Imagem: Divulgação/SAM Entretenimento & Chimera Media
Sucesso Boys Love chega ao país em apresentação inédita e única
Matéria escrita por Paula Fernandes
O sucesso dos dramas Boys Love (BL) tailandeses no Brasil está crescendo cada dia mais. Como prova, o foco no país como palco para vários eventos sobre o tema e com participação ativa do elenco deixa isso claro.
Dessa vez, Boss Chaikamon e Noeul Nuttarat chegam ao país para apresentação inédita e única, em celebração a The Boy Next World, um dos grandes sucessos de 2025 da grade de BLs de um dos gigantes do streaming asiáticos, o iQIYI.
O Fanmeeting The Boy Next World: Boss&Noeul acontecerá em São Paulo, capital, no dia 12 de julho, no Studio Stage, com produção da SAM Entretenimento.
BossNoeul, como são conhecidos pela parceria artística nas telas, protagonizaram o seu segundo BL juntos, drama que segurou o top 10 de mais assistidos no streaming iQIYI por semanas consecutivas, em 2025, interpretando os personagens Cirrus (Boss) e Phukan (Noeul), em um romance de fantasia sobrenatural e enredo de multiverso.
Imagem: Divulgação/SAM Entretenimento & Chimera Media
Na nova configuração do evento, além da troca do local, o fanmeeting passa por uma mudança importante no formato, a fim de deixar a experiência com os protagonistas do BL ainda melhor.
A atualização inclui:
Local: Agora no Studio Stage, localizado na região da Lapa (SP), o evento será mais intimista e focado em uma troca mais próxima entre artistas e fãs;
Faixa-etária: Pensando em abranger uma parcela maior da comunidade de fãs, maiores de 14 anos poderão ter acesso desacompanhados de responsáveis legais;
Interações com fãs: Novos ingressos avulsos para Hi-Touch e fotos 2:4 (2 artistas + 4 fãs) poderão ser adquiridos, fora dos pacotes VIP, por quem possuir qualquer ingresso que dê acesso ao evento principal (fanmeeting), com a inclusão de um pôster exclusivo contendo o autógrafo digital dos artistas;
Horário: O evento principal foi antecipado para acontecer a partir das 17h30;
Hi-Touch: A interação na qual os fãs terão a chance de tocar, com as palmas abertas, as mãos dos artistas em uma fila constante poderá ser filmada, para que estes tenham um registro íntimo do momento de interação;
Brindes exclusivos: Todos os ingressos que dão acesso ao evento principal darão direito a um photocard exclusivo do evento como brinde;
Merchandising oficial: Além da loja disponível no dia do evento, os fãs poderão comprar itens exclusivos do fanmeeting em pré-venda on-line;
Ingresso Fan Power: Desconto de 30% através de voucher promocional, de uso único, para qualquer ingresso das modalidades Pista Comum e Pista Premium (não cumulativos com meia-entrada prevista por Lei), após participação em ação de divulgação feita em parceria com a BoysLove Hub, a partir do dia 18 de junho de 2025 (confira as condições no perfil @hubboyslove, no Instagram).
Informações gerais sobre o evento:
Data: 12 de julho de 2025 (sábado).
Abertura dos portões: a partir 13h30 (de acordo com benefícios dos pacotes Vip – mais informações serão divulgadas em breve).
Horário do evento (fanmeeting): 17h30.
Local: Studio Stage – Avenida José Maria de Faria, 94, Lapa de Baixo, São Paulo – SP.
Classificação: 14 anos (desacompanhados) e menores de 14 anos (acompanhados de pais ou responsáveis legais).
Setores, preços e pacotes:
Imagem: Divulgação/SAM Entretenimento & Chimera Media
Pista: R$ 190 (meia) | R$380 (inteira) | R$ 266 (Voucher 30% off Fan Power).
Pista Premium: R$ 320 (meia) | R$640 (inteira) | R$ 448 (Voucher 30% off Fan Power).
Pacote Vip – R$ 1.560 (meia) | R$ 1.940 (inteira) | R$ 1.730 (voucher 30% off – Fan Power)* – Inclui entrada antecipada; foto individual (2:1) com Boss e Noeul; participação no Soundcheck; Hi-Touch; e pôster autografado.
Pacote Premium – R$ 1.360 (meia) | R$ 1.740 (inteira) | R$ 1.550 (voucher 30% off – Fan Power)* – Inclui entrada após VIP; foto em grupo (2:4) – Boss e Noeul + 4 fãs no total; participação no Soundcheck; e Hi-Touch
Pacotes Avulsos de Interações (necessário possuir ingresso para algum setor do fanmeeting) – Hi-Touch Avulso – R$ 220 | Foto em grupo (2:4) – Boss e Noeul + 4 fãs no total – R$ 350
*Obs.: Nos pacotes VIP e PREMIUM, o desconto Fan Power será aplicado somente sobre o valor do ingresso de acesso ao fanmeeting. Os benefícios adicionais inclusos no pacote não estão sujeitos ao desconto.
Informações adicionais importantes:
– Não há assentos ou lugares marcados. A ocupação é feita por ordem de chegada, dentro do setor adquirido.
– A meia-entrada, válida conforme Lei Federal 12.933/2013, será aplicada apenas ao ingresso (setor).
– Os benefícios (foto, soundcheck, Hi-Touch, pôster) são serviços adicionais e não estão sujeitos à meia-entrada no valor dos pacotes. Somente o acesso ao setor receberá o desconto.
E você, já assistiu ao BL e vai para o fanmeeting? Conta para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
O programa terá a presença de grandes nomes da música brasileira
Nesta quarta (25), Sandy apresenta seu novo programa Nesse Canto Eu Conto pelo Multishow. Nele, a cantora consolidada traz uma mistura de música e bate-papo com convidadas especiais.
O programa terá, ao todo, cinco episódios, exibidos semanalmente: toda quarta às 18h30. Eles contarão com a presença de Ivete, Liniker, Paula Toller, Vanessa da Mata e Ana Castela.
Sob o comando de Sandy, as cantoras convidadas trazem detalhes sobre suas carreiras e relação com a música, além de momentos especiais nos quais cantam ao lado da apresentadora.
O primeiro episódio, já disponível no Globoplay e no Multishow, conta com Ivete. Além de trazer uma conversa cheia de memórias e reflexões, as artistas cantam ao vivo sua versão da música Meu Bem, Meu Mal, de Gal Costa.
Foto: divulgação/Novità Comunicação Estratégica
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Dirigido por Luc Besson, longa chega às salas de cinema em agosto deste ano
Se você é do time que adora uma produção envolvendo vampiros, romance, drama, estética gótica… Pode comemorar! O trailer de Drácula – Uma História de Amor Eterno acabou de sair do forno.
O filme de terror e romance gótico, escrito e dirigido por Luc Besson, conhecido por obras como Lucy (2014) e O Quinto Elemento (1997), estreia em 7 de agosto nos cinemas. Distribuído pela Paris Filmes, o longa traz no elenco Christoph Waltz (Django Livre, 2012), Caleb Landry Jones (X-Men: Primeira Classe, 2011), Matilda De Angelis (CITADEL DIANA, 2024) e Zoë Bleu (Sinais de Amor, 2022).
Baseado no famosíssimo personagem de Bram Stoker, o filme conta a história de um príncipe do século XV que, após a morte de sua esposa, renuncia a Deus e se torna um vampiro. Séculos depois, na Londres do século XIX, ele vê uma mulher parecida com sua falecida esposa e a persegue, selando seu próprio destino.
Foto: divulgação/Paris Filmes
A produção é da LBP Productions, EuropaCorp e Actarus e os produtores são Virginie Besson-Silla e Philippe Corrot.
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O ator dividirá o papel de Curtis Taylor Jr. com Toni Garrido
A primeira montagem brasileira de um dos maiores sucessos da Broadway, DREAMGIRLS (1981), anunciou Robson Nunes como último nome para fechar o elenco principal. O ator alternará sessões com Toni Garrido no personagem Curtis Taylor Jr., papel inspirado em Berry Gordy Jr., fundador da lendária gravadora Motown.
Foto: divulgação/MIDIORAMA
Entre cinema, televisão e teatro, Robson soma duas décadas de carreira com participações em mais de 50 produções, incluindo papéis marcantes como o de Tim Maia (2014) na cinebiografia do cantor. Sua versatilidade artística faz com que ele se destaque como ator, humorista, diretor, dublador e apresentador. Personagens como Sávio de Malhação (1999-2000) e Dadá de Carandiru (2005) foram dois dos grandes marcos na carreira do ator, que também fez parte da infância e adolescência de toda uma geração à frente do programa Zapping Zone (2001-2012), exibido no Disney Channel.
Foto: divulgação/MIDIORAMA
Lançado na Broadway em 1981 e adaptado para o cinema em 2006, DREAMGIRLS é inspirado em grandes nomes da black music, como os grupos The Supremes e The Shirelles, e acompanha a história de um trio de cantoras afro-americanas da década de 60, que enfrentam conflitos internos e mudanças em sua formação, apresentando os impactos do racismo e machismo na indústria musical.
Foto: divulgação/MIDIORAMA
A estreia da adaptação brasileira acontece no dia 31 de julho, no Teatro Santander, em São Paulo e reúne 25 artistas multitalentosos, tendo nomes como Letícia Soares (Effie White), Toni Garrido (Curtis Taylor Jr.), Samantha Schmütz (Lorrell Robinson), Laura Castro (Deena Jones) eReynaldo Machado(Jimmy Early) no elenco principal.
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A adaptação altera a linha do tempo, aprofunda temas sociais e inclui mistérios que não existem na obra de E. Lockhart
Das páginas para as telas
A aguardada adaptação de Mentirosos chegou ao Prime Video reimaginando boa parte da história criada por E. Lockhart. Com mudanças significativas na trama, personagens e até nas mortes centrais, a série de 2025 aposta em uma narrativa mais direta.
Julie Plec, a showrunner da série, não foi tímida na hora de moldar a trama original do livro para o formato do streaming.
Se para o bem ou para o mal, bom… a decisão fica com vocês.
Mentirosos
Para quem gosta de relações complexas e dramas familiares, os personagens da série vão servir prato cheio. O enredo da história se concentra em Cadence Sinclair Eastman (Emily Alyn Lind), uma adolescente de 17 anos que retorna à ilha da sua família um ano depois do acidente que deixou lacunas em sua memória.
Ao retornar para a ilha privada da família, Cadence tenta juntar os fragmentos de suas lembranças, enquanto começa a desconfiar de seus próprios familiares. A narrativa vai alternando entre o presente e os ecos de um marcante verão, conduzindo o espectador na jornada de culpa e perdas de Cadence.
Imagem: reprodução/Prime Video
Alerta de spoilers
Ao contrário do livro, que se desenrola ao longo de três verões, a série condensa os eventos em apenas dois — eliminando, por exemplo, a viagem de Cadence à Europa após o acidente. A mudança acelera o ritmo e aumenta a intensidade dos acontecimentos.
Johnny, um dos “mentirosos”, agora é retratado como gay e tem um arco dramático próprio, envolvendo violência escolar. A série também amplia a voz de Gat, que deixa de ser apenas o interesse romântico e passa a confrontar diretamente o privilégio da elite Sinclair.
Segredos e novos conflitos familiares
A adaptação da Prime Video não economiza no drama. A morte da avó Tipper, por exemplo, ocorre na ilha e diante das filhas, intensificando disputas familiares — enquanto, no livro, ela morre meses antes, fora do local, com menor impacto emocional imediato.
Outro acréscimo inédito é a menção à irmã Rosemary, que teria morrido ainda na infância. Sua presença como mistério não resolvido adiciona camadas de tensão à trama, reforçando o clima sombrio da narrativa.
O incêndio que marca a grande virada da história também ganha uma nova abordagem. Na série, a revelação das mortes dos “mentirosos” é direta e visualmente impactante, com cenas fortes que contrastam com o tom mais simbólico, subjetivo e gradual do livro de E. Lockhart.
Mais diversidades
A versão televisiva atualiza o debate social presente de forma sutil na obra original. Cadence confronta abertamente o racismo do avô e discute o privilégio de classe com Gat. Outras novidades da adaptação incluem:
Lemon Hunt: tradição inventada para a série, inspirada no livro prequel Família de Mentirosos;
Festa de 4 de Julho: cena inédita que serve como gatilho emocional para as tensões entre os personagens;
Relacionamentos ampliados: o romance entre Mirren e Ebon, pouco explorado no livro, ganha mais profundidade na tela.
Continuação em aberto
A série termina com um cliffhanger que sugere uma possível continuação. A última cena mostra Carrie, interagindo com o fantasma de seu filho Johnny, o que abre espaço para uma adaptação de Família de Mentirosos, prequel lançado por Lockhart em 2022.
A primeira temporada já se mostra rica em reviravoltas e novos mistérios, mantendo o público ansioso por mais.
E aí, já assistiram Mentirosos? Contem para a gente! E sigam o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Como o cantor de voz grave e jeito tímido levou o piseiro e o forró de vaquejada ao topo das paradas e conquistou o coração de milhões de jovens no Brasil
Quando João Gomes começou a aparecer nos vídeos do TikTok, muita gente parou para perguntar quem era aquele menino de voz rouca que cantava sobre amor, saudade e vaquejada como se tivesse vivido três vidas. De calça jeans, camisa simples e sem a pose dos artistas pop, ele chegou como quem não quer nada e, de repente, já estava entre os mais ouvidos do país. O que parecia ser mais um sucesso passageiro virou um fenômeno cultural difícil de ignorar.
Natural de Serrita, no interior de Pernambuco, João tem só 22 anos, mas canta como se carregasse o sertão inteiro dentro do peito. Com letras diretas e melodias que misturam o antigo e o novo, ele resgatou o forró de vaquejada e o colocou nas playlists de uma geração que cresceu entre memes e streamings, mas ainda se emociona com músicas sobre a vida real. Seu som virou trilha para amores adolescentes, reencontros de família, desabafos online e até para quem sente saudade de casa sem nunca ter saído dela.
Mais do que um artista em ascensão, João Gomes representa uma mudança de olhar. Ele ajudou a tirar o forró das caixinhas em que foi colocado — regional, brega, velho — e mostrou que o que vem do interior também pode ser pop, também pode ser cool. Sem suavizar o sotaque, sem mudar a forma de cantar, ele conquistou um espaço que antes parecia reservado a artistas com outra estética, outro discurso, outro lugar de origem.
É nessa mistura de vaquejada e geração Z, de teclado e TikTok, que João constrói sua trajetória. Um percurso que começou nas rádios pequenas do sertão, passou pelas redes sociais e chegou aos maiores palcos do país. E o mais interessante é que, mesmo no centro de tudo, ele continua sendo o mesmo João: o garoto tímido de voz marcante, que canta sobre o que sente e, por isso, muita gente sente junto.
E são músicas como Dengo, Eu Tenho a Senha, Aquelas Coisas, Metade de Mim e Seu Vazamento ajudam a compor esse repertório que emociona e aproxima, misturando romantismo, sofrência e a autenticidade do interior.
De Serrita para o Brasil: como as raízes de João Gomes moldaram sua identidade artística
João Gomes nasceu e cresceu em Serrita, cidade sertaneja de Pernambuco conhecida como a capital da vaquejada. Lá, a música não é pano de fundo, ela faz parte da rotina, das festas, das despedidas, das comemorações e até do silêncio das tardes quentes. Desde pequeno, João escutava forró e xote nas rádios locais, nos alto-falantes das feiras e nas festas de família. Era uma trilha sonora constante, que falava de saudade, de chão rachado, de vaqueiros e de fé. Aquilo tudo foi se enraizando nele sem ele perceber
Essa convivência com a música do sertão foi formando seu gosto e, mais que isso, seu senso de pertencimento. Quando começou a cantar, João não precisou inventar um personagem ou buscar referências distantes, ele apenas colocou em voz o que fazia parte da vida dele desde sempre. E isso se tornou um diferencial. Seu repertório é íntimo e, ao mesmo tempo, universal. Ele canta sobre amor e ausência com a tranquilidade de quem sabe o valor das pequenas coisas. Mesmo muito novo, soa como alguém que já viveu bastante.
Com a chegada da adolescência e o acesso à internet, João foi descobrindo outras sonoridades, outros caminhos. Mas, em vez de abandonar o forró de vaquejada, ele resolveu somar. Entraram na mistura o piseiro, ritmo que crescia nas periferias e paredões, elementos eletrônicos, batidas mais marcadas. O resultado é uma sonoridade que preserva o tom melancólico do forró, mas com uma energia que convida para dançar. É raiz com ritmo, tradição com tempero de novidade.
Esse equilíbrio entre o que é antigo e o que é atual é o que torna João Gomes tão potente. Ele não quis se adaptar a um mercado, fez o mercado olhar para ele. Enquanto muita gente da indústria ainda tratava o forró como coisa do interior, João mostrou que esse som tinha apelo nacional, que dava para emocionar e viralizar ao mesmo tempo. E tudo isso sem deixar de ser quem sempre foi.
Entre a voz madura e o coração jovem: como João Gomes traduziu sentimentos universais com uma estética simples e direta
Uma das primeiras coisas que chama a atenção em João Gomes é sua voz. Grave, rouca, com um peso que parece não combinar com a pouca idade. É o tipo de voz que carrega a sensação de que tudo o que ele canta já foi vivido. Mas, ao contrário do que muitos pensam, ele não fala sobre grandes histórias de vida ou dramas distantes. João canta o cotidiano com simplicidade, como se estivesse conversando com um amigo, contando o que sente sem precisar florear. E isso é o que torna sua música tão próxima do público jovem.
As letras tratam de temas que todo mundo já experimentou: a paixão que não deu certo, a saudade de alguém, o amor que começa e termina rápido, a vontade de voltar para casa. São emoções universais, mas que ele traduz com uma leveza que lembra a música de antigamente, aquela que não precisava de várias palavras pra dizer muito. Em vez de buscar metáforas complexas ou frases de efeito, João aposta na honestidade. E talvez por isso tanta gente se veja nas histórias que ele canta.
Visualmente, ele também rompe com os padrões que dominam a cena pop atual. Não usa figurinos mirabolantes, não força uma estética de tendência. João aparece nos clipes e nos palcos como ele é no dia a dia: de chapéu, camisa xadrez e calça jeans. Nada ali parece montado, e não é. Esse visual simples reforça a autenticidade que ele transmite na música. É como se dissesse: “o importante aqui não é a aparência, é o que você sente quando ouve”.
No fim das contas, é esse conjunto que o torna tão especial para a geração Z. Uma geração que se comunica por memes, que está acostumada a sentir tudo intensamente e que, paradoxalmente, vive cercada de filtros e performances. João, ao cantar com verdade e se apresentar sem disfarces, oferece um tipo de refúgio. Ele é o lembrete de que dá pra ser intenso, dá pra ser romântico, dá pra sentir sem precisar se explicar tanto.
Quando a internet encontra o sertão: o papel das redes sociais na consagração de João Gomes
João Gomes começou a fazer sucesso de verdade quando sua voz começou a circular pelas redes sociais, especialmente no Tik Tok. Foi lá que músicas como Meu Pedaço de Pecado (2021) e Se For Amor (2021) passaram a embalar vídeos de todo tipo, de coreografias a desabafos sentimentais. Sem grandes estratégias de marketing, seu som foi ganhando espaço na base do compartilhamento espontâneo. Era só alguém postar um vídeo com aquela voz diferente ao fundo e, pouco tempo depois, milhares de pessoas já queriam saber quem era aquele cantor de chapéu que parecia saído de um lugar onde o tempo corre mais devagar.
Apesar de o estouro ter vindo pelas redes, João não é exatamente o que se espera de um “artista da internet”. Ele não faz música pensada para viralizar, nem força presença online com conteúdo fabricado. Sua força digital está justamente no fato de que ele não tenta performar nada. É natural, do jeito que fala, do jeito que se expressa. Ele agradece aos fãs, posta um vídeo do ônibus de turnê, mostra uma oração antes do show — tudo com uma simplicidade que dá ao público a sensação de estar acompanhando a vida de alguém real.
As plataformas também abriram espaço para que o trabalho dele cruzasse fronteiras. Não demorou para que seu nome começasse a aparecer fora do Nordeste, chegando a públicos que antes talvez nunca tivessem ouvido falar de forró de vaquejada. No YouTube, em comentários de seus clipes, é comum encontrar mensagens de fãs do Sul e Sudeste dizendo que descobriram o estilo por causa dele. No Spotify, ele se manteve por semanas entre os artistas mais ouvidos do país, mesmo sem o apelo visual ou as colaborações bombásticas que costumam impulsionar números na plataforma.
Mais do que um meio de divulgação, a internet se tornou o ambiente onde João consolidou sua identidade artística. É lá que ele conversa com o público, divulga novas músicas, compartilha vitórias e que também mostra vulnerabilidades. O digital, no caso dele, não substituiu o palco, mas serviu como ponte entre o sertão e os fones de ouvido de milhares de jovens em todo o país. Um espaço onde a vaquejada encontra o algoritmo… e vence.
Do interior para os maiores palcos do país: como João Gomes ultrapassou barreiras regionais sem abrir mão de sua essência
O sucesso de João Gomes foi além das redes sociais e ganhou as ruas, as rádios e, principalmente, os palcos do Brasil. Em poucos meses, o menino de Serrita já se apresentava nos maiores festivais, eventos e casas de shows das grandes capitais. O que poderia parecer uma ascensão típica foi, na verdade, um movimento que quebrou muitos paradigmas. João não precisou mudar sua forma de cantar, seu sotaque ou seu jeito simples para conquistar um público que, até então, pouco tinha contato com o forró de vaquejada.
Essa conquista nacional também refletiu na maneira como o gênero é visto. O forró, que por décadas foi associado a festas locais e a uma cultura regional pouco valorizada em outros lugares, passou a ser celebrado. João trouxe uma visibilidade inédita para o piseiro e o forró nordestino, mostrando que eles dialogam com as dores, os amores e as festas da juventude brasileira como qualquer outro ritmo. Sem perder sua essência, ele expandiu o alcance da música nordestina para públicos que até então pouco ouviam esses sons.
Foto: reprodução/Folha PE
Além disso, as parcerias com artistas de diferentes estilos ajudaram a consolidar ainda mais esse movimento. João já dividiu estúdio e palco com nomes do sertanejo, do pop e do rap, criando conexões que atravessam gêneros e regiões. Essa troca não dilui sua identidade, mas reforça a ideia de que a música popular contemporânea pode ser plural e rica, sem perder suas raízes. A voz do sertão ressoa, agora, em diferentes ritmos, dialogando com outras expressões culturais do país.
E, talvez o mais importante, João não deixou o sucesso subir à cabeça. Continua o mesmo garoto tímido, com jeito simples, que fala com o público sem intermediários. Essa naturalidade é o que mantém a relação próxima com os fãs e faz com que seu som continue sendo um retrato autêntico do sertão, e ao mesmo tempo, da juventude brasileira como um todo. A vaquejada nunca esteve tão presente na cena pop nacional, e ele é o responsável por isso.
Como João Gomes abriu caminho para uma nova geração de artistas nordestinos que misturam tradição e modernidade
João Gomes não é só um fenômeno isolado, ele faz parte de uma nova cena que vem ganhando força no Nordeste e em todo o país. Essa geração de artistas, em sua maioria jovens, tem algo em comum: o desejo de valorizar a cultura regional sem abrir mão da contemporaneidade. Com eles, o forró, o piseiro e outros ritmos tradicionais deixaram de ser sons distantes ou restritos à festas específicas, para se tornarem trilha sonora de uma juventude conectada e diversa.
O impacto de João vai além do sucesso pessoal. Ao conquistar espaço nas grandes mídias e plataformas digitais, ele mostrou que dá para crescer sem abandonar o sotaque, a estética simples ou as letras que falam do cotidiano nordestino. Isso abriu portas para que nomes como Mari Fernandez, Tarcísio do Acordeon, Nattan e Zé Vaqueiro também conquistassem espaço nacional. Juntos, eles formam uma renovação que valoriza tanto a autenticidade quanto a inovação.
Essa nova geração aproveita os recursos da tecnologia para dar voz à histórias que antes ficavam restritas ao seu território. Com produção moderna, melodias que dialogam com o pop e letras que falam tanto de festa quanto de saudade, esses artistas constroem uma identidade híbrida, que respeita o passado sem ficar presa nele. João Gomes, como um dos pioneiros desse movimento, serve de inspiração para quem quer mostrar o Nordeste de um jeito atual e plural.
Mais do que isso, eles ajudam a ressignificar o orgulho regional para um público jovem, que cada vez mais valoriza suas origens e quer vê-las representadas de forma verdadeira e vibrante. João é a voz que conecta esse sentimento com o grande público, tornando-se símbolo de uma geração que canta sua própria história, com o pé fincado no chão e o olhar aberto para o futuro.
A adaptação turca de Avenida Brasil (2012) terminará no episódio 40
A série Leyla: Hayat…Aşk…Adalet… (2024) fará seu final! Após mudanças de roteiro (a partir do episódio 36) e a alteração do dia de exibição na TV, de quarta para domingo, o remake do sucesso brasileiro Avenida Brasil (2012) dirá adeus a sua audiência no episódio 40, que deve ir ao ar em 13 de julho.
A decisão por apresentar um roteiro reformulado e transmitir a dizi em um novo dia tinha como objetivo recuperar os índices de audiência da produção da Ay Yapım, que, durante os primeiros episódios, alcançou um grande público na Turquia. Além disso, a série teve forte relevância nas redes sociais, agradando os turcos e o fandom internacional de dizis.
Entretanto, mesmo após a implementação de diferentes estratégias e a subida dos níveis de audiência durante o último episódio (número 37), a produção do canal NOW não conseguiu se manter no ar por mais tempo.
O episódio 38 vai ao ar no próximo domingo (29). Confira a seguir o teaser:
Mudanças no roteiro
Após a morte de Civan (Alperen Duymaz), a saída da maioria do elenco original e um salto temporal de um ano na história (com novos personagens sendo acrescentados), a dizi perdeu grande parte do fandom.
Também influenciaram na audiência a opção por um novo par romântico para Leyla (Cemre Baysel) e o início do verão no país, já que, neste período de altas temperaturas e também de férias, o público que assiste às séries diminui significativamente.
Foto: divulgação/NOW
Últimos episódios
Com direção de Hilal Saral, a produção tem ainda mais três episódios para ir ao ar. Esse fato possibilita que a trama seja encerrada de forma adequada, sem deixar o enredo em aberto, como acontece frequentemente em séries turcas canceladas. Dessa forma, o embate entre Nur (Gonca Vuslateri) e Leyla, que mais uma vez tiveram seus caminhos cruzados, poderá ser finalizado.
Foto: divulgação/NOW
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Filme de terror chega aos cinemas brasileiros no dia 18 de setembro
ANIMAIS PERIGOSOS (2025) é dirigido por Sean Byrne (Entes Queridos) e estreou na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cinema de Cannes. Além disso, o elenco traz nomes como Jai Courtney (Runt), Hassie Harrison (Yellowstone), Josh Heuston (Duna: A Profecia) e Ella Newton (O Assassino Mora ao Lado). O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 18 de setembro.
Foto: divulgação/Diamond Films
Na trama, Tucker (Jai Courtney) é um serial killer brutal com uma estranha fixação por tubarões. Ao mesmo tempo que o seu método de matar é perturbador, é também original, pois ele transforma os crimes em um verdadeiro espetáculo ao usar os animais como instrumentos letais.
A vida da surfista Zephyr (Hassie Harrison) vira um verdadeiro pesadelo após ser capturada por Tucker. Enquanto está em um barco ao lado de outra jovem também capturada, ela se vê obrigada a presenciar cenas aterrorizantes, uma vez que o assassino usa tubarões para cometer assassinatos brutais, registrando tudo em vídeo.
Agora, ela precisa encontrar uma forma de escapar antes que também se torne parte do show cruel arquitetado por Tucker. O filme traz a combinação de um serial killer, ataques de tubarões e uma intensa luta pela sobrevivência em mar aberto.
Confira o trailer:
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Primeiro álbum solo da artista será lançado no dia 12 de setembro
A cantora britânica JADE lançou na última sexta (20) o novo single Plastic Box, acompanhado de videoclipe dirigido por India Harris. A canção é um synth pop e a letra explora emoções, como insegurança e ciúmes, em um relacionamento.
A música aborda aquele sentimento irracional relacionado ao passado amoroso da pessoa amada. De acordo com JADE, a faixa é um “pop feliz-triste” e uma das favoritas da cantora. Ouça:
Produzida por Oscar Görres e escrita por JADE ao lado de GRADES e Lauren Aquilina, a canção é o quarto single do álbum debut THAT’S SHOWBIZ BABY!, que será lançado no dia 12 de setembro. O projeto ainda contará com participações de RAYE, Mike Sabath, Lostboy, Cirkut e Pablo Bowman.
Em maio, a cantora também anunciou a primeira turnê solo THAT’S SHOWBIZ BABY! – THE TOUR,que passará por cidades do Reino Unido e da Irlanda.
JADE estreou em 2011 como membro do Little Mix, após o grupo vencer o programa The X Factor. Com o fim das atividades em 2022, todas as integrantes deram os primeiros passos rumo à carreira solo.
Em 2024, a cantora estreou com Angel Of My Dreams, uma música pop autêntica, criativa e que explora a relação da artista com a indústria da música. Em seguida, lançou Midnight Cowboy, Fantasy, IT Girl e FUFN. Neste ano, ela também venceu o BRIT Awards na categoria Melhor Ato Pop.
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O cantor coreano passará por São Paulo com a turnê YOON SAN-HA 2025 Latin America Tour
O Brasil vai receber uma visita especial: Yoon San-Ha, integrante do boy group ASTRO, chega a São Paulo com sua primeira turnê solo. A apresentação única acontece no dia 5 de agosto de 2025, como parte da tão aguardada YOON SAN-HA 2025 Latin America Tour.
O show acontecerá no TERRA SP e promete ser uma noite inesquecível para os fãs com performances emocionantes, interações exclusivas e, claro, aquele carisma que só o San-Ha tem. Os ingressos já estão à venda no site Clube do Ingresso, a partir de R$ 225.
E para quem ama uma experiência completa, o evento conta com pacotes especiais que incluem sessão de boas-vindas, soundcheck, foto em grupo e brindes oficiais. Mas atenção: os benefícios são limitados.
San-Ha em carreira solo:
Desde sua estreia em 2016 como o maknae do ASTRO, Yoon San-Ha vem conquistando corações com sua voz suave e presença encantadora. Com hits como Crazy Sexy Cool, Blue Flame e After Midnight, o grupo rapidamente se tornou um fenômeno global e San-Ha se destacou tanto que agora está trilhando seu próprio caminho como solista.
Além da música, ele também vem chamando atenção como ator. Entre os dramas em que atuou estão Love Formula 11M (2019), Your Playlist (2021) e o aclamado Crazy Love (2022), onde mostrou seu talento dramático e versatilidade.
Agora, com sua primeira turnê solo, San-Ha está pronto para se conectar de pertinho com os fãs latinos, e o Brasil, claro, não podia ficar de fora.
Foto: divulgação/Kin.stage
Serviço:
YOON SAN-HA 2025 Latin America Tour – São Paulo
Local: TERRA SP – Av. Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo – SP
Data: 5 de agosto de 2025 (terça-feira)
Horário: 20h
Vendas: Clube do Ingresso
Valores sujeitos à taxa de conveniência
Ingressos:
ArohaVIP+: R$ 1.500 (meia) | R$ 1.800 (inteira)
Foto em grupo 15:1, welcoming session, soundcheck, pôster oficial, entrada antecipada + pista premium
Pessoas com deficiência e acompanhante (quando necessário)
Jovens de baixa renda cadastrados no CadÚnico
Professores da rede pública
Idosos (60+)
Classificação etária: 16 anos
Quem é Yoon San-Ha?
Foto: reprodução/X @ASTRO_Staff
Nascido em 21 de março de 2000, Yoon San-Ha é cantor, ator e modelo. É o caçula do ASTRO, grupo formado pela Fantagio Entertainment ao lado de Cha Eun-Woo, Moonbin (in memoriam), MJ, JinJin e Rocky. Conhecido por sua voz potente e personalidade doce, San-Ha vem conquistando espaço também como artista solo e promete entregar um show inesquecível para o público brasileiro.
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