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The Dream: o álbum de estreia do duo The Favors, com Finneas e Ashe, já está disponível

O primeiro disco traz também o lançamento do clipe de David’s Brother

 

A parceria musical de Finneas e Ashe chegou! O duo, intitulado de The Favors, acaba de lançar seu álbum de estreia The Dream, via Darkroom Records. E a estreia é dupla: a animada faixa foco do projeto, David’s Brother, chega acompanhada de um videoclipe dirigido por Claudia Sulewski, trazendo a banda completa com a participação de Matthew Fildey (Ricky “Rat” Gourmet) e David Marinelli (Marinelli).

David’s Brother é um single animado e, ao mesmo tempo, nostálgico. A canção captura vividamente a tensão inerente de encontrar alguém por acaso e a luta pelo equilíbrio e autocontrole — tudo isso envolto na produção animada e colaborativa, que define o projeto da banda.

Ambientado em um bar, o vídeo destaca a química natural e o vínculo genuíno entre eles enquanto relembram, riem e celebram. Traduzindo a alegria e a união que são a essência do The Favors. As harmonias brilhantes e os versos solos alternados seguem naturalmente o diálogo íntimo que também caracteriza The Little Mess You Made e The Hudson.

The Dream é um projeto sem regras que revive o calor e o groove do pop dos anos 70 com composições afiadas, harmonias exuberantes e um toque distintamente moderno. Inspirando-se profundamente na era de ouro de Laurel Canyon, o disco canaliza a narrativa íntima e a melancolia ensolarada de artistas como Carole King e Simon & Garfunkel — filtrada por uma lente cinematográfica que se estende de uma costa a outra.

A banda é liderada pelos amigos e colaboradores de longa data Finneas e Ashe, que conquistaram corações pela primeira vez com seu hit de 2019, Moral of the Story, e o seguiram com Till Forever Falls Apart, de 2021. Algumas músicas trazem a cidade de Nova York em foco vívido enquanto, em sua essência, o álbum permanece enraizado em Los Angeles, onde sua maior parte foi escrita e gravada pessoalmente na sala de estar de Finneas O’Connell, acompanhado por seus membros da banda solo Rat e Marinelli.

The Favors
Imagem: Reprodução/Darkroom Records

Era só uma bateria, um velho CP80, um piano elétrico, uma guitarra, um baixo, e Ashe e eu cantando juntos”, relembra o cantor e compositor norte-americano. “É assim que todo artista sonha em fazer um disco”, acrescenta Ashe. E completa: “As pessoas não gravam mais vocais ao vivo juntas — foi tão romântico e divertido”.

Finneas continua: “É um verdadeiro álbum de longa duração […] Do tipo que você coloca para ouvir do começo ao fim enquanto cozinha com os amigos”. “Queremos que você se sinta aquecido, aconchegado e de coração partido ao mesmo tempo”, conclui a dupla de The Favors.

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Aerosmith e YUNGBLUD lançam novo single My Only Angel

A faixa faz parte de One More Time, EP colaborativo entre Aerosmith e YUNGBLUD, com estreia marcada para novembro 

Aerosmith (Steven Tyler, Joe Perry, Brad Whitford, Tom Hamilton e Joey Kramer) está de volta com material inédito após mais de uma década e em grande estilo. A banda norte-americana se uniu ao astro britânico YUNGBLUD no EP One More Time, que será lançado no dia 21 de novembro pela Capitol Records.

A idealização da parceria teve início após a gravação conjunta da faixa Hello Heaven, Hello, momento em que YUNGBLUD conheceu a lendária banda. Assim, o que era pra ser apenas uma participação especial acabou se estendendo para a criação do EP.

Produzido por Matt Schwartz, o projeto reúne quatro faixas originais, escritas em parceria entre a banda e YUNGBLUD, além de uma nova versão de Back In The Saddle, lançada originalmente pelo Aerosmith em 1976. O EP marca um encontro de gerações do rock, com Steven Tyler e YUNGBLUD dividindo os vocais das músicas.

O primeiro single do EP, My Only Angel, já está disponível em todas as plataformas digitais acompanhado do clipe oficial. A faixa tem um início intimista, com a voz de Tyler em vocais a cappella, e cresce ao lado das guitarras de Joe Perry e Brad Whitford e a energia de YUNGBLUD. O resultado é um refrão poderoso conduzido por YUNGBLUD e Tyler, que culmina em um solo marcante de Perry.

Assista ao clipe oficial e ouça a faixa aqui:

As cinco faixas mostram o estilo de YUNGBLUD colidindo com a musicalidade etérea do Aerosmith. O baterista Matt Sorum (ex-Guns N’ Roses e Velvet Revolver) também integra a formação neste trabalho. A capa do álbum também chama a atenção, com produção exclusiva de Joe Foti.

A versão física de One More Time já está disponível para pré-venda em edições limitadas com cards assinados pelos artistas. Há ainda opções em vinil, igualmente em pré-venda.

O anúncio oficial veio logo após a apresentação conjunta de Aerosmith e YUNGBLUD no MTV Video Music Awards 2025, após subirem ao palco em um tributo a Ozzy Osbourne.

Assista aqui:

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante 

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O legado e o impacto de Giorgio Armani na moda

O estilista que faleceu na última quinta feira, deixa um legado de sofisticação, refinamento e elegância para o mundo da moda

O mundo da moda perdeu um de seus maiores ícones. Giorgio Armani, estilista italiano que redefiniu a elegância contemporânea, morreu aos 91 anos, na última quinta feira, 4 de setembro, deixando uma trajetória marcada pela sofisticação discreta, elegância, versatilidade, pelo respeito ao feminino e pela capacidade de traduzir conforto em luxo no mundo da moda.

A MARCA E O PODER SUTIL

Foto: reprodução/Sarah Meyssonnier/Reuters

Armani construiu, ao longo de cinco décadas, uma das marcas mais influentes do planeta. Nascido em 1937 na cidade de Piacenza, no interior da Itália, sua vida sempre foi bastante humilde, sua mãe fazia as roupas da família, e o designer afirmou em seu documentário que ele e os irmãos causavam inveja em todos, pois pareciam ricos mesmo sendo pobres.

Giorgio entrou na faculdade de medicina, serviu no exército, mas sempre teve uma ligação profunda com a arte e já quis ser até diretor de cinema, sua primeira paixão.

Fundada em 1975, ao lado do parceiro Sergio Galeotti, a Giorgio Armani surgiu como um frescor em um cenário dominado por cores vibrantes, tecidos pesados e silhuetas exuberantes. Armani trouxe uma proposta inovadora para a época, que contrariava tudo aquilo que estava no topo: tecidos leves, cortes livres e limpos, paleta neutra — em especial o greige, mistura de cinza e bege que virou sua assinatura, totalmente o oposto ao que predominava no mercado. 

Com uma abordagem minimalista e refinada, ele ajustou e suavizou as linhas sempre rígidas da alfaiataria masculina e adaptou-as para o guarda-roupa feminino também, uma quebra de padrões, criando terninhos que se tornaram símbolos de poder e sutileza.

Ele mudou o vestir masculino e feminino, deixando um legado profundo para as próximas gerações na moda. A Casa Giorgio Armani ultrapassou fronteiras e se consolidou como um símbolo de estilo, elegância e beleza italiana moderna.

CINEMA E TAPETE VERMELHO

Foto: Reprodução/ Darren Gerrish/ Jeff Spicer/ David M Benett/ Lia Toby/ Steve.Granitz/ INACTIVE/ Tristan Fewings/ BFC/ Getty Images

Seu impacto ultrapassou as passarelas. O cinema foi sua grande vitrine: Armani vestiu Richard Gere em O Gigolô Americano (1980) e Kevin Costner em Os Intocáveis (1987), além de colaborar com looks para mais de 250 produções cinematográficas.

Nas premiações de Hollywood, seus looks desfilaram nos corpos de grandes estrelas no tapete vermelho, como Julia Roberts, Michelle Pfeiffer, Jodie Foster, John Travolta, Cate Blanchett e muitos outros, levando a moda como extensão e linguagem própria para fora das linhas do ateliê e das passarelas, transformando as roupas em narrativa.

Era mais do que roupa: era representação, forma, trajetória, linguagem. Assim, se tornou um objeto de desejo e de elegância com simplicidade e conforto — característica que o diferenciou de outros grandes nomes, como Roberto Cavalli e Gianni Versace. O paletó com menos enchimento, caimento mais solto, mais natural e ao mesmo tempo elegante, sem deixar de lado o refinamento e a sutileza, foi uma de suas maiores criações.

ALÉM DA MODA

Foto: Reprodução/Instagram @giorgioarmani

Visionário, o estilista também expandiu sua marca. Em 1981, criou a Emporio Armani, voltada ao público mais jovem e, no ano seguinte, tornou-se capa da revista Times, um feito raro para estilistas. Lançou linhas de acessórios, fragrâncias e roupas íntimas, com campanhas estreladas por grandes nomes, como David Beckham e Cristiano Ronaldo, que ajudaram a consolidar e ampliar a sua marca como referência global.

Foi o responsável também por confeccionar os uniformes olímpicos da seleção italiana e para times de futebol, além de criar uniformes para taxistas, aeromoças e para a polícia da Itália. 

Ainda em 2011, foi aclamado como o designer italiano de maior sucesso no mundo! Em 2019, lançou sua primeira coleção de joias finas durante a semana de alta-costura em Paris. A coleção Josephine incluiu diamantes cinzas, glamour e Paisley, usados por celebridades de renome como Brie Larson e Brooke Shields.

Armani também foi o pioneiro ao associar luxo à hospitalidade: em 2010,  inaugurou em Dubai o Armani Hotel, símbolo de seu conceito de lifestyle, com resorts e hotéis de alta classe espalhados ao redor do mundo.

A preocupação com sustentabilidade e ética também esteve em sua agenda. Em 2011, Armani tornou-se o primeiro designer de luxo a aceitar o desafio do Tapete Verde, de Livia Giuggioli Firth, promovendo a moda sustentável feita de plásticos e tecidos reciclados em coleções de gala.

Durante a pandemia de covid-19, criticou o calendário desconectado e acelerado das estações de moda, além de denunciar superproduções que estavam acontecendo na época. Sempre que podia, criticava o fast fashion — a produção em larga escala sem luxo algum — defendendo o retorno à essência: roupas bem feitas, atemporais, que respeitam quem as veste e quem as produz.

Disruptivo, Armani foi um dos primeiros grandes estilistas a transmitir seus desfiles online. Consciente, buscou combater a anorexia na moda ao banir de seus desfiles modelos que tinham um índice corporal menor do que 18. Também criticava a banalização de desfiles, que se transformaram em mero entretenimento, sem entregar o maior de todos os recursos de um desfile de moda: o vestuário e as peças ali mostradas “basta de moda como pura comunicação, basta de cruzeiros para apresentar ideias frágeis com espetáculos grandiosos” afirmou ele em entrevista.

Seu legado ultrapassa o desenho de roupas. Ele inovou e ajudou a redefinir a masculinidade ao abordar o vestuário masculino com minimalismo e deu um toque forte e andrógeno para a moda feminino ao propor ternos mais leves — os famosos terninhos femininos — de caimento natural, que ofereceram às mulheres peças de poder sutil e criativo que exalam feminilidade e autoridade. Com sua estética silenciosa e impecável, desafiou a lógica do mais é mais, provando que o verdadeiro luxo é a simplicidade.

LEGADO ETERNO

Foto: Reprodução/Instagram/@giorgioarmani

A casa Giorgio Armani permanece um império criativo, referência em elegância italiana moderna, mesclando leveza, luxo e durabilidade que ficarão para sempre em cada construção.

Giorgio trouxe para a moda um legado de discrição, refinamento, sofisticação e pertencimento duradouros. O estilista deixou um patrimônio estimado em bilhões, mas, sobretudo, nos deixou um ensinamento que ficará para sempre quando lembrarmos de sua marca: a moda pode ser, ao mesmo tempo, funcional, confortável, simples, elegante e extraordinária.

Seu nome continuará costurado na história da moda como símbolo de beleza, elegância e força na delicadeza. 

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Leituras que acolhem: 5 livros para cuidar da mente no Setembro Amarelo

Obras que oferecem reflexões, práticas simples e novos olhares para lidar com a ansiedade

Em uma era dominada pela tecnologia, em que a rotina parece nunca desacelerar, a mente paga o preço. As 24 horas do dia já não parecem suficientes diante de tantas demandas e estímulos constantes. O resultado é o aumento de um dos maiores males do século XXI: a ansiedade.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o ranking global de transtornos de ansiedade, afetando cerca de 18,6 milhões de pessoas. Diante desse cenário, pequenas pausas podem ser fundamentais — e a leitura é uma das ferramentas mais eficazes para resgatar o equilíbrio emocional.

Foto: reprodução/Literasi Senja

Pensando nisso, reunimos cinco títulos que oferecem reflexões, exercícios práticos e acolhimento para quem deseja reduzir o estresse, silenciar o crítico interno e lidar melhor com a ansiedade social.

Como Ser Você Mesmo, de Ellen Hendriksen
Foto: divulgação/Editora Cultrix/Entretetizei

Timidez, introversão e insegurança social são temas centrais desta obra da psicóloga Ellen Hendriksen. A autora mostra como o crítico interno pode sabotar situações cotidianas, desde conversas em ambientes profissionais até interações sociais em festas e reuniões. Com base em pesquisas científicas e relatos de pacientes, Hendriksen ensina a reprogramar a mente para desenvolver confiança e autenticidade. Mais do que um manual, é um guia que ajuda o leitor a abraçar quem realmente é, sem o peso da insegurança.

A Arte de Viver Dias Melhores, de Neal Allen
Foto: divulgação/Editora Cultrix/Entretetizei

Quantas vezes a voz crítica dentro da sua cabeça já fez você duvidar de si mesmo? Neal Allen, escritor e orientador espiritual, investiga a origem dessa voz — o chamado superego — que surge na infância como mecanismo de proteção, mas que, ao longo da vida, pode se tornar um sabotador silencioso. Com exercícios reflexivos e práticas acessíveis, o autor ensina a identificar, confrontar e silenciar essa autocrítica destrutiva. O resultado é uma vida mais leve, pautada pela autocompaixão e pela possibilidade real de cultivar dias mais tranquilos e felizes.

O Poder Magnético do Pensamento, de Swati Srivastava
Foto: divulgação/Editora Cultrix/Entretetizei

A insatisfação com a vida é um dilema universal, mas e se a chave para a mudança estivesse nos próprios pensamentos? Em O Poder Magnético do Pensamento, a autora Swati Srivastava apresenta como a mente pode moldar a realidade e como, mesmo em meio a dúvidas e descrenças, é possível ativar um potencial ilimitado. Combinando uma abordagem científica e espiritual, o livro convida o leitor a transformar padrões mentais e a usar a força do pensamento para atrair abundância, felicidade e sucesso.

5 Minutos de Terapia, de Sarah Crosby
Foto: divulgação/Editora Cultrix/Entretetizei

Em capítulos curtos e diretos, a psicoterapeuta Sarah Crosby mostra que é possível investir no autoconhecimento mesmo em meio a rotinas corridas. O livro traz reflexões, análises psicológicas e exercícios práticos que podem ser feitos em poucos minutos, mas que têm impacto significativo na clareza mental e no equilíbrio emocional. É uma leitura ideal para quem busca mais autoconfiança e bem-estar, sem precisar de longas horas de dedicação.

Os Monstros no Seu Cérebro, de Katherine Speller
Foto: divulgação/Editora Cultrix/Entretetizei

Voltado principalmente ao público jovem, este livro é um guia acolhedor sobre como lidar com a ansiedade e a depressão em tempos de intensas cobranças e estímulos. Katherine Speller dá voz à experiência de quem convive com esses monstros internos, oferecendo explicações acessíveis, dicas práticas e mensagens de empatia. A autora mostra que, embora a mente muitas vezes sabote e crie obstáculos, ninguém está sozinho nessa jornada — e que há caminhos possíveis para enfrentar as dificuldades e recuperar a leveza de viver.

Esses títulos são apenas um ponto de partida. Qual livro ou prática já ajudou você a enfrentar a ansiedade? Compartilhe as suas experiências em nossas redes sociais — Instagram, Facebook e X — e ajude a espalhar caminhos de acolhimento. Além disso, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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Entretenimento Livros Notícias

Quente Como o Inferno ganha edição definitiva e reforça a força do dark romance LGBTQIAPN+ no Brasil

Romance mistura intensidade, dilemas morais e representatividade queer em uma trama entre o divino e o profano

Pré-venda traz edição especial para os fãs

A Editora Euphoria, referência nacional em literatura LGBTQIAPN+, anunciou a pré-venda da edição definitiva de Quente Como o Inferno, de Marcela Talavus. O título, um dos maiores sucessos da editora, retorna com capa exclusiva e brindes colecionáveis para os primeiros compradores. A pré-venda já está disponível no site da editora e vai até 12 de outubro.

Tramas que desafiam limites entre fé e desejo

Marcando um novo capítulo para o dark romance no país, o relançamento reafirma a relevância do gênero, que combina intensidade emocional, dilemas morais e atmosfera sombria.

Em Quente Como o Inferno, o Senhor do Inferno, Caleb Heilel, tem sua vida hedonista abalada ao conhecer Benjamin Parker, filho de um pastor local. A paixão proibida entre os dois desafia as fronteiras entre fé e tentação, divino e profano. O universo da obra se expande em Sathanis, spin-off em que Leviathon Tanakh encara sua essência após ser libertado do Vale dos Ventos, enquanto uma ligação inesperada desperta nele obsessões inéditas.

Imagem: reprodução/Editora Euphoria
Narrativas que provocam e permanecem

Para Ana Luíza Barbosa, assessora da Editora Euphoria, o lançamento atende a uma crescente demanda no mercado editorial: “A literatura dark envolve e desafia o leitor. É uma narrativa que testa limites, provoca reflexões e cria experiências que permanecem mesmo após a última página.”

 

Nathalia Brandão, fundadora da editora, o sucesso do gênero reflete o interesse do público por histórias mais ousadas e representativas:“Os leitores buscam tramas que mexam com suas emoções e, ao mesmo tempo, abordem escolhas e dilemas profundamente humanos.”

Marcela Talavus consolida sua voz no gênero

Ao unir intensidade, misticismo e diversidade, Marcela Talavus se consolida como uma das principais vozes do dark romance no Brasil, fortalecendo também a posição da Editora Euphoria como referência no segmento.

Sobre a Editora Euphoria

A Editora Euphoria é especializada em romances adultos LGBTQIAPN+, com protagonismo queer em todas as obras. Muitos de seus títulos têm origem em fanfictions e conquistam leitores em busca de narrativas autênticas, intensas e representativas.

 

Ansiosos para esse lançamento?  Contem para a gente, nos sigam nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e, se gostarem de trocar experiências literárias, venham fazer parte do Clube do Livro do Entretê.

Leia também: O Verão que Mudou Minha Vida: filme irá concluir a história de Belly e Conrad Fisher

 

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Crítica | Dirigido e estrelado por Maïwenn, o filme A Favorita do Rei é monótono

Com ritmo devagar e sem clímax, a obra não desperta interesse no público

O filme A Favorita do Rei, dirigido, coproduzido e estrelado por Maïwenn, conta a história de Jeanne du Barry, uma inteligente jovem francesa que nasceu em origem humilde e que foi forçada a se prostituir, até o dia em que chamou atenção do Rei Luís XV (Johnny Depp). O rei, encantado pela beleza de Jeanne, a toma como sua favorita, um tipo de amante oficial, um romance que chocou a sociedade francesa.

Maïwenn tenta retratar Jeanne como uma mulher forte e disruptiva, que não se importa com as normas impostas pela sociedade parisiense da época. Contudo, em determinado momento da obra, a personagem praticamente implora pela aprovação de outros membros da corte francesa.

Além disso, é difícil criar empatia por qualquer personagem considerando que roteiro e montagem são monótonos e entediantes. Em muitos momentos, o uso de narração é necessário para dar maior profundidade aos personagens, algo que a história não consegue fazer por si só.

O rei, personagem de Johnny Depp, que finalmente abriu mão de personagens caricatos à la Jack Sparrow, tem poucas falas, algo que afeta o romance da história, que não passa de algo morno.

Foto: reprodução/Ingresso.com

O destaque da obra é a atuação de Benjamin Lavernhe como La Borde. O personagem encanta o público pela sua simplicidade e carinho criado por Jeanne. Outro ponto alto é a direção de fotografia, mas considerando que o filme se passa, principalmente, no Palácio de Versalhes, uma fotografia além de esplêndida era impossível.

Outro ponto que deve ser abordado é o uso de frases de efeito, que deixam a obra com um ar piegas. Além disso, a obra tenta satirizar alguns costumes da época, como a forma de se retirar na frente do rei, contudo o uso repetitivo da piada acaba perdendo a graça antes da metade do filme.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Globoplay aposta em K-drama que mistura ciência, amor e consequências do tempo congelado

Em Derretendo Pouco a Pouco, romance e ficção científica se encontram numa trama inusitada que desafia as regras do corpo e do coração

O Globoplay estreou na última quinta (18) um novo K-drama em seu catálogo: Derretendo Pouco a Pouco, série sul-coreana que traz um enredo que mistura ficção científica e romance. A história gira em torno de dois personagens que passam por um experimento de congelamento corporal e acabam acordando duas décadas depois.

Ma Dong-Chan (Ji Chang Wook), um produtor de TV, e Ko Mi-Ran (Won Jin Ah), uma jovem à procura de dinheiro rápido, se veem presos em um futuro que desconhecem, onde tudo mudou, menos suas aparências. Embora tenham sido mantidos fisicamente como estavam em 1999, o mundo ao redor mudou completamente.

O que parece ser apenas uma viagem no tempo, logo se torna uma ameaça: após o descongelamento, eles descobrem que não podem deixar a temperatura corporal ultrapassar os 33°C. Isso transforma gestos simples, como se aproximar demais ou se emocionar, em potenciais riscos à vida. 

A escolha do Globoplay em apostar em K-dramas vem acompanhando uma tendência no Brasil: o público brasileiro está cada vez mais conectado às produções asiáticas. K-dramas com roteiros criativos e visuais caprichados conquistam fãs que buscam alternativas ao conteúdo ocidental. Com títulos anteriores como Questão de Tempo (2018) e O Mundo dos Casados (2020), a plataforma reforça seu investimento nesse tipo de dramaturgia.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Música Notícias

Abraçando o reggae, IZA lança Caos e Sal e Tão Bonito

Em coletiva de imprensa, a artista falou sobre nova fase e seu mergulho em um gênero que dialoga com sua ancestralidade

Ontem (18), a cantora IZA lançou dois singles que marcam o início da nova era de sua carreira. Caos e Sal e Tão Bonito chegam acompanhados de visuais que reforçam a identidade da artista e fazem parte do projeto que explora o reggae, sonoridade já conhecida pelo público da cantora, mas que agora ganha protagonismo e dá espaço para um mergulho mais profundo no gênero.

“Sempre desejei explorar o reggae, um estilo que considero extremamente democrático por suas diversas vertentes, do R&B ao rap, do tradicional ao dancehall. Assim como o samba, o reggae oferece uma riqueza de sonoridades que me identificam profundamente. Além disso, a mensagem de paz, amor, liberdade e consciência política defendida pelos precursores do gênero ressoa muito comigo. É um estilo que eu namoro há muito tempo”, reflete a artista.

Resgatando sua afinidade com Kemet, nome original do antigo Egito, que significa terra preta, IZA traz para sua nova fase um conceito que viaja da Etiópia até o Maranhão, costurando ideias e simbologias dos Adinkras, ícones africanos que carregam saberes ancestrais, como o Sankofa. Esse conceito une memória, ancestralidade e inovação artística. 

Foto: divulgação/MarVin

Durante a coletiva de imprensa realizada na última quarta-feira (17), IZA falou um pouco sobre o seu processo criativo, inspirações e referências para esta etapa da carreira.

Além de todo o trabalho de pesquisa e dedicação para o novo álbum, a cantora comentou o fato de alguns de seus trabalhos anteriores terem colaborado para que o novo conceito fosse amadurecido.

“Pesadão e Ginga tem tudo a ver com esse som de agora. Pesadão por causa dessa sonoridade reggae e Ginga por conta dessa questão esotérica, mística e profética da coisa. Por mais que sejam canções diferentes entre si, elas têm uma energia que é muito parecida e tem tudo a ver com o que eu estou fazendo agora. São trabalhos dos quais eu me orgulho muito e com certeza vão me acompanhar para o resto da minha vida. Tenho certeza que vou ficar ali revisitando eles de tempos em tempos. Também acredito que esse trabalho novo é uma versão aprimorada do meu último álbum, acho que é uma forma da gente falar sobre evolução também, sobre me sentir melhor na minha pele do que no meu processo anterior, que foi um processo muito bom também”, disse.

Por ser um gênero musical no qual está pedindo licença para chegar e explorar, a artista se inspirou em nomes fortes e da cena e também buscou referências que marcaram sua formação musical.

“Me inspirei em bastante gente, mas eu vou falar assim por cima: Gilberto Gil, Lauryn Hill, Erykah Badu, Bob Marley e Koffee. Eu tentei buscar ao máximo nessas referências aquilo que mais me deixava feliz e o que mais fazia sentido para mim nesse ambiente de criação”, contou.

Foto: divulgação/MarVin

IZA também falou sobre o que espera que seu público enxergue nesse novo trabalho, destacando a verdade que expressa em suas entregas artísticas. 

“O que eu busco muito é que as pessoas sempre entendam que eu sempre tenho buscado ser feliz artisticamente. Eu sei que isso pode soar o maior clichê, mas é verdade, quanto mais verdadeiro você for, mais verdade as pessoas vão ver no seu trabalho e em consequência disso, mais pessoas vão se conectar com o que você está fazendo e eu acho que isso não tem preço. O que eu quero que as pessoas enxerguem quando elas olharem para trás é que mais uma vez eu estava me desafiando e fazendo algo que eu acredito muito, independente de números e de qualquer outra coisa, eu estava fazendo aquilo que alimenta minha alma e alimentar a sua alma é o que pode fazer com que tudo dê certo. Acho que essa é a única possibilidade”, refletiu.

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Leia também: Os Garotin lançam segundo volume do EP de estreia, Os Garotin Session 2 

Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

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Do conforto da infância à poesia adulta: OUTROEU interpreta clássico de Chico César

À Primeira Vista fala sobre memórias, afeto e tempo, apontando novos rumos no quarto álbum da dupla

Entre lembranças de infância e descobertas da vida adulta, a dupla OUTROEU abriu um novo capítulo de sua trajetória com o single À Primeira Vista, que chegou às plataformas digitais ontem (18). A faixa integra o aguardado álbum Quarto e surge como um respiro poético dentro da obra, revelando a essência mais íntima de Mike Tulio e Guto Oliveira.

Originalmente composta por Chico César, a canção atravessa gerações com sua delicadeza e intensidade. Na interpretação da OUTROEU, ganha contornos de abrigo: uma pausa necessária diante da correria da vida. A escolha de incluí-la no álbum é também um gesto simbólico para mostrar como, entre processos de reset, reconstrução e novos rumos, existe sempre um espaço de conforto, onde a música serve como refúgio.

Para Mike, essa conexão é imediata. “Para mim, À Primeira Vista traz primeiro uma saudade da infância. É uma música que eu ouvia na casa dos meus pais e que sempre me trouxe conforto, aquela memória boa de verdade. Ela fala da vida, do tempo e de como reagimos ao que acontece com a gente, ou, como o Chico César, de um jeito sensível e cheio de poesia. Colocar essa faixa no álbum tem um simbolismo forte, porque estamos vivendo uma fase de reset, de busca por novos rumos. Dentro do disco, ela funciona como um abrigo, um ponto de descanso: lúdica, mas real; calma, mas capaz de levar a reflexões profundas. É uma canção que representa muito do que somos neste trabalho, um espaço sonoro em que nos sentimos em casa”, explica.

A faixa se revela como um universo sonoro, que dialoga com a própria identidade do duo: um lugar de conforto, delicadeza e verdade.

Este ano, a dupla ainda lança o novo álbum, previsto para chegar com novas faixas e muita emoção. Intitulado Quarto, o projeto tem previsão de lançamento para 10 de outubro. Além de apresentar Viver de Carinho, faixa composta e produzida pela dupla, com participação fundamental do irmão e parceiro de longa data, Flavio Senna, na engenharia de áudio, captação e mixagem do novo álbum, e de celebrar a força da música nordestina em Um Doce, Uma Flor, parceria com Elba Ramalho, OUTROEU convida agora o público a desacelerar com À Primeira Vista.

Mais do que uma interpretação, a canção é um gesto de afeto e reconexão com o essencial. Aguardem mais emoção da dupla!

Foto: reprodução/Instagram @outroeu
Saiba mais sobre a OUTROEU

A OUTROEU é uma das bandas mais representativas da nova geração da música brasileira. Formada por Mike Tulio e Guto Oliveira, dois músicos nascidos em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, a dupla ganhou notoriedade nacional a partir de sua participação no programa Superstar (TV Globo), em 2016, e, desde então, vem trilhando uma carreira sólida, coerente e profundamente conectada com seu público. 

Com uma sonoridade marcada pela delicadeza poética, harmonias vocais e arranjos orgânicos, a OUTROEU já ultrapassou 260 milhões nas plataformas digitais como YouTube e Spotify, e conquistou grandes feitos com as canções e parcerias como as que fizeram com Sandy, Anavitória, Melim, Zeeba, Ana Gabriela e Lulu Santos. Além de festivais e shows memoráveis, eles fizeram a abertura da turnê da banda Imagine Dragons no Brasil, em 2023.

Ao longo de sua trajetória, a OUTROEU lançou três álbuns — OutroEu (2017), O Outro é Você (2020) e A Mágica Por Trás da Forma (2023) — e dois EPs — Encaixe (2019) e Oceana (2020).

Com o hit Não Olha Assim pra Mim, que integra o repertório do EP Encaixe, a dupla recebeu o Certificado de Platina pelos mais de 50 milhões de streamings.

Já ouviu o novo álbum da dupla? O que achou? Compartilha com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do entretenimento e da cultura.

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Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

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Guitarrista português Manuel de Oliveira apresenta dois concertos no MIMO Festival em São Paulo

Lá no Xepangara, em homenagem a José Afonso, abre o festival no Vale do Anhangabaú; “Ibéria” celebra 20 anos no Teatro Cultura Artística

O guitarrista e compositor português Manuel de Oliveira, um dos grandes nomes da música instrumental contemporânea, participa do MIMO Festival 2025 com dois concertos imperdíveis na capital paulista. Na sexta-feira, (19) às 18h, ele apresenta “LÁ NO XEPANGARA” no Vale do Anhangabaú, com entrada gratuita. No sábado, (20) às 20h, sobe ao palco do Teatro Cultura Artística com o prestigiado projeto “IBÉRIA”, que celebra 20 anos de trajetória.

Festival
Foto: divulgação/José Caldeira
LÁ NO XEPANGARA

Criado e dirigido por Manuel de Oliveira, o espetáculo presta homenagem musical e poética a José Afonso (Zeca Afonso), ícone da música de intervenção e símbolo da Revolução dos Cravos, destacando a presença da herança africana em sua obra e pensamento político. O núcleo artístico reúne Selma Uamusse (Moçambique), Karyna Gomes (Guiné-Bissau), Fred Martins (Brasil) e Edu Mundo (Portugal) nas vozes, além de Manuel de Oliveira (guitarra e direção musical), João Frade (acordeão), Albano Fonseca (baixo) e Dilson Pedro (bateria).

Apresentado pela primeira vez em 2024, em Portugal, o espetáculo retrata sobre o papel de José Afonso na luta pela descolonização, democratização e fortalecimento das culturas lusófonas. Além do espetáculo, o coletivo proporcionará um workshop sobre a canção de protesto e sua importância social, discutindo ainda sobre o processo de descolonização dos países africanos de língua portuguesa.

IBÉRIA

No dia seguinte, Manuel de Oliveira apresentará “IBÉRIA”, projeto que consolidou sua projeção internacional há duas décadas. O show é uma celebração das sonoridades da Península Ibérica, promovendo um diálogo entre flamenco, fado, jazz e música tradicional portuguesa.  Nesta apresentação, o guitarrista Manuel estará acompanhado por Carles Benavent (baixo elétrico), João Frade (acordeão) e Quiné Teles (bateria e percussão).

O repertório inclui composições originais, um tributo ao lendário Paco de Lucía, referência central na trajetória do grupo, além de peças de Benavent e Frade, criando uma experiência única que reflete entre a diversidade e a força criativa do universo ibérico.

Sobre Manuel de Oliveira

Autodidata natural de Guimarães, nascido em 1978,, Manuel de Oliveira é considerado um dos guitarristas portugueses mais originais da sua geração. Ao longo de mais de 20 anos de carreira, construiu uma linguagem musical singular e reconhecível, com projetos que cruzam fronteiras e estilos. Vencedor do Prêmio Carlos Paredes 2023, já se apresentou em festivais como MIMO, Emociona Jazz!! e Couleurs Jazz, além de ter colaborado com nomes como Cristina Branco, Dulce Pontes, Chico César, Brad Mehldau, Chick Corea e Mike Stern.

Serviço

LÁ NO XEPANGARA

Vale do Anhangabaú – Centro Histórico de São Paulo – SP

19/9 – Sexta-feira, às 18h

Evento gratuito | Classificação indicativa: livre Festival | MIMO Festival 

IBÉRIA

Teatro Cultura Artística – Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação, São Paulo – SP

20/9 – Sábado, às 20h

Evento gratuito | Classificação indicativa: livre | MIMO Festival

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Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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