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Jorge Ben Jor anuncia show único em São Paulo

O espetáculo será no dia 17 de outubro, no Allianz Parque. Venda geral inicia em 27 de maio

Existem espetáculos que se limitam ao palco, mas Jorge Ben Jor parece transcender para outro lugar: permeiam a memória, o ritmo, universos fantásticos e a celebração coletiva. O cantor tem o dom de transformar misturas improváveis em algo absolutamente próprio. Samba, soul, groove, futebol, espiritualidade, rua, África, alegria. Elementos que, nas mãos do artista, deixaram de ser referências isoladas para se tornarem uma fórmula única da música do país: uma verdadeira Alquimia Popular Brasileira. E é essa filosofia que ele leva para o Allianz Parque, em São Paulo, no dia 17 de outubro. Os ingressos estarão disponíveis no site da Eventim.

Antes mesmo de virar conceito, a alquimia de Jorge Ben Jor já estava lá: na batida do violão e na mistura que ninguém sabia explicar, mas que todo mundo sentia. Ele uniu o samba ao soul e o funk ao misticismo quando a regra era separar as coisas. Sem seguir tendências, o artista inaugurou um caminho em que groove e espiritualidade andam juntos.

Músicas como Mas, Que Nada, País Tropical, Taj Mahal, Fio Maravilha e Ponta de Lança Africano (Umbabarauma) podem ser consideradas bens da nação e ocupam o imaginário da sociedade brasileira sem pedir licença. E é justamente por essa conexão simbiótica com as pessoas que esta obra nunca perde relevância nem deixa de soar atual. Na verdade, ela recebe outros contornos e se renova.

O palco é o lugar onde a música se completa. Quando vejo milhares de pessoas cantando juntas, sinto que as canções ganham uma força renovada, uma dimensão que só o calor do público proporciona. Estar em São Paulo para um show dessa magnitude é um presente. Será uma noite de celebração e de uma conexão profunda, onde o ritmo e a alegria guiam o nosso encontro”, destaca o cantor. 

Ao ganhar proporção de arena, no dia 17 de outubro, em São Paulo, o show de Jorge Ben Jor se torna um convite a viver uma experiência transformadora. A trilha sonora é aquela que todos esperam, cheia de hits e de balanço, com músicas capazes de conectar todos a uma outra frequência. Afinal, algumas apresentações acontecem no palco. Outras acontecem em outro lugar.

Foto: divulgação/30e

SERVIÇO
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live

SÃO PAULO
Data: 17 de outubro de 2026 (sábado)
Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo 1705 – Água Branca, São Paulo
Horário de abertura da casa: 15h
Classificação Etária: 16 anos. Entrada e permanência de menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Cadeira Superior – R$ 117,50 (meia-entrada legal) | R$ 188,00 (entrada social) | R$ 235,00 (inteira)
Pista – R$ 147,50 (meia-entrada legal) | R$ 236,50 (entrada social) | R$ 295,00 (inteira)
Cadeira Inferior – R$ 212,50 (meia-entrada legal) | R$ 340,00 (entrada social) | R$ 425,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité – R$ 297,50 (meia-entrada legal) | R$ 476,00 (entrada social) | R$ 595,00 (inteira)
Cadeira Premium – R$ 362,50 (meia-entrada legal) | R$ 580,00 (entrada social) | R$ 725,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú – R$ 997,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.176,00 (entrada social) | R$ 1.295,00 (inteira)

Pacote VIP Super Fã Itaú
Incluso
– Ingresso Pista Premium Itaú Personnalité
– Kit exclusivo: Credencial VIP + Itens Exclusivos
– Pit na frente ao palco durante o show
– Entrada exclusiva
– Bar exclusivo

Início das vendas:
Pré-venda clientes Itaú Unibanco:
Clientes Private Bank e Itaú Personnalité: 25 de maio, às 10h, até 26 de maio, às 10h.
Demais clientes Itaú Unibanco: 26 de maio, às 10h, até 27 de maio, às 10h.
Venda geral: 27 de maio, 12h on-line e às 13h na bilheteria oficial
Vendas online em: eventim.com.br/jorgebenjor
Bilheteria oficial: Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Pré-venda exclusiva com 30% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito
*Compra de 4 ingressos por CPF – sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade
Parcelamento em até 3x sem juros
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto ou não no ingresso.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Música Notícias

1VERSE anuncia primeiro encontro com fãs em São Paulo

O grupo de k-pop se apresenta no dia 27 de maio no Espaço Fabrique

Após conquistar fãs brasileiros com a notícia de sua participação na Virada Cultural 2026, o grupo de k-pop 1VERSE realiza seu primeiro fan meeting solo no Brasil. O evento acontece no dia 27 de maio, no Espaço Fabrique em São Paulo, e os ingressos já estão à venda no site Clube do Ingresso.

Foto: divulgação/kin stage

Além do show ao vivo, que marca a primeira vez que o grupo 1VERSE se apresenta em formato de show próprio no país, os fãs poderão participar de experiências especiais por meio dos pacotes VIP e benefícios adicionais, incluindo hi-touch, sessão de autógrafos, soundcheck, fotos em grupo, vídeos personalizados e polaroids exclusivas com os integrantes.

Foto: divulgação/kin stage

Formado por Seok, Kenny, Aito e Nathan, o grupo 1VERSE, da gravadora Singing Beetle, já é conhecido internacionalmente por suas performances energéticas. O quarteto já acumula mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, impulsionados pela conexão próxima com os fãs.

E com esse encontro não é diferente. O evento promete uma experiência intimista e imersiva, aproximando ainda mais o grupo do público brasileiro.

Assista ao clipe do single Wide Awake Before I Fall

Serviço

1VERSE – 1st Fan Meeting in São Paulo
Data: 27 de maio de 2026
Horário: 19h30
Local: Espaço Fabrique (R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo – SP)
Ingressos: Clube do Ingresso
Classificação: +18 anos (menores apenas acompanhados)

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Leia também: WOODZ retorna ao Brasil para show em julho

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura turca Notícias

A.B.İ. define data de final de temporada e prepara mudanças na trama

Dizi terá pausa após o episódio 18 e Afra Saraçoğlu se despede da produção

 

A dizi turca A.B.İ. (Aile Bir İmtihandır, tradução livre: A Família é Um Teste), lançada no início de 2026, teve sua data de final de temporada definida. A produção da OGM Pictures, dirigida por Cem Karcı, terá o encerramento antecipado, segundo informações divulgadas pela imprensa turca.

Foto: reprodução/aTV

Após a exibição do episódio 16, o episódio 17 será exibido somente após o feriado. A superprodução entra em pausa no dia 9 de junho, quando vai ao ar o episódio 18, marcando o fim da atual etapa da história.

Foto: reprodução/aTV

Com isso, a trama acompanha os desdobramentos da família Hancıoğlu e os segredos que vêm à tona após o retorno de Doğan (Kenan İmirzalıoğlu) a Istambul. O que começa como um reencontro familiar se transforma em uma intensa jornada de revelações, disputas por justiça e conflitos do passado, envolvendo também a personagem Tala, interpretada por Afra Saraçoğlu.

Foto: reprodução/aTV

Com direção de Cem Karcı, a produção segue apostando no drama familiar e no mistério, enquanto Doğan enfrenta perdas importantes ao longo da narrativa, o que intensifica o tom mais sombrio da história. A série ainda conta com nomes como Diren Polatoğulları, Sinan Tuzcu e Asude Kalebek no elenco.

Foto: reprodução/Dizi Minutos

A produção segue no ar com expectativa de uma nova fase após a pausa, prometendo novos desdobramentos na trama.

 

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Leia também: Afra Saraçoğlu deixa A.B.İ. e trama entra em fase de grandes reviravoltas

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura pop Eventos Notícias

O que já sabemos da Together, Together Tour e o que esperar dos shows no Brasil

Com quatro datas no Brasil em julho, a turnê de Harry Styles promete setlist marcante, show animado e looks incríveis 

Com três singles lançados e com 63,05 milhões de reproduções logo no primeiro dia de lançamento, a turnê do quarto álbum de estúdio de Harry Styles, Kiss All the Time, Disco Occasionally., teve início neste sábado (16) em Amsterdã, Holanda, na Johan Cruijff Arena.

Intitulada Together, Together Tour, é a terceira turnê do cantor britânico. Ela conta ao todo com 67 shows em sete cidades e tem seu fim previsto para 13 de dezembro deste ano, no Accor Stadium, em Sydney, na Austrália.

No Brasil, a turnê marca presença com quatro datas em julho e, com dois meses para o evento, a preocupação e a expectativa dos fãs estavam altas. Mas agora, com a estreia, já podemos ter uma ideia do que esperar.

Divulgação da Together, Together Tour
Foto: reprodução/Instagram @hshq

A primeira grande surpresa do público foi em relação ao palco – é enorme! A experiência dessa estrutura aberta e fluida é essencial para os shows ao vivo do Harry e, por isso, o palco foi projetado para dar aos fãs liberdade de movimento e a possibilidade de vivência em diferentes posições, em vez de terem apenas um ângulo de visão.

Foto da estrutura do palco da Together, Together Tour
Foto: reprodução/X @igorogh

O palco conta com quatro Pits integrados à pista (um tipo de área VIP), além de passarelas elevadas que cruzam o espaço. A estrutura também conta com leds e diferentes efeitos visuais, o que permite que mesmo o público que está em setores mais distantes consiga aproveitar a experiência em sua totalidade. 

Foto do palco da Together, Together Tour
Foto: reprodução/X @hstbrasil

Apesar dos elogios, os fãs que estavam nos Pits reclamaram que, justamente por essa estrutura mais fluida, em algumas partes, a visão ficou obstruída. Dependendo da posição, não foi possível acompanhar o show de forma contínua, o que gerou uma grande frustração, principalmente devido ao valor alto dos ingressos. Felizmente, a equipe do cantor já está se movimentando para resolver o problema, e até os shows no Brasil essa questão terá sido solucionada.

Outro ponto que gerou grande expectativa nos fãs foi a setlist. Algumas horas antes do primeiro show foi divulgada uma lista com as músicas que seriam performadas, incluindo algumas do primeiro álbum (Harry Styles, 2017) e da One Direction, o que aumentou ainda mais a animação de todos.

Ao decorrer do show, entretanto, descobriu-se que essa setlist era falsa. Mas isso não fez com que as expectativas diminuíssem, pois Harry entregou um repertório com 21 músicas que cumpriram com o que o público esperava. 

Apesar de ter deixado de fora músicas do último e do primeiro álbum, Harry fez algumas escolhas que agradaram muito os fãs, como a  inclusão da música Matilda e Fine Line, além de um “remix” de Carla´s Song e Satellite – as queridinhas dos fãs. Até o momento, essa é a setlist oficial: 

Setlist da Together, Together Tour
Foto: reprodução/Instagram @hsbrcom

Entre as transições das músicas, o que também chamou a atenção foi a performance de Harry. É inegável a presença de palco do cantor, mas a Together, Together Tour apresentou algumas coisas inéditas, como a troca de microfones em Ready, Steady, Go!, o uso da mesa de DJ por ele mesmo em Pop e a dança, que agradou muito o público, em Dance No More.

Outra novidade que se integra à experiência da turnê é o projeto Fotógrafo Ocasionalmente, em que o próprio perfil da Together, Together Tour disponibiliza um formulário no dia do show para que os fãs possam ter a chance de serem selecionados como fotógrafo da noite (e nem é preciso ter experiência).

Aqueles que forem selecionados recebem uma câmera descartável antes do show para capturar a noite através de seus próprios olhos: amigos, multidão, a emoção e os momentos que tornam essa experiência memorável. Após o show, as câmeras são recolhidas e reveladas, e os fãs participantes recebem um item exclusivo criado apenas para os fotógrafos, como agradecimento.

Projeto Fotógrafo Ocasionalmente, da Together, Together Tour
Foto: reprodução/X @bestharrysbr

E claro, não tem como falar do Harry sem falar dos seus figurinos. A Love on Tour, sua última turnê, se tornou um espaço em que não só ele, mas todos os fãs, aproveitavam os shows como se fosse um grande festival. O cantor performava as músicas com macacões coloridos e roupas divertidas, além de no Halloween sempre vestir uma fantasia. 

A grande dúvida do público era o que esperar dessa nova era, em que Harry entregou uma estética totalmente diferente das já vistas. Musicalmente, Kiss All the Time, Disco Occasionally., marca uma mudança em relação às influências de city pop e R&B de seu álbum anterior (Harry’s House, 2022), em favor de um som dance-pop influenciado pela música eletrônica.

Nesse primeiro show, todas as dúvidas foram respondidas. A aposta dos fãs foi em looks com paletós de flare de veludo, shorts curtos e camisas de botão inspiradas na estética do clipe de Aperture. Mas o que realmente roubou a cena foram as gravatas coloridas e estilizadas, usadas pelos fãs e pelo próprio Harry. 

Harry Lambert, figurinista de Harry, compartilhou em seu Instagram a escolha dos looks do cantor para as duas noites de show em Amsterdã – mantendo a tradição criada na Love on Tour, em que ele, a cada apresentação, revela os figurinos usados:

Figurino de Harry Styles para a primeira noite da Together, Together Tour em Amsterdã
Foto: reprodução/Instagram @harry_lambert
Figurino de Harry Styles para a segunda noite da Together, Together Tour em Amsterdã
Foto: reprodução/Instagram @harry_lambert

No final, todos acertaram em cheio nas combinações. Se você vai nos shows do Brasil, aposte em gravatas estilizadas, em looks marcantes já usados pelo cantor e em peças brilhantes e coloridas. A maquiagem e o cabelo seguem a estética Disco, Ocassionally, com penteados elaborados, presilhas divertidas e muito glitter!

Somado a tudo isso, temos ainda a merchandise da Together, Together Tour, que conta com camisetas, moletons, meias, pôsteres, chaveiros, ecobags, bonés e bolsa de utilidades. E, para aqueles que compraram o pacote VIP, alguns dos itens recebidos são um esmalte da Pleasing (marca do cantor). 

Itens do pacote VIP da Together, Together Tour
Foto: reprodução/X @HarryMeXOficial

Agora, com todas as informações desse super evento, já sabemos quais expectativas criar para os shows no Brasil. Tudo aponta que a Together, Together Tour será uma das maiores do Harry, principalmente de performance e entrega do cantor. A estrutura do palco, os figurinos e a setlist prometem continuar entregando tudo o que os fãs merecem após três anos de espera.

Com tudo o que está sendo construído, a proposta é que os shows sejam um momento de união dos fãs, para que todos curtam as músicas, se arrumem para se sentirem na sua melhor versão e se divirtam com quem estiver ao redor. 

Os shows no Brasil acontecem nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho, no Estádio do Morumbis, em São Paulo. A abertura será da banda Fcukers e o início do show está previsto para às 20h45.

Você vai em algum show da Together, Together Tour? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Especial | Conheça Fcukers: a banda de abertura dos shows de Harry Styles no Brasil

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Livros Música Notícias

Off Campus impulsiona trilha sonora e conquista fãs brasileiros

Faixas associadas à saga registram crescimento expressivo de reproduções e reforçam a conexão do público com os personagens

O sucesso de Off Campus (2026) continua ultrapassando as páginas dos livros. Após conquistar leitores e movimentar as redes sociais, a série de romances escrita por Elle Kennedy também vem impulsionando o consumo de músicas associadas ao universo da saga, transformando a experiência dos fãs em algo ainda mais imersivo.

No dia 17 de maio, 92% das canções presentes na playlist oficial do Spotify inspirada na série registraram aumento de reproduções no Brasil em comparação com a média da semana anterior. O crescimento foi expressivo: quase 80% das faixas tiveram mais que o dobro de execuções no período. 

Foto: divulgação/Spotify

Entre os maiores destaques estão músicas que ajudam a traduzir a atmosfera e as emoções dos personagens: Sleeping (Hannah & Garrett Theme), de Keegan DeWitt, registrou alta de 588%; Baby Now That I Found You, de Ella Bright, cresceu 556%; Welcome to Briar U, de Keegan DeWitt, teve aumento de 446%; e Girl That I Am, também de Ella Bright, avançou 403%.

Considerando as 90 músicas que integram a seleção oficial, o volume diário agregado de reproduções no Brasil cresceu quase 50%.

Foto: divulgação/Spotify

O desempenho evidencia uma tendência cada vez mais presente entre leitores jovens, que expandem a relação com suas histórias favoritas para diferentes plataformas. Além da leitura, os fãs produzem conteúdos nas redes, compartilham citações marcantes, criam fancasts e utilizam músicas para representar momentos e personagens das obras.

Assim, a playlist inspirada em Off Campus se consolidou como uma extensão da narrativa, oferecendo aos leitores uma forma de revisitar emoções e aprofundar a conexão com a saga. Os números mostram que o público brasileiro abraçou essa experiência e levou as canções ligadas ao universo da série para além das páginas dos livros.

Qual a sua música favorita da série mais amada do momento? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: Off Campus: livro x série

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Entretenimento Resenhas

Resenha | Love Kills aposta em vampiros para renovar a fantasia nacional

Longa de Luiza Shelling Tubaldini usa o universo dos vampiros para explorar diferentes realidades da capital paulista 

Produzir fantasia no audiovisual brasileiro ainda é um ato de coragem. Em uma indústria frequentemente dominada por dramas, comédias e adaptações de histórias reais, obras que apostam no sobrenatural continuam ocupando um espaço reduzido e raramente recebem a mesma atenção dedicada às produções internacionais do gênero. Ainda assim, cineastas seguem explorando caminhos menos convencionais e demonstrando que criaturas fantásticas também podem habitar cenários profundamente brasileiros.

Foto: reprodução/Canal Tadeu Ramos

É justamente essa proposta que move Love Kills (2025), longa dirigido e roteirizado por Luiza Shelling Tubaldini e baseado na HQ homônima de Danilo Beyruth. Misturando romance, suspense e terror, o filme acompanha Helena (Thais Lago), uma jovem vampira que vive assombrando um café localizado no centro de São Paulo. Sua rotina muda quando ela se aproxima de Marcos (Gabriel Stauffer), um garçom sem qualquer ligação com o universo sobrenatural. Conforme a relação entre os dois se desenvolve, Helena passa a confrontar seus próprios instintos e sua conexão com a humanidade, enquanto tenta controlar a sede por sangue para construir algo que vá além da sobrevivência.

Foto: reprodução/Na Nossa Estante

Mais do que a história de amor apresentada pela trama, porém, o que torna Love Kills uma experiência singular é a maneira como utiliza São Paulo para construir sua identidade. A capital paulista não aparece apenas como pano de fundo, mas como uma personagem fundamental da narrativa. Ruas movimentadas, prédios antigos, estabelecimentos decadentes e espaços facilmente reconhecíveis para quem vive na cidade ajudam a criar uma ambientação que aproxima o fantástico do cotidiano.

Foto: reprodução/Festival do Rio

A escolha de filmar em regiões frequentemente associadas à exclusão social, como a Cracolândia, também chama atenção. Em vez de transformar esses locais em mero espetáculo visual, o longa demonstra cuidado ao retratar pessoas e territórios marcados por vulnerabilidades complexas. O resultado é uma representação que não ignora as dificuldades presentes nesses espaços, mas procura preservar a humanidade daqueles que os ocupam.

Foto: reprodução/Omelete

Essa mesma abordagem se estende à construção de seu universo sobrenatural. Distantes dos castelos europeus e das mansões aristocráticas tradicionalmente associadas ao imaginário vampiresco, os vampiros de Love Kills habitam quitinetes, prédios deteriorados e cantos esquecidos da cidade. Ao deslocar essas criaturas para ambientes urbanos e marginalizados, o filme aproxima o horror de realidades brasileiras e constrói uma fantasia que dialoga diretamente com os contrastes sociais presentes em São Paulo.

A atmosfera também se beneficia do trabalho visual da produção. A fotografia – que ficou por conta de Jacob Solitrenick – explora com eficiência as luzes artificiais da cidade, transformando bares, estacionamentos, fachadas e ruas noturnas em cenários que transitam entre o real e o fantástico. As cores vibrantes ajudam a criar uma identidade visual própria, reforçando a sensação de que o sobrenatural existe escondido entre os espaços mais comuns da metrópole.

Foto: reprodução/Portal GeekPop News

Outro aspecto interessante é a maneira como o filme abraça o horror sem receio. Em vez de utilizar o vampirismo apenas como metáfora ou elemento secundário, Love Kills assume plenamente sua natureza fantástica. Mordidas, confrontos entre criaturas sobrenaturais e personagens que transitam livremente pela noite fazem parte da narrativa sem a necessidade de justificativas excessivas. Em um cenário onde a fantasia ainda busca espaço dentro da produção nacional, essa entrega ao gênero se torna um dos principais méritos da obra.

Foto: reprodução/Filmes e Filmes

Se a ambientação e a proposta conquistam pela originalidade, o romance central encontra mais dificuldades para alcançar o mesmo impacto. A relação entre Helena e Marcos possui potencial, mas nem sempre recebe o desenvolvimento necessário para gerar maior envolvimento. Em alguns momentos, a aproximação entre os personagens parece acontecer de maneira acelerada, enquanto certas motivações e revelações surgem sem o aprofundamento que poderiam receber.

Essas fragilidades também aparecem em alguns elementos do roteiro, especialmente nos momentos finais, quando determinadas explicações e conflitos são apresentados de forma mais abrupta. Ainda assim, o comprometimento do elenco contribui para sustentar a narrativa. Thais Lago entrega uma protagonista marcada pela constante tensão do instinto e afeto, enquanto Gabriel Stauffer constrói um Marcos sensível e vulnerável, capaz de conduzir o espectador por esse universo incomum.

Foto: reprodução/ON Pop Life

Mesmo com suas irregularidades, Love Kills reforça o potencial da fantasia produzida no Brasil. Assim como aconteceu com outras obras do gênero que conquistaram públicos específicos sem alcançar grande projeção, como a série da HBO Vale dos Esquecidos (2022), o longa evidencia que existe espaço para narrativas fantásticas ambientadas em cenários nacionais e conectadas às particularidades de nossa cultura urbana.

Ao transformar São Paulo em palco para uma história de vampiros, Love Kills encontra sua maior força não no romance que propõe contar, mas na construção de uma fantasia genuinamente brasileira. Em um mercado onde apostar no sobrenatural ainda representa uma escolha rara, a existência de produções como esta amplia os horizontes do audiovisual nacional e demonstra que o horror também pode encontrar morada entre as luzes e sombras da maior cidade do país. 

Love Kills estreia nos cinemas brasileiros em 21 de maio de 2026

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Leia também: Especial | Dia Internacional de Combate à LGBTfobia: livros queer para ler e se emocionar

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura Cultura turca Entretenimento Entrevista

Entrevista exclusiva | Bilge Yılmaz revela detalhes de Arafta e bastidores da novela turca

Atriz comenta a construção de Çiçek, os desafios de Arafta e o ambiente familiar das gravações – e se arrisca no português!

A atriz turca Bilge Yılmaz vem chamando atenção entre os fãs de novelas turcas com sua atuação em Arafta (tradução livre: No Limbo). A artista vem construindo sua trajetória na televisão e ganhou visibilidade ao interpretar a personagem Çiçek Güneş, além de também ter integrado o elenco da dizi Kızım, exibida originalmente em 2018. Em sua carreira, destaca-se pela versatilidade em papéis dramáticos e pela presença crescente no cenário das produções turcas contemporâneas.

Na novela, Bilge interpreta Çiçek, uma personagem doce, resiliente e emocionalmente intensa, que enfrenta conflitos sociais e pessoais ao longo da trama. Em entrevista exclusiva ao Entretetizei, a atriz comentou sobre sua forte conexão com a personagem: 

Minha querida Çiçek… é impossível não se identificar com ela. Ela é muito afetuosa e tenta se manter muito forte. Ela persegue o que deseja e é conectada ao homem que ama. Ela acredita nele em qualquer condição e escolhe confiar. Mas, embora ela pareça forte, ela possui uma pequena fragilidade interior. Ela é uma pessoa adorável, é perfeitamente possível se identificar com ela.

Créditos: @bilgeyilmazy via Instagram

Além disso, Bilge também falou sobre os temas sociais presentes em Arafta, especialmente as diferenças de classe enfrentadas por sua personagem: “Esse é um assunto forte e profundo, além da personagem Çiçek. É uma questão social. Ao me preparar para essas cenas, pensei na opressão que ela vive, mas também na sua resistência.

A atriz ainda destacou o clima familiar nos bastidores da produção e revelou que o elenco criou uma relação muito próxima durante as gravações: “Nós nos tornamos uma família e também nos encontramos fora. Além do set, fazemos muitas atividades fora, nos encontramos, nos divertimos, trabalhamos juntos. Mesmo o set sendo muito intenso e cansativo, os bastidores viraram um verdadeiro ambiente familiar.

Créditos: @bilgeyilmazy via Instagram
Créditos: @bilgeyilmazy via Instagram

Durante a conversa, Bilge Yılmaz também comentou sobre a aguardada segunda temporada da dizi e falou sobre o carinho que recebeu dos fãs brasileiros. A atriz ainda se arriscou no português com um divertido “Olá Brasil, um beijo, eu te amo.”

Quer conferir a entrevista completa? Veja a seguir:

 

Já conhecia esses detalhes por trás de Arafta? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

Leia também: Entrevista exclusiva │ Emin Günenç fala sobre o sucesso de Arafta e sua intensa parceria com İlsu Demirci 

 

Texto revisado por Thaís Figueiredo

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Cinema Notícias

Cartaz e trailer de Zona Zero, novo filme do diretor de Invasão Zumbi, são divulgados

Produção estreia em breve nos cinemas brasileiros

Yeon Sang-ho, diretor de Invasão Zumbi (2016), retorna ao terror com ação em Zona Zero (Colony), novo filme sobre um vírus mutante que transforma as regras de sobrevivência. A Paris Filmes acaba de divulgar o cartaz e o trailer oficiais do longa, que estreia em breve nos cinemas do Brasil.

A trama começa em uma Conferência de Biotecnologia, onde tudo parece estar sob controle. De repente, um vírus que sofre mutações rápidas é liberado, forçando o isolamento imediato do local. A contaminação se espalha rapidamente, e os infectados não apenas atacam, eles evoluem de formas imprevisíveis e cada vez mais perigosas.

Preso nesse confinamento, um grupo de sobreviventes precisa lutar pela própria vida enquanto, a cada minuto, as regras do jogo mudam.

Terror
Imagem: divulgação/Paris Filmes

O elenco conta com Jun Ji-hyun, Ji Chang-wook, Koo Kyo-hwan, Shin Hyun-been e Kim Shin-rok. Sang-ho assina o roteiro com Choi Gyu-Seok.

Você pretende assistir ao filme? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X e não perca as novidades no mundo do entretenimento.

Leia também: Tudo que já sabemos sobre o filme de A Viagem

Texto revisado por Kalylle Isse

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Cinema Crítica Cultura geek Séries

Crítica | O Mandaloriano e Grogu é o filler que todos querem ver

O longa que chega aos cinemas nesta quinta (21) não levanta grandes hipóteses sobre os próximos passos de Din Djarin e Grogu, mas sem dúvidas é uma história divertida de se assistir

Matéria por Mayara Pereira

Desde o seu lançamento em 2019, O Mandaloriano— série criada por Jon Favreau e distribuída pela Disney — foi bem recebida pela crítica especializada e pelo grande público. Logo, explorar novas histórias dos personagens Mandaloriano/Din Djarin (Pedro Pascal) e Grogu para as telonas torna-se um passo sólido e bem fundamentado da Lucasfilm. Mas o que o longa-metragem soma à narrativa da série e ao universo de Star Wars como um todo?

O Mandaloriano e Grogu acompanha os protagonistas em um cenário pós-queda do Império. Contudo, a ameaça ainda existe já que as forças imperiais seguem espalhadas por toda a galáxia. Nesse contexto, pai e filho passam a colaborar com as tropas da Nova República e são designados pela Coronel Ward (Sigourney Weaver) para nova missão: encontrar um lord imperial, mas o desafio está no fato deles não saberem como é o seu rosto.

Com isso, Mando e Grogu se veem praticamente obrigados a buscar pistas com os gêmeos Hutt – inimigos já conhecidos pelos fãs de Star Wars – que, visando tirar proveito pessoal da situação, impõem a condição de que só os ajudarão se eles encontrarem o seu sobrinho Rotta – The Hutt (dublado por Jeremy Allen White), filho de Jabba, que foi supostamente sequestrado quando criança.

Foto: Reprodução/Databank Star Wars
Foto: Reprodução/Databank Star Wars

O primeiro ato de O Mandaloriano e Grogu segue um ritmo semelhante ao da primeira temporada, com uma missão teoricamente pequena e de resolução rápida. Contudo, ao acessar as camadas do personagem Rotta, o público descobre que a busca incessante dos gêmeos Hutt pelo sobrinho carrega um interesse mais profundo do que proporcionar uma reunião de família.

Já no aspecto narrativo, um ponto negativo é a ambientação do personagem visto às similaridades com outras obras da cultura pop, como: Thor Ragnarok (2017) e Gladiador (2000).

Por sua vez, o segundo ato é um dos grandes acertos de O Mandaloriano e Grogu. Nele há a quebra de estereótipos de alguns personagens e o afeto de Mando por Grogu e vice-versa fica ainda mais palpável. Esse fato ganha força devido às consequências enfrentadas por não terem concluído sua missão seguindo as diretrizes determinadas pelos gêmeos.

Nessa versão para o cinema, a audiência se depara com um baby-yoda – talvez não tão baby assim – mais ativo e independente quando é preciso.

Foto: Reprodução/IMDb
Foto: Reprodução/IMDb

Por fim, o terceiro ato conclui a jornada da dupla de forma satisfatória e sem lacunas em aberto. Com uma história que contém início, meio e fim, O Mandaloriano e Grogu estreia nesta quinta (21), quase sete anos após o lançamento de Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019), se apresentando como uma trama cativante e uma aposta segura para a introdução de um novo público ao universo cinematográfico de Star Wars.

Paralelamente, os fãs de longa data não sairão desapontados das salas de cinema. Apesar de ser considerado um “filler”quando se analisa o todo, O Mandaloriano e Grogu desperta um misto de nostalgia com familiaridade ao revisitar personagens do universo e ao aderir a trilha sonora característica da série – assinada pelo compositor e vencedor do Oscar, Ludwig Göransson.

Além disso, não faltarão cenas de ação envolventes – totalmente imersivas em salas IMAX – e curiosidade pela quarta temporada da série dado o amadurecimento dos personagens principais.

 

E aí, ficou ansioso para assistir? Siga o Entretê nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca nenhuma pauta.

 

Leia também: O Urso: Data de estreia da 5° e última temporada é anunciada


Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Especial | Conheça a carreira de Özcan Deniz, o Faruk de Para Sempre no Meu Coração

Conhecido no Brasil por viver Faruk Boran, o ator é um dos artistas mais influentes da Turquia

 

Se você acompanha Para Sempre no Meu Coração (İstanbullu Gelin, 2017), provavelmente já se apaixonou por Faruk Boran, personagem vivido por Özcan Deniz. Mas, embora muitos brasileiros tenham conhecido o artista através da dizi, sua história na Turquia começou muito antes das câmeras, passando primeiro pelos palcos.

No aniversário de um dos nomes mais influentes do entretenimento turco, o Entretê traz algumas curiosidades e um pouco de sua vasta carreira, que vai muito além das telas.

Özcan Deniz bebendo em uma xícara
Foto: reprodução/Instagram @ozcandeniz

Nascido em 19 de maio de 1972, em Ankara, capital da Turquia, Özcan passou boa parte da infância em Aydın, cidade localizada no oeste do país. Em entrevistas, o ator revelou que viveu uma infância bem simples, precisando assumir muitas responsabilidades ainda jovem para conquistar o que queria, algo que o ajudou a moldar sua visão artística e, mais tarde, a intensidade que costuma levar para seus trabalhos. 

Aos nove anos, Özcan demonstrou interesse pelo universo artístico e, poucos anos depois, aos 14, criou sua primeira banda, chamada Mavi Deniz (tradução livre: Mar Azul). No entanto, o início de sua carreira profissional aconteceu aos 19 anos. Durante uma temporada na Alemanha, enquanto enfrentava dificuldades financeiras, Özcan acabou subindo ao palco em uma apresentação de Ano Novo. 

A partir dali, sua carreira musical ganhou força, e antes mesmo de conquistar o público das dizis, ele se tornou um nome conhecido na música turca, especialmente durante os anos 90.

Ao longo dos anos, ele já lançou mais de 200 músicas, retornou aos palcos mesmo depois de consolidar seu nome na atuação e se transformou em um dos artistas mais respeitados da Turquia.

Özcan Deniz no palco
Foto: reprodução/Instagram @ozcandeniz

Depois da música, Özcan entrou no cinema e na TV, expandindo ainda mais seu trabalho. Uma de suas maiores referências é o cinema clássico de Yeşilçam, período considerado como a Hollywood turca ou a Era de Ouro do Cinema Turco. Essa influência apareceu não apenas em seus trabalhos como ator, mas também em projetos assinados por ele como roteirista, diretor e produtor.

Aliás, foi justamente nos bastidores de suas próprias produções que Özcan também ajudou a revelar novos talentos para a indústria. Inclusive, ele foi um dos responsáveis por apresentar Afra Saraçoğlu ao grande público, hoje uma das grandes estrelas da nova geração, que teve sua primeira grande oportunidade após sua mãe entrar em contato com o ator.

Özcan Deniz olhando para a câmera
Foto: reprodução/Instagram @ozcandeniz

Outra curiosidade bacana sobre o galã é que, com a dizi Asmalı Konak (tradução livre: Mansão com Videiras, 2002), Özcan protagonizou uma das produções de maior audiência da história da televisão turca, chegando a registrar cerca de 28 pontos, algo raro nos dias de hoje.

Anos depois, outro projeto do qual participou também fez história. İstanbullu Gelin, conhecida no Brasil como Para Sempre no Meu Coração (2017), se tornou um verdadeiro fenômeno internacional, chegando a ser indicada ao International Emmy Awards.

Özcan Deniz olhando para a câmera
Foto: reprodução/Instagram @ozcandeniz

E, para celebrar o aniversário de um dos maiores artistas do entretenimento turco, o Entretetizei preparou uma lista com cinco produções de Özcan Deniz para você maratonar hoje:

İstanbullu Gelin (Para Sempre no Meu Coração, 2017)
Protagonistas de İstanbullu Gelin
Foto: reprodução/Dizilah
Asmalı Konak (tradução livre: Mansão com Videiras, 2002)
Elenco de Asmalı Konak
Foto: reprodução/ATV
Evim Sensin (tradução livre: Minha Casa é Você, 2012)
Protagonistas de Evim Sensin
Foto: reprodução/Prime Video
Su ve Ateş (tradução livre: Água e Fogo, 2013)
Protagonistas de Su ve Ateş
Foto: reprodução/MOBI
Ya Sonra? (tradução livre: E Depois?, 2011)
Elenco de Ya Sonra?
Foto: reprodução/IMDb
Kızıl Goncalar (tradução livre: Botões Vermelhos, 2023)
Elenco de Kızıl Goncalar
Foto: reprodução/Dizilah

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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