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Especial | Relembre 5 músicas antigas que voltaram com tudo por causa da rede social

Trends na rede social trouxeram faixas de volta para os holofotes

O TikTok foi lançado em 2016, com o nome Douyin. No ano seguinte trocou o nome para o TikTok e foi se expandindo cada vez mais, porém em 2018, quando se fundiu com o aplicativo Musical.ly, chegou ao mundo inteiro. A sua popularidade pode ser vista em 2019, em que foi o aplicativo mais baixado na App Store. Outra marca atingida em 2021 foi o número de usuários, que superou 1 bilhão de usuários ativos, sendo o primeiro que não pertence ao Meta (Facebook e Instagram) a superar três bilhões de downloads.

Quando você entra no TikTok, no meio de tantos conteúdos publicados, sejam eles vídeos ou fotos, pode aparecer aqueles que fazem parte de uma trend. Geralmente podem ser de um tema específico, uma dança, um desafio, uma hashtag, um áudio ou um formato de vídeo particular. Além disso, os conteúdos são viralizados e replicados e até mesmo adaptados para um público-alvo.

Portanto, você pode se deparar com vários conteúdos com a mesma música. Dessa maneira, não é incomum no Tiktok, o trabalho dos cantores se destacarem e eles aproveitarem para divulgar as suas músicas novas. Por exemplo, Old Town Road (2018), do Lil Nas X, ou Say So (2019), da Doja Cat.  

Apesar disso, as trends não necessariamente se utilizam apenas de músicas que os artistas lançaram recentemente. Os usuários da rede social relembram muitas músicas antigas e voltam aos holofotes. Dessa forma, você está descendo o feed do Tiktok e aparece uma faixa que te traz nostalgia, desbloqueando várias memórias. 

Relembre músicas antigas que podem ter passado pelo seu feed:

Breakin’ Dishes – Rihanna

A faixa lançada em 2007 faz parte do Good Girl Gone Bad (2007), o terceiro álbum de estúdio da Rihanna. The-Dream e Tricky Stewart escreveram a canção. A música não foi um single na época, mas alcançou a quarta posição na parada US Hot Dance Club Songs em 2008. 

@sayra.david

#fyp #couple #loveyou 👑

♬ Breakin’ Dishes – Rihanna

Rock That Body – Black Eyed Peas

A faixa foi lançada em 2009 e faz parte de The E.N.D. (2009), quinto álbum do grupo Black Eyed Peas. Foi também o quinto single e alcançou a posição 9 na Billboard Hot 100, 11 no UK Singles Chart e 8 no ARIA Charts, da Austrália. will.i.am, Fergie, apl.de.ap, Taboo, David Guetta, Funkagenda, DJ Poet, Walker Adams, Mark Knight, Jean Baptiste, Rob Base e James Brown escreveram a canção.

@naju_braga

“amor tive uma ideia de um tiktok muito legal” #rockyourbody #bikergirl #bike #blackeyedpeas @Luis Fhelip #bikerlife #fazer250 #rockthatbody #challenge #trend

♬ original sound – Sam Jorden

Your Love Is My Drug – Kesha

A faixa de 2010 faz parte do primeiro álbum, Animal (2010), da cantora Kesha. Foi o segundo single e terceiro Top 10 Hit da cantora na Billboard Hot 100. Ammo, Kesha e Pebe Sebert escreveram a canção.  

@ranialaluna

at least i look good @Fishin4clout

♬ your love is my drug – amy🇵🇰

I Wanna Go – Britney Spears

A faixa lançada em 2011 faz parte do sétimo álbum, Femme Fatale (2011), da Britney Spears. Foi o terceiro single e atingiu o top 10 de várias paradas, incluindo Canadá, Estados Unidos, Finlândia e França. Max Martin, Savan Kotecha e Shellback escreveram a canção.

@the_vitln

agora fu$&@ 🏷️THEVITIN na @DUX Human Health . . #fyp #casal #casaltiktok #foryou @Isabela Silva

♬ I Wanna Go – Britney Spears

Price Tag (feat. B.o.B) – Jessie J

Também lançado em 2011, ele faz parte do álbum de estreia, Who You Are (2011), da Jessie J e conta com a colaboração do B.o.B. Foi o segundo single e pegou #1 nas paradas da Irlanda, Nova Zelândia e Reino Unido. B.o.B, Claude Kelly, Dr. Luke e Jessie J escreveram a canção.

@freyathesiberian

Price Tag (Freya’s version) 😼💵 #pricetag #jessiej #cat #cats #catsoftiktok #catlovers #catslovers #cutecats #cutecatsoftiktok #cutecatskittens #catmom #catmomlife #lifewithcats #catsvideos #funnycats #funnycatvideos #catmemes #cattok #cattoks #siberiancat #whitecat #grumpycat

♬ Just smile – ~Aidan~

Bônus

Pretty Little Baby – Connie Francis

Uma faixa que viralizou depois de anos de ter sido lançada foi Pretty Little Baby. Ela foi lançada em 1962 e faz parte do álbum Connie Francis Sings Second Hand Love & Other Hits (1962), da cantora Connie Francis. Ela não era single e sim um B-side do álbum. Bill Nauman e Don Stirling escreveram a canção.

@xsb3l

Apaixonada por essa trend💛

♬ Pretty Little Baby – Connie Francis

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Entretenimento Música

ATEEZ retorna com Golden Hour: Part.3 antes da turnê mundial IN YOUR FANTASY

Grupo reconhecido globalmente, segue em ascensão após prêmios e indicações importantes em 2025

 

O grupo sul-coreano ATEEZ está de volta com seu 12º EP, GOLDEN HOUR: Part.3, lançamento que antecede a tão aguardada turnê mundial [IN YOUR FANTASY]. Nomeado Artista de K-pop do Ano pelo iHeartRadio e indicado pela primeira vez ao American Music Awards em 2025, o ATEEZ consolida sua trajetória meteórica com mais um projeto impactante.

Com a intensidade vibrante de uma noite de verão, o novo EP é uma explosão de liberdade e fuga. Uma resposta momentânea, porém poderosa, a um desejo profundo e quase insaciável. Em GOLDEN HOUR: Part.3, o grupo mergulha nas emoções cruas da juventude, conduzindo o ouvinte por uma jornada de tentações, rebeldia e incertezas até o reconhecimento da verdadeira essência dos sentimentos.

Escute aqui: ATEEZ – GOLDEN HOUR : Part.3 

Foto: reprodução/Instagram @ateez_official

Em GOLDEN HOUR: Part.3, o ATEEZ opta por trilhar o caminho menos óbvio, embarcando em uma jornada de reconexão emocional consigo mesmos e com os outros. O EP propõe uma reflexão sobre a intensidade da juventude e a redescoberta do que realmente importa em meio ao caos.

Com cinco faixas, o projeto destaca a participação criativa de HONGJOONG e MINGI, que contribuíram na composição de quatro músicas. A faixa principal, Lemon Drop, é uma canção leve e energética, feita sob medida para o verão. Assim como o coquetel que lhe dá nome, a música combina frescor e doçura, traduzindo a vibração da estação em uma declaração sonora envolvente.

 

GOLDEN HOUR: Part.3 TRACKLIST

  1. Lemon Drop
  2. Masterpiece 
  3. Now this house ain’t a home 
  4. Castle
  5. Bridge: The Edge of Reality

 

O lançamento de GOLDEN HOUR: Part.3 acontece pouco antes do início da turnê mundial [IN YOUR FANTASY], que terá estreia em Incheon no dia 5 de julho. A agenda inclui paradas pelos Estados Unidos, México e Japão, com o ATEEZ passando por 11 cidades norte-americanas e encerrando o mês de agosto na Cidade do México, antes de seguir para o Japão.

Essa nova turnê representa um marco na carreira do grupo, que agora se apresenta em palcos ainda mais grandiosos. Na América do Norte, o ATEEZ fará shows em cinco estádios, incluindo duas noites no BMO Stadium, elevando suas performances imersivas a um novo nível.

Para saber mais sobre o ATEEZ, acesse: https://ateez.kqent.com/

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura Entretenimento Livros Notícias

Tiago Valente, Babi A. Sette e outros autores marcam presença na Bienal do Livro 2025

O primeiro fim de semana de Bienal do Rio terá ainda as presenças de autores incríveis para todos os gostos

Bienal do Livro

De sexta-feira, dia 13, até domingo, 22 de junho, o Riocentro é palco da edição 2025 da Bienal do Livro do Rio. A realização da Bienal reforça a vocação literária da cidade que recebeu este ano o título de Capital Mundial do Livro. São cerca de 200 horas de programação, mais de 1.500 caminhões mobilizados para transportar os livros espalhados pelos pavilhões do evento. A organização espera 600 mil visitantes.

Grupo Galera Record

Com mais de 8 mil títulos ativos, a Record exibirá em seu estande uma amostra de seu catálogo diverso. Autores da Galera e Verus, respectivamente selo infanto-juvenil e romântico do Grupo Editorial Record, Tiago Valente, Giu Domingues, Stefano Manzolli, Babi A. Sette, Felipe Cabral, Ray Tavares e Lucy Vargas marcarão presença com um catálogo cheio de variedades. 

Com sessão de autógrafos, participação em painéis e estandes, os autores divulgarão seus novos livros, enquanto o evento também contará com lançamentos esperados dos selos, como Lua em Touro, Wind Weaver e Inimigo Imortal.

Separamos algumas recomendações para vocês!

Espresso fantasma – Tiago Valente 

Em seu romance de estreia pela Galera Record, ele apresenta um mistério aconchegante, gênero em tendência entre os leitores, cujos temas são suspenses agradáveis com doses de humor.

O autor apresenta o aconchegante universo da cafeteria temática de filmes de terror Espresso Fantasma e faz com que qualquer um deseje provar seus famosos biscoitos fantasmas e sobremesas inspiradas nos clássicos arrepiantes que atravessaram épocas. 

O icônico café foi palco do amor do confeiteiro Renan e do atendente Gustavo. O namoro, que começou tímido, acabou viralizando em um post na internet. Com isso, o lugar se tornou o novo point queer da cidade de São Paulo, com parte da clientela se tornando amiga do casal.

De forma cativante, o livro explora um mistério que te prende do início ao fim: frequentadores do Espresso inexplicavelmente começam a desaparecer, o que preocupa Renan e Gustavo. A dupla resolve então investigar por conta própria se alguém estaria atrás dos clientes do café e descobrem que o perigo pode estar mais perto do que imagina.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Canção dos Ossos – Giu Domingues

Das sombras da ópera aos corredores de Vermília, esgueiram-se segredos e ambições. Em Canção dos Ossos, releitura sáfica e gótica do clássico O fantasma da Ópera, a magia sai das melodias para viver entre as palavras.

O Conservatório Mágico de Vermília é o único lugar onde Elena Bordula se sente em casa. O castelo pode ser sombrio, mas é em suas sombras que ela vive. A instituição, mais que uma academia de música, é a força e o olho do imperador. Mas para subir na hierarquia e se tornar Soprano de Ouro, Elena precisa provar que é muito mais do que um sobrenome manchado por sangue.

Os Bordula já haviam feito parte do tecido que compunha a história do Império, mas Loralie teve que estragar tudo. Um erro, segundo a mãe de Elena, é o suficiente para que te joguem para os leões. Assim que estivesse na Primeira Orquestra, Elena restauraria a honra de sua família e seria reconhecida por sua voz, a única coisa em si que jamais desejara mudar. E faria qualquer coisa para alcançar esse objetivo.

Enquanto luta para que sua ambição não entre em desavenças com suas melhores amigas, Cecília e Margot, Elena começa a ouvir vozes e ter sonhos com uma figura enigmática. Começando a duvidar de sua capacidade de distinguir a realidade do imaginário, a jovem se pergunta se está sucumbindo à maldição que leva sopranos a enlouquecerem.

 

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Todas as mentiras que contei – Stefano Manzolli

Marcello aprendeu primeiro a mentir; depois, a amar. E você? Todas as mentiras que contei é uma prosa poética que mergulha na breve, mas intensa, história de (des)amor de Marcello e Dionísio. O livro conta com projeto gráfico especial.

Marcello voa de sua cidade, no interior de São Paulo, para a paradisíaca Pipa, no Rio Grande do Norte, em busca de viver um grande amor. Poderia ter ido para qualquer outro destino, mas Pipa parecia o lugar perfeito para ter essa experiência. Ele apenas não imaginava que tão cedo seu desejo se tornaria realidade: seu destino cruza com o de Dionísio, um rapaz que mora na cidade e vive do artesanato da cultura local.

Nesta cidade magnética, eles descobrem um ao outro, desbravando corpo e alma um do outro. O que Dionísio não imagina é que Marcello, na verdade, reinventou-se. Mentiu seu nome, sua história de vida, os pequenos detalhes que compõe a si mesmo… Afinal, Marcello queria viver um amor em todo o seu potencial, longe dos olhares que esmiúçam seu cotidiano. 

Os dias passam e é chegado o momento de retornar para casa. É quando Marcello entende que Pipa pode até ser o lugar perfeito para viver de amor, mas talvez o destino — ou ele próprio — tenha planos diferentes.

Todas as mentiras que contei entrelaça mentira e verdade, amor e partida em uma narrativa fluida e delicada sobre o relacionamento entre duas pessoas.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Sapatilhas de gelo – Babi A. Sette

Em um universo em que hóquei e balé dançam em sincronia, Sapatilhas de gelo constrói uma narrativa que vai fazer o seu coração dar piruetas.

Natalie sempre teve o sonho de ser reconhecida como bailarina principal na Companhia de Balé de Londres. Sem amigos ou perspectiva amorosa no Reino Unido, a dança é sua válvula de escape. Ao ter sua merecida promoção negada, a jovem aceita um desafio no outro lado do globo: conquistar uma vaga na Companhia de Balé do Canadá, em apenas três meses. Felizmente, se mudará para a casa do primo Nick, jogador de hóquei da Universidade de Toronto. O azar é que também dividirá o apartamento com o capitão do time e melhor amigo de Nick, Lucas More. 

Há três anos, Natalie conheceu Lucas durante uma visita à Toronto, e a primeira impressão não foi nada boa. Desde então, todas as vezes que se encontram, Lucas a trata de forma estranha, sem nenhum esforço para ser simpático, o que a irrita ainda mais. Apesar disso, não consegue mentir para si mesma: o mulherengo e insuportável Lucas More é um gato.

Mas agora, para a surpresa de Natalie, Lucas parece disposto a mudar. Enquanto se prepara para o processo seletivo que irá definir seu futuro como bailarina, o antigo problema se torna uma presença inesperadamente cativante, ainda mais quando um fantasma do passado de Natalie ameaça voltar à tona.

Depois de todas as relações mal sucedidas e boys lixos, será Lucas o que falta para descongelar o coração de Natalie? Em meio à neve e às pistas de gelo do Canadá, a atração entre os dois pode pegar fogo…

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Nossa grande chance – Felipe Cabral

Com quase 40 anos, sem grandes perspectivas de projeto ou esperanças sobre sua vida amorosa, o roteirista e autor Patrick recebe uma oportunidade: seu único livro, Os meninos de Icaraí, um romance jovem-adulto de época sobre um clube de regatas, é cotado para uma adaptação para musical.

Em mais uma noite de diversão sem compromisso para se distrair dos problemas, Patrick conhece Júnior, de 23 anos, por meio de um aplicativo, mas o encontro termina de forma bem embaraçosa. Patrick, cujo envolvimento amoroso com jovens da geração Z é conturbado, já tinha duas histórias traumáticas para a conta e, agora, uma promessa de nunca mais repetir esse erro. Após aquele breve – e desastroso – envolvimento, os dois partiriam por caminhos separados… ou era o que ele pensava.

Nas audições para o musical, Júnior tenta para o papel de César, um dos protagonistas de Os meninos de Icaraí e, apesar da relutância de Patrick, é escalado. Sem esperanças e faltando apenas 6 semanas para a estreia, Patrick se joga de cabeça na produção, arcando com os custos e as burocracias da peça.

O roteiro do espetáculo vai se misturando à vida dos personagens e, no meio de ensaios, saídas e produções, surge o questionamento: “ser emocionado ou não ser”. Será que até a estreia o romance de Patrick e Júlio conseguirá atravessar os limites do Teatro Dulcina ou a tensão entre os dois afetará o musical?

Nossa grande chance é uma obra divertida e emocionante sobre recuperar a confiança na vida e em si mesmo.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
O roteiro do amor – Ray Tavares

Uma autora que quer a adaptação perfeita do seu livro best-seller e não leva “não” como resposta. Um roteirista arrogante que topa o trabalho aparentemente impossível de fazer o filme acontecer. Será que passar um mês morando juntos vai amolecer o coração dos dois? Com toque cômico e envolvente, O roteiro do amor é uma deliciosa aventura que combina literatura e cinema.

Verônica Nakamura pensou que realizaria um sonho quando vendeu para o cinema os direitos de seu livro de maior sucesso, A Trilha do Coração, um romance sobre insegurança, mas também sobre dar uma nova chance ao amor.

Dois anos e cinco roteiristas depois, ela não consegue chegar a um acordo com a produtora, que quer mudar tudo — do nome dos personagens às cenas que são mais queridas por ela. Verônica escreveu o livro aos 26 anos, uma declaração de amor ao seu noivo, que foi embora cedo demais, por isso ela não vai deixar que estraguem tudo.

Como última tentativa de não perder o investimento, a produtora envia Verônica e Daniel – um roteirista cínico e experiente que já deixou claro seu desdém pelo livro – para uma mansão em Atibaia, lugar onde o romance se passa, para viver e respirar a história. Por um mês, os dois vão precisar trabalhar juntos e deixar as diferenças de lado se quiserem que A trilha do coração ganhe as telas.

Entre sessões compartilhadas de escrita, calorosas discussões e drinks na piscina, Verônica começa a conhecer um outro lado de Daniel, mais suave e interessante. Mas será que ela está pronta para sair do roteiro que criou para o próprio coração?

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Cúmplices de um escândalo – Lucy Vargas

Um defunto no Ano-Novo. O primeiro grande Carnaval carioca. Um amor proibido, a três, em meio à Belle Époque brasileira. Cúmplices de um escândalo é um romance sensual e apaixonante.

Rio de Janeiro, 1906. Depois de anos morando no exterior, Carolina de Menezes, a Lina, retorna ao Brasil animada para descobrir tudo sobre sua cidade natal. Filha de um cônsul que sempre a incentivou a ser independente, suas aventuras trazem uma reviravolta para sua vida quando ela encontra um corpo flutuando no rio Carioca em plena festa de Ano-Novo.

Filho de um barão endividado, Henrique Sodré é conhecido pelo carisma irresistível, a boa aparência e a má fama. Nenhuma dama que se preze o desposaria sem que ele se comprometesse a mudar. Já seu primo, Gustavo Sodré, é reservado, inteligente e autista. E, segundo dizem, esconde seu lado de boêmio incorrigível. Inseparáveis, os dois nunca pretenderam se apaixonar — muito menos pela mesma mulher.

Liberal para sua época, Lina rompe as regras sociais que tentam restringir sua liberdade e encontra apoio na amizade dos dois notórios boêmios. E, entre regatas, blocos carnavalescos e escândalos, o que começou como um flerte vira a perdição da vida dos três jovens: um amor inimaginável que pode até destruí-los.

Só restam duas opções a Lina, Henrique e Gustavo: perder tudo ou ignorar os limites entre o proibido e o aceitável, tornando-se cúmplices no escândalo que representa a única chance de felicidade para os três.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Lua em touro (Bull Moon Raising) – Ruby Dixon

Nova obsessão dos jovens leitores, Lua em Touro, que chega ao Brasil pela Editora Verus, marca a ascensão do romance com seres fantásticos. Escrito pela autora best-seller Ruby Dixon, o livro assume uma pegada erótica que transporta o leitor para um mundo repleto de artefatos e seres mágicos. Nesse romance fantasioso, conhecemos Aspeth Honori, uma herdeira determinada a salvar sua família que se une a um parceiro improvável: um minotauro.

Aspeth é filha de um detentor e conhece muito bem a importância dos artefatos mágicos… o que torna ainda pior o fato de seu pai ter perdido todos eles em apostas. Agora, sua família corre o risco de perder seu legado — e suas cabeças — se alguém descobrir a verdade. Aspeth decide agir: se juntará à Guilda Real de Artefatos e aos artífices que exploram ruínas subterrâneas antigas em busca da magia ancestral que pode salvar sua família.

No entanto, a guilda não permite que mulheres se juntem às turmas de aprendizes. Nesse caso, a melhor solução para Aspeth é se casar com alguém que permita que ela se torne uma artífice aprendiz. E quem melhor para isso do que um membro mal-humorado da guilda que também precisa de um favor?

Assim a jovem se casa com Hawk, um minotauro e seu futuro professor. Sem ter ideia de que ela é uma detentora, os dois se unem num casamento inesperado. Agora, Aspeth precisa passar nos testes da guilda, frustrar os planos de um caçador de fortunas e salvar sua família. Além de, evidentemente, sobreviver ao cio de seu monstruoso marido com chifres, por quem ela pode estar se apaixonando.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Wind weaver: A guardiã do vento (Vol. 1 Reino dos Remanescentes) – Julie Johnson

Nesta romantasia épica repleta de magia elemental e ação, uma jovem acenderá as brasas de uma profecia antiga, liberando uma tormenta que pode salvar o reino… ou levá-lo à ruína. Conheça Wind Weaver: a guardiã do vento é uma história envolvente de tirar o fôlego, perfeita para fãs de Sarah J. Maas e Avatar: o último mestre do ar.

Todos os habitantes de Anwyvn têm pavor de magia e um ser mágico, como a halfling Rhya Fleetwood, é condenado à morte assim que é descoberto. Prestes a ser executada, Rhya é surpreendida por uma pessoa improvável: o misterioso e mercenário Comandante Scythe, um homem muito mais perigoso do que qualquer assassino de halflings. Nas mãos desse novo inimigo, Rhya precisa lutar pela própria vida nos terrenos áridos das Terras do Norte. No entanto, quanto mais se distancia de casa, mais ela percebe que nada é o que parece — nem seu terrível captor, nem a praga que destrói o reino, e muito menos ela mesma.

Porém, Rhya descobre que não é uma halfling comum. A estranha marca de nascença que carrega no peito e o poder de invocar ventos só pode significar uma coisa: ela é uma Remanescente, uma das quatro almas espalhadas por Anwyvn, destinada a restaurar o equilíbrio da magia… ou morrer tentando.

Além de estar preocupada em manter-se viva e com a missão de dominar seu poder, Rhya sente nascer uma paixão avassaladora pelo Comandante, um homem que, quando enfim tem sua verdadeira identidade revelada, ela não sabe se pode confiar, jáque age apenas em função dos próprios interesses. Em meio ao sentimento que queima de maneira tão intensa quanto a ventania que ruge dentro de si, ela precisará fazer uma escolha: apagar as chamas ou deixar que a consumam.

Wind Weaver: a guardiã do vento é o primeiro volume da série Reino dos Remanescentes.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record
Inimigo imortal (Immortal Dark) – Tigest Girma

Em Inimigo Imortal, uma herdeira perdida deve se infiltrar numa sociedade misteriosa e viver com o vampiro que ela suspeita ter matado sua família e sequestrado sua irmã.

A trama acompanha Kidan Adane, uma jovem órfã etíope que cresceu distante da poderosa sociedade arcana a que pertence, onde vampiros — os dranaicos — coexistem com humanos em uma paz frágil e repleta de regras. Nesse universo, certas famílias humanas recebem habilidades especiais ao se tornarem parceiras de vampiros. Uma delas é a linhagem Adane, da qual Kidan e sua irmã desaparecida, June, são as últimas representantes.

Para desvendar o paradeiro da irmã, Kidan precisa se infiltrar na Universidade Uxlay, centro de formação para herdeiros humanos e vampiros, e enfrentar a pior parte do plano: dividir o teto com Susenyos Sagad, o vampiro suspeito de ter assassinado sua família e sequestrado June. Cruel, sedutor e determinado a tomar a herança dos Adane para si, Susenyos se torna o antagonista perfeito em um jogo de poder, segredos e sedução que vai desafiar tudo em que Kidan acredita — inclusive sua própria humanidade. No coração da narrativa está o dilema entre vingança e desejo, lealdade e traição.

Além da atmosfera gótica irresistível, Inimigo Imortal traz fortes elementos de ancestralidade africana, com referências diretas à cultura e à língua amárica da Etiópia, país da autora e da protagonista.

Com personagens moralmente ambíguos que os leitores vão amar odiar (ou odiar amar), o livro é perfeito para quem busca uma fantasia envolvente, carregada de sensualidade, mistério e crítica social, tudo isso em um universo onde as aparências enganam e o amor pode vir do lugar mais inesperado.

Imagem: reprodução/Grupo Galera Record

 

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Texto revisado por Larissa Couto

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Crítica | Na Teia da Aranha é uma hilariante e caótica ode ao ato de fazer cinema

Com direção de Kim Jee-woon e um elenco estelar liderado por Song Kang-ho, o longa mistura comédia, crítica social e amor ao cinema em uma das experiências mais criativas do cinema coreano recente

O cinema sob pressão, a obsessão por uma obra-prima e o caos criativo ganham vida em Na Teia da Aranha (Cobweb, 2023), dirigido por Kim Jee-woon. Ambientado na Coreia dos anos 1970, o filme nos transporta para os bastidores de uma produção fictícia em meio à repressão da censura militar. Com estética metalinguística, ritmo alucinado e humor afiado, o longa estreia como uma carta de amor (e ironia) ao fazer cinematográfico, equilibrando crítica e celebração de forma magistral.

Song Kang-ho, um dos atores mais respeitados da Coreia do Sul (e vencedor em Cannes por Broker), interpreta Kim Ki-yeol, um diretor obcecado em refilmar o final de seu filme após o término das gravações. Convencido de que pode transformá-lo em uma obra-prima, ele embarca em uma jornada insana, com apenas dois dias para realizar a nova versão, escondido dos censores e enfrentando um set colapsando de estresse e egos.

Na Teia da Aranha
Foto: reprodução/pandora filmes

A performance de Song é, como sempre, magnética: ele oscila entre genialidade e colapso com um timing cômico impecável. O elenco de apoio também brilha, com Lim Soo-jung, Oh Jung-se, Jeon Yeo-been e Krystal Jung em papéis que mesclam caricatura e sensibilidade, refletindo o absurdo dos bastidores de uma produção repleta de vaidades e tensões políticas.

Visualmente, o filme é uma aula de criatividade. Kim Jee-woon usa a fotografia para alternar entre a realidade caótica do set (em cores) e a estética idealizada da obra-prima (em preto e branco), criando contrastes que elevam a experiência metacinematográfica. A montagem de Yang Jin-mo (Parasita) mantém o ritmo intenso, enquanto a trilha sonora de Mowg reforça tanto a tensão quanto a comédia absurda que permeia o longa.

Na Teia da Aranha
Foto: reprodução/pandora filmes

Na Teia da Aranha é mais do que um filme sobre cinema, é sobre resistência criativa, obsessão artística e o eterno confronto entre ideal e realidade. A sátira sobre a censura da ditadura sul-coreana dos anos 1970 ressoa de maneira surpreendentemente atual, em tempos onde a liberdade artística ainda é posta à prova em muitos lugares.

No fim das contas, Kim Jee-woon entrega uma obra divertida, inteligente e tecnicamente primorosa. É uma experiência que agrada tanto os cinéfilos apaixonados quanto quem busca uma comédia diferente, com personalidade de sobra. Na Teia da Aranha é uma joia do cinema sul-coreano moderno, bagunçada, bela e brilhantemente louca.

 

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Leia também: 10 filmes coreanos aclamados pela crítica

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Julia Manikk lança Você Não Soube Me Amar, carro-chefe de seu álbum de estreia

O single marca o início da nova era da cantora, 5592

Dando início a uma nova fase em sua carreira, Julia Manikk lança Você Não Soube Me Amar, primeiro single inédito desde 2022 e faixa de destaque de seu aguardado álbum de estreia, 5592, previsto para agosto. A canção está disponível nas plataformas digitais desde o dia 6 de junho e terá seu clipe oficial lançado no dia 13 de junho.

Você Não Soube Me Amar sintetiza a sonoridade afro-latina e diaspórica que caracteriza a música de Julia, refletindo suas raízes e vivências. Nascida em Manaus, no coração da Amazônia, e filha de mãe brasileira e pai caribenho, a cantora canaliza em sua arte a complexidade de ser uma mulher nortista que transita entre o Centro-Oeste e o Sudeste, trazendo à tona temas de identidade, pertencimento e diversidade sonora.

A trajetória de Julia começou em 2019, com os singles Addiction, Holy Water e Ashes, que juntos ultrapassaram 30 mil visualizações no YouTube. A artista se preparava para sua primeira turnê quando a pandemia interrompeu seus planos. Durante o isolamento, Julia aproveitou para se aprofundar na produção musical, concluindo o curso Music Production Fundamentals for Songwriters, da renomada Berklee College of Music, em Boston (EUA).

Esse mergulho na produção impulsionou a criação de uma estética musical moderna, criativa e nostálgica — uma mistura de música eletrônica com ritmos afro-diaspóricos e caribenhos. Essa sonoridade única tem aproximado Julia de públicos diversos, com destaque para mulheres negras e a comunidade LGBTQIAPN+, que não apenas acompanha seus lançamentos, mas também sua presença carismática nas redes sociais. No Instagram, ela se define com bom humor como uma cantora pop flopada.

Com 5592, Julia Manikk mira mais do que o topo das paradas: ela quer provocar mudanças. Além da música, o projeto inclui o lançamento de Conscientemente Chique, uma coleção de 10 peças recicláveis, cada uma inspirada em uma faixa do álbum. Os looks compõem a identidade visual da nova era e serão destaque nas capas, clipes e ações promocionais. A proposta reforça o compromisso da artista com a moda sustentável — um reflexo de sua formação em Medicina Veterinária e sua atuação em pautas ambientais.

Foto: divulgação/Demi Brasil

As músicas do álbum 5592 estão sendo realizadas com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Já a coleção Conscientemente Chique conta com o apoio da Política Nacional Aldir Blanc, também no âmbito do Distrito Federal.

O lançamento do álbum será precedido por dois singles: Você Não Soube Me Amar, em junho, e Belzebu, previsto para julho. Em agosto, o disco completo chega ao público acompanhado de registros audiovisuais imersivos no formato de lyric videos, com estética cinematográfica e identidade visual marcante — parte essencial da narrativa visual criada.

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Leia também: Entrevista | “Precisei me recolher“: Rubel fala sobre instinto, simplicidade e o processo de criação do seu 4º álbum de estúdio

Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Novos atores são anunciados para a terceira temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder

Andrew Richardson, Zubin Varla e Adam Young entram para o elenco da série de fantasia

 

Foi anunciado que Andrew Richardson, Zubin Varla e Adam Young se juntaram ao elenco da terceira temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. As gravações iniciaram em um novo local de produção da série, o Shepperton Studios, no Reino Unido. Richardson integrará o elenco fixo da série, enquanto Varla e Young participarão com papéis recorrentes.

Com mais de 170 milhões de espectadores ao redor do mundo, a série de sucesso global segue como um dos principais atrativos da Amazon para novos assinantes do Prime. A próxima temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder será a mais nova adição ao catálogo do streaming. No Brasil, os membros Prime aproveitam economia, praticidade e entretenimento reunidos em uma única assinatura.

Andrew Richardson, ator britânico nascido no Canadá, estreou no teatro profissional em Guys & Dolls e foi indicado a prêmios como Emerging Talent (Evening Standard) e Ian Charleson. Com formação na Carnegie Mellon School of Drama, atuou também em Tia Vânia e Sonho de uma Noite de Verão, peça teatral por William Shakespeare. Em breve, aparecerá na série Ponies, da Peacock, ao lado de Emilia Clarke e Haley Lu Richardson.

Foto: divulgação/Ivan Weiss

Zubin Varla, ator e cantor britânico formado pela Guildhall School, venceu o Prêmio Olivier 2023, por Tammy Faye, e foi indicado por A Little Life e Fun Home. Com uma carreira marcante no teatro, atuou em produções da Royal Shakespeare Company, National Theatre e Young Vic. Na TV, participou de séries como Andor (2022), Deep State (2018) e Silent Witness (1996). Além de Os Anéis de Poder, está envolvido em novos projetos da BBC e Netflix.

Foto: divulgação/Leon Puplett

Adam Young é um ator britânico formado pela Mountview Academy of the Arts, conhecido por seu papel em Don’t Breathe 2 (2021). Estreou no cinema com Dois pela Alegria (2018) e atuou em filmes como Clergymen e Ultra. Na TV, participou de séries como Mestres do Ar, EastEnders, The Witcher: Blood Origin e Sex Education. No teatro, acumula trabalhos em produções como Redlands, Withnail and I, The Duchess of Malfi e diversas peças de Shakespeare.

Foto: divulgação/Abby Dunlavy

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder tem se destacado como um fenômeno global, conquistando uma base de fãs ampla e engajada. A série foi elogiada pela crítica por seu escopo épico e alto valor de produção, com as duas primeiras temporadas recebendo o selo Certified Fresh, no Rotten Tomatoes. A primeira temporada se tornou a maior estreia da história do Prime Video, enquanto a segunda marcou a temporada de retorno mais assistida em termos de horas vistas.

A produção é liderada pelos showrunners e produtores executivos J.D. Payne e Patrick McKay, com o apoio de Lindsey Weber, Justin Doble, Kate Hazell e Charlotte Brändström, que também atua como diretora executiva. Matthew Penry-Davey assina como produtor, enquanto Ally O’Leary, Tim Keene e Andrew Lee são coprodutores.

Todos os episódios das duas temporadas estão disponíveis exclusivamente no Prime Video, em mais de 240 países e territórios, com legendas e dublagens em diversos idiomas.

 

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Texto revisado por Larissa Suellen

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