Categorias
Sem categoria

Jay Kelly, com George Clooney e Adam Sandler, ganha o 1º trailer

Filme estreia no dia 20 de novembro em cinemas selecionados e no dia 5 de dezembro no streaming

O filme Jay Kelly é dirigido por Noah Baumbach (História de um Casamento), que também escreveu o roteiro ao lado de Emily Mortimer (Doll & Em). O longa é estrelado por George Clooney (Tudo Pelo Poder) e Adam Sandler (Um Maluco no Golfe 2). 

Além disso, o elenco também conta com nomes como Laura Dern (Big Little Lies) e Billy Crudup (Watchmen: O Filme). A estreia nos cinemas selecionados vai ser no dia 20 de novembro e na Netflix vai estrear no dia 5 de dezembro. 

Na trama, o famoso ator de cinema Jay Kelly (Clooney) e seu empresário Ron (Sandler) partem em uma jornada intensa e inesperadamente profunda pela Europa.  Ao passo que viajam, eles confrontam as escolhas que fizeram. Inclusive os relacionamentos com seus entes queridos e os legados que deixarão para trás.

Confira também os pôsteres do filme:
Jay Kelly - Adam Sandler
Foto: divulgação/Netflix
Jay Kelly - George Clooney
Foto: divulgação/Netflix

Você vai assistir Jay Kelly? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: Nova adaptação de Frankenstein tem primeiras imagens reveladas

 

Texto revisado por Alexia Friedmann @alexiafriedmann

Categorias
Cultura Novelas

Além do Tempo é disponibilizada no streaming em formato original

Trama de 2015 narra uma história de amor que atravessa os séculos

 

A novela Além do Tempo (2015) conta a história de Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso), almas gêmeas de vidas passadas que se reencontram em outra encarnação. 

A trama é dividida em duas fases. Na primeira parte, que se passa no século XIX, Felipe é de uma família nobre e está prestes a se casar com a sua noiva, Melissa (Paolla Oliveira). Já Lívia vem de uma família simples e humilde, e vive no convento por imposição da mãe, Emília (Ana Beatriz Nogueira). 

Os dois se conhecem na cidade de Campobello e iniciam um relacionamento conturbado, que é marcado por muitas complicações e desentendimentos.

Depois de mais de um século, acontece um reencontro surpreendente entre o casal,  além das pessoas que acompanharam a história no passado.

Além do Tempo
Foto: divulgação/TV Globo/Estevam Avellar

Além do Tempo é destaque no Globoplay no título Originalidade e foi publicada pelo streaming no seu formato original. O Projeto Originalidade começou em 2020 e busca trazer de volta a qualidade  de imagem de novelas e filmes que já estão disponíveis na plataforma.

Irene Ravache, Felipe Camargo, Emilio Dantas, Louise Cardoso e Letícia Persiles estão entre outros nomes que se destacam no elenco da obra, que tem autoria de Elizabeth Jhin e colaboração de Eliane Garcia, Lilian Garcia, Duba Elia, Renata Jhin, Vinícius Vianna e Wagner de Assis.

 

Você vai rever a novela ou assistir pela primeira vez? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia também: Se Eu Fosse Você 3 inicia filmagens com Tony Ramos e Glória Pires 

 

Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

Categorias
Notícias Séries

Preso em casa? 10 séries que você pode maratonar

Seja por decisão judicial, febre ou falta de vontade de socializar, essas histórias mostram que o sistema é confuso, o tribunal é tenso e a justiça… depende do roteiro

Tem gente que tá em casa porque quer. Tem gente que tá porque precisa. E tem gente que tá porque recebeu uma decisão judicial. Seja lá qual for o motivo, nada melhor do que aproveitar o tempo entre quatro paredes com boas histórias, daquelas que envolvem advogados afiados, julgamentos tensos, investigações cheias de segredos e argumentos capazes de virar o jogo.

O Entretê preparou uma lista especial que tem produção coreana intensa, série turca surpreendente, clássicos americanos cheios de ritmo e personagens que dominam a arte de convencer, às vezes mais do que a própria justiça. É só preparar o cobertor, a pipoca e decidir por onde começar: 

Big Mouth (2022) – Coreia do Sul

Disponível no Disney+

Um advogado com fama duvidosa acaba sendo confundido com um dos maiores golpistas do país. Acusado injustamente, ele precisa descobrir quem o colocou nessa situação enquanto tenta proteger sua família e sobreviver aos perigos do novo ambiente.

Com estilo visual marcante e clima de suspense político, Big Mouth mostra o poder das aparências, os bastidores da elite e o quanto é difícil confiar em alguém quando o sistema inteiro parece estar contra você.

Foto: reprodução/soompi
Segredos de Família (Yargı, 2021) – Turquia

Disponível no Globoplay

Ceylin é uma advogada ousada. Ilgaz, um promotor rigoroso. Eles discordam de tudo, até que um crime inesperado conecta os dois em uma investigação cheia de reviravoltas e descobertas pessoais. Com o tempo, a relação entre eles muda, e muito.

Segredos de Família mistura drama, romance e dilemas morais com aquele toque clássico das dizis turcas. Tem personagens complexos, segredos que surgem no pior momento possível e a sensação constante de que nem tudo é o que parece.

Foto: reprodução/omelete

Uma Advogada Extraordinária (Extraordinary Attorney Woo, 2022) – Coreia do Sul

Disponível na Netflix

Woo Young-woo é uma jovem advogada com memória impressionante e um olhar único sobre o mundo. Enfrentando desafios no ambiente de trabalho, ela resolve cada caso com inteligência, empatia e uma forma muito particular de enxergar as situações.

Essa série se tornou um sucesso por unir leveza, emoção e críticas sociais importantes. Cada episódio apresenta um novo caso e uma nova reflexão sobre a vida, o trabalho e a forma como tratamos as diferenças. E sim, tem muitas baleias.

Foto: reprodução/netflix
Como Defender um Assassino (How to Get Away with Murder, 2014) – EUA

Disponível na Netflix

Annalise Keating é uma advogada de defesa e professora universitária que ensina seus alunos a lidarem com casos difíceis. Quando um crime real envolve o grupo, as aulas teóricas viram prática, e ninguém sai ileso.

A série é cheia de flashbacks, reviravoltas e temas intensos. Viola Davis entrega uma das atuações mais marcantes da televisão, e cada temporada desafia a ideia de certo e errado de um jeito inteligente e provocador.

Foto: reprodução/ABC
Escola de Direito (Law School, 2021) – Coreia do Sul

Disponível na Netflix

Um professor é encontrado sem vida dentro da faculdade de direito mais respeitada da Coreia do Sul. Os principais suspeitos? Os próprios alunos e colegas. A partir daí, começa uma investigação cheia de camadas, dúvidas e dilemas morais.

Escola de Direito é densa, cheia de discussões profundas sobre justiça, responsabilidade e ética. É ideal pra quem gosta de histórias que fazem pensar e de personagens que escondem mais do que mostram.

Foto: reprodução/netflix
Stranger (Secret Forest, 2017) – Coreia do Sul

Disponível com legendas em vários idiomas e oficialmente em plataformas como Netflix no Brasil.

A história gira em torno de Hwang Si-mok, um promotor que sofre de uma condição que o impede de sentir emoções, o que o torna excepcionalmente racional e implacável em seu trabalho. Ele se une à detetive Han Yeo-jin para investigar um caso de corrupção dentro do sistema judiciário envolvendo assassinatos, conspirações políticas e grandes empresas.

Stranger é um thriller policial inteligente, com uma trama densa, cheia de reviravoltas e personagens complexos, perfeito para quem gosta de suspense e drama criminal com uma pegada sofisticada.

Foto: reprodução/netflix
Justiça Juvenil (Juvenile Justice, 2022) – Coreia do Sul

Disponível na Netflix

Sim Eun-seok é uma juíza conhecida por ser firme em suas decisões. Ao assumir uma nova função na Vara da Juventude, ela começa a lidar com casos que desafiam suas certezas e a fazem revisitar questões do próprio passado.

A série mostra como o sistema jurídico trata jovens em conflito com a lei e levanta debates importantes sobre responsabilidade, empatia e recomeços. Os episódios são intensos e cada caso traz reflexões necessárias.

Foto: reprodução/netflix
The Good Wife: Pelo Direito de Recomeçar (2009) – EUA

Disponível no Paramount+

Alicia Florrick vê sua vida virar do avesso após seu marido, um político influente, se envolver em escândalos públicos. Para recomeçar, ela volta a atuar como advogada, enfrentando desafios pessoais e profissionais todos os dias.

The Good Wife mistura dramas familiares, dilemas éticos e casos jurídicos marcantes. É uma série elegante, com ótimos diálogos e uma protagonista que cresce a cada episódio.

Foto: reprodução/Paramount+
Hiena (Hyena, 2020) – Coreia do Sul

Disponível na Netflix

Jung Geum-ja é uma advogada determinada, que faz o que for preciso para vencer. Do outro lado está Yoon Hee-jae, um advogado cheio de princípios (pelo menos na teoria). Os dois vivem em confronto constante, dentro e fora do tribunal.

Hiena é cheia de energia, ousadia e disputas intensas. A rivalidade entre os protagonistas tem tanta força que parece um jogo de xadrez onde ninguém quer perder, e as peças são sempre trocadas de lugar.

Foto: reprodução/netflix
Inocente (Masum, 2017) – Turquia

Disponível na Netflix

Cevdet é um policial aposentado que vive com a esposa em uma casa tranquila. Mas a paz acaba quando o filho aparece envolvido em um caso grave. A partir daí, segredos antigos voltam à tona e o clima muda completamente.

Inocente é uma minissérie introspectiva, com clima de mistério e muita tensão. A história se desenrola aos poucos, revelando como decisões do passado podem afetar o presente, mesmo quando a gente tenta esquecer.

Foto: reprodução/imdb

 

Quais dessas séries você vai maratonar? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.

 

Leia também: Confira as séries e filmes que chegam ao streaming em agosto

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho @lauramariaheart

Categorias
Cinema Cultura pop Notícias Resenhas

Crítica | Drácula: Uma História de Amor Eterno não entende o seu protagonista

Se mais uma adaptação de Drácula parecia desnecessária, Luc Besson faz questão de confirmar a suspeita 

[Contém spoiler]

Em 1992, Francis Ford Coppola dividiu com o mundo o seu olhar sobre o icônico personagem de Bram Stoker. A pergunta que conduziu o projeto era simples: e se Drácula fosse um filme de romance? 33 anos depois, Luc Besson decide mergulhar nessa proposta com Drácula: Uma História de Amor Eterno (2025), mas sem o mesmo charme e complexidade de seu antecessor.

Após o assassinato de sua esposa, o príncipe Vlad Dracul (Caleb Landry Jones) renuncia a Deus e é amaldiçoado com a vida eterna. Séculos mais tarde, na Paris oitocentista, Drácula encontra Mina (Zoë Bleu), uma noiva com o rosto e as memórias de sua falecida princesa.

Drácula: Uma História de Amor Eterno tem duas horas e nove minutos – e você sente cada segundo (o tradutor responsável pelo título do filme no Brasil foi premonitório). O filme dedica boa parte do primeiro ato à sugestão do que Drácula teria feito ao longo dos 400 anos que separam seu reencontro com o amor de sua vida, e é aqui que surge uma das piores novidades dessa adaptação: o perfume.

Convencido de que uma mulher tão pura quanto Elisabeta com certeza reencarnaria (o que, em si, já é anticlimático), Drácula elabora uma estratégia sem sentido para garantir que, ao retornar, sua amada seja atraída até ele: um perfume com o poder de seduzir e hipnotizar todas as mulheres que estejam por perto. Além de absurda, essa ideia reduz uma das principais características da mítica do vampiro, que é seu magnetismo sexual e a intrínseca representação do pecado e da tentação, a uma fragrância que, no fim, nem é útil para atrair Mina.

Drácula: Uma História de Amor Eterno
Foto: reprodução/Host Geek

Aliás, todos os temas caros à mitologia do personagem, como a sexualidade e a religião, tornam-se símbolos desperdiçados e vazios no roteiro de Besson, que por vezes parece tentar sabotar o próprio projeto com momentos de humor deslocados, que enfraquecem a carga dramática do filme, e um contexto histórico inconsequente (para que fim o filme se passa na França durante o centenário da Revolução Francesa? Poderia facilmente ter se passado em São Paulo durante o Carnaval que pouco faria diferença).

A articulação da religião no filme merecia uma discussão à parte. Drácula: Uma História de Amor Eterno claramente é uma adaptação da obra de Coppola, não de Bram Stoker, mas falha em entender a tensão que existe entre seu protagonista e a religião, o meio-termo entre crítica e devoção que assola o personagem e ajuda a tornar o romance tão visceral.

Aqui, a despeito de já duvidar da vontade de Deus mesmo antes do assassinato de sua esposa e passar séculos desprezando a religião, bastam umas cinco palavras sobre salvação e arrependimento de um padre (vivido por Christoph Waltz) para Drácula desistir de passar a eternidado ao lado de sua recém-encontrada Elisabeta e receber uma estaca no peito. Enquanto Zoë Bleu chora sobre as cinzas de Drácula, ao público, resta torcer para que essa seja a última cena.

Drácula: Uma História de Amor Eterno
Foto: reprodução/FilmoFilia

No fim, há pouco a se aproveitar em Drácula: Uma História de Amor Eterno. Fora uma trilha sonora memorável e um design de produção encantador, as péssimas escolhas narrativas não ajudam a compor um romance impactante, o roteiro fraco frustra as atuações e o filme se perde entre homenagem e sátira.

 

Você vai assistir ao filme? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X —, conta pra gente e não perca as novidades do mundo do entretenimento! 

 

Leia também: Introdução ao cinema gótico: 7 filmes para conhecer essa subcultura

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

Categorias
Cultura asiática Eventos Notícias Séries

Foi a gente que pediu, sim! Park Bo Gum confirma fan meeting no Brasil

O astro dos K-dramas vai encontrar os fãs em São Paulo no dia 21 de setembro, com o evento Be With You

Pode surtar, porque é real: Park Bo Gum vem para o Brasil! O ator (e também cantor), queridinho dos K-dramas, anunciou um fan meeting em São Paulo e deixou todo mundo em choque com a novidade. O evento acontecerá no Vibra São Paulo, no dia 21 de setembro.

A informação foi confirmada pela THEBLACKLABEL nesta terça-feira (5), por meio das redes sociais. Ainda não há detalhes sobre a venda de ingressos, mas os fãs já estão prontos para acampar no site assim que as vendas forem abertas.

Park Bo Gum
Foto: reprodução/park bo gum

Para quem está chegando agora: Park Bo Gum tem 32 anos e é um dos atores mais amados da Coreia do Sul. Ele ficou conhecido por sua atuação em Reply 1988 (2015) — um clássico entre os dorameiros de plantão — e desde então entregou uma sequência de sucessos, como Passarela dos Sonhos (2020), Hello Monster (2015), Se a Vida Te Der Tangerinas (2025) e Um Bom Garoto (2025).

Ah, e se você é ARMY, talvez já tenha visto ele ao lado do V, do BTS. Os dois são grandes amigos e frequentemente aparecem juntos — sim, esse crossover aconteceu, e é lindo demais.

Quem aí vai correr para garantir os ingressos? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Suzy e Park Bo Gum falam sobre sua química no novo filme Wonderland

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

 

Categorias
Cinema Notícias

Um Dia Daqueles, comédia estrelada por Keke Palmer e SZA, chega ao streaming

Com produção de Issa Rae, o longa mistura comédia, representatividade e amizade

A comédia Um Dia Daqueles, estrelada por Keke Palmer (Não! Não Olhe!, 2022) e SZA, já está disponível no streaming! Na trama, Alyssa (SZA) e Dreux (Keke Palmer) são melhores amigas e colegas de quarto. A dupla se vê envolvida em uma confusão quando descobrem que Keshawn, o namorado de Alyssa, gastou todo o dinheiro do aluguel. Sem tempo a perder, elas embarcam em uma aventura caótica por Los Angeles, na tentativa de recuperar o dinheiro e manter a amizade intacta.

Confira o trailer:

A comédia é o primeiro longa do diretor Lawrence Lamont, conhecido por dirigir videoclipes. Outra estreante é a cantora SZA, que interpreta, pela primeira vez, um papel no cinema. O elenco ainda conta com nomes como Vanessa Bell Calloway (Um Príncipe em Nova York, 1988), Lil Rel Howery (Corra!, 2017) e Maude Apatow (Euphoria, 2019). 

Quem assina a produção é Issa Rae, a mente por trás da aclamada série Insecure (2016). A produtora é conhecida por seu trabalho exaltando vozes marginalizadas na indústria cinematográfica.

Um Dia Daqueles foi um enorme sucesso de audiência nas telonas e agora chega ao catálogo da HBO Max. Foi confirmado, ainda, em junho deste ano, que uma sequência está nos estágios iniciais de produção, com o retorno do elenco principal e da equipe criativa.

Vai assistir essa comédia? Conta para a gente nas redes sociais do Entretê (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Quando o Céu se Engana, filme com Aziz Ansari e Keanu Reeves, ganha novo trailer

 

Texto revisado por Ketlen Saraiva

Categorias
Cultura turca Notícias Séries

Cemre Baysel será a parceira de Murat Yıldırım em nova dizi

A atriz foi anunciada hoje (5) como protagonista da série ainda sem nome definido

 

Cemre Baysel aceitou um novo papel! Após rumores na última semana, foi anunciado hoje (5) pela produtora NGM, em sua conta oficial do Instagram, que a atriz será Zeynep, a protagonista feminina da nova dizi que a empresa está produzindo para o Kanal D. Ainda sem título definido, Cemre se junta a Murat Yıldırım (Serhat) no projeto, sendo o ator anunciado como protagonista da série no dia 25 de julho.

O projeto, que será exibido na próxima temporada, tem estreia marcada para setembro. Assinado pela produtora Nazlı Heptürk, o roteiro é de Yelda Eroğlu, que escreveu episódios de séries turcas conhecidas do público internacional como A Agência (Menajerimi Ara, 2020) e Amor na Ilha (Ada Masalı, 2021). A série terá direção de Deniz Can Çelik.

Foto Cemre Baysel.
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel
A série

As filmagens começarão em breve em Istambul e a trama promete trazer uma história envolvente, com personagens marcantes. O enredo seguirá Serhat (Murat Yıldırım), um homem que terá sua vida completamente mudada ao descobrir um grande segredo que sua esposa escondeu por muitos anos. O personagem, que questiona tudo e todos, terá seu caminho cruzado de forma inesperada com o de Zeynep (Cemre Baysel).

Dizi Leyla

Vale destacar que Cemre é uma das protagonistas da dizi Leyla: Hayat… Aşk… Adalet… (2024), ainda no ar, interpretando a personagem Leyla. A série do canal NOW ainda não teve todos os seus episódios exibidos devido à falta de receita publicitária e às baixas audiências. 

Conforme foi noticiado anteriormente, os três episódios restantes, já gravados, devem ser transmitidos no fim deste mês. Leyla foi exibida pela última vez em 22 de junho e a demora para finalizar a série tem deixado os fãs da atriz e da série descontentes nas redes sociais.

Foto Cemre Baysel em Leyla.
Foto: divulgação/NOW
Retorno ao Kanal D

Com este novo papel, a atriz retorna ao canal que exibiu a dizi Jogos do Destino (Baht Oyunu, 2021), na qual deu vida à Ada, sua primeira protagonista. Murat também retorna à emissora em que se tornou muito conhecido com as dizis Fırtına (tradução livre: Tempestade, 2006) e Asi (2007).

Foto Cemre em Baht Oyunu.
Foto: reprodução/Dizilah
Foto Murat em Asi.
Foto: reprodução/Kanal D

Em relação à nova dizi, esta se junta aos sucessos Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante, 2024), Eşref Rüya (2025), İnci Taneleri (tradução livre: Grãos de Pérola, 2024) e Arka Sokaklar (tradução livre: Ruas Secundárias, 2006) na programação do Kanal D, ainda não tendo dia de exibição definido.

 

Gostou do casal protagonista? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais Facebook, Instagram e X para mais informações sobre as dizis.

 

Leia também: O que sabemos (até agora) sobre a nova temporada de Uzak Şehir

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

Categorias
Cultura asiática Entretenimento Música Sem categoria

Músicas do Twice que foram escritas com uma caneta de glitter rosa

Faixas do girlgroup sul-coreano que toda garota entende 

 

Com certeza, você já se deparou com uma música que claramente foi feita de mulheres para mulheres. Várias produções audiovisuais transmitem essa ideia e sensação, como o filme Barbie (2023), o jogo Celeste (2018) e, é claro, as músicas do girlgroup de k-pop Twice

As músicas girly pop do grupo parecem ter sido escritas com canetas rosas com glitter e um pompom, também rosa, decorando a base do objeto. É como se o ouvinte pudesse ouvir os brilhos vindos do instrumental. Essas produções emanam feminilidade e diversão e, além disso, a mensagem que chega para quem consome os conteúdos, através das letras, melodias e conceitos visuais, é de como ser uma garota é divertido e cool. É uma experiência com eventos que até a sua idol favorita já passou e que, agora, compartilha com as fãs. 

Para quem não sabe, girly pop é um subgênero da música pop caracterizado por letras e temas femininos, muitas vezes com uma estética visual vibrante e divertida. 

Então vamos logo para a lista que o Entretê montou com músicas que transmitem essa vibe eventos canônicos na vida de toda menina e que, com certeza, só poderiam ter sido escritas por outras meninas. 

Abrimos a lista de músicas desse gênero com a faixa Strategy, lançada em 2024, que tem um som pop animado, visuais vibrantes e uma letra que equilibra afeto e empoderamento, uma balança essencial na vida de toda mulher. 

Depois, seguimos com What is Love, uma música que é descrita como o amor que as meninas sonharam ou imaginaram depois de ler sobre em livros, ver em filmes ou dramas. Tem uma batida de dança animada e um estilo electro-pop retrô. 

Em seguida, temos Like Ooh-Aah, Cheer Up e Likey, músicas que são conhecidas pelas melodias meigas e divertidas, coreografias enérgicas e videoclipes com cores vibrantes. As love songs falam de um amor jovem e dos problemas das relações atuais, que precisam lidar com a pressão por respostas rápidas e a constante procura por likes nas redes sociais. 

A sexta música é TT, que fala sobre os sentimentos de uma garota que está apaixonada pela primeira vez, mas se sente insegura e confusa. A música explora a doçura e o drama do amor juvenil. 

Por último, mas não menos importante, Fancy. Um dos maiores hits do grupo, a faixa é praticamente um hino das garotas, meninas e mulheres. Cantando sobre amor, as integrantes do grupo expressam emoções sobre a vida amorosa de forma mais madura. 

Todas essas produções refletem uma tendência cultural e de moda que celebra a feminilidade de forma leve, divertida e autêntica. Não se trata apenas de estética, mas também de uma mentalidade que valoriza a autoaceitação, a expressão pessoal e a confiança.

Esse cenário e esse sentimento que grande parte do fandom, principalmente meninas, têm fica mais evidente quando olhamos para as redes sociais. Ultimamente, têm viralizado na internet edits com This Is For, do Twice, exaltando diversas figuras femininas da indústria musical.

A faixa citada é o single lançado pelo grupo no último álbum de mesmo nome, This Is For, e aborda temas como empoderamento feminino. O verso inicial abre a música indicando ao ouvinte sobre o que ela se trata: “This is for all my ladies who don’t get hyped enough, if you’ve been done wrong then this your song, so turn it up”. (Essa é para todas as minhas garotas que não são exaltadas o suficiente, se já erraram com você, essa é a sua música, então aumenta o som).

O girlgroup coreano é formado por nove membros: Nayeon, Jeongyeon, Momo, Sana, Jihyo, Mina, Dahyun, Chaeyoung e Tzuyu. Elas estão juntas há dez anos e existem rumores (não confirmados) de que virão para o Brasil ano que vem. 

E aí, gostaram da lista? Contem pra gente! Confiram as redes sociais do Entretê (Instagram, X e Facebook) e nos sigam para ficar de olho em tudo o que rola no mundo do entretenimento.

Leia também: Especial | Desvendando Gnarly: o termo por trás do sucesso do KATSEYE

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

Categorias
Cultura pop Entrevistas Musicais Notícias Teatro

Entrevista | Laura Castro fala sobre carreira e destaca a importância da representatividade preta nas produções artísticas

Com trajetória marcada por protagonismos importantes, a artista reflete sobre seus processos, desafios e sonhos

 

Dona de um talento indiscutível, Laura Castro vem se consolidando como uma das vozes mais potentes e necessárias do teatro musical brasileiro. Aos 22 anos, a atriz já deixou sua marca em produções que impactaram não só o mundo artístico, como também o público. Sua versatilidade e excelência a levaram à conquistas históricas ao longo da carreira.

Laura é a voz brasileira da princesa Ariel no live-action de A Pequena Sereia (2023), protagonizou Meninas Malvadas – O Musical (2025), como a primeira Cady Heron preta do mundo, e integra o elenco de Dreamgirls (2025), primeira montagem do Teatro Santander com um elenco composto exclusivamente por artistas pretos. 

Desde cedo, a atriz demonstrou interesse e dedicação aos estudos da música, interpretação e dublagem, aprimorando suas técnicas e expandindo seu repertório. Essa disciplina, aliada ao seu talento natural, faz com que cada interpretação seja única, sincera e intensa, transmitindo sua paixão e compromisso com a arte. Em recente vídeo publicado em sua conta no TikTok, a artista falou um pouco sobre como funciona seu processo criativo e da conexão emocional com cada personagem que interpreta. 

Conheça um pouco do processo de Laura para a construção de suas personagens

Em entrevista ao Entretetizei, Laura falou sobre carreira, inspirações e sonhos que se realizam. Com a sensibilidade de quem sabe que ocupa lugares importantes para muitas meninas e mulheres pretas, refletiu sobre o impacto de sua trajetória e a importância de existirem referências positivas sobre a presença preta nas produções artísticas: 

Entretetizei: Seu rosto e sua voz são conhecidos dos palcos e das telas desde que era criança. Você lembra qual foi o momento em que a arte entrou na sua vida de forma definitiva?

Laura Castro: Eu acho que o momento que a arte entrou na minha vida de forma mais definitiva foi quando entrei no meu primeiro musical, em 2014. Desde então eu percebi que era com isso mesmo que queria trabalhar para o resto da minha vida. Sempre fui apaixonada por música, então a arte sempre esteve na minha vida, mas acho que comecei a encarar ela como uma profissão a partir desse momento.

E: Mesmo sendo bem jovem, você já contabiliza grandes feitos nas artes, como enxerga sua trajetória até aqui? 

LC: Eu tenho muita gratidão quando eu olho a minha história, porque eu sei que apesar de ser muito jovem, metade da minha vida foi dedicada ao trabalho; e há mais muitos anos ainda, estou estudando e com esse sonho. São muitos anos de luta, muitos anos de estudo, muitos nãos para receber um sim. Eu sei que sou muito jovem e que tenho muita coisa pra viver, mas também tenho muita consciência do tanto que já batalhei para estar onde estou agora. Eu sei que vem muita batalha pela frente, então é muita gratidão por tudo que veio e muito brilho nos olhos e garra para continuar conquistando tudo que vai vir ainda.

E: O live-action de A Pequena Sereia carrega um simbolismo enorme no que se refere à representatividade preta no audiovisual. A presença da Ariel no imaginário coletivo ultrapassa gerações; e no Brasil, ela ganhou a sua voz. O que isso significou para você?

LC: Poder dar voz à Ariel, ainda mais nesse contexto de ser uma releitura de uma princesa que marcou tantas gerações, mas dessa vez preta, é algo que não consigo nem colocar em palavras. Eu já falei muito sobre esse assunto e até hoje ainda é algo que me move e me emociona, porque simboliza muito pra mim, tanto quanto artista, mas especialmente como ser humano e como uma menina preta, que sentia falta de representatividade quando era criança, nas coisas que assistia, nas coisas que ouvia, no entorno… então poder fazer parte desse marco de representatividade é um processo de cura para minha criança interior e sei que vai significar muito para outras crianças e mulheres que vão estar vendo. É muito significativo, é muito emocionante para mim, é uma honra poder fazer parte desse marco histórico.

Assista ao encontro e entrevista de Laura com Halle Bailey:

 

E: A montagem brasileira de Meninas Malvadas tem como uma de suas características mais marcantes a diversidade racial no protagonismo. Você foi a primeira atriz preta do mundo a interpretar Cady Heron, isso é um grande marco no teatro musical. Como se sente tendo ocupado esse lugar?

LC: É um marco muito especial pra mim poder ser a primeira atriz preta a interpretar a Cady, porque é uma representatividade sem gotas de sangue, sabe? É ver uma princesa preta, é ver uma presidente preta, é ver uma pessoa preta em lugar de poder, é ver uma pessoa preta no ensino médio, batalhando coisas que adolescentes passam. É ver uma adolescente preta se tornado popular na escola, uma adolescente preta enfrentando esses problemas e passando por eles e superando. Eu acho que isso é muito significativo para outras meninas pretas que vão vir, sabe? Se ver também nesses outros lugares e perceberem que podem ocupar esses lugares. E também para inspirar outras artistas a verem que podem sim interpretar papéis que foram feitos para atrizes brancas e que podem ocupar esse lugar. Elas podem realizar esse sonho. Para mim isso é muito significativo e muito importante. 

Assista Tonta no Amor

E: Dreamgirls é um musical que coloca pessoas pretas no centro de suas próprias histórias e explora todas as individualidades e sonhos presentes em cada uma delas. Você já participou de várias produções marcantes, mas esta é a primeira onde o elenco é inteiramente negro. Como está sendo essa experiência? Para você, qual é o impacto disso no cenário do teatro musical? 

LC: É o primeiro projeto que faço realmente com o elenco 100% preto e pra mim isso tá sendo uma coisa muito especial. Estar nesse lugar, com essas pessoas, entrar em contato com partes minhas que eu ainda não tinha entrado em contato com tanta profundidade… está sendo um processo de descoberta muito grande e também um processo de empoderamento muito grande. Essa é uma coisa muito inédita nesse teatro que a gente está fazendo. É o primeiro espetáculo 100% preto no Teatro Santander, então isso é um acontecimento histórico muito significativo e é muito especial poder fazer parte disso. Eu acho que vai trazer um impacto muito grande, um teatro tão renomado, tão conhecido, tão potente quanto o Teatro Santander ter essa história sendo contada é muito significativo, muito simbólico.

E: Você fez parte da BFF Girls, girlband que marcou uma geração inteira. No grupo, você formou um trio com outras duas artistas, assim como em Dreamgirls. Sua experiência como popstar te ajudou a compor sua personagem no musical?

LC: Eu acho que a minha experiência nas BFF Girls, na verdade, fez muita diferença para muita coisa na minha vida. Eu aprendi muitas coisas e acho que tudo o que a gente faz serve de aprendizado para algum próximo projeto. Eu acho que essa ideia de grupo, de girlband, me trouxe muito essa outra camada, de ter vivido isso, de saber como é, e essa ideia de fazer show e tudo isso, com certeza me trouxe inspirações para fazer a minha personagem.

E: Entre tantos momentos emocionantes e impactantes de Dreamgirls, tem alguma cena ou número musical que te marca de forma especial? 

LC: Sem dúvidas, Listen é o momento mais emocionante para mim desse espetáculo. É um momento muito significativo de reconexão e de perdão entre essas duas personagens. É um momento muito forte durante a narrativa, fora que é uma música super emocionante e super especial pra mim. Então com certeza é uma parte muito marcante, muito importante. Foi tão  especial que na estreia esse número foi aplaudido de pé e foi muito emocionante, significou muito pra mim e pra Letícia. Essa cena é muito impactante pra mim. 

Assista Listen:

E: Por fim, o que a Laura de hoje diria para ela mesma, quando criança, sabendo que construiu uma carreira brilhante, que representa e impacta positivamente a vida de crianças, jovens e até mesmo adultos?

LC: Eu acho que diria pra minha Laura criança continuar sonhando e acreditando nesses sonhos. Eu sempre fui muito sonhadora, sempre tive muitos grandes objetivos para minha vida e muitas vezes eu nem tinha certeza de que iam acontecer, mas continuava acreditando e criando cenários na minha cabeça. Acho que isso fez toda a diferença pra que eu pudesse ir atrás e pudesse começar a conquistar essas coisas que um dia já sonhei. Então iria falar isso: “Continue sonhando e vá atrás, porque eles vão acontecer, eles estão acontecendo”.

 

Acompanha o trabalho da Laura? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê — Insta, Facebook e X — e aproveita para nos seguir e ficar por dentro das novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Especial | Dreamgirls: a força da representatividade preta no teatro musical brasileiro

 Texto revisado por Angela Maziero Santana 

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de uso e qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!