Com Amanda Vicente como Deloris Van Cartier, a nova montagem estreia no Teatro Multiplan
Após uma década, o Brasil recebe a nova montagem de Mudança de Hábito, um dos musicais de maior sucesso da Broadway. Em curta temporada, o espetáculo terá sua estreia no dia 8 de outubro, no Teatro Multiplan, localizado no Shopping VillageMall, no Rio de Janeiro e já tem temporada em São Paulo prevista para o primeiro semestre de 2026.
Foto: divulgação/GPress Comunicação
Originalmente lançado em 1992 para o cinema, Mudança de Hábito acompanha a cantora Deloris Van Cartier (Whoopi Goldberg), que testemunha seu namorado mafioso cometer um homicídio. Por causa de um programa de proteção a testemunhas, ela é enviada para um convento onde transforma a rotina tranquila das irmãs e passa a se dedicar ao coral da instituição.
Em 2006, a obra ganhou sua primeira adaptação do audiovisual para os palcos, tendo sua estreia oficial estrelada por Patina Miller em 2009 no West End de Londres. Quando chegou na Broadway, em 2011, conquistou diversas indicações ao Tony Awards, se consagrando como um grande sucesso do teatro musical e ganhando adaptações em vários países.
A nova montagem brasileira conta com cenários e figurinos especialmente criados para a produção, além de novos arranjos musicais e a essência envolvente e engraçada da trama original, trazendo em sua abordagem temas como amizade, transformação e fé.
Confira o teaser:
SERVIÇO:
Local: Teatro Multiplan – Shopping VillageMall Av. das Américas, 3900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 22640-102
Temporada: 08/10/2025 até 23/11/2025
Sessões: Quartas, quintas e sextas às 20h Sábado às 16h e às 20h Domingos às 16h e às 19h30
*Ingressos populares: R$25,00 meia e R$50,00 inteira – Limitado a 10% da capacidade. Válido para todos os setores, exceto Plateia VIP. Lugares aleatórios.
Vendas: Site da Sympla e Bilheteria física
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Dividida em três volumes, a quinta temporada da série estreia em 26 de novembro; últimos episódios chegam em 25 e 31 de dezembro
Chamando todos os nerds! Vocês estão prontos para a última aventura? Como aquecimento para a quinta e última temporada de Stranger Things, a Netflix acaba de divulgar um vídeo com depoimentos inéditos das estrelas da série.
Foto: divulgação/Netflix Studios
Nomes como Winona Ryder (Adoráveis Mulheres, 1994), David Harbour (Hellboy, 2019), Millie Bobby Brown (Enola Holmes, 2020), Finn Wolfhard (Um Verão Infernal, 2023), Gaten Matarazzo (Honor Society, 2022), Noah Schnapp (The Tutor, 2023) e Irmãos Duffer relembram as primeiras temporadas, destacam o legado da produção e preparam o público para o último capítulo, que será o maior de todos. Confira o vídeo:
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Foto: divulgação/Netflix Studios
O capítulo final será lançado em três datas: o volume 1 estreia em 26 de novembro (quatro episódios), o volume 2, em 25 de dezembro (três episódios) e o episódio final, em 31 de dezembro. Cada volume ficará disponível às 22h (horário de Brasília).
As quatro temporadas de Stranger Things estão disponíveis na Netflix – e ainda dá tempo de maratonar antes da última missão!
Sobre Stranger Things
Criada pelos Irmãos Duffer, Stranger Things estreou em julho de 2016 e rapidamente se tornou uma das séries mais populares da Netflix, com a quarta temporada acumulando sozinha mais de 140,7 milhões de visualizações mundialmente.
Foto: divulgação/Netflix Studios
A história começa na cidade norte-americana de Hawkins, Indiana, quando um menino desaparece sem deixar vestígios. Em busca de respostas, a família e os amigos se envolvem em situações complicadas, que podem ser fatais. A cidade parece comum, mas esconde mistérios sobrenaturais extraordinários, além de experiências secretas do governo e um portal muito perigoso que conecta o nosso mundo a um lugar sinistro e poderoso. As descobertas dessa turma vão colocar as amizades à prova e mudar a vida de todos. Depois dessa aventura, Hawkins e o mundo nunca mais serão os mesmos.
A série é uma declaração de amor aos clássicos dos anos 1980 que encantaram uma geração.
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No mais recente thriller de Paulo Kamiya, filosofia e suspense se entrelaçam para expor os limites entre poder e verdade
No livro Doutrina Alorem: O Livro Proibido dos 7 Preceitosque Destroem a sua Vida, o escritor Paulo Kamiya constrói um enredo inquietante em que filosofia, psicologia e suspense se entrelaçam para provocar reflexões sobre poder, moralidade e identidade.
A narrativa acompanha o jornalista Rafael, que se aproxima de Leomar Alorem, um tatuador enigmático marcado por traumas e abandono. De suas cicatrizes, Leomar cria um conjunto de preceitos pessoais que, com a ajuda do jornalista, ganham forma e se transformam na Doutrina Alorem.
Rapidamente convertida em movimento social, essa doutrina divide opiniões, inspira seguidores e acende debates intensos, tornando-se uma batalha ideológica permeada por dilemas éticos e tensões emocionais.
Foto: divulgação/Paulo Kamiya/Entretetizei
Com uma escrita híbrida, alternando a voz íntima do jornalista e a observação em terceira pessoa de acontecimentos paralelos, Kamiya constrói um jogo narrativo envolvente e perturbador. Rituais simbólicos — como o uso de velas bicolores e mantras — ampliam a atmosfera quase mística que envolve a obra, criando um universo carregado de significados e múltiplas interpretações.
Além de thriller psicológico, Doutrina Alorem também é uma alegoria sobre como ideias podem se espalhar pelas redes sociais, polarizando opiniões e moldando comportamentos — para o bem ou para o mal.
O autor destaca que sua intenção é ir além do entretenimento: “Resolvi escrever o livro para mostrar que ideias perigosas e nocivas — quando publicadas de forma irresponsável — podem gerar sérias consequências, tanto para quem as segue quanto para quem convive com elas. Também quis alertar sobre os riscos de compartilhar esse tipo de conteúdo nas redes sociais, onde as palavras ganham força e provocam rupturas”.
Com crítica social, reflexões filosóficas e uma construção simbólica meticulosa, Doutrina Alorem convida o leitor a se questionar até que ponto está disposto a defender sua verdade e a reconhecer os mecanismos de manipulação presentes em pessoas, empresas e governos.
Doutrina Alorem: O Livro Proibido dos 7 Preceitos que Destroem a sua Vida, de Paulo Kamiya, está disponível na Amazon.
Sobre o autor
Foto: reprodução/Instagram @paulokamiya
Paulo Yoshiyuki Kamiya é formado em Engenharia Elétrica pela Unesp e em Publicidade e Propaganda pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Como escritor, é autor de romances, contos, poesias e suspenses psicológicos — entre os quais O Balanço da Pena (2014), Choros Temporais (2001), O Jardim das Mariposas (2016) e Cinzas de Fênix (2015). Também integrou a Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea Vol. III – Além da Terra, Além do Céu (Chiado Books, 2018), com o poema Minha Rosa. Para conhecer mais sobre o trabalho de Paulo acesse o seu site e Instagram.
Foto: divulgação/Paulo Kamiya/Entretetizei
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Marcela Talavus lançou, pela Editora Euphoria, a edição definitiva de Quente Como o Inferno, um dos sucessos do dark romance brasileiro. A nova versão chega com capa exclusiva, ilustrações internas, diagramação detalhada e conteúdos inéditos, oferecendo uma experiência de leitura mais imersiva. A pré-venda já está disponível no site da editora, com brindes colecionáveis para os primeiros compradores.
Mais do que uma atualização gráfica e textual, o relançamento reafirma a força do dark romance LGBTQIAPN+, um gênero que cresce cada vez mais no país. A autora busca explorar temas como fé, desejo, dilemas morais e representatividade queer em narrativas sombrias e intensas.
Em entrevista exclusiva, Marcela Talavus falou sobre o processo de criação da obra, os desafios de lidar com temas sensíveis e o impacto do protagonismo queer da sua obra.
Entretetizei: O que motivou a publicação da edição definitiva de Quente Como o Inferno e quais novidades ela traz em relação à versão original?
Marcela Talavus: Quente Como o Inferno é uma história que existe há bastante tempo, mas ainda é cercada por leitores leais. Eu e a editora Euphoria queríamos oferecer ao público uma versão mais sombria, madura e fiel à obra como livro original, incorporando correções, revisões e conteúdos adicionais que não estavam presentes em outras edições. Além de trazer uma capa com ambos os protagonistas, ilustrações internas, diagramação detalhada, subtítulos e um texto mais lapidado. São mudanças pensadas para criar uma nova imersão na leitura.
E: Como nasceu a ideia de construir a relação entre Caleb Heilel, o Senhor do Inferno, e Benjamin Parker, filho de um pastor?
MT: A ideia foi colocar em choque o que parece sujo e o que parece puro, subvertendo os papéis de mau e bom. Quis explorar como ambos podem se transformar pela dor, pelo amor e até pelo desejo. De certa forma, um grumpy x sunshine.
E: O livro mistura fé, desejo e dilemas morais. Qual foi o maior desafio ao tratar de temas tão sensíveis?
MT: Certamente equilibrar a intensidade do desejo e da repreensão com a complexidade da fé e dos dilemas morais e imorais dos personagens, de forma que cada elemento permanecesse verdadeiro e provocasse reflexão sem tirar a ternura e o calor do romance.
E: A ambientação sombria e mística de Quente Como o Inferno é muito marcante. Como você construiu esse cenário e quais referências literárias ou culturais ajudaram nesse processo?
MT: Escolhi a Califórnia porque carrega, no imaginário popular, o hedonismo de Hollywood, algo que se encaixava perfeitamente em Caleb Heilel. Entre as referências, obras como Constantine, Um Amor para Recordar, Californication, Lúcifer e o Auto da Compadecida foram aliadas na hora de construir o universo de Holy Paradise e além. Quanto aos livros, O Fantasma da Ópera, Dom Casmurro e A Divina Comédia foram peças da literatura que me impulsionaram. Músicas também, com bandas como Hozier, Muse, Dorothy, AC/DC e Chase Atlantic.
E: Como você enxerga a presença de protagonistas LGBTQIAPN+ dentro de um gênero ainda de nicho como o dark romance?
MT: É uma oportunidade de tornar os livros mais diversos, já que personagens queers quase sempre ficaram em papéis secundários. O dark romance lida com zonas de sombra e com a quebra de normas, algo que ressoa com a experiência LGBTQIAPN+. No protagonismo, esses personagens levantam novos conflitos, impasses e estigmas; isso gera identificação e riqueza psicológica no gênero. É ótimo saber que existem dark romances e romances diversos sobre pessoas, no geral. Até pouco tempo, um beijo entre dois personagens masculinos em uma HQ causou polêmica e censura em uma Bienal. Hoje, editoras como a Euphoria, e outras, levantam essa bandeira e ocupam espaço em eventos literários, com cada vez mais protagonistas LGBTQIAPN+.
E: Em Sathanis, spin-off de Quente Como o Inferno, você amplia o mesmo universo. Como foi esse processo de expansão narrativa?
MT: Sathanis é um spin-off independente, cercado por uma trama que traz os protagonistas de QCI como ameaça, mas se apresenta com seus próprios acontecimentos, dramas e personagens. A expansão acontece na ambientação, uma Califórnia mais contida, menos hollywoodiana, mas ainda dentro do universo de Holy Paradise. Minha intenção era aprofundar o universo já criado, explorando um cenário mais jovem e alternativo, incluindo nele personagens de QCI, como Gadreel e uma breve continuação do destino de Caleb e Benjamin.
E: Na sua visão, por que o dark romance tem atraído cada vez mais leitores no Brasil?
MT: O dark romance relembrou a um público o prazer da leitura como entretenimento, muito além da leitura que busca intelectualidade. Muitos desses livros nos convidam a ler por lazer, mas isso não exclui a reflexão, pelo contrário: tudo o que é intelectual, dramático ou surreal que se encontra no caminho — tudo o que se aprende, identifica ou compreende — é consumido sob o mesmo deleite. É literatura adulta e contemporânea, que brinca com convenções, limites e se acrescenta ao cenário já consolidado de outros gêneros. Isso é quase mágico em um país e mundo dominados pelo alto consumo de telas, onde o tempo e a leitura se tornaram privilégios. Ainda assim, o dark romance vem e se dá acessível, abrindo espaço para novos autores e novos leitores, viabilizando o que antes parecia reservado ao ideal. Ler ou escrever é diversão, dimensão, imaginação.
E: O dark romance frequentemente provoca reações fortes, seja de encantamento ou de choque. Como você lida com a recepção crítica e com os debates que surgem em torno do gênero?
MT: Acredito que a função de um livro seja justamente provocar: causar reações, subverter ideias, gerar discussões. Críticas são partes desse diálogo, na medida da civilidade.
E: Qual mensagem ou reflexão você gostaria que permanecesse no leitor após o fim da leitura?
MT: Penso assim: você se divertiu? Sentiu emoções? Alguma crença se formou ou se quebrou? Descobriu uma nova palavra ou termo? Permitiu-se mergulhar em algo além do mundo caótico e exigente em que vivemos? Se você disser sim para algumas dessas perguntas, então sua leitura já valeu a pena — não é preciso amar ou odiar as coisas. Quanto à mensagem do livro: por um tempo, alguém até pode tentar dizer quem você é ou quem deveria ser, mas chega o momento em que só você pode decidir como as coisas realmente serão. Os extremos são prisões conceituais, bem e mal existem em diferentes porções em cada pessoa ou coisa, e cabe a nós buscar equilíbrio. E acima de tudo, o livre-arbítrio, isso sim tem um valor inestimável, mesmo que tenha seu custo.
E: Quais são seus próximos projetos literários? Há planos de continuar explorando o universo criado nesta obra?
MT: Não pretendo explorar mais o universo de Quente Como o Inferno ou de Sathanis. No momento, estou trabalhando em novos projetos que fogem do sobrenatural.
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A segunda parte da história de Elphaba e Glinda chega aos cinemas em novembro
O trailer final de Wicked: Parte II já está disponível, com mais detalhes da continuação da história não contada das Bruxas de Oz.
O longa é protagonizado pelas atrizes indicadas ao Oscar Cynthia Erivo e Ariana Grande, e baseado no segundo ato do musical de mesmo nome que marcou gerações. O filme também estará disponível na versão dublada por Myra Ruiz e Fabi Bang, atrizes que estrelam o musical brasileiro, ainda em cartaz até novembro.
Foto: divulgação/Universal Pictures
O trailer traz mais do que podemos esperar dos acontecimentos após o final de Wicked (2024). Nele, Elphaba (Cynthia Erivo) está escondida na floresta de Oz após ser demonizada como a Bruxa Má do Oeste, enquanto Glinda (Ariana Grande) se vê obrigada a ser o símbolo da bondade em Oz.
Além disso, há também uma prévia das músicas clássicas do musical: No Good Deed e For Good, que prometem emocionar o público nos cinemas assim como no teatro.
Wicked: Parte II estreia nos cinemas no dia 20 de novembro.
Confira o trailer:
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O bate-papo revelou bastidores e segredos da nova trama do Globoplay, que estreia dia 02 de outubro
Na manhã da última terça-feira, o Globoplay realizou uma coletiva de imprensa para apresentar Vermelho Sangue, sua nova série Original de terror e fantasia. O evento reuniu jornalistas, elenco e equipe criativa em um bate-papo sobre os bastidores da produção, que se passa na fictícia cidade de Guarambá, no Cerrado Mineiro. A série estreia no dia 2 de outubro com seis episódios inéditos, seguidos de mais quatro no dia 9, totalizando dez capítulos na primeira temporada.
As criadoras e autoras Rosane Svartman e Claudia Sardinha destacaram durante a coletiva a importância de construir uma narrativa enraizada na cultura brasileira. “Essa oportunidade de falar dessas metáforas de maneira fantasiosa, permite que a gente converse também sobre assuntos que nos tocavam. Tanto a questão de gênero, botando a lobimoça no protagonismo, quanto a questão da brasilidade, trazendo a mitologia do lobisomem e da lobimoça, a questão do biopoder, da bioética, do que é natural, do que precisa ser curado. Então a gente tem várias metáforas dentro desse universo fantástico pra falar de assuntos que são do nosso tempo”, explicou Claudia.
Rosane completou ressaltando a mudança ao atualizarem, para o momento atual, histórias do realismo fantástico que são escritas há tanto tempo: “O que muda é o ponto de vista, como a gente pode trazer um frescor e esse olhar do nosso tempo. Primeiro a ideia de trazer uma mulher para o centro da trama. Porque um lobisomem e não uma lobimoça? E mais, a gente tem o lobo-guará, que é um lobo latino e brasileiro, e tem características apaixonantes.
Foto: reprodução/Globo
O que os atores têm a dizer?
As protagonistas, Letícia Vieira e Alanis Guillen também compartilharam sobre como foi o processo de criação. “Eu nunca tinha atuado na minha vida e protagonizar teve um peso muito grande (…). Então quando entrei nesse projeto, me imaginar como loba e tirar esse animal de dentro de mim foi um desafio. Eu estava morrendo de medo, mas eu acho que deu certo”, contou Letícia, que dá vida a lobimoça Luna.
“O processo de caracterização da Flora foi superinteressante. Ela também passa por transformações ali, usei peruca, cortei o cabelo imenso que eu tava, pintei. Essa série foi uma transformação desde o início. Ela exigiu que estivéssemos super disponíveis para entrar nesse universo fantástico e acreditar, porque realmente é uma super fantasia e muita realidade também, os dramas reais e profundos de cada personagem, a questão da família. A série fala também muito sobre a profundidade do ser humano e dos nossos desejos, anseios e necessidades”, explicou Alanis, responsável por interpretar Flora.
Além das protagonistas, a coletiva também apresentou os atores Pedro Alves e Laura Dutra, intérpretes de Michel e Celina, que chegam à cidade fingindo serem irmãos. Eles estão ligados à VPTech, empresa que financia pesquisas misteriosas envolvendo lobos-guará. Segundo seus intérpretes, esses personagens trarão intrigas e segredos que elevam o suspense da série. Com referências nacionais e uma estética única, Vermelho Sangue promete conquistar o público ao misturar terror, fantasia, romance e reflexões sobre identidade e liberdade.
Enquanto Luna carrega consigo o peso de transformar-se em loba-guará a cada lua cheia, Flora é vista como uma figura estranha pelos jovens de sua cidade, pois deseja ser e viver o extraordinário. Se para Luna, a transformação é um fardo, para Flora, a falta dela é uma frustração. Além de compartilharem a mesma idade, as duas têm em comum a sensação de não caberem nos lugares onde vivem e, por isso, suas relações dificilmente evoluem.
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ONE PIECE: A Série (2023) é uma série baseada no mangá homônimo escrito por Eiichiro Oda. A produção é estrelada por Iñaki Godoy como Monkey D. Luffy, Mackenyu como Roronoa Zoro, Emily Rudd como Nami, Jacob Romero como Usopp e Taz Skylar como Sanji.
Foto: divulgação/ Netflix
A série retorna com a segunda temporada em 2026 na Netflix. Além disso, a terceira temporada também está confirmada. A equipe de produção conta com os nomes Matt Owens e Steven Maeda, que são roteiristas, produtores executivos e showrunners. Eiichiro Oda, Marty Adelstein e Becky Clements também assinam a produção executiva.
Além disso, a nova temporada confirmou o elenco composto por Vincent Regan, Ilia Isorelýs Paulino, Morgan Davies, Aidan Scott, Langley Kirkwood, Jeff Ward, Celeste Loots, Alexander Maniatis, McKinley Belcher III, Craig Fairbrass, Steven Ward e Chioma Umeala.
Na trama, Luffy e o Bando dos Chapéus de Palha enfrentarão desafios inéditos em sua jornada rumo à lendária Grand Line. O próximo destino é Loguetown, conhecida como o último porto antes da Grand Line, que se torna o palco de encontros decisivos e momentos que podem mudar o destino dos piratas mais famosos do mundo.
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Transitando entre atuação, direção e produção, a artista reflete sobre a própria trajetória e sentimento de realização
Seja como Michelle, em 3% (2016), Maria João, em Belíssima (2005), ou Betânia, em Avenida Brasil (2012), a maioria dos amantes da televisão ou do cinema já acompanhou algum dos tantos trabalhos de Bianca Comparato. Em entrevista ao Entretetizei, a atriz, diretora e produtora de 39 anos compartilhou detalhes sobre os seus projetos mais recentes e contou como faz para conciliar tantos papéis ao mesmo tempo.
Tremembé, da Prime Video, é um dos principais trabalhos da atriz neste ano. Com data de estreia marcada para o dia 31 de outubro, a série detrue crime, baseadanas obras do autor Ulisses Campbell, apresenta a rotina de alguns dos detentos da Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, também conhecida como Penitenciária II de Tremembé.
A produção apresentará as trajetórias de Suzane von Richthofen, dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, de Elize Matsunaga, Alexandre Nardoni e de Anna Carolina Jatobá, que será interpretada por Bianca.
Em preparação que durou dois meses, a atriz contou que o papel talvez tenha sido o maior desafio da sua carreira. Para compreender ao máximo o modo de pensar e agir da personagem, ela assistiu a entrevistas, conversou com advogados sobre o caso Isabella Nardoni e buscou detalhes relacionados ao comportamento de Jatobá na prisão.
“Senti muita responsabilidade em lidar com uma história real e quis trazer nuances da personagem, de suas atitudes e ações. Além de ler os livros de Ulisses Campbell, eu li O Pior dos Crimes, de Rogério Pagnan, que trata do assassinato de Isabella Nardoni e levanta contrapontos em relação ao crime. Estudei a fundo a entrevista de Anna Carolina para o Fantástico, para trabalhar sua voz. Falei com advogados que têm opiniões opostas sobre a culpa de Anna Carolina e Alexandre [Nardoni] e descobri como era o comportamento dela na prisão. Eu também assisti a séries e filmes de true crime”, explicou.
A atriz pesquisou sobre o funcionamento do presídio de Tremembé e conversou com egressos para entender a dinâmica dentro da penitenciária e extrair detalhes, incluindo questionamentos sobre o gosto da comida ou como era o colchão do local, por exemplo.
A direção da série é de Vera Egito e o elenco ainda conta com Marina Ruy Barbosa, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Carol Garcia, Lucas Oradovschi, Anselmo Vasconcelos e Letícia Rodrigues.
Neste ano, Comparato também atuou como diretora, dessa vez em uma audionovela de ficção científica, com romance sáfico e um toque futurista. No Espaço Entre Nós, da Audible, traz a história de amor de Lilith (Alice Carvalho), inteligência artificial que atua como uma astronauta e está isolada em uma missão espacial, e Maitê Rangel (Alanis Guillen), uma psicóloga que desenvolve métodos para cuidar da saúde mental de tripulações.
Com roteiro assinado pela escritora baiana Elayne Baeta, a produção sonora aborda amor, conexão, solidão e luto. Para Bianca, apresentar uma narrativa intensa apenas com o som foi interessante e a atriz demonstrou entusiasmo já para o próximo projeto do tipo.
“O formato ainda é relativamente novo no Brasil, apesar de ser uma consequência das radionovelas. É algo novo e clássico ao mesmo tempo. Foi muito interessante o exercício de contar uma história somente com som. Eu adorei a experiência e já estou animada para a próxima”, afirmou.
Ainda navegando em produções sonoras, a atriz também deu voz ao audiolivro Autobiografia do Vermelho, romance da autora Anne Carson.
A audionovela No Espaço Entre Nós é estrelada pelas atrizes Alice Carvalho e Alanis Guillen Foto: reprodução/Instagram
Em 2024, Bianca Comparato retornou ao Brasil, após passar uma temporada nos Estados Unidos, onde mergulhou no mercado internacional e fez parte de trabalhos relevantes, como Grey’s Anatomy (2005). Ao relembrar da participação na série, a artista contou ao Entretetizei que o projeto foi a realização de um sonho e falou sobre o que considerou como o maior desafio durante o período longe do país.
“Eu sou fã da série e poder estar nos estúdios e contracenar com atores que admiro foi uma experiência inesquecível. O maior desafio é estar longe de casa, da família e dos amigos”, disse.
Além de atuar e dirigir, Comparato tem uma produtora. A South, criada em parceria com a atriz Alice Braga, busca contar histórias do Sul Global e já tem alguns projetos lançados, como o curta-metragem documental Miranha (2025), de Zahy Tentehar e Luiz Bolognesi, e Yawara (2024), uma audiossérie documental produzida em parceria com a artista e ativista Daiara Tukano. Ambas as produções abordam a temática da violência contra povos indígenas.
Segundo Bianca, os planos da produtora para 2026 incluem a gravação do longa Crocodila, de Gabriela Amaral Almeida.
“Sempre sonhei em ter uma produtora que pudesse apoiar talentos emergentes e novas narrativas e encontrei isso na South”, compartilhou.
Questionada sobre como consegue conciliar tantas funções diferentes, a atriz brincou ao responder que “nem ela sabe como consegue”. No entanto, Comparato afirma que apenas segue o seu desejo como artista e busca não dar rótulos para as funções.
“Para mim, é tudo a mesma coisa na essência: contar histórias que inspiram reflexão. A arte sempre teve e sempre vai ter esse papel na minha vida.”
Em meio a diferentes trabalhos e personagens complexas, Bianca reflete sobre o momento atual da carreira e se sente realizada. A artista, porém, compartilhou um sonho que ainda quer concretizar: ter um terreno no mato e construir um refúgio para si.
E aí, acompanha o trabalho da atriz? Conta para a gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, Facebook e Instagram para não perder nenhuma novidade.
Manas disputa vaga no Goya; Kasa Branca e Oeste Outra Vez buscam indicação no Forqué
A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta terça-feira (23) os longas-metragens que irão representar o Brasil em duas tradicionais premiações espanholas: os Prêmios José María Forqué 2025 e os Prêmios Goya 2026. Diferentes produções brasileiras foram selecionadas para concorrer às vagas. Manas (2024), de Mariana Brennand, disputará uma indicação ao prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano na 40ª edição dos Prêmios Goya, marcada para fevereiro de 2026, em Barcelona. Já Kasa Branca (2024), de Luciano Vidigal, e Oeste Outra Vez (2024), de Erico Rassi, buscam espaço no 31º Prêmio Cinematográfico José María Forqué, que acontece em dezembro de 2025, em Madri.
Produções de países como Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela também participam da disputa, concorrendo ao título de Melhor Filme Latino-Americano do Ano no Forqué e de Melhor Filme Ibero-Americano nos Goya.
Foto: divulgação/Academia Brasileira de Cinema
Com mais de 20 prêmios internacionais, Manas já conquistou o principal troféu da Jornada dos Autores, mostra paralela competitiva do Festival de Veneza 2024; o Women in Motion, voltado a novos talentos femininos, entregue a Brennand no Festival de Cannes 2025; e o Prêmio Especial do Júri na Première Brasil do Festival do Rio 2024. Resultado de dez anos de pesquisa sobre a exploração sexual infantil na Ilha de Marajó (PA), o longa apresenta a história fictícia de Marcielle (Jamilli Correa), uma menina de 13 anos que, ao reconhecer o ambiente de abuso em que vive, busca ajuda.
Baseado em uma história real, Kasa Branca tem roteiro e direção de Luciano Vidigal e acompanha Dé (Big Jaum), jovem morador da periferia do Rio de Janeiro que, ao descobrir que sua avó está em fase terminal de Alzheimer, recebe o apoio dos amigos para aproveitar com ela seus últimos dias de vida. O filme já percorreu festivais como o de Torino, na Itália, onde estreou internacionalmente, e o Festival do Rio, no qual recebeu os prêmios de Melhor Direção, Melhor Ator Coadjuvante (Diego Francisco), Melhor Fotografia (Guga Bruno e Fernando Aranha) e Melhor Trilha Sonora (Arthur Sherman).
Foto: divulgação/Academia Brasileira de Cinema
Escrito e dirigido por Erico Rassi, Oeste Outra Vez é estrelado por Ângelo Antônio e Babu Santana e foi um dos grandes vencedores do 52º Festival de Gramado, conquistando três Kikitos: Melhor Filme, Melhor Direção de Fotografia (André Carvalheira) e Melhor Ator Coadjuvante (Rodger Rogério). Inspirado no faroeste, o longa narra a história de Durval (Babu Santana) e Totó (Ângelo Antônio), que vivem no sertão de Goiás e, após serem abandonados pela mesma mulher, iniciam uma disputa implacável um contra o outro.
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