Além do título, a produção ganha um novo ator no elenco e uma possível data do início das gravações
Mais uma dizi a caminho! Após o anúncio nas duas últimas semanas de uma nova dizi protagonizada por Murat Yıldırım e Cemre Baysel, foi divulgado hoje (11) um pôster com o nome da produção: Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados). O ambicioso projeto, que tem estreia prevista para setembro, deve ter suas gravações iniciadas no dia 25 de agosto.
Com roteiro de Yelda Eroğlu e direção de Deniz Can Çelik, a série produzida pela NGM e assinada por Nazlı Heptürk, será transmitida no Kanal D.
Foto: reprodução/Instagram @kanald
Nova adição ao elenco
Outra novidade anunciada foi mais um ator que fará parte do elenco. Ahmet Saraçoğlu, que ficou conhecido por seu papel na dizi Yaprak Dökümü (tradução livre: Queda das Folhas, 2006), interpretará Arif, um pai dedicado para Zeynep (Cemre Baysel) e músico em cerimônias de casamento.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Enredo
Serhat (Murat Yıldırım), um empresário de sucesso que construiu sua vida baseado na honestidade, no amor à sua família e na confiança, tem seu mundo colocado abaixo após a descoberta de uma traição que sua esposa Berrak, com quem está junto há 18 anos e tem filhos, escondeu durante muitos anos.
Após a esposa sofrer um acidente e ficar em coma, a situação se complica ainda mais. Enquanto busca respostas para o que ocorreu, o caminho de Serhat cruza com o de Zeynep (Cemre Baysel), uma garota corajosa e franca de um bairro pobre, que é florista.
À medida que os segredos se revelam, os dois, de mundos muito diferentes, se veem presos em meio à traição, ao amor e aos segredos. Serhat então se verá obrigado a fazer um acordo com Zeynep para seguir em frente.
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Autor também reflete sobre representatividade, a função da ficção e os desafios da profissão
Pedro Ivo é o escritor da série de HQs OCidadão Incomum, que conta a história de super-heróis em São Paulo, e também de Entre Mundos, obra sobre fantasmas, que escreveu em parceria com Rodrigo de Oliveira. Ivo também é roteirista, publicitário e ator — trajetórias que utiliza no momento de escrever e construir seus personagens.
Agora, o autor se prepara para mostrar ao mundo as adaptações dos seus trabalhos para o universo do audiovisual. Enquanto O Cidadão Incomum se tornará um filme protagonizado por Gabriel Leone e Luis Navarro, Entre Mundos virará série, com Jean Paulo Campos no papel principal.
Em Cidadão Incomum, o leitor conhecerá Caliel, que ao ganhar superpoderes, começa a atuar como um super-herói na cidade de São Paulo. Já Entre Mundos apresenta as peripécias de um grupo de jovens que, ao entrarem em contato com um celular misterioso, descobrem que podem se comunicar com os mortos.
Em entrevista ao Entretetizei, o artista conta um pouco da sua experiência, suas inspirações e reflexões acerca de adaptações literárias. Confira!
Entretetizei: Como começou a sua trajetória como quadrinista?
Pedro Ivo: Eu sempre gostei de quadrinhos. Entrei em contato com eles antes mesmo de entrar na literatura. Foi ali que comecei a me formar artisticamente, e sempre desenhava. No começo dos anos 2000 criei um workshop de roteiro porque percebia que tínhamos artistas muito bons, mas poucos roteiristas. Busquei aprender com material que vinha de fora, no comecinho da internet, e montei um curso para dar aulas de roteiro, mas eu ainda não roteirizava direito.
Depois, desencanei um pouco dos quadrinhos, me formei ator e, nesse processo, percebi que escrever uma peça é muito semelhante a escrever um quadrinho. Há vários pontos de convergência entre a roteirização de filmes, quadrinhos e livros. Passei a me especializar mais nisso e, por causa do meu trabalho no marketing, comecei a trabalhar efetivamente com quadrinhos quando surgiu a oportunidade de fazer tiras para algumas marcas. Ficamos dois anos produzindo tiras semanais para duas marcas, e ali percebi que podia viver de quadrinhos.
Depois, pulei para a produção de storyboards para publicidade, um trabalho necessário para sobreviver. É aquela coisa: desenhar o quadrinho que vai virar comercial para o diretor fazer os cortes. Isso ajudou a treinar bastante meu traço. Também publiquei quadrinhos na internet, tirinhas, charges políticas, inclusive algumas para o programa Agora é Tarde, do Danilo Gentili. Só publiquei de fato um quadrinho longo com O Cidadão Incomum, de 200 páginas, colorido, bem trabalhado. Esse foi meu primeiro grande trabalho, mas antes já tinha publicado o livro O Cidadão Incomum.
E: E o roteiro veio antes para você, certo?
PI: Veio antes. Eu escrevia porque nasci na cultura de blog, no começo dos anos 2000. Era uma forma de expressão na internet e também de divulgar meus textos. Depois fui estudar roteiro e, quando estudei arte dramática, percebi que me interessava mais pela escrita e construção da peça do que pela atuação. Na publicidade aprendi a escrever roteiros de vídeos institucionais e comerciais.
E: E de onde surgiu a vontade de viver contando histórias?
PI: Porque eu era ruim em todas as outras coisas (risos). Tive uma vida escolar complicada: nasci em 1981, provavelmente tinha déficit de atenção, mas na época não havia diagnóstico. Fracassei em quase tudo na escola, repeti de ano várias vezes e acabei fazendo supletivo para entrar no mercado de trabalho. Não tive vida acadêmica. Mas sempre fui bom em escrever, desenhar e fazer as pessoas rirem. Me comunicava muito bem. Então entendi que fracassaria em tudo que não fosse contar histórias, desenhando ou falando delas.
E: Você tem algum cineasta, publicitário ou quadrinista que te influenciou?
PI: Hoje não busco mais referências em quadrinhos ou literatura de ficção. Leio outras coisas e estou mais preocupado em entender a realidade para escrever melhor. No começo, um artista que me influenciou muito foi o roteirista Brian Michael Bendis. Ele pegou personagens defasados, como o Homem-Aranha, e deu uma roupagem nova.
Em uma entrevista, ele disse que observa mais do que lê, e isso sempre foi meu caso também, já que eu tinha dificuldade de leitura. Capturava o que observava e transformava em história. Gosto muito do trabalho dele, que é cheio de texto, e foi minha maior influência.
E: E como você faz hoje para “entender a realidade”?
PI: Como trabalho no computador, escrevendo ou desenhando, acompanho notícias no YouTube e sites que assino. Hoje me interesso mais por análises de fatos do que pelos fatos em si, já que vivemos um momento em que a percepção sobre os acontecimentos é mais importante do que os acontecimentos.
Estou hiper focado em política e observo essa dicotomia radical entre direita e esquerda, que elimina qualquer possibilidade de opinião complexa. É um tempo muito maluco, meio histórico. Meu trabalho é acompanhar o que as pessoas estão dizendo e transformar isso em histórias.
E: Você mencionou o roteirista Bendis, e a adaptação de Entre Mundos também apresenta mudanças nos personagens. Como foram essas mudanças?
PI: O livro, escrito com Rodrigo de Oliveira, tem um tom mais novelesco. É sobre um grupo de brasileiros de diferentes classes sociais que convive com um celular que capta vozes dos mortos, com uma dinâmica um pouco caricata. Para a adaptação audiovisual, quisemos dar um tom mais realista.
Colocamos a história na periferia de São Paulo, com arquétipos sociais brasileiros — o jovem coreano do Bom Retiro, a menina da periferia, o playboy dos Jardins. Assim podemos falar de problemas brasileiros e criar uma realidade paralela à nossa, porque acho que não tem sentido não falar da realidade.
O produtor Luiz Navarro, que é da periferia, topou na hora, sentindo falta de uma boa ficção científica ambientada nesse contexto. Quanto mais real for o drama, mais impactante será a parte fantástica. É importante para a galera se identificar.
E: E como foi escrever o livro em parceria com Rodrigo de Oliveira?
PI: Foi ótimo, por conta do Rodrigo, tanto que estamos escrevendo a continuação. A ideia e a sinopse foram minhas, e ele entrou com o estilo dele. Como autor da Saga dos Mortos, ele tem um jeito mais ousado, cria coisas que eu talvez não teria coragem de criar. Foi um processo respeitoso, natural e produtivo. Cada um defende a suas ideias, mas os dois cedem.
E: O livro foi publicado em 2021. Como foi a recepção dos leitores?
PI: Recebemos bastante retorno, diferentes, como ele tem a base de fãs dele, eu tenho a minha. Mas o lançamento foi tímido por causa da pandemia. A obra pegou a “cauda longa”: aos poucos, leitores foram descobrindo e comentando, principalmente na Amazon e no Skoob. Agora, com a série, esperamos alcançar o público que gostaríamos desde o início.
E: E de onde surgiu a ideia de escrever sobre espíritos?
PI: Eu tenho uma curiosidade muito grande sobre alguns assuntos extrafísico, religiosos. E eu sempre tomo cuidado para falar sobre essas coisas porque a gente tem uma base cultural muito rica, mas eu acho que não temos muita maturidade para discutir sobre coisas que não acreditamos.
Eu sou espírita, tive uma educação espírita. Para mim está tudo no mesmo balaio de gato. Tem Saci, tem gnomo, tem o pessoal da umbanda, tudo existe. Decidi falar da maneira crua sobre isso, imaginar se o meu celular começasse a transmitir a voz dos espíritos a minha volta. Como seria isso?
Eu tive que criar uma mitologia, que foi a parte mais difícil. A gente criou um universo onde tudo existe. Então existe o céu católico, o céu da testemunha de Jeová. Cada um vai para onde acredita que vai. Só que quem está muito preso às narrativas da Terra fica no limbo, entre o mundo espiritual e o mundo físico, tentando interagir e influenciar os vivos. E por isso coloquei esse aparelho na mão de crianças, jovens, porque são ideias que eu tinha nessa idade.
E: Quais desafios você vê como autor no contexto atual?
PI: O maior desafio é que ficção e realidade estão sendo tratadas como a mesma coisa. Obras de ficção acabam sendo usadas como bandeiras sociais, e isso limita a liberdade criativa. Eu entendo as razões, todos querem ter a narrativa para si, e parece que a obra de ficção precisa pertencer a uma narrativa social. Mas acho que a longo prazo isso pode ser prejudicial.
Eu preciso ter cuidado o tempo todo e isso pode impactar negativamente a qualidade da obra. Eu não estou falando em cometer crimes. Já passei, por exemplo, por questionamentos sobre criar um super-herói trans sem ser trans. Meu irmão é trans, e o observando percebi que ele seria um personagem muito interessante. Eu fui cobrado por não ser trans — a comunidade LGBTQIAP+ curtiu muito — quem me cobrou não era da comunidade.
Não que eu tenha sido cobrado severamente, mas muitos me perguntaram qual era a minha relação com a transsexualidade e precisei dar justificativas. Defendo que o autor deve observar a realidade e criar personagens como seres humanos complexos, com virtudes e defeitos, sem os reduzir a estereótipos.
E: E o que podemos esperar do tom da série Entre Mundos?
PI: Estamos afinando o tom, mas será mais um drama social com fantasmas reais — suspense social com espíritos. A principal diferença na adaptação é que, no audiovisual, tudo é objetivo: todos veem a mesma maçã, não a maçã que imaginam ao ler.
A obra não é só minha, a série é uma obra coletiva — do diretor, roteiristas, produtores — então a história original serve de base para algo novo. Acho que essa é a parte mais divertida e que dá mais medo.
E: E quanto ao receio das mudanças na adaptação em relação ao público leitor?
PI: Eu estou em um processo mais avançado da adaptação de O Cidadão Incomum, que será um filme. Quando começou sair a escalação, comecei a sentir um pouco essa pressão vinda do público leitor. Mas eu acho muito legal que a galera se importe a esse ponto. Não tenho medo de crítica.
No audiovisual, há menos controle do autor sobre o produto final. Eu estou gostando muito dos caminhos que as adaptações dos meus livros estão tomando. Prefiro pensar que, se o filme for ruim, o livro continua lá, e se for bom, melhor ainda. Nosso objetivo não é repetir o que já existe, mas propor algo novo. Acho que o leitor vai ficar muito satisfeito, mas estamos criando uma coisa nova.
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Verus Editora lança Enfim, esposas, com protagonista em busca da afirmação de seus sentimentos
Quando o coração fala mais alto, nem as regras mais rígidas conseguem calá-lo
Na esteira do sucesso de Não somos melhores amigas, romance sáfico histórico que conquistou milhares de leitoras, a escritora Vanessa Airallis dá continuidade à trama e se prepara para lançar Enfim, esposas, em parceria com a Verus Editora.
Na nova obra, após experimentar doces sensações ao lado de Isis, Alice precisará lutar pelo que o seu coração realmente quer. Recém-chegada do exterior, a jovem Alice Bell Air segue à procura de um marido, ainda que por pressão de sua família.
Uma paixão inesperada revela verdades profundas e desafia tudo o que Alice aprendeu sobre o amor
Mesmo contando com a ajuda de sua melhor amiga, Isis d’Ávila Almeida, para avaliar os possíveis pretendentes, Alice não consegue se imaginar exercendo o papel de esposa.
Após dividir momentos íntimos e ardentes com Isis, ela finalmente compreende a razão do desconforto diante da presença masculina. Com Isis ao seu lado, pela primeira vez, Alice sente borboletas no estômago e uma paixão desmedida. Mas, tendo uma família extremamente religiosa, ela sabe que se apaixonar por uma mulher seria, no mínimo, a pior decisão que poderia tomar em toda a sua existência.
No entanto, Isis e Alice estão prestes a descobrir que, às vezes, é impossível escapar dos desejos do coração.
O livro estará disponível para compra em breve.
O que esperar da leitura?
Leitoras que se encantaram com o primeiro livro encontrarão em Enfim, esposas uma história ainda mais emocionalmente carregada. É um livro sobre escolhas difíceis, segredos, esperança — e, acima de tudo, sobre o que acontece quando duas mulheres descobrem que não podem mais fugir do que sentem.
A escrita da autora é elegante e envolvente, às vezes sensual, às vezes dolorosa. Ela sabe dosar emoção sem recorrer à dramatização gratuita e, como poucas autoras brasileiras contemporâneas, consegue construir um romance sáfico que é, ao mesmo tempo, doce e político.
Sobre a autora
Vanessa Airallis começou a escrever ficção para plataformas digitais aos doze anos e, aos dezesseis, passou a se dedicar mais seriamente à escrita de romances sáficos. Após publicar alguns livros de maneira independente e conquistar uma base de leitores leais, lançou Não somos melhores amigas pela Verus.
Ela estuda Letras – Inglês no Centro Universitário Internacional (Uninter) e trabalha como roteirista, copywriter e criadora de conteúdo. É autora da newsletter Coisas que eu não disse. O livro Enfim, esposas é seu segundo romance publicado.
Foto: reprodução/Verus Editora
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Tradição, paixão e conflitos em Taşacak Ha Bu Deniz, nova novela turca ambientada no Mar Negro
Os atores Ulaş Tuna Astepe e Deniz Baysal estão praticamente confirmados para os papéis principais da nova novela turca Taşacak Ha Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar). A produção, ambientada na região do Mar Negro, promete uma trama repleta de emoções e tradições locais.
Gravada em Trabzon, a série conta a história de duas famílias rivais. Ulaş Tuna Astepe dará vida a Adil, um homem carismático e robusto, típico do interior montanhoso, que foi o grande amor do passado de Esme. Deniz Baysal interpreta Esme Furtuna, uma mulher forte e respeitada, símbolo da força feminina do Mar Negro.
A trama começa quando Eleni Miryano, uma jovem que vem em busca de suas raízes familiares, chega a Trabzon. Sua chegada desencadeia uma série de eventos que revelam segredos, paixões e conflitos entre as famílias locais, dando início a uma história envolvente que promete conquistar o público. O roteiro ficará com Ayşe Ferda Eryılmaz e Nehir Erdem, que também foram as roteiristas de Sen Anlat Karadeniz.
Taşacak Ha Bu Deniz será exibida pela emissora turca TRT1, marcando mais uma produção de destaque da televisão turca. Vale lembrar que a atriz Deniz Baysal já foi entrevistada pelo Entretê! Confira aqui.
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Estrela de vários dramas Boys Love, o ator chega ao Brasil pela primeira vez com o fan meeting MAXPresent e promete uma experiência única com os fãs
Matéria escrita por Paula Fernandes (@aoutrapaula)
Em poucos dias, o ator tailandês Max Nattapol desembarca no Brasil para seu primeiro fan meeting no país. Estrela de diversos dramas BL, como Together With Me (2017), Bangkok Love Stories: Innocence (2018) e Manner Of Death (2020), o galã fará um evento único e exclusivo com fãs.
O MAXPresent acontecerá em São Paulo, no dia 17 de agosto. Esse momento de interação promete marcar a vida tanto do fandom quanto do artista.
Foto: reprodução/Instagram @maxiiin_
O ator é uma combinação de talentos e formações. Max completou 31 anos recentemente, em 9 de junho, e promete comemorar essa data no Brasil. Seu interesse nas artes e na comunicação em geral pode ser percebida tanto em seus trabalhos, como ator e modelo, quanto na sua formação acadêmica: ele é graduado pela renomada Faculdade de Comunicação da Universidade de Chulalongkorn.
O galã atua também como empresário e embaixador de marcas. Sua presença dentro da Tailândia é marcante e reconhecida, crescendo para fora da Ásia rapidamente.
O primeiro grande momento como artista aconteceu em 2016, com o personagem Korn, um dos protagonistas de Bad Romance: The Series (2016), onde contracenava com Tul Pakorn, outro grande nome do cenário BL tailandês.
Mesmo ainda jovem, Max já acumula trabalhos de grande sucesso tanto na Tailândia quanto fora da Ásia, como é o caso do Brasil. Sendo um dos nomes mais comentados dentro do gênero Boys Love de drama televisivos, o galã se mostra sempre muito ativo nas interações com o público, nas relação com outros grandes artistas tailandeses e na percepção do impacto da cultura tailandesa no mundo, principalmente através dos dramas de TV e da música.
A constante crescente de produtos de diferentes culturas asiáticas está sendo percebido no Brasil e no mundo. Dramas, músicas, gastronomia e turismo tailandeses estão seguindo os passos já trilhados com sucesso pelo Japão e pela Coreia do Sul. Esse fenômeno também impacta os artistas e isso é percebido por eles.
A “Thai Wave”, como tem sido chamado o fenômeno de expansão da cultura fora do país, está caminhando a passos largos em direção à conquista de mais fãs. O Brasil é um grande exemplo disso.
Somente em 2025, já aconteceram mais de dez eventos com artistas tailandeses no Brasil. Entre shows e fan meetings, as experiências foram um sucesso. A mais recente contou com a presença de Boss e Noeul, grandes nomes do gênero BL. Para o segundo semestre, além da apresentação de Max, já há mais eventos marcados e com venda acelerada de ingressos.
Os fãs mostram-se empolgados com a possibilidade de estar perto de artistas que atravessam o mundo para viver essa experiência no Brasil. No caso de Max, o fandom é conhecido como “Max-Hearts” ou “Team Max” e são bastante ativos nas redes sociais, chamando a atenção do ator, que já acumula quase 2M de seguidores no Instagram.
Em sua última entrevista antes de chegar em São Paulo, o ator conversou com o Entretetizeie contou mais sobre sua carreira, seus sonhos, o consumo dos produtos tailandeses e a expectativa pelo encontro com seus fãs no Brasil:
Entretetizei: Considerando sua trajetória em diversas histórias e personagens, qual mensagem central você acredita que permanece com os fãs após acompanharem seu trabalho? Como o reconhecimento internacional impactou sua carreira e sua vida, principalmente depois de conquistar fãs tão distantes da Tailândia?
Max Nattapol: O apoio dos fãs brasileiros, e dos fãs internacionais em geral, honestamente mudou minha vida. Nunca imaginei que uma história que filmamos na Tailândia iria ecoar tão longe. Cada mensagem, cada arte enviada, cada palavra gentil dos fãs me faz sentir profundamente agradecido. Isso me lembra por que faço o que faço. O amor de vocês nos dá forças para continuar contando essas histórias. Eu vejo vocês, sinto vocês e carrego o apoio de vocês comigo todos os dias. Muito obrigado, do fundo do meu coração.
E: O mercado audiovisual asiático tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil e no mundo, impulsionado por um interesse crescente dos brasileiros em produções como K-drama e TL-dramas. Você acredita que os dramas tailandeses possam trilhar um caminho semelhante ao de Japão e Coreia, consolidando-se internacionalmente como referência no audiovisual?
Max: Sim, realmente acredito que os dramas tailandeses, especialmente no gênero BL, estão no caminho para se tornarem uma referência global, assim como o conteúdo japonês e coreano. A resposta internacional a séries como Together With Me e Manner of Death prova que nossas histórias ressoam profundamente com o público ao redor do mundo.
O que diferencia os BLs tailandeses é a forma como retratamos o amor entre pessoas do mesmo sexo, como algo natural, emocional e honesto, porque amor é amor, não importa entre quem seja. Para mim, atuar nessas séries é mais do que apenas um papel. É uma forma de ser uma voz pela igualdade. O amor entre pessoas do mesmo sexo merece ser visto e respeitado como qualquer outro. Se nossas histórias ajudarem uma pessoa a se sentir vista ou empoderada para viver sua verdadeira identidade, então já fizemos algo significativo que vai muito além das telas.
E: O fenômeno dos BLs tailandeses encontrou no público brasileiro um terreno fértil: o Brasil lidera, junto com outros mercados, o consumo desse gênero. Diferente de obras ocidentais sobre casais LGBTQIAP+, os BLs asiáticos são elogiados por sua leveza, representatividade positiva e roteiros que fogem de estereótipos e tragédias. Na sua visão, qual é o diferencial do BL tailandês que gera tamanha dedicação dos fãs nacionais e internacionais?
Max: Os BLs tailandeses fazem as pessoas se sentirem vistas e seguras. Contamos histórias de amor com coração, sem vergonha ou medo. Essa honestidade e esse calor permitem que os fãs ao redor do mundo se conectem profundamente, não apenas como espectadores, mas como pessoas que se sentem compreendidas.
E: Dramas tailandeses, especialmente os do gênero BL, são reconhecidos por abordar temas sensíveis e promover discussões importantes, conectando-se profundamente com o público. Você acompanha ou consome produções brasileiras? Existem pontos em comum entre nossas novelas e os dramas tailandeses?
Max: Já vi produções brasileiras, como Verdades Secretas (2015), que me lembram Together With Me na maneira como exploram relacionamentos intensos, complexidade emocional e personagens que lutam pelo amor apesar das pressões sociais. Ambas as obras retratam emoções cruas e não têm medo de desafiar normas. Embora os gêneros sejam diferentes, a paixão por trás da narrativa é muito parecida, e é isso que realmente conecta as pessoas entre culturas.
E: O interesse brasileiro e internacional por produções tailandesas está mais forte do que nunca, e muita gente acompanha não só os lançamentos, mas também o desenvolvimento de carreira dos seus ídolos. Quais desafios você enxerga para os BLs tailandeses manterem autenticidade diante do crescimento e da internacionalização do gênero?
Max: Espero continuar crescendo tanto pessoalmente quanto artisticamente, explorando papéis mais profundos e diversos que me desafiem além do que já fiz. À medida que os BLs tailandeses ganham atenção global, o desafio é mantermos nossa cultura e a honestidade emocional que os fãs amam, enquanto evoluímos em qualidade e narrativa. Precisamos proteger o coração das nossas histórias com sinceridade, respeito e conexão.
E: O que você acredita que o público brasileiro ainda pode descobrir sobre a Tailândia por meio da ficção e do entretenimento?
Max: Para o público brasileiro, acredito que ainda há muito mais a se descobrir sobre a Tailândia através dos nossos dramas, desde a profundidade das nossas emoções até nossas tradições, nosso modo de vida e a forma como vemos os relacionamentos. A ficção pode ser uma ponte linda entre culturas, e tenho orgulho de fazer parte dessa conexão através do meu trabalho.
E: Em breve, você estará no Brasil! Quais são as suas expectativas para esse momento? Deixe um recado para os seus fãs!
Max: Nunca pensei que as coisas chegariam tão longe. Sou apenas alguém que ama atuar e teve uma oportunidade. Comecei com um sonho simples, e de alguma forma esse sonho alcançou pessoas tão longe de casa. Nunca esperei por isso, mas sou profundamente grato.
Agora, tenho a chance de ir ao Brasil e conhecer vocês pessoalmente. Isso significa muito para mim. O apoio de vocês, as mensagens, a forma como acompanham minha jornada, tudo isso fica comigo. E me dá forças nos dias em que duvido de mim mesmo. Obrigado por tudo. Farei o meu melhor para tornar especial nosso momento juntos. Vejo vocês em breve.
Imagem: reprodução/MAW produtora
O MAXPresent In Brazil acontece no próximo dia 17, domingo, e restam ainda poucos ingressos para o evento. Com a realização da MAW Produtora, o encontro será realizado no Teatro WTC, em São Paulo (SP).
As possibilidades de interação com o artista são variadas, como foto individual, hi-touch, pôster autografado presencialmente, assentos reservados e muito mais. As entradas custam a partir de R$ 275 e estão disponíveis na plataforma Shotgun.
Você já assistiu a algum BL? Conhece o Max Nattapol? Qual próximo artista tailandês você gostaria de ver no Entretê? Conta para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Confira as fotos dos atores caracterizados como o casal Meyra e Selim no primeiro dia de gravações
Está acontecendo! A terceira parceira entre Hande Erçel e Barış Arduç, Aşk ve Gözyaşı (tradução livre: Amor e Lágrimas), começou a ser gravada no último sábado (9). A dizi é uma adaptação do romance sul-coreano Rainha das Lágrimas (Queen of Tears, 2024). Ainda sem data de estreia definida — com a sexta-feira sendo a mais cogitada —, a produção deve chegar às telas em setembro, quando se inicia a temporada de séries na Turquia.
Produzida pela O3 Medya em parceria com a Dass Yapım e assinada por Selen Sevigen, a obra conta com roteiro de Dilara Pamuk (Iludida, 2020) e direção de Engin Erden, que já trabalhou com os protagonistas no filme da Netflix Rumo ao Vento (2025). A exibição será pelo canal ATV.
Elenco
Além dos protagonistas, o elenco tem os atores Berk Cankat (Ercan), Ali İpin (Çetin), Senan Kara (Zuhal), Kubilay Tunçer (Aziz), Şenay Gürler (Yeliz), Sanem Çelik (Dilşah), Öznur Serçeler (Sema), Feri Güler (Menekşe), Necat Bayar (Emin), Aslı İnandık (Eda), Gürhan Altundaşar (Oğuz), Mert Denizmen (amigo de Selim), Ali Pınar (Fuat), Merve Engin (Nuran) e Eda Yazıcı (Zeynep), Lorin Merhart (Harun) e Afra Karagöz (Işıl).
Enredo
O remake promete ser um romance cheio de emoção e surpresas especiais, mantendo-se fiel à história original, com sua carga dramática e visuais impressionantes.
A trama começa com o casamento de conto de fadas entre a empresária Meyra (Hande Erçel) e o advogado Selim (Barış Arduç), mas o foco será nos conflitos que surgem após a união. Alternando entre passado e presente, a dizi irá explorar, com leveza, os desafios do amor, do casamento e das relações familiares.
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