Novo filme do diretor David Yarovesky coloca um assaltante em armadilha mortal
Nesta segunda (10), foi revelado o pôster do thriller Confinado (Locked), filme estrelado por Bill Skarsgård e Anthony Hopkins. Dirigido por David Yarovesky, o longa chega aos cinemas de todo o Brasil em 8 de maio, colocando o espectador na mesma experiência angustiante do seu protagonista, o assaltante Eddie (Skarsgård), que de repente se vê preso em uma armadilha mortal.
Imagem: divulgação/Diamond Films
O veículo, no entanto, é de propriedade de William (Hopkins), um homem misterioso que se autoproclama um justiceiro. Determinado a punir Eddie cruelmente por sua audácia, William faz do seu carro uma verdadeira prisão sobre rodas. Diante de um inimigo frio e calculista, Eddie não terá outra saída a não ser tentar sobreviver a um jogo implacável, em que ele e todos à sua volta correm perigo.
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A produção, com estreia marcada para 18 de março, revela os lados não vistos de uma das maiores tragédias marítimas do país
Saiu o pôster oficial da nova produção de true crime, Bateau Mouche: O Naufrágio da Justiça, dirigida e produzida por Tatiana Issa e Guto Barra, responsáveis também por Pacto Brutal — O Assassinato de Daniella Perez (2022).
A nova série documental estreia dia 18 de março e terá ao todo três episódios lançados toda terça-feira, às 21h, no canal HBO e na plataforma de streaming Max. Por meio de depoimentos e reencenações, a produção lança um novo olhar sobre o trágico naufrágio que parou o Brasil no Réveillon de 1988.
Foto: divulgação/MAX/HBO
Na série, os criadores, 11 vezes indicados ao Emmy e três vezes vencedores da premiação, se propõem a reconstruir os acontecimentos da fatídica noite em que o Bateau Mouche IV naufragou, resultando na morte de 55 pessoas, incluindo a atriz Yara Amaral.
O caso se tornou um símbolo da impunidade no país e ainda segue na Justiça até hoje, com processos marcados por investigações sobre fraudes e irregularidades. A tragédia levantou, ainda, debates sobre segurança, fiscalização e responsabilidade, que seguem em voga até os dias atuais.
Rica em detalhes, a produçãoinclui recriações no mar e em um tanque com 40 metros de comprimento, 30 m de largura e até 25 m de profundidade, além de mais de 30 entrevistas exclusivas de sobreviventes, familiares das vítimas, advogados, especialistas e protagonistas do resgate.
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Artista coreano apresenta releituras de obras tradicionais de sua cultura em pinturas com carimbos
De 16 de março a 29 de junho, o Centro Cultural Coreano no Brasil – localizado na Avenida Paulista – oferecerá a exposição intitulada Pintura Coreana: Carimbo e Design, do artista coreano Suldurumi. Suas obras reinterpretam as artes tradicionais de seu país por meio de técnicas contemporâneas, criando um diálogo entre passado e presente.
A arte de Suldurumi possui elementos do bojagi — arte têxtil que une retalhos geométricos em um tecido único —, assim como referências à minhwa, pintura folclórica coreana bastante popular entre os séculos XVIII e XIX, que retrata o cotidiano e os costumes da Coreia da época. Além dessas influências visuais, o artista também se inspira na poesia de Yun Dong-ju (1917-1945), reconhecido por seus poemas de resistência durante a ocupação japonesa.
foto: divulgação/ Museu Nacional da Coreia
Através de suas releituras, Suldurumi pinça cenas dessas obras milenares e as reproduz pela sobreposição de carimbos. Pouco a pouco, a folha em branco vai ganhando formas e cores aparentemente desconexas e abstratas até se revelar numa figura bem elaborada e repleta de detalhes.
Além de trazer as artes que inspiram o artista impressas e distribuídas pelo espaço, a exposição terá conjuntos de carimbos à disposição do público, que poderá experimentar a pintura por meio deles, criando suas próprias obras e levando-as como lembrança da experiência. Ao apresentar aos visitantes as etapas de seu fazer artístico e criar carimbos para suas produções, o artista visa ainda tornar essa criação acessível a um público amplo.
Sobre o artista
Nascido em 1994, em Busan, Suldurumi é formado em design gráfico. Em 2021, depois de ter iniciado sua carreira no mercado publicitário, lançou o projeto que hoje dá nome a sua figura artística. O termo Suldurumi foi inspirado em um antigo significado de seu nome de nascimento, que faz referência a um grande jarro para o armazenamento de bebidas alcóolicas. Tal como o vasilhame, que, no limite, trazia alegria e conexão para os que estavam ao seu redor, o artista busca divertir aqueles que têm contato com seu trabalho.
foto: divulgação/ Suldurumi
Serviço
Pintura Coreana: Carimbo e Design, por Suldurumi
Período: de 16 de março a 29 de junho
Local: Centro Cultural Coreano no Brasil
Endereço: Avenida Paulista, 460
Horários: de terça a sábado, das 10h às 18h30; domingo, das 11h às 17h
Entrada: Gratuita, livre
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Últimos capítulos da história de Joe Goldberg estreiam no final de abril
Com data de estreia marcada para 27 de abril de 2025, tivemos nesta segunda (10), os primeiros vislumbres da quinta e última temporada de Você, série de sucesso que vem contando a história do stalker Joe Goldberg (Penn Badgley) e suas obsessões desde 2018.
Imagem: divulgação/Netflix
Para essa nova fase, contaremos com mais personalidades de renome compondo o elenco, como Charlotte Ritchie, que interpretará a herdeira bilionária Kate Galvin, personagem responsável por fazer Joe retornar aos Estados Unidos para o desfecho da trama, além de Madeline Brewer, Griffin Matthews e Anna Camp, de A Escolha Perfeita (2012).
Imagem: divulgação/Netflix
Os episódios finais da série trarão fantasmas do passado para assombrar os planos de Joe, culminando em um desfecho muito aguardado que pode, finalmente, mostrar o personagem enfrentando as consequências de seus atos ou, mais uma vez, escapando impune e se consolidando de vez como o homem mais sortudo de Nova York.
Confira o trailer divulgado pela plataforma:
A quinta e última temporada de Você é uma produção dos estúdios Warner Bros. Television e estará disponível na Netflix no final de abril de 2025.
Qual o nível de ansiedade para assistir o desfecho da trama? Nos conte nas redes sociais do Entretê – Instagram, Facebook, X) – e nos siga para mais novidades sobre o mundo da cultura e do entretenimento.
As filmagens da nova dizi estrelada por Yağmur Yüksel e Taha Baran Özbek foram iniciadas
No último final de semana foram iniciadas as gravações de Kızgın Topraklar (tradução livre: Terras Furiosas), protagonizada por Yağmur Yüksel (Eylül), Taha Baran Özbek (Aras), Yaprak Medine (Sude) e Batuhan Sezer (Yusuf). As primeiras imagens dos bastidores foram divulgadas após a gravação do teaser. Confira o enredo e as imagens a seguir:
O enredo
Foto: reprodução/X @seriesonline_br
Eylül (Yağmur Yüksel) acredita que encontrou o amor da sua vida, Aras, e aceita o pedido de casamento. Ela viaja para a Capadócia para conhecer a família do noivo. No entanto, o noivado inesperado de Aras é recebido como uma grande polêmica em sua poderosa família, os Köksal, considerada uma das mais influentes da região. O patriarca e sua esposa, que tinham outros planos para o futuro do filho, não aceitam a união.
Foto: reprodução/X @seriesonline_br
Zahide (İlayda Mine Çopur) é uma herdeira das terras da Capadócia, escolhida para casar-se com Aras devido à sua posição. Ao descobrir que ele chegou à cidade com outra mulher, fica completamente abalada. A família Köksal acredita que conseguirá acabar facilmente com o relacionamento de Eylül e Aras, mas eles percebem que Eylül está determinada e obstinada em manter seu amor vivo.
O elenco
Foto: reprodução/X @seriesonline_br
Além de Yağmur Yüksel, Yaprak Medine, Batuhan Sezer e Taha Baran Özbek, os atores confirmados no elenco são: İlayda Mine Çopur (Zahide), Nizam Namidar (Yıldıray), Atilla Olgaç (İbrahim), Berrin Arısoy (Şefika), İncinur Başdemir (Mihriman) e Ahmet Varlı (Rıza).
Foto: reprodução/X @seriesonline_br
Te Entrevistei com Yağmur Yüksel
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Tokyo Revengerse Hokusai farão parte de toda a programação da tradição e cultura do Japão
Em comemoração aos 130 anos das relações diplomáticas entre Japão e Brasil, a Fundação Japão, juntamente com a Sato Company, fará uma apresentação cinematográfica única nos dias 22 e 23 de março: o Cinema Kabuki.
Esse projeto tão especial tem como objetivo fortalecer os laços históricos e culturais entre os dois países, além de proporcionar ao público brasileiro a oportunidade de apreciar o Kabuki, uma das tradições japonesas em formato de teatro.
Foto: divulgação/Alex Gonçalves
O Cinema Kabuki foi criado pela empresa de entretenimento japonesa Shochiku e utiliza tecnologias avançadas de filmagem para registrar apresentações teatrais em alta definição, capturando minuciosamente detalhes como expressões, respirações, gestos, figurinos e cenografia, além de oferecer um design de som imersivo que enriquece a experiência do espectador.
Essa iniciativa teve sua estreia em 2005 com o filme Nezumi Kozo: Noda Ban. O projeto demonstra uma proposta inovadora ao transportar a arte tradicional do Kabuki para o cinema, proporcionando ao público uma vivência única e contemporânea do teatro japonês.
No dia 23 de março, a Sato Company exibirá quatro obras contemporâneas do cinema japonês. Confira abaixo mais detalhes da programação:
11h – A peça de teatro Kabuki Sannin Kichisa (Três Ladrões Chamados Kichisa)
O filme destaca a expressividade, o dinamismo e os detalhes do Kabuki, capturados por meio de técnicas cinematográficas de alta qualidade, proporcionando uma experiência imersiva e envolvente.
Sinopse
No início do século XIX, Edo estava repleta de delinquentes juvenis e foras da lei. Em uma noite escura de Ano Novo, os três ladrões se encontraram por acaso. Sentindo uma compaixão mútua, em um rápido momento, eles fizeram a jura de fraternidade. Mas, eles não sabem que esse encontro é um marco no destino de cada um deles. Essa peça Kabuki tem uma mistura de ação, moralidade e drama, explorando o destino, o crime e a lealdade.
14h – Hokusai (2020), dirigido por Hajime Hashimoto
O filme retrata a trajetória de Katsushika Hokusai, artista japonês nascido em 1760, durante o período Edo. Conhecido por suas representações de cenas urbanas, Hokusai deixou um legado duradouro, incluindo a famosa pintura A Grande Onda de Kanagawa, criada aos 70 anos. Sua obra influenciou gerações de artistas e permanece relevante até hoje.
Sinopse
Existem várias pinturas icônicas no Japão retratando cenas da natureza e da época. Várias delas se tornaram famosas em todo o mundo. Várias delas são obras de Hokusai. No entanto, o artista nem sempre foi famoso ou procurado. Na verdade, ele estava lutando. Ele quer jogar a toalha, mas persiste. Uma vez mais velho, ele ainda tenta se aprimorar e chegar ao auge de sua profissão.
16h30 – Tokyo Revengers (2021)
Uma adaptação live-action de Ken Wakui, mangá que vendeu mais de 30 milhões de exemplares. Dirigido por Tsutomu Hanabusa, o filme teve uma das maiores bilheterias do Japão em seu ano de estreia.
Sinopse
Takemichi Hanagaki é um desempregado que sobrevive com alguns bicos, mora em um pequeno apartamento e é virgem. Takemichi descobre que sua ex-namorada de escola foi morta pela Gangue Manji de Tóquio. Após um dia da notícia, ele está na beira da plataforma do trem e é empurrado pelas pessoas que estavam ali. Ele fecha os olhos e se prepara para morrer, mas ao abrir novamente ele volta ao tempo para os dias de ensino médio.
18h30 – Família (2023)
Um drama que aborda os laços afetivos e a imigração de brasileiros para o Japão. O protagonista, Koji Yakusho, é considerado um ícone do cinema japonês, reconhecido por sua atuação no filme Dias Perfeitos (2023), que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2024. Além disso, Yakusho recebeu o prêmio de Melhor Ator no 76º Festival de Cinema de Cannes.
Sinopse
A história retrata pessoas tentando criar uma família superando as diferenças. Seiji Kamiya é um artesão e vive sozinho, trabalhando com cerâmica. Quando seu filho Manabu volta ao Japão, para ajudar seu pai no trabalho, eles conhecem Marcos, um jovem do Brasil que vive em um conjunto habitacional, onde sofre um acidente enquanto foge de uma gangue. Esse grupo se transformará em um tipo de família, na qual tentarão superar as diferenças do presente e as marcas do passado.
Sobre a Sato Company
Fundada em 1985, é a pioneira na distribuição de Animes e Tokusatsu, seu portfólio conta com conteúdos asiáticos de sucesso e críticas, como Akira, Ultraman, Jaspion e outros. Sua constante inovação se traduz na produção e distribuição para o cinema, televisão e OTT. Em 2024, foi responsável por trazer ao Brasil os filmes vencedores do Oscar Godzilla Minus One (2023) e O Menino e a Garça (2023).
Já assistiu algum desses filmes? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê (Instagram, Facebook, X) e nos siga para ficar por dentro das novidades do entretenimento!
A atriz mexicana Maite Perroni completou 42 anos no último domingo, e nós preparamos uma matéria especial para a nossa eterna Lupita destacando seus principais trabalhos
Maite Perroni Beorlegui, iniciou a carreira na televisão interpretando a personagem Guadalupe Fernandez, a nossa eterna Lupita, na novela mexicana Rebelde (2004 – 2006), e Malu, em Cuidado com o Anjo (2008 – 2009). A atriz nasceu no dia 9 de março de 1983, na Cidade do México. Maite é filha de Javier Perroni e Maite Beorlegui, sendo filha única.
Assim que ela terminou o ensino médio, logo se inscreveu no Centro de Educação Artística (CEA), uma escola de artes comandada pela Televisa. Além de atriz e cantora, Maite também é compositora, modelo, apresentadora, empresária e produtora mexicana.
Confira os principais trabalhos da atriz:
Lupita – Rebelde (2004 – 2006)
Maite interpreta a personagem Lupita, uma jovem pobre e ingênua que consegue uma bolsa de estudos no Elite Way School,o colégio mais famoso e caro. Na novela ela trabalhou com os atores Christopher Uckermann, Christian Chavez, Dulce Maria, Anahi e Alfonso Herrera.
Foto: reprodução
Além da novela, Maite integrou na banda RBD, que fez muito sucesso em vários países. Em 2023, ela retornou aos palcos com seus colegas da banda, realizando a Soy Rebelde Tour. E, claro, o Brasil foi incluído nessa tour, trazendo muita nostalgia e saudade.
Foto: reprodução/Instagram @maiteperroni
Malu – Cuidado com o Anjo (2008 – 2009)
A novela retrata sobre a vida de uma menina que foi entregue a um padre ainda bebê. Sua mãe acreditava estar à beira da morte, então resolve deixar a filha aos cuidados do Padre Anselmo (Miguel Córcega), e ele a entrega para um orfanato. Assim que Malu completa seus 15 anos, ela foge desse orfanato e começa a ganhar a vida como pode. Com o passar dos dias, Malu é atacada por um homem bêbado.
Foto: reprodução
Esse acontecimento a deixa traumatizada. Ela passa a ter vários pesadelos e a evitar contato com homens. Malu, então, conhece uma senhora lavadeira chamada Candelária (Evita Munoz), que lhe dá um lar e a trata como filha.
Por ser criada longe da família biológica, Malu acaba se metendo em encrenca e sendo levada para a delegacia. Lá, é julgada pelo juiz Patrício Valverde (Ricardo Blume), seu próprio pai, e é defendida pelo psicanalista João Miguel (William Levy), o qual se apaixona por ela.
Esmeralda – A Gata (2014)
Esmeralda, apelidada como A Gata, é uma menina de 12 anos que mora em um lixão e passa por situações precárias. Desde mais nova, ela é amiga de Paulo, um garoto de 15 anos, rico, que sempre a protegia dos ataques de outras crianças.
Foto: reprodução/Instagram @maiteperroni
A novela trata do romance entre duas pessoas de classes sociais completamente diferentes, enfrentando preconceitos e armações que fazem o casal se separar.
Foto: reprodução/Instagram @maiteperroni
Paulo sente compaixão por A Gata, principalmente quando descobre que ela não sabe ler nem escrever, então começa a ensiná-la em segredo, para que sua mãe, Lorena (Laura Zapata), não descubra.
Alma – Desejo Sombrio (2020)
Maite interpreta a personagem Alma, uma advogada e professora universitária casada com Leonardo Solares, um dos juízes mais respeitados no país.
Foto: divulgação/Netflix
Ultimamente, Alma tem desconfiado que seu marido estaria a traindo, então resolve fazer uma viagem com sua amiga, Brenda (Maria Fernanda Yepes), na qual acaba se envolvendo com o jovem Dario (Alex Speitzer).
Foto: divulgação/Netflix
O que começa com uma paixão, termina em tragédia, criando um ar de suspense ao questionar a verdade sobre todas as pessoas envolvidas.
Três Vidas – (2023)
A série conta a história de três mulheres idênticas que se encontram pela primeira vez. Becca (Maite Perroni), é uma perita forense no México e, ao investigar um assassinato, ela percebe que o corpo da vítima se parece com o dela.
Foto: reprodução/Instagram @maiteperroni
Durante a procura por respostas, Becca descobre que foi separada de suas irmãs gêmeas no nascimento. E então passa a investigar o motivo da separação entre ela e as irmãs, partindo em uma jornada perigosa para descobrir sobre a sua vida.
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Nova unit entrega identidade única com três faixas inéditas
A tão aguardada unit H×W, formada por Hoshi e Woozi, finalmente fez sua estreia. O duo lançou hoje (10) o single álbum BEAM, marcando um novo capítulo na carreira dos artistas.
O projeto traz três faixas, incluindo a title track 96ers, composta e escrita pelos próprios integrantes. A música chega acompanhada de um MV poderoso, reforçando a identidade única da dupla. 96ers é uma canção que representa Hoshi e Woozi, ambos nascidos em 1996.
Por meio da canção criativa, eles transmitem a narrativa que construíram desde o tempo em que eram trainees até o momento atual.
Confira o videoclipe:
BEAM: um sonho e nostalgia
Hoshi e Woozi compartilharam a empolgação com o lançamento, destacando a nostalgia que sentiram ao criar o álbum. “Foi como voltar à infância”, revelaram.
O título BEAM simboliza a luz que os dois irradiam. “Para mim, BEAM era um sonho e, agora, se tornou realidade graças às Carats”, disse Hoshi. “Quero corresponder às expectativas e entregar algo à altura da confiança que depositam em nós“, complementou Woozi.
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Um especial do Mês das Mulheres para celebrar protagonistas fortes e inspiradoras
Março chegou, e com ele se aproxima o Dia Internacional das Mulheres, uma data que vai muito além de homenagens e flores, sendo um momento para reconhecer e valorizar a força, a resiliência e as conquistas femininas.
E a melhor maneira de celebrar é maratonando séries protagonizadas por mulheres que comandam suas próprias histórias, sendo motivo de orgulho para todas nós.
Seja enfrentando desafios pessoais, quebrando padrões ou simplesmente vivendo suas vidas da melhor forma possível, essas personagens mostram que ser mulher é sinônimo de potência.
Confira cinco séries com protagonistas que vão te inspirar.
Grace and Frankie
Foto: reprodução/Netflix
Se engana quem pensa que a vida desacelera depois dos 70. Grace and Frankie (2015) é uma comédia inteligente e emocionante que acompanha duas mulheres completamente diferentes: Grace, uma ex-executiva de cosméticos sofisticada, e Frankie, uma professora de arte cheia de espírito livre.
Tudo muda quando seus maridos revelam que são apaixonados um pelo outro e decidem se casar. De rivais a amigas inseparáveis, as duas encontram apoio uma na outra para enfrentar os desafios da terceira idade e provar que reinvenção não tem prazo de validade. Com diálogos afiados e uma parceria impecável entre Jane Fonda e Lily Tomlin, essa é uma série perfeita para quem ama histórias sobre amizade e recomeços.
Onde assistir: Netflix
Amigas para Sempre
Foto: reprodução/Netflix
Se existe algo tão forte quanto o tempo, é a amizade. Amigas para Sempre (2021), baseada no best-seller de Kristin Hannah, conta a história de Tully e Kate, duas melhores amigas que se conhecem ainda na adolescência e seguem juntas na vida adulta, apesar das diferenças e dos desafios que surgem ao longo do caminho.
Enquanto Tully, Katherine Heigl, se torna uma famosa apresentadora de TV, Kate, Sarah Chalke, escolhe se dedicar à família, mas decide retomar sua carreira após um divórcio difícil. No entanto, uma revelação do passado ameaça abalar essa relação de anos.
Com drama e emoção na medida certa, Amigas para Sempre nos lembra que a força feminina está nas amizades que fazemos ao longo da vida, mesmo nos momentos mais difíceis.
Onde assistir: Netflix
Trinta e Nove
Foto: reprodução/Netflix
Se você é fã de K-dramas, Trinta e Nove (2022) é um verdadeiro abraço no coração. A série sul-coreana acompanha três mulheres às vésperas dos 40 anos que, mesmo com rotinas e personalidades diferentes, seguem unidas por uma amizade inabalável.
Cha Mi-jo, Son Ye-jin, é uma dermatologista bem-sucedida e carinhosa, Jeong Chan-young, Jeon Mi-do, sonhava em ser atriz, mas virou professora de teatro, e Jang Joo-hee, Kim Ji-hyun, trabalha em uma loja de cosméticos e tem dificuldades em se abrir para o amor.
Entre desafios profissionais, romances e perdas inesperadas, elas descobrem que, independentemente da idade ou dos obstáculos, ter uma rede de apoio feminina faz toda a diferença. Uma história emocionante sobre amadurecimento, amor e sororidade.
Onde assistir: Netflix
Ao Sul do Coração
Foto: reprodução/Netflix
Em meio às paisagens rurais do Chile, cinco mulheres da família Bravo enfrentam um mundo dominado por homens e por uma maldição que há séculos diz que a felicidade ao lado de um homem é impossível para elas.
Determinadas a provar que são donas de seus destinos, elas desafiam tradições, enfrentam dificuldades e desvendam segredos do passado que podem mudar suas vidas para sempre.
Com drama, emoção e uma trama envolvente, Ao Sul do Coração (2024) celebra a força feminina em todas as suas formas, mostrando que mulheres não apenas resistem, elas reescrevem suas próprias histórias.
Onde assistir: Netflix
The Crown
Foto: reprodução/Netflix
Quer uma protagonista poderosa? The Crown traz ninguém menos que a Rainha Elizabeth II no centro da narrativa, explorando desde sua ascensão ao trono até os bastidores dos momentos mais marcantes da monarquia britânica.
A série mistura drama e história, mostrando como uma mulher governou com firmeza em meio a crises políticas, conflitos familiares e transformações sociais. Uma produção grandiosa que nos faz refletir sobre liderança, poder e os desafios de ser uma mulher em um mundo dominado por homens.
Onde assistir: Netflix
Mulheres no centro da história
Seja na TV, no cinema, na música ou na vida real, as mulheres seguem provando que são protagonistas de suas próprias histórias. Neste mês e todos os dias vale a pena refletir sobre a importância de ver mais narrativas femininas sendo contadas e valorizadas ao longo dos anos.
Então, já escolheu qual dessas séries vai maratonar primeiro? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Palco dos maiores show businesses exalta a cultura latina quando convém mas ignora os latinos nos bastidores, onde a representatividade termina quando as luzes se apagam
Hollywood tem uma relação seletiva com os latinos. Quando convém, nossa cultura é celebrada, exaltada e vendida como um diferencial exótico que enriquece a indústria do entretenimento, no entanto, quando se trata de valorizar os profissionais latinos que constroem essa identidade, a história muda. O cinema se apropria das nossas cores, da nossa música, dos nossos ritmos e da nossa energia para criar filmes, séries e campanhas publicitárias que faturam milhões, porém, a indústria quer a latinidade como um elemento decorativo, não como uma força real dentro do mercado. Quer a estética, mas não a representatividade, quer o discurso de diversidade, mas sem o compromisso com mudanças estruturais.
E essa hipocrisia se torna ainda mais evidente na temporada de premiações. De repente, ser latino vira uma ferramenta de marketing. Vemos atores e diretores desfilando no tapete vermelho com discursos emocionantes sobre suas raízes, sobre a importância da representatividade, sobre como suas conquistas são um marco para a comunidade. Eles falam com orgulho da sua latinidade, ressaltam suas origens, fazem questão de reforçar o vínculo com suas terras de nascimento e até soltam um sotaque carregado que, curiosamente, não aparece em nenhum outro momento do ano, mas basta a estatueta dourada ser entregue para essa conexão desaparecer.
Os mesmos que usaram a cultura latina como trampolim para suas campanhas começam a suavizar o discurso, a se distanciar, a minimizar o impacto da sua própria identidade. De repente, a latinidade já não é tão essencial assim, já não faz parte da narrativa. O orgulho vira silêncio, e os latinos, que antes eram mencionados como parte fundamental da trajetória de sucesso, são deixados para trás.
A latinidade de ocasião no Oscar
O caso de Zoe Saldaña com Emilia Pérez (2024) é só o exemplo mais recente desse padrão. Durante a campanha, ela fez questão de exaltar suas origens, reforçar seu vínculo com a América Latina e surfar na onda do reconhecimento latino, porém, assim que venceu o prêmio, tratou de se distanciar. Em entrevistas, enfatizou que sua vitória “não era sobre o México” e minimizou o impacto latino da produção, como se isso pudesse prejudicar sua posição na indústria.
E essa postura não é uma exceção, é a regra. Em 2018, Guillermo del Toro e A Forma da Água (2017) foram celebrados como uma conquista para o cinema mexicano, mas no ano seguinte, Alfonso Cuarón precisou reforçar diversas vezes que Roma era um filme profundamente mexicano, já que a indústria insistia em tratá-lo como uma produção internacional genérica. Em 2023, Ana de Armas foi aclamada por sua performance em Blonde (2022), mas sua origem cubana só era mencionada quando conveniente. E quantos sequer lembram que Benicio del Toro foi um dos poucos atores latinos a ganhar um Oscar?
Foto: reprodução/variety
Ano após ano, Hollywood repete esse ciclo. Exalta a cultura latina quando precisa de um discurso de diversidade, mas descarta seus profissionais quando as luzes se apagam. Os latinos são celebrados como símbolos de inclusão, mas raramente são incluídos de verdade.
Hollywood ama a cultura latina, mas não os latinos
Essa contradição deixa claro que Hollywood quer a estética, a música, o tempero e a energia latina, mas não está interessada em abrir espaço real para os latinos. Querem nossas músicas nas trilhas sonoras, mas não nos palcos principais, querem nossos pratos nos eventos, mas não querem pagar diretores latinos para contar suas próprias histórias, querem exaltar figuras latinas quando isso rende manchetes, mas não quando se trata de oferecer oportunidades consistentes.
A sub-representação continua gritante. Em 2023, apenas 5% dos papéis principais em Hollywood foram ocupados por atores latinos, e a presença nos bastidores — como diretores, roteiristas e produtores — é ainda menor. Quando latinos são escalados, muitas vezes ainda é para personagens estereotipados: o traficante, a empregada, o sedutor exótico. E quando um filme latino finalmente alcança reconhecimento, a indústria tenta diluir sua identidade para torná-lo mais universal (leia-se: mais palatável para Hollywood).
Quando ser latino não é conveniente
O problema não é apenas a hipocrisia dos estúdios, mas também daqueles que se beneficiam da latinidade por conveniência e depois abandonam a bandeira. Se apropriar da cultura latina para se promover significa também assumir a responsabilidade de representar essa comunidade de forma contínua. Não basta falar “gracias” no tapete vermelho e, no dia seguinte, negar a influência latina no próprio trabalho.
Enquanto nomes como Saldaña, Ana de Armas, Selena Gomez e tantos outros artistas escolhem quando ser latinos, cineastas e atores que abraçam essa identidade o tempo todo continuam enfrentando portas fechadas. Enquanto isso, Hollywood segue explorando a cultura latina como um tempero para seus produtos — sempre sem dar o devido crédito.
Latinidade não é um acessório de premiação
Ser latino não é só sobre discurso bonito na frente das câmeras ou sobre pronunciar palavras em espanhol para parecer autêntico por um dia, é sobre reconhecer essa identidade mesmo quando isso não rende manchetes. É sobre abrir portas para outros latinos, usar a influência conquistada para desafiar padrões e manter o compromisso com a cultura além da temporada de premiações.
Porque ser latino não é uma fantasia de tapete vermelho, não é um sotaque que se liga e desliga quando convém, não é um discurso ensaiado para conquistar manchetes e depois ser descartado na primeira oportunidade. Ser latino é carregar uma história de luta, de resistência e de orgulho.
E enquanto Hollywood seguir tratando nossa cultura como um adereço e não como uma identidade, a resposta vai ser sempre a mesma.
Ou, como Bad Bunny canta em El Apagón:
“Ahora todos quieren ser latinos, pero les falta sazón.”
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