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O Diabo Veste Prada 2 ganha primeiro teaser

Para anunciar início da produção, a 20th Century Studios divulgou o primeiro teaser do longa em sua conta oficial

 

“Eu amo meu trabalho, eu amo meu trabalho”. Calma! Você não precisa detestar essa segunda-feira, afinal, a semana começou com notícia boa para os fãs de O Diabo Veste Prada (2006), a sequência finalmente entrou em produção. 

Para comemorar esse anúncio, os fãs ganharam um teaser que você confere aqui: 

As estrelas do primeiro filme Meryl Streep (Não Olhe Para Cima, 2021), Anne Hathaway (Uma Ideia de Você, 2024) e Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, 2018) retornam para a sequência, que também ganha uma nova adição ao elenco com Kenneth Branagh (Morte no Nilo, 2022) interpretando o marido de Miranda Priestly (personagem de Meryl Streep).

O primeiro filme, que foi lançado 19 anos atrás (a geração 30+ chora), conta a história de Andrea, personagem interpretada por Anne Hathaway. Uma jornalista recém-formada que consegue uma vaga de emprego como assistente da editora de uma das mais importantes revistas de moda, mas logo percebe que o trabalho dos sonhos vai exigir bem mais do que ela esperava. 

Cheio de figurinos incríveis e cenas que, apesar do trabalho exigente e estressante, fizeram milhares de adolescentes sonharem em ter a vida de uma jornalista trabalhando em uma revista de moda em Nova Iorque, o filme de 2006 rendeu uma bilheteria de US$ 326 milhões. Podemos esperar mais um grande sucesso? 

Será que a Emily finalmente vai para Paris? Conta pra gente a sua opinião e nos siga nas redes sociais do EntretetizeiFacebook, Instagram e X para não perder as atualizações sobre o mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Série Dias Perfeitos, baseada em livro de Raphael Montes, estreia em agosto

Adaptação do best-seller ganha data de lançamento e promete prender o público com suspense e reviravoltas

Após os sucessos de Bom Dia, Verônica (2020-2024), Uma Família Feliz (2024) e a novela Beleza Fatal (2025), Raphael Montes ganha as telas novamente com a adaptação de mais uma de suas obras: Dias Perfeitos, que ganhou data de estreia durante o painel Sessão Especial Globoplay, realizado na Bienal do Livro do Rio 2025. A adaptação tem direção geral de Joana Jabace, com adaptação assinada por Claudia Jouvin.

Qual é a história de Dias Perfeitos?

Baseada no livro homônimo do autor carioca, Dias Perfeitos narra a história de Téo (Jaffar Bambirra), um solitário estudante de medicina, que conhece e se torna obcecado pela aspirante a roteirista Clarice (Julia Dalavia) e, insistentemente, corre atrás da garota.

Diante das inúmeras negativas, ele a sequestra e a leva em uma viagem de carro pelo Rio de Janeiro, obrigando-a a escrever o roteiro de seus sonhos enquanto luta contra o desespero da situação perturbadora em que foi colocada.

Painel Sessão Especial Globoplay

Durante o anúncio da estreia, os criadores e protagonistas comentaram sobre o processo de adaptação da obra literária para as telas. Claudia Jouvin destacou a fidelidade ao universo do autor e revelou que pensou a série especialmente para os leitores de Montes.

Mapeei as grandes cenas e construí em cima delas. É como uma faixa extra de um disco”, explicou. A roteirista também mencionou a inserção de easter eggs com nomes de personagens de outros livros do autor.

Imagem: reprodução/Companhia das Letras

Raphael Montes elogiou a adaptação e a expansão de sua obra. “A série mantém a essência do livro, mas oferece uma nova experiência. Gosto muito de como os personagens secundários foram aprofundados”, afirmou.

Joana Jabace destacou a linguagem visual adotada: “Optamos por uma trilha, cinematografia e imagem mais pop e jovem. O último episódio funciona como uma faixa bônus do livro”.

O elenco conta ainda com Débora Bloch e Fabíula Nascimento, que interpretam as mães de Téo e Clarice, além de nomes como Elzio Vieira, Juliana Gerais, Lee Taylor, entre outros. A produção é da Anonymous Content BR.

Quando estreia Dias Perfeitos?

Dias Perfeitos, que irá ganhar uma trama inédita pós-livro em seu último episódio, estreia em 14 de agosto no Globoplay.

 

E aí, ansioso para essa estreia? Conte para a gente! E sigam o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento. 

 

Leia também: Imagine Dragons anuncia 3 shows no Brasil em outubro

 

Texto revisado por Bells Pontes

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Cultura Cultura asiática Música Notícias

Suga, do BTS, ajuda a criar centro de tratamento para crianças autistas

Em parceria com hospital coreano, Suga desenvolveu um programa de tratamento que usa a música para ajudar crianças a se comunicarem

No começo desta semana, o hospital sul-coreano Severance anunciou uma parceria com Suga, do grupo BTS, na criação de um centro de tratamento voltado para crianças e adolescentes diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Batizado com o nome real do artista, o Centro de Tratamento Min Yoongi foi inaugurado na segunda (23), em Seul, e foi financiado com os ₩5 bilhões (cerca de R$20 milhões) doados por Suga ao sistema de saúde Yonsei, que gerencia o hospital. A cerimônia marcou a primeira aparição do músico desde que foi oficialmente dispensado do serviço militar no domingo (21).

Suga participando do evento de inauguração do Centro de Tratamento Min Yoongi
Foto: reprodução/Yonsei Severance Hospital
O início do projeto

Em novembro de 2024, ainda enquanto prestava o serviço social obrigatório (alternativa aos homens sul-coreanos que, por motivos de saúde, não podem se alistar no exército), Suga entrou em contato com a professora Cheon Keun-ah, autoridade na área de psiquiatria infantil do hospital Severance.

O encontro, segundo a professora, foi motivado por uma vontade clara: sabendo que a principal causa de morte entre adolescentes sul-coreanos é o suicídio, Suga teria buscado a professora Cheon para saber o que poderia fazer para contribuir com uma solução.

Além disso, o músico também disse ter um amigo de infância com deficiência cognitiva e que, a partir desse contato, entendeu a necessidade de atenção e suporte social para questões de saúde mental na Coreia do Sul.

Em um vídeo disponibilizado no YouTube do hospital Severance, a professora Cheon conta que ficou surpresa por Suga ter lido suas pesquisas sobre TEA e com o quanto ele já conhecia sobre o funcionamento do cérebro e sobre saúde mental. O interesse e a dedicação do cantor foi o que levou os dois a começarem a criar o programa MIND.

Professora Cheon falando sobre o Suga
Foto: reprodução/Youtube/Yonsei Severance Hospital
Como funciona o programa?

Desenvolvido ao longo de sete meses, o programa MIND (Música, Interação, Network e Diversidade) pretende ajudar crianças e adolescentes autistas a se tornarem independentes socialmente e a desenvolverem habilidades de comunicação através da música. Além disso, busca incentivar pesquisas e romper com estigmas e preconceitos sobre o TEA; ainda muito presentes na sociedade sul-coreana.

Após longo período de estudos preliminares, os testes do programa começaram em março deste ano e foram realizadas 10 sessões de cerca de 90 minutos cada aos finais de semana. Segundo Cheon, Suga participou de todas as sessões como terapeuta assistente voluntário (por estar prestando o serviço social em vez de militar, Suga tinha seus finais de semana livre).

Suga com as crianças participantes no centro de tratamento
Foto: reprodução/Youtube/Yonsei Severance Hospital

Durante o programa, as crianças escolhiam dentre uma variedade de instrumentos para aprender e para tocar em grupo. Suga deixava que elas conduzissem as sessões, se adequando ao nível delas e incentivando as crianças a se expressar através dos ritmos e das melodias que criavam.

A professora Cheon contou sobre uma sessão em particular na qual, enquanto as participantes escreviam cartas, Suga tocava violão de acordo com o ritmo da fala das crianças, acelerando ou desacelerando, para que elas pudessem “experienciar língua e música se misturando”.

Suga e Professora Cheon no centro de tratamento
Foto: reprodução/Youtube/Yonsei Severance Hospital
Resultados do programa

Essas sessões piloto já trouxeram resultados promissores. Crianças que demonstravam limitações na comunicação começaram a se expressar através da música e da composição de letras.

A professora ressaltou a importância desses resultados e revelou o interesse do hospital Severance em ampliar o programa para desenvolver mais projetos de terapia com música.

Ao longo dos últimos sete meses de trabalho voluntário e preparação deste programa com a professora Cheon, eu percebi como a música pode ser uma ferramenta poderosa para expressar sentimentos e se conectar com o mundo” disse Suga. “Participar da jornada dessas crianças foi uma grande honra e continuarei a fazer a minha parte para que mais crianças possam ser incluídas na nossa sociedade.

O exemplo do artista já está sendo bastante significativo. No dia seguinte ao anúncio da parceria, o centro de tratamento já havia recebido mais de ₩200 milhões (cerca de R$820 mil) em doações de fãs. 

Suga tocando instrumentos com as crianças do centro de tratamento
Foto: reprodução/Youtube/Yonsei Severance Hospital
Suga e o histórico de preocupação com saúde mental

Ainda que a notícia seja motivo de orgulho, ela não foi recebida com surpresa pelo ARMY (fandom do BTS), que vê o artista centralizar questões de saúde mental desde o começo de sua carreira.

Durante a pandemia, em 2020, Suga criou o Suga Honey FM 06.13, um programa de rádio em que ele respondia a perguntas, ouvia desabafos e dava conselhos aos fãs. Em um dos episódios, Suga revelou que estava estudando psicologia e filosofia, e que tinha interesse em se licenciar como psicólogo. “Quando conheço pessoas como eu, tem coisas que quero falar para elas. Penso muito sobre isso. Quando as vejo, quero poder ajudá-las.

Além disso, em uma entrevista para a Entertainment Weekly, Suga falou sobre a importância de celebridades usarem sua influência para desmistificar discussões sobre depressão, por exemplo, ajudando a tornar transtornos mentais “cada vez mais aceitos”, sobretudo na sociedade sul-coreana, que ainda enxerga esses temas com muito estigma. 

A música como terapia

Nesse sentido, Suga ajudar a criar um programa de tratamento que incentiva o desenvolvimento da comunicação através da música parece uma consequência natural da própria história do artista e do papel que a música teve no seu amadurecimento.

Em 2016, Suga lançou sua primeira mixtape solo, chamada Agust D. O projeto soa como um diário, escrito com uma honestidade e um ressentimento quase sufocantes.

Particularmente, na música The Last, Suga revela sofrer com depressão, comportamento compulsivo, fobia social e já ter tentado suicídio quando mais jovem.

Nos seus projetos solo subsequentes, D-2 (2020) e D-Day (2023), o rapper retomou esses temas sob diferentes perspectivas, já em outro lugar emocionalmente.

“Minha música antes era cheia de raiva e confrontações, mas agora ela parece mais suave”, explicou o rapper em uma conversa com a cantora IU, em 2023. “Hoje, eu estou em paz e bastante estável mentalmente.”

Apesar de ainda tematizar alguns dos traumas que conduziram o primeiro álbum, em D-Day Suga olha para o passado com muito mais leveza. Em seu documentário SUGA: Road to D-Day (2023), ele explicou que a proposta do álbum era justamente “se libertar de pensamentos negativos”.

Na faixa AMYGDALA, por exemplo, Suga usa a imagem da amígdala, parte do cérebro responsável pelo processamento de emoções como o medo, a raiva e a ansiedade. Essa estrutura armazena memórias ruins, para que possamos aprender com traumas e conseguir responder a situações semelhantes no futuro.

A música é uma “jornada por memórias”, em que Suga pede à sua amígdala para que o ajude a processá-las. Em vez de expressar raiva e ressentimento, que predominavam em Agust D, AMYGDALA retoma o passado de forma terapêutica, mesmo que ainda seja dolorido.

“Tenho mudanças de humor enormes quando estou trabalhando nessa música. Para compô-la, preciso reviver algumas lembranças desagradáveis.” Explicou o rapper em seu documentário. “Mas é um processo muito importante, faz parte do tratamento para trazer de volta as lembranças ruins do passado e aprender a controlá-las.”

Se em AMYGDALA Suga resgata seu passado para fazer as pazes com ele, em Snooze (feat. Ryuichi Sakamoto, WOOSUNG of The Rose), nona faixa de D-Day, o artista finalmente se torna alguém que pode ajudar pessoas como ele. 

Em Snooze, ele pede a todas as pessoas que têm sonhos para não terem medo e não sofrerem como ele sofreu, pois tudo ficará bem. “Quando tudo passar, se tornará uma memória e um aprendizado”, ele canta. “Estarei torcendo por você, quando e onde quer que estejam.”

Centro de Tratamento Min Yoongi

Suga compôs uma trilogia do seu amadurecimento através da música, começando de um lugar de profunda mágoa, raiva e solidão em Agust D; se tornando alguém mais compreensivo consigo mesmo quatro anos depois, mas ainda guardando muita dor e arrependimentos em D-2; até finalmente olhar no espelho e não enxergar dor em D-Day.

“Eu condenso milhões de pensamentos e os transformo em letras de música”, explicou Suga em seu documentário.

De certa forma, Agust D nos mostra que, por trás do idol, Suga já foi como muitas dessas crianças e adolescentes que hoje busca ajudar.

Em AMYGDALA, Suga diz que “Os desafios sem fim falharam em me matar, e de novo eu floresço como uma flor de lotus.”

O Centro de Tratamento Min Yoongi é consequência da história do artista que quer evitar que outras crianças sofram com dores parecidas com as suas, para que também tenham a chance de florescer.

Para isso, ele articula a ferramenta que melhor conhece: a música.

Suga durante a D-Day Tour
Foto: reprodução/Weverse

 

Você já conhecia esse histórico do cantor? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e conta para a gente!

 

Leia também: Saúde mental no entretenimento asiático: por que precisamos falar sobre esse tabu?

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BTS: tudo o que você precisa saber antes do comeback mais aguardado do K-pop

 

Texto revisado por Karollyne de Lima

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Cultura asiática Entretenimento

Especial | Pucca: a personagem asiática que marcou uma geração nos anos 2000

Criada por um estúdio sul-coreano, a menina de coques vermelhos virou um fenômeno global

Você sabia que a Coreia do Sul fez parte da sua infância? Talvez, sem perceber, você foi impactado por uma das personagens mais icônicas da cultura pop dos anos 2000: Pucca.

Com seus coques vermelhos, olhar apaixonado e silêncios expressivos, Pucca (뿌까) marcou uma geração. Criada em 2000 pelo estúdio sul-coreano Vooz Character System e lançada oficialmente em 2001, a personagem surgiu como estrela de uma série animada online em Flash. O sucesso foi tanto que logo se transformou em uma marca global, ganhando fãs de todas as idades ao redor do mundo.

No Brasil, a animação estreou na televisão aberta em 2010, durante o programa TV Globinho da Rede Globo. A exibição marcou o início da febre Pucca por aqui, com a personagem conquistando o público infanto-juvenil e se tornando presença constante em cadernos, roupas, acessórios e redes sociais.

Uma personagem ousada e feita para jovens adultos

Apesar de ter conquistado um público majoritariamente infantil, Pucca não foi criada somente para crianças. Em entrevista ao The Korea Times, o criador da personagem, Kim Boo-kyoung, explicou: “Ao contrário dos personagens da Sanrio ou da Disney, Pucca não é a Cinderela, ela é diferente, selvagem e gosta de expressar sua afeição pelo namorado. Ela lidera seu homem e até o domina.”

A personalidade ousada e o estilo irreverente explicam por que Pucca continua sendo uma personagem lendária que ainda atrai jovens adultos. Kim revelou que seu objetivo era atingir, sobretudo,mulheres adolescentes e na faixa dos 20 anos, o que justificaria o humor romântico, o tom exagerado e o apelo estético da animação.

Uma identidade asiática
Foto: reprodução/pucca_world

Ainda segundo Kim, a personagem nunca foi promovida oficialmente como coreana: “Ela é claramente asiática e muitas vezes confundida com chinesa, mas nunca especificamos sua nacionalidade.”

Mesmo assim, Pucca é uma criação sul-coreana, idealizada por um artista coreano e desenvolvida por um estúdio de Seul. Dentro do universo fictício, sua nacionalidade nunca foi declarada, o que permitiu que o visual com influências chinesas, japonesas e coreanas ampliasse seu apelo internacional.

Elementos como o hangeul (alfabeto coreano) aparecem em muitos produtos licenciados, mas, segundo o criador, isso faz parte apenas do design, e não da identidade oficial da personagem.

Estilo visual que foge do comum
Foto: reprodução/pucca_world

Outro diferencial marcante da Pucca está no seu visual ousado, com predominância das cores vermelho e preto, combinação rara em personagens infantis. As formas arredondadas, o rosto expressivo e o estilo chibi dos anos 2000 foram fundamentais para o apelo visual que cativou fãs ao redor do mundo.

Com o tempo, o traço da personagem foi sendo atualizado. Em versões mais recentes, o design ficou mais limpo e angular, mas muitos fãs ainda preferem a estética original, que é considerada mais viva, caricata e charmosa.

Por que Pucca conquistou tanta gente?

A série se destaca por unir comédia, cenas de ação e um toque de romance, agradando desde crianças até jovens adultos. Essa mistura versátil ajudou Pucca a ultrapassar barreiras culturais e a se tornar um sucesso internacional.

Personagens carismáticos
Foto: reprodução/pucca_world

Pucca é doce, determinada e persistente, enquanto Garu, o ninja silencioso, vive tentando escapar das investidas dela. A dinâmica entre os dois cria um contraste divertido que prende o público.

Além do casal principal, o universo da série conta com:

Abyo: melhor amigo de Garu e fã de artes marciais, inspirado em Bruce Lee.

Ching: melhor amiga de Pucca, meiga e inteligente, acompanhada de uma galinha flutuante chamada Won.

Tobe: vilão atrapalhado que vive tentando derrotar Garu.

Master Soo: sábio e pacífico mestre da vila Sooga, onde todos vivem.

Uma vila cheia de personalidade
Foto: reprodução/pucca_world

A história se passa na Vila Sooga, um vilarejo fictício com forte inspiração na cultura asiática tradicional. Pucca mora com seus tios, donos de um restaurante famoso por seus noodles, onde ela também trabalha. Cada morador da vila tem seu papel cômico e contribui para a atmosfera caótica e divertida dos episódios.

O silêncio como linguagem universal

Um dos elementos mais criativos da animação é a ausência total de falas. Pucca e Garu não dizem uma palavra sequer durante os episódios: tudo é comunicado por expressões exageradas, gestos teatrais, efeitos sonoros engraçados e trilhas sonoras marcantes.

Esse estilo visual puro transforma cada episódio em uma experiência universal, que pode ser entendida e apreciada por qualquer pessoa, em qualquer idioma.

Sucesso além da TV

A fama de Pucca ultrapassou as telas. Nos anos 2000, ela estampava mochilas, roupas, estojos, brinquedos e cadernos escolares.

Mesmo mais de 20 anos após sua criação, Pucca ainda desperta carinho e nostalgia, seja entre os fãs da era TV Globinho ou entre novos públicos que a descobriram nas redes sociais e nas releituras modernas da cultura pop asiática.

Pucca Hair, o estilo da personagem que virou tendência e segue em alta
Foto: reprodução/pucca_world

Nos últimos anos, a estética da Pucca foi reinventada no mundo real: os penteados com double buns, apelidados de Pucca hair, viraram febre entre idols coreanas. Artistas como Irene (Red Velvet), Lia (ITZY), Lisa (BLACKPINK), Momo (TWICE) e IU estão entre as celebridades que adotaram o visual entre 2018 e 2019, levando o charme da personagem às passarelas da música.

E o penteado continua em alta: mesmo em 2025, idols como Pharita (BABYMONSTER) e Rei (IVE) seguem apostando no estilo, mantendo viva a influência visual da Pucca no k-pop atual.

Foto: reprodução/X @YGBABYMONSTER_

E aí, lembra da Pucca? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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