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Especial | Entre erros e amores superficiais: o verão que não mudou a vida de ninguém

Amadurecer deveria nos arrancar do lugar, obrigar a encarar a morte, a dor, a fé e o mal. Mas, na série, o que vemos são clichês reciclados e um vazio embrulhado em celofane colorido

[Contém spoiler]

O primeiro livro da trilogia O Verão que Mudou Minha Vida (Jenny Han) foi publicado em 2009. Poucos anos depois, a autora alcançaria o sucesso mundial com Para Todos os Garotos que Já Amei (2014), elevado ao status de fenômeno adolescente. Com a adaptação bem recebida deste último, parecia inevitável que outro título da escritora ganhasse sua versão para as telas — e que os fãs embarcassem na empolgação.

Até aí, tudo bem. Uma adaptação nunca é uma cópia fiel do livro, mas convenhamos: não precisava ser tão distante, a ponto de comprometer até o pouco de densidade que a obra original carregava.

E, antes que os defensores da série corram para acender suas tochas, vamos com calma: a ideia aqui é encarar de frente os problemas que marcaram principalmente a última temporada, recém-finalizada no Prime Video.

Portanto, passe o protetor solar, prepare a sua limonada (ou a marguerita) e vamos mergulhar nesse verão que prometia ser uma jornada de amadurecimento e transformações, mas só conseguiu repetir clichês.

As primeiras temporadas 
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Nas duas primeiras, acompanhamos Isabel ‘Belly’ Conklin (Lola Tung) lidando com os desafios do primeiro amor, as expectativas não correspondidas desse sentimento e o seu envolvimento em um triângulo amoroso com os irmãos Conrad Fisher (Christopher Briney) e Jeremiah Fisher (Gavin Casalegno). 

Após um breve relacionamento com Conrad — seu primeiro amor —, Belly vê tudo ruir quando ele coloca um ponto final em tudo. Na segunda temporada, ela acaba se envolvendo com Jeremiah, até então seu melhor amigo.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Esse contexto também é apresentado nos livros, porém neles há uma narrativa delicada de amadurecimento, emoções adolescentes e relações familiares complexas. Belly, por exemplo, amadurece aos poucos, suas inseguranças são centrais e dão profundidade à personagem.

Já na série, ela parece estagnada, repetindo os mesmos erros sem demonstrar um crescimento emocional real. A adaptação prende a protagonista no rótulo de adolescente indecisa. 

Nuances perdidas no triângulo amoroso
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

A terceira temporada trouxe personagens mais velhos, mas nem por isso mais sábios. Ainda nos primeiros episódios, descobrimos a traição de Jeremiah durante a viagem a Cabo, e a série resgata uma dinâmica muito parecida com a de  Ross e Rachel, personagens da sitcom Friends (1994–2004), com a questão do “nós estávamos dando um tempo”.

Ao mesmo tempo, Belly também esconde que, no último natal, Conrad esteve com ela na casa da praia, enquanto todos acreditavam que ela estava sozinha. Ou seja, o relacionamento em si já apresenta problemas antes dos eventos do verão, mas da forma como são trabalhados, o drama amoroso acaba soando repetitivo e superficial, com pouca evolução entre as temporadas. 

Assim como no terceiro livro, a narração desta temporada alterna entre Belly e Conrad, o que já entrega uma dica do desfecho. Essa escolha narrativa deveria aprofundar as motivações dele — por que terminou tudo da primeira vez, por exemplo —, mas a série faz pouco para que entendamos suas ações. Já no livro, mesmo fracas, as motivações são perceptíveis. 

As famílias desestruturadas 
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

As relações familiares frágeis, as perdas e as dificuldades são pontos que afetam diretamente os protagonistas. A trilogia mostra o impacto do divórcio dos pais de Belly e a forma como sua mãe encara questões afetivas por conta dessa dinâmica; já os irmãos Fisher enfrentam a infidelidade do pai enquanto a mãe enfrenta um câncer — trazendo ainda o enfrentamento do luto nas duas últimas temporadas. 

O contraste entre luto e adultério é particularmente revelador, pois nos ajuda  a entender a rebeldia de Conrad, a necessidade constante de validação de Jeremiah e como a perda da mãe, que era o elo da família, acaba por romper essa estrutura. 

A série até traz um pouco dessa dinâmica mostrando a falta de estrutura, mas não problematiza. Os pais são tão imaturos quanto os filhos, os acontecimentos são pouco trabalhados e mal nos lembramos desse dilemas como algo que, de fato, causaria algum trauma significativo ou dor nos protagonistas, servindo como um motor narrativo. O que poderia ser uma crítica social se perde em conflitos mal resolvidos.

O problema de romantizar relacionamentos disfuncionais 

O ponto central é que, no livro, Belly tenta dissecar, mesmo que com certo distanciamento e medo, o que sente por cada um dos irmãos. Na terceira temporada da série, temos a sensação de que ela passa o tempo inteiro tentando se convencer de que gosta de Jeremiah.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Não por acaso, uma das frases mais repetidas em todos os episódios após o pedido de casamento é: “Eu vou me casar com meu melhor amigo”. O tom, no entanto, não é de contemplação ou felicidade, mas funciona como um lembrete de que, apesar de todos os receios que a personagem segue ignorando, essa é uma escolha segura para não ficar sozinha. 

Jeremiah, tanto na série quanto no livro, é mimado e manipulador, mas na adaptação, seu vitimismo e manipulação são ainda mais corrosivos: ele se coloca em uma posição em que os outros — não apenas a namorada, mas também os amigos — precisam ceder às suas vontade, sob a pena de enfrentarem crises e cobranças.

Ele precisa ser constantemente validado, enquanto Belly precisa se sentir escolhida, acreditando que, mesmo sem Conrad, ainda há alguém que a deseje. E aqui surge um dos perigos em relação à estética da série e a essência do livro. 

A adaptação se preocupou em entregar uma estética instagramável: verão ensolarado, casas de praia e trilha sonora pop, mas não se preocupou em mostrar a realidade de se estar em um relacionamento disfuncional e, em muitos aspectos, tóxico. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Ambos os personagens têm sua parcela de responsabilidade, mas a série romantiza tudo isso e apresenta como se fosse normal. Em nenhum momento trata esses relacionamentos pelo que realmente são: abusivos. Manipulação, vitimismo e egocentrismo podem destruir alguém, mas a série não identifica isso e trata como se fosse apenas uma característica da personalidade de ambos. 

O público, formado na maioria das vezes por jovens entre 15 e 23 anos, tende a mimetizar essas ações em sua vida e relacionamentos. Os impactos disso podem ser melhor explicados por profissionais de saúde mental, mas muitos conhecem pessoalmente casos que acabam se tornando um ciclo de aprisionamento e traição difíceis de romper. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Um exemplo é o pedido de casamento. Na série, ele é mostrado como o impulso de um amor juvenil que, após o acidente de Steven (Sean Kaufman), percebe o quanto a vida é frágil e decide não apenas reatar após a descoberta da traição, mas casar. No livro, percebe-se que Jeremiah, age na tentativa de garantir que Belly nunca o deixe. Ele usa o pedido de casamento como um elemento para que a personagem se sinta culpada, caso não corresponda à profundidade do “amor” dele. 

Os últimos episódios  

Toda a trama em Paris não existe no livro, assim como o acidente de Steven. Após os eventos que findam em Jeremiah cancelando o casamento, a narrativa salta alguns anos: Belly está com 23 anos, é o dia de seu casamento e ela conta superficialmente que terminou com Jeremiah, foi morar com Anika e fez o último ano da faculdade na Espanha.

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Para surpresa de muitos que se arrastaram para concluir a última temporada, o arco dramático que se passa na cidade das luzes — com exceção das cenas iniciais que mostram Belly chegando à cidade — chega a ser até agradável de acompanhar.       

Nesses episódios, temos Belly se desafiando a amadurecer (imaginem só!), a tomar as rédeas da própria vida e a ser responsável por suas escolhas. Aparentemente, ela funciona melhor em um cenário que não envolve nenhum dos irmãos. 

Talvez o que Belly precisava era descobrir que o mundo não se resume a Cousins Beach e que, em uma população com bilhões de pessoas, ela não precisa escolher entre dois irmãos por medo de ficar sozinha ou ter uma dependência emocional.

Em um cenário ideal, a série acabaria com cada um seguindo seu próprio caminho e nenhum deles ficando juntos. Mas Conrad, que também tem sua cota de problemas emocionais e imaturidade, resolve ir atrás de Isabel em Paris e o resto é mais da mesma história. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

No fim, não conseguimos ter empatia por nenhum dos protagonistas. A falha em construir algo que realmente nos prendesse às suas histórias é tão grande que até a cena de amor, após o reencontro, que deveria ser o ápice da temporada, nos dá apenas a esperança de que a série esteja finalmente chegando ao fim.   

O que esperar do próximo verão
Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Mal nos despedimos do verão atual e, no evento do final da temporada em Paris, anunciaram um filme, aparentemente com foco em Belly e Conrad e os acontecimentos que levam ao casamento — que, no livro, acontece cerca de quatro anos depois do cancelamento da cerimônia com Jeremiah. 

A escolha por mostrar essa passagem de tempo foi esperta por parte da produção, que obtém mais lucro ao prolongar a trama, mas também foi mais significativa no desenvolvimento do romance entre os personagens, uma vez que sugere um processo maior de recuperação antes de Belly engatar em um “novo” romance com Conrad, já que nas temporadas anteriores a impressão que temos é a de que a personagem troca de irmãos a seu bel prazer. 

Foto: divulgação/Amazon MGM Studios

Sabemos que adaptações sempre trazem escolhas e que a série poderia ter apresentado uma narrativa mais concisa de amadurecimento emocional e familiar, em vez de ser mais um drama teen. Então, nos perguntamos: será que o filme amadurecerá junto com seus personagens ou todos ficarão sempre presos no mesmo verão?  

Quais foram suas impressões sobre a última temporada da série? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei Facebook, Instagram e X e nos siga para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Notícias Séries

Maxton Hall: trailer da 2ª temporada é divulgado junto com data de estreia

Série original da Amazon mais assistida internacionalmente retorna em novembro com episódios inéditos

O Prime Video divulgou o trailer oficial da segunda temporada de Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós e anunciou que a estreia está marcada para sete de novembro. A primeira temporada alcançou o topo das séries originais da Amazon em mais de 120 países.

A nova temporada é baseada no livro Save You, segundo volume da trilogia de Mona Kasten, e traz altos e baixos para o casal Ruby (Harriet Herbig-Matten) e James (Damian Hardung). A trama explorará uma reviravolta que abala a vida de Ruby, deixando-a com saudade de sua antiga rotina. Ela não consegue esquecer James, mesmo tendo sido profundamente magoada — e ele fará de tudo para reconquistá-la.

Foto: reprodução/Prime Video

Assim como na primeira temporada, o elenco conta com Harriet Herbig-Matten e Damian Hardung, além do retorno de Sonja Weißer (Lydia), Ben Felipe (Cyril), Fedja van Huêt (Mortimer), Runa Greiner (Ember), Justus Riesner (Alistair), Andrea Guo (Lin), Frederic Balonier (Kieran) e Eli Riccardi (Elaine).

A nova temporada de Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós é dirigida por Martin Schreier. O time de produção conta com Markus Brunnemann e Ceylan Yildirim, que também atua como roteirista principal ao lado de Juliana Lima Dehne e Marlene Melchior. Valentin Debler também retorna como produtor pela UFA Fiction.

Confira o trailer abaixo:

 

E você, está ansioso para a segunda temporada de Maxton Hall? O que você espera que aconteça entre Ruby e James? Conta para a gente nos comentários!

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moutra

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Notícias Teatro

Titanique — O Musical estreia em outubro no Brasil

A produção brasileira é uma comédia do icônico filme de 1997 e estreia no Teatro Sabesp Frei Caneca

Titanique O Musical é um espetáculo cômico do filme Titanic (1997), do diretor James Cameron. A produção foi criada por Tye Blue, Marla Mindelle e Constantine Rousouli, com orquestrações e arranjos de Nicholas James Connell. Após encantar a plateia de cidades como Nova York, Londres, Sydney, Toronto e Paris, a peça estreia em solo brasileiro no dia 11 de outubro, no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo.

Titanique - O Musical - Jack e Rose
Foto: divulgação/Caio Gallucci

A montagem brasileira tem a direção de Gustavo Barchilon, que traz uma versão adaptada para o humor do público brasileiro. O espetáculo celebra a música pop, o cinema e o teatro musical com uma dose ousada de irreverência e excesso teatral. E também promete arrancar gargalhadas e emocionar.

Depois de dirigir algumas comédias, mergulhar em Titanique é como voltar às minhas raízes. Porém, dessa vez, com um navio, uma diva pop e um iceberg a bordo. Nossa produção brasileira preserva a alma do original, mas encontra seu próprio tom ao dialogar com a tradição do teatro besteirol brasileiro — um estilo que sempre soube rir do absurdo com inteligência, música e travessura”, conta o diretor Gustavo Barchilon. 

Titanique- O Musical - elenco
Foto: divulgação/Caio Gallucci

O elenco brasileiro será formado por Alessandra Maestrini (Céline Dion), Marcos Veras (Jack), Giulia Nadruz (Rose), Luis Lobianco (Ruth, mãe da Rose), George Sauma (Carl), Wendell Bendelack (Victor Garber), Valéria Barcellos (Tina Turner), Talita Real (Molly Brown), Matheus Ribeiro (Marinheiro), Luiza Lapa, Marcos Lanza e Luan Carvalho.

Na trama, a história de amor de Jack e Rose é reimaginada sob a ótica exagerada e dramática da diva pop Céline Dion. Ela assume o papel de narradora e conduz o público por uma jornada cheia de emoção, risadas e números musicais eletrizantes. Além disso, o repertório vai incluir alguns dos maiores hits dela, como My Heart Will Go On, It’s All Coming Back to Me Now e All By Myself.

Titanique- O Musical - Céline
Foto: divulgação/Caio Gallucci

Segundo Gustavo Barchilon: “O besteirol brasileiro sempre mostrou que é possível rir com sofisticação, usando o exagero, o nonsense e a quebra de lógica. Titanique faz exatamente isso: transforma a tragédia épica do Titanic numa celebração escancaradamente camp e queer, onde vale tudo — inclusive cantar My Heart Will Go On como se fosse a última coisa que você fará na vida. 

Meu conceito parte dessa licença para o excesso. O palco vira um navio performático, onde a precariedade vira linguagem e o erro é bem-vindo. O público está por dentro da piada — sabe que está vendo teatro e por isso mesmo embarca com ainda mais prazer.

Titanique - O Musical - Jack e Rose
Foto: divulgação/Caio Gallucci
SERVIÇO

Local: Teatro Sabesp Frei Caneca – Shopping Frei Caneca, 7° Piso

Endereço: Rua Frei Caneca, nº 569, Consolação, São Paulo – SP

Temporada: 11 de outubro a 14 de dezembro de 2025

Sessões: sábados, às 17h e 20h, e domingos, às 15h e 18h

Duração: 110 minutos

Capacidade: 600 pessoas

 

INGRESSOS

Vendas pela internet: site Uhuu 

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca (sem incidência de taxa de serviço): 7º Piso do Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, nº 569, Consolação, São Paulo – SP

Horário de funcionamento: terça-feira a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 19h; segunda-feira, bilheteria fechada

Bilheteria do Teatro Bradesco (sem incidência de taxa de serviço): 3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo – Rua Palestra Itália, nº 500, Loja 263, Perdizes, São Paulo – SP

Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 20h; em dias de evento, o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz 

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Cinema Notícias

Inspirada em uma história real, animação Totto-chan: A Menina na Janela ganha trailer

Com distribuição da Sato Company, o longa chega aos cinemas em outubro, próximo ao Dia das Crianças

A Sato Company divulgou o trailer de Totto-chan: A Menina na Janela, animação inspirada no clássico livro de memórias da atriz e apresentadora japonesa Tetsuko Kuroyanagi.

Aos 7 anos, a pequena Totto-chan era vista como problemática por seus professores, sendo até expulsa da escola em que estudava. Sua vida muda quando sua mãe encontra uma instituição de ensino com métodos nada convencionais, onde sua energia passa a contagiar colegas e até o próprio diretor.

Com a Segunda Guerra Mundial como pano de fundo, a história retrata a infância de Kuroyanagi, registrada no livro homônimo, que se tornou um fenômeno editorial no Japão e no mundo. Agora, a obra ganha vida na animação dirigida por Shinnosuke Yakuwa, com estreia marcada para o dia 9 de outubro.

Confira o trailer: 

O elenco de vozes traz a estreante Liliana Ôno, como Totto-chan, e o premiado Kôji Yakusho, como o diretor Kobayashi. O ator japonês venceu o prêmio de melhor ator, em Cannes, por Dias Perfeitos, de Wim Wenders.

A produção já conquistou o público internacional: recebeu o prêmio especial no Festival de Annecy, o mais prestigiado das animações, e foi indicada ao Prêmio da Academia Japonesa de Cinema como melhor animação do ano. No Brasil, também chamou atenção ao ser exibida na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Sinopse
Foto: divulgação/Sato Company

Após ser expulsa da escola por seu comportamento inquieto, Totto-chan é matriculada na Tomoe Gakuen, instituição que aposta em métodos de ensino inovadores e independentes. Em meio ao cenário tenso da entrada do Japão na Segunda Guerra Mundial, a menina cria laços fortes com o diretor da escola e com Yasuaki, um colega com poliomielite. A partir dessas relações, Totto-chan aprende sobre solidariedade, empatia e responsabilidade.

Sobre a autora

Personalidade da TV japonesa, Tetsuko Kuroyanagi decidiu escrever suas memórias no fim dos anos 70, preocupada com o aumento da evasão escolar no Japão. Publicada inicialmente em capítulos, a obra foi reunida em livro em 1981 e logo se tornou um sucesso absoluto, sendo até adotada como material didático em escolas.

Mais de 25 milhões de cópias depois, Totto-chan: A Menina na Janela entrou para o Guinness em 2023 como a autobiografia mais vendida escrita por um único autor. Kuroyanagi, hoje aos 91 anos, também acumula outro recorde: seu programa de entrevistas é o talk show mais longevo do mundo com a mesma apresentadora.

Além da carreira artística, Tetsuko é reconhecida por trabalhos de caridade, atuando como conselheira do WWF e embaixadora da Boa Vontade da UNICEF.

Sobre a Sato Company

Fundada em 1985, a Sato Company é pioneira na distribuição e referência em Animes e Tokusatsu, tendo, em seu portfólio, conteúdos asiáticos de sucesso de público e crítica como Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, Godzilla Minus One, O Menino e a Garça, dentre muitos outros. 

Totto-chan: A Menina na Janela chega aos cinemas brasileiros ainda este mês e promete conquistar o público.

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Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Cinema Destaques Notícias

Já em clima de Halloween, pôster de Terror em Shelby Oaks é divulgado e filme já tem data de estreia

O filme tem distribuição da Diamond Films e chega aos cinemas de todo o Brasil no final deste mês, com uma história que promete arrepiar o público

Terror em Shelby Oaks é o novo filme de terror que estreia neste mês de outubro nos cinemas. A obra já tem o pôster divulgado pela Diamond Films.

shelby oaks
Foto: divulgação/Diamond Films

A trama narra a investigação de Mia (Camille Sullivan), que está determinada a encontrar pistas sobre o desaparecimento de sua irmã Riley (Sarah Durn). Ela era uma youtuber famosa que investigava eventos sobrenaturais.

Mia volta a ter esperanças de encontrar a irmã depois que recebe uma fita misteriosa que mostra que Riley pode estar viva. Depois disso, a personagem mergulha em uma profunda investigação que coloca em risco sua vida. 

Confira o trailer:

 

O filme é produzido por Mike Flanagan (Ouija, 2016; A Maldição da Residência Hill, 2018) e estreia nacionalmente nos cinemas no dia 30 de outubro.

E você, já colocou essa obra na lista dos filmes de Halloween deste ano? Conta pra gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz 

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Cinema Notícias Séries

Trailer de Donos do Jogo, a nova série sobre o jogo do bicho, é divulgado

A produção, que reúne grandes nomes do cinema, estreia no streaming e mostra uma guerra pelo comando do crime no Rio de Janeiro 

Foi divulgado, nesta semana, o trailer de Donos do Jogo, a nova série ficcional da Netflix. 

O trailer mostra o lado perigoso da cidade e tem, como protagonista, o Profeta (André Lamoglia), que precisa se destacar para garantir seu lugar no topo. Ao longo da trama, o personagem vai enfrentar confrontos intensos e apostas contra famílias poderosas, em que cada partida pode ser decisiva.

donos do jogo
Foto: divulgação/Marcos Serra Lima/Albert Andrade

A série se passa no cenário do Rio de Janeiro e os jogos ganham intensidade ao longo dos episódios, que prometem prender a atenção do público do início ao fim.

O elenco reúne nomes como André Lamoglia, Chico Diaz, Giullia Buscacio, Juliana Paes, Mel Maia, Xamã, entre muitos outros.

Produzida pela Paranoïd, Os Donos do Jogo inaugura o universo das produções de máfia. A série é uma criação de Heitor Dhalia, Bernardo Barcellos e Bruno Passeri. A direção fica por conta de Heitor Dhalia, Rafael Miranda Fejes e Matias Mariani. 

Os Donos do Jogo estreia em 29 de outubro na Netflix.

E aí, vai assistir a série? Conta pra gente e nos siga nas redes sociais do EntretêFacebook, Instagram e X — para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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