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Mês do Orgulho: confira 5 lançamentos de artistas LGBTQIAPN+ para 2026

 

Alguns nomes da comunidade já lançaram novos trabalhos neste ano, porém outros artistas ainda estão com o tão aguardado retorno previsto para os próximos meses

O primeiro semestre de 2026 trouxe novidades no mundo da música, com artistas que fizeram o tão esperado retorno à cena musical e outros que já indicaram que deverão lançar novos trabalhos ainda neste ano. No Mês do Orgulho, o Entretetizei separou 5 lançamentos de artistas LGBTQIAPN+ que deverão sair em breve. Confira a lista:

Sam Smith

Na última semana, Sam Smith lançou o novo single My Guy, acompanhado de um videoclipe, e já anunciou o quinto álbum de estúdio, intitulado Hazel Eyes. O novo disco será lançado no dia 21 de agosto e contará com 12 novas faixas. O álbum vem três anos após o último projeto de Smith, lançado em 2023. Pelas redes sociais, Sam definiu o novo trabalho como “um relato sincero da vida nos últimos anos e uma doce fuga para quem precisar”.

Steve Lacy

Quatro anos após o lançamento do marcante Gemini Rights (2022), disco que rendeu seu primeiro Grammy, o cantor de R&B e integrante da banda The Internet, Steve Lacy, retorna com o novo álbum solo Oh Yeah?, com lançamento marcado para o dia 17 de julho e dez novas músicas. Duas faixas do projeto já foram divulgadas: the feeling e is it cool?, com participação da cantora SZA

Syd

Também integrante do The Internet, a cantora Syd retornará no dia 17 de julho com o terceiro álbum solo, Beard, após quatro anos desde o último disco, Broken Hearts Club (2022). Desde maio, a artista compartilhou duas músicas do projeto: Callin, colaboração com Blu June, e 2 Many Days. O novo álbum é descrito pela artista como coming of age” e um “retrato” da própria vida no momento. Além do disco, Syd compartilhou datas da Beard Tour, que começará em agosto e passará por diferentes cidades da Europa.

Kelela

Três anos após o icônico Raven (2023), a cantora de R&B Kelela também voltará com um novo álbum em julho: new avatar. Com data de lançamento marcada para o dia 10, a cantora já antecipou quatro singles: idea 1, linknb, point blank e outta time, com colaboração de A. K. Paul. Ao todo, o disco terá doze músicas, incluindo feats com Fousheé e PinkPantheress.

Phoebe Bridgers

Quem também fará o tão aguardado retorno é Phoebe Bridgers. A cantora lançou a música Lost Boys e anunciou o seu terceiro álbum de estúdio: Lost Weekend. O novo disco será lançado no dia 14 de agosto e terá 16 faixas, ainda sem mais detalhes. O projeto marca o retorno solo de Phoebe seis anos após o seu segundo álbum, Punisher (2020). Durante esse tempo, Bridgers esteve ativa com o grupo boygenius, ao lado de Julien Baker e Lucy Dacus. 

Além dos cantores com lançamentos previstos, outros artistas LGBTQIAPN+ já lançaram trabalhos neste ano, como Young Miko, Muna, Cavetown e Arlo Parks. Entre os nomes brasileiros, Linn da Quebrada retornou com o single Nuvem Negra, com produção de Fernando Catatau. A cantora Melly lançou o álbum Mais Forte Que A Dúvida em maio, o trio Katy da Voz e as Abusadas voltaram com Sandra Eletrônica no início deste mês e Marina Lima lançou Ópera Grunkie em março.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cinema Cultura Notícias

Psicopata Vitoriana, terror destaque no Festival de Cannes, tem pôster revelado

Estrelado por Maika Monroe e dirigido por Zachary Wigon, o longa tem estreia no Brasil ainda esse ano

O aquecimento para a estreia do terror Psicopata Vitoriana está à toda e o filme acaba de ganhar um teaser pôster que antecipa a atmosfera da história.

Com direção de Zachary Wigon, a trama acompanha a vida na Ensor House, morada de uma família na Inglaterra vitoriana que acaba de receber sua nova governanta, Winifred Notty, interpretada por Maika Monroe, que à primeira vista parece a candidata perfeita para o trabalho.

Mas desaparecimentos misteriosos entre os moradores começam a intrigar seus patrões após a chegada da mulher, que guarda um segredo sombrio: por trás das boas maneiras e sorriso impecável, Winifred vive no limite da loucura e esconde um irrefreável desejo de violência

Confira o trailer de Psicopata Vitoriana: 

O filme também conta com nomes como Jason Isaacs, Thomasin McKenzie, Ruth Wilson, Evie Templeton e Jacobi Jupe, a mesma equipe de produção por trás de Longlegs – Vínculo Mortal (2024) e distribuição da Diamond Films. Confira o novo teaser poster:

Foto: divulgação/Sinny Assessoria e Comunicação

Destaque no Festival de Cannes deste ano, Psicopata Vitoriana estreia no Brasil em 24 de setembro.

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Leia também: Dicionário de moda: alguns termos para entender mais sobre o mundo fashion

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura Moda Notícias

Dicionário de moda: alguns termos para entender mais sobre o mundo fashion

De estampas a termos de mercado, descubra os principais significados das expressões mais usadas 

Quem gosta de acompanhar o mundo da moda já deve ter se deparado com termos em outros idiomas que estão sempre presentes em posts de redes sociais ou até mesmo em divulgações das próprias marcas. Embora façam parte do vocabulário fashion, eles podem gerar dúvida ou até mesmo confusão em quem está começando a entender mais esse universo.

O Entretê traz uma explicação básica dos termos mais comuns para você não se sentir por fora desse mundo.

Estampa Argyle em desfile
Foto: Estampa Argyle – reprodução/TWINSET/Khaite/Balmain

Argyle: estampa muito comum em suéteres e meias, traz formatos de losangos que se encontram. Normalmente traz contraste de cores na criação da padronagem.

Avant-Garde: termo em francês para vanguarda, mostrando um estilo que traz inovação e ruptura nos padrões.

Boudoir: tendo inspiração principalmente na moda íntima, esse estilo traz como característica principal a presença de tecidos leves e delicados, como sedas, rendas, transparências e detalhes diretamente ligados com o feminino.

Fast Fashion: caracterizado principalmente pelo giro rápido de roupas, esse modelo de negócio costuma trabalhar com grandes produções de peças em larga escala, trazendo as tendências de forma rápida. Marcas como Zara, Renner e H&M são conhecidas por esse formato.

Fashion Season: trazendo a divisão do calendário da moda, essas temporadas ditam as tendências de acordo com as suas estações (primavera/verão e outono/inverno).

Fashion Week: principal evento de moda, onde estilistas e grandes marcas apresentam suas novas coleções em grandes desfiles, também apresentando as próximas tendências da estação.

Grife: uma marca de prestígio que está diretamente ligada ao alto valor agregado aos produtos e também associada ao luxo

Handmade: arte do trabalho artesanal/feito à mão, usado para referir-se a peças que trazem técnicas artesanais ou produções personalizadas.

Desfile Haute Couture da Dior SS 26
Foto: Desfile Haute Couture – reprodução/Dior

Haute Couture: termo em francês para a alta-costura, é o nível mais luxuoso e elevado da moda. Nesse formato, as peças são exclusivas e feitas sob medida. Também marcado por um selo protegido e exclusivo da França, grifes como Dior, Chanel, Schiaparelli, Maison Margiela, entre outras fazem parte dessa categoria.

Moodboard: painel e referência de imagens que procuram reunir cores, texturas, conceitos e imagens para orientar a criação de coleções ou editoriais.

New Look: conhecido como a revolução na moda feminina lançada pelo Christian Dior durante a Segunda Guerra Mundial, o termo traz exatamente esse novo olhar para a moda, resgatando o luxo e o glamour.

Pied Poule: termo em francês que significa “pé de galinha”, se relaciona com a estampa xadrez que lembra pequenas pegadas de galinha.

Pre-Fall: apresentado antes da temporada de outono/inverno, serve como uma coleção de transição de estações, trazendo peças versáteis.

Prêt-à-porter: ganhando popularidade após a Segunda Guerra Mundial, o termo em francês significa “pronto para usar”, assim como a expressão americana “ready-to-wear”. Refere-se à moda casual apresentada em desfiles de estação, que são produzidos em série.

Desfile Cruise da Chanel 2026
Foto: Desfile Cruise – reprodução/Chanel

Resort/Cruise: também conhecido como coleção de transição, ela é como o “pre-summer”, sendo apresentada entre as trocas de estações e principalmente direcionada para quem viaja para destinos com clima mais quente.

Slow Fashion: contrário do movimento fast fashion, esse termo traz o modelo de consumo consciente e alinhado com a sustentabilidade, que valoriza a qualidade do produto e são apresentadas peças mais atemporais.

Statement: peças de moda que costumam chamar mais atenção, causando impacto visual. Normalmente peças como jaquetas, casacos ou acessórios diferenciados compõem essa categoria.

Styling: conhecida como a arte de criar looks. Nesse processo, busca-se trazer harmonia entre roupas, acessórios e sapatos de forma que os elementos visuais conversem entre si, trazendo uma mensagem específica.

Trendsetter: lançador ou criador de tendências, normalmente uma pessoa com alta influência na indústria da moda que apresenta estilos e tendências que são replicadas por seus seguidores.

Trendy: significa “na moda” ou “descolado”. Descreve principalmente algo que está nas últimas tendências ou estilos populares da moda.

Upcycling: processo de produção de moda que procura utilizar materiais descartáveis para transformá-los em novos produtos, aumentando seu valor ou qualidade. Conhecido principalmente por criar peças sustentáveis.

Qual desses termos você já ouviu falar? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Dicionário de K-pop: guia prático para novos kpoppers

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Entrevistas Livros Notícias

Entrevista | Ana Victoria Almeida faz a doença ganhar voz na literatura

Em entrevista ao Entretê, a autora reflete sobre Me Abrace Antes da Queda, livro que humaniza o mal de Parkinson e investiga os vínculos familiares

Em seu romance de estreia Me Abrace Antes da Queda, a escritora Ana Victoria Almeida olha para o diagnóstico da doença degenerativa, com base em sua experiência com o avô, como um ponto de partida para a escrita literária. Ela faz isso de maneira empática e dá voz ao próprio mal de Parkinson, transformando-o em um narrador-personagem.

Ao invés de tratar a situação apenas como um fardo, a autora deixa a doença mais palpável, como um corpo que adentra o lar de uma família sem aviso, e com o qual todos terão que aprender a conviver.

Ana Victoria Almeida é escritora, roteirista e pesquisadora de conteúdo. Além de seus trabalhos em diversos programas de TV, como Os Homens São de Marte, e sua colaboração na pesquisa de conteúdo com nomes como Ana Abreu, Susana Garcia, Mônica Martelli e Paulo Gustavo, Me Abrace Antes da Queda é seu primeiro romance.

Entretetizei: Como surgiu a escolha de narrar a história a partir do ponto de vista da doença?

 

Ana Victoria Almeida: Surgiu a partir da vontade de me relacionar melhor com o estado do meu avô, que foi diagnosticado com Parkinson. Decidi transformar a doença em um personagem, pois não deixava de ser um corpo que tinha se mudado para casa dos meus avós. Minha avó sempre dizia que a doença estava sendo generosa e empática com meu avô, pois os sintomas apareciam de forma gradativa e lenta. Comecei então a conversar com a doença, para me familiarizar com ela. Desta forma, consegui me aproximar mais do meu avô, e das partes faltantes que se instalavam no dia a dia.

E: Quais foram os maiores desafios em dar voz a algo que, tradicionalmente, é visto apenas como um fardo?

 

A: O maior desafio foi encontrar a origem do Parkinson. Se uma voz existe, ela possui raízes. Como criar raízes para algo que está em constante mutação? Criei uma voz que também encontra seus traços humanos ao se aproximar de uma família. Tudo isso com o intuito de transformar um fardo em algo digerível. Através da ficção, consegui criar uma voz que também possui uma espécie de “herança familiar”. Pensei: uma doença é algo terrível, mas todos nós possuímos uma história, um passado. Qual seria o passado dessa doença, de onde ela veio? Apesar de não irmos a fundo em sua trajetória, vislumbramos resquícios de seu princípio, e vinculamos os sintomas à execução de um trabalho que precisa ser feito. Entendemos que a doença não possui escolha ao se instalar em uma família.

E: Como foi o trabalho de construção dessa voz?

 

A: O trabalho de construção dessa voz se deu a partir de relatos contados pela minha avó e fins de semanas passados na casa dos meus avós. Os objetos da casa serviram como disparadores para fases dessa doença, como a Santana, uma santa barroca que de fato existe na sala da minha avó. Fotos antigas da família com as figuras principais do livro funcionaram como a primeira porta de entrada para a doença. Um relógio carrilhão e seu som também servem como a representação da passagem do tempo e o peso que vem com ele.

E: Sendo seu romance de estreia, você já tinha essa proposta diferente desde o início ou ela foi se transformando ao longo da escrita?

 

A: A proposta da história ser narrada pela doença sempre existiu. Mas o romance passou por diversas modificações. Ele passou por duas leituras críticas, que me ajudaram na confecção dessa história. A primeira versão foi mais pautada na realidade, até porque quis dar pra minha avó ler antes de qualquer um. Apesar de ser ficção, queria que ela se sentisse confortável. Depois dessa primeira versão, tomei liberdade de criar em cima das outras versões. E ela não leu nenhuma das outras. Vai ler só com a publicação do livro. A primeira versão era muito mais focada no seu Zé. O personagem da Mirtes foi ganhando mais força ao longo das outras versões e quase se tornando um protagonista também. Foi bonito, pois percebi que a doença se relaciona às vezes mais com o entorno do que com o corpo que ela ocupa.

E: O livro não se centra apenas no mal de Parkinson, mas nos vínculos que ele evidencia. O que te interessava explorar nessas relações?

 

A: O que mais me interessa é evidenciar os vínculos sendo ressignificados, quando a parte faltante se estabelece. Explorar Mirtes encontrando novos pontos de encontro com Zé me interessou.. Como ela se comunica com ele através apenas de uma mão dada, quando ele encontra dificuldades em falar.. Como ela se veste bonita pra ele, e apenas a observação entre eles se torna um gesto romântico… Como o vínculo se fortalece encontrando frestas não exploradas anteriormente.

E: Há alguma geração que você sentiu mais dificuldade para representar?

 

A: Tive dificuldade em representar a minha geração, ou seja, a geração da bailarina. Ela sente o decorrer do tempo de sua maneira, com suas angústias, inseguranças e percalços. Ao presenciar os sintomas do avô, a bailarina se depara com o medo de perder quem ama, e também de não tê-lo ao seu lado para evidenciar sua vida. Tem uma cena na qual a bailarina, a neta, está se olhando puxando cabelos brancos fora. Essa cena foi difícil de escrever. Apesar de ser uma personagem com angústias legítimas, me parecem inseguranças banais, em comparação com Mirtes. Mas queria que essa geração fosse representada de alguma forma.

E: Seu livro parece dialogar com diferentes gerações. Como você imagina que cada uma perceberá a história?

 

A: Cada geração se relaciona com a história de sua maneira. A geração de Mirtes evidencia uma realidade que está mais próxima dela, sentindo o próprio corpo como algo degenerativo, enquanto a geração da bailarina vislumbra um futuro distante de forma concreta, mas ainda assim próximo, já que tem que testemunhar a dor de pessoas amadas.

E: Você menciona que se trata de uma doença comum, mas pouco retratada na ficção. Por que acha que, na literatura, esse ainda é um tema pouco popular?

 

A: Acho que a literatura aborda mais o Alzheimer, outra doença degenerativa. Muitas pessoas as quais contei a história, confundiam sempre Parkinson com Alzheimer. Acho que a literatura aborda pouco uma doença como essa, pois ela ainda é menos conhecida do que o Alzheimer. Enquanto o Alzheimer é associado à perda de memória, o Parkinson é mais complexo em seus sintomas, sendo frequentemente reduzido apenas a tremores, quando, na verdade, afeta movimentos, coordenação e cognição. Por isso queria ilustrar os inúmeros sintomas, e não apenas os tremores. Meu avô, por exemplo, nunca teve o tremor como sintoma. Até hoje assina seu nome lindamente, sem nenhum tremor.

E: Quando você diz que “não é literatura de cura, é literatura pela vida”, o que exatamente está em jogo nessa distinção?

 

A: Acho que é uma literatura que busca lidar com a morte em vida. A morte não é apenas quando alguém amado se vai, mas todo o processo degenerativo que está em jogo na velhice, enquanto ela ainda está presente. É preciso aprender a viver “apesar de”, amar mesmo com a falta, com uma outra versão que agora existe.

E: Que sensação ou reflexão você espera que fique com o leitor depois da última página?

 

A: Eu espero que o leitor se sinta abraçado. Como diz o título do livro e a orelha escrita por Paula Jacob, quero que ele se sinta como se estivesse recebendo um abraço gentil, como quem dá sem querer nada em troca.

Imagem: divugação/Ana Victoria Almeida

A publicação de Me Abrace Antes da Queda está prevista para julho de 2026, e a pré-venda já está disponível em plataformas literárias.

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura Cultura turca Entretenimento Notícias Novelas

Uzak Şehir estreia no Brasil com o título Longe Demais

Fenômeno de audiência na Turquia, a dizi chega ao streaming brasileiro em julho

Uzak Şehir (2024), um dos maiores sucessos recentes da televisão turca, finalmente ganhará lançamento oficial no Brasil. A dizi estreia no streaming no dia 6 de julho, com o título Longe Demais.

A produção chega à HBO Max em meio ao enorme sucesso conquistado na Turquia. Exibida pelo Kanal D, a dizi se tornou um fenômeno de audiência e repercussão nas redes sociais, figurando entre as produções mais comentadas das duas últimas temporadas da televisão turca. Atualmente, a história caminha para sua terceira temporada.

Cena de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Dizilah

Inspirada na série libanesa Al Hayba, a trama acompanha Alya Albora, interpretada por Sinem Ünsal, uma mulher que, após a morte do marido, deixa a vida que construiu no Canadá para viajar até Mardin, na Turquia, onde acontecerá o funeral.

Ao chegar ao país, Alya precisa enfrentar a poderosa família Albora, que não pretende permitir que ela retorne com o filho do casal. A partir desse conflito, a protagonista acaba envolvida em uma intensa história de amor com Cihan Albora, irmão de seu falecido marido.

Cena de Uzak Şehir
Foto: reprodução/Dizilah

Além de Sinem Ünsal, o elenco reúne nomes conhecidos do público, como Ozan Akbaba, Gonca Cilasun, Müfit Kayacan e Alper Çankaya.

A estreia representa mais um passo na expansão das produções turcas no Brasil, oferecendo ao público a oportunidade de acompanhar oficialmente uma das dizis de maior repercussão dos últimos anos.

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Leia também: Uzak Şehir anuncia final da segunda temporada e saída de personagens

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura turca Notícias Sem categoria

Adım Farah estreia em streaming no Brasil com novo título em português

Dizi estrelada por Demet Özdemir e Engin Akyürek será lançada no Brasil como Meu Nome é Farah

Os fãs de dizis já podem comemorar: Adım Farah, estrelada por Demet Özdemir e Engin Akyürek, será lançada oficialmente no Brasil com o título Meu Nome é Farah. A produção já aparece no catálogo da plataforma com o novo nome em português, indicando que a estreia deve acontecer em breve.

Lançada originalmente em 2023, a dizi acompanha Farah Erşadi (Demet Özdemir), uma médica iraniana que vive de forma irregular na Turquia ao lado do filho, Kerimşah. Determinada a conseguir o tratamento necessário para a doença rara da criança, ela trabalha como faxineira enquanto tenta reconstruir a própria vida.

Foto: reprodução/Dizilah

Tudo muda quando Farah testemunha um assassinato e passa a correr perigo. É nesse contexto que ela conhece Tahir Lekesiz (Engin Akyürek), um homem ligado ao crime organizado que recebe a missão de matá-la. No entanto, o encontro entre os dois toma um rumo inesperado e dá início a uma história marcada por tensão, romance e grandes dilemas.

Dizi conquistou fãs ao redor do mundo

Além do suspense e da narrativa envolvente, Adım Farah se destacou pela química entre Demet Özdemir e Engin Akyürek, tornando-se uma das produções turcas mais comentadas de 2023 e conquistando fãs em diversos países.

Agora, com o título oficial Meu Nome é Farah, a chegada da dizi ao Brasil atende a um antigo pedido do público brasileiro, que aguardava a disponibilização oficial da produção.

Embora a estreia já esteja sinalizada no catálogo, a data de lançamento ainda não foi divulgada oficialmente. A expectativa é que novas informações sejam anunciadas em breve.

Foto: reprodução/OLiberal.com

 

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Leia também: İlhan Şen e Cemre Baysel estrelam série de vídeos gravada na região do Mar Negro 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Crítica Livros

Crítica | Metade da Idade Dele não tem medo do desconforto 

Publicado pela Intrínseca, o romance de estreia de Jennette McCurdy aborda o consumismo, a obsessão e a insatisfação em uma leitura difícil de esquecer 

Existem livros que entretêm, livros que emocionam e livros que desafiam o leitor. Metade da Idade Dele (2026), romance de estreia de Jennette McCurdy, pertence a essa última categoria. Incômodo, provocador e emocionalmente intenso, o livro não oferece respostas fáceis nem busca tornar sua leitura confortável. Pelo contrário: a autora parece determinada a conduzir o leitor por territórios desconfortáveis, obrigando-o a encarar temas que normalmente preferimos manter à distância.

Conhecida mundialmente por interpretar Sam Puckett em iCarly (2007-2012), McCurdy surpreendeu tanto os leitores quanto a crítica com o lançamento de Estou Feliz que Minha Mãe Morreu (2022), obra autobiográfica em que abordou os abusos e pressões que enfrentou durante a infância e adolescência. Em Metade da Idade Dele, a autora deixa a não ficção de lado, mas mantém a honestidade brutal que marcou seu livro anterior. O resultado é uma narrativa que parece interessada menos em agradar e mais em provocar reflexões difíceis.

A história acompanha Waldo, uma adolescente de 17 anos que vive no Alasca e se sente presa em uma rotina frustrante. Tudo muda quando ela desenvolve uma obsessão por seu professor de inglês, o Sr. Korgy, e sua vida passa a girar em torno desse desejo. Em uma leitura superficial, seria fácil resumir o romance como uma história sobre um relacionamento inadequado entre uma aluna e um homem mais velho. No entanto, essa descrição está longe de capturar a complexidade da obra.

Waldo é uma personagem profundamente insatisfeita. Nada parece suficiente para ela: não são suficientes os amigos, a família, a cidade onde vive ou as perspectivas para o futuro. Durante entrevista à Rolling Stone, McCurdy definiu a protagonista como alguém “repleta de desejo e insatisfação”. Essa descrição ajuda a compreender a personagem, mas também o próprio romance. O relacionamento com o professor não surge apenas de uma atração específica, mas de uma busca desesperada por algo que rompa a monotonia e o vazio que dominam sua vida.

É justamente por isso que a autora consegue construir uma protagonista tão fascinante. Waldo toma decisões impulsivas, contraditórias e, muitas vezes, frustrantes. Em vários momentos, o leitor pode discordar de suas escolhas ou até sentir vontade de alertá-la sobre os caminhos que está seguindo. Ainda assim, há algo profundamente humano em sua forma de enxergar o mundo. McCurdy compreende os exageros da adolescência e retrata com precisão a intensidade emocional característica dessa fase da vida, quando cada desejo parece urgente e cada frustração parece definitiva.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

Embora a relação entre Waldo e o Sr. Korgy seja o eixo central da trama, o livro não a apresenta de maneira romantizada. Pelo contrário, a narrativa frequentemente evidencia os desequilíbrios de poder presentes naquela dinâmica. Em vez de construir um romance proibido idealizado, McCurdy cria situações capazes de gerar desconforto constante. O leitor entende os sentimentos de Waldo, mas também percebe o quanto aquela relação é problemática. Essa tensão entre empatia e desconforto é uma das maiores forças da obra.

Outro elemento que merece destaque é a forma como o consumismo atravessa a narrativa. Ao longo do livro, Waldo recorre compulsivamente às compras online como forma de lidar com emoções difíceis. À primeira vista, esses momentos podem parecer apenas uma característica curiosa da personagem. No entanto, eles revelam algo muito maior: as compras funcionam como uma tentativa de preencher ausências emocionais, de transformar inseguranças em objetos concretos e de encontrar satisfação em algo que inevitavelmente se mostra insuficiente.

Em entrevista à Rolling Stone, McCurdy comentou que se interessa pelos desejos mais profundos escondidos atrás dos hábitos de consumo. Essa ideia atravessa todo o romance. As compras compulsivas de Waldo e sua obsessão pelo professor funcionam menos como acontecimentos isolados e mais como sintomas de uma insatisfação que a personagem não consegue nomear. 

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Se existe um sentimento que atravessa todas essas camadas narrativas, esse sentimento é a raiva. Durante a divulgação do livro, McCurdy afirmou que escreveu a obra a partir de uma raiva reprimida que carregava há anos. Essa energia está presente em praticamente todas as páginas. Ela aparece na insatisfação de Waldo, em seus impulsos autodestrutivos, em seus julgamentos e em sua dificuldade de aceitar os limites impostos ao seu redor. Mais do que uma história sobre desejo, Metade da Idade Dele é uma história sobre frustração.

Apesar da densidade dos temas abordados, a escrita de McCurdy é extremamente fluida. Os capítulos avançam rapidamente e a narrativa mantém um ritmo constante que torna difícil abandonar a leitura. A autora possui uma habilidade admirável para equilibrar momentos de introspecção com acontecimentos capazes de prender a atenção do leitor.

No entanto, essa fluidez não torna a experiência mais leve. Pelo contrário. Justamente por conseguir criar uma conexão tão forte com a protagonista, McCurdy faz com que determinadas cenas tenham um impacto ainda maior. Leitores mais sensíveis talvez sintam necessidade de interromper a leitura em alguns momentos para processar o que acabaram de ler. O livro tira o público da zona de conforto repetidamente e faz isso de forma deliberada.

Publicado no Brasil pela Intrínseca, Metade da Idade Dele é uma leitura que dificilmente será esquecida após o término. Polêmico, intenso e provocador, o romance utiliza situações desconfortáveis para explorar sentimentos universais e oferece uma reflexão contundente sobre desejo, consumo, raiva e vulnerabilidade. Não é uma leitura fácil, nem pretende ser, mas é justamente essa disposição de incomodar que torna a obra tão marcante.

Foto: reprodução/Instagram @intrinseca

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Leia também: Novo livro de Jennette McCurdy provoca com história polêmica

 

Texto revisado por Luana Chicol

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Cultura Destaques Entretenimento Especiais Eventos

Conheça mais sobre o Festival de Parintins

Maior celebração cultural da Amazônia, o Festival de Parintins transforma a disputa entre dois bois-bumbás em um espetáculo que mistura arte, tradição, identidade regional e orgulho popular

Realizado neste ano entre 26 e 28 de junho, o Festival de Parintins transforma, anualmente, a cidade de Parintins no principal palco da cultura popular. Durante três dias, milhares de pessoas acompanham a tradicional disputa entre os bois-bumbás Garantido e Caprichoso, que levam ao Bumbódromo apresentações marcadas por música, dança, alegorias monumentais e narrativas inspiradas na cultura amazônica.

O festival representa uma celebração da identidade amazônica e das tradições populares da região. Ao longo de meses, artistas, artesãos, músicos e comunidades inteiras trabalham na criação de cenários, fantasias e performances que dão vida a um dos maiores espetáculos culturais a céu aberto do Brasil, reunindo criatividade, história e manifestações que atravessam gerações.

A origem da festa está ligada à tradição do boi-bumbá, uma manifestação popular que chegou à região no início do século XX e foi incorporando elementos próprios da Amazônia ao longo dos anos. As apresentações, que antes aconteciam de forma simples nas ruas da cidade, cresceram até se transformarem em um evento de alcance nacional, capaz de movimentar o turismo, a economia e a produção cultural da região. 

Foto: reprodução/Cultura do AM

Duas cores, uma cidade

No centro do festival estão os dois bois rivais. O Garantido, representado pelas cores vermelha e branca, tem como símbolo um coração na testa. Já o Caprichoso, identificado pelo azul e branco, é representado por um touro negro e tem a estrela como marca registrada. A rivalidade entre os dois é tão intensa que ultrapassa os limites da arena e se espalha por toda a cidade, dividindo torcidas, ruas, fachadas e até produtos comercializados durante o período da festa. 

Foto: reprodução/ADNews

Sobre a disputa

Além de toda a grandiosidade das alegorias e apresentações, o Festival de Parintins também é uma competição. Durante três noites consecutivas, Garantido e Caprichoso entram no Bumbódromo — arena construída especialmente para o festival — para apresentar espetáculos que combinam música, dança, encenações, alegorias monumentais e efeitos visuais que ajudam a contar histórias inspiradas em lendas amazônicas e tradições. Cada boi tem entre duas horas e duas horas e meia para se apresentar, e a ordem das apresentações é definida previamente. Ao final das três noites, vence a agremiação que acumular a maior pontuação geral.

A avaliação é feita por um grupo de jurados que analisa 21 quesitos divididos em diferentes blocos, envolvendo aspectos musicais, cênicos, coreográficos e artísticos. Entre os itens avaliados estão personagens tradicionais, como a Cunhã-Poranga, a Sinházinha da Fazenda, o Pajé e a Rainha do Folclore, além de elementos como as toadas, as alegorias, animação dos espectadores e a organização do espetáculo como um todo. Cada detalhe conta pontos, o que faz com que os bois passem meses preparando suas apresentações em busca da nota máxima e do título de campeão do festival.

Impacto cultural e legado

Embora a disputa entre Garantido e Caprichoso seja o elemento mais conhecido do evento, o Festival de Parintins também se consolidou como um importante espaço de valorização da identidade amazônica. Ao longo das apresentações, temas relacionados à preservação da floresta, aos povos originários e aos saberes tradicionais ganham destaque, reforçando o papel da cultura como ferramenta de memória e resistência.

O crescimento do festival fez com que ele conquistasse reconhecimento em todo o país. Em 2018, a celebração foi registrada como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), consolidando sua importância para a preservação das manifestações populares brasileiras.

Foto: divulgação/Secom

Hoje, o Festival de Parintins é visto como uma das maiores expressões culturais da América Latina e mostra como manifestações populares podem atravessar gerações sem perder sua essência, transformando a cultura amazônica em protagonista de um espetáculo que encanta públicos dentro e fora do Brasil.

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Entretenimento Notícias Séries

Confira o que chega ao streaming em julho

Novas séries, filmes e produções coreanas chegam com tudo à Netflix Brasil

As férias de meio de ano estão dobrando a esquina e, mesmo que você não vá ter uma pausa oficial em julho, a gente trouxe o motivo perfeito para aquecer seu coração e aumentar aquela sua lista já interminável de títulos para maratonar. 

O catálogo da Netflix Brasil promete estreias para todos os gostos e agendas. Então prepara o bloquinho de notas e vem conferir as séries, filmes e produções coreanas (óbvio!) que estão batendo na nossa porta. 

Séries 
Vapor Humano – 2/7

Kenji Okamoto (Shun Oguri), um policial suspenso, é recrutado para ir atrás do criminoso responsável por vários assassinatos sem precedentes. Tudo começa quando um professor universitário subitamente infla e explode durante um programa de TV ao vivo. 

Antes que qualquer pessoa consiga entender essa situação tão estranha, um homem que diz se chamar Vapor Humano (UTA) anuncia que pretende cometer uma série de assassinatos, deixando a sociedade em pânico. Kenji e a repórter Kyoko (Yu Aoi) fazem de tudo para descobrir a verdade e pegar o culpado, que parece estar rindo das autoridades que tentam detê-lo. 

Sem forma e presente em toda parte, ele vai corroendo a sociedade a cada nova morte. 

Uma Casa na Pradaria – 9/7
"People in a wagon pass people on horseback. "
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

A família Ingalls começa uma nova vida no Oeste, um lugar que combina os encantos da natureza e uma luta constante pela sobrevivência.

Entrevista com o Vampiro: Temporada 2 – 14/7
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Assombrados por Lestat (Sam Reid), Louis (Jacob Anderson) e Claudia (Delainey Hayles) viajam para Paris na década de 1940 em busca de outros vampiros, mas são atraídos para um clã tentador.

O Falcão do Golfe – 16/7
"Two men in suits sit in a golf cart at a golf course event, wearing event badges, with several people standing in the background on a grassy area near sand traps. The setting appears formal and outdoors during daytime."
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Na reta final de sua carreira, a lenda do golfe Lonnie Hawkins (Will Ferrell) busca o último grande título e arrasta todos que ama para o caos.

O Mapa dos Desejos – 17/7

Antes de partir, Lucy (Georgina Amorós) cria um jogo para a irmã Greta (Alícia Falcó) com o objetivo de levá-la a uma jornada de autoconhecimento e ao charmoso Will Tucker (Pablo Álvarez).

Ransom Canyon: Temporada 2 – 23/7
"A young couple sits close together on a chair, wrapped in a blanket in a cozy, warmly lit wooden room with a lamp, shelves, and candles in the background, creating an intimate and comfortable atmosphere."
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Staten (Josh Duhamel) e Quinn (Minka Kelly) se arriscam em novas empreitadas para trazer a esperança e a prosperidade de volta a Ransom Canyon e para lidar com o que sentem um pelo outro.

Fúria – 29/7 
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Ferido e com amnésia, um homem recebe ajuda de um técnico de MMA e começa a lutar, dividido entre a esperança de um novo futuro e um passado que o atormenta.

Filmes 
Enola Holmes 3 – 1/7

Ela está de volta! Sempre em busca de aventura, Enola Holmes (Millie Bobby Brown) vai a Malta para investigar seu caso mais complicado e traiçoeiro até agora, combinando seus sonhos pessoais e profissionais. 

Heartstopper Para Sempre – 17/7

A turma começa um novo ano no Colégio Truham. O relacionamento de Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) se aprofunda, e eles se perguntam como será a vida dali para frente.

72 Horas em Miami – 24/7

Para salvar a carreira, um executivo quarentão vai a uma despedida de solteiro com um grupo de jovens depois de ser adicionado por engano ao chat deles.

Produções coreanas 
Solteiros Nunca Mais: Temporada 2 – 7/7
Imagem: divulgação/Netflix Brasil

Um novo grupo chega ao Resort dos Solteiros de Plantão e deixa a inexperiência de lado para encarar os altos e baixos do amor.

A Leste do Palácio – 17/7

O rei convoca um homem com acesso ao mundo espiritual e uma dama capaz de ouvir os mortos. Será que eles conseguem desvendar os segredos sombrios do palácio?

E aí, qual produção furou a sua lista de prioridades? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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