Em entrevista para Star TV, a atriz elogia bastidores e conta o que podemos esperar de sua personagem
Derya Pınar Ak foi confirmada como protagonista da nova série da Star TV, Çirkin. Ao lado de Çağlar Ertuğrul (Armadilha do Amor), Derya interpretará Meryem Tunalı em uma história de luta solitária, mudanças de vida e uma forte paixão do passado.
Na dizi, Meryem perde sua família ainda criança e é acolhida pelos pais de Kadir como filha adotiva. Nessa convivência, ela se apaixona pelo menino que a apelida de “Çirkin” (feia), por conta do cabelo curto que usava na época.
Em entrevista para a Star TV, a atriz conta como está sendo a preparação para a série e o que podemos esperar de sua personagem. Vem ver!
Uma personagem forte e sensível
“A forma como Meryem tenta se manter de pé me tocou muito”, contou a atriz. Ela afirma que a história da protagonista a impactou profundamente. “Por fora, tenta parecer forte, mas por dentro vive muitas coisas. A forma como ela luta para se manter de pé me tocou.”
Foto: reprodução/Star Tv
Expectativas e ansiedade para a estreia
Derya afirma que está muito animada para dar início à dizi. Começar projetos novos sempre foi algo muito especial para a atriz, e dessa vez ela topou o desafio assim que conheceu a história.
“Quando li o roteiro, quis muito interpretar a Meryem. Poder contar a história dela me deixa muito feliz”, recorda.
Deryatambém elogiou o clima dos bastidores
A atriz ainda comentou que está trabalhando com uma equipe muito especial. “Nosso diretor e todos são muito queridos e sinceros. Construir esse universo juntos torna tudo ainda mais prazeroso”, declarou.
Foto: reprodução/Star Tv
O que esperar de Meryem?
Derya assegura que o público pode esperar para conhecer uma personagem muito real e fácil de se conectar. “Às vezes forte, às vezes vulnerável, mas sempre genuína. Acho que todos vão conseguir se identificar com ela em algum momento”, finalizou.
Sobre Çirkin
Com produção da 25 Film, a nova série da temporada será produzida por Fırat Parlak e Koray Şahin, com direção de Burcu Alptekin e Merve Çolak.
O elenco reúne nomes como Başak Gümülcinelioğlu, Olgun Toker, Baran Bölükbaşı, Cahit Gök, Gözde Kansu, Sema Gültekin, Eylül Ersöz, Özlem Kaya, Eren Demirbaş, Buse Badurlar, Yusuf Nebioğlu, Berkay Şahinoğlu, Ferhat Akgün, Öykü Sakarya, Efe Poylu, Emre Akarsu, Müfit Aytekin, Ali Talha Gürbüz, Mina Şiir Korkmaz e Kadir Bertan, além dos veteranos Nur Sürer e Çetin Tekindor.
Como estão suas expectativas para a nova dizi da Star TV?Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Em um país que lucra com a sua falta de atenção, terminar um livro é sabotar a engrenagem que te quer passivo, mudo e viciado em telas
Protestar, no imaginário comum, é sinônimo de barulho: ruas ocupadas, cartazes erguidos e vozes levantadas em coro. No entanto, no Brasil de 2026, onde a profundidade virou um artigo escasso e a pressa é a regra absoluta, o ato de ler assume um significado muito mais perigoso. Ele é um silêncio hostil. É a recusa consciente em ser moldado por algoritmos que mastigam a realidade e nos entregam apenas o que confirma nossos próprios preconceitos.
Ler, hoje, é o único jeito de retomar as rédeas de uma consciência que está sendo leiloada a cada scroll infinito.
A crise da leitura no Brasil não é falta de tempo
As estatísticas brasileiras não são apenas números; elas são o diagnóstico de uma nação em transe. Quando 7 em cada 10 pessoas não conseguem concluir um livro, números do Instituto Pró-Livro, o que vemos não é uma crise de tempo, mas um projeto político de esvaziamento mental. A desculpa da rotina exaustiva tornou-se a mentira mais confortável da nossa geração, convenientemente ignorada enquanto entregamos horas de vida à dopamina barata das notificações. O sistema não quer que você tenha foco porque o foco é a base da indignação. Ele quer a sua atenção fragmentada e a sua raiva estimulada por manchetes de três linhas, garantindo que você seja incapaz de conectar os pontos e entender quem realmente lucra com o seu cansaço.
O incômodo, é a ferramenta de trabalho do leitor discordante
Ler para entender o Brasil não é um exercício de relaxamento, mas um confronto direto com as nossas feridas abertas. Em um país que insiste em apagar o próprio passado para repetir os mesmos erros no presente, o livro surge como o único espelho capaz de revelar as estruturas de poder que nos mantêm passivos. Sem a leitura, somos estrangeiros na nossa própria terra, repetindo discursos prontos e heranças coloniais sem sequer perceber de onde eles vêm. A leitura crítica é o que nos permite olhar para a nossa história e dizer: “eu sei o que vocês estão tentando fazer aqui“.
Portanto, ler exige interrupção. Exige a coragem de abandonar a superfície e mergulhar no que dói, no que confronta e no que desloca. É um treino de guerra para o cérebro: ou você retoma o controle da sua percepção agora, ou aceita o papel de consumidor passivo de uma realidade fabricada por quem detém o código.
Kit de sobrevivência: livros para entender o país
Para quem cansou de ser massa de manobra e decidiu que o conhecimento é a maior forma de resistência, aqui está o Kit de Sobrevivência Crítica para entender as rachaduras do Brasil e da nossa identidade latina:
O Avesso da Pele (Jeferson Tenório)
Foto: Divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
Recentemente, foi alvo de tentativas de censura, o que só prova o quão necessário ele é. Essa obra de Tenório não fala apenas sobre racismo; fala sobre a identidade que nos é roubada. Através da história de um filho que reconstrói a vida do pai assassinado em uma abordagem policial, a obra expõe como o Estado marca os corpos negros antes mesmo deles falarem. É uma leitura que incomoda porque tira o racismo do campo das “ofensas” e o coloca no lugar da estrutura que nos impede de ser humanos por inteiro.
Capitães da Areia (Jorge Amado)
Foto: Divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
Esqueça a visão romantizada da escola. Ler Jorge Amado hoje é entender a criminalização sistemática da juventude pobre. Ao contar a história dos meninos de rua de Salvador, o autor expõe um Brasil que continua a preferir a punição ao acolhimento. O incômodo aqui é perceber que a sociedade ainda olha para a juventude marginalizada com o mesmo medo e desprezo de décadas atrás, alimentando um ciclo de violência que o sistema utiliza para manter o controle social.
Vidas Secas (Graciliano Ramos)
Foto: Divulgação/Principis/Entretetizei
O retrato mais fiel da nossa desumanização. Graciliano Ramos não escreveu apenas sobre a seca do clima, mas sobre a seca da linguagem. Fabiano e sua família são privados até das palavras para expressar sua dor. É o espelho de um Brasil que ainda existe: onde a falta de educação transforma cidadãos em seres que apenas sobrevivem, sem conseguir sequer protestar contra a própria miséria porque lhes foi roubado o direito mais básico: o de entender e nomear o mundo ao seu redor.
Quarto de Despejo (Carolina Maria de Jesus)
Foto: Divulgação/Ática/Entretetizei
O diário de Carolina é a prova de que a literatura é um território de disputa de poder. Escrito em cadernos encontrados no lixo, o texto esfrega a realidade da favela na cara de uma elite intelectual que prefere teorizar sobre a pobreza em vez de senti-la. Carolina relata a fome como uma personagem viva que dita o ritmo da vida. É a leitura essencial para entender que o Brasil que passa fome não é uma fatalidade geográfica, é um projeto político deliberado de exclusão.
Ideias para Adiar o Fim do Mundo (Ailton Krenak)
Foto: Divulgação/Companhia das Letras/Entretetizei
Krenak nos desafia a parar de olhar para o próprio umbigo. Enquanto a gente corre atrás de curtidas e do próximo lançamento tecnológico, ele nos lembra que a nossa ideia de civilização está colapsando o planeta. O incômodo aqui é existencial: ele questiona por que aceitamos viver em um sistema que transforma tudo, inclusive a nossa atenção, o nosso tempo e a nossa terra em mercadoria descartável.
As Veias Abertas da América Latina (Eduardo Galeano)
Foto: Divulgação/L&pm/Entretetizei
Se você sente que a América Latina está finalmente retomando o seu lugar no topo, seja com a dominação global do Bad Bunny ou com o orgulho da nossa estética nas artes, você precisa ler Galeano. Ele explica por que somos a região do mundo que sempre trabalhou para o enriquecimento alheio. O livro é um mapa da exploração, desde o ouro roubado até o petróleo explorado hoje. Ler Galeano é entender que o nosso subdesenvolvimento não é falta de capacidade, é um projeto de poder. É a base teórica para o orgulho que artistas contemporâneos gritam no microfone: nossa história é feita de saque, mas nossa resistência é imparável.
Este é o livro que desmonta o teatro da política brasileira. Jessé Souza destrói a ideia de que o nosso único problema é a corrupção estatal e joga luz na nossa herança escravocrata. Ele explica como a elite desenhou um sistema para manter o povo no “sub-lugar”, usando o ódio ao pobre e o racismo como ferramentas de controle. É a leitura definitiva para entender como o bolsonarismo não foi um acidente, mas um projeto que sequestrou o ressentimento de uma classe média que prefere o privilégio ao direito coletivo.
O veredito: O papel como refúgio e resistência
No fim das contas, ler é um exercício de dualidade. Pode e deve ser o seu hobby favorito, o seu momento de descompressão e o refúgio onde você encontra histórias que te fazem sonhar. Mas, no Brasil de hoje, esse prazer pessoal carrega um peso político gigante. Escolher um livro, seja ele um romance leve ou um ensaio denso, é retomar a posse do seu tempo. É decidir que a sua atenção não está à venda para a próxima notificação.
Se o sistema lucra com a nossa amnésia e com a fragmentação do nosso foco, manter o hábito da leitura é a nossa maior estratégia de defesa. Afinal, como já dizia Millôr Fernandes com sua ironia cirúrgica, “o Brasil tem um enorme passado pela frente“. Sem o livro na mão e o pensamento crítico afiado, corremos o risco de caminhar de costas para o futuro, repetindo as mesmas tragédias históricas e chamando-as de novidade.
Ler para entender o país não anula o prazer de ler para se divertir; na verdade, dá a você as ferramentas para não ser engolido pelo raso. A pergunta que fica não é se você tem tempo, mas sim se você aceita que outros escolham o que deve ocupar a sua mente.
E aí, qual vai ser o seu próximo ato de rebeldia (e de prazer) hoje?
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Após mais de cinco anos, BTS retorna com álbum completo, agenda global intensa e um novo momento que mostra por que o grupo continua no topo
Depois de um hiato que pareceu infinito para os ARMYs, o BTS finalmente está de volta! E não é só um comeback, é um acontecimento global. Nesta sexta-feira (20), o grupo lançou Arirang, seu quinto álbum de estúdio, marcando oficialmente o início de uma nova era que já nasce gigante.
Foram mais de cinco anos entre projetos solo e o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, um período em que cada integrante seguiu seu próprio caminho. E talvez seja exatamente isso que faz Arirang ser tão especial. Em vez de apressar um retorno, o BTS esperou. E entregou um álbum que carrega maturidade, identidade e uma conexão emocional que os fãs reconhecem desde a primeira faixa.
Durante esse tempo, RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook exploraram novas sonoridades, cresceram artisticamente e viveram experiências que agora se refletem diretamente no som do grupo.
Parte dessa nova fase já aparece em Swim, faixa que ganhou clipe gravado em Portugal. No vídeo, Lili Reinhart assume o papel central em uma narrativa que mistura melancolia e fantasia, enquanto os integrantes surgem como uma espécie de tripulação fantasma, uma imagem estética forte.
E se você achou que eles iam voltar aos poucos, pode esquecer. O BTS já chegou dominando 2026.
No dia 21 de março, o grupo realiza um show gratuito na Gwanghwamun Square, em Seul, com transmissão ao vivo pela Netflix, permitindo que ARMYs do mundo inteiro acompanhem esse momento em tempo real. Poucos dias depois, em 23 de março, eles seguem para Nova York para o evento Spotify x BTS: SWIMSIDE, marcando a primeira apresentação nos Estados Unidos em quase quatro anos.
E tem mais. O documentárioBTS: O Reencontroestreia no dia 27 de março na Netflix e promete mostrar os bastidores desse retorno, incluindo momentos da reunião dos integrantes após anos afastados.
Como já era esperado, a nova era também vem acompanhada de estrada. A BTS World Tour ‘Arirang’ começa em 9 de abril, com 82 datas ao redor do mundo até março do próximo ano. Além disso, duas apresentações terão exibição especial nos cinemas, ampliando ainda mais o alcance do projeto.
Parte essencial desse novo capítulo está no processo criativo. Para produzir Arirang, os sete integrantes se mudaram para Los Angeles e viveram juntos por cerca de dois meses, algo que não acontecia desde 2019. A convivência ajudou a reconstruir a dinâmica do grupo e influenciou diretamente o som do disco.
A produção reúne nomes como Pdogg, Diplo, Kevin Parker, Flume, JPEGMAFIA e Ryan Tedder, reforçando a mistura entre o pop global e a identidade já consolidada do grupo.
O título Arirang, inspirado na tradicional canção folclórica coreana, carrega significados ligados à saudade, ao amor e aos ciclos da vida, elementos que atravessam o álbum de forma mais íntima.
No fim, o retorno do BTS não funciona só como um novo lançamento, mas como um ajuste de rota. Depois de experiências individuais e de um tempo longe dos palcos como grupo, Arirang mostra um BTS mais consciente do próprio som, do próprio tempo e do espaço que ocupa hoje na indústria, e isso muda completamente a forma como esse comeback se sustenta.
Quem aí já arirangou? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê –Facebook,Instagram eX – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.
No aniversário da estrela, o Entretê reúne curiosidades sobre a trajetória e relembra alguns dos papéis mais marcantes da atriz
Hoje é dia de celebrar a vida de Hafsanur Sancaktutan. A atriz turca completa 26 anos nesta sexta (20), e o Entretê relembra momentos de sua trajetória artística e alguns dos trabalhos que marcaram sua carreira na televisão.
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan
Nascida em 20 de março de 2000, em Istambul, na Turquia, Hafsanur Sancaktutan demonstrou interesse pela atuação ainda muito jovem. Antes de conquistar espaço nas produções televisivas, a atriz iniciou sua formação nos palcos, participando de peças de teatro e recebendo reconhecimento por suas performances. Essa experiência no teatro ajudou a construir o estilo interpretativo que hoje chama a atenção do público nas dizis.
A estreia de Hafsanur na televisão aconteceu em 2018, na série Gülperi, em que interpretou a personagem Fidan. A partir daí, a atriz passou a integrar diferentes produções e rapidamente ganhou destaque entre os novos talentos da dramaturgia turca.
Fora das telas, ela costuma ser descrita como uma pessoa tranquila e bastante observadora. Em entrevistas, a atriz já comentou que essas características também influenciam sua forma de construir personagens e compreender as histórias que interpreta.
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan
Além da atuação, Hafsanur também demonstra interesse por outras áreas criativas. Ela já revelou que um de seus planos para o futuro é escrever sua própria história, explorando o universo da narrativa sob uma nova perspectiva.
Apaixonada por viagens, a atriz frequentemente compartilha momentos explorando novos lugares e culturas. Em uma de suas entrevistas, Hafsanur revelou ainda que entende um pouco de português e que tem vontade de aprender espanhol, algo que a aproxima ainda mais de seu crescente público internacional.
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan
Agora, relembramos algumas das dizis mais marcantes da carreira da atriz:
Gülperi
Em Gülperi (tradução livre: Gulperi, 2018), Hafsanur interpretou Fidan, um papel coadjuvante que foi importante para apresentá-la ao público e marcar seu primeiro contato com grandes produções televisivas. A série acompanha a história de uma mãe que luta para recuperar a guarda dos filhos após a morte do marido.
Foto: divulgação/IMDb
Son Yaz
Na dizi Son Yaz (O Último Verão, 2021), a atriz interpreta Yağmur Kara, filha do promotor Selim Kara (Ali Atay). A história começa quando Selim aceita proteger Akgün Gökalp Taşkın (Alperen Duymaz), filho do líder da máfia Selçuk Taşkın (Arif Pişkin). No entanto, Akgün acaba se apaixonando por Yağmur, o que gera ainda mais tensão na relação entre o rapaz e o promotor.
Foto: reprodução/Dizilah
Dünyayla Benim Aramda
No drama romântico Dünyayla Benim Aramda (Jogando com o Amor, 2022), exibido no Disney+, Hafsanur integra o elenco da história que gira em torno de Ilkin (Demet Özdemir). Insegura sobre os sentimentos do namorado famoso, ela cria uma conta falsa nas redes sociais para conversar com ele, usando uma estagiária (Hafsanur Sancaktutan) como parte do plano.
Foto: reprodução/IMDb
Ya Çok Seversen
Um dos trabalhos mais conhecidos internacionalmente da atriz é Ya Çok Seversen (Se o Destino Quiser, 2023), no qual contracenou com Kerem Bürsin. Na trama, Hafsanur interpreta Leyla, uma golpista que cruza o caminho de Ateş Arcalı (Kerem Bürsin), um herdeiro que retorna a Istambul para cuidar dos filhos da madrasta após a morte do pai.
Foto: reprodução/Dizilah
Kıskanmak
Atualmente, a atriz está no ar em Kıskanmak (tradução livre: Ciúmes, 2025), adaptação do romance clássico de Nahid Sırrı Örik. Na produção, Hafsanur interpreta Mükerrem Şen, uma mulher que enfrenta problemas em seu casamento e vive uma história cheia de conflitos.
Foto: reprodução/Dizilah
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