O especial celebra a série icônica que marcou toda uma geração. O lançamento no streaming acontece exatamente duas décadas após sua estreia no Disney Channel, no dia 24 de março
Filmado diante de uma plateia ao vivo em um estúdio, o especial traz uma entrevista exclusiva e profunda com Miley Cyrus, que compartilha um olhar íntimo sobre a criação de uma das personagens mais queridas da cultura pop e o grande impacto que a série e a personagem tiveram nos fãs do mundo todo. Junto com uma dose de nostalgia e um novo olhar, Cyrus relembra os momentos, músicas e memórias que marcaram os anos 2000.
Além disso, o público poderá conferir materiais de arquivo inéditos e ver alguns dos cenários mais memoráveis de Hannah Montana ganharem vida novamente, incluindo a sala de estar da família Stewart e o lendário closet da icônica diva pop.
Hannah Montana: Especial de 20º Aniversário é uma produção da HopeTown Entertainment e Unwell Productions. Ashley Edens atua como showrunner, com Miley Cyrus, Tish Cyrus-Purcell, Alex Cooper e Matt Kaplan como produtores executivos. Além disso, Cooper é a apresentadora do especial, conduzindo os fãs de Hannah Montana por essa celebração nostálgica e tão aguardada de aniversário.
O especial chega ao Disney+ no dia 24 de março, mas os fãs podem reviver seus momentos favoritos da Miley antes do lançamento com a coleção Hannah Montana disponível na plataforma.
Contextualização
Hannah Montana foi uma série de comédia do Disney Channel (2006–2011) protagonizada por Miley Cyrus. A trama acompanha Miley Stewart, uma adolescente aparentemente comum, mas que vive uma vida dupla: de dia é uma garota normal de Malibu, mas à noite se transforma na estrela pop Hannah Montana, usando uma peruca loira para esconder sua real identidade.
Eu já estou pronta para reviver essa nostalgia, e você? Aproveita e segue o Entretê nas redes sociais para não perder nadinha — Instagram, Facebook e X.
Jess Weiss é diretora de produção do curta que levou a estatueta para casa
Teve prêmio brasileiro no Oscar, sim!
O curta-documentário Quartos Vazios foi o vencedor da sua categoria no domingo (15) e tem na equipe a brasileira Jess Weiss como diretora de produção.
O filmeestá disponível na Netflix e acompanha um jornalista e um fotógrafo que registram os quartos deixados por crianças que foram mortas em tiroteios em escolas nos Estados Unidos.
A carioca de 35 anos fez sua graduação em cinema na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e, ainda na faculdade, produziu curtas que ganharam destaque em nível internacional, como O Lenço Manchado de Vermelho, que foi apresentado no Short Film Corner do Festival de Cannes em 2014.
E você, ficou curioso para prestigiar o trabalho dessa cineasta brasileira? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Com protagonismo negro, trama sobre poder e tragédia promete inovar e chamar a atenção dos telespectadores
Substituta de Êta Mundo Melhor!, a novela A Nobreza do Amor estreou na última segunda (16), na faixa das 18h da TV Globo, prometendo ação, reviravoltas e muita intensidade em seus capítulos, em uma superprodução digna de cinema e com um grande elenco!
A trama, que é ambientada nos 1920, atravessa continentes e se passa entre o reino de Batanga e a cidade de Barro Preto, no Rio Grande do Norte, ambos locais fictícios, em um período marcado por intensas transformações sociais e políticas.
A história principal se desenvolve a partir da princesa africana Alika (Duda Santos), obrigada a deixar o seu reino após um golpe de Estado. Criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo Fernández e produção de Andrea Kelly, a novela aposta em uma narrativa densa e envolvente. Duda Santos e Ronald Sotto dão vida aos protagonistas centrais da trama.
Eixo Central
Foto: divulgação/Estevam Avellar
Futura Rainha de Batanga, a princesa Alika se vê obrigada a fugir para o Brasil após um golpe de Estado do primeiro-ministro Jendal (Lázaro Ramos). Prometida em casamento a ele, que, até então, era o homem de confiança do rei, os caminhos tomam uma outra direção quando a herdeira do trono se recusa a casar com Jendal e cumprir seu acordo.
Ativa nos negócios do reino, Alika participa ativamente das decisões econômicas do país, que envolvem a exploração do tungstênio, metal que sustenta a economia local. A princesa convence seu pai a firmar um acordo com os turcos, representados por Paxâ Solimann (Marco Ricca) e Omar (Rodrigo Simas), seu filho, que acaba se apaixonando por Alika.
A situação desperta a fúria de Jendal, pois o vilão tinha um acordo com os ingleses, Mr. Campbell (Michel Blois) e Mr. Jones (João Pedro Zappa). Não satisfeito, o vilão, então, promove um golpe de Estado com o apoio dos ingleses, trai o rei Cayman II (Welket Bungué) e toma o poder à força; obrigando a família real a fugir do país. Para salvar a vida dos pais, Alika aceita se casar com Jendal, mas já tinha um plano: o casamento é realizado, porém, não chega a ser consumado.
O Romance e os desafios
Foto: divulgação/Estevam Avellar
Na tentativa de escapar da perseguição, Alika e sua mãe, a rainha Niara (Erika Januza), atravessam o Atlântico em busca de abrigo no Brasil. Já no interior do Rio Grande do Norte, na fictícia Barro Preto, onde vive Zambi, também conhecido como José (Bukassa Kabengele), irmão do rei deposto que há anos se estabeleceu no país, Alika assume a identidade de Lúcia.
É nesse contexto que ela conhece Tonho (Richard Sotto), um jovem trabalhador do Engenho Santa Fé, maior fazenda de cana-de-açúcar da região, propriedade de Casemiro Bonafé (Cássio Gabus Mendes), um homem sensível, educado, honesto e com forte senso de justiça.
O encanto entre a princesa destemida e o homem da terra é imediato. A química entre eles é avassaladora e intensa e o romance entre os dois se torna o fio condutor da trama – conectando o Brasil e a África, eixo central que a novela pretende explorar com profundidade cultural e emocional.
A madrinha de Tonho, Dona Menina (Zezé Motta), uma espécie de oráculo na vida dos colonos do engenho, chega a sentir um vínculo ancestral que une os dois. A anciã enxerga que a jovem representa um elo entre Tonho e o seu passado.
Ao mesmo tempo em que Alika busca retornar para Batanga e derrubar o golpista Jendal, planejando um plano de vingança contra o rei para poder retomar ao trono, Tonho sonha em conquistar um pedaço de terra para ajudar o seu povo. O caminho não será fácil e os desafios se tornam cada vez maiores para o casal, colocando à prova seus ideais, sentimentos e destinos.
Foto: divulgação/Estevam Avellar
Em Barro Preto, eles ainda precisarão enfrentar a oposição de figuras influentes da cidade, como o casal Mirinho (Nicolas Prattes) e Virgínia(Theresa Fonseca), herdeiros de duas das famílias mais poderosas da região e dispostos a defender os seus interesses a qualquer custo.
As investidas de Mirinho sobre Alika deixam sua namorada, a mimada Virgínia, possessa, fazendo com que ela arme diversas tramoias contra a princesa, para assim tirá-la de seu caminho, ainda que Alika não corresponda ao assédio.
A direção cuidadosa e contemplativa de GustavoFernández chama a atenção e promete se destacar pela qualidade visual, algo incomum para novelas da faixa das seis. A fotografia sofisticada, os enquadramentos super elaborados e as cenas que exploram a atmosfera narrativa são avassaladores e reforçam o caráter de cinema da produção!
Representatividade e protagonismo negro
Foto: divulgação/Estevam Avellar
Outra coisa que chama a atenção na trama é o destaque e a centralidade da negritude. Com protagonistas negros em posições de poder e complexidade dramática, a novela investe em ampla diversidade cultural e representação racial, ampliando o espaço de narrativas que já foram muito negligenciadas na teledramaturgia brasileira.
Foto: divulgação/Estevam Avellar
O vilão Jendal, interpretado por Lázaro Ramos, também promete agitar e movimentar a história. O papel marca o primeiro vilão do ator em novelas, após mais de 30 anos de carreira. “Eu não tinha como objetivo fazer um vilão. Por conta da urgência das nossas pautas, meu objetivo era fazer heróis, ou anti-heróis. Pessoas com humanidade, que falham. Acho que ser desafiado nesse lugar me apaixona. Eu queria mostrar o protagonismo heroico do que a gente pode ser”, contou o ator em entrevista ao Gshow.
Após protagonizar Garota do Momento, a atriz Duda Santos retorna ao horário da seis, interpretando mais uma personagem central na programação da emissora.“Quando li a sinopse de A Nobreza do Amor, falei: Não! Eu tenho que fazer essa novela, e não por um sonho meu, mas por um sonho coletivo. Essa história precisa ser contada”, afirmou a atriz, também em entrevista ao Gshow.
Com uma história impactante que mistura romance, política, identidade, representatividade e poder, A Nobreza do Amor surge como uma aposta ambiciosa da TV Globo no horário das seis, dialogando com temas contemporâneos, ancestralidade e resistência por meio de uma história de época.
E aí, gostou de saber mais sobre essa novela? Pretende acompanhar a trama? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.
Sani, Kihoon, Namhyun, Jungmo e Junyong falam sobre o processo criativo de EVOLVE, o primeiro álbum completo do Catch The Young, e refletem sobre crescimento, emoções e o futuro da banda
Depois de conquistar espaço na cena coreana com mini álbuns e apresentações cheias de energia, o Catch The Young inicia uma nova fase com EVOLVE, o primeiro álbum completo da banda. O projeto reúne 14 faixas que exploram diferentes sonoridades e mergulham em temas como juventude, ansiedade, crescimento e esperança.
O disco também marca um momento importante na trajetória do grupo, que participou diretamente da criação e produção das músicas. Entre solos instrumentais, novas experimentações sonoras e letras mais pessoais, EVOLVE mostra uma banda mais confiante em sua identidade musical e no caminho que quer seguir.
Foto: divulgação/Helix
Em entrevista exclusiva ao Entretê, Sani, Kihoon, Namhyun, Jungmo e Junyong falaram sobre o processo criativo do álbum, as emoções por trás das músicas e a evolução do conceito de youth pop-rock que define o som do Catch The Young. Eles também comentaram sobre a relação com os fãs e os próximos passos da banda para encontrar o público internacional, confira:
Entretetizei: EVOLVE é o primeiro álbum completo de vocês. De que maneira ele representa uma evolução real em comparação com os mini álbuns anteriores?
Sani: Em termos de som, acho que muitos aspectos são novos. Comparado aos nossos álbuns anteriores, acredito que este mostra uma variedade maior de gêneros. Usamos o som de forma mais ousada e não hesitamos em incluir partes instrumentais com solos.
Kihoon: Acho que crescemos e evoluímos em muitas áreas no geral, incluindo nossa mentalidade, nossas cores musicais e também nossas habilidades de performance, que melhoraram bastante.
Namhyun: Incluímos gêneros mais pesados que ainda não tínhamos experimentado antes, permitindo que os ouvintes vivenciem uma variedade maior de estilos musicais. Fiel ao nome EVOLVE, nos preparamos muito para que seja possível sentir o quanto crescemos através das nossas performances ao vivo.
Jungmo: O álbum contém tanto as coisas que sempre fizemos bem quanto algo novo, além das nossas emoções e ambições. Acho que este álbum representa a direção para onde queremos seguir no mundo e como queremos amplificar nossa energia no futuro.
Junyong: Acho que o som da nossa equipe está ficando cada vez mais forte e sólido com o passar do tempo. Além disso, quanto mais experiência de palco ganhamos, melhores se tornam nossas atitudes e presença no palco.
E: Vocês descrevem o gênero do grupo como youth pop-rock. Como o conceito de juventude amadureceu ou mudou durante a criação deste álbum?
Sani: À medida que estamos crescendo e amadurecendo, nossas habilidades e mentalidade também mudam conosco. Não somos mais uma banda iniciante desde o lançamento do nosso álbum completo, então sinto uma responsabilidade maior de realmente mostrar tudo o que é o Catch The Young.
Kihoon: Algumas músicas foram gravadas antes do nosso debut e outras foram trabalhadas recentemente. Nosso tom, nossas habilidades e expressões certamente amadureceram, mas também mantivemos algumas gravações antigas em que a sensação juvenil e fresca foi capturada melhor. Acho que isso combina bem com a nossa música, que fala sobre juventude.
Namhyun: Enquanto escrevia letras e pensava sobre juventude, eu frequentemente me fazia perguntas como “O que é a vida?”. Passei muito tempo refletindo sobre a vida de diferentes perspectivas. Cheguei à conclusão de que as pessoas vivem para buscar felicidade e também tenho me esforçado para encontrar felicidade no meu cotidiano. Ao buscar felicidade, naturalmente acabo mergulhando mais na música e trabalhando mais para transmitir mensagens significativas ao público.
Jungmo: Acho que é mais próximo de “mudança” do que de “amadurecimento”. Tivemos mudanças no som e, acima de tudo, a maior mudança está na mentalidade de cada integrante.
Junyong: Queríamos mostrar um lado um pouco mais rebelde nosso, não apenas um lado totalmente brilhante. Acredito que o fracasso é necessário para o sucesso, então tentamos muitos estilos musicais desafiadores.
E: O álbum explora temas como ansiedade, feridas emocionais, crescimento e esperança. Qual dessas emoções foi a mais difícil de transformar em música?
Sani: Pessoalmente, expressar feridas emocionais foi o mais difícil. Não acho que já tenha vivido feridas emocionais profundas na minha vida ainda, e minhas emoções geralmente acabam levando à raiva em situações em que eu poderia me sentir magoado. Então expressar essa sensação delicada de estar ferido através da música foi difícil para mim.
Kihoon: Esperança foi um pouco difícil de expressar. Sempre tento viver com esperança, mas às vezes fico cansado e me pergunto se viver cheio de esperança é realmente a resposta certa na vida. Então, em vez de ver esperança como algo simples, quis expressar as emoções complexas que existem dentro dela, o que foi bastante desafiador.
Namhyun: Emoções negativas como ansiedade e feridas foram até mais fáceis de expressar, porque eu podia retratá-las da forma como as sentia. Por outro lado, expressar energias mais brilhantes como esperança e amor foi relativamente mais difícil. Há uma música neste álbum que trata da ansiedade sobre o futuro, e consegui pensar muito sobre meu próprio futuro enquanto trabalhava nela, o que facilitou transmitir essas emoções na canção.
Jungmo: Honestamente, explorar e expressar todas essas emoções foi bastante desafiador. As emoções que eu sinto podem ser diferentes das dos nossos ouvintes, então pensamos muito em como incorporar essas emoções de uma forma com que as pessoas pudessem se conectar.
Junyong: Acho que as feridas emocionais foram as mais difíceis. Ser honesto sobre esse tipo de emoção vulnerável não é fácil, e traduzi-las em música também foi bastante desafiador.
E: A faixa-título Amplify fala sobre continuar apesar de limites e obstáculos. Esse conceito reflete algum momento específico da trajetória do grupo?
Sani: Em vez de representar um momento específico, está mais próximo de expressar o futuro que está à nossa frente. Carrega nossa ambição de amplificar a música e a energia do Catch The Young e alcançar o mundo, enquanto aproveitamos o palco junto com os ouvintes através da música.
Kihoon: Vai além da nossa jornada desde o debut até agora e expressa nossa determinação de superar limites e ir cada vez mais alto e mais longe.
Namhyun: A música reflete nossos sentimentos do passado até o presente. Desde antes do nosso debut, desejávamos que mais pessoas ouvissem e aproveitassem nossa música, e tentamos transmitir esse sentimento na letra.
Jungmo: Pessoalmente, acho que este álbum contém nossa direção na música e nossa mensagem para o mundo. Também é nosso primeiro álbum completo, então, em vez de apenas um momento, todo o álbum parece um momento especial para mim.
Junyong: A música transmite a mensagem de querer seguir em frente apesar das dificuldades, incluindo aquelas que vivemos desde os dias de trainee até hoje como Catch The Young, e até mesmo no futuro.
E: Todas as 14 faixas foram criadas e produzidas pelos próprios integrantes. Como foi o processo criativo interno e como vocês dividem as responsabilidades musicais?
Sani: Nossos papéis individuais não são divididos de forma específica. Geralmente começamos a gravar a partir de uma demo, e o arranjo muitas vezes muda bastante durante esse processo. Existem várias funções, mas costumamos alternar e nos revezar dirigindo ou criando guias quando necessário.
Kihoon: Cada integrante tem suas partes instrumentais principais e mais experiência nessas áreas do que os outros. Então cada membro desenvolve primeiro a própria parte, e depois ouvimos juntos durante a gravação para compartilhar ideias de melhoria e direção.
Namhyun: Algumas músicas foram escritas antes mesmo do nosso debut, e outras foram compostas e arranjadas durante a preparação deste álbum. Normalmente um integrante traz uma demo e todos acrescentam ideias. Para Stay In The Dream, criamos a música durante uma jam session entre os membros, e depois Sani e eu adicionamos as melodias.
Jungmo: Algumas músicas nasceram de improvisações em jam sessions, enquanto outras vieram de demos que Sani ou Kihoon trouxeram com guias, e então cada integrante trabalhou nas suas partes instrumentais.
Junyong: Algumas músicas foram escritas antes do nosso debut, enquanto outras foram finalizadas apenas um mês antes do lançamento do álbum, e passamos muito tempo produzindo cada uma com cuidado. Além disso, cada integrante gravou suas próprias partes instrumentais.
E: O álbum inclui faixas com foco vocal individual, como 28 Hours, I’m Already In Love With You e Reperio. O que motivou a decisão de destacar cada integrante dessa forma?
Sani: Achei que precisava haver músicas solo para os membros vocais da banda. Essas músicas são muito significativas para cada um de nós, e como cantores acreditamos que devemos ser capazes de carregar uma música inteira sozinhos. Por isso decidimos incluir nossas faixas solo.
Namhyun: Preparamos músicas separadas para Sani e Junyong que se encaixassem melhor neles, mostrando o charme deles como vocalistas principais e não apenas como sub-vocalistas. Também queríamos mostrar que eles são artistas versáteis.
Junyong: Acho que as músicas mostram as histórias de cada pessoa de forma mais clara. As faixas solo definitivamente nos permitiram compartilhar nossas ambições honestas e a vida de cada um até agora.
E: 28 Hours retrata a sensação de viver em um ritmo diferente do resto do mundo. Você acha que esse é um sentimento comum entre os jovens hoje?
Sani: A maioria das pessoas provavelmente já passou pela experiência de ficar acordada até depois da meia-noite e só conseguir dormir quando o sol já nasceu. Não é uma sensação muito boa. Pode até levar à dúvida sobre si mesmo, como se tivesse desperdiçado o dia inteiro sem um motivo específico. Falei sobre minha própria experiência nessa música e quis transmitir a mensagem de que, mesmo quando você passa muito tempo pensando sobre a vida e se preocupando com o futuro, aquele futuro que você sonha um dia vai chegar. Quero dizer aos jovens que vivem neste mundo que, mesmo quando a vida parece cansativa, eles devem continuar vivendo com energia e olhando para um futuro brilhante.
E: 지금 내 앞에 서 있는 네게 (To You, Standing Before Me) expressa gratidão a quem caminhou ao lado de vocês. Como a relação com fãs e apoiadores influenciou EVOLVE?
Sani: Muitas pessoas esperaram pelo nosso primeiro álbum completo e nos deram reações empolgadas e muito apoio depois de tanto tempo aguardando o lançamento. Sem nossos fãs, seria difícil até mesmo que este álbum existisse. A relação entre artista e fã é definitivamente uma das coisas mais preciosas e significativas para nós daqui para frente.
Kihoon: Essa é uma música que compartilhamos antes mesmo do nosso debut. Queremos agradecer aos fãs que estão conosco desde então e acompanharam nosso crescimento, assim como aqueles que nos descobriram depois e se juntaram à nossa jornada.
Namhyun: Acredito que a relação entre artista e fã é um tipo de relação humana muito único e especial. Somos muito gratos aos fãs que criaram esse vínculo especial conosco, e essa gratidão nos motivou a trabalhar ainda mais neste álbum.
Jungmo: Acho que isso influenciou nosso álbum de muitas maneiras. Os fãs são essencialmente o motivo pelo qual fazemos música, e colocamos tudo de nós em cada faixa esperando que nossa música desperte diferentes emoções neles.
Junyong: Eu amo o fato de que conseguimos crescer e nos fortalecer como equipe através deste álbum e também encontrar nossos fãs de perto.
E: Depois de se apresentarem em grandes festivais e participarem de programas como STEAL HEART CLUB, que lições vocês aprenderam que foram essenciais para este álbum?
Sani: Ter muitas experiências é muito útil para nossa carreira musical. É um processo de crescimento em que conhecemos muitas pessoas, assistimos a muitas apresentações e passamos por tentativas e erros. Como o álbum se chama EVOLVE, acredito que mostramos um lado muito mais evoluído de nós mesmos, e essas experiências provavelmente contribuíram para esse crescimento.
Kihoon: Muitos artistas fazem tipos diferentes de música, então assistir às performances deles com estilos e charmes únicos foi uma grande inspiração e motivação. Graças a essas experiências, fiquei motivado a continuar praticando e estudando para melhorar.
E: Vocês mencionaram planos de encontrar fãs internacionais em 2026. O que o público global pode esperar dos próximos passos do Catch The Young após EVOLVE?
Sani: Acho que teremos muitas apresentações ao vivo. Estamos muito animados para encontrar nossos fãs globais, que normalmente não vemos com frequência, e também estou ansioso para conhecer a cultura e a arte de diferentes países.
Kihoon: Espero que nossos fãs globais esperem por aproveitar a energia dos nossos palcos ao vivo, onde eles podem pular, gritar e esquecer o estresse e as preocupações enquanto se tornam um com a música.
Namhyun: Espero que aguardem nossas participações em festivais internacionais e diferentes apresentações. Através dessas experiências globais, queremos crescer ainda mais e mostrar um lado musical mais amplo do Catch The Young.
Jungmo: Se todos continuarem nos dando amor, apoio e interesse, o dia em que encontraremos nossos fãs globais pessoalmente chegará ainda mais rápido.
Junyong: Como somos uma banda, espero que esperem muito pelas nossas performances ao vivo. Nossa música gravada e os vídeos em programas musicais são ótimos, mas acredito que nada se compara à energia das apresentações ao vivo.
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Novo filme chega em 30 de julho deste ano aos cinemas
Marvetes, vocês estão preparadas? Tom Holland aparece para anunciar o trailer oficial do quarto filme do super-herói e prepara os fãs para o lançamento marcado para esta quarta (18), com uma série de teasers curtinhos que revelam cenas inéditas de Homem-Aranha: Um Novo Dia.
Confira os teasers já lançados
O que se sabe sobre o novo Homem-Aranha?
Além de Tom Holland, Jacob Balaton e Zendaya retornam para o novo filme nos papéis de Ned e MJ, respectivamente. Sadie Sink, conhecida por seu papel como Max em Stranger Things (2016-2025), foi confirmada no elenco, mas seu personagem ainda permanece um mistério. Já Jon Bernthal (O Justiceiro, 2017-2019) e Mark Ruffalo (Hulk, 2012-2024) vão reprisar seus personagens do MCU.
Após a estreia de Sem Volta Para Casa, em 2021, era especulado que o foco do quarto filme seria mais pé-no-chão, com o Homem-Aranha e o Demolidor, papel de Charlie Cox, se juntando para lutar contra o Rei do Crime de Vincent D’Onofrio, mas parece que a ideia foi descartada. Também houve rumores de que vilão Knull, interpretado por Andy Serkis em Venom: A Última Rodada (2024), seria o grande inimigo. Outros rumores diziam que a história focaria a icônica roupa preta.
Em outras palavras: não há nada realmente confirmado até o momento.
(Foto: reprodução/Cine+)
Destin Daniel Cretton, diretor de Shang-Chie aLenda dos Dez Anéis (2021), foi confirmado como diretor do novo longa, enquanto os roteiristas de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, Erik Sommers e Chris McKenna, retornam para o roteiro do quarto filme.
Homem-Aranha: Um Novo Dia chega aos cinemas em 30 de julho de 2026.
Quão ansioso você está com o novo longa do Miranha? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
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