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Boybands: a febre pop que se reinventa a cada geração

Como grupos masculinos moldaram gerações, reinventaram a cultura pop e continuam sendo símbolo de pertencimento global

Poucos fenômenos musicais atravessaram tantas gerações quanto as boybands. Mais do que um estilo, elas representam um movimento cultural capaz de unir fãs em diferentes partes do mundo, criar tendências de comportamento e dar voz a emoções coletivas. A história dessa fórmula começa nos anos 1960, com quatro jovens britânicos que mudaram, para sempre, a indústria da música: os Beatles.

Foto: divulgação/capa do disco Abbey Road

A chamada Beatlemania mostrou ao mundo que um grupo de rapazes com carisma, estilo e letras simples poderia mobilizar multidões. Em 1963, 15 milhões de pessoas assistiram à apresentação no programa Sunday Night at the London Palladium. No ano seguinte, aproximadamente 300 mil fãs se reuniram nas ruas da Austrália para vê-los ao vivo. Mais do que sucesso comercial, os Beatles definiram moda, comportamento e até pautaram debates sociais e políticos, abrindo caminho para todas as boybands que viriam depois.

Foto: divulgação/Keystone

Nas décadas seguintes, o formato se consolidou. Backstreet Boys, *NSYNC, Take That e Boyz II Men levaram a histeria adolescente a novos patamares nos anos 1990 e 2000. As coreografias ensaiadas, o apelo romântico das letras e os videoclipes elaborados fizeram parte da fórmula que levou esses grupos ao topo das paradas. Músicas como I Want it That Way, Bye Bye Bye e Back for Good tornaram-se hinos de uma geração que cresceu consumindo não apenas canções, mas também uma ideia de pertencimento.

Mas, como todo fenômeno pop, o formato enfrentou desgaste. A saturação do mercado, a multiplicação de grupos semelhantes e a mudança no gosto do público, que passou a buscar artistas considerados mais autênticos, levaram a um período de declínio. Ainda assim, a década de 2010 trouxe uma nova chance de ouro para as boybands, agora com outro sotaque e novas estratégias.

Foto: divulgação/Jason Koerner

Novas transformações no formato de grupos

Formado no reality show The X Factor, em 2010, o One Direction reavivou o interesse global por grupos masculinos. Harry Styles, Niall Horan, Louis Tomlinson, Liam Payne e Zayn Malik conquistaram uma base de fãs fiel e barulhenta, repetindo o impacto de seus antecessores. Seus quatro primeiros álbuns estrearam no topo da Billboard 200, e a banda acumulou prêmios como sete Brit Awards e sete American Music Awards. Mesmo após a separação, a memória do grupo segue viva e ganhou ainda mais força com a comoção causada pelo falecimento de Liam Payne, em 2024, quando todos os álbuns do grupo voltaram às paradas.

Foto: reprodução/YouTube

Porém, boybands não se limitaram apenas aos Estados Unidos ou à Europa! Na América do Sul, o CNCO surgiu em 2015 no reality La Banda como a prova de que o formato de grupo ainda tinham fôlego, mas agora com uma cara 100% latina. Formado por jovens do México, República Dominicana, Porto Rico, Cuba e Equador, o grupo conquistou o público ao unir a fórmula clássica dos grupos masculinos com ritmos que dominavam as pistas, do reggaeton ao pop dançante. Seu maior sucesso, Reggaetón Lento, mostrando que o espanhol também pode ser destaque no mercado pop global.

Do outro lado do mundo

Enquanto o Ocidente experimentou altos e baixos no gênero, o Oriente consolidou uma revolução. O K-pop transformou as boybands em produtos globais, sustentados por produções de altíssima qualidade, conceitos visuais inovadores e, principalmente, pela força das redes sociais. O BTS é o maior exemplo: além de quebrar recordes de vendas e visualizações, o grupo levou o K-pop à Casa Branca e conquistou prêmios de relevância internacional. Outros nomes, como Stray Kids, TXT, ENHYPEN e Zerobaseone, seguem ampliando esse alcance com narrativas próprias e fãs engajados em todo o planeta.

Foto: divulgação/Rich Fury

Mais do que música, as boybands representam narrativas coletivas. Para cada fã, existe um integrante que se torna o favorito, aquele em quem se projetam sonhos e afetos. O segredo está justamente nessa multiplicidade: diferentes personalidades que formam um só grupo e permitem que milhões de pessoas se reconheçam.

Da histeria coletiva da Beatlemania ao engajamento digital das ARMYs, o formato resiste porque vai além das canções. Ele traduz o desejo de pertencimento, cria comunidades e reforça a ideia de que a música pode ser uma experiência compartilhada. No fim, as boybands mostram que a cultura pop é, antes de tudo, uma forma de conexão — e esse elo continua inquebrável.

Algum desses grupos fez ou faz parte da sua vida? Comente e siga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: BTS: tudo o que você precisa saber antes do comeback mais aguardado do K-pop – Entretetizei

Texto revisado por Kaylanne Faustino

 

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Coletiva | Técnicos do The Voice Brasil falam sobre como o reality abre portas para novos talentos

Na conversa, produtores e jurados comentam a importância do reality e compartilham spoilers da nova temporada

O The Voice Brasil finalmente retorna às telas brasileiras dois anos depois de sua última edição. Com 12 episódios, a nova temporada recebe Mumuzinho, Matheus & Kauan, Duda Beat e Péricles como jurados, Gaby Cabrini na cobertura dos bastidores e ainda conta com a volta de Tiago Leifert na apresentação do reality e de Boninho como showrunner. 

A nova edição é fruto de uma parceria entre o Disney+ e o SBT, o que possibilita a exibição simultânea no streaming e na TV aberta. Pensando em aprofundar a experiência do público, assinantes do Disney+ terão acesso a 20 minutos de conteúdo extra ao final de cada episódio.

Confira o anúncio do novo The Voice Brasil abaixo:

Hoje (1/10), o Entretê esteve presente na coletiva de imprensa com os jurados e com Boninho, Daniela Busoli, Dani Beyruti e Renato D’Angelo, alguns dos responsáveis pela produção da nova edição do The Voice Brasil.

Sem poder participar no estúdio, Tiago Leifert se conectou brevemente de sua casa para garantir que a partir de segunda (6/10) o público conhecerá “vozes muito boas e talentos impressionantes. O The Voice não é um programa de calouros.”

Entre alguns spoilers e bastidores, os jurados comentaram o quão especial é participar de um programa que incentiva e dá oportunidade a novos talentos. Matheus & Kauan revelaram que seu objetivo no The Voice Brasil é ajudar os participantes a “encurtar um pouco o caminho”, que era mais difícil de ser encontrado quando eles estavam começando. 

Duda Beat, ao ser introduzida, falou que o reality “cumpre seu papel da forma mais bonita, transformando sonho em realidade e continuidade, porque aqui é um colégio, muita gente vem para cá e aprende muito, nós trocamos muito”, revela a cantora nordestina, que disse estar “a procura de vozes que me convidem a me aconchegar no mundo delas.”

Foto: divulgação/Entretetizei/Luana Morins

Ansioso para que todos possam se emocionar juntos, Péricles revelou: “para nós também está sendo um grande começo. Durante bastante tempo estivemos do lado de lá, buscando um lugar, hoje estamos influenciando outras pessoas buscando seu lugar. Nossa função é mostrar, de alguma forma, os melhores caminhos, o que fazer e o que não fazer.”

“Muita gente sabe o quanto o começo de um artista é difícil”, complementou Mumuzinho, “e as pessoas acabam se vendo no The Voice porque é um programa que dá oportunidade. […] Eu tenho o The Voice como a esperança do Brasil em relação à música”.

Foto: divulgação/Entretetizei/Luana Morins

Durante a coletiva, comentando sobre a particularidade do The Voice Brasil em comparação com edições estrangeiras do programa, Boninho disse que o reality tem o “calor brasileiro” e explica que “é um projeto leve, alegre, que fala com todos os públicos”. Boninho também disse que a parceria com o SBT para essa nova etapa da sua carreira o fez “ver um caminho diferente de trabalhar”.

Boninho também prometeu que não ficará somente nos bastidores, e estará presente em alguns momentos do programa, interagindo com os participantes e puxando a orelha dos jurados para garantir que tomem decisões difíceis quando necessário. 

Foto: divulgação/Entretetizei/Luana Morins

A nova temporada de The Voice Brasil estreia simultaneamente no Disney+ e no SBT dia 6 de outubro, às 22h30. 

Quais são suas expectativas para a nova edição? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento! 

Leia também: Coletiva |Produtores do The Voice Brasil falam sobre representar as vozes e a cultura brasileiras

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Resenha | Um Romance Fora de Série: divertido, clichê e aconchegante, o livro de Kate Robb também traz reflexões sobre a vida perfeita

Uma história que aborda sentimentos e nuances de maneira delicada, mas com um propósito: nos mostrar que a vida não precisa de um felizes para sempre

Todo mundo tem uma série de conforto. Ou um livro, um filme, uma música. Isso não é diferente para Brynn Smothers.

Imagem: reprodução/Editora Verus

Um Romance Fora de Série (2025) acompanha Brynn em sua jornada após ter o coração partido e seu mundo redefinido. Em meio à tantas mudanças, a única coisa que permanecia igual era seu lugar fictício favorito, Carson’s Cove, a série de televisão que ela cresceu assistindo.

Após uma noite de bebedeira não intencional às vésperas de fazer 30 anos, com colegas que não fazem muito seu estilo e nem sabem sobre seu aniversário, a jovem adulta acaba retornando para casa com seu colega de apartamento, Joshua Bishop, e os dois recebem uma visita inusitada.

Alguém lembrou do aniversário de Brynn, afinal! Com a noite desastrosa em mente, ela só tem um desejo: ter a vida perfeita, em que, não importa o que aconteça, tudo sempre vai acabar bem.

Ao soprar a vela do bolo, seu pedido é atendido e, no dia seguinte, de maneiras inexplicáveis aos céticos, Brynn e Josh são teletransportados para dentro de Carson’s Cove, que se passa numa cidadezinha fofa e acolhedora e que teria tido o final perfeito… se não tivesse sido cancelada abruptamente na quinta temporada.

Assumindo os papéis da protagonista Sloan Edwards e do personagem secundário Fletcher Scott, os dois precisam criar o final perfeito que a série merece se quiserem voltar para casa, mas ao estarem na pele e rotina dos personagens, Josh e Brynn descobrem muito sobre si mesmos, e precisam enfrentar seus próprios dilemas.

Estaria Brynn disposta a abrir mão de sua vida e desejos próprios para dar à Sloane o final que ela nunca teve? Ou teria ela a força de escrever um novo final para as duas?

O romance de Kate Robb acerta em vários momentos, com uma história diferente do comum, misturando a vida real com ficção. Quantos leitores não desejam, ao menos uma vez, poder entrar no cenário de seu livro favorito!

Kate explora essa dinâmica ainda mais profundamente ao não só inserir Brynn em sua série de conforto, mas colocá-la lá no papel de uma personagem já existente, com personalidade e vida próprias, forçando a personagem principal a encontrar um equilíbrio — ou sucumbir ao papel que ela estava interpretando.

Com Josh, a situação é ainda mais complicada, já que ele mal conhece a história e depende de Brynn para guiá-lo, o que se mostra um problema quando seus desejos se divergem.

O manuscrito se desenrola de maneira leve e é uma boa comédia romântica, mas apesar dos pontos positivos, o final parece apressado e deixa de desenvolver detalhes que seriam interessantes caso fossem melhor aprofundados.

Sobre a autora
Foto: reprodução/Amazon

Kate Robb é uma autora canadense de comédias românticas, conhecida por romances com um toque de magia ou situações inusitadas. A autora reside nos arredores de Toronto, onde escreve seus livros inspirada por suas experiências amorosas.

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Leia também: Se Bridgerton tivesse uma biblioteca: 12 livros que combinam com os personagens

 

Texto revisado por Simone Tesser

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Livros Notícias

Jane Austen em áudio: Audible lançará adaptação de Orgulho e Preconceito no dia 6 de outubro

Clássico de Jane Austen ganha versão brasileira em áudio com elenco estrelado, imersão em Dolby Atmos e uma pré-estreia em São Paulo que parecia saída direto do século XIX 

Jane Austen segue mais viva do que nunca! Mais de dois séculos depois de lançar Orgulho e Preconceito, seu romance mais famoso, a obra chega em uma versão completamente repaginada pela Audible, que estreia no catálogo no dia 6 de outubro. Desta vez, nada de páginas ou telas: a história é contada em uma audiossérie imersiva, com oito episódios que prometem colocar os ouvintes dentro de bailes, salões e intrigas amorosas por meio de uma experiência sonora em Dolby Atmos.

Na versão brasileira, quem dá voz ao casal mais icônico da literatura romântica são Julia Dalavia (Elizabeth Bennet) e Rodrigo Simas (Sr. Darcy). A adaptação também conta com um elenco de peso, incluindo Denise Fraga como a dramática Sra. Bennet, Jessica Córes como Jane Bennet, Elisa Lucinda na pele da imponente Lady Catherine de Bourgh, além de Marco França, Bruno Feldman, Pamella Rodrigues, Laura Castro e Erika Menezes completando a família Bennet.

Para marcar o lançamento, a Audible organizou uma première especial na última terça (30), na charmosa Casa de Francisca, em São Paulo. E o Entretetizei esteve lá para viver essa viagem no tempo. O espaço, já conhecido pela sua arquitetura clássica, foi transformado em um verdadeiro baile do século XIX: teve chá das cinco com um toque tropical, biscoitos delicados e uma ambientação que transportava os convidados direto para o universo de Jane Austen. Entre os presentes estavam parte do elenco, como Julia Dalavia, Rodrigo Simas e Jessica Córes, além da diretora Lô Politi, que dividiram detalhes sobre bastidores, desafios da adaptação e o impacto de revisitar Austen de uma forma tão diferente.

Foto: divulgação/audible brasil

Muito além de uma simples releitura, a audiossérie aposta em uma conexão íntima com o público: é Elizabeth Bennet quem conduz a narrativa, conversando diretamente com o ouvinte e revelando seus dilemas, suas convicções e até suas ironias mais afiadas. Isso cria uma experiência muito próxima e pessoal, como se Lizzie estivesse ao seu lado, confidenciando suas impressões sobre o mundo e sobre o tal Sr. Darcy.

Mesmo para quem já viu o clássico em filmes, séries ou até em outras leituras, essa versão promete ser inédita. Como disse Adriana Alcântara, diretora-geral da Audible no Brasil, trata-se de vivenciar a força da narrativa de Jane Austen de uma forma inédita: com a emoção, intensidade e imersão que só o áudio pode proporcionar.

A estreia faz parte de um projeto global da Audible, que já lançou adaptações em inglês, francês e alemão, e que agora ganha edições em espanhol, italiano e português. Mas é a versão brasileira que traz esse tempero especial: a junção de um elenco consagrado com uma direção nacional afinada, resultando em um trabalho que carrega o charme de Austen e, ao mesmo tempo, o frescor da nossa cena artística.

Quem aí vai conferir a audiossérie? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê Facebook, Instagram e X e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Notícias Séries

Ângela Diniz: Assassinada e Condenada estreia em 13 de novembro no streaming

O teaser com as primeiras cenas da série já foi divulgado e ela promete vir com tudo!

A HBO Max acaba de anunciar a estreia de sua nova série dramática original, Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, para o dia 13 de novembro. A plataforma também divulgou um teaser exclusivo com as primeiras imagens do drama. Baseado em um crime real, a produção da Conspiração Filmes é dirigida por Andrucha Waddington e terá seis episódios.

Foto: reprodução/Laura Campanella

A trama se baseia no conhecido e renomado podcast Praia dos Ossos e revisita a história de Ângela Diniz, uma mulher, que por sua liberdade e autonomia, desafiou os padrões impostos pela sociedade designados às mulheres e foi brutalmente punida por isso, julgada e culpabilizada pelo próprio assassinato, um processo que expôs o machismo estrutural presente no judiciário e na opinião publica da época. O caso é símbolo de luta pelos direitos femininos e contra a violência de gênero. Seu último relacionamento terminou em tragédia quando foi assassinada com quatro tiros à queima-roupa pelo namorado Doca Street, sob a justificativa de legítima defesa da honra — um caso que impulsionou movimentos feministas em todo o país e debates sobre os direitos das mulheres.

O teaser antecipa a atmosfera intensa da produção, começando com registros de uma Ângela radiante e em momentos felizes, mas logo revelando a virada trágica de sua trajetória. As imagens evoluem para cenas de tensão crescente, incluindo a violência de Doca contra Ângela, reforçando o tom dramático e a gravidade da história real que inspira a série, com atuações fortes e potentes dos atores envolvidos na produção.

Fazem parte do elenco Marjorie Estiano, como Ângela, e Emílio Dantas, como Doca Street. Também integram a produção: Antônio Fagundes, no papel do advogado e ex-ministro do STF Evandro Lins e Silva, Thiago Lacerda (Ibrahim Sued), Camila Márdila (Lulu Prado), Yara de Novaes (Maria Diniz), entre outros nomes da atuação brasileira.

Ângela Diniz: Assassinada e Condenada é uma série de ficção Max Original, produzida pela Conspiração filmes, escrita por Elena Soárez, Pedro Perazzo e Thais Tavares e conta com a direção geral de Andrucha Waddington e direção de segunda unidade de Rebeca Diniz.

 E aí, está ansiosa para a estreia da série? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

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Vermelho Sangue: elenco e equipe divulgam nova série em coletiva de imprensa

 

Texto revisado por Alexia Friedmann 

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