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Conheça os elementos que tornam Gachiakuta um anime imperdível

Com episódios lançados semanalmente, veja os destaques que tornam este shonen único e cheio de ação

Uma jornada por vingança, com muito lixo e… grafite? Uma mistura inusitada, mas que parece ser a receita para o sucesso de Gachiakuta, novo anime que chegou para deixar sua marca entre os títulos de ação lançados nesta temporada.  

A série, produzida pelo estúdio BONES, é uma adaptação da obra da mangaká Kei Urana, que combina o melhor do shonen clássico com uma estética rebelde inspirada em grafite, além de um protagonista que luta para se vingar de um mundo que o descartou.

Com um enredo de tirar o fôlego, recheado de ação e personagens cativantes, o anime entrega uma estética muito original e traz uma animação que faz jus às expectativas criadas pelos fãs. E, se isso ainda não te convenceu a assistir, conheça alguns elementos que explicam por que Gachiakuta merece um lugar na sua lista.

Foto: divulgação/Crunchyroll
Um protagonista em busca de redenção

A história gira em torno de Rudo, um jovem acusado injustamente de assassinato e condenado a ser lançado no “Poço” um abismo para onde são enviados os criminosos mais desprezados. Entretanto, no exílio, ele encontra uma nova chance de desafiar o sistema, descobrir seu verdadeiro propósito e confrontar os segredos que o cercam.

Shonen com todas as letras

Gachiakuta não se limita a seguir as regras do shonen: a obra eleva o gênero a um novo patamar, com combates intensos, evolução constante do herói, aliados que se tornam família e inimigos com motivações profundas. Tudo isso ambientado em um universo original que mistura ação, emoção e crítica social.

Personagens carismáticos e estética fora do comum

Desde os Zeladores, que enfrentam criaturas assustadoras com armas recicladas, até as cidades daquele mundo de lixo, cada detalhe é cuidadosamente criado para romper padrões. Seja pelo estilo com fortes referências à arte do grafite, pelo design dos poderes ou pelas personalidades dos personagens, o visual é tão único que vai ficar na sua memória desde o primeiro episódio!

Técnicas de batalha com elementos inesperados

Aqui, o lixo tem poder (e não é o de causar danos ao meio ambiente). As armas e técnicas usadas pelos personagens são baseadas em objetos reciclados: de engrenagens enferrujadas a itens comuns transformados em ferramentas letais. Essa abordagem criativa transforma cada luta em um espetáculo imprevisível e visualmente deslumbrante.

Trilha sonora que acompanha cada golpe

Com batidas urbanas que refletem o caos do ambiente e composições melódicas que pontuam os momentos mais íntimos, a trilha sonora de Gachiakuta intensifica cada emoção e transforma a série em uma experiência sensorial completa.

Monstros e inimigos que fogem do clichê

No submundo de Gachiakuta, os inimigos não são apenas poderosos: são simbólicos. Seus designs grotescos, deformados e muitas vezes trágicos desafiam a estética tradicional dos antagonistas em anime, adicionando uma nova camada de profundidade a eles.

Convencido? Os episódios de Gachiakuta estão disponíveis na Crunchyroll. Vale a pena mergulhar nessa história de redenção, fúria e esperança, onde até mesmo o que foi descartado pode emergir, literalmente, do fundo do poço.

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Leia também: Segunda temporada de My Hero Academy é confirmada para 2026 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

 

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Teatro

Monólogo Fênix, de André D’Lucca, apresenta temas de quase morte e letramento racial em SP

Ator cuiabano narra sua própria história de superação da depressão e  milagre em cena emocionante dirigida por Sergio Pardal

Prepare-se para uma experiência teatral que vai tocar fundo! O ator cuiabano André D’Lucca está em São Paulo com a peça Fênix, um monólogo inspirador que conta sua própria história de superação. É uma jornada emocionante sobre quase morte, depressão e, sim, muito letramento racial.

Foto: reprodução/instagram/@atorandredlucca
Uma história de quase morte e um milagre

Imagine estar à beira da morte, com apenas 1% de chance de sobreviver. Foi exatamente isso que aconteceu com André D’Lucca às vésperas de seu aniversário de 43 anos. Com falência múltipla dos órgãos, os médicos chegaram a se preparar para o pior. Mas a vida, ou melhor, um milagre, tinha outros planos.

Após quatro dias em coma, André despertou. E o mais incrível: centenas de pessoas se reuniram em frente ao hospital de Cuiabá para rezar, cantar e espalhar energia positiva. Fãs e alunos, alguns até “disfarçados” de médicos, furaram a segurança do hospital para mostrar seu carinho. Foi nesse momento que seus órgãos voltaram a funcionar. Três meses depois, sem precisar de hemodiálise, transplante ou funeral, André estava de pé novamente.

A fênix pantaneira e a luta contra a depressão

Assim como a fênix, a ave que renasce das cinzas, André D’Lucca ressurge mais forte do que nunca. O monólogo não só revisita essa incrível volta por cima, mas também mergulha em sua trajetória desde o nascimento e os dez anos de depressão que quase o levaram à morte. A peça destaca a importância da união, do apoio da comunidade e da ajuda profissional para vencer a depressão.

E tem mais: Fênix também aborda o letramento racial, um tema que o ator levanta com muita força em suas redes sociais.

Saúde mental em foco

A peça dialoga sobre um assunto superimportante: a saúde mental e a prevenção do suicídio. Você sabia que, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), um suicídio acontece a cada 40 segundos no mundo? E no Brasil, uma pessoa tira a própria vida a cada 46 minutos. A depressão é a principal causa ligada a esses casos, e 90% dos suicídios são preveníveis, de acordo com a OMS.

Quem é André D’Lucca?
Foto: reprodução/instagram/@atorandredlucca

André D’Lucca é um artista com 35 anos de estrada. Além de ator, ele é dramaturgo, artista visual, figurinista, cenógrafo, professor e diretor de teatro e cinema. Já participou de filmes, novelas, séries e muitos comerciais. Ele também fundou sua própria escola de teatro em Cuiabá, formando centenas de atores. Hoje, André é uma voz importante no letramento racial, com mais de 633 mil seguidores no Instagram (@atorandredlucca).

A direção é de Sergio Pardal, um profissional com vasta experiência no teatro e audiovisual, que já trabalhou com o renomado teatro da Vertigem e em produções para Netflix, HBO MAX e Globoplay.

Não perca!

Fênix é mais do que uma peça: é um convite para pensar sobre a vida, a morte, a esperança e a incrível capacidade do ser humano de se reinventar.

Quando?

  • Dias 17, 18 e 19 de julho às 20h
  • Dia 20 de julho às 19h

Onde?

  • Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação), São Paulo.

Ingressos: Garanta seu lugar e prepare-se para se emocionar! Os ingressos estão à venda em Sympla.

E aí, ficou com vontade de assistir a peça? Conta para a gente e siga o Entretetizei nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

Leia também: Djavan – O Musical: Vidas pra Contar celebra vida e obra do artista alagoano

Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

 

 

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Cultura Cultura pop Música

Miley Cyrus lança Walk of Fame com clipe memorável na Calçada da Fama

Em parceria com Brittany Howard, a cantora aposta em uma estética nostálgica para celebrar a sua nova fase com faixa da era Something Beautiful 

 

Miley Cyrus lançou um novo videoclipe nesta última semana, que faz parte do álbum e filme Something Beautiful. Nele, a cantora aparece desfilando de madrugada na Calçada da Fama, em Los Angeles. 

Vale lembrar que a artista vai ganhar sua própria estrela na calçada mais famosa da cidade. O anúncio foi feito pela Câmara de Comércio de Hollywood no início do mês, que revelou mais de 30 artistas que receberão as estrelas em breve. 

Nas redes sociais, Miley comentou sobre a conquista e disse que fazia caminhadas noturnas com o pai e que estar naquela avenida lendária parecia um sonho.

Todo o longa é inspirado no clássico The Wall, de Pink Floyd, e tem sido aclamado pelos fãs do gênero. Isso fica claro quando assistimos ao clipe, que se passa inteiramente na Calçada da Fama, com danças e poses da pop star.

Confira o clipe aqui:

Mas o vídeo é só um aperitivo para o lançamento do filme Something Beautiful, que aborda temas como cura, caos e a busca por beleza. A produção será lançada no  Disney+ no dia 30 de julho.

Além disso, também haverá sessões especiais em alguns cinemas de São Paulo, como Belas Artes, Jardim VIP, Cinemark Eldorado, Cinemark Metrô Tatuapé, Cinemark Móoca, Cinemark Paulista, Shopping Iguatemi SP e outros.

O filme tem 55 minutos de duração e foi codirigido pela artista, em parceria com Jacob Bixenman e Brendan Walter. 

O álbum já está disponível desde maio, com 12 faixas, além de Walk of Fame.

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Leia também: Something Beautiful, novo álbum visual de Miley Cyrus, chega em breve no streaming

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Cultura turca Entretenimento Notícias

Da Turquia para o Globoplay: novela exclusiva Ramo: Entre o Amor e o Poder estreia na plataforma

Drama, ação e romance se entrelaçam em uma história de lealdade, poder e amor improvável na novela Ramo: Entre o Amor e o Poder

Para quem não resiste a enredos instigantes e cheios de reviravoltas, o Globoplay tem uma novidade no catálogo: Ramo: Entre o Amor e o Poder, mais um sucesso turco, que estreia com exclusividade no streaming. Com 130 capítulos repletos de drama, ação e romance, essa saga é embalada por uma história de lealdade, poder e amor improvável. Os 19 primeiros episódiosestão disponíveis na plataforma. Nas semanas seguintes, capítulos inéditos serão disponibilizados a cada segunda, até 25 de agosto.

Conheça a história de Ramo: Entre o Amor e o Poder

A obra acompanha a jornada de um homem corajoso que luta para proteger a família e desafiar as regras de um perigoso mundo criminoso na Turquia. Ramo (Murat Yıldırım) vive em um bairro pobre e lidera uma máfia local na cidade de Adana, por meio de contrabando de combustível. Mas o esquema de distribuição dos lucros o tem incomodado, já que seu chefe fica com a maior parte do dinheiro. Insatisfeito com a situação e desejando mudar a realidade de seus parentes e da comunidade, ele decide desafiar e tomar o lugar de Cengiz (Kerem Atabeyoğlu).

Movido pelo amor e pelo desejo de justiça, Ramo embarca nessa perigosa ascensão e se vê dividido entre sua lealdade familiar e a paixão por Sibel (Esra Bilgiç), justamente a filha de seu maior inimigo. Enquanto enfrenta traições e conflitos internos, precisa equilibrar seus sentimentos pela parceira com a determinação de destruir o sistema corrupto que governa sua vida, colocando sua honra e coração à prova.

Com direção de Yağız Alp Akaydın e roteiro de Deniz Karaoğlu e Toprak Karaoğlu, Ramo: Entre o Amor e o Poder também reúne no elenco nomes como Cemre Baysel, İlhan Şen, Görkem Sevi̇ndi̇k, İdi̇l Firat, İlker Aksum, İlkay Kayku, Yi̇ği̇t Özşener e Sacide Taşaner.

Confira mais sucessos turcos no Globoplay

Para quem é fã de tramas da Turquia, já sabe: o catálogo está recheado de opções para maratonar. Principal plataforma brasileira de streaming, o Globoplay faz um alto investimento nos melhores conteúdos do gênero, com títulos reconhecidos mundialmente por sua qualidade. A estreia de Ramo: Entre o Amor e o Poder chega para reforçar o amplo portfólio de produções estrangeiras, que já conta com produções como El Turco, estrelada por Can Yaman, além de outros títulos turcos como Marasli: O Protetor, O Último Verão, Amor e Honra, Mãe, Hercai: Amor e Vingança, e A Sonhadora, além de folhetins de outros países como México, Portugal e Colômbia.

Veja a chamada de Ramo, para a TV, em nosso Instagram: https://www.instagram.com/p/DMQ987TulMD/

Veja as fotos do elenco de Ramo:

Neco (İlhan Şen) | Foto: divulgação/Globoplay
Hasan (İlker Aksum)| Foto: divulgação/Globoplayo
Fi̇dan (İdi̇l Firat) | Foto: divulgação/Globoplay
Fatoş (Cemre Baysel) | Foto: divulgação/Globoplay
Boz (Görkem Sevi̇ndi̇k) | Foto: divulgação/Globoplay
Yavuz (Yi̇ği̇t Özşener) | Foto: divulgação/Globoplay
Ramo (Murat Yildirim) | Foto: divulgação/Globoplay
Si̇bel (Esra Bi̇lgi̇ç) | Foto: divulgação/Globoplay

 

Bora assistir Ramo: Entre o Amor e o Poder? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais — FacebookInstagram e X — para mais informações sobre as dizis.

 

Leia também: Especial | Dia da Democracia e da Unidade Nacional: uma lembrança de resistência turca

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Música Notícias

Black Veil Brides lança a explosiva Hallelujah

Faixa inédita será apresentada ao vivo na Warped Tour e antecede turnê na América do Sul

Após incendiar os palcos ao lado do Babymetal, o Black Veil Brides está de volta com Hallelujah (2025), sua primeira música inédita do ano. A faixa sucede o sucesso Bleeders (2024) e mergulha em uma sonoridade ainda mais pesada, sombria e intensa, trazendo à tona a identidade mais crua e teatral da banda.

Formado por Andy Biersack (vocal), Jake Pitts e Jinxx (guitarras), Lonny Eagleton (baixo) e Christian Coma (bateria), o grupo apostou em uma produção assinada por Andy e Jake. A música conta ainda com a participação do coral One Voice Ensemble, de Tampa, Flórida, adicionando camadas épicas ao arranjo. O single chega via Spinefarm Records e já está disponível em todas as plataformas digitais.

Mais do que um lançamento, Hallelujah antecipa os temas centrais do novo álbum da banda, que deve explorar questões de identidade, resistência pessoal e o impacto do discurso coletivo no mundo atual. Para Andy, essa é a obra mais sincera, ácida e emocionalmente carregada do Black Veil Brides até hoje.

A faixa também ganhou um videoclipe animado, dirigido por Marco Pavone (conhecido por trabalhos com Pink Floyd, The Black Dahlia Murder e Shadow of Intent), que já pode ser assistido online. A banda promete seguir lançando novos conteúdos visuais nas próximas semanas para acompanhar a era Hallelujah.

A primeira performance ao vivo da música será no dia 26 de julho, durante a Warped Tour em Long Beach, Califórnia. Depois disso, o Black Veil Brides segue com uma série de shows nos Estados Unidos antes de embarcar para a América do Sul em outubro, com apresentações confirmadas no México, Colômbia, Chile, Brasil e Argentina.

A turnê We Missed Ourselves 2025 ainda conta com bandas como Underoath, Silverstein, Senses Fail e I Set My Friends On Fire. Ingressos e pacotes VIP já estão disponíveis no site oficial da banda: www.blackveilbrides.net.

BLACK VEIL BRIDES – TURNÊ 2025

26-27 de julho – Long Beach, CA – Vans Warped Tour 2025
20 de setembro – Louisville, KY – Louder Than Life 2025
26 de setembro – Umatilla, OR – Rock the Locks Festival 2025
5 de outubro – Sacramento, CA – Aftershock 2025
25 de outubro – Cidade do México, MEX – We Missed Ourselves Fest 2025
28 de outubro – Bogotá, COL – Prefeitura Chamorro
31 de outubro – Santiago, CL – Teatro Coliseo
2 de novembro – São Paulo, BR – Scream Invasion
4 de novembro – Lomas de Zamora, AR – We Still Here Festival
15-16 de novembro – Orlando, FL – Vans Warped Tour 2025

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Leia também: Simple Plan lança documentário The Kids in the Crowd

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

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Cultura Cultura asiática Cultura pop Música Notícias

Jackson Wang lança novo álbum, MAGICMAN 2

Em projeto introspectivo, Jackson retorna com seu alter ego MAGICMAN em álbum autoproduzido

Nesta sexta (18), Jackson Wang lançou o aguardado álbum MAGICMAN 2, seu projeto mais pessoal e ambicioso até hoje. Totalmente autoproduzido, o disco representa uma evolução da persona MAGICMAN, um alter ego que Jackson usava para esconder suas emoções mais sombrias.

Contado em quatro capítulos que espelham os estágios do luto, o projeto traça a jornada emocional de Jackson, passando da negação à perda, de dolorosas revelações à cura. O resultado é uma exploração honesta de auto descoberta e aceitação.

Confira o videoclipe da faixa Made Me a Man:

Um projeto íntimo

Pela primeira vez, Jackson sentiu a liberdade de compor uma obra “voltada para si mesmo”, em que cada letra e cada faixa surgem de um lugar profundamente íntimo. Criado com o propósito de ser uma afirmação artística, e não de gerar hits comerciais, MAGICMAN 2 mostra quem Jackson realmente é, o que realmente sente e em que realmente acredita.

Com versos potentes e produção minimalista, Made Me a Man, faixa principal do álbum, ecoa o arco emocional de MAGICMAN 2 e representa o capítulo final da era MAGICMAN. O vídeo reflete visualmente a jornada introspectiva de Jackson, que começou em meio à solidão e ao caos, e agora se encerra com clareza e paz.

Alter Ego MAGICMAN de Jackson
Foto: divulgação/For Music

“Criei o MAGICMAN como uma máscara para as minhas emoções mais sombrias. Depois de sair dos holofotes, cheguei ao fundo do poço, mental e fisicamente.” Explica Jackson. “Escrever se tornou meu único escape e espaço de reflexão para descobrir quem eu era e no que acreditava. Pela primeira vez, transformei meu diário pessoal em música. Este álbum é sobre aceitar tanto a luz quanto a escuridão. Este é o MAGICMAN 2.”

Acompanhando a estrutura em quatro capítulos do disco, uma série de lançamentos colecionáveis foi sendo revelada ao longo da campanha. Os fãs podem escolher entre edições padrão e limitadas em CD e vinil, incluindo cópias autografadas, boxes com peças de vestuário e pôsteres exclusivos, além de versões específicas para varejistas, disponíveis em Jackson-Wang.com.

Jackson em turnê do álbum MAGICMAN
Foto: reprodução/Vou de Grade
O fenômeno de MAGICMAN 2

Ao longo da campanha de MAGICMAN 2, Jackson reforça seu status como fenômeno global. O primeiro single do álbum, High Alone, estreou em primeiro lugar na Apple Music em 22 países e regiões. A sequência, GBAD, viralizou com mais de 32 milhões de visualizações no YouTube e gerou uma onda de remixes ao redor do mundo. Os singles BUCK, com participação da estrela punjabi Diljit Dosanjh, e o mais recente, Hate to Love, ampliaram ainda mais a influência internacional de Jackson, hoje um dos superstars mais reconhecidos do planeta.

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Leia também: Jackson Wang desperta seu lado selvagem no MV de Cheetah

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Cultura Cultura pop Entretenimento Especiais Notícias Novelas Teatro

Débora Bloch: Muito Além de Odete Roitman

Débora Bloch é uma atriz super talentosa e com o passar do tempo vem conquistando cada vez mais corações por meio de sua atuação!

Consagrada no teatro, no cinema e na tv, a atriz Débora Bloch está mais em alta do que nunca com a icônica vilã amada e odiada do remake de Vale Tudo (2025): a lendária Odete Roitman.

Dona de uma carreira extensa e versátil, a atriz já provou que sabe ser dramática, divertida, cruel e carismática – às vezes tudo isso junto!

Pensando nisso, o Entretê preparou um especial para relembrar a trajetória dessa atriz incrível e mostrar por que ela merece todo esse sucesso. Vem com a gente!

Dos palcos para o mundo

Foto: reprodução/Acervo TV Globo

Filha do também ator Jonas Bloch, Debora Bloch é uma atriz e diretora brasileira descendente de judeus imigrantes da Ucrânia que nasceu em Belo Horizonte cercada pela arte. Aos 15 anos já estudava no Teatro Ipanema e, aos 17, estreou profissionalmente nos palcos. Em 1980, apesar da tenra idade, já demonstrava força cênica e muito cuidado e rigor nos seus trabalhos. Ela assumiu uma responsabilidade imensa em sua primeira peça: substituiu ninguém menos que a consagrada atriz Lucélia Santos na peça de Oduvaldo Viana Filho, Rasga Coração, obra emblemática que falava de abertura política e que foi um marco para o começo da democracia brasileira contra a censura que imperava no Brasil.

Depois desse deleite cênico, Débora passou a integrar o grupo teatral Manhas e Manias, ao lado de nomes como Andréa Beltrão, Chico Diaz e Pedro Cardoso, onde apresentavam espetáculos cheios de humor, circo e música. Ela encenou com eles peças como: Brincando com o Fogo (1982) e Recordações do Futuro (1983), criações coletivas do grupo que ganhou 13 prêmios por seus espetáculos infantis. Não é pouca coisa, né? Ela veio realmente com tudo!

Ao todo, Débora atuou em mais de dez peças, entre elas Fica Comigo Esta Noite (1990), pela qual foi premiada com o Shell de melhor atriz e Duas Mulheres e Um cadáver (2000), na qual dividiu o palco com Fernanda Torres, atriz vencedora do Globo de Ouro de 2025. Ela também estreou a peça Tio Vanya (2003), na qual foi produtora e recebeu o prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz Teatral na categoria Drama. Toda sua base cênica foi construída no teatro: “a minha geração queria estar no teatro. Todo mundo começou cedo. E quando você é atriz, as oportunidades aparecem realmente cedo e é preciso aproveitá-las. Aos 15 anos, já estava no Teatro Ipanema. O cinema adora os jovens, então tive bons personagens com 20 e poucos anos. A televisão também. As novas gerações fazem bem menos teatro ou nem fazem. Mas acho que nem é porque eles não sentem vontade, tem dificuldade de agenda ou pensam que vão ganhar menos dinheiro. Os jovens atores não sabem o quanto é bom fazer teatro, não tiveram oportunidade de descobrir isso”, afirmou a atriz em entrevista à revista Veja São Paulo, destacando a importância do teatro na sua formação autoral.  

A Estreia na TV e a musa do rock

Foto:divulgação/EmbraFilme

Débora estreou na TV Globo na novela Jogo da Vida (1981), no horário das sete com a personagem Livia, onde já começou brilhando: ganhou um prêmio de atriz revelação da Associação Paulista de Críticos da Arte, logo de cara!  Um ano depois, virou uma das protagonistas de Sol de Verão (1982), trama das oito. A jovem Clara era par de Abel (Tony Ramos), um rapaz deficiente auditivo, o que projetou seu nome de maneira avassaladora na teledramaturgia. Porém depois de todo esse sucesso, Débora resolveu parar e ficar reclusa das novelas por 4 anos, limitando-se a participações especiais em seriados. Na verdade, ela não se sentia parte do universo das novelas e se incomodava com os papéis estereotipados de heroína que foram oferecidos para ela “podia ser uma arrogância da juventude mas queria estar no teatro e não naquele lugar, me deslumbrei um pouco, só que tive o exemplo do meu pai, que driblou a instabilidade o tempo inteiro e firmei os pés no chão” explicou a atriz em entrevista à revista Claudia.

Foi neste período, que Débora fez sua estreia no cinema com Bete Balanço (1984), um marco do cinema nacional e da música brasileira. O longa mostra a vida de uma cantora do interior disposta a tudo para alcançar o sucesso no Rio de Janeiro, o que consagrou Débora como musa do rock nacional, eternizada pela música tema do filme composta por Cazuza e Frejat. O papel lhe rendeu o prêmio Air France e APCA de Melhor Atriz de Cinema, em 1985. Participou ainda de Noites do Sertão (1983), filme baseado na novela Buriti, de Guimarães Rosa, premiado em diversos festivais de cinema pelo Brasil.

Na televisão, encontrou um novo prazer ao integrar o elenco do humorístico TV Pirata (1988), onde chegava a interpretar dez personagens diferentes por semana, destacando-se por seu timing cômico e criatividade irreverentes. Adelaide Catarina, a repórter de TV cheia de tiques, compostos por ela, foi uma das personagens que entraram para a galeria dos personagens mais inesquecíveis do programa. Ela escolhia o que fazia e descobriu que podia amar fazer televisão, que podia viver aquilo sem precisar abdicar do teatro. Ela gostou tanto da coisa que não parou mais! Foi escalada para a minissérie A, E, I, O… Urca (1991), para o humorístico Doris Para Maiores (1991) e com o fim da TV Pirata em 1992, voltou a fazer novelas com Deus nos Acuda (1992).

Em 1993, participou da série A Comédia da Vida Privada. No ano seguinte, aceitou um convite para protagonizar o Remake As Pupilas Do Senhor Reitor, exibido pelo SBT. Em 1996, retornou à Globo no papel da sofisticada e irônica Teodora, na novela Salsa e Merengue. Ainda naquele ano, atuou em diversos episódios da série A Vida Como Ela É, exibida dentro do Fantástico. Em 1998, integrou o elenco fixo do humorístico Vida ao Vivo Show, uma sitcom também veiculada no Fantástico. No ano seguinte, em 1999, co-protagonizou a novela Andando Nas Nuvens, dando vida à jornalista Júlia Montana.

Foto: reprodução/Acervo TV Globo

A partir daí seriam mais seis anos longe de novelas, concentrando-se em minisséries e especiais. Atuou em A Invenção do Brasil, ao lado de Selton Mello e Camila Pitanga, participou do quadro do Fantástico, As 50 Leis do Amor (2004), com Andréa Beltrão e Diogo Vilela, chegou a gravar o piloto do humorístico Toma Lá Dá Cá (2005), no papel de Rita, personagem que seria de Marisa Orth na versão definitiva do programa e interpretou a corista Dora Amar na minissérie JK (2006), papel originalmente pensado para Maria Fernanda Cândido.

Em seguida, esteve na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendez (2007) como Beatriz, amante do protagonista Galvez, vivido por José Wilker e em 2008, participou  da minissérie Queridos Amigos (2008), interpretando a artista plástica Leona.  

Seu retorno às novelas aconteceu somente em 2005, em A Lua Me Disse, como Madô, a dondoca politicamente incorreta, consumista e inescrupulosa, que caiu nas graças do público com seu humor ácido. Já em 2009, integrou o elenco de  Caminho das Índias, vivendo Silvia, uma mulher presa em um casamento infeliz, vítima de uma  traição arquitetada pela sua melhor amiga, Yvone, papel de Letícia Sabatella, que planejava dar um golpe em seu marido. A personagem foi amplamente elogiada e sua atuação encheu os olhos dos telespectadores na época. Em 2011, ela deu vida a sua primeira vilã “divertida”: a Duquesa Úrsula em Cordel Encantado, sua química com Domingos Montagner foi evidente e muito bonita e sua atuação aqui foi primorosa. Logo após esse sucesso, ela emendou outro: o fenômeno Avenida Brasil (2012), onde interpretou uma das esposas do mulherengo Cadinho (Alexandre Borges), a fútil e consumista Veronica. Logo após, viveu Risoleta no remake de Saramandaia (2013) e em 2015, repetiu a parceria com Domingos Montagner em Sete Vidas, onde interpretou a jornalista Lígia. Já em 2019, protagonizou o seriado Segunda Chamada como a professora Lúcia que tinha a missão de formar alunos adultos do EJA no ensino médio, o que chamou bastante atenção para a evasão escolar e reinserção social de jovens adultos aos estudos.

Depois de um tempo longe das telas, Débora voltou com outra vilã ‘divertida”: a maquiavélica Deodora Montijo Aguiar de Mar do Sertão (2022), que faz de tudo pelos interesses da família e para manter o poder. “A Deodora tem essa mistura de vilanice com humor. Eu acho ela muito engraçada, mas ela também trama coisas terríveis, é interessante fazer vilãs pois elas trazem mais complexidade e camadas”, afirmou a atriz em entrevista ao Portal NaTelinha do Uol. O sucesso de sua personagem foi tão grande que, dois anos mais tarde, Débora voltaria a interpretar Deodora na continuação de Mar do Sertão, a novela Rancho Fundo (2024), mostrando sua capacidade de fazer personagens complexos e irreverentes, podendo interpretar cada um deles com versatilidade e empoderamento únicos. Nesse meio tempo, ela também viveu Elisa, uma advogada que perde a filha e planeja vingança contra o assassino, interpretado por Jesuíta Barbosa em Justiça (2016).

Vida Pessoal

Foto: reprodução/Daniela Nader

De 1991 a 2006, Débora foi casada com o chef e empresário francês Olivier Anquier, juntos, os dois tiveram 2 filhos: Julia Bloch Anquier, de 31 anos, que atua no setor audiovisual em São Paulo, e Hugo Bloch Anquier, 27,designer de jogos digitais radicado em Berlim, Alemanha. Mãe dedicada, Débora já enfrentou dilemas para conciliar a maternidade com a carreira. Durante as gravações da novela Andando nas Nuvens, por exemplo, seu filho Hugo ficou gripado. Ela o levou na ponte aérea Rio-São Paulo para acompanhá-la nas gravações, mesmo com uma agenda lotada de compromissos publicitários. Quando o menino foi diagnosticado com pneumonia, a atriz não hesitou em tirar uma licença maternidade de 15 dias para cuidar dele. “Sempre fui muito próxima dos meus filhos, apesar de ter trabalhado muito, estava ali para o que eles precisassem, meus filhos são minhas maiores alegrias”, disse a atriz em entrevista ao portal Leia Agora, em maio deste ano.

A dramaturgia sempre esteve presente em sua vida e o talento vem de berço. Filha do ator Jonas Bloch, Débora cresceu nos bastidores dos ensaios e montagens de peças teatrais do pai, experiência que despertou sua vontade de atuar e o amor pelos palcos. De personalidade livre e de pensamentos firmes, a atriz também não esconde suas convicções: é declaradamente feminista e abertamente favorável á legalização do aborto. Em entrevista á revista Marie Claire, em 2020, revelou ter realizado um aborto aos 20 anos. “É hipócrita fingir que não existe porque não é legalizado, enquanto mulheres morrem em decorrência de abortos malfeitos”, afirmou ela na entrevista. Após o fim do casamento de 15 anos com Anquier, Débora passou cerca de uma década sozinha até se apaixonar novamente, em 2018, pelo produtor de cinema e televisão português João Nuno Martins, com quem mantém um relacionamento até hoje. Discreta quanto à vida pessoal, a atriz não é muito adepta das redes sociais. Prefere manter os holofotes voltados para a sua arte e para sua sólida trajetória artística, priorizando a carreira em detrimento da exposição íntima. 

Odete Roitman: um desafio histórico

Foto:reprodução/Gshow/Victor Pollak

Em 2025, Débora assumiu um dos maiores desafios de sua carreira: interpretar a grande vilã Odete Roitman no remake da autora Manuela Dias baseado na novela Vale Tudo de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Basséres, de 1988, lançado em 31 de março na Rede Globo. A célebre vilã foi interpretada originalmente pela saudosa e grandiosa atriz Beatriz Segall, com quem Débora chegou a contracenar em Sol de Verão (1983). A personagem é considerada uma das maiores vilãs da história da TV brasileira!

Beatriz Segall e A travessia da Terra Vermelha: quando a arte encontra a memória

Muitos duvidaram de sua capacidade no início, mas Débora não se deixou abalar e mostrou por que foi escolhida para essa missão, trazendo novas camadas à vilã arrogante: um toque de humor, sensualidade e humanidade. Odete Roitman é uma empresária que mora em Paris, despreza o Brasil e comanda uma companhia aérea com o mesmo ímpeto e arrogância que manipula os filhos, Heleninha (Paola Oliveira) e Afonso (Humberto Carrão). “Ela é um exemplar horroroso de uma elite retrógrada que a gente imaginava ter se livrado e reencontrou nos últimos anos. Ela ganha dinheiro no Brasil para gastar na Europa e deixa aqui só o lixo”, afirmou a atriz sobre a personagem em entrevista à revista Claudia. Débora ressignificou a vilã, que passou de odiada  para ser amada e elogiada por onde anda, trazendo o toque de comédia nítido que ela sempre carregou em seus trabalhos, mas sem deixar de lado a firmeza, a arrogância, o olhar mortal e a faceta de vilã cruel e manipuladora. Débora roubou os corações de todos com sua Odete, deixando-a mais humana e até mais amável. A autora Manuela Dias ainda trouxe um toque de sensualidade para a vilã que já existia na trama original de 1988 mas que aqui ficou ainda mais evidente. Odete sempre flerta com seus parceiros e é super jovem e liberal, quebrando paradigmas e preconceitos de que as mulheres não devem ter muitos parceiros porque senão serão vistas como promíscuas. Aqui, Débora evidencia que Odete está no comando e Odete sempre está no poder, a mulher é a dona de seu próprio destino. Socialmente e sexualmente, a personagem é vista de outra forma: moderna, empoderada, autêntica e principalmente, livre e a atuação impecável de Débora só reforça mais ainda todas essas camadas da vilã,  deixando-a com traços de humanidade e sagacidade, provando mais uma vez porque ela é uma das maiores atrizes de sua geração, alguém que transforma tudo o que toca em um grande espetáculo. Porque no final das contas, todos amam odiar Odete Roitman. 

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Odete Roitman volta ao Brasil e desestabiliza família

Especial: Vale Tudo, o que esperar desse remake tão emblemático

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cinema Cultura Entretenimento

A Morte de um Unicórnio tem trailer e data de estreia divulgados

Filme estreia em julho em todos os cinemas brasileiros

 

O filme A Morte de um Unicórnio (2025) teve seu trailer lançado nesta última semana e sua primeira exibição em março deste ano. 

A obra acompanha a história de Elliot (Paul Rudd) e sua filha Ridley (Jenna Ortega), que estão a caminho de um retiro no fim de semana. No meio da estrada, eles atropelam acidentalmente um animal, ou melhor, uma criatura mística: o unicórnio.

Eles decidem levá-lo para o retiro, onde o chefe bilionário de Elliot, Dell Leopold, está. A história fica muito mais complexa quando o chefe do pai decide explorar as propriedades de cura do animal, que são misteriosas e milagrosas.

Mas a exploração dos poderes do unicórnio leva os personagens a enfrentarem consequências, e eles encaram uma série de eventos sobrenaturais ao longo da trama.

Confira o trailer:

 

A produção do filme conta com roteiro e direção por Alex Scharfman e um elenco icônico com indicados ao Emmy: Paul Rudd, Jenna Ortega, Will Poulter, Téa Leoni e Richard E. Grant.

O longa tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de 31 de julho, também em versões acessíveis. 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz @anadodll

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Música Notícias

Jonas Brothers lançam novo single I Can’t Lose em apoio à luta contra o câncer

Banda reuniu fãs que batalharam contra a doença para performance especial da canção

Os Jonas Brothers surpreenderam os fãs e lançaram na última terça (15) o novo single I Can’t Lose, parceria com a Mastercard em apoio à campanha Stand Up To Cancer. A faixa também fará parte do novo álbum do grupo Greetings From Your Hometown, que será lançado no dia 8 de agosto.

O novo single busca promover esperança, positividade e perseverança mesmo em momentos ruins. O clipe da música mostra uma performance especial do grupo para três fãs que venceram a batalha contra o câncer e puderam compartilhar suas histórias.

Pelas redes sociais, o grupo destacou o significado e a importância da nova canção: 

Colaborar com a Mastercard para animar os fãs que encontraram esperança e cura em nossa música significa muito para nós. I Can’t Lose é uma canção que esperamos que tenha significados diferentes para todos que a ouvirem e, para aqueles que precisam dela, um lembrete de sua própria força”, escreveram.

Em agosto, os Jonas Brothers também darão início à Greetings From Your Hometown Tour, com início no dia 10 de agosto, dois dias após o lançamento do novo álbum. A turnê celebrará o aniversário de 20 anos da banda e terá os principais hits do grupo e performances solo de Nick e Joe, além de apresentações com DNCE e The Administration.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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25 filmes que completam 25 anos em 2025

Relembre algumas das histórias que continuam a marcar o cinema um quarto de século após o seu lançamento

As histórias dos filmes lançados no ano 2000 foram contadas por muitas vozes. Naquele ano, o cinema conheceu um imperador arrogante que foi transformado em uma lhama, um menino inglês que sonhava em se tornar bailarino, um homem isolado do mundo cuja única companhia era uma bola de vôlei e muitas outras tramas que foram eternizadas nas telas de cinema.

Hoje, 25 anos após seu lançamento, relembre 25 histórias que já estão velhas demais para o Leonardo DiCaprio.

Cena de O Auto da Compadecida, lançado há 25 anos
Foto: reprodução/Cinema da Fundação
O Auto da Compadecida

Um dos mais queridos filmes nacionais já produzidos, a história de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) completa 25 anos em 2025.

Foto: reprodução/UOL
Náufrago

Filme que rendeu a quinta indicação ao Oscar da carreira de Tom Hanks, Náufrago é a história de um homem que, após um acidente de avião, fica sozinho em uma ilha deserta.

A Nova Onda do Imperador
Foto: reprodução/Pausa Dramática
A Nova Onda do Imperador

Há 25 anos, um jovem e mimado imperador inca chamado Kuzco (Selton Mello) era transformado em lhama como parte do plano de sua diabólica ex-conselheira Yzma (Marieta Severo) e seu capanga Kronk (Guilherme Briggs).

O Tigre e o Dragão, lançado há 25 anos.
Foto: reprodução/Quadro por Quadro
O Tigre e o Dragão

Um dos primeiros filmes que fez o público ocidental se interessar pelo cinema do leste asiático, O Tigre e o Dragão é um drama que narra o entrelaçamento da vida de duas guerreiras do período da Dinastia Qing, da China, após o roubo de uma antiga espada.

Foto: reprodução/UOL
Gladiador

O filme conta a história de um general romano que é obrigado a se tornar um gladiador ao se recusar a jurar lealdade ao novo imperador. Dirigido por Ridley Scott, Gladiador segue sendo um dos longas mais marcantes do cinema 25 anos após seu lançamento.

Premonição, lançado há 25 anos
Foto: reprodução/Plano Crítico
Premonição

Uma das sagas de terror mais populares do mundo (e que este ano lançou seu sexto filme), Premonição teve início há 25 anos quando acompanhamos Alex Browning (Devon Sawa) que, após ter uma premonição súbita, tenta escapar da morte.

X-Men: O Filme
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
X-Men: O Filme

A produção que inaugurou a saga dos super-heróis mutantes da Marvel, X-Men: O Filme faz 25 anos em 2025, e deu origem a mais de 14 longas desde então.

Missão Impossível 2
Foto: reprodução/Rakuten TV
Missão Impossível 2

25 anos antes de salvar o mundo pela última vez em Missão: Impossível – O Acerto Final (2025), Ethan Hunt (Tom Cruise) corria contra o tempo em Missão Impossível 2 para evitar a liberação de um vírus letal.

Cena de Psicopata Americano, lançado há 25 anos
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Psicopata Americano 

Uma das sátiras menos compreendidas, mas mais icônicas do cinema, Psicopata Americano também completa 25 anos em 2025.

O Caminho para El Dorado
Foto: reprodução/Netflix
O Caminho para El Dorado

Animação musical produzida pela DreamWorks, O Caminho para El Dorado acompanha uma dupla de vigaristas que são confundidos com deuses durante uma busca pela cidade de El Dorado.

As Apimentadas
Foto: reprodução/Prime Video
As Apimentadas

Há 25 anos, as líderes de torcida do San Diego Toros tentavam criar novas coreografias para vencer o Campeonato Nacional de Cheerleaders contra o time das Clovers.

A Fuga das Galinhas
Foto: reprodução/Plano Crítico
A Fuga das Galinhas

O filme de stop motion com maior bilheteria da história, A Fuga das Galinhas conta a história de Ginger (Julia Sawalha), uma galinha de uma fazenda na Inglaterra que sonha em viver uma vida melhor.

A Praia
Foto: reprodução/Aventuras na História
A Praia

O polêmico filme conta a história de Richard (Leonardo DiCaprio), um rapaz que descobre uma ilha escondida na Tailândia que parece um paraíso na Terra, mas que esconde segredos perigosos.

Cena de Todo Mundo em Pânico, lançado há 25 anos.
Foto: reprodução/UOL
Todo Mundo em Pânico

O começo de outra saga querida pelo público, e que hoje já conta com outros quatro filmes, a sátira de terror Todo Mundo em Pânico teve sua estreia há 25 anos, no ano 2000.

28 dias
Foto: reprodução/Café com Filme
28 Dias

Após um acidente, Gwen Cummings (Sandra Bullock) é obrigada a entrar em um centro de reabilitação para tratar sua dependência de álcool.

Cena de Billy Elliot
Foto: reprodução/Picanha Cultural
Billy Elliot

Sobre o pano de fundo do regime Thatcher na Inglaterra, Billy Elliot (Jamie Bell) vai contra a vontade de sua família e o estigma da época ao lutar para se tornar bailarino.

Erin Brockovich
Foto: reprodução/Netflix
Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento

Baseado na história real de uma mãe solo que busca justiça para um caso de poluição industrial e contaminação de água, o filme protagonizado por Julia Roberts completa 25 anos este ano.

Réquiem para um Sonho
Foto: reprodução/Cinem(ação)
Réquiem para um Sonho

Drama psicológico dirigido por Darren Aronofsky, esse clássico cult lançado em 2000 tematiza a busca por sonhos em um relato sincero e realista sobre a dependência química.

As Panteras
Foto: reprodução/Universo dos Filmes
As Panteras

Há 25 anos estreou a adaptação cinematográfica homônima da série As Panteras, que acompanha três detetives de elite que têm que resgatar um bilionário.

Snatch (2000), dirigido por Guy Ritchie
Foto: reprodução/Google Play
Snatch – Porcos e Diamantes

Dirigido por Guy Ritchie, o filme é uma comédia de narrativas entrelaçadas, que giram em torno de lutas ilegais de boxe e um contrabando de diamantes.

O Grinch
Foto: reprodução/Portal N10
O Grinch

Neste clássico natalino que completa 25 anos este ano, Grinch tenta acabar de vez com o Natal da pequena vila onde mora.

Endiabrado, lançado há 25 anos
Foto: reprodução/Letterboxd
Endiabrado

Para conquistar o coração da mulher que ama, Elliot (Brendan Fraser) faz sete desejos ao Diabo (Elizabeth Hurley).

Amnésia, filme lançado há 25 anos
Foto: reprodução/Plano Crítico
Amnésia

Neste filme de Christopher Nolan, Leonard (Guy Pearce) busca justiça por sua falecida esposa enquanto sofre com a perda de memória.

Cena do Filme Sobrou pra Você
Foto: reprodução/Plano Crítico
Sobrou pra Você

Neste filme estrelado por Madonna há 25 anos, um casal de amigos acaba tendo um filho juntos após uma noite cheia de bebidas.

Cena do Filme Quase Famosos
Foto: reprodução/Rock On Board
Quase Famosos

Lançado em 2000, o filme conta a história deum jovem de 15 anos que acompanha a turnê da banda Stillwater, nos anos 1970.

 

Qual filme de 25 anos é o seu favorito? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e conta para a gente!

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Texto revisado por Gabriela Fachin 

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