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Protagonista feminina confirmada e mais novidades: tudo sobre Delikanlı, a nova dizi de Mert Ramazan Demir

A nova dizi estrelada por Mert Ramazan Demir está prestes a sair do papel, e o Entretê reúne tudo o que já se sabe sobre Delikanlı

 

A nova dizi turca Delikanlı, protagonizada por Mert Ramazan Demir, está prestes a iniciar suas gravações e já movimenta o público. A produção, que promete uma trama intensa envolvendo conflitos familiares, romance e vingança, teve novos nomes confirmados no elenco nos últimos dias.

Mert posando em uma rua
Foto: reprodução/Instagram @mertramazandemir
Elenco confirmado

No papel principal, Mert Ramazan Demir interpreta Yusuf, personagem central da história. Ao seu lado, Melis Sezen dará vida a Hazan, noiva do protagonista e peça fundamental em seus conflitos emocionais.

Protagonista de Delikanlı
Foto: reprodução/IMDb

Mina Demirtaş, primeira atriz anunciada no projeto, será Dila, personagem diretamente ligada ao conflito que move a trama é apontada como alvo da vingança que transforma o rumo dos acontecimentos.

Recentemente, foi confirmado que Salih Bademci também integra o elenco de Delikanlı, interpretando Pars, irmão mais velho de Dila. Já Velat Nu Aydın será Murat, irmão de Yusuf, um jovem inconformado com a vida simples que levam e que acabará colocando o protagonista em situações delicadas. Erdem Adilce completa o elenco confirmado como Remzi, primo de Yusuf, movido por ambição e desejo de ascensão social.

Além dos nomes já divulgados, a produção anunciou hoje a entrada de Zehra Barto no elenco. A atriz, formada em Teatro pela Universidade de Belas Artes Mimar Sinan, dará vida a Elmas, irmã de Yusuf na trama. A escolha tem como motivação abrir espaço para jovens talentos em Delikanlı, apostando em novos nomes ao lado de atores já consolidados.

Atriz Zehra Barto
Foto: reprodução/Instagram @1birsenaltuntas
Arco principal

A trama acompanha Yusuf, um taxista que trabalha durante a noite com o sonho de construir uma casa e uma vida estável ao lado de Hazan, seu grande amor. Determinado a mudar de realidade, ele tenta manter a família unida enquanto enfrenta dificuldades financeiras.

No entanto, uma tragédia atinge sua família e transforma completamente seus planos. O que antes era um projeto de futuro ao lado da mulher que ama, passa a dar lugar a um caminho marcado por dor e vingança.

Produzida pela OGM Pictures, Delikanlı tem roteiro de Aybike Ertürk e direção de Zeynep Günay e Recai Karagöz. Ainda sem data de estreia confirmada e com canais ainda em negociação, a nova série turca já figura entre as produções mais aguardadas do momento.

Casal principal de Delikanlı
Foto: reprodução/Magazin Burada

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Leia também: Primeiras impressões da nova dizi A.B.I, com Afra Saraçoğlu

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

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Comportamento Música Notícias

Você não precisa de pacote VIP nem do lighstick novo pra viver o show dos seus sonhos

Entre pacotes absurdos, pressão estética e consumo sem fim, fãs estão sendo convencidos de que só curtem um show “de verdade” se gastarem muito, mas a experiência musical vai muito além do preço da pulseira que brilha

Se você já abriu o TikTok ou o Instagram semanas antes de um show e pensou “meu Deus, eu não tenho nada disso… será que ainda vale a pena ir?”, saiba que você não está sozinho. A cultura de shows mudou muito nos últimos anos e não só por causa das produções gigantes e das turnês globais. Hoje, existe uma pressão silenciosa para transformar o ato de assistir a um artista em uma experiência de consumo extremo. Parece que, para viver o momento, você precisa ter o lighstick oficial mais recente, o ingresso VIP mais caro e um look digno de capa de revista.

Mas será que essa pressão faz sentido? Os shows sempre foram sobre música, comunidade e emoção coletiva. Mesmo assim, uma parte da internet transformou o “ser fã” em um checklist caro e excludente. Influenciadores mostram unboxings de kits exclusivos, comparações de looks e até rankings de quem está preparado ou não para o evento. O resultado é uma sensação constante de urgência  e um medo de ficar de fora que pouco tem a ver com o amor pelo artista.

O cenário atual deixa isso ainda mais evidente. Turnês recentes, como as relacionadas ao universo pop global, incluindo apresentações ligadas ao Harry Styles, têm ingressos e pacotes VIP que ultrapassam o limite da realidade financeira de muitos fãs. Ao mesmo tempo, decisões corporativas – como a recente mudança envolvendo lighsticks no universo do K-pop – reacenderam discussões sobre consumo forçado. No meio disso tudo, surge uma pergunta essencial: quando foi que a diversão virou uma competição?

Quando o preço da paixão vira barreira: ingressos VIP, experiências exclusivas e a sensação de que só se diverte quem pode pagar mais

Nos últimos anos, o mercado de shows entrou numa corrida por experiências premium. Camarotes exclusivos, pacotes VIP com brindes e acesso antecipado transformaram eventos musicais em verdadeiros produtos de luxo. O problema não é a existência dessas opções – afinal, sempre houve diferentes categorias de ingresso –, mas a forma como elas passaram a ser apresentadas como a verdadeira experiência para fãs.

A venda de ingressos relacionados a grandes turnês pop recentes mostrou um fenômeno preocupante: preços que ultrapassam o orçamento de jovens e famílias inteiras. Muitos fãs relataram que, mesmo economizando por meses, ainda assim não conseguiam chegar perto dos valores cobrados em áreas especiais ou pacotes completos. Isso cria uma sensação de exclusão que não deveria fazer parte da cultura musical.

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Foto: reprodução/billboard

A pressão não vem só das empresas. Nas redes sociais, vídeos comparando lugares, mostrando kits caros e destacando quem ficou perto do palco reforçam a ideia de que a diversão depende do valor pago. Quem está em setores mais baratos passa a se sentir menos fã, o que é injusto e completamente fora da essência da música ao vivo.

Vale lembrar: a emoção de cantar junto, sentir a vibração do público e ver seu artista no palco não depende de pulseiras exclusivas ou brindes limitados. A experiência coletiva é democrática  e o melhor momento de um show raramente aparece na etiqueta do ingresso.

“Não consigo acampar pro ingresso nem pro dia do show… Sou menos fã por causa disso?”: a romantização do perrengue e a pressão silenciosa que transforma limites pessoais em culpa

Existe uma romantização enorme em torno de acampar dias antes da abertura de vendas ou passar noites em filas na porta dos estádios. Nas redes sociais, vídeos mostram fãs virando madrugada em barracas, criando amizades e vivendo histórias que parecem cenas de filme adolescente. E sim, para algumas pessoas essa experiência pode ser divertida e marcante. O problema começa quando essa prática vira um padrão implícito – quase uma prova de dedicação – e quem não pode participar passa a se sentir insuficiente.

Nem todo mundo tem condições financeiras, tempo livre, segurança ou autorização familiar para acampar. Muitos fãs estudam em período integral, trabalham, moram longe das capitais ou simplesmente não se sentem seguros dormindo na rua. E tudo isso é completamente válido. Transformar o perrengue em métrica de amor pelo artista cria uma cultura excludente que ignora realidades diferentes  e que pode colocar jovens em situações desconfortáveis só para provar que são “fãs de verdade”.

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Foto: reprodução/splash uol

A pressão cresce quando criadores de conteúdo reforçam narrativas como “quem chegou primeiro merece mais” ou “só quem viveu a fila sabe o que é amar de verdade”. Esse tipo de discurso, mesmo quando não é intencional, cria hierarquias dentro do fandom. De repente, a experiência vira competição: quem sofreu mais, quem chegou mais cedo, quem ficou mais perto. Só que amor por música não é ranking de resistência física.

Ser fã também é respeitar seus próprios limites. Você pode amar profundamente um artista e ainda assim escolher chegar no horário do show, comprar online quando possível ou simplesmente aproveitar a experiência de uma forma confortável e segura. A intensidade da conexão emocional não se mede pelo número de noites mal dormidas.

No fim das contas, a cultura de acampamento deveria ser uma opção, nunca uma obrigação social. O que realmente conecta fãs é a emoção coletiva quando as luzes se apagam e a primeira música começa. E, nesse momento, ninguém pergunta se você dormiu em barraca, ficou horas na fila ou chegou cinco minutos antes do início. Todo mundo canta junto do mesmo jeito.

Lighsticks novos, antigos inutilizados e o impacto emocional e financeiro nas comunidades de fãs

No universo do K-pop, os lighsticks sempre foram mais do que acessórios. Eles representam identidade, pertencimento e conexão com o fandom. Por isso, decisões recentes envolvendo a substituição de versões antigas por modelos novos – gerando a sensação de que itens anteriores ficaram ultrapassados – causaram frustração em muitos fãs que investiram dinheiro e afeto nesses produtos.

Quando empresas anunciam novas versões sem compatibilidade com modelos antigos, o impacto vai além do bolso.

Fãs que economizaram para comprar o lighstick oficial sentem que seus objetos perderam valor emocional e utilidade prática em eventos futuros. Em vez de celebração, a novidade vira ansiedade e sensação de obsolescência.

@nillyanez

eai, o que vocês acharam da nova versão? 💜✨

♬ som original – nillyanez

 

A lógica do consumo rápido também gera um ciclo difícil de acompanhar. A cada comeback, a expectativa de novos produtos aumenta, e quem não consegue acompanhar financeiramente pode se sentir deslocado dentro da própria comunidade. Isso reforça uma cultura em que o valor do fã é medido pelos itens que ele possui, e não pelo carinho que demonstra.

Mas a verdade é simples: o brilho coletivo de um show vem das pessoas, não dos objetos. Muitos fãs criam versões caseiras de lighsticks ou levam lembranças pessoais para os eventos, mostrando que criatividade e emoção são muito mais importantes do que seguir tendências impostas pelo mercado.

O papel dos criadores de conteúdo na cultura da urgência e a narrativa de que você precisa ter tudo para pertencer

Criadores de conteúdo têm um papel enorme na forma como percebemos eventos e tendências. Quando produzem conteúdos autênticos, ajudam fãs a se sentirem acolhidos e informados. O problema surge quando parte da comunidade passa a alimentar uma narrativa de urgência constante,  aquela sensação de que você precisa comprar tudo antes do show para “não passar vergonha”.

Vídeos que mostram “o que você precisa ter para ir ao show” ou “itens obrigatórios para parecer fã de verdade” podem parecer inofensivos, mas acabam criando padrões difíceis de alcançar. Jovens espectadores começam a acreditar que a diversão depende de consumir determinados produtos, roupas ou acessórios específicos.

Além disso, existe uma estética padronizada que muitas vezes reforça comparações injustas. Looks caros, coleções completas de merch e kits exclusivos são exibidos como pré-requisitos para a experiência perfeita. Isso transforma um momento de alegria coletiva em uma vitrine de consumo e não em um encontro de pessoas que compartilham amor pela música.

Criadores também precisam refletir sobre o impacto de suas recomendações. Mostrar alternativas acessíveis, incentivar a criatividade e valorizar experiências reais são formas de construir uma comunidade mais inclusiva. Afinal, ser fã não é uma competição de quem gasta mais,  é uma conexão emocional com o artista e com outros fãs.

Moda de show sem pressão: como a estética virou performance e por que você não precisa gastar uma fortuna para se sentir parte

Outro ponto que ganhou força nas redes é a ideia de que o look do show precisa ser caro, elaborado e extremamente produzido. Vídeos de “get ready with me” e montagens inspiradas em eras específicas dos artistas são divertidos – mas também podem criar uma sensação de inadequação em quem não tem acesso a roupas caras ou customizações profissionais.

A verdade é que a moda de show sempre foi sobre expressão pessoal. Desde camisetas simples até roupas feitas à mão, os fãs sempre encontraram maneiras criativas de demonstrar carinho pelo artista. Hoje, porém, existe uma pressão para que o visual seja digno de foto viral e isso pode transformar a preparação em uma fonte de ansiedade.

@ticketmasterbr

Os fãs do Abel já estão lotando o MorumBIS com os melhores looks! 🇧🇷🔥 #whatpeoplearewearing #theweeknd #saopaulo #ticketmaster #oaovivoéagora #streetfashion #ootd #outfitinspo #streetstyle #fyp #fy #saopaulo

♬ original sound – Ticketmaster Brasil

Comparações constantes nas redes sociais fazem muitos jovens acreditarem que precisam gastar muito para se destacar. Mas o que realmente chama atenção é a autenticidade. Um look confortável e cheio de significado pessoal pode ser muito mais especial do que uma produção cara feita apenas para impressionar.

Resgatar o espírito original dos shows significa lembrar que ninguém está ali para julgar o preço da sua roupa. O que importa é dançar, cantar e viver o momento, sem medo de não corresponder a padrões irreais criados pela internet.

Curtir o show do seu jeito: resgatando a essência da experiência musical e a liberdade de ser fã sem pressão

No meio de tantas cobranças, vale fazer uma pausa e lembrar por que os shows existem. Eles são celebrações coletivas, momentos em que milhares de pessoas compartilham emoções e histórias através da música. Não há uma forma única de viver essa experiência,  e definitivamente não existe um manual oficial que determine quanto você precisa gastar.

Alguns fãs preferem chegar cedo, outros curtem o show de longe com amigos. Há quem leve banners feitos à mão, quem vá sozinho e quem transforme o evento em um encontro entre comunidades. Todas essas formas são válidas, e nenhuma depende de acessórios caros ou ingressos exclusivos.

A pressão para consumir pode afastar pessoas que realmente amam a música, criando uma cultura elitista em espaços que deveriam ser inclusivos. Questionar essa lógica é importante para que novos fãs se sintam bem-vindos e para que a experiência volte a ser acessível emocionalmente.

O momento mais marcante de um show não é o preço da pulseira ou o status do ingresso. É aquele instante em que você canta junto com milhares de pessoas e percebe que faz parte de algo maior que, na maioria das vezes, é uma comunidade construída pela música, não pelo consumo.

 

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Leia também: BTS divulga nova ARMY Bomb Version 4 antes da turnê mundial e divide o fandom

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura Latina Entretenimento Notícias

Shakira transforma Copacabana em palco para 2 milhões de pessoas

Em 2025, Shakira bateu o recorde mundial do Guinness com a 
turnê de maior bilheteria de um artista latino de todos os tempos

No ano em que a cultura latina é reverenciada mundialmente, a música ganha destaque especial, lidera as plataformas de streaming e chega aos principais palcos de visibilidade global. No dia 02 de maio, a superstar global Shakira volta ao Brasil para o maior e mais impactante show de sua carreira: o Todo Mundo No Rio. Na Praia de Copacabana, ela apresentará um espetáculo vibrante com seus maiores sucessos e passando por toda sua história, mostrando por que é reconhecida como um fenômeno e influência nos mais diversos países, para um público de diferentes gerações.

A apresentação de Shakira dá continuidade à agenda da plataforma Todo Mundo No Rio, criada pela Bonus Track e apresentada por Corona, eleita como a cerveja mais valiosa do mundo pelo terceiro ano consecutivo (Ranking Brand Finance Global 500 2026). Em 2026, o palco gigantesco, erguido especialmente para o show, receberá uma das mulheres mais premiadas da música, com 33 Billboard Latin Music Awards, 13 Latin Grammys, sete Billboard Music Awards, cinco MTV Video Music Awards, e três Grammy Awards.

Dona de um carisma único e com uma forte relação com o público brasileiro, a artista escolhe o Brasil para mostrar ao mundo as razões desse movimento de valorização e orgulho da música latina, um resgate cultural que transborda fronteiras e conquista cada vez mais espaço na vitrine multicultural.

A turnê mundial Las Mujeres Ya No Lloran foi premiada como a turnê hispânica de maior bilheteria de todos os tempos. Atualmente, Shakira está fazendo residência na América Central, com cinco shows de Las Mujeres Ya No Lloran esgotados em El Salvador e três noites no México.

Nos meses de março e abril, Shakira leva a turnê para o Oriente Médio. O primeiro show é na Jordânia, seguido por uma apresentação no Qatar 974 Stadium, em Doha, uma das sedes da Copa do Mundo de 2022. Na sequência será a headliner do OFFLIMITS Music Festival 2026, que realiza sua segunda edição no Etihad Park, em Yas Island, Abu Dhabi. Fechando esta etapa, apresenta-se pela primeira vez na Arábia Saudita, no Jeddah Corniche Circuit Main Stage, como atração musical do Grande Prêmio de Fórmula 1.

Idealizado pela Bonus Track, de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer, Todo Mundo No Rio tem a cerveja Corona como seu principal patrocinador pelas próximas três edições do projeto e reforça como a indústria criativa, com alcance nacional e internacional, tem o poder de reverter em legado e impacto positivo para o estado e para a cidade do Rio suas ativações. Em 2025, a primeira edição do grande show da plataforma injetou cerca de R$ 600 milhões na economia carioca, e a cidade recebeu 500 mil turistas, segundo dados consolidados pela Rodoviária Novo Rio e pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão).

O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura do Rio de Janeiro são importantes parceiros e incentivadores da plataforma, cientes do forte impacto do Entretenimento no Turismo e em diversos setores da Economia.

Nunca se falou tanto em valorização de suas raízes e de sua cultura. E Shakira é exatamente essa artista que conquistou números grandiosos globalmente sem mudar sua essência. Ser latino é muito mais do que indicar seu país de origem. É ter orgulho de sua história e do caminho que percorreu para chegar até aqui. Ser autêntico é o que valoriza essa essência. E, em 2026, o mundo espera dos artistas autenticidade, compromisso e atitude”, indica Luiz Oscar Niemeyer, sócio da Bonus Track.

Coletiva Todo Mundo No Rio | Créditos: Pyetra Salles

“Este é o segundo dos quatro anos de parceria para curadoria e viabilização do Todo Mundo No Rio. Para a gente, esses megashows são presentes para a Cidade Maravilhosa e transformam a orla carioca no palco de encontros inesquecíveis. Em um momento que tanto se fala sobre celebrar nossas origens, queremos aproveitar para brindar aos encontros, ao calor humano e à energia coletiva que não há igual em nenhuma outra parte do globo. Essa é a materialização do ‘this is living’ de Corona e uma oportunidade especial de mostrar para o mundo como ele é”, afirma a diretora de marketing de Corona, Mariana Dedvitis.

Quando pensamos na plataforma Todo Mundo No Rio, sempre tivemos a ambição de falar não somente com quem estivesse no Rio, mas falar com o mundo. Não é sobre estar na Praia de Copacabana, mas sobre se conectar com o que está acontecendo na praia e reverberar para todos os cantos do planeta. É conectar o mundo com o palco. E, hoje, a voz mais forte que pode fazer isso é a voz latina, através do orgulho de ser latino.”, completa Luiz Guilherme Niemeyer, sócio da Bonus Track.

O show será exibido pela TV Globo, pelo Multishow e pelo Globoplay. A transmissão do show tem direção de gênero de Joana Thimoteo.

Realização

A realização de Todo Mundo No Rio é da Bonus Track. O evento é apresentado por Corona, com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Também são patrocinadores o Santander Brasil, banco oficial; LATAM, companhia aérea oficial, C&A, marca de moda oficial; 99, app de mobilidade oficial; Beats, drink pronto oficial e Deezer, player oficial. Apoio da Ingresse.

TV Globo, Globoplay e Multishow são parceiros de mídia e a Klefer é parceira comercial do projeto.

Informações podem ser encontradas em www.todomundonorio.com e no Instagram @todomundonorio e @bonustrack.live

Shakira e Todo Mundo No Rio

Data: 2 de maio, sábado

Local: Praia de Copacabana

 

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Leia também: Shakira inicia a tão aguardada Las Mujeres Ya No Lloran World Tour no Rio de Janeiro – Entretetizei

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cultura Cultura asiática Cultura pop Música Notícias

NMIXX faz estreia histórica no Carnaval do Brasil com participação especial no Bloco da Pabllo

Essa é a primeira participação oficial de um grupo de K-pop em um bloco de Carnaval brasileiro

NMIXX, um dos maiores fenômenos da 4ª geração do K-pop, desembarca no Brasil para uma participação inédita e histórica no Carnaval. As integrantes Lily, Haewon, Sullyoon, Bae, Jiwoo e Kyujin foram confirmadas como convidadas especiais no Bloco da Pabllo, um dos maiores blocos carnavalescos do país. O evento acontece na segunda-feira (16), no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 13h.

A apresentação marca a primeira participação oficial de um grupo de K-pop em um bloco de Carnaval brasileiro. Esse feito é resultado de uma união inédita entre os dois universos musicais que movimentam multidões globalmente: o K-pop e o pop brasileiro.

A presença do NMIXX no Bloco da Pabllo Vittar também simboliza a consolidação da colaboração lançada no ano passado: o single Mexe, que marcou o primeiro encontro musical entre as artistas. A faixa, amplamente comentada nas redes sociais e bem recebida pelos fãs de ambas, uniu o pop característico do grupo à energia e à irreverência de Pabllo Vittar. 

Foto: reprodução/Billboard

Com vocais compartilhados, versos bilíngues e uma produção vibrante, Mexe tornou-se um símbolo da ponte cultural estabelecida entre Brasil e Coreia do Sul. Agora, no Carnaval, essa parceria ganha um novo capítulo: o público terá a oportunidade de vivenciar, ao vivo, a conexão que já havia conquistado destaque no estúdio.

O grupo que já demonstrou muito carinho pela base brasileira de fãs, promete trazer ao Carnaval a mesma energia ousada e performática que as consolidou internacionalmente.  A participação no Carnaval reforça a conexão com o público local. A vinda do NMIXX ao Brasil durante uma das maiores festas populares do planeta é vista como um marco cultural, simbolizando a força da música global e o impacto crescente do K-pop no país.

 

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Leia também: Muito além do glitter: o Carnaval como expressão queer e política

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Livros Notícias

Female rage: livros para abraçar a fúria feminina

Conheça 10 livros que exploram a female rage em suas diferentes formas como resposta às pressões sociais e expectativas de gênero

Durante muito tempo a raiva feminina foi estereotipada como excesso, histeria ou até mesmo loucura. Enquanto personagens masculinos recebem a liberdade de ser violentos, obsessivos e apresentarem moral e caráter duvidosos, as mulheres são  constantemente empurradas para papéis que remetessem a doçura, empatia, sacrifício e um conceito deturpado de feminilidade.

A expressão “female rage” (raiva feminina) surge justamente como ruptura desse imaginário ilusório: não como explosão gratuita, mas como resposta acumulada a opressões cotidianas, frustrações, pressão, expectativas sociais e violências sofridas.

Na literatura, essa fúria encontrou espaço para se manifestar de formas diversas, e encontrar nos livros personagens femininas que abraçam sua raiva tornou-se um ambiente confortável para o público leitor feminino.

Às vezes a fúria pode aparecer de maneira crua, explícita, cruel e até mesmo gerar desconforto. Em outras, aparece como apatia, auto sabotagem ou rejeição das normas impostas ao feminino. Essas narrativas recusam a passividade da ideia de mulheres exemplares e oferecem protagonistas que apresentam falhas, são contraditórias e muitas vezes difíceis de lidar e amar, exatamente por isso, espelhos da realidade.

A seguir, confira uma lista de livros que transformam essa raiva em narrativas profundas e convidam leitoras a acolher sentimentos que historicamente sempre tiveram que esconder.

Um Amor Incômodo (2017) – Elena Ferrante
Capa do livro Um Amor Incômodo
Foto: divulgação/Amazon

Em Um Amor Incômodo a female rage não é barulhenta, mas é sufocante e desconfortável. Elena Ferrante aborda uma relação entre mãe e filha atravessada por ressentimento, vergonha e uma grande rivalidade, quebrando a romantização da maternidade

A protagonista é constantemente assombrada por uma raiva que não sabe onde colocar dirigida à mãe, a si mesma e ao passado. Quando a mãe falece, no dia de seu aniversário, esses sentimentos implodem.

Nesta narrativa, a fúria feminina é fruto de uma herança emocional e da devoção absoluta. É uma raiva que corrói por dentro e revela como o amor imposto é tão nocivo quanto o abandono.

Meu Ano de Descanso e Relaxamento (2018) – Ottessa Moshfegh
Capa do livro Meu Ano de Descanso e Relaxamento
Foto: divulgação/Amazon

Neste romance, a raiva assume uma forma silenciosa. A protagonista não grita, não luta, não se explica, ela simplesmente desiste e abraça o isolamento social. Sua intenção de passar um ano dormindo é, na verdade, uma recusa a um mundo que exige o tempo todo produtividade, beleza e gratidão das mulheres.

A female rage aqui se manifesta como apatia e alienação: um não silencioso às expectativas sociais. Ao chegar ao seu limite, a personagem transforma seus sentimentos em um gesto de reclusão brutalmente honesto.

Animal (2021) – Lisa Taddeo
Capa do livro Animal
Foto: divulgação/Amazon

Visceral e moralmente desconfortável. Em Animal, o lado cru da raiva feminina fica explícito através das ações da narradora, que são movidas por desejo, ressentimento e impulsos que desafiam qualquer tentativa de moralização. Ela não deseja ser compreendida, quer sobreviver, mesmo que isso a torne cruel.

Homens adoram crueldade. Faz eles se lembrarem de todas as vezes em que os pais deles não os acharam bons o bastante. Crueldade cai melhor em uma mulher do que o vestido perfeito.

O romance une o fluxo de pensamentos de Joan e confronta a ideia de que mulheres precisam ser éticas, cuidadosas ou empáticas o tempo todo. A raiva aqui é uma resposta direta à violência, aos traumas e suas sequelas e à constante objetificação do corpo feminino.

As Irmãs Blue (2024) – Coco Mellors
Capa do livro As Irmãs Blue
Foto: divulgação/Amazon

Em As irmãs Blue, a female rage surge da junção do luto, vínculos familiares e frustrações. Ao perder uma de suas irmãs, as três  irmãs carregam diferentes formas de raiva decorrentes de mágoas acumuladas: contra o passado, contra as expectativas, contra si mesmas e umas contra as outras.

Não é uma fúria explosiva, mas persistente. A raiva é fruto de relações que nunca foram totalmente resolvidas, mas sim empurradas para debaixo do tapete. A narrativa mostra como a female rage também consegue ser melancólica e herdada.

Meu Nome Era Eileen (2021) – Ottessa Moshfegh
Capa do livro Meu Nome Era Eileen
Foto: divulgação/Amazon

Mais um de Otessa Moshfegh e talvez um dos maiores exemplos da female rage contemporânea nua e crua, Meu Nome Era Eileen apresenta uma narrativa mórbida, com uma protagonista movida pelo nojo, ressentimento e desejo de destruição. Eileen odeia o ambiente em que vive, odeia o pai, odeia a si mesma e não busca por uma redenção ou tentativa de final feliz.

A narrativa é feia e sufocante, com uma personagem que em nenhum momento se torna palatável. Justamente por isso, a female rage aqui é libertadora enquanto literatura.

A Redoma de Vidro (1963) – Sylvia Plath
Capa do livro A Redoma de Vidro
Foto: divulgação/Amazon

O grande clássico da female rage antes mesmo de o termo existir e se popularizar, A Redoma de Vidro é um livro descontável que retrata a asfixia de uma mulher diante de um futuro premeditado. A protagonista Esther Greenwood não encontra uma forma de expressão na explosão, com gritos e surtos, mas em um colapso mental que remete a uma sensação constante de aprisionamento.

Não teria feito a menor diferença se ela tivesse me dado uma passagem para a Europa ou um cruzeiro ao redor do mundo, porque onde quer que eu estivesse – fosse o convés de um navio, um café parisiense ou Bangcoc –, estaria sempre sob a mesma redoma de vidro, sendo lentamente cozida em meu próprio ar viciado.

A redoma nada mais é do que a metáfora perfeita da pressão social sobre a mulher: busca por sucesso, ideal de casamento e maternidade e um padrão que sufoca qualquer possibilidade de escolha que fuja disso.

A Vegetariana (2007) – Han Kang
Capa do livro A Vegetariana
Foto: divulgação/Amazon

Ao decidir não comer carne, em A Vegetariana, a fúria feminina assume a forma da recusa corporal. A protagonista rompe com os paradigmas da ordem patriarcal que visam controlar seu corpo e seus desejos.

A female rage aqui é mais simbólica e profundamente perturbadora. Justamente por não ser verbalizada, ela incomoda aquele que observa, revelando o medo social diante de mulheres que negam, mesmo em silêncio.

A Paixão Segundo G.H. (1964) – Clarice Lispector
Capa do livro A Paixão Segundo G.H.
Foto: divulgação/Amazon

Em A Paixão Segundo G.H., a protagonista vive uma experiência que remete a um desmonte de sua identidade, seu lugar social e a ideia de quem ela acredita ser. A female rage aparece na saída da zona de conforto da personagem, que não se manifesta como ataque externo, mas como implosão.

Totalmente existencial, a raiva é dirigida contra os moldes de sua subjetividade e contra a passividade diante deles. O clássico de Clarice Lispector torna o silêncio uma ferramenta narrativa para expor a violência de uma vida feminina organizada para caber em uma caixinha, corroendo e desestabilizando a reconstrução dolorosa da protagonista.

As Meninas (1973) – Lygia Fagundes Telles
Capa do livro As Meninas
Foto: divulgação/Amazon

Entre a opressão do Estado, os tabus do corpo, os traumas afetivos e as amarras familiares, As Meninas se fragmenta em três vozes femininas. Aqui a raiva assume as formas de angústia, arrependimento, rebeldia e um impulso de libertação, marcando trajetórias de jovens que descobrem precocemente a hostilidade de um mundo que as rejeita.

Lygia Fagundes Telles constrói uma narrativa de female rage contida e cheia de contradições, típica de mulheres que ainda não têm liberdade para nomear sua própria fúria. Entre escolhas impossíveis e uma violência estrutural nasce a tentativa a todo custo, de tornar essas ações algo natural.

A Amiga Maldita (2024) – Beatrice Salvioni
Capa do livro A Amiga Maldita
Version 1.0.0

Em A Amiga Maldita, é apresentada uma amizade feminina moldada por tensões: um misto de ciúme, carência, mágoas internalizadas e uma rivalidade que não precisa de exposição para existir. O livro deixa claro que esse rancor não é gratuito; ele é a resposta de um mundo que empurra as mulheres para a comparação constante e para laços tóxicos que mesmo aprisionando são romantizados.

A fúria feminina no livro é corrosiva, se acumula em silêncios e pensamentos que não são verbalizados, revelando que a socialização feminina ensina que conflitos devem ser evitados para que vínculos sejam mantidos. 

 

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Leia também: Entrevista | Stefany Nunes fala sobre A Melhor Surpresa 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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