a direção, um jogo refinado de entrega e escuta, (…) um trabalho de maturidade artística, que se vale da simplicidade para alcançar densidade e da contenção para sugerir vastidão.”

Duas Diretoras, Uma Direção 

Alessandra Maestrini e Denise Stoklos assinam a direção juntas. Alessandra, que acompanha o trabalho de Denise há 30 anos, vê pontos em comum entre seu trabalho e o Teatro Essencial, linguagem criada por Denise e que valoriza a expressividade do ator por meio do corpo, da voz e da mente, com o mínimo de recursos externos. Segundo Denise, Alessandra tem um “olhar muito agudo”, um ritmo rápido de direção e emprega os conceitos do Teatro Essencial de forma inovadora. A parceria Maestrini – Stoklos traz ao público um novo conceito estético, que brota do limiar entre a instalação, a performance, a dança e o teatro.

Nesse processo, Gabriela Duarte foi convidada a explorar seu lado cômico. Para ela, encontrar leveza em um tema tão denso é uma das forças da peça: “Acho tão poderoso você saber como rir de situações muito difíceis. A Alessandra tem trazido essa visão para os ensaios. Não diria que é um riso de humor escancarado, mas um riso consciente, de constatação, de perceber que as coisas podem mudar”.

A Encenação

A cenógrafa Márcia Moon criou uma prisão transparente: um ambiente minimalista e simbólico, representando tanto uma prisão invisível quanto um espaço de libertação. Diferentes tipos de papel interagem com o corpo da atriz. Fragmentos de papel amarelo caem lentamente sobre a personagem ao longo da ação, aumentando de tamanho e quantidade e criando um ambiente opressor.

Boa parte do texto surge em voz gravada da própria atriz, que contracena consigo mesma, como se interagisse com as vozes dentro da sua cabeça.

Os figurinos de Leandro Castro buscam simbolizar as várias camadas de repressão sobre o corpo feminino, com referências a diversas culturas. A trilha sonora, a cargo de Thiago Gimenes, combina elementos acústicos com o universo eletrônico e dos games, remetendo à opressão contemporânea por meio das tecnologias e redes sociais. E o desenho de luz, de Cesar Pivetti, é pensado como mais um personagem da peça, com a capacidade de subjugar e libertar.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Cultura pop Notícias Séries

Para maratonar: séries leves e divertidas para assistir no fim de semana

O Entretê separou uma lista com títulos imperdíveis para garantir as risadas em casa

 

Tem séries clássicas de Hollywood? Sim. Temas envolventes? Claro. Novas produções que acabaram de sair do forno? Pode ter certeza! De grandes temporadas até episódios curtos, o streaming oferece séries perfeitas para maratonar. Sempre com um toque de humor e a leveza que uma boa maratona de seriados pede!

Para quem gosta de séries leves, divertidas e com narrativas envolventes, o Entretê reuniu opções ideais — que vão de tramas familiares a aventuras divertidas e emocionantes. Confira a lista com dez títulos imperdíveis disponíveis nas plataformas digitais:

 

Ransom Canyon (2025) — Netflix

séries
Imagem: Reprodução/Netflix

A série é um drama familiar contemporâneo, ambientado no Texas, que segue a história de três famílias de fazendeiros e seus destinos entrelaçados. Ransom Canyon é uma cidade fictícia que abriga os desafios da vida rural,  relacionamentos complexos e as lutas para proteger seus legados e lares. A trama se desenrola em meio a paisagens de tirar o fôlego e foca nas paixões, nos segredos e, claro, nos romances que florescem em meio à trama.

 

Meu Querido Zelador (2022 – presente) — Disney+

séries
Imagem: Reprodução/Disney Press

A comédia dramática narra, em um misto de ironia e humor, as aventuras de Eliseo (Guillermo Francella), o zelador de um prédio de alto padrão que, por trás das estruturas do consórcio que o emprega, usa e abusa de seu poder de vigilância e interferência. Lá ele vive, trabalha e absorve cada detalhe da vida de seus habitantes. Mas, sob sua aparência prestativa e obsequiosa, ele esconde um talento para manipulá-los.

 

The Studio (2025) — Apple TV+

séries
Imagem: Reprodução/Apple TV Press

Seth Rogen estrela o seriado no papel de Matt Remick, o recém-nomeado chefe da Continental Studios. Num cenário em que o cinema luta para se manter relevante, Matt e sua equipe de executivos apaixonados enfrentam suas próprias inseguranças enquanto precisam lidar com artistas narcisistas e empresários implacáveis em uma busca incansável pela criação de grandes filmes. Protegidos por trajes que escondem uma marcada fobia social, cada festa, visita a estúdios, escolha de elenco, reunião de marketing e cerimônia de premiação é uma oportunidade para um sucesso brilhante ou uma catástrofe que colocará fim às suas carreiras.

 

Modern Family (2009 – 2020) — Disney+

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Imagem: Reprodução/Disney Plus

A série de comédia norte-americana acompanha o dia a dia de três famílias ligadas entre si: Jay Pritchett (Ed O’Neill), um homem mais velho casado com a colombiana Gloria (Sofía Vergara), que tem um filho do primeiro casamento; sua filha Claire (Julie Bowen), casada com Phil (Ty Burrell) e mãe de três filhos; e seu filho Mitchell (Jesse Tyler), que vive com o marido Cameron (Eric Stonestreet) e juntos adotam uma menina. Modern Family retrata, com muito humor e emoção, os desafios e as situações cotidianas dessas famílias modernas, abordando temas como paternidade, diversidade e relacionamentos.

 

Tapas & Beijos (2011- 2015) — Globoplay

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Imagem: Reprodução/Globoplay

Fátima (Fernanda Torres) e Sueli (Andrea Beltrão) são independentes, solteiras, colegas de trabalho e, mais do que isso, melhores amigas. Em meio ao expediente no Djalma Noivas, elas buscam o amor verdadeiro, mesmo que suas vidas amorosas estejam sempre marcadas por confusões e desencontros. Recheada de personagens únicos e cativantes, a série equilibra o humor, o romance e a amizade em meio às alegrias e dificuldades do dia a dia.

 

Veep (2012 – 2019) — HBO Max

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Imagem: Reprodução/HBO Max

A senadora experiente Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) assume o cargo de vice-presidente apenas para descobrir que a posição não é nada do que ela esperava. Longe da grandiosidade que imaginava, ela se vê envolvida em uma série de eventos menores, como apagar incêndios políticos, lidar com a imprensa e tentar manter sua imagem pública. Veep é conhecida por seu humor ácido e diálogos afiados que satirizam o mundo da política americana e seus personagens. Com uma visão cômica e realista da política, mergulhamos nos bastidores do poder, das intrigas palacianas e da busca incessante por influência.

 

O Mundo por Philomena Cunk (2022) — Netflix

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Imagem: Reprodução/ABC Press

A união perfeita entre humor, inteligência e história é definitivamente este documentário espirituoso e fictício sobre a história da civilização. A repórter Philomena Cunk, interpretada por Diane Morgan, mostra os altos e baixos da humanidade numa jornada que combina fatos reais e observações hilárias e perspicazes de Cunk. Ela entrevista especialistas e visita locais históricos, fazendo perguntas que revelam tanto sua própria ingenuidade quanto a complexidade da história que ela tenta entender.

 

Jury Duty (2023) — Prime Video

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Imagem: Reprodução/Prime Video

Na Mira do Júri, ou Jury Duty, é uma série de comédia em formato de mockumentary — naquele mesmo estilo de The Office (2005 – 2013) —, que acompanha o julgamento de um caso fictício pelos olhos de Ronald Gladden, um empreiteiro de San Diego que não sabe que o julgamento é uma farsa e todos ao seu redor são atores. A série explora situações absurdas e hilárias criadas para o personagem principal, enquanto ele interage com os jurados que seguem um roteiro cuidadosamente elaborado.

 

Abbott Elementary (2021 – presente) — Disney+

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Imagem: Reprodução/Disney Press

Abbott Elementary é muito mais do que uma escola na Filadélfia. A série de comédia acompanha um grupo de professores dedicados e apaixonados e uma diretora altamente despreparada navegando pelo sistema de escolas públicas americanas. Apesar de todas as dificuldades, eles estão determinados a ajudar seus alunos a obterem sucesso, e, embora esses incríveis servidores públicos estejam em menor número e sem recursos, eles amam o que fazem — mesmo não amando a atitude do distrito escolar em relação à educação das crianças.

 

Falando a Real (2023 – presente) — Apple TV+

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Imagem: Reprodução/Apple TV Press

Seriado criado por Bill Lawrence, Brett Goldstein e Jason Segel, que lidera um elenco talentoso ao lado de Harrison Ford e Jessica Williams. Nele, acompanhamos Jimmy (Segel), um terapeuta em luto que começa a quebrar as regras e dizer aos pacientes exatamente o que pensa. Ignorando todo o treinamento e a ética, ele provoca tumulto e grandes mudanças na vida das outras pessoas e na sua própria. E tem mais: a comédia dramática vai ganhar mais uma temporada ainda neste ano!

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Entretenimento Livros

12 livros para pais que adoram histórias inspiradoras, terror, gastronomia ou autoconhecimento

Confira esta lista contempla de títulos de não ficção, terror, biografias e guias práticos, pensada para leitores que enxergam a paternidade como jornada, afeto e descoberta

A seleção é uma curadoria da Intrínseca e celebra pais de todos os perfis, dos que gostam de vinhos e histórias de vida aos que não resistem a uma boa narrativa de arrepiar.

Para os amantes de gastronomia

O que Eu Comi em Um Ano, Stanley Tucci (2025)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Mais que um diário culinário, esta obra é um relato saboroso sobre a importância da comida na construção das nossas memórias mais íntimas. Durante doze meses, o ator e apaixonado por gastronomia Stanley Tucci anotou reflexões sobre pratos degustados em casa, viagens ou sets de filmagem. A cada página, Tucci costura lembranças de infância, experiências de paternidade e bastidores de sua carreira com descrições sensoriais que despertam o paladar. É um livro afetuoso, engraçado e profundamente humano, ideal para quem vê na comida um gesto de amor.

Volta ao Mundo: Um Guia Irreverente, Anthony Bourdain e Laurie Woolever (2021)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Repleto de dicas, histórias e pitadas de sarcasmo, este guia pós-humano de Bourdain é um retrato fiel de seu espírito inquieto. Ao lado da editora Laurie Woolever, o chef compartilha impressões de dezenas de países, sugerindo restaurantes, hotéis e hábitos locais com a honestidade mordaz que o consagrou. Para pais que adoram viajar (ou sonham em fazê-lo), é uma leitura divertida e inspiradora, acompanhada por anedotas saborosas e observações afiadas.

O Guia Essencial do Vinho, Wine Folly, Madeline Puckette e Justin Hammack (2016)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Mais que um guia técnico, esta obra é um convite visual e descomplicado para se aventurar pelo universo dos vinhos. Com infográficos, mapas e explicações acessíveis, Madeline e Justin revelam os segredos da enologia com leveza e precisão. É perfeito para o pai que quer explorar novos rótulos, entender os aromas e harmonizações ou simplesmente aproveitar a próxima taça com mais consciência e prazer.

Para o que não tem medo de terror

Manual das Donas de Casa Caçadoras de Vampiros, Grady Hendrix (2025)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Com uma trama que mistura horror, sátira social e crítica ao papel da mulher no ambiente doméstico, Hendrix entrega um suspense viciante e sangrento. A protagonista, uma dona de casa entediada, encontra no clube do livro e nas histórias de crimes reais um escape da rotina. Quando mortes estranhas começam a ocorrer em sua vizinhança e um novo morador parece esconder algo sombrio, ela precisa enfrentar perigos que jamais imaginou — com direito a investigações caseiras, reviravoltas e muita coragem. Um terror afiado e cheio de personalidade.

Casas Estranhas, Uketsu (2025)

Imagem: reprodução/Intrínseca

O terror japonês ganha nova vida nesta coletânea de histórias macabras ambientadas em residências comuns de Tóquio. Uketsu, autor misterioso que nunca mostra o rosto, cria um universo de horror arquitetônico e psicológico, no qual os espaços físicos escondem traumas, maldições e presenças inquietantes. É ideal para pais que apreciam suspense silencioso, atmosfera opressora e um toque sobrenatural inquietante — tudo com uma estética muito própria da literatura japonesa.

O Massacre da Família Hope, Riley Sager (2024)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Com uma trama envolvente e um mistério digno dos grandes thrillers, este livro acompanha uma cuidadora designada para atender a única sobrevivente de uma chacina familiar ocorrida décadas antes. Conforme a protagonista escuta os relatos da paciente — agora idosa e muda, que só se comunica por máquina de escrever —, ela começa a questionar a verdade oficial. Com reviravoltas bem dosadas, a obra conquista fãs do gênero e é perfeita para pais que não resistem a um bom quebra-cabeça narrativo.

Para o que gosta de autoconhecimento

O pai Estoico, Ryan Holiday (2023)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Em uma combinação de sabedoria antiga e experiência contemporânea, Ryan Holiday compartilha reflexões estoicas aplicadas à paternidade. Com leveza e profundidade, o autor propõe um modelo de criação baseado em virtudes como paciência, humildade e coragem, além de oferecer conselhos práticos sobre como criar filhos gentis e resilientes em um mundo agitado. Um livro honesto e reconfortante, que toca especialmente os pais em busca de equilíbrio emocional e clareza nos afetos.

Os 5 Tipos de Riqueza, Sahil Bloom (2025)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Sahil Bloom redefine o conceito de riqueza ao apresentar cinco dimensões fundamentais da vida: tempo, saúde física, conexões sociais, equilíbrio emocional e dinheiro. Com uma linguagem acessível, exercícios práticos e insights certeiros, o autor guia o leitor em uma jornada de reorganização de prioridades. Um ótimo presente para pais que desejam viver com mais intenção e propósito, além de refletirem sobre o que realmente importa em cada fase da vida.

Discuta Menos, Dialogue Mais, Jefferson Fisher (2025)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Especialista em comunicação estratégica, Jefferson Fisher mostra como conversas difíceis podem se tornar pontes em vez de muros. O livro oferece técnicas eficazes para escutar com empatia, falar com segurança e construir diálogos produtivos tanto em casa quanto no trabalho. É leitura essencial para pais que querem cultivar relacionamentos saudáveis e desenvolver inteligência emocional no cotidiano.

Para o que adora histórias inspiradoras

Einstein, Walter Isaacson (2024)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Com rigor histórico e sensibilidade narrativa, Walter Isaacson traça o retrato definitivo de um dos maiores gênios da humanidade. Muito além do cientista, a biografia revela o Einstein rebelde, apaixonado por liberdade, curioso desde a infância e por vezes desajustado — inclusive nas relações familiares. Um mergulho fascinante na vida de um homem que mudou a ciência e nos deixou reflexões que ainda ecoam. Para pais que admiram a ciência, a criatividade e os grandes feitos da mente humana.

O Contador de Histórias, Dave Grohl (2022)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Dave Grohl narra sua trajetória com carisma e autenticidade: da adolescência punk à consagração com o Nirvana e o Foo Fighters, passando por dores pessoais, amizades improváveis e momentos de pura alegria criativa. Entre bastidores de shows, encontros com ídolos e lições aprendidas na estrada, Grohl entrega uma autobiografia calorosa e envolvente. Ideal para pais fãs de música ou para aqueles que acreditam no poder da paixão para transformar vidas.

Gilberto Braga, o Balzac da Globo, Artur Xexéo e Mauricio Stycer (2024)

Imagem: reprodução/Intrínseca

Esta biografia detalhada revela a vida e a obra de um dos maiores roteiristas da televisão brasileira. Com base em entrevistas, arquivos e bastidores, os autores mostram como Gilberto Braga revolucionou as novelas ao tratar de temas como corrupção, racismo e relações de classe com profundidade e ousadia. Uma leitura que é, ao mesmo tempo, homenagem e documentação histórica — perfeita para pais que cresceram acompanhando os folhetins da TV e que reconhecem a arte de contar boas histórias.

Qual outro livro você recomendaria para o Dia dos Pais? Compartilhe sua opinião conosco através de nossas redes sociais – Facebook, Instagram, X – e venha conhecer o nosso Clube do Livro.

Leia também: Adaptações literárias que chegam ainda em 2025

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Música Notícias

Pabllo Vittar anuncia parceria com o grupo NMIXX com canção Mexe

O lançamento com a girlgroup faz parte do sétimo album da cantora

A cantora Pabllo Vittar anunciou, em suas redes sociais, a parceria com o girl group sul-coreano NMIXX. Tanto a música, intitulada Mexe, quanto o clipe serão lançados em 21 de agosto.

Combinando k-pop e batidas de funk, além de versos em inglês e português, a música integra o sétimo álbum da cantora. O grupo NMIXX é composto por seis integrantes: Lily, Haewon, Sullyoon, Bae, Jiwoo e Kyujin.

No teaser divulgado, é possível ouvir um trecho cantado pelo grupo em português: Então vem pra cá, abre o caminho que eu vou passar. Tô de shortinho, eu vou misturar. Eu vou o quê? Vou misturar. Mexe, mexe.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

 

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Olga, novo espetáculo da Companhia Ensaio Aberto, entra em cartaz no Armazém da Utopia

Com direção de Luiz Fernando Lobo, a peça relembra a trajetória da militante Olga Benário Prestes que, grávida de Luiz Carlos Prestes, foi extraditada por Getúlio Vargas

“Um encontro secreto está marcado entre as gerações passadas e a nossa. A frase de Walter Benjamin é uma provocação para o público assistir a montagem de Olga, com direção de Luiz Fernando Lobo, que a Companhia Ensaio Aberto estreia dia 16 de agosto, sábado, no Teatro Vianinha, no Armazém da Utopia, localizado na Região Portuária do Rio de Janeiro. As sessões acontecem às sextas, sábados, domingos e segundas, às 20h, até 29 de setembro.

A dramaturgia de Luiz Fernando Lobo foi feita a partir de longa pesquisa em arquivos brasileiros, europeus e americanos, em documentos primários, que confrontam a história oficial. “Os documentos, mesmo os aparentemente mais claros, não falam senão quando sabemos interrogá-los”, diz o historiador Marc Bloch. E complementa:  “Nunca, em nenhuma ciência, a observação passiva gerou algo de fecundo. Olga é um exemplar da tradição do Teatro Documentário, que tem em [Erwin] Piscator e Peter Weiss seus precursores. A encenação realiza uma nova abertura da história ao apontar as contradições e camuflagens produzidas pela história oficial”.

Relembre a trajetória de Olga

Nascida em Munique, Alemanha, em 1908, Olga Benário Prestes militou no movimento comunista desde a adolescência, enfrentando desde cedo a repressão policial. Foi treinada como agente da Comintern (associação de partidos políticos também conhecida como Internacional Comunista) em Moscou e, em missão política, veio ao Brasil nos anos 1930 com Luiz Carlos Prestes. Foi presa em 1936 e deportada com sete meses de gravidez para a Alemanha de Hitler, por ordem de Getúlio Vargas, colaborador da polícia nazista. Foi assassinada, em 1942, numa câmara de gás do campo de concentração de Bernburg. Sua filha, Anita Leocádia Prestes, sobreviveu graças a uma mobilização internacional, liderada por sua sogra Maria Leocádia Prestes. Como diz a própria Anita Prestes: “Sou filha da solidariedade internacional”.

Olga, assim como outros militantes, foi expulsa do país sem nenhum processo legal, violando não apenas os princípios do direito internacional, mas também os limites da barbárie. “Contamos para lembrar, para rememorar, para reparar e, sobretudo, para repensar caminhos. Durante muitos anos, repetiu-se à exaustão mentiras. A história oficial, no Brasil, negou aos revolucionários de 1935 qualquer papel relevante. O que era um levante armado, virou Intentona”, explica o diretor, Luiz Fernando Lobo.

“Os torturadores de 1935, 1936 e 1937 nunca foram punidos. Vencedores e vencidos tiveram o mesmo tratamento da história: o esquecimento ou a falsificação da realidade. Mas há uma diferença. É o esquecimento que permite a impunidade e consequentemente a perpetuação de crimes abomináveis. Para os torturados, para os presos, para os deportados, para os mortos, só a rememoração dessas derrotas pode reabilitá-los diante da história, e evitar, como diz Benjamin, ‘a segunda morte das vítimas do passado’”, diz Lobo.

Foto: divulgação/Thiago Gouvea

Comunista, judia, internacionalista e antifascista, Olga começou a militar com 16 anos. Era uma mulher de grande coragem e inteligência. Aviadora, paraquedista, exímia atiradora, exímia nadadora, amazona. Com 18 anos, entra na clandestinidade por realizar uma ação armada para libertar seu companheiro e mentor político, Otto Braun, de um presídio de segurança máxima. Vem para o Brasil como segurança de Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. E em 5 de março de 1936, quando a polícia “estoura” o esconderijo dos dois, já casados, no Méier, ela se coloca na frente do marido e o salva de ser morto pela polícia de Getúlio Vargas. Ela foi assassinada, mas sua luta continua até os dias de hoje. 

“O levante de 1935 foi o primeiro levante armado contra os fascistas no mundo. Quase 100 anos depois, assistimos a extrema direita ganhar força em todo o mundo. E esse é o papel do teatro documentário: estar à altura da realidade”, defende Tuca Moraes, protagonista da peça.

O elenco é composto por 13 atores do núcleo artístico da Ensaio Aberto, e Tuca Moraes interpreta Olga. J.C. Serroni (cenário), Beth Filipecki e Renaldo Machado (figurino), Cesar de Ramires (iluminação), Felipe Radicetti  (direção musical e trilha original) e Aninha Barros (produção executiva) encabeçam a equipe do espetáculo.

Olga inicia as comemorações de 15 anos da ocupação do Armazém da Utopia,que acontece no segundo semestre de 2025, com a triste curiosidade de que foi deste porto do Rio de Janeiro que Olga Benário Prestes foi deportada no navio La Coruña para a Alemanha.

Sobre a Companhia Ensaio Aberto

A Companhia Ensaio Aberto nasceu no ano de 1992 com a proposta de retomar o teatro épico no Brasil e fazer dos palcos uma arena de discussão da realidade, resgatando sua vocação crítica e política. Desde que foi fundada pelo diretor Luiz Fernando Lobo e pela atriz Tuca Moraes, a Ensaio Aberto explora a ideia do ensaio como experimento e busca retomar a função social do teatro, transformando a relação palco-plateia.

E aí, ansiosos para assistirem a peça? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Musical sobre vida de Tim Maia volta aos palcos

Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

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