Produções inéditas e retornos aguardados marcam a temporada, com foco em romances, tramas históricas e dramas contemporâneos que chegam às plataformas entre janeiro e fevereiro
O ano de 2026 será agitado para os fãs de novelas turcas. Segundo um levantamento recente do site Turkish321, há pelo menos dez séries anunciadas para estrear entre janeiro e fevereiro, além do retorno de produções já consolidadas, em um calendário que mescla épicos históricos, romances de tirar o fôlego e dramas familiares de grande apelo emocional.
Para quem gosta de séries épicas e históricas, um dos títulos mais aguardados é İlk Göktürk (tradução livre: O Primeiro Göktürk), cuja estreia está prevista para o início do ano, com transmissão programada pela HBO Max.
Foto: reprodução/Kayıp Rıhtım
Entre os dramas familiares e narrativas mais intimistas, Ömür Usta (tradução livre: Mestre da Vida) desponta como um dos títulos mais comentados para 2026. Produzida pela NOW, a série promete uma abordagem emocional profunda, com foco em relações familiares complexas, conflitos geracionais e na força feminina diante das adversidades.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
E para quem prefere dramas contemporâneos e temáticas mais densas, vale acompanhar DOC, produção médica que se distancia do formato histórico e romântico ao apostar em dilemas éticos, situações de vida real e uma abordagem mais moderna do drama.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Além das estreias confirmadas, o início do ano também traz novas temporadas para produções já conhecidas, como İnci Taneleri(tradução livre: Pérolas Dispersas) com a terceira temporada confirmada para janeiro e Yeralti(tradução livre: Submundo) que, segundo o Turkish321, deve retornar com uma nova temporada pelos canais do serviço NOW em 2026.
Foto: reprodução/Aksu TV Haber
Para quem ama novelas turcas, 2026 tem tudo para ser um dos anos mais interessantes dos últimos tempos: com variedade de gêneros, renovação de elenco e ambição de produção, o próximo ano combina tradição e novidade. Seja você fã de épicos históricos, dramas familiares, romances ou narrativas contemporâneas intensas, há uma aposta para cada gosto.
Você vai acompanhar alguma dessas produções? Conta pra gente aqui no Entretê, e nos acompanhe também nas redes sociais – Instagram, Facebook e X – para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Confira alguns destaques do cinema brasileiro lançados em 2025 para assistir ainda esse ano
Do nosso primeiro Oscar, com o filme Ainda Estou Aqui (2024), ao Wagner Moura recebendo o prêmio de melhor ator em Cannes por O Agente Secreto (2025), 2025 se tornou um ano histórico para o cinema nacional. Tivemos filmes e documentários originais, que lançaram luz sobre problemas e temas muito contemporâneos, assim como produções que resgataram a nossa história, reforçando a importância de manter a memória viva.
Para celebrar, trouxemos hoje dez filmes nacionais lançados em 2025 para assistir antes de o ano acabar! Confira a lista abaixo:
O Agente Secreto
O filme se passa em 1977, durante a Ditadura Militar, e acompanha o personagem de Marcelo (Wagner Moura), um professor universitário que retorna ao Recife para fugir do seu passado, mas que encontra a cidade natal sob forte repressão estatal.
Homem com H
Foto: reprodução/Portal do Servidor – ALECE
Cinebiografia de um dos maiores artistas nacionais, Homem com H é uma ode à vida e à carreira de Ney Matogrosso. O filme ganha vida com a interpretação maravilhosa de Jesuíta Barbosa e com as músicas mais icônicas do cantor sendo traduzidas para o cinema.
Vitória
Baseado na história real de Joana Zeferino da Paz (interpretada por Fernanda Montenegro), Vitória conta a história da senhora aposentada que ajudou a combater uma organização criminosa em sua comunidade junto a um jornalista policial.
O Último Azul
Discutindo temas como etarismo, O Último Azul é um longa de fantasia distópico em que todos os idosos são exilados em colônias após se tornarem “inúteis” em um sistema capitalista utilitarista. No filme, acompanhamos Tereza (Denise Weinberg), uma mulher de 77 anos que tenta realizar o seu sonho de voar pela Amazônia antes de partir.
Meu Nome é Tiana
Foto: reprodução/Cinemateca Brasileira
Documentário fruto da segunda temporada do projeto Narrativas Negras Não Contadas (2024 – presente), Meu Nome é Tiana conta a história de Tiana, mineira de 92 anos que é a travesti mais idosa do Brasil.
Malês
Com nomes como Rocco, Antônio e Camila Pitanga no elenco, Malês conta a história da Revolta dos Malês, que aconteceu em Salvador em meados do século XIX, sob a perspectiva de dois jovens africanos que são sequestrados e traficados para o Brasil.
Mauricio de Sousa: O Filme
Estrelado por Mauro Sousa, filho de Maurício de Sousa, o filme leva o público para os bastidores da vida de um dos maiores nomes da literatura infantil nacional, revelando sua criação, processo criativo e mostrando os passos que levaram a criação de Turma da Mônica.
A Melhor Mãe do Mundo
A Melhor Mãe do Mundo conta a história de Gal (Shirley Cruz), uma catadora que decide fugir com seus filhos para escapar dos abusos de seu marido (interpretado por Seu Jorge). Tentando equilibrar a maternidade com suas dificuldades, Gal convence seus filhos de que sua nova realidade é tudo parte de uma grande aventura.
A Própria Carne
Para os fãs de terror, o cinema nacional também trouxe A Própria Carne em 2025. O filme, que se passa durante a Guerra do Paraguai, acompanha três soldados desertores que buscam refúgio em um cabana isolada no extremo do Brasil, onde encontram uma jovem mulher (Jade Mascarenhas) e um fazendeiro misterioso (Luiz Carlos Persy).
O Filho de Mil Homens
Estrelado por Rodrigo Santoro, O Filho de Mil Homens traz a história de Crisóstomo, um homem solitário que sempre quis se tornar pai, e Camilo (Miguel Martines), um garoto órfão com quem tenta formar uma família.
O filme é uma adaptação do romance homônimo de Valter Hugo Mãe.
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Após muitos anos de produção, a série finalmente chegou ao fim, deixando um buraco nos corações dos fãs apaixonados que cresceram com ela
Mais do que apenas uma série de televisão, Stranger Things se tornou para muitos um refúgio. Lançada em 2016, reinventou a forma de produzir seriados, alcançou números inimagináveis e construiu com seu público uma família.
Depois de dificuldades, principalmente no período da pandemia, a história foi devidamente finalizada na quinta temporada. Apesar do sentimento de realização que temos com um encerramento digno – diferente do que acontece com nossas séries canceladas –, o fim também carrega um pouco de tristeza. Afinal, sentiremos muitas saudades de acompanhar Onze e seus amigos na luta contra o Vecna.
Por isso, separamos alguns livros com uma temática semelhante, e que talvez possam agradar os fãs de Stranger Things, ajudando a preencher aquele vazio pós último episódio.
Histórias do universo de Stranger Things
Para aqueles que apenas assistiram à série, os livros ambientados no universo sobrenatural de Hawkins é uma ótima opção para prolongar a experiência.
Raízes do Mal, Gwenda Bond (2019)
Imagem: reprodução/Editora Intrínseca
A obra mergulha no passado de Terry Ives, a mãe de Onze, muito antes dos eventos da série. Aqui, acompanhamos sua participação em experimentos secretos do governo e os primeiros passos do Projeto MKUltra. O livro aprofunda a dor, a resistência e o sacrifício que ecoam na vida de sua filha, e explica muitas das sombras por trás do Laboratório de Hawkins.
Diário Ultrassecreto de Will Byers, Irmãos Duffer (2025)
Imagem: reprodução/Editora Intrínseca
Rico em ilustrações, anotações e documentos fictícios, este livro funciona como uma espécie de diário que reconstitui a experiência traumática de Will no Mundo Invertido. Ele permite revisitar a primeira temporada pela visão do garoto, aprofundando sua solidão, medo e a estranheza da dimensão que o marcou para sempre.
Voo de Ícaro, Caitlin Schneiderhan (2024)
Imagem: reprodução/Editora Intrínseca
Ambientado antes dos eventos da quarta temporada, o livro acompanha o passado de EddieMunson, revelando como ele se tornou o líder do Hellfire Club e explorando sua relação com a música, a amizade e a marginalidade. É uma novela de formação com toques de rebeldia e muita emoção para os fãs do personagem que conquistou o mundo.
Diferentes universos, sentimentos parecidos
Será difícil encontrar histórias que repliquem exatamente a mesma sensação de Stranger Things, mas algumas talvez cheguem perto.
It: A Coisa, Stephen King (1986)
Inspiração direta para a série, este clássico acompanha um grupo de amigos enfrentando um mal ancestral que se alimenta de medo. Assim como em Stranger Things, a força está nos laços de amizade, no trauma compartilhado e no confronto entre a inocência e o terror.
Uma Dobra no Tempo, Madeleine L’Engle (1962)
Imagem: reprodução/Editora Harper Collins
Mencionado na quinta temporada, o livro mistura ciência, viagem no tempo e amor familiar. Acompanhamos Meg, Charles Wallace e Calvin numa jornada para resgatar o pai desaparecido. A obra equilibra fantasia e emoção, com um tom otimista que lembra a essência mais doce da série.
O Clube Fantasma de Sábado à Noite, Craig Davidson (2018) (em inglês)
Imagem: reprodução/Editora Penguin Books
Uma aventura leve e divertida, com clima de mistério sobrenatural à moda “clube dos cinco encontra fantasmas”. Perfeito para quem gosta de tramas com adolescentes curiosos, segredos e aquele toque de humor mórbido.
Trilogia da Névoa, Carlos Ruiz Zafón (2013)
Imagem: reprodução/Editora Suma
Uma coletânea de histórias com atmosfera gótica e juvenil, marcada por mistérios sombrios, personagens adolescentes e um clima de perigo constante. Zafón entrega o mesmo tipo de tensão silenciosa e poética que permeia Stranger Things, especialmente nos momentos mais introspectivos.
Hyperion, Dan Simmons (2023)
Imagem: reprodução/Editora Aleph
Para fãs que apreciam o lado mais cósmico e enigmático da série, Hyperion oferece um universo vasto e cheio de perigos sobrenaturais e tecnológicos. A estrutura em histórias múltiplas, cada uma contada por um personagem, reforça a sensação de profundidade emocional e narrativa, semelhante ao mosaico de perspectivas que a série construiu ao longo das temporadas.
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A temporada de Natal criou, na prática, um tipo próprio de vídeo musical: luzes, neve de estúdio, roupas de inverno e histórias pensadas para dezembro
Todo fim de ano, alguns clipes voltam a aparecer nas recomendações, nas playlists e nas rodas de conversa. No pop ocidental, a aposta costuma ser a lembrança de infância e o clima de família. No K-pop, o Natal aparece mais como conceito visual e performance.
O lado clássico do pop
Mariah Carey – All I Want For Christmas Is You
Lançado em meados dos anos 1990, o clipe acompanha Mariah em um Natal “perfeito”: neve, árvore decorada e imagens com cara de gravação antiga. A música volta às paradas todos os anos e já passou de bilhões de reproduções nas plataformas. O vídeo ajudou a fixar a imagem de um Natal pop, colorido e familiar, que muita gente associa até hoje ao fim de ano.
Wham! – Last Christmas
Cabelos, casacos e cores entregam a década de 1980 em cada cena. O vídeo se tornou modelo de clipe natalino com neve, viagem e coração partido, influenciando produções posteriores.
Justin Bieber – Mistletoe
Aqui, a referência é o filme teen de Natal. Ruas enfeitadas, mercado ao ar livre, pares caminhando sob luzes e o momento clássico do beijo embaixo do visco. O clipe acompanha um adolescente em clima de comédia romântica e ajudou a firmar a música como escolha frequente em playlists de fim de ano.
Ariana Grande – Santa Tell Me
O vídeo parece ter sido gravado em casa, entre amigas. Pijamas, árvore no canto da sala e cenas que lembram bastidores de gravação. Não é um grande cenário, mas justamente a simplicidade cria identificação com o público jovem, acostumado a registrar tudo em vídeo e foto.
O Natal do K-pop
TWICE – Merry & Happy
O clipe acompanha o grupo preparando uma comemoração surpresa. Presentes, decoração e cenas em ambiente interno marcam o vídeo. Tudo é pensado para reforçar o clima leve e alegre, em tom de diário visual de final de ano.
Stray Kids – Christmas EveL
Neste caso, o Natal aparece de forma menos tradicional. O vídeo traz humor e bagunça, com personagens que fogem do papel de “Idol bonzinho”. A música tem base mais pesada e a narrativa brinca com a ideia de trabalhar no feriado. É um contraponto ao Natal idealizado.
GOT7 – Confession Song
O MV acompanha estudantes que recebem ajuda do grupo para fazer declarações românticas. O cenário é um pátio com luzes e clima de festa. A proposta é diferente: usar o Natal como momento de coragem e não apenas como reunião de família.
V (BTS) – White Christmas
A música une a gravação clássica de Bing Crosby à participação de V, criando um dueto entre gerações. O lançamento veio acompanhado de um clipe animado, com estética inspirada nos cartões natalinos antigos. É uma releitura direta de um dos maiores símbolos do Natal.
Todos os anos, plataformas de música e vídeo destacam faixas de Natal em seções especiais. As mesmas músicas reaparecem em filmes, propagandas e redes sociais. Neve, casacos grossos, luzes piscando, xícaras de bebida quente e enfeites fazem parte de um repertório fácil de reconhecer.
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Produções curtas e marcantes que já estão disponíveis no streaming e são perfeitas para assistir entre o Natal e o Ano-Novo
O fim de ano costuma chegar com uma rotina acelerada, entre confraternizações, compromissos e aquela sensação de cansaço acumulado. Na pausa necessária entre um evento e outro, séries curtas se tornam uma opção ideal para quem busca boas histórias sem longas maratonas. Pensando nisso, trazemos para você cinco produções já disponíveis nos streamings que se destacam como escolhas perfeitas para assistir entre o Natal e o Ano Novo.
I May Destroy You (2020)
Nessa história, você acompanha Arabella, uma jovem escritora que tenta reconstruir sua vida e sua memória após sofrer violência sexual. A série aborda trauma, consentimento, amizade e identidade de maneira inovadora e profunda.
Foto: reprodução/RollingStone
Maid (2021)
Essa série revela o cotidiano árduo e emocional de uma mulher que busca recomeçar após romper com um parceiro violento. Enquanto enfrenta a pobreza, a maternidade solo e um sistema que insiste em oprimir, a série constrói um drama sensível e corajoso sobre força, dignidade e esperança.
Foto: reprodução/Netflix
Self Made (2020)
Conta a trajetória real de Madam C.J. Walker, pioneira da indústria de cosméticos para mulheres negras e primeira milionária dos Estados Unidos por iniciativa própria, mostrando sua ascensão e luta contra o racismo e o machismo.
Foto: reprodução/Instituto de Cinema
Black Bird (2022)
Jimmy Keene, um homem condenado a dez anos de prisão, recebe uma proposta tentadora do FBI: arrancar a confissão de um serial killer em troca da liberdade.
Foto: reprodução/PrimeVideo
Bodies (2023)
Um mesmo corpo é encontrado em quatro épocas diferentes da história de Londres, 1890, 1941, 2023 e 2053. O caso conecta quatro investigadores separados no tempo, revelando uma conspiração que atravessa gerações.
Foto: reprodução/Netflix
Seja para descobrir novas vozes, revisitar histórias premiadas ou simplesmente aproveitar narrativas mais curtas, essas produções mostram por que conquistam público e crítica: acumulam indicações importantes, figuram entre as mais elogiadas de seus anos de estreia e entregam atuações fortes, roteiros concisos e temas que ecoam muito além da última cena. Perfeitas para quem quer se atualizar sem mergulhar em temporadas intermináveis, são obras ágeis e definitivamente impactantes.
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Filmes e séries natalinas podem ser de diferentes gêneros e trazem conforto para quem consome, promovendo a data comemorativa
Com as festas de fim de ano, tradições e heranças são compartilhadas de geração em geração para reunir família e amigos. Assistir filmes natalinos é uma boa opção para aproveitar a festividade.
Não é de hoje que datas comemorativas como o Natal são representadas nos cinemas. Em 1898, surge a primeira obra que fala sobre a data. O curta-metragem Santa Claus, dirigido por George Albert Smith, é um filme mudo de apenas um minuto e mostra o tão amado Papai Noel entrando pela chaminé e colocando presentes nas meias das crianças.
Confira:
Essa obra foi ponto de partida para a criação de longas que reforcem o espírito natalino. Uma mistura de cantigas, paixões antigas, relacionamentos familiares e reencontros amorosos são os mais encontrados nas tramas.
Os clichês de natal representados no cinema são previsíveis, com histórias de “felizes para sempre” ou com um enredo para salvar o espírito natalino. Em uma entrevista para a NBC, Pamela Rutledge, cientista comportamental e diretora do Centro de Pesquisa em Psicologia da Mídia na Fielding Graduate University, afirma que essa fórmula dos filmes natalinos tem uma reação específica nos indivíduos.
As tramas representadas nessa época do ano tem o intuito de trazer uma boa sensação para quem assiste. Segundo a cientista, as narrativas previsíveis de contos de fadas trazem conforto para os espectadores e compensam o caos do fim de ano da vida real.
Mas isso quer dizer que todos os filmes de natal tem a mesma narrativa? Claro que não! A forma de representação é tão variada que existem até filmes de terror no estilo, como é o caso do Gremlins (1984), um dos maiores clássicos natalinos.
O longa mistura terror e comédia, quando Billy (Zach Galligan), recebe um presente de natal do seu pai: um animal de estimação bem incomum, e para cuidar dele é necessário seguir algumas regras; se não forem cumpridas, o bichinho gera outras criaturas para trazer o caos a cidade.
Confira o trailer:
Pensando em trazer uma grande variedade de filmes para atender a todos os gostos, separamos uma lista dos dez melhores filmes de natal para você maratonar. Lembrando que é uma lista variada entre os clássicos natalinos, terror, suspense e claro, muito romance clichê.
Um Conto de Natal (1938)
Dirigido por Edwin L. Marin, a obra é uma adaptação do conto de Charles Dickens. Nela, o autor conta a história de Ebenezer Scrooge (Reginald Owen), um homem rico e grosseiro que não gosta da celebração. Na noite de Natal, três espíritos que representam o passado, o presente e o futuro o visitam, e mostram o que ele pode vir a ser.
Foto: Reprodução/MUBI
Esqueceram de Mim (1990)
Um dos mais conhecidos filmes de Natal, Esqueceram de mim conta a história de Kevin (Macaulay Culkin), um menino teimoso que fica de castigo por não se comportar bem. Ele é acidentalmente esquecido em casa e precisa se esforçar para proteger a casa de ladrões.
Foto: divulgação/Disney
O Conto de Natal do Mickey (1983)
Para quem é fã de animações, esse curta-metragem é a oportunidade perfeita para assistir junto com a criançada. A animação é inspirada na clássica história de Charles Dickens e temos o Tio Patinhas no papel de Ebenezer Scrooge, o velhinho egocêntrico.
Foto: divulgação/Disney
Noite Infeliz (2022)
Diferente daquilo que a maioria assiste, esse longa é uma mistura ação e comédia com data comemorativa, o que o torna inédito. Mercenários fizeram uma família de refém na véspera de Natal, mas eles não esperavam que um elemento surpresa iria atrapalhar: o Papai Noel.
Foto: divulgação/Prime Video
Anna e o Apocalipse (2017)
Já pensou em um filme natalino que mistura terror e musical? Em Anna e o Apocalipse a cidade de Little Haven se prepara para o Natal, mas os habitantes são surpreendidos por uma apocalipse zumbi que ameaça a cidade. Anna (Ella Hunt) e seus amigos precisam lutar e cantar para salvar suas vidas.
Foto: divulgação/Prime Video
O Grinch (2000)
O personagem mais amado da época, Grinch (Jim Carrey) faz de tudo para acabar com o natal na cidade de Quemlândia. Ele tenta roubar das pessoas tudo que lembre a celebração, mas uma garotinha aparece e tenta fazer o vilão mudar de ideia.
Foto: divulgação/Prime Video
O Amor Não Tira Férias (2006)
Nessa comédia romântica, Amanda Woods (Cameron Diaz) vive em Londres e acaba de terminar um relacionamento. Para tentar fugir da realidade, Amanda encontra na internet um site de intercâmbio de casas, e decide trocar com Iris Simpkins (Kate Winslet), redatora de uma revista. Durante as festas de fim de ano, as duas acabam conhecendo novas pessoas.
Foto: divulgação/Universal Pictures
Nosso Natal em Família (1952)
Esse drama britânico conta a história de um ministro inglês e a família Gregory. Eles se reúnem em sua casa em Norfolk para comemorar o Natal, mas durante os encontros, tensões e estresses familiares surgem com lembranças de seus julgamentos da Segunda Guerra Mundial.
Foto: divulgação/IMDb
Um Natal Muito, Muito Louco (2004)
Neste filme de comédia, o casal Luther Krank (Tim Allen) e Nora Krank (Jamie Lee Curtis) decidem ignorar as celebrações de Natal, já que sua filha não vai estar em casa. De última hora, a filha do casal decide voltar para passar o feriado com os pais e agora os dois precisam improvisar.
Foto: divulgação/Prime Video
O Estranho Mundo de Jack (1993)
A trama de Tim Burton conta a história de Jack Skellington, o Rei das Abóboras. Ele se cansa de se dedicar ao Dia das Bruxas e por acaso, acaba atravessando o portal do Natal, conhecendo a magia natalina. Quando ele volta para o seu mundo, Jack convence seus colegas a sequestrar o Papai Noel e fazer o seu próprio Natal.
Foto: divulgação/Disney
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Conheça rituais, festivais e outros pontos além do calendário ocidental
Um país de tradições milenares sempre tem muito a ensinar sobre celebrações que muitas vezes são conhecidas no mundo todo, mas apenas do ponto de vista ocidental. Na Índia, não se encontra um equivalente direto para a ideia de final de ano como conhecemos, isso porque ela não segue apenas o calendário gregoriano.
O país se orienta por um conjunto de tradições temporais que coexistem: o calendário hindu (com variações regionais como Vikram Samvat e Shalivahana), o calendário islâmico, o calendário sikh Nanakshahi, além do próprio gregoriano, introduzido no período britânico e hoje dominante na administração pública, no comércio e nas relações internacionais.
O panorama religioso e cultural
Foto: reprodução/Pinterest/Cindy Chapelle
Essa sobreposição de calendários cria uma sensibilidade própria: enquanto o Ocidente associa dezembro ao fechamento simbólico do ciclo, a Índia distribui esses marcos ao longo do ano, conforme a religião, a região e o ritmo agrícola.
Assim, para compreender o fim de ano indiano, é preciso aceitar que não há um único encerramento, mas uma convivência de calendários que molda o imaginário espiritual e social do país.
A estrutura religiosa e cultural do país é extremamente diversa e essa pluralidade tem grande impacto nas tradições locais. O Hinduísmo é a religião predominante, cerca de 80% da população, sendo o berço de muitas das tradições e escrituras como o Vedas, o Mahabharata e o Ramayana. É uma fé com diferentes vertentes como Smarta, Vaishnavismo (ligado a Vishnu) e o Shaivismo (ligado a Shiva).
Foto: reprodução/Pinterest/Shikha Srivastava
O Islamismo também é bastante forte, sendo a Índia o país que abriga a terceira maior população muçumana do mundo. E o Cristianismo, que representa cerca de 3% da população, possui uma história antiga no país, com comunidades que têm tradições distintas do cristianismo romano.
Sendo o hinduísmo a religião predominante, o fim de ano ocidental não é central no imaginário da população, porque o ponto alto simbólico já ocorreu no outono com o Diwali.
Diwali: o verdadeiro fim de ciclo indiano
Foto: reprodução/Utsav
O Diwali é o festival mais importante do ano na Índia. Conhecido como Festa das Luzes, ele celebra o triunfo da luz sobre as trevas, do conhecimento sobre a ignorância e do bem sobre o mal.
A festa é comemorada por mais de um bilhão de pessoas de diferentes religiões em todo o país. Os cinco dias de celebração do Diwali são marcados por orações, festejos, fogos de artifício, reuniões em família e doações para a caridade.
Durante o Diwali é comum estrear roupas novas, compartilhar comidas e presentes, decorar o chão das casas com rangolis (desenhos coloridos) e acender diyas, as famosas lâmpadas de barro colocadas como enfeites na frente das casas.
Existem várias versões sobre a história do Diwali, variando de acordo com a região, mas todas são contos épicos de vitória conquistada por homens considerados encarnações do deus hindu Vishnu, conhecido como o restaurador do universo e o equilíbrio das forças do bem e do mal em tempos de dificuldade. Para muitos indianos o ano termina com esse festival e não em dezembro.
O Natal indiano
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O Natal na Índia não é uma importação recente, muito menos uma festa meramente estética, ele se desenvolveu ao longo de séculos, especialmente em regiões onde o cristianismo criou raízes profundas: Goa, Kerala, Tamil Nadu e parte do Nordeste.
Nessas regiões, o clima da festa é bem diferente do Ocidente moderno: há menos consumo, menos espetáculo e mais centralidade litúrgica. As casas são iluminadas com lanternas de papel em forma de estrela, os fieis participam da Missa do Galo, e as famílias se reúnem em torno de refeições que variam conforme o estado, mas sempre com forte senso comunitário.
Em vez de ocupar o centro do calendário nacional, o Natal indiano se impõe pelo seu peso religioso e por uma continuidade histórica singular, discreto, devoto e profundamente enraizado nas tradições locais.
Ano Novo nas grandes cidades
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Nas metrópoles indianas, o 31 de dezembro ganhou força por razões práticas e urbanas, ou seja, não é uma celebração religiosa, mas meramente social. Mumbai, Bangalore e Delhi (centros financeiros, tecnológicos e culturais) absorveram o calendário internacional porque nele se organizam o turismo, a indústria do entretenimento e as empresas que lidam com parceiros estrangeiros.
O resultado é um tipo de comemoração que lembra o Ocidente apenas na superfície: festas em hoteis, shows, fogos de artifício e restaurantes lotados. Mas, diferentemente do que ocorre em países de tradição cristã, ali o Ano Novo não carrega peso espiritual nem afetivo; é uma ocasião secular, moldada pela modernidade urbana e pela vida corporativa.
Fora desses polos cosmopolitas, a data passa com discrição e, mesmo dentro deles, é vista como uma festa de calendário global, não como marco da alma indiana.
Os múltiplos anos-novos regionais
Foto: reprodução/Britannica
Por ser um país com tanta variedade linguística, religiosa e cultural, cada região celebra seu próprio Ano Novo segundo tradições antigas.
Em Ugadi, no sul, a celebração está vinculada a renovação espiritual e colheita; Gudi Padwa, em Maharashtra, marcado por rituais domésticos que recordam vitória e prosperidade; Vaisakhi, no Punjab, associando o novo ano à dignidade do trabalho agrícola e, para os sikhs, ao nascimento da Khalsa; Puthandu, no Tamil Nadu, cujo simbolismo repousa na ordem cósmica; Pohela Boishakh, em Bengala, com forte ligação à literatura, música e identidades regionais.
Esses marcos são mais importantes para a vida cotidiana do que o Ano Novo ocidental, porque condensam memória religiosa, ritmo agrícola e identidade local.
Na prática, o ano indiano recomeça diversas vezes, sempre segundo a lógica espiritual da região e nunca por concessão ao calendário gregoriano.
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Entre álbuns, singles e covers, o pop sul-coreano tem várias canções que trazem a energia natalina
O mês de dezembro chega e, com ele, o clima natalino começa a se instalar. Entre as luzes, as decorações e as discussões sobre a ceia, o que não pode faltar é a playlist com as músicas natalinas. E é por isso que o Entretetizei separou algumas canções de Natal para quem gosta do pop sul-coreano.
The First Snow – EXO
Começando a lista com uma das músicas mais clássicas, The First Snow, do EXO, é uma das canções natalinas mais famosas do K-pop. Lançada em 2013, integrando o álbum natalino Miracles in December, a música voltou a fazer sucesso dez anos depois, principalmente por conta de uma trendno TikTok, e é bastante abraçada pelos sul-coreanos no período natalino, descongelando em dezembro assim como o hit All I Want For Christmas, de Mariah Carey. O grupo também conta com outros álbuns especiais de inverno, como Sing For You (2015), For Life (2016) e Universe (2017).
Girls’ Generation TTS – Dear Santa
Trazendo um grupo da segunda geração, a sub-unit do Girls’ Generation, o TTS, também tem um álbum especial de Natal. A unit, formada pela Taeyeon, Tiffany e Seohyun, lançou em 2015 o EP Dear Santa, com o single de mesmo nome. A canção começa como uma balada melancólica, mas logo muda a energia e traz o melhor da sonoridade natalina, com uma letra que descreve “um natal inesquecível”.
This Christmas – TAEYEON
Além de ser líder do Girls’ Generation e integrar o TTS, Taeyeon também toca uma carreira solo, que completou dez anos em outubro. Em 2017, a cantora lançou o álbum This Christmas – Winter Is Coming, com oito músicas natalinas. Na title This Christmas, Taeyeon canta sobre lembrar da pessoa amada no Natal, com vocais potentes e que, ao mesmo tempo, combinam com o clima natalino.
Merry & Happy – TWICE
Em 2017, o TWICE também lançou um álbum natalino. Intitulado Merry & Happy, o trabalho é uma extensão do álbum twicetagram, lançado alguns meses antes, e traz duas músicas novas: Heart Shaker e Merry & Happy. Esta última é uma canção leve e alegre, com um videoclipe simples, mas que apresenta bem a energia envolvente do período natalino.
Christmas Tree – V
Conhecido pela sonoridade R&B, V, integrante do grupo BTS, também já lançou alguns projetos natalinos. O primeiro deles é a balada romântica Christmas Tree, canção feita para a trilha sonora do dorama Our Beloved Summer (2021). O cantor sul-coreano também participou de uma nova versão da música White Christmas, em um dueto com o cantor estadunidense Bing Crosby (1903–1977), a partir de uma mixagem das vozes dos dois artistas.
Wish Tree – Red Velvet
O grupo Red Velvet lançou em 2015 a música Wish Tree, uma balada sobre o desejo de permanecer com a pessoa amada. A música integra um álbum de inverno da SM Entertainment, que também conta com as músicas 12:25 (Wish List), do f(x), e Christmas Paradise, da cantora BoA. Em 2022, o Red Velvet também se juntou ao grupo aespa para lançar Beautiful Christmas.
Christmas EveL – Stray Kids
Em uma produção que mistura o pop e o hip hop, o grupo Stray Kids traz uma vibe divertida ao clima natalino com Christmas EveL, em um trocadilho com a palavra eve (véspera) e evil (mal/ruim). A partir de uma perspectiva diferente da data festiva, os oito integrantes do grupo cantam sobre os problemas que podem surgir no Natal, incluindo o frio, as ruas escorregadias e a energia caótica do feriado.
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