Entre defeitos e rugidos, ainda é nos dinossauros que mora a verdadeira fantasia
Decidi aguardar. Esperei o dilúvio de pareceres desfavoráveis dos especialistas em cinema desabar sobre Jurassic World: Recomeço. E essa escolha foi intencional. Talvez os críticos estejam tão imersos em avaliações técnicas que, quando o assunto é algo tão intrínseco quanto a saga Jurassic, a apreciação mais significativa seja a emocional. Por isso, esta análise é dedicada aos nostálgicos— àqueles que, como eu, passam pano para as derrapagens técnicas em nome da emoção. Mas que fique claro: não estamos aqui para amar cegamente a fórmula dinossáurica.
Foto: Reprodução/Universal Pictures
Lá em 1993, Steven Spielberg nos presenteou com uma obra-prima que delineou uma geração. Jurassic Park, com suas criaturas recorrentes e inesquecíveis, moldou a infância e a adolescência de muitos — que hoje se dividem entre a crítica implacável e o apreço eterno. A questão que ecoa é: dinossauros estão realmente obsoletos? Como explicar, então, que até hoje os dragões nos fascinam? A predileção por seres colossais e pré-históricos parece ser uma constante na psique humana, independentemente da evolução tecnológica do cinema.
O desafio e as obviedades acolhedoras
Um crítico observou que este sétimo filme possui 15 minutos a menos que seu predecessor. E qual a relevância disso? Na técnica, talvez— mas aqui é Jurassic, gente! O verdadeiro empreendimento para o diretor atual é elevar esta saga e, para mim — e escrevo com segurança —, as previsibilidades do filme se destacam como pontos favoráveis. Por exemplo, saber quais personagens podem sucumbir é quase um reconforto. É a premissa de um filme de suspense em que você se apega aos heróis mesmo ciente do perigo iminente.
Outro crítico bradou que uma cena com um dinossauro de pescoço comprido era falsa. Caros, não almejamos dinossauros reais! O que buscamos é a nostalgia palpável, a magia que nos fez acreditar naquilo. Se o ator não foi convincente… bom, aí sou obrigada a concordar. Aliás, nosso cientista desta versão não convenceu em absoluto. Mas isso não diminui o esplendor do que realmente importa: a continuidade de uma narrativa que ainda nos arrepia.
É de uma inteligência notável — e de uma relevância imensa — continuar discorrendo sobre dinossauros. Criticar essa faceta do ser humano que se arroga saber muito sobre eras passadas é, sim, crucial. Anualmente, na vida real, desvendamos características que antes julgávamos conhecer. A humildade científica — essa, sim — nos conduz a novas descobertas e a um respeito ainda maior por essas criaturas magníficas que um dia reinaram na Terra.
A hesitação do roteiro e os dinossauros modificados
Foto: Reprodução/Universal Pictures
Muita gente sobrevive aos encontros com Tiranossauros, Pterodáctilos e o híbrido Dementus Rex —uma mistura de cabeça de alien malfeita com dente de predador sem capacete e garras de sei-lá-o-quê. E aqui, a hesitação do roteirista em ceifar um personagem querido salta aos olhos. Ele nem parece ser o mesmo que nos brindou com o original de 1993, e, pasmem, é o mesmo: David Koepp. Uma pena, pois a quebra de expectativas em um bom enredo é sempre bem-vinda.
Agora, falando dos dinossauros modificados: o que aconteceu com o majestoso T-Rex completo? Diminuíram o cachê dele desta vez? Afinal, o mesmo só aparece em uma cena. Mas quem fez o filme sabia da sua importância, já que o usaram em todos os trailers de chamada! E os Velociraptors? Se foram treinados por Owen Grady, deveriam sobreviver a qualquer coisa ou período de tempo. O único modificado que aceitamos e amamos é a Indominus Rex. O resto, sinceramente, ninguém quer. Podem migrar para outro filme. A autenticidade, em alguns casos, vale mais do que a inovação forçada.
A emoção que faltou e a que surpreendeu
E, para ser franca, só faltou uma coisa em Jurassic World: Recomeço: queríamos lamentar a morte de alguém querido por um dinossauro. Queríamos sentir aquele impacto da realidade, aquela dor que só um bom filme pode nos proporcionar. Mas uma coisa é certa sobre este filme: é a primeira vez que não torcemos para os dinossauros. Isso, por si só, já é uma reviravolta surpreendente e um mérito para o enredo.
Porém, a experiência, por vezes, tropeça em sua própria necessidade de ser didática. As explicações científicas — que poderiam ser inteligentemente costuradas nos acontecimentos e nas ações dos personagens — são entregues de forma tão explícita que quebram o ritmo e a imersão.
Portanto, não acatem as críticas nostálgicas dos anos 90, nem as dos eruditos intelectuais. Vá ao cinema mesmo com essa enxurrada de pareceres. Permita-se sentir a emoção, a nostalgia e decida por si mesmo sobre esse novo capítulo da maior dramaturgia do cinema mundial. Afinal, a arte é subjetiva, e a sua experiência transcende mil pareceres técnicos.
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Silvio Santos Vem Aí (2025) é um filme dirigido por Cris D’Amato, com roteiro de Paulo Cursino. Protagonizado por Leandro Hassum, vai revelar os bastidores do programa que consagrou Silvio Santos como o maior comunicador do Brasil. O longa chega aos cinemas no dia 30 de outubro.
Imagem: divulgação/Paris Entretenimento
O elenco também conta com Manu Gavassi interpretando Marília e Regiane Alves no papel de Íris Abravanel. Além disso, Marcelo Laham, Gabriel Godoy, Hugo Bonemer e Vanessa Giácomo.
Foto: divulgação/Fernando Pastorelli
Sinopse:
Em 1989, Silvio Santos surpreendeu o país ao se candidatar à presidência. A jornalista Marília investiga e prevê possíveis ataques dos adversários ao apresentador. Embora seja um ícone da TV, Silvio mantém sua vida pessoal reservada. Entretanto, o convívio entre o apresentador e a repórter gera embates e descobertas. Desse encontro, ambos sairão transformados.
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A escolha da protagonista feminina para o filme está em andamento
A parceira de Çağatay Ulusoy— atualmente de férias da dizi de sucesso Eşref Rüya (2025) — para o filme Uyuyan Adam (tradução livre: Homem Adormecido) está em processo de escolha. A produção da Poll Films, assinada por Polat Yağcı, será gravada neste verão e é o primeiro de dois filmes que o ator fará com a produtora.
Ainda não foram revelados muitos detalhes sobre o projeto, apenas que Çağatay reformulou sua imagem para o longa. Quanto à protagonista feminina de Uyuyan Adam, o papel foi oferecido a duas atrizes bastante conhecidas do público: Hafsanur Sancaktutan e Elçin Sangu.
Veja um pouco da carreira delas a seguir:
Hafsanur Sancaktutan
Foto: reprodução/Instagram @hafsanur.sancaktutan
Recentemente, Hafsanur se despediu da dizi Siyah Kalp (Valley of Hearts, 2024), como a protagonista Melek. A talentosa atriz de 25 anos tem ainda no currículo as séries de sucesso O Último Verão (Son Yaz, 2021), em que interpretou Yağmur, e Jogando com o Amor (Dünyayla Benim Aramda, 2022). Nesta produção, que tem no elenco Demet Özdemire Buğra Gülsoy, Hafsanur fez o papel de Sinem. Em 2023, protagonizou, junto de Kerem Bürsin, a série Ya Çok Seversen (If you love), como Leyla.
Elçin Sangu
Foto: reprodução/Instagram @elcinsangu
Longe das telas há algum tempo, a atriz estreou em abril, na plataforma digital GAİN (na Turquia), um programa de variedades chamado Elçin Sangu ile 101 (tradução livre: 101 com Elçin Sangu). A atriz de 39 anos é muito conhecida pela protagonista Defne, de Kiralık Aşk (Amor de Aluguel, 2015), dizi de grande sucesso em que contracenou com Barıs Arduç (Ömer). Atuou ainda na série Çarpışma (tradução livre: Colisão, 2018) como Zeynep, junto ao ator Kıvanç Tatlıtuğ. Seu último papel na TV foi Peri em Çöp Adam (tradução livre: Homem de Palito, 2022).
Qual das duas atrizes é a sua favorita para o papel? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais —Facebook, Instagram e X— para mais informações sobre o mundo do entretenimento turco.
Álbum teve uma estreia arrasadora e números excepcionais, incluindo liderança em charts e reconhecimento da crítica
KAROL G lançou Tropicoqueta, seu quinto álbum de estúdio, no dia 20 de junho. Seu projeto apresenta uma homenagem vibrante aos estilos latinos. Com 20 faixas, ela passa por cumbia, vallenato, merengue, bachata, reggaeton e mariachi. Além disso, a maioria foi gravada com instrumentos reais e arranjos que resgatam a tradição da música latino‑americana.
Desempenho de estreia
Em 24 horas após o lançamento, teve 26,86 milhões de plays no Spotify global, se tornando um recorde de estreia apenas atrás do seu outro trabalho, Mañana Será Bonito (2023). Do mesmo modo, KAROL G atingiu a marca de 31 bilhões de streams no Spotify e 29 bilhões de visualizações no YouTube. Em seguida também conquistou o primeiro lugar no iTunes e chegou ao terceiro na Apple Music.
Tropicoqueta também possui uma música em português, Bandida Entrenada. Ela foi produzida pelos brasileiros Tropkillaz e WIU e apresenta a conexão da cantora com o mercado brasileiro. O visualizer já acumulou 3,2 milhões de views no YouTube, e o single atingiu 7,8 milhões de plays no Spotify.
Charts
Atualmente KAROL G ocupa as três primeiras posições no ranking de melhores lançamentos latinos com Mañana Será Bonito, Tropicoqueta e Mañana Será Bonito (Bichota Season) (2023). Ao passo que ela teve o maior debut da história latina feminina nos Estados Unidos, no topo do Top Latin Albums, com 57 mil unidades equivalentes e 74,64 milhões de streams na primeira semana. Inclusive também estreou em terceiro lugar na Billboard 200.
A crítica especializada também reconheceu o projeto: a Pitchfork estreou KAROL G com nota 80, destacando a proposta acústica rica de Tropicoqueta, sua ampla pesquisa cultural e instrumentos ao vivo que celebram a música regional.
KAROL G deu uma entrevista para Zane Lowe, na qual conta como foi o processo de produção do seu novo álbum. Realizaram a gravação do vídeo na terra natal da cantora, Colômbia. Além da entrevista, também tem a performance de No Puedo Vivir Sin Él.
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Novo volume que marca encerramento da série Ripley chega ao Brasil entre lançamentos deste mês
Julho chega com um catálogo poderoso da Intrínseca, mesclando suspense clássico, horror moderno, fantasia aconchegante, reflexões sobre saúde mental e relatos marcantes da política brasileira.
Entre os destaques do mês estão os dois volumes finais da icônica série Ripley, de Patricia Highsmith, o retorno irreverente de Grady Hendrix com vampiros nos subúrbios, o aguardado prequel de Cafés & Lendas, de Travis Baldree, e um olhar inédito sobre o 8 de janeiro, contado por Ricardo Cappelli, interventor da Segurança Pública durante os ataques à democracia. Confira os principais lançamentos:
Tom Ripley retorna nos volumes finais da série de Patricia Highsmith
O Garoto que Seguiu Ripley (1980) e Ripley Debaixo d’Água (1991) completam a publicação da série Ripley no Brasil, trazendo novas edições após um longo período com os exemplares esgotados.
Em O Garoto que Seguiu Ripley, lançado em 2 de julho, o famoso golpista mergulha em uma improvável relação de afeto ao conhecer um jovem enigmático, envolvido em um crime grave. Juntos, eles cruzam fronteiras rumo a Berlim, cidade ligada ao passado obscuro de Tom, onde esquemas de sequestro e mentiras ameaçam vir à tona.
Imagem: reprodução/Intrínseca
Já Ripley Debaixo d’Água coloca o personagem em rota de colisão com vizinhos curiosos demais. Quando David Pritchard começa a investigar as atividades ilegais do passado de Tom, especialmente um esquema de falsificação de arte, o sociopata percebe que terá de agir rapidamente para não ser desmascarado.
Imagem: reprodução/Intrínseca
Patricia Highsmith, considerada uma das grandes autoras do suspense psicológico, traz em cada volume o retrato perturbador de um protagonista amoral e irresistível. Nascida no Texas, viveu parte da vida na Europa e teve obras adaptadas para o cinema, incluindo Pacto Sinistro (1951) dirigido por Alfred Hitchcock.
Donas de casa contra o mal: o novo horror suburbano de Grady Hendrix
Imagem: reprodução/Intrínseca
Em Manual das Donas de Casa Caçadoras de Vampiros, Grady Hendrix constrói um terror tão sangrento quanto sarcástico. Patricia Campbell leva uma vida entediante e solitária até que encontra alento em seu clube do livro, formado por mulheres que dividem a paixão por crimes reais. Mas o que parecia apenas distração se torna um pesadelo, quando um novo vizinho encantador começa a despertar suspeitas.
Inspirado por sua própria vizinhança, e misturando humor ácido com cenas arrepiantes, Hendrix transforma a rotina suburbana em um campo de batalha contra um tipo muito específico de monstro: os vampiros. O livro chegou ao Brasil no dia 2 de julho.
Fantasia e nostalgia em nova história do universo de Cafés & Lendas
Imagem: reprodução/Intrínseca
Antes de Viv abrir sua cafeteria em Cafés & Lendas (2024), ela vivia entre espadas e feridas, no grupo de mercenários Corvos de Rackam. Agora, em Livros & Ossos, Travis Baldree apresenta um episódio do passado da protagonista, quando ela é enviada à pacata cidade de Murk para se recuperar.
Em meio a crushes de verão, esqueletos fugitivos e gnomos rabugentos, Viv encontra inesperada companhia em uma livraria local — e talvez algo mais. A narrativa encantadora mescla ação, humor e sentimentos, reafirmando Baldree como um nome querido entre leitores do subgênero cosy fantasy (fantasia aconchegante).
Autoconhecimento e propósito: os não-ficcionais de julho
Em Os 5 Tipos de Riqueza, Sahil Bloom convida os leitores a refletirem sobre o verdadeiro significado de uma vida plena. Indo além da riqueza financeira, ele propõe o equilíbrio entre cinco pilares: tempo, saúde física, saúde mental, conexões sociais e dinheiro. Com dicas práticas e histórias inspiradoras, Bloom oferece um guia acessível para quem busca alinhar propósito e prosperidade em qualquer fase da vida.
Imagem: reprodução/Intrínseca
Já Ansiedade e Criatividade, de Martha Beck, traz um olhar transformador sobre o impacto da ansiedade na vida moderna. A autora argumenta que é possível redirecionar esse sentimento em direção à criatividade e ao autoconhecimento. Beck, conhecida por suas colaborações com a Oprah Magazine, une neurociência, experiência pessoal e práticas terapêuticas num texto acolhedor e potente.
Imagem: reprodução/Intrínseca
Reconexões familiares e a arte de escrever cartas: o healing fiction coreano do mês
Imagem: reprodução/Intrínseca
Em A Loja de Cartas de Seul, Baek Seung-yeon conduz o leitor por uma história sensível sobre reconciliação e pertencimento. Após um rompimento familiar provocado por um golpe financeiro, Hyoyeong se muda para Seul e começa a trabalhar em uma loja que permite a troca anônima de cartas entre desconhecidos.
A atmosfera mágica do local, somada aos desabafos emocionantes dos clientes, leva a protagonista a repensar seus próprios sentimentos e sua relação com a irmã. O romance mistura sutileza, cultura coreana e healing fiction, com uma mensagem tocante sobre empatia e segundas chances.
Relato inédito do 8 de janeiro revela bastidores da intervenção federal
Imagem: reprodução/Intrínseca
No livro-reportagem O 8 de Janeiro que o Brasil Não Viu, Ricardo Cappelli narra os bastidores de sua atuação como interventor da Segurança Pública no Distrito Federal durante os ataques golpistas de 2023. Em um relato direto e contundente, Cappelli descreve as decisões críticas, tomadas no calor da crise, a tentativa de conter sabotagens e o desafio de restaurar a ordem diante do maior ataque à democracia brasileira desde a redemocratização.
O livro traz ainda reflexões sobre o papel das instituições públicas, a radicalização política e os riscos permanentes à estabilidade democrática. Um documento essencial para compreender a gravidade dos acontecimentos que marcaram o início do terceiro mandato de Lula.
Com thrillers psicológicos, fantasias emocionantes, horrores suburbanos e títulos de não ficção que iluminam corpo, mente e política, os lançamentos da Intrínseca em julho prometem agradar diferentes públicos.
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Assinantes terão acesso gratuito a um audiolivro por mês do catálogo da Audible, além de 100 milhões de músicas em áudio HD e podcasts
A Amazon anunciou que os assinantes do Amazon Music Unlimited no Brasil, Itália, Espanha, Alemanha e Japão passam a ter acesso a um audiolivro por mês do catálogo da Audible, sem custo adicional. A novidade amplia os serviços do streaming de áudio da empresa, que já oferece músicas e podcasts.
Com mais de 750 mil títulos no acervo, a Audible é uma das maiores plataformas de audiolivros do mundo. A nova funcionalidade já havia sido lançada anteriormente nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Austrália e Nova Zelândia.
Um único serviço, múltiplas possibilidades
Com a integração do catálogo da Audible, o Amazon Music Unlimited se posiciona como um hub completo de entretenimento em áudio. Além dos audiolivros, os assinantes têm acesso a mais de 100 milhões de músicas em HD, podcasts sem anúncios, conteúdos em áudio espacial e audiosséries originais.
“Estamos inaugurando uma nova era do entretenimento em áudio”, declarou Ryan Redington, gerente geral do Amazon Music. “Oferecer músicas, podcasts e agora audiolivros dentro de uma única assinatura traz um valor e conveniência sem precedentes.”
Bob Carrigan, CEO da Audible, reforçou a importância da parceria: “Esse é um marco na nossa estratégia global. Levamos o conteúdo da Audible a ainda mais pessoas, por meio do Amazon Music Unlimited, alcançando cinco continentes.”
Como funciona o acesso aos audiolivros
A partir do anúncio, assinantes do plano individual ou familiar do Amazon Music Unlimited poderão ouvir um audiolivro por mês, de qualquer duração, escolhido livremente dentro do catálogo. O título permanece disponível mesmo após o fim do ciclo mensal, e o assinante pode optar por mantê-lo ou trocá-lo por outro no mês seguinte.
Quem quiser ouvir mais de um título por mês pode assinar diretamente o serviço da Audible ou comprar audiolivros avulsos.
Catálogo inclui clássicos e produções exclusivas
Entre os conteúdos disponíveis estão produções originais da Audible com grandes nomes do cenário artístico brasileiro, como o clássico reimaginado 1984, com Lázaro Ramos, Alice Carvalho, Mateus Solano e Milhem Cortaz. Outro destaque é T-Zombii 2: O Livro dos Vivos, com elenco estrelado por Samuel de Assis, Fabíula Nascimento, Luiz Carlos Persy e outros.
A Audible também é a casa da coleção completa dos audiolivros de Harry Potter. A empresa anunciou uma nova coprodução das histórias originais em inglês, prevista para o fim de 2025, com design de som em Dolby Atmos e centenas de vozes.
Preço e promoções
O Amazon Music Unlimited está disponível por R$ 21,90 ao mês. Novos assinantes têm direito a quatro meses gratuitos por tempo limitado. O serviço pode ser acessado pelo aplicativo gratuito ou por dispositivos compatíveis com Alexa.
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Resgatando a essência das HQs, o filme reboot da franquia traz elenco conhecido com um novo universo ao MCU e estará disponível nos cinemas a partir do dia 24 de julho
O Quarteto Fantástico retorna ao cinema com a reintrodução dos heróis pioneiros da Marvel em uma realidade alternativa e com um novo elenco, trazendo de volta a essência das HQs originais. Em uma nova fase, o filme Quarteto Fantástico: Primeiros Passos estreará nos cinemas no dia 24 de julho e terá ainda rostos conhecidos e os vilões clássicos.
Este é o primeiro filme da Marvel Studios ambientado inteiramente em uma realidade alternativa, sem ligação direta com os eventos do universo principal do MCU (Terra-616). Situado em um universo retrô-futurista, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos aposta na ficção científica, com tecnologia avançada, viagens espaciais e fenômenos cósmicos, apresentando também novas origens, desafios e visuais sem amarras à linha do tempo já estabelecida.
Foto: divulgação/Marvel Studios/Assessoria
Vale ressaltar que este reboot não tem ligação com os filmes anteriores, Quarteto Fantástico (2005), Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007) e Quarteto Fantástico (2015). A nova produção faz parte do MCU, o mesmo universo de Vingadores e Guardiões da Galáxia, mas se passa em uma realidade paralela, trazendo novos obstáculos para a equipe e uma nova visão para os fãs.
Spoiler do novo elenco
No papel de Reed Richards, também conhecido como Senhor Fantástico, está Pedro Pascal, ator destaque em séries como The Last of Us (2023) e The Mandalorian (2019). Ele irá interpretar o brilhante cientista e líder da equipe, responsável por guiar o grupo em suas missões e na adaptação aos poderes cósmicos. Ao seu lado, Vanessa Kirby dá vida a Sue Storm, a Mulher Invisível, trazendo à personagem força e equilíbrio dentro da família de super-heróis. Kirby é conhecida por papéis marcantes na franquia Missão Impossível e na série The Crown (2016).
Joseph Quinn, famoso por sua atuação em Stranger Things (2016), assume o impulsivo Johnny Storm, o Tocha Humana. Ebon Moss-Bachrach completa o quarteto como Ben Grimm, o Coisa, personagem de força descomunal e emocionalmente complexo. O ator, inclusive, já fez parte da Marvel ao interpretar o Microchip, aliado do Justiceiro, na série Demolidor (2015).
Além dos quatro protagonistas, o elenco do longa conta ainda com John Malkovich, Paul Walter Hauser, Natasha Lyonne e Sarah Niles em papéis que prometem movimentar ainda mais a trama. Ralph Ineson foi escalado como o poderoso Galactus, o Devorador de Mundos, enquanto Julia Garner interpretará a Surfista Prateada, uma versão feminina do icônico arauto de Galactus.
O ranking reúne obras de diferentes países e estilos, a partir da votação de mais de 500 profissionais da indústria do cinema
O The New York Times divulgou sua aguardada lista com os 100 melhores filmes do século 21. A seleção foi feita com base na opinião de mais de 500 diretores, roteiristas, atores e outros nomes importantes da indústria cinematográfica global, como Pedro Almodóvar, Sofia Coppola, Guillermo del Toro e Julianne Moore. O resultado é um panorama diverso, que mistura produções de diferentes gêneros, idiomas e contextos culturais. Confira:
1 a 5
Parasita (2019) – Coreia do Sul – Dir. Bong Joon-ho
Cidade dos Sonhos (2001) – Estados Unidos – Dir. David Lynch
Sangue Negro (2007) – Estados Unidos – Dir. Paul Thomas Anderson
Amor à Flor da Pele (2000) – Hong Kong – Dir. Wong Kar-Wai
Moonlight (2016) – Estados Unidos – Dir. Barry Jenkins
Foto: reprodução/ign
O Top 5 mostra bem o espírito da lista: uma mistura de cinema independente, autoral e produções que romperam barreiras culturais. Parasita, da Coreia do Sul, é um marco mundial após sua histórica vitória no Oscar. Já Cidade dos Sonhos, de David Lynch, é um exemplo clássico de cinema onírico e experimental.
Sangue Negro traz a potência dramática de Paul Thomas Anderson e a atuação monumental de Daniel Day-Lewis. Representando a Ásia, Amor à Flor da Pele encanta com sua estética delicada e poética. Já Moonlight é um símbolo de representatividade LGBTQIA+ e racial no cinema norte-americano, ganhador do Oscar de Melhor Filme em 2017.
6 a 10
Onde os Fracos Não Têm Vez (2007) – Estados Unidos – Dir. Joel e Ethan Coen
Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004) – França / EUA – Dir. Michel Gondry
Corra! (2017) – Estados Unidos – Dir. Jordan Peele
A Viagem de Chihiro (2001) – Japão – Dir. Hayao Miyazaki
A Rede Social (2010) – Estados Unidos – Dir. David Fincher
Foto: reprodução/linkedin
Esse segundo bloco mantém o equilíbrio entre cinema de grande alcance e propostas mais autorais. Os irmãos Coen entregam em Onde os Fracos Não Têm Vez um western moderno violento e filosófico. Brilho Eterno mistura o surrealismo europeu com o existencialismo americano em um roteiro brilhante de Charlie Kaufman.
Corra! inovou ao inserir o terror psicológico como crítica social, um feito notável de estreia de Jordan Peele. A Viagem de Chihiro, do mestre japonês Hayao Miyazaki, é um clássico da animação mundial. E A Rede Social, sob direção precisa de Fincher e roteiro de Aaron Sorkin, dramatiza a criação do Facebook como um thriller de ambição.
11 a 15
Mad Max: Estrada da Fúria (2015) – Austrália – Dir. George Miller
Zona de Interesse (2023) – Reino Unido – Dir. Jonathan Glazer
Filhos da Esperança (2006) – Reino Unido / México – Dir. Alfonso Cuarón
Bastardos Inglórios (2009) – Estados Unidos – Dir. Quentin Tarantino
Cidade de Deus (2002) – Brasil – Dir. Fernando Meirelles e Kátia Lund
Foto: reprodução/mubi
A ação e a crítica política são os grandes eixos deste bloco. Mad Max atualizou a franquia com estética explosiva e empoderamento feminino. Zona de Interesse, recente destaque europeu, oferece uma visão fria e impactante do horror nazista.
Filhos da Esperança traz um futuro distópico com crítica social afiada e impressionante técnica cinematográfica. Tarantino aparece com sua abordagem estilizada e violenta da Segunda Guerra em Bastardos Inglórios. E o Brasil ganha protagonismo com Cidade de Deus, uma narrativa crua sobre o crime nas favelas cariocas, celebrada internacionalmente.
16 a 20
O Tigre e o Dragão (2000) – Taiwan / China / Hong Kong / EUA – Dir. Ang Lee
O Segredo de Brokeback Mountain (2005) – EUA / Canadá – Dir. Ang Lee
E Sua Mãe Também (2001) – México – Dir. Alfonso Cuarón
Zodíaco (2007) – Estados Unidos – Dir. David Fincher
O Lobo de Wall Street (2013) – Estados Unidos – Dir. Martin Scorsese
Foto: reprodução/Plano Crítico
Ang Lee aparece duas vezes neste bloco, demonstrando sua versatilidade: O Tigre e o Dragão, um épico wuxia com coreografias belíssimas, e O Segredo de Brokeback Mountain, que abriu caminho para uma nova representatividade LGBTQIA+ em Hollywood. Ambas são obras tecnicamente impecáveis e emocionalmente poderosas.
E Sua Mãe Também revelou ao mundo a força do cinema mexicano moderno, com Cuarón combinando política, sexualidade e juventude em um road movie íntimo. Já Zodíaco, de David Fincher, é um thriller investigativo denso, obsessivo e meticulosamente construído, explorando a paranoia em torno do assassino do Zodíaco.
Fechando o bloco, O Lobo de Wall Street apresenta Scorsese em sua versão mais frenética e irreverente, com Leonardo DiCaprio em uma atuação icônica. O filme satiriza a ganância no capitalismo moderno com humor ácido e ritmo alucinante.
21 a 25
Os Excêntricos Tenenbaums (2001) – Estados Unidos – Dir. Wes Anderson
O Grande Hotel Budapeste (2014) – Reino Unido / Alemanha / EUA – Dir. Wes Anderson
Boyhood (2014) – Estados Unidos – Dir. Richard Linklater
Ela (2013) – Estados Unidos – Dir. Spike Jonze
Trama Fantasma (2017) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Paul Thomas Anderson
Foto: reprodução/elle brasil
Wes Anderson mostra sua assinatura visual em duas produções que marcaram o século: Os Excêntricos Tenenbaums traz humor melancólico e personagens excêntricos, enquanto O Grande Hotel Budapeste é um exercício de estilo narrativo e estético, com tons de nostalgia e crítica histórica.
Boyhood é um feito cinematográfico singular: filmado ao longo de 12 anos, acompanha o amadurecimento real de seu protagonista, um marco na carreira de Linklater. Ela, de Spike Jonze, é uma das ficções científicas mais emocionais da década, questionando a natureza do amor na era da inteligência artificial.
Fechando esse bloco está Trama Fantasma, um mergulho denso no relacionamento entre um estilista obsessivo e sua musa. A direção de Paul Thomas Anderson mais uma vez destaca o poder das performances (especialmente de Daniel Day-Lewis) e do subtexto emocional.
26 a 30
Anatomia de uma Queda (2023) – França – Dir. Justine Triet
Adaptação (2002) – Estados Unidos – Dir. Spike Jonze
Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan
A Chegada (2016) – Canadá / EUA – Dir. Denis Villeneuve
Encontros e Desencontros (2003) – Estados Unidos / Japão – Dir. Sofia Coppola
Foto: reprodução/uol
Anatomia de uma Queda, filme francês vencedor da Palma de Ouro, explora os limites entre justiça, verdade e performance, com roteiro e atuações afiadas. Adaptação, novamente com roteiro de Charlie Kaufman, brinca com as convenções do próprio processo criativo em um metafilme engenhoso.
Batman: O Cavaleiro das Trevas elevou os filmes de super-heróis a um novo patamar, com uma abordagem sombria, realista e a icônica atuação de Heath Ledger como Coringa. Já A Chegada, do canadense Denis Villeneuve, traz uma ficção científica intimista e filosófica sobre tempo, linguagem e luto.
Encerrando esse bloco, Encontros e Desencontros é um retrato sensível da solidão e da busca por conexão em meio ao anonimato urbano. Sofia Coppola usa Tóquio como pano de fundo para uma das mais delicadas histórias de não-romance do cinema recente.
31 a 35
Os Infiltrados (2006) – Estados Unidos – Dir. Martin Scorsese
Missão Madrinha de Casamento (2011) – Estados Unidos – Dir. Paul Feig
A Separação (2011) – Irã – Dir. Asghar Farhadi
Wall-E (2008) – Estados Unidos – Dir. Andrew Stanton
O Profeta (2010) – França – Dir. Jacques Audiard
Foto: reprodução/plano crítico
Os Infiltrados é o filme que finalmente rendeu o Oscar de Melhor Diretor a Martin Scorsese. Trata-se de um thriller policial tenso e imprevisível, marcado por grandes atuações e um roteiro cheio de reviravoltas. Já Missão Madrinha de Casamento revitalizou a comédia feminina em Hollywood com inteligência e performances hilárias.
A Separação trouxe o cinema iraniano para o centro das atenções internacionais. O drama moral de Asghar Farhadi é poderoso, explorando questões de classe, religião e relações familiares com profundidade e ambiguidade emocional. Wall-E, da Pixar, é uma ficção científica delicada e quase silenciosa que critica o consumismo e a degradação ambiental com lirismo.
Fechando o grupo, O Profeta é um filme de prisão francês que subverte os clichês do gênero. Com sua narrativa intensa e crua, Jacques Audiard oferece um retrato duro de sobrevivência, poder e assimilação dentro e fora das grades.
36 a 40
Um Homem Sério (2009) – Estados Unidos – Dir. Ethan Coen e Joel Coen
Me Chame Pelo Seu Nome (2017) – Itália / França / Brasil / EUA – Dir. Luca Guadagnino
Retrato de uma Jovem em Chamas (2019) – França – Dir. Céline Sciamma
Lady Bird (2017) – Estados Unidos – Dir. Greta Gerwig
Yi Yi (2000) – Taiwan – Dir. Edward Yang
Foto: reprodução/imdb
Os irmãos Coen exploram o existencialismo judeu em Um Homem Sério, um dos seus filmes mais densos e simbólicos. A comédia melancólica mistura ironia com temas espirituais, em um retrato inquietante da vida suburbana.
Me Chame Pelo Seu Nome, ambientado na Itália, é um romance de verão sensível e sofisticado, abordando o despertar do desejo com uma atmosfera quase literária. Retrato de uma Jovem em Chamas, da França, é uma poderosa história de amor lésbico no século XVIII, com direção precisa e imagens inesquecíveis.
Greta Gerwig estreia com força na direção em Lady Bird, um filme de amadurecimento com diálogos autênticos e empatia juvenil. Já Yi Yi, um clássico do cinema taiwanês, oferece um panorama lírico da vida em Taipei por meio de múltiplas gerações de uma família — uma meditação sobre o tempo, a memória e a perda.
41 a 45
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001) – França – Dir. Jean-Pierre Jeunet
O Mestre (2012) – Estados Unidos – Dir. Paul Thomas Anderson
Oldboy (2005) – Coreia do Sul – Dir. Park Chan-wook
Era uma vez em… Hollywood (2019) – Estados Unidos – Dir. Quentin Tarantino
O Homem que Mudou o Jogo (2011) – Estados Unidos – Dir. Bennett Miller
Foto: reprodução/mubi
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é um ícone do cinema francês contemporâneo. Com sua estética colorida, trilha memorável e protagonista encantadora, o filme conquistou o público global com uma visão otimista e poética da vida cotidiana em Paris.
O Mestre, mais uma obra densa de Paul Thomas Anderson, mergulha na psicologia de um veterano de guerra e seu envolvimento com um culto religioso, livremente inspirado na Cientologia. Com atuações intensas de Joaquin Phoenix e Philip Seymour Hoffman, é uma análise profunda sobre poder, fé e identidade.
Oldboy é um dos grandes marcos do cinema sul-coreano, com direção estilizada e uma trama chocante de vingança. Já Era uma vez em… Hollywood mistura nostalgia e revisionismo histórico em mais um exercício de metacinema por Tarantino. E O Homem que Mudou o Jogo, baseado em fatos reais, mostra como estatísticas e dados transformaram o beisebol e o cinema esportivo.
46 a 50
Roma (2018) – México – Dir. Alfonso Cuarón
Quase Famosos (2000) – Estados Unidos – Dir. Cameron Crowe
A Vida dos Outros (2007) – Alemanha – Dir. Florian Henckel von Donnersmarck
Antes do Pôr-do-Sol (2004) – Estados Unidos – Dir. Richard Linklater
Up: Altas Aventuras (2009) – Estados Unidos – Dir. Pete Docter
Foto: reprodução/mubi
Roma é uma obra autobiográfica e contemplativa do diretor mexicano Alfonso Cuarón, que mistura realismo e lirismo para retratar a vida de uma empregada doméstica no México dos anos 1970. Com fotografia em preto e branco e um forte senso de intimidade, o filme ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e foi aclamado por sua sensibilidade social e estética.
Em Quase Famosos, Cameron Crowe transforma sua experiência como jovem jornalista da Rolling Stone em uma comédia dramática agridoce sobre amadurecimento e idolatria no mundo do rock dos anos 1970. É um retrato nostálgico da juventude e da cultura pop americana, com personagens carismáticos e uma trilha sonora marcante.
A Vida dos Outros representa o auge recente do cinema alemão. Ambientado na Berlim Oriental antes da queda do Muro de Berlim, o filme mostra um agente da Stasi vigiando um casal de artistas. A transformação silenciosa desse personagem se torna um poderoso comentário sobre vigilância, arte e empatia em tempos autoritários.
51 a 55
12 Anos de Escravidão (2013) – Reino Unido / Estados Unidos – Dir. Steve McQueen
A Favorita (2018) – Reino Unido / Irlanda / EUA – Dir. Yorgos Lanthimos
Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (2006) – Reino Unido / EUA – Dir. Larry Charles
O Labirinto do Fauno (2006) – México / Espanha – Dir. Guillermo del Toro
A Origem (2010) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan
Foto: reprodução/imdb
12 Anos de Escravidão é um relato brutal e necessário sobre a escravidão nos Estados Unidos, baseado na autobiografia de Solomon Northup. Dirigido pelo britânico Steve McQueen, o filme venceu o Oscar de Melhor Filme e se destaca pela abordagem direta e visualmente poderosa de um dos capítulos mais sombrios da história americana.
A Favorita, de Yorgos Lanthimos, combina intriga política, relações homoafetivas e humor ácido no ambiente da corte britânica do século XVIII. É uma das obras mais ousadas do cinema histórico recente, com atuações premiadas e direção provocadora.
Borat, por sua vez, é uma sátira corrosiva disfarçada de documentário cômico. Com seu humor absurdo e desconfortável, o personagem de Sacha Baron Cohen expõe preconceitos e hipocrisias da sociedade americana — tudo sob o pretexto de ser um jornalista do Cazaquistão.
56 a 60
Embriagado de Amor (2002) – Estados Unidos – Dir. Paul Thomas Anderson
O Melhor do Show (2000) – Estados Unidos – Dir. Christopher Guest
Jóias Brutas (2019) – Estados Unidos – Dir. Benny Safdie e Josh Safdie
Toni Erdmann (2016) – Alemanha / Áustria – Dir. Maren Ade
Whiplash (2014) – Estados Unidos – Dir. Damien Chazelle
Foto: reprodução/Plano Crítico
Embriagado de Amor marca um ponto de virada na carreira de Paul Thomas Anderson ao unir o experimentalismo visual ao romance excêntrico. Com uma atuação surpreendente de Adam Sandler, o filme mistura solidão, violência e ternura de forma única no cinema americano dos anos 2000.
O Melhor do Show é uma comédia em estilo mockumentary que satiriza o mundo das competições caninas. Dirigido por Christopher Guest, é um exemplo afiado do humor improvisado e do talento coletivo do elenco, que inclui Eugene Levy e Catherine O’Hara.
Jóias Brutas, dos irmãos Safdie, é um thriller frenético ambientado no submundo do comércio de jóias de Nova York. Com uma performance eletrizante de Adam Sandler, o filme capta a tensão e o caos da autodestruição com estilo e nervosismo, se tornando um cult instantâneo.
61 a 65
Kill Bill: Vol. 1 (2003) – Estados Unidos – Dir. Quentin Tarantino
Amnésia (2000) – Estados Unidos – Dir. Christopher Nolan
Pequena Miss Sunshine (2006) – Estados Unidos – Dir. Jonathan Dayton e Valerie Faris
Garota Exemplar (2014) – Estados Unidos – Dir. David Fincher
Oppenheimer (2023) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan
Foto: reprodução/imdb
Kill Bill: Vol. 1 é uma homenagem estilizada aos filmes de artes marciais, faroeste spaghetti e exploitation, repleto de cenas icônicas de violência coreografada. Tarantino usa sua assinatura visual e narrativa para construir uma vingança épica com linguagem cinematográfica pulsante.
Amnésia consolidou Christopher Nolan como um dos mais inovadores diretores de sua geração. Com sua narrativa contada de trás para frente, o filme mergulha o espectador na mente fragmentada de seu protagonista, criando uma experiência única e desafiadora.
Pequena Miss Sunshine é uma comédia dramática sobre uma família disfuncional em uma viagem de carro para um concurso de beleza infantil. Com humor agridoce e atuações marcantes, o filme se tornou um dos grandes sucessos independentes dos anos 2000, representando bem o cinema alternativo americano.
66 a 70
Spotlight (2015) – Estados Unidos – Dir. Tom McCarthy
Tár (2022) – Estados Unidos / Alemanha – Dir. Todd Field
Guerra ao Terror (2008) – Estados Unidos – Dir. Kathryn Bigelow
Sob a Pele (2013) – Reino Unido – Dir. Jonathan Glazer
Deixa Ela Entrar (2008) – Suécia – Dir. Tomas Alfredson
Foto: reprodução/prime video
Spotlight reconstrói o trabalho investigativo do jornal The Boston Globe que expôs os escândalos de abuso sexual na Igreja Católica. Com uma abordagem sóbria e centrada no processo jornalístico, o filme venceu o Oscar de Melhor Filme e se tornou um símbolo da importância do jornalismo investigativo.
Tár, de Todd Field, é um drama psicológico que explora o poder, a arte e a reputação através da figura de uma regente fictícia em queda. Cate Blanchett entrega uma das performances mais elogiadas da década, e o filme provoca debates sobre cancelamento e autoridade no meio artístico.
Guerra ao Terror, dirigido por Kathryn Bigelow, retrata a tensão diária de um esquadrão anti bombas no Iraque. Com uma abordagem quase documental, o filme foi celebrado por sua intensidade e autenticidade, sendo o primeiro dirigido por uma mulher a vencer o Oscar de Melhor Filme e Direção.
71 a 75
Onze Homens e Um Segredo (2001) – Estados Unidos – Dir. Steven Soderbergh
Carol (2015) – Reino Unido / Estados Unidos – Dir. Todd Haynes
Ratatouille (2007) – Estados Unidos – Dir. Brad Bird
Projeto Flórida (2017) – Estados Unidos – Dir. Sean Baker
Amor (2012) – França / Alemanha / Áustria – Dir. Michael Haneke
Foto: reprodução/imdb
Onze Homens e Um Segredo é uma releitura elegante do clássico dos anos 1960. Com direção estilosa de Soderbergh e um elenco estelar liderado por George Clooney e Brad Pitt, o filme combinou crime e comédia com ritmo impecável, marcando uma geração de blockbusters de assalto.
Carol, ambientado na Nova York dos anos 1950, é um romance sensível entre duas mulheres que enfrentam os limites sociais impostos à época. Com estética refinada e atuações comedidas, o filme de Todd Haynes foi amplamente celebrado por sua delicadeza e beleza emocional.
Ratatouille, da Pixar, é mais do que um filme infantil: é uma celebração da criatividade e do talento onde menos se espera, no caso, em um rato cozinheiro. Dirigido por Brad Bird, o filme é visualmente delicioso e reforça o lema de que “qualquer um pode cozinhar”.
76 a 80
E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (2000) – Estados Unidos – Dir. Joel Coen e Ethan Coen
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo (2022) – Estados Unidos – Dir. Daniel Kwan e Daniel Scheinert
Aftersun (2022) – Reino Unido – Dir. Charlotte Wells
A Árvore da Vida (2011) – Estados Unidos – Dir. Terrence Malick
Volver (2006) – Espanha – Dir. Pedro Almodóvar
Foto: reprodução/mubi
E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? é uma comédia musical inspirada na Odisseia de Homero, transportada para o sul dos Estados Unidos na década de 1930. Com trilha sonora marcante e estética amarelada característica, o filme mostra o estilo irreverente e poético dos irmãos Coen.
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo é uma explosão de criatividade e emoção. Misturando ficção científica, ação e drama familiar, os diretores conhecidos como “Daniels” criaram um fenômeno cultural que ganhou o Oscar de Melhor Filme, com destaque para a atuação de Michelle Yeoh.
Aftersun é uma obra intimista sobre memórias e vínculos afetivos, especialmente entre pai e filha. Charlotte Wells estreia com sensibilidade extrema, criando um filme delicado, repleto de subtexto e saudade, que conquistou a crítica internacional.
81 a 85
Cisne Negro (2010) – Estados Unidos – Dir. Darren Aronofsky
O Ato de Matar (2012) – Dinamarca / Noruega / Reino Unido – Dir. Joshua Oppenheimer
Inside Llewyn Davis: Balada de Um Homem Comum (2013) – Estados Unidos – Dir. Joel Coen e Ethan Coen
Melancolia (2011) – Dinamarca / Suécia / França / Alemanha – Dir. Lars von Trier
O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy (2004) – Estados Unidos – Dir. Adam McKay
Foto: reprodução/mubi
Cisne Negro mistura psicodrama, horror psicológico e balé em uma narrativa sobre obsessão e perfeição. Natalie Portman entrega uma performance intensa e premiada, enquanto Darren Aronofsky conduz o espectador por uma espiral de paranoia e auto aniquilação artística.
O Ato de Matar é um documentário chocante em que antigos líderes paramilitares da Indonésia reencenam seus próprios crimes de guerra. A abordagem surreal de Joshua Oppenheimer revela o impacto do genocídio na psique coletiva de um país, sendo uma das obras documentais mais perturbadoras e inovadoras do século.
Inside Llewyn Davis retrata a cena folk de Nova York nos anos 1960, focando em um músico frustrado e errante. Com estética melancólica e humor seco, os irmãos Coen entregam uma meditação sobre fracasso, identidade artística e resistência num mundo indiferente.
86 a 90
Vidas Passadas (2023) – Estados Unidos / Coreia do Sul – Dir. Celine Song
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) – Nova Zelândia / Estados Unidos – Dir. Peter Jackson
Os Catadores e Eu (2000) – França – Dir. Agnès Varda
Interestelar (2014) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Christopher Nolan
Frances Ha (2013) – Estados Unidos – Dir. Noah Baumbach
Foto: reprodução/imdb
Vidas Passadas é um drama delicado sobre amor, destino e identidade, acompanhando dois amigos de infância sul-coreanos que se reencontram décadas depois. Dirigido por Celine Song em sua estreia, o filme se tornou um fenômeno entre críticos e festivais por sua sensibilidade e minimalismo emocional.
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel é o início da aclamada trilogia baseada na obra de J.R.R. Tolkien. Comandado por Peter Jackson e filmado na Nova Zelândia, o longa redefiniu o cinema de fantasia épica, unindo inovação técnica com narrativa clássica.
Os Catadores e Eu é um documentário profundamente humano de Agnès Varda, que acompanha pessoas marginalizadas que vivem de restos e recicláveis. Com sua câmera sensível e subjetiva, Varda entrega uma reflexão social e poética sobre sobrevivência e dignidade.
91 a 95
Aquário (2009) – Reino Unido – Dir. Andrea Arnold
Gladiador (2000) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Ridley Scott
Conduta de Risco (2007) – Estados Unidos – Dir. Tony Gilroy
Minority Report – A Nova Lei (2002) – Estados Unidos – Dir. Steven Spielberg
A Pior Pessoa do Mundo (2021) – Noruega – Dir. Joachim Trier
Foto: reprodução/imdb
Aquário é um retrato cru da juventude periférica britânica, focando em uma adolescente em conflito com sua realidade familiar e social. Andrea Arnold emprega câmera nervosa e atuação naturalista para criar um filme de grande impacto emocional.
Gladiador, estrelado por Russell Crowe, é uma superprodução que revitalizou o gênero épico no cinema moderno. Dirigido por Ridley Scott, mistura drama pessoal e espetáculo visual em uma narrativa de vingança e honra na Roma Antiga.
A Pior Pessoa do Mundo explora os dilemas existenciais de uma jovem adulta em Oslo. Aclamado por sua abordagem sensível e moderna das relações e escolhas de vida, o filme solidificou Joachim Trier como uma das vozes mais importantes do cinema escandinavo contemporâneo.
96 a 100
Pantera Negra (2018) – Estados Unidos – Dir. Ryan Coogler
Gravidade (2013) – Estados Unidos / Reino Unido – Dir. Alfonso Cuarón
O Homem Urso (2005) – Alemanha / Estados Unidos – Dir. Werner Herzog
Memórias de um Assassino (2003) – Coreia do Sul – Dir. Bong Joon-ho
Superbad: É Hoje (2007) – Estados Unidos – Dir. Greg Mottola
Foto: reprodução/gzh
Pantera Negra foi um marco na cultura pop ao levar um herói negro para o centro do universo cinematográfico da Marvel. Ryan Coogler combinou ação, mitologia africana e crítica social para criar um blockbuster com profundidade política e impacto global.
Gravidade é um thriller espacial dirigido por Alfonso Cuarón que levou os efeitos visuais e o som a novos patamares no cinema moderno. Com Sandra Bullock no papel principal, o filme impressiona pelo virtuosismo técnico e tensão dramática.
Memórias de um Assassino, baseado em crimes reais não resolvidos na Coreia do Sul, é um suspense policial sombrio e atmosférico. Bong Joon-ho mostra seu domínio na mistura de gêneros, criando uma obra instigante e melancólica que anteciparia o sucesso de Parasita anos depois.
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Obra mistura músicas originais a enredo fantasioso
Após ser reconhecida como uma Lenda Disney, Miley Cyrus reforça sua parceria com a companhia com o lançamento de Miley Cyrus: Something Beautiful, longa-metragem que acompanha o novo álbum de estúdio de Miley. Ele estará disponível para o público a partir do dia 30 de julho no Disney+.
A obra é uma ópera pop única, que apresenta 13 músicas originais do álbum visual, intitulado Something Beautiful, em uma narrativa fantasiosa e impactante.
O álbum visual estreou mundialmente no dia 6 de junho, no Festival de Cinema de Tribeca, antes mesmo de sua exibição exclusiva nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá em 12 de junho.
O filme é produzido por Miley Cyrus, XYZ Films e Panos Cosmatos, em parceria com a Sony Music Vision, Columbia Records e Live Nation. A direção é de Miley Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com direção de fotografia de Benoît Debie.
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Confira o trailer oficial: https://www.youtube.com/watch?v=7ldy6lDN8gM
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