A cantora Anna Ratto leva novo repertório de Arnaldo Antunes ao palco do Manouche nos dias 25 e 26 de junho
Anna Ratto retorna aos palcos com o show de seu sétimo álbum, Vison Negro (Biscoito Fino), que inclui inéditas e novas releituras para Arnaldo Antunes. Em turnê pelo Brasil, Anna apresenta ao público uma seleção que inclui faixas como Não Temo, Vison Negro, Melhor Não Enfeitar e releituras para Um Branco, Um Xis, Um Zero, Sem Você e A Casa É Sua, entre outras.
“Mal posso esperar para levar esse repertório para a estrada. Além do álbum na íntegra, incluiremos alguns hits e outras surpresas mais inusitadas de Arnaldo”, afirma Anna sobre esse mergulho renovado no universo criativo de Arnaldo Antunes.
Créditos: Elisa Bezerra
No palco, ela é acompanhada por Elisio Freitas na guitarra, Antonio Dal Bó no teclado, Jorge Ailton no baixo e Estevan Barbosa na bateria. Juntos, entregam uma sonoridade vibrante, que transita com leveza entre o pop, o rock e a música brasileira contemporânea. Um espetáculo direto, forte e emocional.
Serviço
Anna Ratto: Lançamento do disco Vison Negro | Participação especial de Fernanda Takai
Data: 25 e 26 de junho
Local: Clube Manouche | R. Jardim Botânico, 983 – Jardim Botânico
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Depois de enorme sucesso com o público, a primeira novela original nacional da plataforma reunirá os atores para um novo episódio
Para aqueles que adoram o mix entre comédia, suspense e muito drama, a Beleza Fatal é a escolha perfeita para prender a atenção do começo ao fim. A novela é pioneira no streaming e a mais comentada nos últimos meses. Com todo sucesso nas redes e entre os espectadores, a plataforma acaba de anunciar a produção de um episódio inédito, que será marcado pelo reencontro do elenco e dos criadores da história.
De acordo com a Max, que, em breve, voltará a ser HBO Max, plataforma de produção e distribuição, esse reencontro ainda não tem uma data de lançamento prevista, mas os fãs da novela já estão ansiosos para as próximas atualizações.
O especial contará com dois episódios, que prometem trazer uma experiência repleta de emoção e nostalgia. O elenco vai relembrar os momentos mais marcantes e inesquecíveis da produção, conversar sobre os bastidores, reagir a conteúdos exclusivos, além de comentar sobre a grande repercussão da novela nas redes sociais.
Foto: Divulgação/Warner Bros. Discovery
Criada e escrita por Raphael Montes, grande nome da literatura policial brasileira, com direção geral de Maria de Médicis e produção da Coração da Selva, Beleza Fatal teve seu último capítulo exibido na plataforma no mês de março deste ano e encerrou com recorde de audiência, sendo o título nacional mais visto desde seu lançamento, em fevereiro de 2024.
Com um elenco repleto de artistas renomados, como as protagonistas Camila Pitanga, Camila Queiroz e Giovanna Antonelli, a produção traz tramas envolventes e reviravoltas memoráveis, que geram curiosidade e conquistam uma base fiel de fãs, reforçando o sucesso da novela no streaming. Em sua última semana de exibição, foi o título número 1 da Max no Brasil e em toda a América Latina, liderando em alcance, aquisições e horas assistidas.
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A série, com estreia prevista para este ano, tem ainda no elenco Ed Westwick e John Hannah
Chamando todos os fãs de Can Yaman! O ator turco, que tem feito uma carreira internacional de respeito, depois de El Turco (2025) é o protagonista de Sandokan, que ganhou o primeiro trailer (confira abaixo).
A série, que deve ser lançada ainda em 2025 (outono do hemisfério norte), tem um grande elenco, como Ed Westwick, o Chuck Bass de Gossip Girl (2007), e John Hannah (A Múmia, 1999).
A produção italiana, que mistura ação, aventura e drama, gira em torno de Sandokan (Can Yaman), um pirata malaio do século XIX que, junto de sua tripulação e o amigo Yanez (Alessandro Preziosi), realizam um ataque às forças britânicas a partir na ilha de Mompracem. Mas, no meio de suas aventuras, o pirata se apaixona pela aristocrata anglo-italiana Lady Marianna Guillonk (Alanah Bloor).
Foto: reprodução/Gecce Magazin Haberleri
A obra
Produzida pela Lux Vide junto da Rai Fiction, a série é uma adaptação da obra do escritor italiano Emilio Salgari. Anteriormente, também foi adaptada como uma série de TV italiana de mesmo nome, lançada em 1976.
Dirigida por Jan Maria Michelini, a primeira temporada terá oito episódios e será exibida no canal de televisão italiano Rai 1. A produção, que tem garantidas três temporadas, foi desenvolvida por Alessandro Sermoneta, Scott Rosenbaum e David Lantieri, a partir de uma ideia de Luca Bernabei.
Ed Westwick interpretará Lord James Brooke e John Hannah será o Sergeant Murray. Angeliqa Devi (Hita), Madeleine Price (Sani) e Owen Teale (Lord Guillonk) e outros nomes completam o elenco.
Confira também mais um pôster e fotos da série, com Can Yaman:
Entre o mar cristalino e a batida ancestral do sanshin, Okinawa revela uma Ásia que dança entre o passado e o presente
Entre paisagens paradisíacas e tradições milenares, Okinawa se destaca como um dos destinos mais intrigantes do Japão contemporâneo. Com uma identidade própria que mescla as influências do antigo Reino de Ryukyu, uma espiritualidade única e uma cena musical que já conquistou todo o continente asiático, o arquipélago se firma como ponte viva entre o passado e o presente, entre o local e o global, entre o ancestral e o pop.
Fora do circuito turístico mais clássico do Japão, Okinawa tem atraído um número crescente de jovens viajantes e apaixonados pela cultura oriental, em busca de uma face alternativa do país. Sua música, suas danças, seus sabores e sua estética híbrida encantam não só os japoneses, mas também turistas vindos de Taiwan, Coreia do Sul, China e outras partes da Ásia. Preparamos um especial que mergulha nos aspectos culturais, históricos e turísticos de Okinawa, revelando por que essa ilha é um território à parte, dentro e fora do Japão.
Okinawa além dos cartões-postais: um arquipélago tropical com clima, ritmo e identidade distintos do restante do Japão
Localizada no extremo sul do Japão, Okinawa é formada por mais de 160 ilhas, com cerca de 50 habitadas. Sua posição entre Taiwan e o restante do arquipélago já anuncia sua natureza única. O clima é subtropical, com invernos amenos e verões quentes, perfeitos para explorar praias, trilhas, mergulhos e festivais culturais.
Foto: reprodução/made in japan
Mas o que realmente surpreende é a sensação de estar em um Japão diferente. As construções são mais baixas, o ritmo de vida é mais lento, as cores mais vibrantes, e até o sotaque soa distinto. Muitos moradores se definem como uchinanchu, o povo de Okinawa, antes mesmo de se dizerem japoneses.
Esse “mundo à parte” desperta crescente interesse de visitantes asiáticos e internacionais, não só pela beleza natural, mas pela cultura complexa, pela história de resistência e pelos vínculos entre espiritualidade, música e tradição.
A cultura viva do antigo Reino de Ryukyu ainda molda a identidade, a música, os rituais e o modo de viver em Okinawa
Okinawa foi capital do Reino de Ryukyu, uma entidade independente entre 1429 e 1879. Durante séculos, o arquipélago foi ponte comercial entre Japão, China, Sudeste Asiático e Coreia, herança que ainda vive nas tradições locais.
A língua okinawana (uchinaguchi) sobrevive em pequenas comunidades. Técnicas como o bingata, tingimento colorido usado em quimonos, continuam vivas em festivais e cerimônias. A dança eisa, com seus tambores e movimentos sincronizados, é parte essencial da vida cultural.
O sanshin, instrumento de três cordas coberto por pele de cobra, é o som da memória: melódico, introspectivo e onipresente em restaurantes, lares e apresentações. Suas canções falam de natureza, ancestralidade e comunidade.
Outro traço singular é o sistema espiritual local. As yuta, mulheres com dons espirituais, atuam como xamãs, aconselhando famílias e canalizando mensagens dos ancestrais. Diferente do xintoísmo e budismo tradicionais, a religião de Okinawa é matriarcal, oral e profundamente conectada aos ritmos da natureza.
A música e o entretenimento de Okinawa revelam uma juventude conectada às tradições, mas com voz própria na cena cultural asiática
Okinawa é berço de talentos que marcaram a música pop japonesa. Namie Amuro, nascida em Naha, redefiniu o J-pop nos anos 1990 e 2000, misturando R&B, dance e street fashion com atitude e autenticidade. Sua aposentadoria precoce em 2018 deixou uma geração órfã, mas seu legado permanece vivo.
Grupos como BEGIN e HY seguem celebrando suas raízes. Suas músicas combinam pop moderno com elementos tradicionais, incluindo o uso do sanshin. O resultado é uma sonoridade que emociona e atrai públicos de Taiwan, Coreia e além.
Festivais como o Okinawa Zento Eisa Matsuri são momentos de celebração vibrante. Jovens se reúnem em danças, tambores e figurinos intensos, expressões de orgulho cultural que viralizam nas redes sociais e ampliam a projeção da ilha.
Além da música, Okinawa aparece em filmes e doramas japoneses, como Nada Sou Sou (2006) e Gohatto (1999) , que usam a paisagem local para retratar histórias de saudade, transformação e reencontro com as raízes.
O turismo em Okinawa cresce como alternativa cultural e ecológica ao Japão urbano, atraindo visitantes de toda a Ásia
O aumento da busca por experiências autênticas coloca Okinawa em destaque como destino alternativo. A proximidade com Taiwan, Coreia do Sul e China facilita o fluxo turístico, com voos diretos de cidades como Taipei, Seul e Xangai para Naha, a capital.
Praias como Zanpa, Manza, Emerald e Kondoi são perfeitas para quem busca natureza preservada. Mergulhos com tartarugas, snorkeling e caiaque fazem sucesso entre jovens e influenciadores.
A história da ilha também chama atenção. O Castelo de Shuri, Patrimônio da Humanidade, é essencial para quem quer entender a trajetória política e simbólica de Okinawa. Apesar de destruído na Segunda Guerra Mundial e reconstruído, continua sendo um dos pontos mais visitados do Japão.
Foto: reprodução/okinawa today
A gastronomia okinawana é outra atração. Pratos como o goya champuru, o Okinawa soba e o taco rice revelam uma culinária híbrida e autêntica, influenciada pela China, Sudeste Asiático e Estados Unidos.
Ilhas menores como Zamami, Tokashiki e Taketomi oferecem experiências mais íntimas: vilarejos silenciosos, pousadas familiares e uma trilha sonora natural de vento e sanshin, uma verdadeira imersão na alma okinawana.
A espiritualidade, a história da guerra e a presença militar fazem de Okinawa um símbolo de resistência e memória dentro do Japão
O passado da ilha é marcado pela Batalha de Okinawa, um dos confrontos mais letais da Segunda Guerra Mundial. Com cerca de 150 mil civis mortos, o trauma permanece vivo na memória coletiva.
O Parque Memorial da Paz é um espaço de reflexão, com museus e homenagens às vítimas. Escolas locais visitam o local para educação histórica e promoção da paz.
Foto: reprodução/okinawa today
A presença de bases militares americanas ainda hoje gera tensões. Embora economicamente relevantes, são alvo de protestos constantes de moradores que reivindicam autonomia e respeito ao território ancestral. O movimento antimilitarista é um dos mais ativos do Japão.
Ao mesmo tempo, a espiritualidade local continua pulsando. Rituais conduzidos por noro (sacerdotisas tradicionais) e cultos aos ancestrais reafirmam uma fé ligada à terra, aos ciclos e ao feminino. Em Okinawa, política e espiritualidade caminham lado a lado.
A presença de Okinawa na cultura pop asiática transforma suas paisagens e tradições em inspiração estética e simbólica para toda a região
Okinawa é cada vez mais um ícone cultural para a juventude asiática. Suas paisagens tropicais, vilarejos tradicionais e luz dourada são pano de fundo para videoclipes, filmes e campanhas de moda.
Produções coreanas, japonesas e taiwanesas usam Okinawa como cenário de narrativas sensíveis e nostálgicas. Elementos como quimonos Ryukyu, lanternas de papel e a dança eisa aparecem em clipes, ensaios e editoriais de estilo alternativo.
Foto: reprodução/okinawa today
Nas redes sociais, Okinawa virou símbolo de lifestyle descomplicado. Criadores de conteúdo da Ásia promovem a ilha como refúgio espiritual, longe do caos urbano — ideal para quem busca uma vida mais natural e consciente.
Esse fascínio transforma Okinawa em algo maior: não apenas um destino, mas um imaginário transnacional, onde passado, presente e futuro se misturam numa nova modernidade asiática.
Okinawa é onde o coração asiático pulsa entre o passado e o futuro, entre o ancestral e o moderno, entre o mar e o som do sanshin
Se há um lugar onde o Japão revela sua pluralidade mais profunda, esse lugar é Okinawa. Com uma trajetória marcada por trocas culturais, resiliência histórica, espiritualidade matriarcal e expressões artísticas vibrantes, a ilha se destaca como uma das regiões mais fascinantes da Ásia atual.
Para quem busca imersão cultural, para os amantes de novas sonoridades ou para aqueles que querem explorar um Japão fora da rota óbvia, Okinawa oferece uma experiência ímpar. Entre o som do sanshin, a dança dos tambores e as águas pacíficas do Pacífico, há um convite sutil no ar: o de se deixar tocar por uma cultura pequena em território, mas enorme em significado.
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O intérprete de um dos protagonistas da dizi e mais três atores não irão retornar para a terceira temporada
Notícia triste para os fãs de Bahar (Blooming Lady, 2024)! Mehmet Yılmaz Ak, que interpreta o cirurgião Timur, não participará da terceira temporada. Após o último episódio da segunda temporada deixar em aberto o futuro do personagem, em que houve a queda do avião no qual ele deveria embarcar, a jornalista Birsen Altuntaş confirmou hoje (24) que sua participação na produção terminou.
Além de Mehmet, o ator Emre Karayel, que integrou o elenco a partir da segunda temporada como o personagem Tolga, Şira Sahilli, que interpretou Duru, e Özgü Delikanlı, que deu vida a Yıldırım, também se despedem de seus personagens.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
A série assinada por Asena Bülbüloğlu, com produção da MF Yapım, tem previsão de retorno com a sua nova temporada a partir de setembro, na Show TV. Os novos episódios da dizi serão escritos por Rana Mamatlıoğlu e Bekir Baran Sıtkı.
Bahar estreia em streaming no Brasil
A partir do dia 30 de junho, a produção chega a Max Brasil. A obra, que é sucesso de audiência na Turquia, e tem muitos fãs nas redes sociais, conta a história de Bahar (Demet Evgar), que optou por não seguir a profissão de médica, para a qual se formou. Ao invés disso, decidiu dedicar à vida aos filhos e ao marido, o notável cirurgião Timur Yavuzoğlu (Mehmet Yılmaz Ak).
Foto: reprodução/Show TV
Mas ela tem sua vida transformada ao descobrir uma doença. Evren (Buğra Gülsoy), que é o médico de Bahar, não irá medir esforços para salvá-la e ele diz que a única forma de curá-la é um transplante de fígado. Porém, somente Timur é compatível na família.
Foto: reprodução/Show TV
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Além do anúncio do álbum, o artista revelou o single Home, lançado com um videoclipe oficial
Mac DeMarcoanuncia seu novo álbum, Guitar, com lançamento marcado para o dia 22 de agosto. Junto com a novidade, o artista também revelou o single Home, que chegou acompanhado de um videoclipe, disponível para assistir aqui:
Gravado e escrito em novembro de 2024 em sua casa em Los Angeles, Guitar foi inteiramente produzido por Mac DeMarco. Além de compor e mixar o álbum, este último trabalho feito no Canadá, ele também filmou os videoclipes e registrou as artes visuais do projeto usando tripés. A masterização ficou a cargo de David Ives.
“Acho que Guitar é o mais próximo de uma representação verdadeira de onde estou na minha vida hoje conforme consigo colocar no papel. Estou feliz em compartilhar essas músicas, e animado para tocá-las na maior quantidade de lugares que eu conseguir “, comenta Mac.
Mac descreve o single Home como uma música sobre o significado de lar, escrita em sua casa em Los Angeles. O videoclipe foi filmado por ele durante uma canoagem perto da casa da mãe no Canadá.
Foto:divulgação/Virgin Music
Guitar sucede o álbum instrumental de Mac DeMarco, Five Easy Hot Dogs (2023), gravado em vários locais entre Los Angeles e Nova York, além do ambicioso projeto de 199 faixas, One Wayne G.
Quem aí já ouviu e assistiu o novo single do Mac DeMarco? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Um dos esportes mais famosos do mundo ganha um novo olhar através da história de Amanda Weaver, que finalmente ganha publicação no Brasil
Fast & Reckless (2024), da série Racing Hearts, chega às livrarias brasileiras em junho. Ambientado no mundo da Fórmula 1, a obra se chamará No Limite da Velocidade.
Imagem: reprodução/Verus Editora
Primeiro volume de uma atual duologia, o livro traz um romance arrebatador entre uma estrela do esporte e a filha controlada e determinada do chefe da equipe dele. Eles nunca planejaram se apaixonar, mas quem vive no limite sabe que basta um descuido para perder o controle.
Imagem: reprodução/Amazon/Verus Editora
Por mais que exista uma atração inegável, Mira Wentworth sabe que Will Hawley é encrenca, e flertar com o novo piloto da equipe de seu pai está fora de cogitação. Principalmente depois de uma experiência adolescente que a fez jurar nunca mais se entregar a paixões desenfreadas e perigosas.
Mas nunca é fácil resistir à força que puxa dois corpos na mesma direção, e entre a adrenalina das corridas e os segredos que ameaçam vir à tona, Mira e Will se veem em uma trajetória onde o desejo pode ser tão perigoso quanto a velocidade.
Quando os sentimentos ultrapassam o limite permitido, só resta uma pergunta: seria o amor deles capaz de cruzar a linha de chegada?
Personagens
Mira Wentworth aprendeu da pior forma que algumas escolhas podem custar caro. Após um erro juvenil que quase arruinou sua carreira antes mesmo de começar, ela se reconstruiu e está decidida a provar seu valor como assistente da equipe de seu pai. Regras, foco e disciplina são suas diretrizes — e se envolver com Will Hawley está totalmente fora dos limites.
Will, por sua vez, está tentando reescrever sua história. Depois de ser afastado das pistas por seu comportamento explosivo, ele ganha uma segunda chance e está disposto a fazer tudo certo. Tudo… exceto ignorar Mira. Ela é o tipo de desafio que ele sempre correu atrás — mas agora, o risco pode ser maior do que ele esperava.
Sobre a autora
Amanda Weaver vive em Nova Iorque e trabalha na Broadway. Escreve desde romances contemporâneos picantes até histórias de época de tirar o fôlego.
Quando o trabalho do marido como jornalista de Fórmula 1 despertou nela uma nova obsessão, Weaver decidiu que faltava um romance esportivo em sua lista de obras.
Imagem: reprodução/Amazon
Pré-venda
Publicado pela Verus Editora, selo da Galera Record, o romance de Amanda Weaver está atualmente em pré-venda na Amazon, e será lançado no dia 30 de junho. Você pode adquirir seu exemplar pelo link.
O segundo livro da série Racing Hearts, Kiss & Colide, está em pré-venda em inglês. Por aqui, estamos na torcida para que a continuação, que contará a história de outro casal, também chegue ao Brasil!
Você gosta de Fórmula 1 e se interessou pela premissa do livro? Compartilhe conosco através de nossas redes sociais – Facebook, Instagram, X – e venha conhecer o nosso Clube do Livro.
Foto: reprodução/Centro Cultural Coreano no Brasil
O evento será em São Paulo e visa promover a culinária coreana
O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) recebe o evento pop-up Universo K-Food Brasil, realizado pela aT Center Brasil, agência governamental vinculada ao Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais da Coreia do Sul. O evento é gratuito, na Avenida Paulista, 460 em São Paulo – SP, e ficará em cartaz a partir do dia 5 de julho até 1 de agosto.
Imagem: divulgação/Centro Cultural Coreano no Brasil
A iniciativa vai reunir gastronomia, cultura e experiências interativas para apresentar ao público brasileiro o universo da culinária coreana. Além disso, terá uma imersão completa nos sabores coreanos, como snack, bebida, ramyeon, soju. Assim também vai contar com uma seleção especial de produtos saudáveis como kombuchá, chá, suco e cracker de tofu.
Organização do evento
O evento divide-se em quatro zonas: uma de jogos, uma de degustação, uma loja de conveniência e uma zona B2B voltada para negócios. “O Brasil é um mercado emergente promissor, com uma demanda crescente por alimentos coreanos. Nosso plano é ampliar as oportunidades de degustação direta para os consumidores locais, tornando os produtos alimentares coreanos mais familiares ao público”, afirma Yousun Jung, diretora da aT Center em São Paulo.
Juntamente com as zonas, também vai ter cabine de fotos temática, voltada especialmente à geração Z. Bem como aulas de culinária prática, onde os participantes poderão aprender a preparar pratos coreanos rápidos e saborosos com ingredientes acessíveis. Os dias e horários das aulas poderão ser conferidos no site e nas redes do CCCB.
“Acredito que esta exposição oferecerá uma oportunidade divertida de vivenciar a cultura coreana por meio de seus produtos alimentícios”, diz Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil.
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Financiamento de produções do cinema nacional está em discussão, modelos de outros países mostram o caminho
O reconhecimento de filmes nacionais como Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025) pela crítica internacional reforça o valor e a qualidade do cinema nacional, além do orgulho em ver histórias brasileiras celebradas ao redor do mundo. Entretanto, um desafio permanece para as produções do setor audiovisual: como financiar seus projetos?
“Conquistar incentivo público direto via leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc, ou indireto via Lei do Audiovisual e Rouanet, é uma tarefa árdua e que exige uma expertise na construção de projetos, o que deixa muitas produtoras e artistas independentes de fora, por falta de acesso a essas informações”, explica Mab Vizeu, CEO da Noches Produções, que já desenvolveu projetos para a Disney, através do extinto canal NatGeo Kids, e que hoje busca investimento para o anime Genius!, cujo episódio piloto, lançado no ano passado, alcançou 4 milhões de pessoas em menos de um mês.
Imagem: reprodução/Instagram @wbanimes
Mab acredita que é preciso pensar em alternativas complementares ao fomento público, uma vez que “atuamos em um sistema frágil, no qual mudanças políticas podem inviabilizar projetos já em andamento”. A empresária destaca como o investimento privado no mercado audiovisual japonês viabilizou grandes sucessos como Naruto (2002). “O Seisaku Iinkai é um modelo surgido entre os anos 70 e 80 de financiamento coletivo dos animes japoneses, e movimenta bilhões com produções como Demon Slayer e Attack on Titan. Estudando esse modelo, enxerguei como um caminho para reinventar o financiamento de filmes, séries e animações no Brasil”, aposta Mab.
Como funciona o Seisaku Iinkai?
A dinâmica é a seguinte: um consórcio de empresas divide custos e riscos de um projeto, recebendo em troca direitos sobre partes específicas da receita. Um caso emblemático é o de Demon Slayer (2019), que gerou US $2,7 bilhões (cerca de R$ 14,8 bilhões) em merchandising e licenciamento. “O segredo está na diversificação: transmissão, produtos derivados, trilha sonora e até turismo geram receitas complementares”, analisa Vizeu.
Imagem: reprodução/Fandom
Segundo a empresária, a adaptação desse modelo ao Brasil poderia encontrar potenciais investidores. “O interessante do comitê de produção é que além de dividir os custos, cada membro do comitê fica responsável por gerenciar a fatia do produto da qual tem expertise. Uma plataforma de streaming ficaria responsável por gerenciar os direitos de exibição para outras janelas e territórios, uma empresa de figures gerenciaria os direitos de licenciamento de marca e personagem e poderia sublicenciar esses direitos para outras empresas, por exemplo”, explica.
Em um projeto hipotético de R$ 2 milhões, por exemplo, um streaming poderia aportar 25% em troca dos direitos de transmissão, enquanto uma fabricante de material escolar investiria 15% para licenciar personagens.
Obstáculo legal
Os desafios, porém, são significativos. “Precisamos de um marco regulatório claro para divisão de lucros e direitos autorais”, alerta Daniel Solis, advogado especializado em entretenimento do escritório Nelson Willians. Além disso, existe o obstáculo cultural: “Muitas empresas ainda veem o audiovisual como despesa, não como investimento”, lamenta Vizeu. Especialistas sugerem que incentivos fiscais, nos moldes da Lei do Audiovisual, unidos aos comitês de produção, poderiam acelerar a adoção do modelo.
O retorno, contudo, pode transformar a indústria. Além de reduzir a dependência de verbas públicas, o sistema fortalece a sinergia entre setores, tendo em vista que “uma série de sucesso impulsionaria vendas de produtos, streaming e até turismo nas locações”, projeta a empresária. Enquanto o Brasil debate seu futuro audiovisual, o mercado japonês oferece um caminho testado.
Inspiração estadunidense
Ryan Coogler, diretor estadunidense responsável por sucessos como Pantera Negra (2018), Creed (2015) e Judas e o Messias Negro (2021) fez um acordo inédito com a Warner Bros. para seu último projeto, o longa Pecadores (2025), em que manteve o controle criativo, garantiu a propriedade total do filme após 25 anos e teve participação no primeiro dólar bruto, ou seja, recebeu parte da receita bruta da bilheteria desde o dia de estreia nos cinemas. Esse modelo, raro até para diretores consagrados como Tarantino, protege a propriedade artística da obra, além de inspirar maior autonomia criativa na indústria.
Opções Made in Brazil
Já no Brasil, a solução de Marcelo Galvão, diretor do filme Colegas (2012), que arrecadou US$ 852 mil em bilheteria, e de O Matador (2017), primeiro original Netflix brasileiro, é um modelo de negócios que visa a experiência do investidor nos bastidores do filme como principal atrativo através de um aporte que será totalmente recuperado em até 18 meses, acrescidos de uma taxa de lucro acima do CDI. Só depois que o valor for pago o resto da produção começa a lucrar com o projeto.
A ideia é fruto de sua experiência em busca de investimentos para custear seus filmes nos Estados Unidos e o primeiro a apostar no negócio foi Giordano Biagi, que atuou como sócio de Galvão. Biagi foi creditado como produtor executivo e financiou 90% de Fourth Grade (2021), longa estadunidense dirigido pelo brasileiro e que foi filmado em oito dias.
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Um doce, uma flor conta com a participação especial de ninguém menos que Elba Ramalho, um dos maiores ícones da música brasileira
Depois de abrir os caminhos com o single Viver de Carinho, apresentado em maio, o duo OUTROEU segue trilhando sua nova fase com autonomia e coração. No dia 24 de junho, Dia de São João — data emblemática no calendário musical brasileiro — o grupo lança Um doce, uma flor, canção que conta com a participação especial de ninguém menos que Elba Ramalho, um dos maiores ícones da música brasileira.
Lançado de forma independente, o segundo single do novo álbum do duo, intitulado Quarto, mantém a essência do OUTROEU, mas traz um arranjo refinado, sem perder a leveza e a identidade sonora que tem encantado o público desde o início da trajetória do grupo.
Composta por Mike Túlio, Guto Oliveira e Victor Huggo — parceiro de longa data e responsável pela sanfona que dá o tom ao arranjo — a música é um xote romântico que homenageia as raízes brasileiras, com um toque moderno e poético.
Foto: reprodução/Gilberto Dutra
“A essa altura da vida, com tantos anos de carreira, estar sendo convidada por essa galera jovem, que tem um trabalho forte, bonito, diferente do que eu faço, brasileiríssimo e tão competente. Me sinto muito honrada em cantar com eles essa música belíssima. Fico imaginando o que seria da música brasileira se, no futuro, não houvesse artistas jovens como vocês, com consciência harmônica, um trabalho sério, bonito e de bom gosto. Esse é o caminho da música brasileira”, elogia Elba Ramalho.
“A ideia dessa nova era é trazermos o que tem de mais essencial e legal no nosso som”, conta Mike. “Essa faixa é o resultado desse aprendizado de como a sanfona/acordeon se encaixou desde o início com o som da OUTROEU, somado com o fato de amarmos com força a música brasileira e seus elementos. No final, virou um forrózinho romântico que remete aos nossos sucessos, só que com um gostinho novo”, completa Guto.
A participação de Elba Ramalho, lenda da música nordestina e presença indispensável nas celebrações juninas desde os anos 1980, amplifica ainda mais o valor simbólico da faixa. Para o OUTROEU, cantar com ela foi um momento mágico: “Fazer um feat com a Elba no Dia de São João é um privilégio sem tamanho! Foi muito legal gravar com ela — um supertalento e um poço de doçura e elegância, além de ter uma voz inigualável, daquele tipo que engrandece a canção”, revela Mike.
Um doce, uma floré mais do que uma canção: é um encontro de gerações e de linguagens musicais que celebram o amor, a brasilidade e a alegria de um dos períodos mais festivos do nosso calendário. A faixa promete embalar corações com sua leveza, afeto e identidade sonora única.
Curtiram o novo som do OUTROEU? Conta para gente nas redes sociais do Entretetizei! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca nenhuma novidade!
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