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Crítica | O Brilho do Diamante Secreto é visualmente hipnótico, mas se perde em referências e falta de direção

Com muito couro, cortes secos e espelhos por todos os lados, o filme parece mais preocupado em homenagear o cinema de gênero do que em contar uma história com peso emocional

O Brilho do Diamante Secreto é um delírio audiovisual assinado pelos diretores Hélène Cattet e Bruno Forzani, dupla belga conhecida por mergulhar fundo em estéticas retrô, narrativas fragmentadas e um amor declarado ao cinema de gênero europeu, especialmente o giallo, os filmes B de espionagem e os quadrinhos pulp italianos. Neste novo longa, eles jogam todos esses elementos em uma espécie de liquidificador narrativo que gira entre passado, presente e imaginação.

A trama gira em torno de John Dimon, um homem idoso e melancólico (vivido por Fabio Testi) que vive em um hotel chique na Côte d’Azur, observando mulheres na praia e mergulhando em lembranças (ou alucinações?) de seus tempos como superespião, papel assumido na juventude por Yannick Renier

Aos moldes de um James Bond vintage, o jovem John embarca em uma missão: proteger um figurão chamado Marcus Strand, envolvido com uma nova fonte de energia que atrai inimigos poderosos. No caminho, John se alia a uma femme fatale sem nome (Céline Camara), que usa um vestido espelhado como arma, e enfrenta a misteriosa Serpentik, uma vilã interpretada por várias atrizes, talvez representando todas as mulheres que já cruzaram o caminho do espião.

Mas o que parece uma trama clássica de espionagem logo se revela muito mais caótica e, infelizmente, muito menos interessante. O filme abandona rapidamente qualquer estrutura tradicional de começo, meio e fim para apostar em um estilo fragmentado, quase psicodélico, onde tudo parece ser memória, sonho ou devaneio. Pode ser que o que estejamos vendo seja, na verdade, o próprio filme Missão Serpentik, uma obra fictícia dentro do filme. Ou talvez apenas a mente confusa e nostálgica de John tentando reconstruir uma juventude idealizada. O roteiro se recusa a dar respostas, o que não seria um problema, se o caminho até o final fosse minimamente envolvente.

O Brilho do Diamante Secreto
Foto: reprodução/poltrona nerd

Estilo em primeiro, segundo e terceiro lugar… Não dá pra negar que visualmente o filme é marcante. Cattet e Forzani sabem construir imagens impactantes. O uso de cores vibrantes, os cortes secos, os quadros congelados, os espelhos por toda parte, os brilhos exagerados, as texturas do couro e das lâminas, tudo remete à estética pulp com um cuidado artesanal. 

Em momentos isolados, essas cenas são um deleite para quem curte esse tipo de cinema-experiência. Só que O Brilho do Diamante Secreto não vive só de momentos. E quando você junta tudo, o que sobra é repetição.

A cada sequência, o filme insiste em reforçar seus truques visuais: closes dramáticos, cortes circulares, imagens duplicadas, sons estridentes, e aquela sensação de que já vimos isso antes… Umas dez vezes, inclusive dentro do próprio filme. O que deveria ser provocador vira exaustivo. A ausência de uma linha narrativa clara poderia ser uma escolha criativa poderosa, se houvesse alguma emoção sustentando tudo isso. Mas os personagens, além de serem rasos, parecem existir apenas para ilustrar o conceito visual da vez.

Em certo ponto, a experiência de assistir O Brilho do Diamante Secreto lembra a de ver um trailer de três minutos sendo estendido à força por mais de uma hora e meia. Você entende a proposta, reconhece os acenos aos clássicos, mas fica se perguntando: e daí? É bonito? Às vezes. É interessante? Nos primeiros vinte minutos. É envolvente? Raramente. O maior pecado do filme talvez seja esse: querer ser tantas coisas ao mesmo tempo e esquecer de ter alma.

O Brilho do Diamante Secreto
Foto: reprodução/poltrona nerd

Enquanto o filme brinca de colagem visual, a conexão emocional com os personagens e a história simplesmente não acontece. John Dimon, tanto velho quanto jovem, é uma figura que nunca se materializa de verdade e isso compromete qualquer tentativa de imersão.

Não há tensão real, não há drama interno, não há nem mesmo um arco narrativo. Só estilo.

Um experimento com prazo de validade curto. Se você é fã de cinema experimental, visualmente ousado e cheio de homenagens, pode até encontrar algum prazer em O Brilho do Diamante Secreto. Mas, para a maioria das pessoas, o filme provavelmente vai soar como uma obra esteticamente interessante, porém emocionalmente vazia. A ousadia da dupla de diretores é inegável, pois é preciso coragem pra fazer um filme como esse. Mas entre provocar e alienar o espectador, Cattet e Forzani acabam optando pela segunda opção.

No fim das contas, O Brilho do Diamante Secreto é como um diamante encrustado demais: brilha tanto por fora que ninguém lembra de olhar pra dentro.

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Entretenimento Notícias

O Mapa que me Leva até Você chega ao streaming em agosto 

Longa traz viagem pela Europa, encontros inesperados e uma paixão transformadora

Foram divulgadas as primeiras imagens de O Mapa que me Leva até Você, novo filme protagonizado por Madelyn Cline (Outer Banks) e KJ Apa (Riverdale), que promete encantar os fãs de histórias românticas intensas.

Foto: divulgação/Prime Video

Inspirado no livro homônimo de J.P. Monninger, o longa acompanha Heather (Cline), uma jovem que embarca em uma viagem pela Europa, ao lado das melhores amigas, antes de seguir o roteiro de uma vida cuidadosamente planejada. No caminho, ela cruza com Jack (Apa), um estranho charmoso e enigmático, dando início a uma conexão arrebatadora.

Foto: divulgação/Prime Video

A relação entre os dois cresce de forma inesperada, revelando segredos e sentimentos que vão colocar em xeque tudo o que Heather acreditava saber sobre si mesma e sobre o amor.

Foto: divulgação/Prime Video

Com direção de Lasse Hallström (Querido John, Um Porto Seguro), o elenco conta ainda com Madison Thompson, Sofia Wylie, Orlando Norman e Josh Lucas. O roteiro é assinado por Vera Herbert e Les Bohem, com produção de Martin Bowen, Wyck Godfrey, John Fischer e Isaac Klausner

O romance estreia no dia 20 de agosto, no Prime Video.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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A Namorada Ideal: nova série de drama ganha data de estreia e primeiras imagens

Adaptação do livro de Michelle Frances expõe os conflitos entre sogra, filho e nora em uma trama cheia de segredos

Nesta segunda (14), foram divulgadas as primeiras imagens da nova série de drama A Namorada Ideal, que estreia no streaming no dia 10 de setembro. Uma vida perfeita pode desmoronar em segundos e é exatamente esse enredoque a produção promete entregar. Estrelada por Robin Wright e Olivia Cooke, a série disponibilizará todos os seis episódios de uma vez só.

Foto: divulgação/Prime Video 
Foto: divulgação/Prime Video

Baseada no livro homônimo de Michelle Frances, a história gira em torno de Laura (Wright), uma mulher realizada profissionalmente, com um casamento sólido e um filho exemplar, Daniel. Mas tudo começa a desmoronar quando ele apresenta sua nova namorada, Cherry (Cooke). A tensão cresce e a desconfiança passa a dominar a casa.

Foto: divulgação/Prime Video

Laura tem certeza de que Cherry esconde algo: será que ela é uma alpinista social ou Laura está apenas sendo paranoica? A série brinca com as percepções e instiga o público a escolher de que lado está.

Além de Wright e Cooke, o elenco ainda conta com Laurie Davidson, Waleed Zuaiter, Tanya Moodie, Shalom Brune-Franklin, Karen Henthorn, Anna Chancellor, Leo Suter e Francesca Corney.

A produção é assinada pela Imaginarium Productions e pelo Amazon MGM Studios, com exclusividade para o catálogo do Prime Video.

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Texto revisado por Gabriela Fachin

 

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BossNoeul no Brasil: confira tudo que rolou no fanmeeting do BL The Boy Next World

O ship tailandês prometeu e cumpriu, entregando muita química em todo o show

Matéria escrita por Paula Fernandes (@aoutrapaula)

Carinho, empolgação e boas doses de ousadia preencheram o fanmeeting do ship BossNoeul, da série The Boy Next World. O evento aconteceu no sábado (12), em São Paulo, no espaço Studio Stage, organizado pela Sam Entreteniment.

Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

Ainda nas filas de espera, os fãs estavam ansiosos pela interação e contaram com muita emoção sobre o significado daquele momento em suas vidas: “Conheci o trabalho dos dois num momento muito delicado e eles me tiraram do fundo do poço. Eu precisava desse momento e sei que será incrível porque eles são incríveis”, disse Mariana, bastante emocionada.

E as expectativas para o grande momento eram variadas: “Quero muita música e muita interação”, “Preciso que o Boss agarre aquele homem, que agarre o Noeul, por favor” e “A gente merece ver um beijo, queremos um beijo!”, foram algumas das “exigências” do público, que foram plenamente atendidas!

Durante o evento com muito papo, os fãs receberam muito carinho da dupla, que fez questão de exaltar o quão importante o público é para o sucesso dos Boys Love (BLs), principalmente fora da Tailândia. A barreira do idioma parece desaparecer e as interações aconteceram de forma natural, revelando um Boss muito emocionado com a plateia e um Noeul tímido, impressionado com as demonstrações de afeto dos brasileiros.

“Eu não imaginava que teria tanta gente!”, contou Boss, “Eu sinto o amor de vocês e sei o quanto esperaram por isso! Mas estamos aqui agora e vamos nos divertir!”, acrescentou Noeul, com muito afeto na fala.

Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

A apresentação do evento ficou por conta de Érica Imenes (@ericaimenes / @ericaimenes), jornalista e influenciadora digital que domina as pautas de cultura coreana, GLs e BLs tailandeses e outras culturas asiáticas. A dinâmica da Mestre de Cerimônias (MC) deu o tom do evento, indo de perguntas sérias e emotivas até as brincadeiras que entregaram tudo que o público mais queria: presenciar a interação entre os atores ao vivo.

No chamado “momento fofoquinha”, a MC apresentou fotos dos dois e conversou sobre os momentos em que foram tiradas, tirando deles mais informações sobre a dinâmica super íntima entre eles. Depois de dois trabalhos importantes juntos, de grande repercussão (Love In The Air e The Boy Next World), o casal faz questão de demonstrar que sabem muito bem trabalhar juntos e envolver o público no romance ficcional.

Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

Ao longo do papo, as perguntas do público também marcaram presença. Respondendo com muita leveza, Boss e Noeul contaram que o sucesso do drama, principalmente fora da Tailândia, é por conta do amor dos fãs e falaram mais de uma vez que pretendem voltar ao país.

Eles ainda contaram que passaram pelo Beco do Batman, ponto turístico e de manifestação artística importante de São Paulo, e deixaram suas marcas nas paredes.

Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

Durante uma das dinâmicas, Boss chegou a se emocionar com a participação da plateia. Com o público repetindo “Te amo!” por vários minutos seguidos, o ator segurou o choro e foi amparado pela MC e por seu parceiro de trabalho. Uma das falas que mais divertiram o público veio logo depois, revelando as características pessoais dos artistas: “Diferente do Cir, o Boss é todo, sabe, carente e carinhoso, e eu sou mais quieto, tímido”, contou Noeul.

Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

Nas performances, o show começou com a OST oficial do BL, Parallel. Em outro momento, Noeul apresentou uma música solo, seguido do show de Boss. Todos os momentos musicais foram acompanhados a plenos pulmões pelo público, que não deixou de se engajar por nenhum momento com o ship.

Foram mais de 2h de brincadeiras, músicas, performances, flertes descarados e momentos que com certeza ficarão na memórias de todos. Especialmente em três momentos, Boss e Noeul foram desafiados a vencer brincadeiras com o público, que envolviam retirar rosas do corpo do outro com a boca, recriar cenas do drama que estrelaram (The Boy Next World) e o famoso “pepero game”, que levou o casal a protagonizar um “quase” beijo. Os momentos arrancaram gritos animados da plateia, pela interação entre os atores e a expectativa por cenas um pouco mais “ousadas”.

Foto: arquivo pessoal/Entretetizei
Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

Os atores ainda arriscaram passinhos de funk e apareceram com a camisa da seleção brasileira, de surpresa para os fãs. Como última atividade com o público, a dupla preparou a apresentação da música Die With a Smile, de Bruno Mars, deixando os fãs ainda mais apaixonados pela dupla.

Os fãs também realizaram uma homenagem aos atores e puderam tirar fotos, meet & greet e hi-touch, aproveitando tudo que o ship ofereceu no evento. Após todas as interações com os artistas, vários fãs relataram a simpatia e o carinho da dupla com os brasileiros, reforçando a ideia de que de fato voltarão ao Brasil. 

Foto: reprodução/Marina Menna (@marimennakpoper)
Foto: arquivo pessoal/Entretetizei

Nós estaremos aguardando ansiosamente! E você: gosta de BLs? Acompanha os trabalhos do Boss e do Noeul? Qual próximo fanmeeting você gostaria de ver no Entretê? Conta para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

#FanmeetingBossNoeul | #TBNW_FMBRAZIL

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Texto revisado por Simone Tesser

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Autora de sucesso lança novo romance imperdível

Uma lua de amor, de Paula Toyneti Benalia, leva o leitor até a Londres do século XIX em uma narrativa intensa que cruza perdas, silêncios e redenção

Em Uma lua de amor, novo romance de Paula Toyneti Benalia, o frio cortante da Londres vitoriana e as duras regras sociais da época servem de pano de fundo para um enredo arrebatador. 

Em meio a traições, vícios, sequestros e mágoas profundas, dois personagens em ruínas encontram, no amor verdadeiro, uma inesperada chance de redenção.

Um plano cruel, um encontro improvável

O desejo de vingança leva o duque Gabriel a arquitetar um sequestro, mas o destino tem outros planos.

Gabriel, um duque falido e entregue ao vício, jura nunca mais se apaixonar após ser abandonado por Sarah, a mulher que acreditava amar. Cego pela dor, ele planeja uma vingança devastadora: sequestrar Isabel, a jovem e inocente irmã de Sarah, e forçá-la ao casamento.

Sua intenção é arruinar a reputação da moça e recuperar parte do prestígio perdido. Mas Isabel, idealista e doce, surpreende Gabriel com uma força interior que ele não esperava, e com sentimentos que ele pensava ter deixado para trás.

 

Nada me restava a não ser a vingança. Eu havia perdido tudo: minha mãe pela doença e minha irmã pelo ódio. O que sobrou? Dinheiro, nenhum; família era inexistente […] Sarah, o grande amor da minha vida, também me abandonou, enterrando-me com uma facada nas costas.” (p. 14)

Dois protagonistas, duas feridas abertas

A narrativa alternada revela as dores, os desejos e as transformações de Isabel e Gabriel.

Narrado sob a perspectiva dos dois protagonistas, a história mergulha no íntimo de Gabriel e Isabel, revelando suas fragilidades, sonhos e lutas internas. Isabel desafia estereótipos com sua delicadeza firme e generosa, mostrando que há força mesmo na ternura. Gabriel, por outro lado, é o retrato de um homem marcado por perdas, que precisa reaprender a sentir e a se perdoar.

Amor, dor e reconstrução

Uma história de escolhas difíceis, perdão e o poder transformador dos sentimentos verdadeiros. Mais do que um romance de época, Uma lua de amor é uma jornada emocional que atravessa os limites do orgulho, do desejo e do arrependimento. 

Com escrita fluida, personagens complexos e dilemas morais densos, Paula Toyneti Benalia entrega uma obra que fala de recomeços e da possibilidade de amar mesmo após a queda.

Nesta nova obra, a autora mostra mais uma vez sua habilidade em explorar as nuances da alma humana, equilibrando drama, sensualidade e esperança. Paula reafirma seu lugar entre as autoras mais sensíveis do romance nacional.

Uma lua de amor é uma leitura intensa, que emociona e inspira, perfeita para quem busca histórias que toquem fundo e aqueçam o coração.

Sobre a autora

Paula Toyneti Benalia é psicóloga e escritora, apaixonada por desvendar a alma humana e criar histórias que emocionam. Iniciou sua trajetória literária em 2016 e, desde então, publicou 11 livros por diversas editoras.

Seu maior sucesso é a série Deusas de Londres (2023), best-seller da Amazon com 3 milhões de páginas lidas. Em 2024, uniu sua formação em psicologia à escrita no livro de não ficção A lógica da infelicidade. Agora, publica Uma lua de amor pela editora The Gift Box.

 

Foto: divulgação/Paula Toyneti Benalia

 

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Leia também: Super Junior celebra 20 anos com novo álbum e MV

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Nova série nacional original, Jogo Cruzado chega ao streaming

Estrelada por um elenco de peso, a produção traz histórias potentes que vão além do futebol

 

Sendo a nova aposta do streaming, Jogo Cruzado tem o futebol como ponto de partida, mas vai além das quatro linhas. A série mergulha em histórias sobre amizade, identidade, diversidade e descobertas pessoais.

Matheus (José Loreto) e Elisa (Carol Castro) são os personagens principais da trama. Ela é uma jornalista esportiva, enquanto ele é um artilheiro de futebol, muito conhecido por suas farras fora do campo, mas que tem a carreira interrompida por um problema de saúde. 

Enquanto isso, Elisa recebe a maior oportunidade da sua carreira: apresentar seu primeiro programa de esportes. Parece um sonho, até ela descobrir que vai dividir a bancada com seu maior desafeto, Matheus. 

E o resto da história? Você vai descobrindo ao longo dos episódios. 

Jogo Cruzado
Foto: Divulgação/Disney Plus

A produção nacional investe em um roteiro com muito humor e emoção para conquistar o coração do público, gostando de esportes ou não. Além de contar com um elenco incrível, nomes consagrados do futebol também fazem participações especiais ao longo da trama, como Cafu, Bebeto, Casagrande, Joel Santana e Mauro Neves. 

Ao longo dos oito episódios, Jogo Cruzado dialoga com o público jovem, e o desentendimento entre os personagens principais faz com que os espectadores fiquem presos na narrativa. 

Além dos grandes nomes do esporte, o elenco traz também artistas como Leandro Ramos (Lucca), Luciana Paes (Suzana), Gabriel Santana (Kauê), Danilo Moura (Pira), Aline Dias (Milla), Nando Cunha (Cledir), Ravel Cabral (Laércio) e Roberto Birindelli (Ernesto).

Com direção geral de Pedro Amorim e direção de episódio de Maria Farkas, a série é produzida pela Intro Pictures, criada por Ariana Saiegh e roteirizada por Álvaro Campos, Flavia Boggio, Leandro Muniz e Camila Kertzman. Jogo Cruzado é desenvolvida por Cabe e Pol Bossi.

Todos os episódios da nova série já estão disponíveis, e você pode conferir a produção no Disney+.

 

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Leia também: Julho chegou com lançamentos no streaming que vão prender sua atenção 

Texto revisado por Ketlen Saraiva 

 

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Produção da série Harry Potter é iniciada

A série é muito esperada pelos fãs dos livros de J. K. Rowling

A produção da nova série original de Harry Potter já teve início nos estúdios de Leavesden, Reino Unido. Também foram anunciados novos nomes para o elenco e profissionais que vão liderar departamentos criativos da série.

A produção da HBO, que revisita o universo mágico criado pela autora J. K. Rowlling, anunciou os atores que darão vida a personagens amados pelos fãs, como Rory Wilmot que interpreta Neville Longbottom; Amos Kitson que assume o papel de Duda Dursley; Louise Brealey que dará vida a Madame Rolanda Hooch e Anton Lesser será Garrick Olivaras.

Os atores mirins responsáveis por darem vida ao famoso “trio de ouro” já foram anunciados anteriormente. Dominic McLaughlin será o novo Harry Potter, Arabella Stanton interpretará Hermione e Alastair Stout será Ron Weasley.

Foto: reprodução/ Rolling Stone

Além disso, também foi revelado quem estará à frente da magia por trás das câmeras: a direção de fotografia fica nas mãos de Adriano Goldman, Cate Hall será designer de cabelo e maquiagem, a coordenação de dublês será de Paul Herbert.

Outros nomes também foram anunciados, como a supervisão de efeitos especiais que será responsabilidade de Mark Holt. A designer de produção é Mara LePere-Schloop, a decoração de set é de Naomi Moore, a supervisão de criação de criaturas é de John Nolan, o supervisor de efeitos visuais será Alexis Wajsbrot, enquanto o produtor de VFX é Dom Sidoli, além da designer de figurino Holly Waddington, anunciada anteriormente. 

A série é produzida pela HBO em parceria com a Brontë Film and TV e Warner Bros. Television. O roteiro e a produção são de Francesca Gardiner, com Mark Mylod na produção executiva e direção de vários episódios. Também estão na produção executiva J. K. Rowling, Neil Blair e Ruth Kenley-Letts, da Brontë Film and TV, e David Heyman, da Heyday Films. 

A estreia da produção está prevista para 2027 na HBO e HBO Max.

 

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Leia também: Elenco adulto da série Harry Potter é divulgado – confira os nomes

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cultura turca Especiais Notícias

Especial | Dia da Democracia e da Unidade Nacional: uma lembrança de resistência turca

Os turcos comemoram neste dia (15) o fracasso de uma tentativa de golpe militar no país

 

Em memória à resistência turca contra um golpe militar no país, que aconteceu em 15 de julho de 2016, foi instituído o Dia da Democracia e da Unidade Nacional (Demokrasi ve Milli Birlik Günü). O feriado nacional marca o dia em que alguns militares ocuparam alguns locais estratégicos (pontes e aeroportos) no país, em prol da ordem democrática

A ação foi motivada por tensões políticas e a discordância deste grupo de militares com a forma de governar do presidente da Turquia.

Foto Dia da Democracia e da Unidade Nacional.
Foto: reprodução/Exame
O que aconteceu?

Na noite do dia 15 de julho de 2016, alguns militares turcos se dirigiram até pontos estratégicos do país, como pontes em Istambul e os principais aeroportos, tomando estes lugares. Nesse momento, anunciaram que iriam assumir o poder na Turquia.

Na capital turca, Ancara, além de helicópteros e caças bombardearem partes do Parlamento e da sede da polícia local, aconteceram ataques próximos ao Palácio Presidencial.

O presidente na época, Recep Tayyip Erdoğan, que ainda se encontra no poder, pediu então que o povo turco, muito patriota, fosse às ruas lutar pelo país. Após horas de confrontos, nas quais a violência preencheu as ruas das principais cidades da Turquia, a população conseguiu barrar o avanço dos militares e estes foram presos.

Foto Dia da Democracia e da Unidade Nacional.
Foto: reprodução/G1
Quem foram os responsáveis?

O governo da Turquia atribuiu o golpe militar frustrado ao líder religioso islâmico Fethullah Gülen e seus seguidores. Antes aliado de Erdoğan, o pregador turco e fundador do Movimento Hizmet (em português: Serviço) tornou-se um opositor do presidente. Gülen, que em 1999 se exilou nos Estados Unidos, negou envolvimento.

Filho de um também pregador islâmico, o movimento que criou tinha como objetivo propagar o islamismo de forma moderada, promover educação no estilo ocidental, mercados livres e uma comunicação respeitosa entre pessoas de diferentes tradições religiosas. Após a tentativa de golpe, o movimento perdeu força na Turquia e fora do país.

Pessoas que simpatizam com o movimento liderado por Gülen não acreditam que o líder religioso foi responsável pelo golpe fracassado. Sob estas acusações por parte do governo turco nos últimos anos de vida, Fethullah Gülen faleceu em outubro de 2024.

Foto Fethullah Gülen.
Foto: reprodução/G1
Consequências

De acordo com dados oficiais, os confrontos no dia 15 de julho, que duraram poucas horas, acarretaram em cerca de 300 mortos e mais de 2 mil feridos, entre eles civis, policiais, soldados e pessoas que tentaram o golpe de estado. 

Na sequência do ocorrido, milhares de pessoas foram detidas e o governo deu início a uma massiva demissão e suspensão de funcionários públicos, profissionais no exército, na magistratura, no ensino e na economia. Tudo isso alegando que estas pessoas eram simpatizantes de Fethullah Gülen.

O presidente da Turquia, poucos dias após o acontecido, declarou estado de emergência por três meses, o que permitia assinar novas leis antes de obter aprovação do Parlamento, bem como limitar ou suspender os direitos e liberdades que julgar necessários.

Foto presidente da Turquia.
Foto: reprodução/G1

Além disso, várias instituições de ensino tiveram seus fechamentos decretados e professores foram suspensos até ser averiguado se tinham vínculos com Gülen. Dentre os meios de comunicação locais e também alguns de audiência nacional, jornais, emissoras de televisão e estações de rádio foram ordenadas a fechar.

A repressão do governo turco posterior ao golpe que falhou teve um saldo de pelo menos 77.000 pessoas presas e 150.000 funcionários públicos (que incluía professores, juízes e soldados) suspensos sob o regime de emergência. Buscando como alvo os seguidores do líder religioso, tais prisões e a repressão à imprensa foram motivo de preocupação para os opositores do presidente.

Feriado nacional

Como forma de lembrar o ocorrido, o dia 15 de julho se tornou um feriado nacional. Foi oficializado pelo presidente da Turquia no mesmo ano da tentativa do golpe, em 29 de outubro, data em que se comemora o Dia da República da Turquia — fundada em 1923 por Mustafa Kemal Atatürk. A cerimônia oficial ocorreu em Ancara, no Mausoléu dedicado a ele.

Foto Dia da Democracia e da Unidade Nacional.
Foto: reprodução/Anadolu Ajansı

 

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Leia também: Atatürk, juventude e esportes: o legado que a Turquia celebra em maio

 

Texto revisado por Simone Tesser

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