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Cinema Entretenimento

Rihanna lança Friend Of Mine, parte da trilha sonora do filme dos Smurfs

Nova produção da Paramount Pictures estreia nos cinemas do Brasil em 17 de julho 

Afastada dos estúdios, Rihanna surpreendeu e soltou a voz para uma ocasião especial. Anos após o lançamento de seu último álbum, a cantora está de volta com a canção inédita Friend of Mine, parte da trilha sonora da nova animação Smurfs, da Paramount Pictures. 

A faixa integra a campanha de divulgação do filme, que traz de volta as icônicas criaturas azuis. Além de emprestar sua voz à música, Rihanna também dubla a personagem Smurfette na versão original. Já na dublagem brasileira, o elenco conta com Bruno Gagliasso, Jennifer Nascimento, Diego Martins e Tatá Estaniecki.

Assista e ouça a nova música da trilha sonora do filme:

Rihanna – Friend Of Mine (from the Smurfs Movie Soundtrack) (Lyric Video)

No novo filme Smurfs, o público acompanhará Smurfette (Rihanna) liderando o grupo em uma missão no mundo real para resgatar o Papai Smurf (John Goodman), que foi misteriosamente capturado pelos bruxos malignos Razamel e Gargamel. Com a ajuda de novos aliados, os Smurfs precisarão descobrir o que realmente define seu destino para salvar o universo. Ao lado de Rihanna, o elenco de voz da versão original é repleto de estrelas, incluindo James Corden, Nick Offerman, JP Karliak, Daniel Levy, Amy Sedaris, Natasha Lyonne, Sandra Oh, Octavia Spencer, Nick Kroll, Hannah Waddingham, Alex Winter, Maya Erskine, Billie Lourd, Xolo Maridueña, além de Kurt Russell e John Goodman.

Imagem: divulgação/Paramount Pictures

Baseado nos personagens criados pelo artista belga Peyo, o novo longa Smurfs tem direção de Chris Miller, veterano no universo das animações. Miller participou dos três primeiros filmes da franquia Shrek e dirigiu Shrek Terceiro (2007) e Gato de Botas (2011), indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2012. A produção é uma parceria entre a Paramount Animation, Ty Ty e Jay Brown. Com roteiro assinado por Pam Brady, o filme é distribuído pela Paramount Pictures e estreia nos cinemas brasileiros em 17 de julho.

E aí, gostaram da música? Quem aí sonha com a volta da Rihanna aos palcos? Conta para a gente! E siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia também: Smurfs: em novo trailer, personagens embarcam em nova aventura para salvar o Papai Smurf

 

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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Cultura turca Notícias Séries

A dizi Leyla: Hayat… Aşk… Adalet será exibida no Brasil

O remake turco de Avenida Brasil (2012) deve chegar ao país no próximo semestre

 

A adaptação turca da novela Avenida Brasil vem aí! Segundo informações do Portal F5 da Folha, Leyla: Hayat… Aşk… Adalet (2024) deve ser exibida no Brasil no segundo semestre de 2025. 

Os planos são transmitir a obra no Globoplay Novelas, que substituirá o canal Viva no próximo mês. Focando em novelas, o canal pago, além de Leyla, exibirá outro grande sucesso da Turquia: Hercai: Amor e Vingança (2019), que tem duas temporadas disponibilizadas no streaming Globoplay.

Vale destacar que, sem perder a essência da obra original, Leyla diminuiu a quantidade de personagens e adicionou novos plots. O drama produzido pela Ay Yapım ainda está no ar na Turquia (no canal NOW) e tem previsão de término para o dia 18 de junho. Dirigida por Hilal Saral, a dizi, exibida às quartas, não deve retornar para uma segunda temporada.

Pôster da série Leyla: Hayat… Aşk… Adalet.
Foto: reprodução/Disney+
Sinopse

No remake, Leyla (Cemre Baysel), após a morte de seu pai é abandonada pela madrasta Nur (Gonca Vuslateri). Já adulta e com o objetivo de se vingar da mulher, ela se aproxima de Nur disfarçada de Ela, uma chefe de cozinha. 

Porém, seus planos não saem como o esperado quando a garota descobre que a antiga madrasta, junto de seu novo marido Tufo (Halil İbrahim Ceyhan), adotaram Civan (Alperen Duymaz), um menino que quando criança era seu amigo no lixão onde foi largada.

Personagens da série Leyla.
Foto: divulgação/NOW

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Leia também: Leyla: Hayat… Aşk… Adalet foi cancelada?

 

Texto revisado por Cristiane Amarante

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Entretenimento Séries

Série dramática Task estreia em setembro

HBO revela trailer de Task, nova série do criador de Mare of Easttown

A HBO anunciou o lançamento do primeiro trailer da série dramática Task, criada por Brad Ingelsby, o mesmo criador da minissérie Mare of Easttown (2021). A estreia será em novembro na HBO e estará disponível para streaming na HBO Max.

Assista ao trailer:

 

Composta por sete episódios, a temporada será exibida semanalmente e se passa nos subúrbios operários da Filadélfia. A trama acompanha um agente do FBI, interpretado por Mark Ruffalo, que lidera uma força-tarefa encarregada de pôr fim a uma onda de assaltos violentos. O principal suspeito é um homem que, à primeira vista, parece ser apenas um pai de família comum, papel vivido por Tom Pelphrey.

A série Task conta com um elenco de peso, estrelado por Mark Ruffalo, Tom Pelphrey, Emilia Jones, Jamie McShane, Sam Keeley, Thuso Mbedu, Fabien Frankel, Alison Oliver, Raúl Castillo, Silvia Dionicio, Phoebe Fox e Martha Plimpton. 

Foto: divulgação/HBO

A série foi criada, escrita e comandada por Brad Ingelsby, que também atua como showrunner – a pessoa responsável por manter a coerência geral de uma série, assumindo funções tanto de produção como criativas – e produtor executivo. A direção fica por conta de Jeremiah Zagar e Salli Richardson-Whitfield, ambos também na produção executiva. Completam o time de produtores executivos Mark Roybal e Paul Lee, pela wiip, Mark Ruffalo, David Crockett e Ron Schmidt. Nicole Jordan-Webber e Jeremy Yaches, da Public Record, assinam como co-produtores executivos.

 

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Leia também: Netflix anuncia 4ª temporada de Bridgerton para 2026 e renova série até a 6ª temporada

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

 

*Crédito da foto de destaque:divulgação/HBO

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Cultura Livros

Saiba porque Míriam Leitão foi escolhida para a Academia Brasileira de Letras

Jornalista tem 16 livros publicados de diversos gêneros literários

 

Nova imortal da Academia Brasileira de Letras

A jornalista e escritora Míriam Leitão foi escolhida no dia 30 de abril como a mais nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Autora de seis livros publicados pela Intrínseca, Míriam passa a fazer parte do grupo de cinco mulheres que integram a atual formação da prestigiosa instituição, onde ocupará a cadeira sete, vazia desde o falecimento do diretor e roteirista Cacá Diegues, em fevereiro de 2025. 

Com uma extensa e renomada carreira no jornalismo, Míriam também encontrou sucesso na literatura ao vencer em 2012 o Prêmio Jabuti de Não Ficção por Saga brasileira. No ano passado, recebeu o Troféu Juca Pato de Intelectual do Ano, entregue pela União Brasileira dos Escritores. O trabalho jornalístico que a tornou conhecida nacionalmente pode ser constatado em obras essenciais como o livro-reportagem Amazônia na encruzilhada, publicado em 2023. 

Míriam transita por diferentes gêneros e temáticas, explorando assuntos relevantes de forma sensível e baseada em extensas pesquisas. Seu primeiro romance, Tempos extremos — que ganhou edição comemorativa de dez anos em 2024 —, é um exemplo da potência de sua prosa e de sua inigualável capacidade de emocionar o público e levantar debates necessários. 

Foto da escritora Míriam Leitão.
Foto: Divulgação/ Rafaela Cassiano
Perfil

Nascida em Caratinga (MG), em 7 de abril de 1953, Miriam Azevedo de Almeida Leitão é a sexta de 12 filhos do casal Uriel e Mariana.

É jornalista de TV, rádio, jornal e mídia digital. Em 50 anos de profissão, recebeu diversos prêmios, entre eles o Maria Moors Cabot, da Universidade Columbia de Nova York. Como escritora, ganhou o Jabuti de Livro do Ano de Não Ficção em 2012 por Saga brasileira. Também pela Intrínseca publicou História do futuro: o horizonte do Brasil no século XXI (2015), A verdade é teimosa (2017), a coletânea de crônicas Refúgio no sábado (2018), com a qual foi finalista do Jabuti, A democracia na armadilha (2021) e Amazônia na encruzilhada (2023). 

 

E você, já sabia tudo isso sobre a Míriam Leitão? Nos conte em nossas redes sociais – Insta, Face e X.  E se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube do Livro do Entretê, para conversar sobre leituras incríveis!

Leia também: Entrevista | Ray Tavares fala sobre seu novo livro, que une o universo do cinema e da literatura

 

Texto revisado por Karollyne de Lima

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Cultura asiática Música Notícias

Jin lança 2º álbum solo, Echo, e emociona com clipe ao lado de Shin Se-kyung

O Worldwide Handsome apostou em maturidade vocal e narrativas profundas em novo trabalho solo

O Worldwide Handsome está de volta! Jin, do BTS, lançou nesta sexta (16) seu aguardado segundo álbum solo, Echo. Com sete faixas que exploram diferentes estilos e emoções, o cantor mostra uma nova camada de sua identidade artística — mais madura, sensível e intensa.

A faixa-título, Don’t Say You Love Me, ganhou um videoclipe estrelado por Jin e pela atriz sul-coreana Shin Se-kyung. No clipe, os dois interpretam um casal que se reencontra após o fim de um relacionamento, revivendo memórias e sentimentos não ditos. A química entre os dois e a carga emocional da narrativa deram o que falar entre os fãs.

Além da faixa principal, o disco inclui as músicas Nothing Without Your Love, Loser (feat. YENA), Rope It, With the Clouds, Background e To Me, Today. Jin participou da composição de grande parte do álbum, com destaque para a parceria com YENA e reflexões intensas sobre escolhas, passado e amor.

Em Rope It, por exemplo, ele aborda o equilíbrio entre abrir mão e insistir na busca pelo sucesso. Já Background retrata um amor que permaneceu preso no tempo, espelhando seu próprio crescimento pessoal.

A BIGHIT MUSIC, agência do BTS, declarou:

Construído sobre sons dinâmicos de banda, o álbum destaca seus vocais versáteis em uma variedade de estilos e estados de espírito. Reflete uma camada mais profunda de maturidade vocal e narrativa pessoal que evidencia a evolução artística de Jin.

Atualmente, o BTS está em hiato desde junho de 2022 devido ao serviço militar obrigatório na Coreia do Sul. Todos os integrantes devem concluir o alistamento até junho deste ano, com planos de retornar aos palcos em 2025.

Formado em 2013, o BTS é composto por RM, Jin, J-Hope, SUGA, Jimin, V e Jungkook, e os ARMYs já contam os dias para o reencontro completo do septeto.

O que achou do MV e do novo álbum? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura asiática.

 

Leia também: Entrevista | Cho Hena conta como é ser intérprete de K-pop nos bastidores dos maiores shows do Brasil

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Música Notícias

OUTROEU lança single Viver de Carinho

Canção inaugura uma era mais íntima e visceral do novo álbum da dupla, que será lançado em breve

 

Após uma pausa de silêncio criativo nos últimos dois anos, a dupla OUTROEU está de volta e lançou ontem (15), o single Viver de Carinho, canção que abre os caminhos para a chegada do quarto álbum da discografia dos artistas, não por acaso batizado como QUARTO, um projeto que carrega a essência mais pura, caseira e corajosa de Mike Tulio e Guto Oliveira

Hoje a partir das 11h, a dupla também disponibilizou um visualizer.

É na ponta dos dedos, do violão, da voz crua, daquele jeito que parece que eles estão ali, na sua sala, apertando o play junto com você que a dupla mergulha de cabeça em um novo momento da carreira.

“Compusemos essa música, e ela saiu desse jeito: violão, nós dois juntos tocando e cantando. Então, foi ali que ela brilhou e nos deu um sinal. Isso definiu o arranjo do álbum inteiro, de ser só eu, Guto e as canções. Isso também definiu o que é a OUTROEU para nós. Sentimos que, da mesma forma que essa música imprimiu para gente, ela também sinalizaria muito bem para o nosso público o que está por vir”, disse Mike.

Composto e produzido pela dupla, Viver de Carinho — o primeiro recado do aguardado álbum da dupla — contou com a participação fundamental do irmão e parceiro de longa data, Flavio Senna, responsável pela engenharia de áudio, captação e mixagem de QUARTO.

Foto: divulgação/Gilberto Dutra

“Depois que saímos da gravadora e nos vimos novamente como artistas independentes, pensamos, num primeiro momento: ‘Pra onde a gente vai? O que vamos fazer?’ Então, essa música representa que estamos de volta ao ponto de partida. É sobre recomeçar sem amarras – só com a vontade, a música e o amor”, revela Guto.

De destaque no programa Superstar, da TV Globo, a parceria com Sandy e ANAVITÓRIA, além de músicas emplacadas nas trilhas sonoras de novela, OUTROEU se firmou como um dos novos nomes do pop nacional e hoje conta com mais de 400 milhões de streams em todas as plataformas digitais. 

Em 2023, a dupla fez a abertura dos shows da banda Imagine Dragons no Brasil. No mesmo ano, eles lançaram o álbum A Mágica Por Trás da Forma, que trouxe feats com Lulu Santos, Clarissa, Nanno e Anna Pêgo em suas 15 faixas autorais.

 

Ao longo de sua trajetória, OUTROEU lançou três álbuns — OutroEu (2017), O Outro é Você (2020) e A Mágica Por Trás da Forma (2023) — e dois EPS: Encaixe (2019) e Oceana (2020).

 

 

Já conhecia a dupla? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para mais novidades sobre o mundo do entretenimento.

Leia também: Entrevista | OUTROEU está de volta com QUARTO, seu novo álbum

 

Texto revisado por Bells Pontes

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Cultura pop Música Notícias

5 composições de protesto: entenda o ativismo nas músicas de Hozier

Mais do que uma melodia viciante, o cantor instiga mudanças e reflexões em cada verso de suas canções

Existem melodias tão viciantes que às vezes nem percebemos o que estamos cantando. As músicas de Andrew Hozier-Byrne, ou apenas Hozier, são um ótimo exemplo disso: é fácil gravar cada nota quando escutamos a voz poderosa do cantor e compositor irlândes. E indo um pouco mais a fundo, é possível enxergar diversos simbolismos que servem como gancho para posicionamentos políticos e críticas sociais relevantes, como o apagamento de línguas, o silenciamento das igrejas quanto à homofobia e a motivação capitalista por trás das guerras.

O músico se apresenta pela segunda vez no Brasil, agora com a turnê Unreal Unearth Tour 2025, que tem como convidada especial Gigi Perez (em São Paulo, 31 de maio, e no Rio de Janeiro, 01 de junho) e promete levar os fãs à loucura com seu show inebriante.

Para esquentar o clima pré-show e te ajudar a entender um pouco mais sobre Hozier e suas composições, trouxemos o significado de 5 das músicas mais tocadas do artista. Para informações sobre o show, clique aqui.

Imagem: reprodução/RollingStone
Eat Your Young – A fome por poder e por consumo

Apesar de sua melodia sedutora, Eat Your Young não se trata de prazeres sexuais ou canibalismo literal. A letra faz uma crítica quanto à desigualdade social,  à ganância e ao egoísmo de uma sociedade obcecada em consumir cada vez mais sem levar em conta as consequências morais e o impacto nas gerações futuras. Referenciando, supostamente de forma não intencional, o ensaio satírico de Jonathan Swift, A Modest Proposal, onde o autor sugere que seria mais fácil que os irlandeses vendessem seus filhos como comida aos ricos para acabar com a pobreza avassaladora.

Get some (Pegar algum)

Pull up the ladder when the flood comes (Puxe a escada quando a inundação vier)

Throw enough rope until the legs have swung (Jogue corda suficiente até que as pernas tenham balançado)

Seven new ways that you can eat your young (Sete novas maneiras de comer seus filhotes)

Come and get some (Venha e pegue alguns)

Skinning the children for a war drum (Esfolando as crianças para um tambor de guerra)

Putting food on the table selling bombs and guns (Colocando comida na mesa vendendo bombas e armas)

It’s quicker and easier to eat your young (É mais rápido e fácil comer seus filhotes)

Take Me To Church – Os pagãos dos novos tempos

O hit que soma mais de 3 bilhões de streams no Spotify é uma das canções que fez Hozier ser reconhecido mundialmente. Frequentemente confundido com um louvor por sua melodia gospel, as letras ácidas de Take Me To Church trazem à tona uma crítica sobre o silenciamento da igreja frente a homofobia e suas consequências. Cada estrofe apresenta metáforas que exploram amor, religião, sexualidade e o abandono do desejo carnal e da autenticidade em troca da devoção cega e desoladora. O clipe viral e assombroso escancara esses simbolismos, apresentando uma perseguição cruel e ataques graves contra um casal gay devido à sua orientação sexual.

We were born sick (Nós nascemos doentes) 

You heard them say it (É o que eles dizem) 

My church offers no absolutions (Minha igreja não oferece absolvições) 

She tells me: Worship in the bedroom (Ela me diz: Louve entre quatro paredes) 

The only heaven I’ll be sent to (O único paraíso para onde serei levado) 

Is when I’m alone with you (Vai ser quando eu estiver sozinho com você) 

I was born sick, but I love it (Eu nasci doente, mas eu amo) 

Command me to be well (Ordene-me para que me cure) 

Amen, amen, amen (Amém, amém, amém)

Butchered Tongue – A língua despedaçada e a extinção de culturas

Saindo direto do último álbum de Hozier que, por si só, carrega grandes simbolismos baseados no mapa do submundo imaginado por Dante Alighieri na obra Divina Comédia, Butchered Tongue critica o apagamento de línguas nativas e como isso afeta a identidade individual e coletiva, além de toda a violência usada para silenciar culturas ao longo da história. Esse é um tema frequente em canções de Hozier, sendo que em De Selby (Part 1), ele canta trechos em gaélico irlandês, honrando e preservando suas raízes. 

As a child it was the place names (Quando criança, eram os nomes dos lugares)

Singin’ at me as the first thing (Cantando para mim como a primeira coisa)

How the mouth must be employed in every corner of itself (Como a boca deve ser usada em cada canto de si mesma)

To say appalacicola or hushpukena, like gweebara (Para dizer appalacicola ou hushpukena, como gweebara)

A promise softly sang of somewhere else (Uma promessa cantada suavemente de algum outro lugar)

Cherry Wine – #faceuptodomestcviolence

Uma das melodias mais românticas do artista, mas que, definitivamente, não deve tocar no seu casamento. Por meio de uma metáfora poética em que a letra referencia o sabor do vinho de cereja, que ao mesmo tempo que é raro e doce, também é associado ao sangue e à dor, a música Cherry Wine traz à tona uma relação entre duas pessoas repleta de momentos de amor e agressão, explorando o tema da violência doméstica e em como é doloroso para a vítima romper com o agressor. O fato da melodia ser uma das mais românticas do cantor é ponto-chave para mostrar quão difícil e confuso pode ser ler os sinais de um relacionamento abusivo. Em apoio à causa, todos os lucros da canção são destinados a instituições de caridade internacionais que apoiam vítimas de violência doméstica.

The way she tells me (O jeito que ela me diz)

I’m hers and she is mine (Que eu sou dela e ela é minha)

Open hand or closed fist (Mão aberta ou punho fechado)

Would be fine (Estaria tudo bem)

The blood is rare (O sangue é raro)

And sweet as cherry wine (E doce como vinho de cereja)

Nina Cried Power – Uma homenagem ao protesto artístico

Referenciando Nina Simone em seu título, uma das maiores cantoras de blues, jazz e R&B/soul, Nina Cried Power é uma homenagem às canções de protesto e aos artistas ativistas que usaram a voz para incentivar mudanças sociais e políticas. Em parceria com Mavis Staples, a música também cria um chamado para que o ouvinte encontre sua voz, seu poder e lute contra as injustiças atuais. Além de Nina, também são citados grandes nomes como Woody Guthrie, Billie Holiday, James Brown, Curtis Mayfield, B.B. King, Marvin Gaye, Pete Seeger, Patti LaBelle, Bob Dylan, John Lennon e Joni Mitchell.

It’s not the song, it is the singing (Não é a canção, é o cantar)

It’s the heaven of the human spirit ringing (É escutar o chamado do espírito humano)

It is the bringing of the line (É a criação do verso) 

It is the bearing of the rhyme (É a exposição da rima)

It’s not the waking, it’s the rising (Não é o despertar, é o levantar)

 

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Leia também: Descubra músicas incríveis do Hozier que vão além do hit Too Sweet

 

Texto revisado por Larissa Couto 

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Eventos Música Notícias Séries

Lady Gaga é anunciada como atração do Tudum 2025

Evento terá a participação de Guillermo del Toro, Ben Affleck, Millie Bobby Brown e outros nomes envolvidos nos próximos lançamentos da Netflix

Atenção, little monsters! Nesta sexta (16), a Netflix anunciou que Lady Gaga fará uma participação especial no Tudum 2025, evento promovido pela plataforma de streaming para apresentar suas novidades ao público.

Logo após um show histórico na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, a artista levará as performances de Mayhem, seu último álbum de estúdio, para o palco do Tudum. A apresentação acontece no dia 31 de maio, no Kia Forum, em Los Angeles. No entanto, fãs do mundo todo poderão acompanhar a transmissão ao vivo do evento na Netflix, a partir das 21 horas (horário de Brasília).

@netflixbrasil

ATENÇÃO, LITTLE MONSTERS! Lady Gaga está confirmada no TUDUM. A MÃE vai trazer o MAYHEM pro palco e performar uma música imperdível. Assista ao vivo no meu site no dia 31 de maio, a partir das 21h (horário de Brasília). #ladygaga #tudum #Netflix #netflixbrasil #tiktokmefezassistir #mayhem

♬ Lady Gaga. Tudum – Netflix Brasil

Nesta edição, o Tudum será comandado pela atriz e cantora Sofia Carson, além de contar com a presença de Guillermo del Toro, Ben Affleck, Millie Bobby Brown, Matt Damon, Jenna Ortega, Lily Collins e outras estrelas dos próximos projetos da Netflix. Você pode conferir mais informações clicando aqui

Afinal, preparade para dançar ao som de Abracadabra? Entre nas redes sociais do Entretetizei Insta, Face e X e conte pra gente! Aproveite e nos siga para ficar por dentro de outras novidades da cultura e do entretenimento.

Leia também: Netflix anuncia 4ª temporada de Bridgerton para 2026 e renova série até 6ª temporada 

 

Texto revisado por Alexia Friedmann.

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Música Notícias

Touch the Sky fala sobre show solo no Brasil e sua jornada artística

O rapper sul-coreano relembra desafios da carreira, fala sobre seu álbum mais pessoal e a energia dos fãs brasileiros

Após marcar presença no Vapo X Concert, em março de 2023, o rapper sul-coreano Touch the Sky retorna ao Brasil para sua primeira apresentação solo. O artista de 21 anos tem se destacado no K-hip hop e K-R&B, estando em ascensão e conquistado uma base sólida de fãs.

Touch the Sky se apresentará em São Paulo, no dia 31 de maio, durante a festa de K-hip hop Ay-Yo, e promete uma experiência ainda mais próxima com o público brasileiro.

Foto: reprodução/Instagram @ayyo.theclub

Em uma coletiva de imprensa online, realizada na última terça (13), o rapper deu um caloroso “Bom dia, boa noite e olá Brasil”, demonstrando seu entusiasmo ao conversar com portais brasileiros. Durante a conversa, ele compartilhou detalhes sobre sua carreira, o novo álbum, suas inspirações e a relação especial que construiu com os fãs brasileiros.

Mais intimidade no palco

Diferente da última visita, quando se apresentou junto a outros artistas, desta vez Touch the Sky sobe ao palco sozinho, algo que, segundo ele, permitirá mostrar mais de sua essência como rapper. “Dessa vez, poderão esperar mais de mim, mais das minhas músicas e da minha energia individual”, afirmou.

Sobre o novo álbum: superação e motivação

O rapper comentou sobre o álbum Purpose, lançado em novembro de 2024, revelando que o projeto o desafiou artisticamente. Além de, na época, ter tido dificuldades como a perda de voz. Conhecido por transmitir mensagens positivas, ele se aventurou por composições mais lentas e sentimentais. “Foi uma forma de mostrar lados mais obscuros da minha vida, e isso me ajudou a crescer como artista”, compartilhou.

Já seu próximo lançamento promete uma sonoridade mais leve e animada, com o objetivo de trazer conforto a quem enfrenta momentos difíceis. “Quero que as pessoas encontrem uma nova motivação através das minhas músicas”, declarou. Touch revelou que a produção de seu novo álbum precisou ser adiada por motivos de saúde, mas ele já voltou a trabalhar nele e será lançado em breve.

Ao relembrar os momentos mais difíceis da carreira, o rapper revelou que enfrentou dificuldades financeiras. “Sempre fui muito negativo, e perceber isso foi o que me fez crescer como artista”, disse ele, no sentido de ter passado a acreditar em si mesmo e não duvidar mais do seu talento e capacidade.

Ele também mencionou a ausência de apoio no início da trajetória, inclusive por parte de familiares, amigos e professores. Ainda assim, o desejo de se esforçar e entregar seu melhor trabalho o impulsionou a seguir em frente.

Conexão com o Brasil

O carinho pelo público brasileiro é um dos pontos que mais emocionam o artista. “Mesmo o Brasil sendo tão longe da Coreia, me sinto muito amado aqui. É um país que eu penso muito, o que me faz ver as possibilidades que a música pode alcançar”, comentou. Ele deseja mais do que apenas visitar pontos turísticos: quer conhecer a rotina das pessoas, entender como vivem e fazer amizades.

Sobre a expectativa para o show na Ay-Yo, ele declarou com empolgação: “Estou pronto para sentir a energia dos fãs brasileiros e espero que eles também estejam prontos. Quero que a nossa energia seja uma só.”

Estilo e influências

Apesar de não pensar em colaborações no momento, o artista revelou sua admiração pela música brasileira, especialmente pela bossa nova e o samba, além de revelar já ter ouvido o álbum do Matuê. “Quero estudar mais esses gêneros. Fazer música agora seria um pouco de desrespeito com os artistas daqui, quero me aprofundar antes”, explicou.

Quem é Touch the Sky?
Foto: reprodução/Instagram @iamtouchthesky

Questionado sobre como definiria sua arte para quem ainda não o conhece, ele respondeu: “Sou um artista melódico, que escreve sobre sentimentos verdadeiros para pessoas buscando motivação ou conforto vindo de alguém que as entende.”

Sobre o nome artístico, explicou ter sido uma escolha inicial da empresa, mas, com o tempo, passou a se identificar com o significado. “Com essa energia, sinto que posso tocar o céu.”

Saúde mental e mensagem ao público

Touch the Sky ainda comentou sobre a importância de cuidar da saúde mental, dizendo que busca focar na música e nos processos criativos para evitar pressões excessivas. Por fim, ao descrever os fãs brasileiros em duas palavras, foi direto: “paixão e liberdade.”

Os ingressos para a balada K-hip hop e K-R&B estão disponíveis no site da Ay-Yo.

E aí, ansiosos para acompanhar o Touch no Brasil? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Meu Querido Hongrang: Lee Jae-wook e Cho Bo-ah estreiam novo K-drama de época

Texto revisado por Larissa Suellen

 

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Entretenimento Séries

Entrevista | Rodrigo Tardelli fala sobre sucesso de Estranho Jeito de Amar e os bastidores da produção

Com mais de 10 milhões de acessos e 11 indicações internacionais, Rodrigo Tardelli celebra o sucesso de Estranho Jeito de Amar, série em que assumiu sua voz criativa e transformou uma narrativa delicada em um marco do audiovisual independente

Rodrigo Tardelli é um nome conhecido quando o assunto é: webséries nacionais independentes com temática LGBTQIAP+. Após integrar elencos fortes e de sucesso, agora ele dá vida ao intenso personagem Gael, na série Estranho Jeito de Amar, produção independente disponibilizada gratuitamente no YouTube e que aborda temas como dependência emocional e relacionamento abusivo na realidade de um casal gay. A série já ultrapassou a marca de 10 milhões de acessos e soma 11 indicações em diferentes festivais internacionais. 

A série também representa um marco na carreira de Rodrigo Tardelli, que assumiu o controle criativo do projeto, imprimindo sua visão artística com liberdade e coragem. Ao optar por uma produção independente, ele não apenas deu voz a uma narrativa urgente e sensível, mas também consolidou seu nome como criador, roteirista e ator de projetos autorais. 

Estranho Jeito de Amar conta com duas temporadas e aborda o abuso emocional de maneira intensa e sensível, jogando luz sobre um tipo de violência que, muitas vezes, passa despercebido, apesar de devastador. A trama acompanha a intensa e conturbada relação entre Gael (Rodrigo Tardelli) e Noah (Allan Ralph), um modelo paulista que conhece Gael durante uma pool party no Rio de Janeiro. Convidado a morar com ele, Noah se vê envolvido em uma relação marcada por controle e dependência emocional. 

Na recente fase estreada no YouTube, o modelo tenta se libertar, mas Gael não aceita o fim e faz de tudo para reconquistá-lo, desencadeando novos conflitos e reviravoltas emocionantes.

As duas temporadas foram um grande sucesso e alcançaram público em todo o território nacional e em diferentes países como México, Argentina, Índia e muito mais. 

Além de atuar no projeto, a idealização da série também partiu do ator. Ele se dedicou profundamente à construção do tema central e personagens. Consciente da responsabilidade de tratar um assunto tão delicado, mergulhou em pesquisas, ouviu relatos reais e procurou entender os silêncios e traumas que cercam esse tipo de relação. Interpretar Gael foi também um convite à sensibilidade — e à coragem de expor o que tantas vezes permanece escondido.

Gael é um personagem denso, que oscila entre gestos de carinho e atitudes de controle, um homem que confunde amor com posse e afeto com manipulação. Mas para saber mais detalhes da série, desafios da produção independente, preparação do Gael, indicações e demais detalhes, confira uma entrevista exclusiva com o ator. Leia agora: 

Entretetizei: Estranho Jeito de Amar marcou não apenas um sucesso estrondoso na sua trajetória, mas também um momento de virada, onde você assume ainda mais autonomia criativa, produzindo seus próprios projetos e sem estar vinculado fixamente a uma produtora. Como tem sido viver essa fase mais independente da sua carreira? Quais os desafios e conquistas que vêm junto com isso?

Rodrigo: Essa fase tem sido libertadora e desafiadora ao mesmo tempo. Pela primeira vez, me senti dono da minha própria voz criativa, podendo contar histórias da forma como eu realmente acredito, com liberdade estética e narrativa.

Mas isso também significa assumir todos os riscos: financeiros, emocionais e até de exposição. Cada conquista vem com muito suor nos bastidores, mas o retorno do público, as mensagens que recebo, os números que a série alcança… tudo isso mostra que vale a pena. É exaustivo, mas extremamente gratificante.

Rodrigo Tardelli posa de camiseta branca e jaqueta preta
Foto: divulgação/Júlio Andrade

E: Qual foi o maior desafio em transformar um tema tão delicado como o abuso emocional em uma narrativa audiovisual?

R: O maior desafio foi a responsabilidade. A gente sabia que estava falando de algo que dói, que é real, que muita gente vive em silêncio. Então o cuidado era diário, tanto no roteiro quanto nas atuações, para não romantizar, não suavizar, mas também não cair no sensacionalismo. A intenção sempre foi provocar reflexão. Mostrar como o abuso emocional pode ser sutil, envolvente, e como ele corrói a identidade de alguém aos poucos.

E: Você imaginava, no início, que a série teria tamanha repercussão e alcançaria mais de 10 milhões de acessos?

R: Nunca imaginei que iria tão longe. A gente começou a série com o coração na mão, com uma equipe reduzida e recursos bem limitados. O foco era contar uma história honesta. Quando os números começaram a crescer, eu fiquei em choque. Hoje, ver mais de 10 milhões de acessos e tantos comentários emocionados é surreal. Me lembra que o público está sedento por histórias reais e representativas.

E: Como você lidou com o peso emocional de interpretar alguém que comete abusos, sem cair na caricatura ou julgamento?

R: Foi um dos papeis mais difíceis da minha vida. Gael é denso, manipulador, mas humano. Eu precisei entender a dor dele, sua necessidade de controle, seu vazio. Não para justificar, mas para dar verdade ao personagem. O mais difícil foi não julgar. Eu queria que o público julgasse, não o ator. Muitas vezes eu saía das cenas exausto, me questionando sobre limites, sobre o impacto daquilo em mim e nos outros. Mas foi um processo transformador.

E: Você recebeu relatos de pessoas que reconheceram vivências abusivas após assistirem à série. Qual foi a mensagem mais marcante que chegou até você?

R: Recebi muitas mensagens emocionantes, mas me marcam as pessoas que dizem que muitas vezes não conseguem continuar algumas cenas ou episódios porque acabam vendo no Gael na tela, alguém do passado que machucou muito, uma situação, uma fala parecida… Aquilo me desmontou. É por isso que eu faço o que faço, para atravessar as pessoas. 

Rodrigo Tardelli posando em estúdio
Foto: divulgação/Julio Andrade

E: Como foi viabilizar uma produção independente com poucos recursos, mas com tanta qualidade artística e técnica?

R: Foi um verdadeiro milagre coletivo. A gente teve que ser criativo em tudo: locações, iluminação, cronograma. Muita coisa foi feita na base da amizade, do afeto e da garra. Eu tenho um time talentoso e comprometido, que vestiu a camisa do projeto mesmo sem garantias. Cada detalhe foi pensado com muito cuidado, porque sabíamos que, mesmo sendo independente, o público merecia qualidade.

E: O que representa para você as indicações da série em festivais internacionais?

R: É um reconhecimento que aquece o coração. Significa que, mesmo com todas as dificuldades, conseguimos tocar pessoas além das fronteiras. Que uma história LGBT brasileira, feita de forma independente, pode sim ser celebrada no mundo todo. Me sinto muito orgulhoso da nossa trajetória e de estar colocando o Brasil no mapa das narrativas queer com verdade.

E: Você pretende continuar abordando temas delicados em futuros projetos? Há algo novo que já pode nos contar?

R: Com certeza. Eu acredito que o audiovisual tem o poder de provocar mudanças, seja emocionando, incomodando ou gerando empatia. Já estamos desenvolvendo novos projetos que continuam nesse caminho: trazendo temas complexos, com representatividade e profundidade. Ainda não posso revelar muito, mas vem coisa forte por aí. E mais uma vez… Feita com o coração na frente de tudo.

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Texto revisado por Karollyne de Lima

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