Man on the Run estreia nos cinemas com conteúdo exclusivo e chega ao streaming em fevereiro
Paul McCartney: Man on the Run é o novo documentário dirigido por Morgan Neville (A Um Passo do Estrelato, 2013) e acompanha o renascimento criativo de Paul McCartney após o fim dos Beatles. O filme estreia nos cinemas de países selecionados em fevereiro, com sessões que incluem um conteúdo bônus exclusivo: uma conversa entre Paul e o diretor. A lista de salas e horários será divulgada no site a partir de 4 de fevereiro, às 11h (horário de Brasília). Após a exibição nos cinemas, o documentário chega ao Prime Video em 27 de fevereiro.
Foto: divulgação/Universal Music
Com um olhar íntimo, o documentário revisita a década de 1970, período que começa com o lançamento do primeiro álbum solo de Paul, McCartney (1970), e culmina na criação e ascensão dos Wings, banda que marcou sua reinvenção artística. A narrativa se apoia em imagens de arquivo raras, fotografias feitas por Linda McCartney, entrevistas que revelam um Paul vulnerável, lidando com o recomeço após deixar a maior banda de rock de todos os tempos, além de depoimentos de Paul, sua família e também de nomes como Sean Ono Lennon, Mick Jagger e Chrissie Hynde.
Foto: divulgação/Universal Music
Man on the Run integra uma série de lançamentos que celebram o legado dos Wings, como o livro Wings: The Story of a Band on the Run, a coleção musical WINGS em Dolby Atmos e a comemoração dos 50 anos do álbum Venus and Mars, reforçando a relevância de uma fase decisiva na carreira de um dos maiores artistas da música.
Para quem ainda se emociona com as eternas músicas de Paul, fica o convite para assistir ao seu novo documentário. Estão ansiosos? Siga o Entrete nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – para ficar por dentro das próximas estreias e das novidades do mundo do entretenimento.
Grupo retorna oficialmente aos palcos com transmissão direto de Seul e filme exclusivo sobre o processo de retorno
Atenção, ARMY: agora é oficial. O BTS está de volta. A Netflix, em parceria com a HYBE, anunciou a transmissão global e ao vivo de BTS THE COMEBACK LIVE | ARIRANG, diretamente da Praça Gwanghwamun, em Seul, no dia 21 de março, às 8h, horário de Brasília. O evento marca o primeiro grande show do grupo após o período de serviço militar obrigatório e dá início à nova fase da carreira do BTS.
A apresentação celebra o lançamento de ARIRANG, o quinto álbum de estúdio do grupo, que chega às plataformas em 20 de março. O disco aborda temas como identidade, trajetória e mudanças pessoais vividas por RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook nos últimos anos. O trabalho reflete o momento atual do grupo e apresenta uma abordagem mais madura em relação às experiências recentes dos integrantes.
O comeback também inclui o anúncio da turnê mundial ARIRANG (2026-2027), que passará por 34 regiões e contará com 82 shows na Ásia, América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e outros territórios. A série de apresentações marca o retorno do BTS aos palcos internacionais após o hiato e reforça a retomada das atividades em escala global.
Foto: divulgação/Netflix Br
Além do show ao vivo, a Netflix estreia no dia 27 de março o documentário BTS: O REENCONTRO, dirigido por Bao Nguyen. A produção acompanha o retorno dos sete integrantes após o serviço militar e mostra os bastidores do processo criativo do novo álbum. O filme registra conversas internas, reuniões e decisões que fizeram parte da reconstrução do grupo nesse novo momento.
Gravado entre a Coreia e Los Angeles, o documentário mostra o reencontro do BTS em um ambiente criativo compartilhado, agora influenciado pelas experiências individuais de cada integrante durante o período separados. O foco está nas dinâmicas do grupo, nos desafios do retorno e na adaptação a uma nova etapa da carreira.
O BTS THE COMEBACK LIVE | ARIRANG também marca um passo importante para a Netflix, sendo o primeiro evento ao vivo da Coreia transmitido globalmente pela plataforma. A iniciativa reforça a expansão do streaming em transmissões ao vivo de grandes eventos musicais.
Após o período de pausa, o BTS retoma suas atividades com novos projetos, agenda internacional e presença global. O álbum, o show e o documentário marcam o início dessa nova fase.
Então, ARMY, prepare o coração, ajuste o alarme e coloque a pilha na ARMY bomb.
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Fenômeno teen dos anos 2000, o primeiro filme da saga retorna às telonas a partir de março e promete despertar a nostalgia dos fãs
Os vampiros mais famosos da cultura pop estão de volta às telas. A Paris Filmes anunciou a reexibição comemorativa de Crepúsculo, primeiro filme da saga baseada nos livros de Stephenie Meyer, nos cinemas brasileiros a partir de 19 de março de 2026. O relançamento conta, inclusive, com um cartaz especial para marcar o retorno do longa às salas de cinema.
Foto: divulgação/Instagram @parisfilmes
Lançado originalmente em 2008, Crepúsculo se tornou um verdadeiro fenômeno entre o público jovem e ajudou a consolidar uma geração inteira de fãs de romances sobrenaturais. A produção já havia sido exibida novamente nos cinemas em 2022, em comemoração aos dez anos do primeiro filme, mas agora retorna em uma nova reexibição que celebra o impacto duradouro da franquia.
Um romance que marcou uma geração
Na trama, acompanhamos Bella Swan (Kristen Stewart) que, após se mudar para Forks, uma cidade totalmente diferente da que morava, Phoenix, conhece a família Cullen, uma família misteriosa e que chama a atenção de todos da escola, inclusive a sua. Rapidamente ela se encanta por Edward (Robert Pattinson), um dos filhos adotivos dos Cullens.
Foto: divulgação/Rolling Stones Brasil
O que começa como uma atração logo se transforma em algo muito maior, assim que Bella descobre que os Cullen são vampiros que escolheram viver entre humanos, alimentando-se apenas de sangue animal.
A aproximação da moça e do rapaz, no entanto, desperta a curiosidade de vampiros que vivem de forma diferente, o que coloca a jovem no centro de diversos conflitos.
O impacto de Crepúsculo no cinema
Mais do que um sucesso momentâneo, o filme se tornou um marco da cultura pop. No Brasil, a saga levou mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas, consolidando-se como uma das franquias mais populares dos anos 2000. A direção é de Catherine Hardwicke, com roteiro assinado por Melissa Rosenberg.
Foto: divulgação/Rolling Stones Brasil
Paris Filmes lidera o retorno
A reexibição de Crepúsculo chega em um momento em que a nostalgia dos anos 2000 segue em alta, conquistando tanto os fãs que acompanharam a saga desde o início quanto uma nova geração curiosa para conhecer (ou revisitar) essa história.
Por trás desse retorno está a Paris Filmes, uma das principais distribuidoras independentes do país e responsável por trazer ao público brasileiro franquias que marcaram época, como John Wick e Jogos Vorazes, além de títulos premiados como O Lado Bom da Vida e Meia-Noite em Paris.
Foto: divulgação/CNH Brasil
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Susi, o Musical traz de volta a icônica boneca brasileira em uma história inédita que mistura memória afetiva, humor, crítica social e músicas originais, prometendo emocionar e divertir toda a família
Fevereiro já chegou e um dos maiores ícones da infância brasileira está prestes a ganhar nova vida nos palcos. A boneca Susi, lançada pela Estrela em 1966 e responsável por marcar gerações, retorna agora como protagonista de Susi, o Musical, idealizado e escrito por Mara Carvalho, com músicas de Thiago Gimenes e concepção e direção de Ulysses Cruz.
Apresentado pelo Ministério da Cultura e com patrocínio do Itaú, o espetáculo estreia no dia 21 de fevereiro, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, com ingressos disponíveis pelosite da Sympla e na bilheteria local. A produção é da Ulysses Cruz Arte & Entretenimento, em um projeto que articula fantasia, memória, crítica social e canções inéditas.
Na pele de Susi estará a cantora e atriz PRISCILLA, artista que iniciou sua trajetória ainda na infância, consolidou uma carreira sólida na música pop brasileira e vem ampliando sua atuação nos palcos e no audiovisual, destacando-se pela versatilidade vocal e cênica.
A escolha da intérprete reforça o diálogo entre gerações proposto pelo musical e sublinha a força simbólica da personagem como representação de identidade, transformação e resistência cultural. Outros grandes nomes do elenco – que darão vida às diferentes versões da boneca, aos personagens simbólicos da narrativa e ao universo real da trama – serão revelados em breve.
O musical acompanha a trajetória de Victor, um menino de imaginação fértil, absorvido por um cotidiano mediado por telas que limitam sua percepção do mundo. Em um mergulho onírico, que transita entre sonho e pesadelo, ele embarca em uma jornada fantástica na qual se confronta com seus medos e descobre novas perspectivas ao lado de Susi.
Nesse universo simbólico, surge Vênus, personagem que encarna padrões importados, discursos de perfeição e as pressões contemporâneas do consumo e da imagem, atuando como força de oposição e provocação ao longo do percurso do protagonista.
Entre aliados e antagonistas, Victor atravessa um verdadeiro rito de passagem, aprendendo a lidar com as transformações e contradições da infância rumo à adolescência.
Foto: divulgação/Gatú Filmes
Entre músicas, humor e emoção, o espetáculo aborda temas universais e contemporâneos – como identidade, autoestima, consumismo, feminismo, redes sociais, globalização e pertencimento. Ao longo dessa jornada, Victor descobre sua vocação e encontra caminhos de reconexão com a própria história, enquanto Susi luta para reafirmar sua relevância diante das novas gerações.
Em cena, a personagem se multiplica em diferentes versões – que representam diversas profissões, etnias e possibilidades – refletindo a pluralidade da mulher brasileira e evidenciando sua resistência cultural frente ao brilho importado de padrões estrangeiros.
A ideia de transformar a boneca Susi em um musical surgiu em 2023, a partir de uma conversa entre Mara Carvalho e Ulysses Cruz sobre o impacto cultural recente de produções que revisitam ícones do imaginário coletivo.
A provocação inicial deu origem a um projeto que vem sendo desenvolvido desde então, com o objetivo de resgatar memórias afetivas e, ao mesmo tempo, propor uma leitura crítica e contemporânea sobre identidade, pertencimento e consumo cultural.
Para o diretor Ulysses Cruz, o impulso criativo da montagem nasce do desejo de explorar a ousadia artística do teatro musical como linguagem capaz de ir além do entretenimento.
Inspirado tanto pelo impacto cultural da boneca quanto por suas próprias memórias de infância ligadas aos brinquedos da Estrela, o diretor construiu uma narrativa que combina humor, fantasia e reflexão; utilizando o teatro musical como território fértil para discutir temas pouco usuais dentro do gênero, equilibrando diversão e pensamento crítico.
A autora e idealizadora Mara Carvalho também vê em Susi a oportunidade de dialogar com questões contemporâneas como autoconhecimento, amor-próprio e padrões de consumo.
Ao lado de Ulysses Cruz, ela desenvolveu um enredo que combina humor, emoção e crítica social, resgatando um ícone da infância brasileira que, ao longo do tempo, foi substituído por referências estrangeiras. O musical propõe, assim, uma reflexão sobre identidade cultural, memória coletiva e a forma como o país lida com suas próprias criações.
Com diálogos afiados, projeções visuais e um desfile final apoteótico, Susi, o Musical alterna entre o universo real do quarto de Victor e o mundo simbólico das bonecas – promovendo reflexões sobre memória, individualidade e pertencimento, ao mesmo tempo em que discute o impacto da cultura de massa e a influência das novas gerações digitais.
A trilha sonora, assinada pelo diretor musical Thiago Gimenes, é parte essencial da dramaturgia. A instrumentação e a orquestração evidenciam a identidade de cada personagem e acompanham o ritmo da narrativa, transitando entre eletrônico e acústico, rock, pop, MPB, rap, trap e referências sonoras dos anos 1970.
A música funciona como extensão do texto, revelando subtextos, impulsionando a ação e alternando entre momentos delicados e grandiosos para contar a trajetória atemporal de Susi e Victor.
Além da protagonista e de sua rival simbólica, o musical apresenta personagens icônicos do universo da boneca, inseridos em situações que equilibram humor e crítica. Ao propor uma experiência lúdica e emocional que costura passado e presente, diversão e reflexão, Susi, o Musical convida o público a revisitar memórias, questionar padrões impostos e reafirmar a autenticidade como valor essencial.
A montagem, que conta com o licenciamento da Estrela, reúne um time de diferentes criadores: Thiago Gimenes, responsável pelas músicas originais; Mara Carvalho e Thiago Gimenes, que assinam as letras; Rubens Oliveira, nas coreografias e direção de movimento e Verônica Valle, no cenário.
Além de Deborah Casares e Caia Guimarães, nos figurinos; Marcos Padilha, no visagismo; Aline Santini, no desenho de luz; Gabriel D’Angelo, no desenho de som; Vanessa Veiga, na produção de elenco; Thiago de Los Reyes, na direção executiva; e Andresa Gavioli, na produção executiva.
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SERVIÇO:
Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo/SP
Estreia: 21 de fevereiro, 20h
Temporada: de 21 de fevereiro a 12 de abril
Sessões: quintas e sextas, 20h. Sábados e domingos, 16h e 20h
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O trailer oficial completo do filme foi revelado na noite do último domingo (1º), durante a transmissão do Grammy 2026
Preparem os looks! Após quase duas décadas do lançamento de O Diabo Veste Prada, a espera dos fãs acabou: o trailer oficial completo da aguardada sequência foi divulgado, aumentando ainda mais a expectativa para o retorno do clássico fashionista. A sequência, que foi confirmada em julho do ano passado, tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 30 de abril de 2026 (1º de maio nos EUA).
Além do trailer apresentado pelo 20th Century Studios, foram divulgados pôsteres inéditos dos personagens e novas imagens oficiais de O Diabo Veste Prada 2. O primeiro filme foi lançado originalmente em 2006 e baseado no livro homônimo de Lauren Weisberger. Já a nova trama promete virar o jogo de poder no mundo da moda. Com a carreira da carrasca Miranda Priestly (Meryl Streep) em declínio, a editora-chefe é forçada a enfrentar Emily Charlton (Emily Blunt), que se tornou executiva de um grupo de luxo e responsável pelos investimentos publicitários que Miranda precisa para sobreviver.
Foto: divulgação/20th Century Studios
O primeiro filme deO Diabo Veste Prada acompanha Andy Sachs (Anne Hathaway), uma jovem recém-formada que consegue um emprego na prestigiada revista de moda Runway, trabalhando como assistente da exigente Miranda Priestly. Com o tempo, Andy começa a questionar seus valores e até onde está disposta a ir para se manter naquele ambiente competitivo e tóxico da indústria da moda.
A sequência, confirmada pela Disney, reúne novamente o elenco original, além de apresentar novos nomes ao universo do filme. Entram para o elenco Kenneth Branagh, Simone Ashley, Justin Theroux, Lucy Liu, Patrick Brammall, Caleb Hearon, Helen J. Shen, Pauline Chalamet, B.J. Novak e Conrad Ricamora. Tracie Thoms e Tibor Feldman também reprisam seus papéis como Lily e Irv, respectivamente.
O filme original foi dirigido por David Frankel e contou ainda com um elenco de peso composto por Emily Blunt, Stanley Tucci, Adrian Grenier, Tracie Thoms e Rich Sommer. Com um orçamento de cerca de US$ 35 milhões, o longa se tornou um fenômeno mundial, arrecadando mais de US$ 326 milhões nas bilheterias.
Produzido por Wendy Finerman, O Diabo Veste Prada 2 conta ainda com produção executiva de Michael Bederman, Karen Rosenfelt e Aline Brosh McKenna.
Confira os novos pôsteres:
Foto: divulgação/20th Century StudiosFoto: divulgação/20th Century Studios
Assista aqui ao trailer oficial do longa:
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Carnaval com perreo, reggaeton e after no Bloco da ¡SÚBETE!, dia 17/2, às 13h, no Bixiga
Matéria escrita por Paloma Sousa
Se o Brasil ama Carnaval, festa, dança e calor humano, existe um ritmo que há décadas embala esse sentimento sem pedir licença: o reggaeton. De Gasolina, que fez o mundo inteiro descer até o chão, passando por hinos globais como Despacito, até a dominação latina contemporânea de Bad Bunny, Karol G, Feid e companhia, o perreo atravessou fronteiras e hoje também pulsa forte nas ruas brasileiras, ecoando até nas vozes de Anitta, Ludmilla e tantos outros artistas que incorporaram o ritmo ao nosso pop.
É nesse embalo que o Bloco da ¡SÚBETE! retorna ao Carnaval de São Paulo para sua 2ª edição, mantendo viva essa paixão coletiva pelo reggaeton, pela dança sem culpa e pela celebração latina. A maior festa de reggaeton e plataforma de cultura latina do Brasil leva novamente seu trio elétrico às ruas do Bixiga, transformando o bairro em uma verdadeira pista a céu aberto, onde o refrão é sempre cantado em coro e o corpo responde antes mesmo da cabeça.
O desfile acontece no dia 17 de fevereiro, terça de Carnaval, com concentração a partir das 13h na Praça Dom Orione. No comando do som, os DJs residentes Papi Tele, DJ Fatah e Thais Queiroz, além da participação especial de A.C e Blazekha, diretamente do Club Perro Negro, festa que dá nome ao hit de Bad Bunny e Feid. Um encontro que traduz o espírito do bloco: do underground latino ao topo das paradas.
Foto: reprodução/Pedro Ivo/Arquivo
Uma das grandes apostas desta edição é o abadá oficial do Bloco da ¡SÚBETE!, que vai muito além do look carnavalesco. A peça garante acesso à base oficial e ao after do bloco, oferecendo uma experiência completa para quem quer curtir sem pressa. A base será montada no Teatro Mars, um espaço pensado para o conforto dos foliões, com banheiros tranquilos, além de bebidas, drinks e comidas típicas latinas.
Durante o percurso, o trio faz duas paradas estratégicas em frente à base: uma no meio do desfile e outra na dispersão. Já o after oficial começa às 16h e segue até às 23h, prolongando a festa para quem ainda tiver energia e spoiler; o que sempre tem!
Criada em 2019, a ¡SÚBETE! se consolidou como referência quando o assunto é música latina no Brasil, reunindo milhares de pessoas e expandindo sua atuação para cidades como Medellín, Bogotá, San Juan, Nova York e Miami. Se o reggaeton é atitude, corpo em movimento e liberdade, o Bloco da ¡SÚBETE! é o lugar onde tudo isso se encontra no Carnaval. Porque, como já dizia a música, “hasta abajo” é só o começo.
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Benjamin Stevenson promete conquistar novamente os fãs de mistério
Todo Mundo Neste Trem é Suspeito chegou ao Brasil em janeiro, e traz a marca registrada do autor australiano Benjamin: um suspense bem-humorado. A história volta a acompanhar Ernest, protagonista de Todo Mundo da Minha Família já Matou Alguém (2023).
Imagem: divulgação/Editora Intrínseca
Na trama, Ernest tenta lidar com as consequências inesperadas do sucesso de seu primeiro livro, em que relatou uma série de assassinatos envolvendo sua própria família. Agora transformado em autor reconhecido, ele enfrenta a pressão da agente e da editora para entregar uma nova obra, desta vez totalmente ficcional. O problema é que a inspiração parece ter desaparecido, e o bloqueio criativo ameaça sua carreira.
A virada acontece quando Ernest é convidado para participar de um festival de escritores de mistério realizado a bordo de um trem que atravessa o deserto australiano. A proposta soa perfeita: quatro dias ao lado de grandes nomes do gênero, em um cenário isolado e propício para ideias fluírem. Mas, como nos melhores romances policiais, o plano não sai como esperado.
Durante a viagem, um dos passageiros morre em circunstâncias suspeitas, e uma sequência de eventos inquietantes transforma o passeio literário em um verdadeiro quebra-cabeça criminal. Com o número de vítimas aumentando e um grupo restrito de suspeitos, todos eles especialistas em criar crimes fictícios, Ernest se vê obrigado a assumir novamente o papel de investigador.
Além do enredo envolvente, o livro reforça um dos princípios que tornaram Stevenson popular entre os leitores do gênero: o chamado “fair play”, conceito segundo o qual todas as pistas necessárias para solucionar o mistério são apresentadas ao público de forma honesta, permitindo que quem lê tente desvendar o caso junto com o protagonista.
Com personagens carismáticos, narrativa dinâmica e uma boa dose de ironia sobre o próprio universo dos romances policiais, Todo Mundo Neste Trem é Suspeito se apresenta como uma leitura ideal para quem gosta de suspense, mas também aprecia histórias inteligentes e bem-humoradas.
Sobre o autor
Foto: divulgação/Monica Pronk
Benjamin Stevenson é comediante premiado e autor best-seller. Seus livros já ultrapassaram a marca de um milhão de exemplares vendidos e foram traduzidos para mais de vinte idiomas. Todo Mundo da Minha Família já Matou Alguém, seu primeiro título publicado no Brasil, ganhará adaptação para série pela HBO.
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O espetáculo da prestigiada Vortice Dance Company está em cartaz no Teatro Liberdade, em São Paulo, após conquistar plateias europeias
A Infinitus, do Grupo IN, liderado pelo produtor e gestor Manuel Fernandes, traz ao Brasil um dos mais impactantes espetáculos de dança da atualidade: o Carmina Burana Ballet, obra da prestigiada Vortice Dance Company, de Portugal.
A montagem chega ao Teatro Liberdade, em São Paulo, para uma curta temporada que promete transformar o palco em um grande altar de arte, emoção e tecnologia — uma experiência imersiva que une dança contemporânea, música e videomapping em uma releitura arrebatadora da célebre cantata de Carl Orff. Os ingressos já estão disponíveis pelo site da Sympla e na bilheteria física do teatro.
Sob a direção artística e coreográfica de Cláudia Martins e Rafael Carriço, o espetáculo revisita um dos marcos da música coral do século XX para construir uma dramaturgia do corpo e da alma. A trilha monumental de Orff, composta em 1936 a partir de poemas medievais encontrados no mosteiro bávaro de Benediktbeuern, ganha nova dimensão cênica: o espetáculo conduz o público por uma jornada de imagens, sons e movimentos que evocam o poder da Fortuna, símbolo do destino e da constante mudança da existência.
O que antes era uma cantata sobre os prazeres e as contradições humanas — amor, luxúria, fé, poder e decadência —, torna-se agora um diálogo entre o sagrado e o profano, o corpo e a alma, a carne e a transcendência. O resultado é uma fusão entre tradição e tecnologia que redefine a forma de se vivenciar a arte em cena, propondo uma reflexão contemporânea sobre o desejo, o tempo e a vulnerabilidade humana.
Criada originalmente nos claustros do Mosteiro de Alcobaça, em Portugal, a montagem parte de uma profunda meditação sobre o corpo, o confinamento e a necessidade de transcendência. A fisicalidade intensa dos intérpretes, aliada ao uso inovador de projeções, luz e cenário digital, transforma Carmina Burana Ballet em um verdadeiro ritual visual e emocional, que transita entre o êxtase e a redenção, entre a queda e a libertação.
Reconhecida por unir arte, tecnologia e sensibilidade, a Vortice Dance Company é hoje uma das companhias mais premiadas da Europa. Suas criações — como A Sagração da Primavera, Drácula e Chroma — já circularam por mais de 30 países, destacando-se pela intensidade estética e pela sofisticação coreográfica. Em São Paulo, o público brasileiro terá a oportunidade de vivenciar uma experiência cênica de padrão internacional, em uma temporada que reafirma a cidade como epicentro latino-americano das grandes produções culturais.
A turnê latino-americana conta com o apoio à internacionalização da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, e chega ao Brasil com produção da INALIVE, do Grupo IN, que segue expandindo sua atuação em intercâmbios artísticos e produções de alto impacto cultural.
SERVIÇO:
Carmina Burana Ballet
Datas: Estreia 22/01/26 à 22/02/26 (Curta temporada).
Horário: 20h00, e nos dias 21 e 22/02/26 às 17h e 20h.
Duração: 70 minutos.
Gênero: Dança.
Classificação: 16 anos.
End: Rua São Joaquim nº 129 – Liberdade – São Paulo.
atendimento presencial: De terça à sábado, das 13h às 19h. Domingos e feriados apenas em dias de espetáculos até o início da apresentação.
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De especial dos Muppets com Sabrina Carpenter a novas temporadas de séries e thrillers no streaming e TV por assinatura, ainda traz Super Bowl, futebol internacional e grandes competições de esporte
O mês de fevereiro traz uma grande leva de novidades e uma programação intensa no streaming, reunindo lançamentos diários que passeiam entre comédia, drama, suspense e grandes produções do cinema e da TV. Na América Latina, a plataforma oferece um dos catálogos mais completos do streaming, com conteúdos para todos os gostos e faixas etárias.
Entre os destaques do mês, você pode encontrar especiais inéditos, novas temporadas de séries amadas pelo público e estreias cinematográficas que prometem emocionar os fãs de entretenimento de plantão!
Destaques de fevereiro
No dia 4 de fevereiro, começamos com os clássicos. Os personagens de Jim Henson retornam ao palco em Os Muppets: Um Show Especial, um especial inédito que une música, humor e a bagunça característica da turma. Caco, Miss Piggy e outros personagens realizam uma apresentação no Teatro Muppet original ao lado de ninguém mais, ninguém menos do que Sabrina Carpenter, como convidada especial, festejando o legado do Muppet Show, exibido entre 1976 e 1981 em mais de cem países.
Foto: divulgação/Disney+Foto: divulgação/Disney+
Já no dia 5 de fevereiro, acontece a estreia do filme Imperfeitamente Perfeita, comédia do 20th Century Studios que acompanha uma jovem idealista na busca pelo equilíbrio entre carreira, família e relações pessoais. O longa conta com um elenco recheado de nomes de peso, com Emma Mackey e Jamie Lee Curtis, além de nomes como Kumail Nanjiani, Ayo Edebiri, Rebecca Hall, Albert Brookse Woody Harrelson.
Foto: divulgação/Disney+
Os fãs de drama intenso não ficam de fora da programação e Me Conte Mentiras exibe sua terceira temporada, com o episódio final liberado em 17 de fevereiro. A série acompanha o reencontro agitado de Lucy e Stephen durante o semestre da primavera na Universidade Baird, quando segredos do passado ressurgem para assombrar não apenas o relacionamento, mas todo o círculo de amigos.
Foto: divulgação/Disney+
Já no dia 23 de fevereiro, o Disney+ lança a segunda temporada de Paradise, com os três primeiros episódios disponíveis de uma só vez. Na trama, Xavier inicia uma jornada pelo mundo em busca de respostas, enquanto a aparente paz do bunker passa a desmoronar com a revelação de novos segredos sobre as origens da cidade. Estrelada por Sterling K. Brown, a série ainda conta com participações especiais de Shailene Woodley e Ashton Kutcher.
Foto: divulgação/Disney+
Confira o trailer oficial da nova temporada aqui:
Outro destaque é a estreia de Em um Piscar de Olhos no dia 27 de fevereiro, filme da Searchlight dirigido por Andrew Stanton. A produção reúne três histórias ao longo de milhares de anos com reflexões sobre conexões humanas, esperança e o ciclo da vida, com elenco formado por Rashida Jones, Kate McKinnon e Daveed Diggs.
Foto: divulgação/Disney+Foto: divulgação/Disney+
Fechando o mês com chave de ouro, a série original do FX, The Beauty: Lindos de Morrer, lança novos episódios semanalmente. Ambientada no mundo da alta-costura, a trama é um mix de suspense e crítica social que investiga uma série de mortes ligadas a um vírus que promete perfeição física a um alto custo.
Foto: divulgação/Disney+
Confira o trailer oficial da série aqui:
Esportes na TV por assinatura: fevereiro de tirar o fôlego
Foto: divulgação/Disney+
O mês também traz novidades para os fãs de esporte. O grande destaque é o famoso Super Bowl, evento máximo da NFL e um dos momentos mais aguardados do calendário esportivo mundial.
No futebol sul-americano, a Recopa Sudamericana põe Flamengo e Lanús frente a frente, com jogos decisivos nos dias 19 (na Argentina) e 26 de fevereiro, quando o rubro-negro decide o título no Maracanã. A Copa Libertadores também inicia mais uma temporada, com o Botafogo enfrentando o Nacional Potosí nos dias 18 e 25.
Na Europa, ocorre a Premier League, incluindo Tottenham x Manchester City (1/2) e Liverpool x Manchester City (8/2). O futebol italiano reserva jogos simultâneos no dia 15, com Inter de Milão x Juventus e Napoli x Roma. As semifinais da Copa da Liga Inglesa e as quartas de final da Copa da Alemanha fecham a agenda.
Para além dos gramados, o tênis marca presença com torneios como o ATP 500 de Roterdã, Doha, Dubai e Acapulco. A NBA segue com grandes confrontos da temporada regular e o tradicional All-Star Weekend, entre os dias 13 e 15. Os fãs de velocidade não ficam de fora e acompanham o início da temporada da NASCAR, com provas em Daytona, e a MotoGP, que encerra o mês com o GP da Tailândia.
O que mais chega em fevereiro?
Além dos destaques principais, o mês ainda reserva:
Uma Mente Excepcional – segunda temporada
Bel-Air – quarta temporada
We Call It Imagineering – nova série
Com grandes estreias em fevereiro, o Disney+ promete não deixar o público entediado e se consolida como um dos principais destinos para quem busca variedade e grandes produções no streaming.
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Kendrick Lamar foi o maior vencedor da noite, enquanto Bad Bunny entrou para a história ao vencer o Álbum do Ano com um disco em espanhol
A 68ª edição do Grammy Awards 2026 marcou um momento histórico para a música latina: Bad Bunny,com seu álbum DeBÍ TiRAR MáS FOToS, conquistou o cobiçado prêmio de Álbum do Ano, sendo o primeiro álbum em espanhol a ganhar essa principal categoria da premiação. A vitória de Bad Bunny se tornou um símbolo cultural para a comunidade latina em um período em que debates sobre imigração e a atuação do ICE nos Estados Unidos dominam as discussões políticas e sociais.
Foto: reprodução/the hollywood reporter
Além disso, a cerimônia premiou uma gama diversa de artistas em várias categorias, com grandes nomes sendo reconhecidos tanto pelo público quanto pela crítica. Confira abaixo os vencedores do Grammy 2026 nas principais categorias:
Álbum do Ano
DeBÍ TiRAR MáS FOToS – Bad Bunny – VENCEDOR
Swag – Justin Bieber
Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter
Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice
Mayhem – Lady Gaga
GNX – Kendrick Lamar
Mutt – Leon Thomas
Chromakopia – Tyler, the Creator
Gravação do Ano
DtMF – Bad Bunny
Manchild – Sabrina Carpenter
Anxiety – Doechii
Wildflower – Billie Eilish
Abracadabra – Lady Gaga
Luther, Kendrick Lamar com SZA – VENCEDOR
The Subway – Chappell Roan
APT. – Rosé, Bruno Mars
Música do Ano
Abracadabra – Lady Gaga, Henry Walter e Andrew Watt, compositores (Lady Gaga)
Anxiety – Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)
APT. – Amy Allen, Christopher Brody Brown, Rogét Chahayed, Omer Fedi, Philip Lawrence, Bruno Mars, Chae Young Park, Theron Thomas e Henry Walter, compositores (Rosé, Bruno Mars)
DtMF – Marco Daniel Borrero, Scott Dittrich, Benjamin Falik, Benito Antonio Martínez Ocasio, Hugo René Sención Sanabria, Tyler Thomas Spry e Roberto José Rosado Torres, compositores (Bad Bunny)
Golden [From KPop Demon Hunters] – EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)
Luther – Jack Antonoff, Roshwita Larisha Bacha, Matthew Bernard, Scott Bridgeway, Sam Dew, Ink, Kendrick Lamar, Solána Rowe, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com SZA)
Manchild – Amy Allen, Jack Antonoff e Sabrina Carpenter, compositores (Sabrina Carpenter)
Don’t Forget About Us — Kaytranada, remixer (Mariah Carey & Kaytranada)
A Dreams A Dream – Ron Trent Remix — Ron Trent, remixer (Soul II Soul)
Galvanize — Chris Lake, remixer (The Chemical Brothers & Chris Lake)
Golden – David Guetta REM/X — David Guetta, remixer (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)
Melhor Performance de Rock
U Should Not Be Doing That — Amyl and the Sniffers
The Emptiness Machine — Linkin Park
Never Enough — Turnstile
Mirtazapine — Hayley Williams
Changes (Live From Villa Park) Back to the Beginning — Yungblud Featuring Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman, II – VENCEDOR
Melhor Desempenho em Metal
Night Terror — Dream Theater
Lachryma — Ghost
Emergence — Sleep Token
Soft Spine — Spiritbox
Birds — Turnstile – VENCEDOR
Melhor Música de Rock
As Alive as You Need Me to Be – Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails) – VENCEDOR
Caramel – Vessel1 e Vessel2, compositores (Sleep Token)
Glum – Daniel James e Hayley Williams, compositores (Hayley Williams)
Never Enough – Daniel Fang, Franz Lyons, Pat McCrory, Meg Mills e Brendan Yates, compositores (Turnstile)
Zombie – Dominic Harrison e Matt Schwartz, compositores (Yungblud)
Melhor Álbum de Rock
Private Music — Deftones
I Quit — Haim
From Zero — Linkin Park
Never Enough — Turnstile – VENCEDOR
Idols — Yungblud
Melhor Performance de Música Alternativa
Everything Is Peaceful Love — Bon Iver
Alone — The Cure – VENCEDOR
Seein’ Stars — Turnstile
Mangetout — Wet Leg
Parachute — Hayley Williams
Melhor Álbum de Música Alternativa
Sable, Fable – Bon Iver
Songs of a Lost World – The Cure – VENCEDOR
Don’t Tap the Glass – Tyler, the Creator
Moisturizer – Wet Leg
Ego Death at a Bachelorette Party – Hayley Williams
Melhor Performance de R&B
Yukon – Justin Bieber
It Depends – Chris Brown com participação de Bryson Tiller
Folded – Kehlani – VENCEDOR
Mutt (Ao vivo do Tiny Desk da NPR) – Leon Thomas
Heart of a Woman – Summer Walker
Melhor Performance de R&B Tradicional
Here We Are — Durand Bernarr
Uptown — Lalah Hathaway
Love You Too — Ledisi
Crybaby — SZA
Vibes Don’t Lie — Leon Thomas – VENCEDOR
Melhor Música de R&B
Folded — Darius Dixson, Andre Harris, Kehlani Parrish, Donovan Knight, Don Mills, Khris Riddick-Tynes e Dawit Kamal Wilson, compositores (Kehlani) – VENCEDOR
Heart of a Woman — David Bishop e Summer Walker, compositores (Summer Walker)
It Depends — Nico Baran, Chris Brown, Ant Clemons, Ephrem Lopez Jr., Ryan Press, Bryson Tiller, Elliott Trent e Dewain Whitmore Jr., compositores (Chris Brown com participação de Bryson Tiller)
Overqualified — James John Abrahart Jr e Durand Bernarr, compositores (Durand Bernarr)
Yes It Is — Jariuce Banks, Lazaro Andres Camejo, Mike Hector, Peter Lee Johnson, Rodney Jones Jr., Ali Prawl e Leon Thomas, compositores (Leon Thomas)
Melhor Álbum de R&B Progressivo
Bloom — Durand Bernarr – VENCEDOR
Adjust Brightness — Bilal
Love on Digital — Destin Conrad
Access All Areas — Flo
Come as You Are — Terrace Martin & Kenyon Dixon
Melhor Álbum de R&B
Beloved — Giveon
Why Not More? — Coco Jones
The Crown — Ledisi
Escape Room — Teyana Taylor
Mutt — Leon Thomas – VENCEDOR
Melhor Performance de Rap
Outside — Cardi B
Chains & Whips — Clipse, Pusha T & Malice com participação de Kendrick Lamar & Pharrell Williams – VENCEDOR
Anxiety — Doechii
TV Off — Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay
Darling, I — Tyler, the Creator com participação de Teezo Touchdown
Melhor Performance de Rap Melódico
Proud of Me — Fridayy com participação de Meek Mill
Wholeheartedly — JID com participação de Ty Dolla $ign e 6Lack
Luther — Kendrick Lamar com participação de SZA – VENCEDOR
WeMaj — Terrace Martin e Kenyon Dixon com participação de Rapsody
Somebody Loves Me — Partynextdoor e Drake
Melhor Música de Rap
Anxiety — Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)
The Birds Don’t Sing — Gene Elliott Thornton Jr., Terrence Thornton, Pharrell Williams e Stevie Wonder, compositores (Clipse, Pusha T e Malice com John Legend e Voices of Fire)
Sticky — Aaron Bolton, Dudley Alexander Duverne, Gloria Woods, Dwayne Carter Jr., Janae Wherry, Tyler Okonma e Rex Zamor, compositores (Tyler, the Creator com GloRilla, Sexyy Red e Lil Wayne)
TGIF — Lucas Alegria, Dillon Brophy, Yakki Davis, Gloria Woods, Jess Jackson, Ronnie Jackson, Mario Mims e Jorge M. Taveras, compositores (GloRilla)
TV Off — Jack Antonoff, Larry Jayy, Kendrick Lamar, Dijon McFarlane, Sean Momberger, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay) – VENCEDOR
Melhor Álbum de Rap
Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice
Glorious – GloRilla
God Does Like Ugly – JID
GNX – Kendrick Lamar – VENCEDOR
Chromakopia – Tyler, the Creator
Melhor Álbum de Poesia Falada
A Hurricane in Heels: healed people don’t act like that (partially recorded live @City Winery & other places) — Queen Sheba Black Shaman — Marc Marcel
Pages — Omari Hardwick & Anthony Hamilton
Saul Williams meets Carlos Niño & Friends at Treepeople — Saul Williams, Carlos Niño & Friends
Words for Days Vol. 1 — Mad Skillz – VENCEDOR
Melhor Performance de Jazz
Noble Rise — Lakecia Benjamin com Immanuel Wilkins e Mark Whitfield
Windows – Ao Vivo — Chick Corea, Christian McBride e Brian Blade – VENCEDOR
Peace of Mind / Dreams Come True — Samara Joy
Four — Michael Mayo
All Stars Lead to You – Ao Vivo — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold e Rachel Eckroth
Melhor Álbum Vocal de Jazz
Elemental — Dee Dee Bridgewater & Bill Charlap
We Insist 2025! — Terri Lyne Carrington & Christie Dashiel
Portrait — Samara Joy – VENCEDOR
Fly — Michael Mayo
Live at Vic’s Las Vegas — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold & Rachel Eckroth
Melhor Álbum Instrumental de Jazz
Trilogy 3 (Live) — Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
Southern Nights — Sullivan Fortner Featuring Peter Washington & Marcus Gilmore – VENCEDOR
Belonging — Branford Marsalis Quartet
Spirit Fall — John Patitucci Featuring Chris Potter & Brian Blade
Fasten Up — Yellowjackets
Melhor Álbum para Grande Conjunto de Jazz
Orchestrator Emulator — The 8-Bit Big Band
Without Further Ado, Vol 1 — Christian McBride Big Band – VENCEDOR
Lumen — Danilo Pérez & Bohuslän Big Band
Basie Rocks! — Deborah Silver & The Count Basie Orchestra
Lights on a Satellite — Sun Ra Arkestra
Some Days Are Better: The Lost Scores — Kenny Wheeler Legacy Featuring the Royal Academy of Music Jazz Orchestra & Frost Jazz Orchestra
Melhor Álbum de Jazz Latino
La Fleur de Cayenne — Paquito D’Rivera & Madrid-New York Connection Band
The Original Influencers: Dizzy, Chano & Chico — Arturo O’Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra Featuring Pedrito Martinez, Daymé Arocena, Jon Faddis, Donald Harrison & Melvis Santa
Mundoagua – Celebrating Carla Bley — Arturo O’Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra
A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole — Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta & Joey Calveiro – VENCEDOR
Vanguardia Subterránea: Live at The Village Vanguard — Miguel Zenón Quartet
Melhor Álbum de Jazz Alternativo
Honey From a Winter Stone — Ambrose Akinmusire
Keys to the City Volume One — Robert Glasper
Ride into the Sun — Brad Mehldau
Live-Action — Nate Smith – VENCEDOR
Blues Blood — Immanuel Wilkins
Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional
Wintersongs — Laila Biali
The Gift of Love — Jennifer Hudson
Who Believes in Angels? — Elton John & Brandi Carlile
Harlequin — Lady Gaga
A Matter of Time — Laufey – VENCEDOR
The Secret Of Life: Partners, Volume 2 — Barbra Streisand
Melhor Álbum Instrumental Contemporâneo
Brightside – ARKAI – VENCEDOR
Ones & Twos – Gerald Clayton
BEATrio – Béla Fleck, Edmar Castañeda, Antonio Sánchez
Just Us – Bob James e Dave Koz
Shayan – Charu Suri
Melhor Álbum de Teatro Musical
Buena Vista Social Club – VENCEDOR
Death Becomes Her
Gypsy
Just In Time
Maybe Happy Ending
Melhor Performance Solo de Música Country
Nose on the Grindstone – Tyler Childers
Good News – Shaboozey
Bad as I Used to Be [From F1 The Movie] – VENCEDOR
I Never Lie – Zach Top
Somewhere Over Laredo – Lainey Wilson
Melhor Performance Country em Dupla/Grupo
A Song to Sing — Miranda Lambert e Chris Stapleton
Trailblazer — Reba McEntire, Miranda Lambert, Lainey Wilson
Love Me Like You Used to Do — Margo Price e Tyler Childers
Amen — Shaboozey e Jelly Roll – VENCEDOR
Honky Tonk Hall of Fame — George Strait, Chris Stapleton
Melhor Música Country
Bitin’ List — Tyler Childers, compositor (Tyler Childers) – VENCEDOR
Good News — Michael Ross Pollack, Sam Elliot Roman e Jacob Torrey, compositores (Shaboozey)
I Never Lie — Carson Chamberlain, Tim Nichols e Zach Top, compositores (Zach Top)
Somewhere Over Laredo — Andy Albert, Trannie Anderson, Dallas Wilson e Lainey Wilson, compositores (Lainey Wilson)
A Song to Sing — Jenee Fleenor, Jesse Frasure, Miranda Lambert e Chris Stapleton, compositores (Miranda Lambert e Chris Stapleton)
Melhor Álbum de Música Country Tradicional
Dollar a Day — Charley Crockett
American Romance — Lukas Nelson
Oh What a Beautiful World — Willie Nelson
Hard Headed Woman — Margo Price
Ain’t in It for My Health — Zach Top – VENCEDOR
Melhor Álbum de Música Country Contemporânea
Patterns — Kelsea Ballerini
Snipe Hunter — Tyler Childers
Evangeline vs. the Machine — Eric Church
Beautifully Broken — Jelly Roll – VENCEDOR
Postcards From Texas — Miranda Lambert
Melhor Performance de Música Tradicional Americana
Lonely Avenue — Jon Batiste com participação de Randy Newman
Ancient Light — I’m With Her
Crimson and Clay — Jason Isbell
Richmond on the James — Alison Krauss & Union Station
Beautiful Strangers — Mavis Staples – VENCEDOR
Melhor Performance Americana
Boom — Sierra Hull
Poison in My Well — Maggie Rose & Grace Potter
Godspeed — Mavis Staples – VENCEDOR
That’s Gonna Leave a Mark — Molly Tuttle
Horses — Jesse Welles
Melhor Canção de Raízes Americanas
Ancient Light — Sarah Jarosz, Aoife O’Donovan e Sara Watkins, compositoras (I’m With Her) – VENCEDOR
Big Money — Jon Batiste, Mike Elizondo e Steve McEwan, compositores (Jon Batiste)
Foxes in the Snow — Jason Isbell, compositor (Jason Isbell)
Middle — Jesse Welles, compositor (Jesse Welles)
Spitfire — Sierra Hull, compositora (Sierra Hull)
Melhor Álbum de Americana
Big Money – Jon Batiste – VENCEDOR
Bloom – Larkin Poe
Last Leaf on the Tree – Willie Nelson
So Long Little Miss Sunshine – Molly Tuttle
Middle – Jesse Welles
Melhor Álbum de Bluegrass
Carter & Cleveland — Michael Cleveland & Jason Carter
A Tip Toe High Wire — Sierra Hull
Arcadia — Alison Krauss & Union Station
Outrun — The Steeldrivers
Highway Prayers — Billy Strings – VENCEDOR
Melhor Álbum de Blues Tradicional
Ain’t Done With the Blues — Buddy Guy – VENCEDOR
Room on the Porch — Taj Mahal & Keb’ Mo’
One Hour Mama: The Blues of Victoria Spivey — Maria Muldaur
Look Out Highway — Charlie Musselwhite
Young Fashioned Ways — Kenny Wayne Shepherd & Bobby Rush
Melhor Álbum de Blues Contemporâneo
Breakthrough — Joe Bonamassa
Paper Doll — Samantha Fish
A Tribute to LJK — Eric Gales
Preacher Kids — Robert Randolph – VENCEDOR
Family — Southern Avenue
Melhor Álbum de Folk
What Did the Blackbird Say to the Crow — Rhiannon Giddens & Justin Robinson
Crown of Roses — Patty Griffin
Wild and Clear and Blue — I’m With Her – VENCEDOR
Foxes in the Snow — Jason Isbell
Under the Powerlines (Abril 2024 – Setembro 2024) — Jesse Welles
Melhor Álbum de Música Regional de Raízes
Live at Vaughan’s — Corey Henry & the Treme Funktet
For Fat Man — Preservation Brass & Preservation Hall Jazz Band
Church of New Orleans — Kyle Roussel
Second Line Sunday — Trombone Shorty and New Breed Brass Band
A Tribute to the King of Zydeco (Vários Artistas) – VENCEDOR
Melhor Performance/Canção Gospel
Do It Again — Kirk Franklin; Kirk Franklin, compositor
Church — Tasha Cobbs Leonard, John Legend; Anthony S. Brown, Brunes Charles, Annatoria Chitapa, Kenneth Leonard Jr., Tasha Cobbs Leonard e Jonas Myrin, compositores
Still (Live) — Jonathan McReynolds e Jamal Roberts; Britney Delagraentiss, Jonathan McReynolds, David Lamar Outing III, Orlando Joel Palmer e Terrell Demetrius Wilson, compositores
Amen — Pastor Mike Jr.; Adia Andrews, Michael McClure Jr., David Lamar Outing II e Terrell Anthony Pettus, compositores
Come Jesus Come — Cece Winans com Shirley Caesar – VENCEDOR
Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea
I Know a Name — Elevation Worship, Chris Brown, Brandon Lake; Hank Bentley, Steven Furtick, Brandon Lake e Jacob Sooter, compositores
Your Way’s Better — Forrest Frank; Forrest Frank e Pera, compositores
Hard Fought Hallelujah — Brandon Lake com Jelly Roll; Chris Brown, Steven Furtick, Benjamin William Hastings, Jason Bradley Deford e Brandon Lake, compositores – VENCEDOR
Headphones — Lecrae, Killer Mike, T.I.; Tyshane Thompson, Bongo ByTheWay, Michael Render, Lecrae Moore, William Roderick Miller e Clifford Harris, compositores
Your Friend, Nate Bargatze — Nate Bargatze – VENCEDOR
Melhor Gravação de Audiolivro, Narração e Contação de Histórias
Elvis, Rocky & Me: The Carol Connors Story — Kathy Garver
Into the Uncut Grass — Trevor Noah
Lovely One: A Memoir — Ketanji Brown Jackson
Meditations: The Reflections of His Holiness the Dalai Lama — Dalai Lama – VENCEDOR
You Know It’s True: The Real Story of Milli Vanilli — Fab Morvan
Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual (Inclui Cinema e Televisão)
How to Train Your Dragon – John Powell, compositor
Severance: Season 2 – Theodore Shapiro, compositor
Sinners – Ludwig Göransson, compositor – VENCEDOR
Wicked – John Powell & Stephen Schwartz, compositores
The Wild Robot – Kris Bowers, compositor
Melhor Trilha Sonora para Videogames e Outras Mídias Interativas
Avatar: Frontiers of Pandora – Secrets of the Spires — Pinar Toprak, compositor
Helldivers 2 — Wilbert Roget, II, compositor
Indiana Jones and the Great Circle — Gordy Haab, compositor
Star Wars Outlaws: Wild Card & a Pirate’s Fortune — Cody Matthew Johnson & Wilbert Roget, II, compositores
Sword of the Sea — Austin Wintory, compositor – VENCEDOR
Melhor Canção Escrita para Mídia Visual
As Alive as You Need Me to Be [De Tron: Ares] — Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails)
Golden [De KPop Demon Hunters] — EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami) – VENCEDOR
I Lied to You [De Sinners] — Ludwig Göransson e Raphael Saadiq, compositores (Miles Caton)
Never Too Late [De Elton John: Never Too Late] — Brandi Carlile, Elton John, Bernie Taupin e Andrew Watt, compositores (Elton John, Brandi Carlile)
Pale, Pale Moon [De Sinners] — Ludwig Göransson e Brittany Howard, compositores (Jayme Lawson)
Sinners [De Sinners] — Leonard Denisenko, Rodarius Green, Travis Harrington, Tarkan Kozluklu, Kyris Mingo e Darius Povilinus, compositores (Rod Wave)
Melhor Videoclipe
Young Lion — Sade / Sophie Muller, direção de vídeo; Sade e Aaron Taylor Dean, produção de vídeo.
Manchild — Sabrina Carpenter / Vania Heymann e Gal Muggia, direção de vídeo; Aiden Magarian, Nathan Scherrer e Natan Schottenfels, produção de vídeo
So Be It — Clipse / produção de Hannan Hussain, direção de vídeo; Daniel Order, produção de vídeo
Anxiety — Doechii / James Mackel, direção de vídeo; Pablo Feldman, Jolene Mendes e Sophia Sabella, produção de vídeo – VENCEDOR
Love — OK Go / direção de Aaron Duffy, Miguel Espada e Damian Kulash Jr.; Petra Ahmann, produção de vídeo
Melhor Filme Musical
Devo — Devo
Chris Smith, diretor do vídeo; Danny Gabai, Anita Greenspan, Chris Holmes e Chris Smith, produtores do vídeo Live at the Royal Albert
Hall — Raye
Paul Dugdale, diretor do vídeo; Stefan Demetriou e Amy James, produtores do vídeo
Relentless — Diane Warren
Bess Kargman, diretora do vídeo; Peggy Drexler, Michele Farinola e Kat Nguyen, produtoras do vídeo
Music by John Williams — John Williams – VENCEDOR
Laurent Bouzereau, diretor do vídeo; Sara Bernstein, Laurent Bouzereau, Justin Falvey, Darryl Frank, Brian Grazer, Ron Howard, Meredith Kaulfers, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Steven Spielberg e Justin Wilkes, produtores do vídeo
Piece by Piece — Pharrell Williams
Morgan Neville, diretor do vídeo; Morgan Neville, Caitrin Rogers, Mimi Valdes e Pharrell Williams, produtores do vídeo
Melhor Pacote de Gravação
And The Adjacent Possible — Hà Trinh Quoc Bao, Damian Kulash, Jr., Claudio Ripol, Wombi Rose & Yuri Suzuki, art directors (OK Go)
Balloonerism — Bráulio Amado & Alim Smith, art directors (Mac Miller)
Danse Macabre: De Luxe — Rory McCartney, art director (Duran Duran)
Loud Is As — Farbod Kokabi & Emily Sneddon, art directors (Tsunami)
Sequoia — Tim Breen & Ken Shipley, art directors (Various Artists)
The Spins (Picture Disc Vinyl) — Miller McCormick, art director (Mac Miller)
Tracks II: The Lost Albums — Meghan Foley & Michelle Holme, art directors (Bruce Springsteen) – VENCEDOR
Melhor Capa de Álbum
Chromakopia — Shaun Llewellyn e Luis “Panch” Perez, diretores de arte (Tyler, the Creator) – VENCEDOR
The Crux — William Wesley II, diretor de arte (Djo)
Debí Tirar Más Fotos — Benito Antonio Martinez Ocasio, diretor de arte (Bad Bunny)
Glory — Cody Critcheloe e Andrew JS, diretores de arte (Perfume Genius)
Moisturizer — Hester Chambers, Ellis Durand, Henry Holmes, Matt de Jong, Jamie-James Medina, Joshua Mobaraki e Rhian Teasdale, diretores de arte (Wet Leg)
Melhores Notas de Álbum
Adios, Farewell, Goodbye, Good Luck, So Long: On Stage 1964-1974 — Scott B. Bomar, autor das notas do álbum (Buck Owens And His Buckaroos)
After the Last Sky — Adam Shatz, autor das notas do álbum (Anouar Brahem, Anja Lechner, Django Bates, Dave Holland)
Árabe — Amanda Ekery, autora das notas do álbum (Amanda Ekery)
The First Family: Live At Winchester Cathedral 1967 — Alec Palao, autor das notas do álbum (Sly & The Family Stone)
A Ghost Is Born (20th Anniversary Deluxe Edition) — Bob Mehr, autor das notas do álbum (Wilco)
Miles ’55: The Prestige Recordings — Ashley Kahn, autora das notas do álbum (Miles Davis) – VENCEDOR
Melhor Álbum Histórico
Joni Mitchell Archives – Volume 4: The Asylum Years (1976-1980) — Patrick Milligan & Joni Mitchell, compilation producers; Bernie Grundman, mastering engineer (Joni Mitchell) – VENCEDOR
The Making Of Five Leaves Left — Cally Callomon & Johnny Chandler, compilation producers; Simon Heyworth & John Wood, mastering engineers (Nick Drake)
Roots Rocking Zimbabwe – The Modern Sound Of Harare’ Townships 1975-1980 (Analog Africa No.41) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)
Super Disco Pirata – De Tepito Para El Mundo 1965-1980 (Analog Africa No. 39) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)
You Can’t Hip A Square: The Doc Pomus Songwriting Demos — Will Bratton, Sharyn Felder & Cheryl Pawelski, compilation producers; Michael Graves, mastering engineer (Doc Pomus)
Melhor Álbum de Engenharia de Som, Não Clássico
All Things Light — Jesse Brock, Jon Castelli, Tyler Johnson, Nick Lobel, Simon Maartensson, Lawrence “Boo” Mitchell, Anders Mouridsen, Ryan Nasci, Ernesto Olivera-Lapier, Ethan Schneiderman e Owen Stoutt, engenheiros; Dale Becker, engenheiro de masterização (Cam)
Arcadia — Neal Cappellino e Gary Paczosa, engenheiros; Brad Blackwood, engenheiro de masterização (Alison Krauss e Union Station)
For Melancholy Brunettes (& sad women) — Joseph Lorge, Blake Mills e Sebastian Reunert, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Japanese Breakfast)
That Wasn’t A Dream — Joseph Lorge e Blake Mills, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Pino Palladino, Blake Mills) – VENCEDOR
Melhor Álbum de Engenharia de Som, Clássico
Cerrone: Don’t Look Down — Mike Tierney, engenheiro de som; Alan Silverman, engenheiro de masterização (Sandbox Percussion) – VENCEDOR
Eastman: Sinfonia nº 2; Tchaikovsky: Sinfonia nº 2 — Gintas Norvila, engenheiro de som; Jennifer Nulsen, engenheira de masterização (Franz Welser-Möst e a Orquestra de Cleveland)
Shostakovich: Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk — Shawn Murphy e Nick Squire, engenheiros de som; Tim Martyn, engenheiro de masterização (Andris Nelsons, Kristine Opolais, Günther Groissböck, Peter Hoare, Brenden Gunnell e a Orquestra Sinfônica de Boston)
Standard Stoppages — Sean Connors, Robert Dillon, Peter Martin, Bill Maylone, Judith Sherman e David Skidmore, engenheiros de som; Joe Lambert, engenheiro de masterização (Third Coast Percussion)
Yule — Morten Lindberg, engenheiro de som; Morten Lindberg, engenheiro de masterização (Trio Mediæval)
Produtor do Ano, Música Clássica
Blanton Alspaugh
Sergei Kvitko
Morten Lindberg
Dmitriy Lipay
Elaine Martone – VENCEDOR
Melhor Álbum de Áudio Imersivo
All American F***boy — Andrew Law, engenheiro de mixagem imersiva (Duckwrth)
Immersed — Justin Gray, engenheiro de mixagem imersiva; Michael Romanowski, engenheiro de masterização imersiva; Justin Gray, Drew Jurecka e Morten Lindberg,produtores imersivos (Justin Gray) – VENCEDOR
An Immersive Tribute To Astor Piazzolla (Ao vivo) — Andrés Mayo e Martín Muscatello, engenheiros de mixagem imersiva; Andrés Mayo e Martín Muscatello, produtores imersivos (Vários artistas)
Huang Ruo: An American Soldier — Carolyn Kuan, regente; Hannah Cho, Alex DeSocio, Nina Yoshida Nelsen e Brian Vu; Adam Abeshouse, Silas Brown e Doron Schachter, produtores (American Composers Orchestra; David Henry Hwang)
Kouyoumdjian: Adoration — Alan Pierson, regente; Miriam Khalil, Marc Kudisch, David Adam Moore, Omar Najmi, Naomi Louisa O’Connell e Karim Sulayman; Mary Kouyoumdjian, produtora (Silvana Quartet; The Choir Of Trinity Wall Street)
O’Halloran: Trade & Mary Motorhead — Elaine Kelly, regente; Oisín Ó Dálaigh e John Molloy; Alex Dowling e Emma O’Halloran, produtores (Orquestra da Ópera Nacional Irlandesa; Mark O’Halloran)
Tesori: Grounded — Yannick Nézet-Séguin, maestro; Ben Bliss, Emily D’Angelo, Greer Grimsley e Kyle Miller; David Frost, produtor (Orquestra da Ópera Metropolitana; Coro da Ópera Metropolitana; George Brant)
Melhor Performance Coral
Advena – Liturgies For A Broken World — Craig Hella Johnson, conductor (Simon Barrad, Emily Yocum Black & Michael Hawes; Conspirare)
Childs: In The Arms Of The Beloved — Grant Gershon, conductor (Billy Childs, Dan Chmlellnskl, Christian Euman, Larry Koonse, Lyris Quartet, Anne Akiko Meyers, Carol Robbins & Luciana Souza; Los Angeles Master Chorale)
Lang: Poor Hymnal — Donald Nally, conductor (Steven Bradshaw, Michael
Hawes, Lauren Kelly, Rebecca Siler & Elisa Sutherland; The Crossing)
Ortiz: Yanga — Gustavo Dudamel, conductor; Grant Gershon, chorus master (Los Angeles Philharmonic & Tambuco Percussion Ensemble; Los Angeles Master Chorale) – VENCEDOR
Melhor Performance de Música de Câmara/Conjunto de Pequeno Porte
Dennehy: Land Of Winter — Alan Pierson & Alarm Will Sound – VENCEDOR
La Mer – French Piano Trios — Neave Trio
Lullabies For The Brokenhearted — Lili Haydn & Paul Cantelon
Slavic Sessions — Mak Grgić & Mateusz Kowalski
Standard Stoppages — Third Coast Percussion
Melhor Solo Instrumental Clássico
Coleridge-Taylor: 3 Selections From ’24 Negro Melodies’ — Curtis Stewart; Michael Repper, conductor (National Philharmonic)
Hope Orchestrated — Mary Dawood Catlin; Jesús David Medina & Raniero Palm, conductors (Venezuela Strings Recording Ensemble)
Inheritances — Adam Tendler
Price: Piano Concerto In One Movement In D Minor — Han Chen; John Jeter, conductor (Malmö Opera Orchestra)
Shostakovich: The Cello Concertos — Yo-Yo Ma; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra) – VENCEDOR
Shostakovich: The Piano Concertos; Solo Works — Yuja Wang; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra)
Melhor Álbum de Música Clássica Solo Vocal
Alike – My Mother’s Dream — Allison Charney, solista; Benjamin Loeb, regente (Orquestra Sinfônica Nacional)
Black Pierrot — Sidney Outlaw, solista; Warren Jones, pianista
In This Short Life — Devony Smith, solista; Danny Zelibor, pianista; Michael Nicolas, acompanhador
Kurtág: Kafka Fragments — Susan Narucki, solista; Curtis Macomber, acompanhador
Schubert Beatles — Theo Hoffman, solista; Steven Blier, pianista (Rupert Boyd, Julia Bullock, Alex Levine, Andrew Owens, Rubén Rengel e Sam Weber)
Telemann: Ino – Opera Arias For Soprano — Amanda Forsythe, solista; Robert Mealy, Paul O’Dette e Stephen Stubbs, regentes (Orquestra do Festival de Música Antiga de Boston) – VENCEDOR
Melhor Compêndio Clássico
Cerrone: Don’t Look Down — Sandbox Percussion; Jonathan Allen, Victor Caccese
Christopher Cerrone, Ian Rosenbaum, Terry Sweeney e Mike Tierney, produtores
The Dunbar/Moore Sessions, Vol. II — Will Liverman; Jonathan Estabrooks, produtor
Seven Seasons — Janai Brugger, Isolde Fair, MB Gordy e Starr Parodi; Nicholas Dodd, maestro; Jeff Fair, Starr Parodi e Kitt Wakeley, produtores
Tombeaux — Christina Sandsengen; Shaun Drew e Christina Sandsengen, produtores
Melhor Composição Clássica Contemporânea
Cerrone: Don’t Look Down — Christopher Cerrone, compositor (Conor Hanick e Sandbox Percussion)
Dennehy: Land Of Winter — Donnacha Dennehy, compositor (Alan Pierson e Alarm Will Sound)
León: Raíces (Origins) — Tania León, compositora (Edward Gardner e Orquestra Filarmônica de Londres)
Okpebholo: Songs In Flight — Shawn E. Okpebholo, compositor (Will Liverman, Paul Sánchez e Vários Artistas)
Ortiz: Dzonot — Gabriela Ortiz, compositora (Alisa Weilerstein, Gustavo Dudamel e Filarmônica de Los Angeles) – VENCEDOR
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