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Sucesso da Broadway será exibido nos cinemas

O musical Hamilton estará nas telonas ainda em setembro

Escrito e estrelado por Lin-Manuel Miranda, o fenomenal musical Hamilton estreia de forma inédita nos cinemas brasileiros em 25 de setembro de 2025.

O relançamento é uma forma de celebrar o 10º aniversário da produção que conta a emocionante história de Alexander Hamilton (Lin-Manuel Miranda), um dos protagonistas da Revolução Americana e primeiro Secretário do Tesouro dos Estados Unidos.

Hamilton, que será apresentado em salas de cinemas selecionadas, foi gravado em 2016 no The Richard Rodgers Theatre, em Nova York. Além disso, a versão para os cinemas inclui um prólogo especial intitulado Reunindo a Revolução, com entrevistas inéditas do elenco original.

Entenda mais sobre a obra
Foto: divulgação/Disney

A obra é baseada na biografia de Ron Chernow, Alexander Hamilton (2004), e apresenta a história de Hamilton, jovem imigrante órfão que se tornou peça-chave na fundação da nova nação americana.

Hamilton participou ativamente da Guerra da Independência Americana, ajudando a redigir a Constituição e criando a base do sistema financeiro americano. Miranda também destaca, no musical, o papel dos imigrantes na construção dos Estados Unidos.

Com uma trilha que mescla estilos como hip hop, R&B, pop, soul e melodias típicas do teatro musical, Hamilton aproxima o público da narrativa histórica, conectando passado e presente e tornando fatos históricos mais acessíveis.

A produção conta com grandes nomes no elenco, como Phillipa Soo, Renée Elise Goldsberry, Christopher Jackson, Jonathan Groff, Anthony Ramos, Daveed Diggs, Okieriete Onaodowan e Jasmine Cephas Jones.

Prêmios

Estreado em 2025, o musical conquistou o público e a crítica. Em 2016, venceu o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical. No mesmo ano, recebeu também o Prêmio Pulitzer de Drama e foi destaque no Tony Awards com 11 vitórias, incluindo Melhor Musical, Melhor Livro de um Musical, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Direção de um Musical.

Em 2020, a gravação do espetáculo foi lançada no Disney+ e ganhou o Emmy de Melhor Especial de Variedades (Pré-Gravado).

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

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Notícias Séries

Conheça Bárbara Roterdã, atriz que integra o elenco de nova série do streaming nacional

Atriz de Minas Gerais se prepara para estrear no streaming com sua primeira personagem de alcance nacional 

A atriz mineira Bárbara Roterdã celebra uma nova fase em sua carreira ao integrar o elenco da série original do Globoplay Vermelho Sangue, que estreia no dia 2 de outubro. A produção, que mistura fantasia, suspense e romance, marca a primeira participação da artista em uma série de streaming, consolidando um passo importante em sua trajetória artística.

Natural de Santo Antônio do Monte, interior de Minas Gerais, Bárbara sempre esteve conectada às artes. Ainda na infância, explorou linguagens como teatro, dança e música, até encontrar na atuação sua verdadeira vocação. Formada em TV e Cinema, também é cantora e acumula experiências em peças teatrais em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, em temporadas que reforçaram sua disciplina e presença cênica.

Sua formação inclui estudos com nomes de destaque da atuação, como Marina Rigueira, responsável por trazer a técnica Chubbuck ao Brasil, e Daniel Herz, além de passagens por instituições como o Laboratório de Atores e a CT Escola de Atuação Realista, onde teve contato com métodos consagrados do Actors Studio, como Stella Adler e Lee Strasberg.

Antes de sua estreia no streaming, Bárbara participou de um longa-metragem ainda inédito, ampliando sua bagagem no audiovisual. Agora, com Vermelho Sangue, ela dá vida a sua primeira personagem em uma produção de grande alcance nacional, celebrando não só a conquista profissional, mas também a oportunidade de trazer sua identidade e suas raízes mineiras para a tela.

Foto: reprodução/Tercianne Melo
Foto: reprodução/Tercianne Melo

A personagem na qual a artista dá vida é a Bia, uma jovem mineira que carrega em si o desejo de explorar novos horizontes, mas que também se vê envolvida nos segredos e mistérios de Guarambá, elementos que prometem revelar muito mais do que ela imagina.

Para Bárbara, a oportunidade carrega um significado especial: além de marcar sua entrada no streaming, também permite trazer sua própria identidade e raízes mineiras para dentro da obra. “Estar nessa produção é a realização de um sonho que parecia distante quando comecei ainda no teatro, em uma cidade pequena. Poder viver essa experiência é muito especial e carrega também um simbolismo enorme: é a minha estreia no streaming, mas também uma conexão direta com minhas origens”, destaca.

A atriz também relembra o clima nos bastidores como um dos grandes aprendizados deste trabalho. O convívio com colegas que carregam diferentes experiências e estilos fortaleceu não apenas sua atuação, mas também o sentimento de pertencimento dentro de uma grande produção. “O elenco e a equipe se tornaram uma família. Essa troca fez toda a diferença para que o trabalho fosse leve e ao mesmo tempo desafiador”, comenta.

Com talento, dedicação e uma entrega intensa em cada novo desafio, Bárbara Roterdã desponta como um dos nomes promissores a serem acompanhados na cena audiovisual brasileira. Sua presença em Vermelho Sangue é apenas o começo de uma trajetória que promete muitas histórias ainda a serem contadas.

 

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Leia também: Crítica | Dormir de Olhos Abertos expõe a ambivalência da experiência do imigrante

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Cultura Cultura pop Moda Notícias

O Diabo Veste Prada: conheça cinco curiosidades sobre o universo do filme

Com o elenco principal confirmado, o clássico tem sequência prevista para 2026, 20 anos após a estreia do primeiro filme

Assim que chegou aos cinemas em setembro de 2006, O Diabo Veste Prada se tornou um clássico imediato. A trama sobre ambição, identidade e poder, com direção de David Frankel e atuações incríveis de Meryl Streep e Anne Hathaway, conquistou fãs ao redor do mundo e o carinho do público garantiu, quase duas décadas depois, a confirmação de uma continuação.

A sequência tem previsão de estreia para maio de 2026 e conta com o retorno de David Frankel como diretor e, além de Meryl Streep e Anne Hathaway confirmadas nos papéis principais, Emily Blunt e Stanley Tucci também voltam ao elenco.

Para celebrar a continuação de um dos filmes mais queridos e icônicos sobre o universo da moda, o Entretê trouxe cinco curiosidades sobre o universo de O Diabo Veste Prada para você conhecer! Confira abaixo:

Miranda Priestly é inspirada em uma pessoa real
Foto: reprodução/Entertainment Weekly

O Diabo Veste Prada é baseado no livro de mesmo nome de Lauren Weisberger, uma jornalista estadunidense que, ao se formar na faculdade, foi assistente de Anna Wintour, um dos maiores nomes da indústria da moda e, na época, editora-chefe da revista Vogue. Wintour seria, então, a inspiração de Miranda Priestly, a desagradável personagem que se tornou sinônimo de chefes cruéis e insensíveis.

Apesar da representação negativa, Anna disse em entrevista recente que gostou do filme, sobretudo por mostrar o quanto de trabalho está envolvido na produção de uma revista, e admitiu que as críticas a ela eram justas. 

A Vingança Veste Prada
Foto: reprodução/Glamour

Em 2013, atendendo a pedidos de fãs da história, Lauren Weisberger escreveu um segundo livro intitulado A Vingança Veste Prada. Na obra, Andy se torna editora de uma revista de casamentos e está prestes a se casar quando Miranda retorna à sua vida.

O Diabo Veste Prada 2, contudo, seguirá um roteiro original, em que Miranda lida com o declínio das publicações impressas em um mundo cada vez mais digital. Nesse cenário, a editora reencontra sua antiga assistente, Emily (Emily Blunt), que agora é responsável por investimentos publicitários.

US$4 milhões por Meryl Streep
Foto: reprodução/Vanity Fair

Ainda que tenha se encantado com o roteiro de O Diabo Veste Prada assim que o leu pela primeira vez, Meryl Streep recusou a proposta inicial de interpretar Miranda por considerar o salário muito baixo. Como a equipe inteira da produção entendia que ela era a escolha perfeita para o papel, decidiram aumentar o cachê para US$ 4 milhões e garantir a participação da atriz.

Seu trabalho como Miranda recebeu vários elogios e foi muito parabenizado pela crítica, garantindo um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar para a atriz.

A história já foi adaptada em um musical
Foto: reprodução/Rachel Weinberg Reviews

O produtor e roteirista de teatro musical Kevin McCollum anunciou em 2017 que faria uma adaptação de O Diabo Veste Prada para o teatro. O espetáculo teve músicas escritas por Elton John e Shaina Taub e um elenco inicial composto por Emily Skinner (Miranda), Krystina Alabado (Andy), Heléne Yorke (Emily) e Mario Cantone (Nigel).

O musical estreou em 2019 e teve algumas outras breves temporadas em 2020 e 2024, mas foi mal recebido pela crítica e não teve muito destaque.

Anne Hathaway foi a nona escolha para interpretar Andy
Foto: reprodução/Laís Mendonça

Segundo a atriz, que se tornou icônica no papel de Andy, ela não foi a primeira escolha da equipe de O Diabo Veste Prada.

Os produtores ofereceram a personagem à Rachel McAdams três vezes, mas a atriz recusou a proposta porque, naquela altura, estava buscando projetos menores depois de participar de Diário de Uma Paixão (2004) e Meninas Malvadas (2004). Nomes como Scarlett Johansson, Natalie Portman, Kate Hudson e Kirsten Dunst foram cotados para o papel antes de Anne Hathaway ser confirmada.

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Texto revisado por Gabriela Fachin (@gabrieladfachin)

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Cinema Notícias

IT: Bem-vindos a Derry: nova série baseada na obra de Stephen King estreia em outubro

Produção se passa em 1962 e antecede os eventos dos filmes IT: A Coisa

A cidade fictícia do Maine, vive assombrada por estranhos eventos que se repetem a cada 27 anos. Em meio a desaparecimentos, catástrofes e desastres inexplicáveis, o mal em Derry ganhará uma nova perspectiva, dessa vez adaptado como série original na HBO e na HBO Max.

A produção, baseada na obra de Stephen King, tem estreia marcada para o dia 26 de outubro. Os episódios serão ambientados em 1962 — 27 anos antes dos eventos do filme IT: A Coisa. O longa, por sua vez, volta aos cinemas no dia 24 de setembro para quem quiser relembrar a trama antes de maratonar a série.

It: Bem-vindos a Derry
Foto: divulgação/MAX

Para relembrarmos a sucessão de horrores e reveses da trama, venha revisitar os principais acontecimentos dos filmes da franquia, que marcaram a cidade e os seus moradores:

Em 1962, o clube noturno da comunidade negra da cidade, Black Spot, deixou vários mortos após um incêndio sem causas identificadas que marcou a população de Derry. Ao mesmo tempo, iniciou-se uma onda de desaparecimentos de crianças que nunca apresentou resolução.

Mas você acha que os acontecimentos estranhos param por aí? Em 1989, uma série de investigações tiveram início após o misterioso desaparecimento de Georgie Denbrough. Surge então o Clube dos Perdedores, grupo de estudantes que se une após segredos sombrios da cidade serem revelados. Os garotos descobrem e lutam contra Pennywise, entidade dos esgotos de Derry que sobrevive do medo presente no local.

Após 27 anos de tranquilidade, novos sinais de terror surgem, com mais tragédias e crianças desaparecidas. O clube, agora adulto, retorna a Derry para tentar derrotar Pennywise de uma vez por todas, colocando suas vidas em risco, mas trazendo também a possibilidade de encerrar o ciclo de medo que alimenta a coisa.

Com oito episódios, IT: Bem-vindos a Derry promete destrinchar as origens dos terrores da cidade, investigando as raízes de seus horrores e desenvolvendo ainda mais a visão estabelecida por Andy Muschietti nos dois filmes baseados na obra de King. Afinal, em Derry o terror é um amigo de longa data. Nunca desaparece por completo, apenas espera o momento certo para voltar. 

Assista o trailer oficial aqui:

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

 

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Entretenimento Livros

Quando o amor é interrompido pela morte, nasce uma maldição

Em Herança, Nora Roberts abre a trilogia A Maldição das Sete Noivas com uma história de fantasmas, segredos e destinos entrelaçados

Nora Roberts, best-seller do New York Times, mergulha no terror gótico em Herança, primeiro volume da trilogia A Maldição das Sete Noivas. A autora constrói uma narrativa marcada por amores perdidos, tragédias familiares e uma maldição secular que atravessa gerações.

Foto: reprodução/Instagram @bertrandbrasil

A trama começa em 1806, quando Astrid Poole, vestida de noiva e tomada pela felicidade, é brutalmente assassinada antes mesmo de consumar o casamento. A sua aliança de ouro é arrancada do dedo e as suas últimas palavras são uma promessa ao noivo: nunca abandoná-lo. Esse ato de violência inaugura um legado sombrio que ecoará no tempo.

No presente, a designer gráfica Sonya MacTavish vê a sua vida mudar após descobrir que o seu pai tinha um irmão gêmeo do qual nunca ouviu falar. Com a morte do tio Collin Poole, ela se torna herdeira de quase todos os seus bens, incluindo uma mansão vitoriana à beira-mar, no Maine. O testamento, no entanto, impõe uma condição: Sonya deve morar na casa por pelo menos três anos. Recém-saída de um noivado rompido, ela decide abraçar o desafio, determinada a desvendar os segredos que cercam sua família.

Na nova residência, Sonya é apresentada, pelo jovem advogado Trey, à história dos Poole e ao retrato de Astrid, conhecida como a primeira noiva. Ele a alerta sobre a lenda de que a mansão é mal-assombrada, mas o que parecia apenas superstição logo se revela assustadoramente real. Sons inexplicáveis, portas que se fecham sozinhas, objetos fora do lugar e uma presença à espreita anunciam que a herdeira não está sozinha.

Ao perceber que herdou muito mais do que um imóvel, Sonya se vê diante de uma maldição secular. Para sobreviver e recuperar sua própria vida, ela precisará decifrar um enigma que atravessa séculos e libertar-se da sombra que assombra sua família.

Herança chega em solo brasileiro pela Editora Bertrand Brasil, com tradução de Marta Fagundes. O volume conta com 490 páginas e dá início à trilogia A Maldição das Sete Noivas, que promete unir romance, mistério e elementos sobrenaturais em uma das histórias mais arrebatadoras de Nora Roberts.

Foto: reprodução/Instagram @cartografialiteraria
Sobre a autora
Foto: reprodução/Laura Reeth/The Guardian

Nora Roberts é um dos maiores fenômenos editoriais do mundo. Com mais de 200 romances publicados, ultrapassou a marca de meio bilhão de exemplares vendidos e teve sua obra traduzida para mais de 40 idiomas. Escrevendo como J. D. Robb, assina também a série policial Mortal, considerada a mais bem-sucedida do gênero.

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Leia também: O Diário de Anne Frank ganha edição especial que aproxima jovens da história e marca os 80 anos da morte da autora

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cinema Notícias

Crítica | Sr. Blake ao Seu Dispor inspira recomeços e superação em meio ao luto

O longa é uma adaptação do best-seller Completèment Cramè! e chegou aos cinemas brasileiros no dia 18 de setembro

Matéria por Sarah Barbosa

Sr. Blake ao Seu Dispor é um filme que aborda sobre recomeços e propósito. A produção francesa é uma dramédia que conta a história de Andrew Blake, vivido por John Malkovich (Ligações Perigosas, 1988), um senhor inglês que ficou viúvo recentemente. Disposto a resgatar as doces memórias com sua falecida esposa, que era francesa, ele retorna à França para se hospedar na mansão onde a  conheceu. 

Entretanto, ao chegar lá, com a intenção de alugar um quarto, a cozinheira do lugar, Odile — interpretada por Émilie Dequenne, de Rosetta (1999) — , acredita que Blake está interessado na vaga de mordomo. Movido por um sentimento de nostalgia e pelo amor à esposa que conheceu naquele lugar, Blake aceita, mesmo tendo que ficar em um pequeno quarto e acordar cedo para ajudar nos afazeres domésticos.

Foto: reprodução/Mares Filmes

O que ele não imaginava era que aos poucos se aproximaria das pessoas que vivem ali e acabaria envolvido em suas histórias. Com seu jeito simpático, divertido, empático e prestativo, conquista a confiança de todos e cria vínculos que não esperava mais viver, já que estava desanimado e sem perspectiva após perder o grande amor de sua vida.

Blake passa a se envolver nos assuntos pessoais dos empregados, se interessando por suas histórias e dando conselhos a eles. Ele ajuda a jovem empregada Manon — vivida por Eugénie Anselin, de Três Mulheres: Uma Esperança (2022) — que está grávida e foi abandonada pelo namorado e pela mãe, tornando-se um importante suporte emocional à ela.

Foto: reprodução/Ricardo Vaz Palma — Bidbul Productions

Também auxilia o rústico e atrapalhado caseiro Philippe — interpretado por Philippe Bas, de Império dos Lobos (2005) — a se aproximar da fechada e irritadiça cozinheira Odile. Até mesmo Madame Beauvillier — representada por Fanny Ardant de 8 Mulheres (2002) — , a viúva dona da casa que vive com muitas dores, acaba conquistada por sua presença. Por ser um pouco intrometido, Blake descobre que Madame Beauvillier enfrenta sérias dificuldades financeiras e planeja vender a mansão. Contudo, com a ajuda de Phillippe, o protagonista consegue impedir que isso aconteça.

O filme, de um jeito leve e singelo, com atuações delicadas e visual nostálgico revela lições sobre recomeço e resiliência. Mostra que, mesmo em meio ao luto e à dor, é possível redescobrir Propósitos e conexões, pois todos são importantes para alguém, em algum lugar. 

Andrew Blake, antes desacreditado na vida, percebe que pode ser útil às pessoas, que ainda há espaço para se aventurar, se arriscar, fazer amizades e criar conexões — mesmo quando se acredita tarde demais. Afinal, nunca é tarde demais para recomeçar, viver novas histórias e aprendizados. 

Blake também percebe que todos ali, de alguma forma carregam fragilidades e buscam um sentido. Assim, o filme reforça que nunca estamos totalmente sozinhos. Sempre haverá alguém disposto a compreender, ouvir e que irá se identificar com nossas dores. No  fim, ele devolve vitalidade àquele lugar, fortalece os laços entre as pessoas e percebe que a vida ainda pode reservar ótimas surpresas pois há muitos motivos para continuar vivendo.

Foto: reprodução/Ricardo Vaz Palma — Bidbul Productions

Sr. Blake ao Seu Dispor conta uma história de luto e dor, mas, acima de tudo, de superação e recomeços — sempre com um toque de humor. O longa é dirigido por Gilles Legardinier, com roteiro assinado por ele e Christel Henon, e estreou no Brasil em 18 de setembro nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Salvador, Recife, Aracaju, Ribeirão Preto, Niterói, Vitória e Caxias do Sul.

Confira o trailer abaixo:

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Leia também: A História do Som, com Paul Mescal e Josh O’Connor, ganha primeiro trailer e cartaz

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Ana Carolina estreia show da nova turnê com repertório nostálgico e músicas inéditas

Apresentação no Rio de Janeiro resgatou clássicos, lançou músicas do EP Ainda Já e reafirmou potência vocal da artista em espetáculo dividido em cinco atos

Na última sexta-feira (19), Ana Carolina subiu ao palco do Qualistage, na Barra da Tijuca, na capital carioca, para apresentar a nova fase de sua carreira com o show 25 Anas, que marca os 25 anos de trajetória da cantora. A casa estava em festa: os portões abriram às 19h30 e, às 22h, ela iniciou um espetáculo que misturou sucessos consagrados, arranjos visuais elaborados e faixas autorais recém-lançadas no EP Ainda Já.

A direção do show, assinada por Jorge Farjalla, organizou o espetáculo em cinco atos: A História; A Paixão; A Memória; O Reencontro; e A Celebração, o que confere um caráter dramaturgicamente construído ao repertório. 

Além dos grandes hits, como Garganta, É Isso Aí e Quem de Nós Dois, Ana ousou ao inserir canções inéditas e menos conhecidas de seu catálogo, equilibrando passado e presente com sofisticação.

Foto: reprodução/Roberto Filho

O público respondeu com emoção, participando, cantando junto e apreciando cada momento de intimidade e potência. Para além do espetáculo musical, a apresentação reforçou o momento significativo na carreira da artista: renovar-se e revisitar afetos antigos, mas também apontar novas direções.

Foi para o show da Ana ou ainda vai curtir a turnê? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei Facebook, Instagram e X – nos siga e não perca as novidades do mundo da música e do entretenimento.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva @lapidando_palavras

 

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