Caligrafia, artesanato e pintura coreana fazem parte da programação do primeiro semestre de 2026
O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) anunciou a abertura das inscrições para três cursos presenciais voltados à cultura tradicional do país: Caligrafia Coreana, Artesanato Gyubang e Pintura Minhwa. As inscrições começaram no dia 23 de março, às 10h, e seguem até 5 de abril.
As aulas serão realizadas na sede do CCCB, localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Os cursos são pagos e os valores devem ser repassados diretamente aos professores responsáveis, sem intermediação do Centro Cultural. A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, com resultado divulgado por e-mail no dia 6 de abril.
Foto: divulgação/Casa.com.br
Cursos exploram diferentes expressões da cultura coreana
Entre as opções disponíveis, o curso de Caligrafia Coreana será ministrado pelas professoras Kim Yun-hee e Song Jin-seop, com foco na escrita em hangul e na expressão artística por meio das palavras. Ao longo de dez semanas, os alunos desenvolverão técnicas que vão desde os fundamentos até a criação de composições autorais.
Já o curso de Artesanato Gyubang, conduzido pela professora Kim Young-ju (Sheila), apresenta uma tradição da dinastia Joseon marcada por trabalhos manuais delicados. Os participantes aprenderão a confeccionar peças como porta-copos, objetos decorativos e acessórios utilizando técnicas tradicionais coreanas.
Foto: divulgação/Entretetizei
Tradição e arte em destaque
Para quem se interessa por pintura, o curso de Minhwa será ministrado pelo artista Na Sung-ju e abordará a arte folclórica coreana. Durante as aulas, os alunos irão produzir obras inspiradas em elementos tradicionais, como flores, tigres e borboletas, além de participar de uma exposição ao final do curso.
Com vagas limitadas, os cursos reforçam o papel do CCCB como um dos principais espaços de difusão da cultura coreana no Brasil, promovendo experiências imersivas que conectam o público às tradições do país.
Foto: divulgação/Casa.com.br
Intercâmbio cultural em expansão
Ligado ao Ministério da Cultura, Esportes e Turismo da Coreia do Sul, o Centro Cultural Coreano no Brasil se consolidou como um importante ponto de intercâmbio cultural. Além dos cursos, o espaço oferece programação gratuita com exposições, cinema, música e uma biblioteca com milhares de títulos voltados à cultura coreana.
E aí, se interessou por algum dos cursos? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e já aproveita para nos seguir e ficar por dentro das notícias do mundo do entretenimento e da cultura!
Duas décadas depois da estreia no Disney Channel, Hannah Montana continua sendo muito mais que uma série: é memória afetiva, trilha sonora da adolescência e o fenômeno pop que transformou Miley Cyrus em estrela mundial
Se você cresceu nos anos 2000, existe uma chance gigantesca de que, em algum momento, tenha cantado bem alto “You get the limo out front…”. Talvez no quarto, talvez no ônibus da escola, talvez com uma escova de cabelo fingindo ser microfone. E, mesmo que não soubesse todas as palavras, uma coisa era certa: Hannah Montana estava em todo lugar.
A série estreou no Disney Channel em 2006 e rapidamente virou um fenômeno cultural que ultrapassou a televisão. Não era só um programa infantil, era uma mistura de sitcom, pop star fantasy e diário adolescente. Para milhões de fãs, era como se alguém finalmente tivesse transformado o sonho secreto de qualquer adolescente em uma história: ser normal e, ao mesmo tempo, extraordinária.
No centro dessa história estava Miley Cyrus, uma atriz adolescente praticamente desconhecida que, de repente, se viu interpretando duas identidades: Miley Stewart, uma garota comum lidando com escola, amigos e família, e Hannah Montana, a maior estrela pop do momento.
Foto: reprodução/rolling stone
Mas o que ninguém imaginava na época é que a série não apenas criaria uma personagem icônica como também lançaria uma das maiores carreiras pop da geração. Miley não estava apenas interpretando uma estrela pop. De certa forma, ela estava se tornando uma diante dos nossos olhos, bem no meio daquela era em que a TV parecia maior, mais colorida e mais mágica do que a vida real.
Ao longo de quatro temporadas, trilhas sonoras multiplatina, turnês lotadas e até um filme para o cinema, Hannah Montana virou um dos maiores fenômenos da história da Disney. Era a época em que tudo parecia possível, quando as tardes depois da escola significavam episódios novos, músicas novas e aquele sentimento delicioso de que, talvez, a vida pudesse ser tão divertida quanto na TV.
Foto: reprodução/recreio
Agora, vinte anos depois da estreia, revisitar Hannah Montana é revisitar uma era inteira da cultura pop adolescente. Uma época de glitter, guitarras pop, amizades caóticas, segredos absurdos e músicas que continuam grudadas na cabeça até hoje.
E se tem uma coisa que a série ensinou, é que alguns lugares e algumas histórias sempre encontram um caminho de volta para casa. E, para voltar a esse universo do jeito certo, vale começar pelo momento em que tudo ainda era só uma ideia improvável dentro da Disney, antes da peruca loira, antes dos shows e antes de Miley Cyrus se transformar no centro de um surto pop que atravessaria gerações.
The Best of Two Worlds: como uma ideia maluca sobre uma popstar secreta virou fenômeno global e colocou Miley Cyrus no centro do universo Disney
Antes de ser Hannah Montana, a série quase teve outro nome, outra protagonista e até outro conceito. Nos primeiros estágios de desenvolvimento no Disney Channel, o projeto se chamava That’s So Hannah, inspirado no sucesso de That’s So Raven. A ideia inicial era simples e irresistível: uma adolescente que vive uma vida dupla como estrela pop.
O conceito imediatamente chamou atenção dentro do canal. A Disney já tinha tido sucesso com séries adolescentes, mas essa tinha um ingrediente extra: música original. Não seria apenas uma sitcom, seria também uma plataforma para criar uma estrela pop de verdade, alguém que pudesse existir dentro e fora da tela, como se a fantasia pudesse escapar do episódio e invadir o mundo real. Foi aí que entrou em cena uma garota do Tennessee chamada Miley Cyrus.
Filha do cantor country Billy Ray Cyrus, Miley inicialmente fez teste para um papel secundário, o da melhor amiga da protagonista. Mas algo aconteceu durante as audições. Os produtores perceberam que ela tinha uma presença muito diferente: carisma natural, senso de humor afiado e, claro, uma voz poderosa.
No começo, alguns executivos hesitaram. Miley tinha apenas 12 anos, e muitos achavam que ela era jovem demais para liderar uma série. Mas, depois de novos testes e muita insistência, ficou claro que ela era a escolha perfeita.
Curiosamente, outro detalhe mudou durante a produção do piloto: o nome da personagem. Originalmente, a garota se chamaria Chloe Stewart. Mas, depois que Miley conquistou o papel, decidiram alterar para Miley Stewart, aproximando ainda mais a personagem da atriz.
Outro elemento decisivo para o sucesso da série foi escalar o próprio pai de Miley, Billy Ray Cyrus, para interpretar Robby Ray Stewart. A química entre os dois era totalmente natural porque, bem, eles realmente eram pai e filha, e isso dava à série uma sensação de aconchego muito própria, como se no meio daquela vida impossível ainda existisse algo familiar e verdadeiro.
Quando o primeiro episódio foi ao ar em março de 2006, ninguém imaginava o tamanho do fenômeno que estava começando. A audiência foi enorme para os padrões do canal, e rapidamente Hannah Montana virou o programa mais assistido do Disney Channel.
Mas o verdadeiro segredo do sucesso estava na proposta da história: uma adolescente tentando equilibrar fama, escola, amigos e identidade. Algo exagerado o suficiente para ser divertido, mas real o suficiente para que qualquer adolescente se identificasse.
E assim, quase sem perceber, Miley Cyrus passou de garota desconhecida para o rosto de uma geração inteira da Disney. Só que Hannah Montana nunca funcionou apenas por causa da premissa ou da estrela no centro de tudo. O que fez a série grudar de vez na memória de quem cresceu nos anos 2000 foi o universo ao redor dela, com personagens caóticos, amizades inesquecíveis e aquela sensação de que, por trás do glitter e dos shows, existia uma história sobre família, lealdade e adolescência.
Sweet niblets! A vida de Miley Stewart, a estrela Hannah Montana e os amigos que transformaram a série em um clássico absoluto
No centro de Hannah Montana está uma premissa deliciosa: Miley Stewart parece uma adolescente comum vivendo em Malibu, indo à escola e lidando com os dramas típicos da adolescência. Mas existe um detalhe gigantesco que quase ninguém sabe: ela é secretamente a superestrela pop Hannah Montana.
A série gira em torno do esforço de Miley para equilibrar esses dois mundos. Durante o dia, ela é apenas uma estudante tentando sobreviver às provas, crushes e situações constrangedoras. À noite, ou sempre que coloca a famosa peruca loira, ela sobe aos palcos diante de milhares de fãs.
Claro que manter esse segredo gigantesco seria impossível sem ajuda.
Um dos personagens mais queridos da série é seu irmão mais velho, Jackson Stewart, interpretado por Jason Earles. Jackson é dramático, exagerado e está constantemente metido em situações absurdas, muitas vezes trabalhando em empregos bizarros ou tentando provar que é mais maduro do que realmente é.
Foto: reprodução/Hannahwiki
Já o coração emocional da série está na relação entre Miley e seu pai, Robby Ray Stewart, interpretado por Billy Ray Cyrus. Robby é um pai amoroso, meio atrapalhado, mas cheio de conselhos sinceros que frequentemente viram pequenas lições no final dos episódios, daquelas que pareciam simples quando a gente assistia mais novo, mas ficam até mais bonitas quando revisitadas anos depois.
Foto: reprodução/hannah wiki
Mas se Hannah Montana conquistou uma geração, muito disso se deve às amizades da protagonista.
A melhor amiga de Miley é Lilly Truscott, interpretada por Emily Osment. Lilly é energética, leal e a primeira pessoa a descobrir o segredo de Miley. Como alter ego da popstar, ela cria a personagem Lola Luftnagle, uma figura excêntrica cheia de roupas coloridas e personalidade exagerada.
Outro personagem essencial é Oliver Oken, vivido por Mitchel Musso. Oliver é inicialmente um superfã obsessivo de Hannah Montana, o que torna ainda mais engraçado o momento em que ele descobre que sua melhor amiga é justamente a cantora que ele idolatra.
Ao longo das temporadas, o trio Miley, Lilly e Oliver se torna o verdadeiro coração da série. Eles brigam, fazem confusões gigantescas e enfrentam dramas adolescentes, mas sempre acabam se apoiando.
Foto: reprodução/imdb
E talvez seja justamente isso que fez Hannah Montana durar tanto no imaginário coletivo: por trás da peruca loira, dos shows e da fama absurda, a série sempre foi sobre amizade, família e descobrir quem você realmente é. E foi dessa mistura de caos, humor e sentimento que nasceram alguns dos episódios mais inesquecíveis do Disney Channel, daqueles que a gente ainda lembra pelo nome, pela música, pela participação especial ou simplesmente pela sensação de estar vivendo tudo junto com eles do outro lado da tela.
Nobody’s Perfect (mas alguns episódios chegaram bem perto): as histórias que fizeram a gente rir, chorar e lembrar por que Hannah Montana era impossível de largar
Uma das razões pelas quais Hannah Montana virou um fenômeno tão grande foi sua capacidade de misturar comédia exagerada com momentos genuinamente emocionantes. Em um episódio você estava rindo de Jackson preso em alguma situação absurda e, no outro, estava vendo Miley refletir sobre fama, amizade ou família.
Ao longo de quatro temporadas, exibidas entre 2006 e 2011 no Disney Channel, a série produziu dezenas de episódios memoráveis. Alguns viraram favoritos instantâneos entre os fãs, seja pelas participações especiais, pelas confusões gigantes ou pelas lições emocionais que sempre apareciam no final.
Aqui estão alguns dos episódios mais marcantes da história da série:
Lilly, Do You Want to Know a Secret? – Temporada 1, Episódio 1 (2006)
O primeiro episódio de Hannah Montana já estabelece toda a magia da série. Aqui conhecemos Miley Stewart, sua vida em Malibu e o enorme segredo que ela guarda: ser Hannah Montana. A trama gira em torno de Miley tentando decidir se deve contar a verdade para sua melhor amiga, Lilly.
Quando Lilly acaba descobrindo a identidade secreta de Hannah sem querer, a reação inicial é puro choque, seguida de uma mistura de empolgação e incredulidade. O momento em que Miley revela o segredo oficialmente é um dos mais icônicos da série.
Além de introduzir os personagens principais, o episódio também define o tom da série: humor rápido, amizade sincera e aquele toque de fantasia adolescente que fazia tudo parecer possível.
Mascot Love – Temporada 1, Episódio 8 (2006)
Esse episódio é um exemplo perfeito do humor físico absurdo da série. Miley se apaixona por um garoto, mas tudo fica complicado quando ela descobre que ele é o mascote rival do time da escola.
Enquanto isso, Lilly tenta lidar com seu próprio crush, e as situações começam a se acumular em um nível de confusão digno de sitcom clássica.
Mascot Love é lembrado por muitas cenas hilárias e por mostrar como a série sabia explorar perfeitamente os dramas exagerados da adolescência.
Foto: reprodução/imdb
Me and Mr. Jonas and Mr. Jonas and Mr. Jonas – Temporada 2, Episódio 16 (2007)
Esse episódio é praticamente um evento cultural dos anos 2000. Nele, os Jonas Brothers aparecem como eles mesmos, causando um caos absoluto na vida de Miley e Lilly.
As duas acabam competindo pela atenção da banda, cada uma tentando provar que é a maior fã. O resultado é uma sequência de situações absurdas e extremamente engraçadas.
Além disso, o episódio inclui performances musicais e ajudou a consolidar a série como um ponto de encontro das maiores estrelas jovens da Disney naquela época.
Foto: reprodução/imdb
He Could Be the One – Temporada 3, Episódio 18 (2009)
Esse episódio é lembrado por trazer um dos maiores dilemas românticos da série. Miley precisa decidir entre dois interesses amorosos: Jake Ryan e Jesse.
O episódio mistura drama adolescente com humor e ainda inclui a apresentação da música He Could Be the One, que virou um grande sucesso entre os fãs.
Foi um daqueles momentos em que a série mostrou que também sabia trabalhar histórias mais emocionais, não apenas comédia.
Foto: reprodução/imdb
I’ll Always Remember You – Temporada 4, Episódio 9 (2010)
Esse episódio é simplesmente um dos mais emocionantes de toda a série.
Aqui, Miley decide finalmente revelar ao mundo que ela é Hannah Montana. O momento em que ela tira a famosa peruca loira diante de milhares de fãs é um dos mais icônicos da história do Disney Channel.
A música I’ll Always Remember You toca durante a cena e transforma o episódio em um verdadeiro marco emocional para quem acompanhava a série desde o começo.
Foto: reprodução/disney channel
E talvez esse seja o maior poder de Hannah Montana: fazer a gente rir durante vinte minutos e, de repente, lembrar que aquela história também estava crescendo junto com a gente. E parte desse crescimento sempre aconteceu através da música, porque poucas séries conseguiram transformar suas canções em uma trilha sonora tão marcante para uma geração inteira.
The soundtrack of our childhood: as músicas solo de Hannah Montana que viraram trilha sonora de toda uma geração
Se Hannah Montana fosse apenas uma série divertida, talvez ela não tivesse se tornado um fenômeno tão gigantesco. O que realmente elevou o projeto a outro nível foi sua música. As trilhas sonoras de Hannah Montana venderam milhões de cópias e transformaram Miley Cyrus em uma estrela pop mundial ainda na adolescência.
Entre baladas emocionantes e hinos pop grudentos, algumas músicas ficaram marcadas para sempre na memória dos fãs:
The Best of Both Worlds
A música tema da série é praticamente um manifesto da personagem. Ela explica exatamente o conceito da história: viver uma vida comum e, ao mesmo tempo, ser uma superstar.
Com guitarras pop e um refrão impossível de esquecer, essa música se tornou instantaneamente icônica.
Até hoje, basta ouvir os primeiros segundos para milhões de fãs serem transportados direto para as tardes assistindo Disney Channel.
Nobody’s Perfect
Nobody’s Perfect virou um dos maiores hinos da série.
A música fala sobre cometer erros, aprender com eles e seguir em frente, uma mensagem simples, mas que ressoou profundamente com o público adolescente.
Além disso, a performance da música em shows e episódios sempre foi uma das favoritas dos fãs.
Rock Star
Essa música mostra o lado mais glamouroso de Hannah Montana. A letra descreve a vida de uma estrela pop, com viagens, fãs, shows e holofotes.
Era o tipo de música que fazia qualquer fã imaginar como seria viver aquela vida.
If We Were a Movie
Uma das músicas mais queridas da primeira temporada, essa canção mistura romance adolescente com uma metáfora divertida sobre filmes.
A ideia é simples: se a vida fosse um filme, tudo seria muito mais fácil.
Essa música virou favorita entre os fãs por capturar perfeitamente os sentimentos de um primeiro crush.
One in a Million
Essa música celebra o valor da amizade.
Ela frequentemente aparecia em momentos importantes entre Miley e Lilly, reforçando a importância dessa relação na série.
Para muitos fãs, virou uma espécie de hino da amizade.
True Friend
Talvez a música mais tocante sobre amizade em toda a série.
True Friend fala sobre lealdade, apoio e estar ao lado de alguém mesmo quando as coisas ficam difíceis.
É praticamente impossível ouvir essa música e não lembrar imediatamente da amizade entre Miley e Lilly.
He Could Be the One
Essa música mistura romance e pop energético.
Ela foi usada em um dos episódios mais famosos da série e rapidamente virou uma das favoritas do público.
Let’s Get Crazy
Uma das músicas mais animadas da franquia.
Com uma vibe de festa e refrão contagiante, essa música captura perfeitamente a energia jovem da série.
Ordinary Girl
Essa música mostra o lado humano de Hannah Montana.
Apesar de toda a fama, a letra lembra que por trás da popstar existe apenas uma garota comum.
É uma das músicas que mais conecta a personagem com Miley Stewart.
I’ll Always Remember You
Essa música é uma despedida emocional.
Ela aparece em um dos momentos mais importantes da série e fala sobre memórias, crescimento e seguir em frente.
Para muitos fãs, essa música representa o verdadeiro adeus à era Hannah Montana.
Mas, ao longo da série, Hannah não cantou sozinha. Em vários momentos, o palco também foi dividido com outras estrelas da Disney e do pop adolescente dos anos 2000 – encontros que transformaram episódios inteiros em verdadeiros eventos para quem assistia a série naquela época.
Popstars, crushes e crossovers Disney: quando Hannah Montana dividiu o palco com outras estrelas e transformou colaborações em momentos históricos
Parte da magia de Hannah Montana era perceber que o universo da série parecia conectado com todo o ecossistema pop da Disney dos anos 2000. Em uma época em que o Disney Channel dominava a cultura adolescente, a série frequentemente recebia participações especiais que viravam verdadeiros eventos entre os fãs.
Essas participações não eram apenas pequenas aparições. Muitas vezes vinham acompanhadas de performances musicais, episódios inteiros dedicados aos convidados e momentos que rapidamente viravam clássicos da cultura pop teen.
Para quem assistia na época, ver artistas que estavam dominando as rádios aparecerem no mesmo universo de Hannah Montana era quase surreal, como se todos os mundos da Disney se encontrassem em um único palco:
Hannah Montana e os Jonas Brothers
Uma das colaborações mais lembradas da série acontece no episódio Me and Mr. Jonas and Mr. Jonas and Mr. Jonas. Na época, os Jonas Brothers estavam explodindo no cenário pop adolescente, e a participação deles foi tratada quase como um grande evento televisivo.
Para muitos fãs, esse episódio representou um encontro histórico entre dois dos maiores fenômenos da Disney naquele momento.
Hannah Montana e David Archuleta
Outra participação musical marcante veio com David Archuleta, que ficou famoso após sua participação em American Idol.
Na série, ele aparece interpretando a si mesmo e participa de uma performance ao lado de Hannah Montana. A participação foi especialmente significativa porque trouxe um artista que já era um fenômeno fora do universo Disney.
Esse tipo de colaboração ajudava a reforçar a ideia de que Hannah Montana não era apenas uma personagem fictícia, ela fazia parte do verdadeiro mundo do pop.
Hannah Montana e Selena Gomez
Antes de se tornar uma das maiores estrelas pop da geração, Selena Gomez fez uma participação especial na série como Mikayla, uma cantora rival de Hannah.
Mikayla é arrogante, competitiva e absolutamente determinada a provar que é melhor que Hannah Montana. O contraste entre as duas cria episódios extremamente divertidos.
Para os fãs que assistem hoje, esses episódios são ainda mais curiosos. Afinal, Selena e Miley acabariam se tornando duas das maiores estrelas pop da década seguinte.
Hannah Montana e o universo Disney
Além dessas participações específicas, a série frequentemente fazia referências a outras estrelas e projetos do canal. Era uma época em que o Disney Channel funcionava quase como um universo compartilhado de séries, filmes e artistas.
Isso ajudou a criar um sentimento muito forte entre os fãs: assistir Hannah Montana era fazer parte de uma comunidade enorme que acompanhava tudo o que estava acontecendo naquele universo.
E, claro, essas participações especiais sempre traziam um elemento de surpresa, porque você nunca sabia qual estrela poderia aparecer no próximo episódio.
Mas, enquanto o universo da série continuava se expandindo na televisão, o fenômeno Hannah Montana já era grande demais para caber apenas na tela da TV. E, em 2009, essa história finalmente ganhou um novo palco.
It’s the Climb: quando Hannah Montana foi para o cinema e provou que a história era grande demais para caber apenas na televisão
Em 2009, o fenômeno Hannah Montana deu um passo gigantesco. Depois de anos dominando a televisão, a história de Miley Stewart finalmente chegou às telonas com Hannah Montana: The Movie.
O filme foi tratado como um verdadeiro evento global. Para milhões de fãs, era a chance de ver a personagem favorita em uma história maior, mais emocional e com produção cinematográfica completa.
A trama começa quando a fama de Hannah Montana começa a sair de controle. Miley está cada vez mais envolvida com a vida de popstar, e seu pai, Robby Ray Stewart, percebe que ela está perdendo o contato com quem realmente é.
Como solução, ele a leva de volta para sua cidade natal no Tennessee, um lugar muito diferente do glamour de Hollywood.
Uma história sobre identidade
O ponto central do filme está justamente nesse conflito: Miley precisa lembrar quem ela é quando não está no palco.
Ao retornar para o interior, ela reencontra velhos amigos, redescobre suas raízes e percebe que talvez a vida de Hannah Montana não seja tudo o que ela precisa.
Foto: reprodução/imdb
Essa história dá ao filme um tom mais afetivo e reflexivo do que a série normalmente tinha.
As músicas do filme
O filme também trouxe algumas das músicas mais marcantes da franquia.
A mais famosa é The Climb, interpretada por Miley Cyrus. A música fala sobre perseverança, crescimento e enfrentar desafios e rapidamente se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Miley.
Outra música importante é Hoedown Throwdown, que mistura pop com country e virou um verdadeiro fenômeno entre os fãs mais jovens, especialmente por causa da coreografia divertida.
Além delas, o filme também inclui músicas como Butterfly Fly Away, cantada por Miley e Billy Ray Cyrus, que traz um momento comovente entre pai e filha.
Um sucesso entre os fãs
Quando chegou aos cinemas, o filme foi um enorme sucesso entre o público adolescente.
Mais do que apenas uma extensão da série, ele serviu como uma espécie de capítulo especial da história, um momento em que Miley precisava decidir quem ela realmente queria ser.
E, para muitos fãs, esse filme marcou o momento em que a história de Hannah Montana começou a caminhar para sua conclusão.
Porque, depois de anos vivendo entre dois mundos, chegaria o momento em que Miley Stewart teria que escolher quem realmente queria ser.
I’ll Always Remember You: o final de Hannah Montana, a revelação que mudou tudo e o adeus que marcou uma geração inteira
Depois de quatro temporadas no ar, Hannah Montana chegou ao seu final em 2011, deixando uma marca que poucas séries adolescentes conseguiram deixar. O que começou em 2006 como uma sitcom musical no Disney Channel terminou como um fenômeno cultural que havia acompanhado uma geração inteira durante anos formativos.
A quarta temporada, intitulada Hannah Montana Forever, já carregava no nome a sensação de despedida. Os personagens estavam crescendo, mudando de vida e enfrentando decisões que pareciam muito maiores do que os problemas típicos das primeiras temporadas.
Mas o momento mais importante da reta final aconteceu no episódio I’ll Always Remember You. Nele, Miley Stewart toma a decisão que parecia impossível durante toda a série: revelar ao mundo que ela é Hannah Montana.
Durante um show, diante de milhares de fãs, Miley finalmente tira a famosa peruca loira e revela sua identidade. É um momento poderoso porque simboliza algo que a série vinha construindo desde o começo: a necessidade de aceitar quem você realmente é.
A cena é acompanhada pela música I’ll Always Remember You, interpretada por Miley Cyrus, e se tornou uma das sequências mais emocionantes da história da Disney.
Depois da revelação, Miley enfrenta as consequências da fama sem o disfarce. Pela primeira vez, o mundo conhece Miley Stewart, não apenas a popstar.
O último episódio
O episódio final da série, exibido em janeiro de 2011, fecha a história de forma surpreendentemente íntima.
Miley precisa decidir entre duas universidades: Stanford, na Califórnia, ou uma escola em Londres. Ao mesmo tempo, Lilly enfrenta a possibilidade de se mudar para Paris com seu namorado.
Durante boa parte do episódio, parece que as duas melhores amigas seguirão caminhos completamente diferentes. A ideia de separação traz um peso emocional enorme, afinal, a amizade entre Miley e Lilly sempre foi o coração da série.
No último momento, porém, Miley toma uma decisão impulsiva e escolhe Stanford para ficar perto da amiga.
A cena final mostra as duas entrando juntas no dormitório da faculdade, prontas para começar uma nova fase da vida. Não há palco, não há peruca, não há show, apenas duas amigas prontas para o futuro.
E talvez essa seja a mensagem mais bonita do final: por trás de toda a fama de Hannah Montana, a história sempre foi sobre crescer.
Mas, mesmo quando parecia que aquela história tinha chegado ao fim, a nostalgia nunca desapareceu completamente. Porque algumas séries não ficam apenas no passado, elas continuam vivendo na memória de quem cresceu com elas.
E, duas décadas depois, Hannah Montana encontrou um jeito de voltar.
You’ll Always Find Your Way Back Home: vinte anos depois, Hannah Montana volta ao palco com um especial no Disney+
Vinte anos depois da estreia de Hannah Montana, a série que marcou uma geração ganha uma celebração especial. Em 24 de março de 2026, o Disney+ estreia The Hannah Montana 20th Anniversary Special, um programa comemorativo que revisita o fenômeno pop que ajudou a definir uma era do Disney Channel.
O especial traz o retorno de Miley Cyrus, que revive a personagem com a icônica peruca loira, além de revisitar cenários marcantes da série e compartilhar entrevistas inéditas e bastidores da produção.
Entre os destaques está também uma conversa exclusiva conduzida por Alex Cooper, apresentadora do podcast Call Her Daddy, refletindo sobre o impacto da série e a experiência de crescer interpretando uma das personagens mais famosas da cultura pop adolescente.
Exibida entre 2006 e 2011, Hannah Montana acompanhava a vida dupla da adolescente Miley Stewart, uma garota aparentemente comum que escondia um segredo gigantesco: ser a maior popstar do momento.
Duas décadas depois, o especial funciona como um reencontro com essa história que transformou tardes no Disney Channel em memória afetiva para milhões de fãs e prova que algumas séries realmente sempre encontram um caminho de volta.
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Uma aventura literária por seis bibliotecas brasileiras, com lançamento no dia 28 de março de 2026, na Livraria Janela em Laranjeiras, no Rio de Janeiro
A Editora Sapoti convida o leitor a explorar as bibliotecas brasileiras através de uma aventura literária na nova edição de Onde Moram os Livros? Bibliotecas do Brasil, escrito por Daniela Chindler e ilustrado por Amma,da Bahia, Bruna Assis Brasil, de Curitiba, Catarina Bessell e Giovanna Cima,de São Paulo, e Camilo Martins, do Rio de Janeiro.
Em 2012, a autora lançou Bibliotecas do Mundo, uma obra premiada com o Prêmio Malba Tahan, concedida pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) ao melhor livro informativo para crianças e jovens, e depois adaptada para o teatro. Já em 2017, publicou Onde Moram os Livros? Bibliotecas do Brasil, sua edição foi esgotada e também ganhou adaptação no teatro, sendo apresentada em três estados brasileiros.
Foto: divulgação/Armazém Comunicação
Quase nove anos depois, Onde Moram os Livros? Bibliotecas do Brasil ganhará uma nova edição, sendo lançada no dia 28 de março de 2026, às 11h, na Livraria Janela, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e busca embarcar os leitores em uma viagem pelo Brasil explorando a arquitetura, os mistérios, as curiosidades e as coleções de seis bibliotecas.
Durante seu lançamento, o livro também busca democratizar o acesso à cultura e estimular os estudantes a lerem livros. Diante disso, serão distribuídos kits com 20 exemplares para 49 escolas públicas e também para a biblioteca da Rede da Maré, no Rio de Janeiro.
Foto: divulgação/Armazém Comunicação
No livro, as bibliotecas são apresentadas por seis personagens que recebem o leitor como verdadeiros guias de cada espaço, entre eles figuras históricas como o poeta Luís de Camões e o escritor Mário de Andrade, que se tornam guias durante as histórias. A narrativa é construída de forma que os personagens contam a história como se estivessem em um diálogo com o leitor, criando uma narrativa envolvente.
Com 103 páginas e preço de R$50,00, o lançamento traz texto e ilustrações que dialogam com crianças, jovens e até mesmo adultos, enquanto as ilustrações complementam e enriquecem a leitura.
Sobre a autora
Foto: divulgação/Armazém Comunicação
Daniela Chindler é escritora e criadora de projetos culturais voltados à literatura e à formação de leitores. Ganhou destaque com as visitas teatralizadas da Academia Brasileira de Letras, desenvolvidas para o centenário da instituição e mantidas por 15 anos em cartaz, além do projeto de visita teatralizada no Theatro Municipal.
Atuou também como curadora da programação infanto juvenil em eventos literários, como as Bienais do Livro do Rio de Janeiro, Amazonas e Bahia. Também é idealizadora do projeto de incentivo à leitura História Além Muros, realizado na penitenciária Talavera Bruce, sendo um projeto premiado pelo jornal O Globo e finalista do VivaLeitura.
O que você achou desse lançamento que se aventura por diversas bibliotecas brasileiras? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos sigam para não perder nenhuma novidade do mundo literário.
A Sony Pictures divulgou hoje um novo pôster e trailer de As Ovelhas Detetives, novo filme de comédia e mistério com Hugh Jackman e grande elenco. O longa acompanha George (Hugh Jackman), um pastor de ovelhas que rotineiramente lê histórias para o seu rebanho, acreditando que elas não entendem. No entanto, após um incidente abalar a vida na fazenda, as ovelhas assumem o papel de detetives para investigar pistas e humanos suspeitos.
Foto: divulgação/Sony Pictures Brasil
Com roteiro de Craig Mazin (Chernobyl) e direção de Kyle Balda (Minions), As Ovelhas Detetives é um filme para toda a família, baseado no romance Three Bags Full, de Leonie Swann. A apresentação é da Amazon MGM Studios, Working Title Films e Three Strange Angels.
Além de Jackman, o elenco conta com Nicholas Braun (Succession), Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você), Molly Gordon (The Bear), Hong Chau (O Morro dos Ventos Uivantes), Emma Thompson (Razão e Sensibilidade), Julia Louis-Dreyfus (Seinfeld), Bryan Cranston (Breaking Bad), Chris O’Dowd, Regina Hall (Todo Mundo em Pânico), Patrick Stewart (X-Men), Bella Ramsey (The Last of Us), Brett Goldstein (Falando a Real) e Rhys Darby (O Que Fazemos nas Sombras).
Confira o trailer:
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Com abertura de Seu Jorge, os shows acontecem em novembro no Rio de Janeiro e em São Paulo
Sete anos após sua última passagem pelo Brasil, o cantor Seal retorna com a turnê Celebrando 30 Anos dos Clássicos Álbuns I e II, uma realização da 30e e apresentação pelo Itaú Live. As duas performances em solo nacional acontecem no Qualistage (RJ), dia 26 de novembro, e no Allianz Parque (SP),em 28 de novembro.
A turnê mundial de 30 anos de estrada celebra álbuns clássicos, com sucessos como Crazy, Prayer for the Dying, Love’s Divine e Kiss from a Rose, essa última sendo uma das baladas mais emblemáticas feitas pelo cantor britânico e que concedeu a ele os Grammys de Gravação do Ano e Canção do Ano.
A abertura dos shows ficará a cargo de Seu Jorge, que Seal conheceu a partir da atuação do brasileiro no filme A Vida Marinha com Steve Zissou (2004), dirigido por Wes Anderson, quando apresentou releituras em português de clássicos de David Bowie. Seu Jorge, ícone da música brasileira, sobe ao palco acompanhado de sua banda, a Conjuntão Pesadão, reunindo um setlist consagrado feito especialmente para a ocasião.
Imagem: divulgação/30e
Filho de mãe nigeriana e pai brasileiro, Seal tem na própria origem a convergência de culturas, sons e identidades que moldaram sua trajetória artística. Sua primeira vez no Brasil foi em 1992, quando o cantor se apresentou no Hollywood Rock no Pacaembu (SP) e na Praça da Apoteose (RJ), com seu grande sucesso da época: a música Crazy. Desde então, o artista veio ao país em outras três ocasiões, em 2008, 2011 e 2019.
“O Seal construiu uma relação muito forte com o público brasileiro desde os anos 90, e essa turnê tem um significado especial ao revisitar os álbuns que marcaram o início da carreira e se tornaram clássicos. São canções que atravessaram gerações e permanecem presentes na memória de muita gente. Realizar esse show no Brasil é uma forma de celebrar essa trajetória e de reforçar a conexão do artista com o país”, afirma Carol Pascoal, VP de Comunicação e Marketing da 30e.
A pré-venda dos ingressos começa no dia 25 de março e a venda geral a partir de 27 de março pelo site da Eventim.
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Escrito e dirigido por Michael Sarnoski (Um Lugar Silencioso: Dia Um), filme da A24 estreia em 18 de junho nos cinemas
Atormentado pelas cicatrizes de uma vida marcada pelo crime, Robin Hood (Hugh Jackman) sobrevive por pouco ao que acreditava ser sua batalha final. Gravemente ferido, ele é encontrado por uma mulher misteriosa que o recolhe das sombras e passa a cuidar de seus ferimentos. Longe do combate, os erros cometidos no passado voltam para assombrá-lo.
Assista ao trailer:
Escrito e dirigido por Michael Sarnoski (Um Lugar Silencioso: Dia Um), o filme apresenta o icônico personagem do folclore inglês, vivido por Hugh Jackman (muito conhecido por seu papel em Wolverine), lidando com as consequências de uma trajetória de riscos repleta de infrações e assassinatos em seus últimos momentos de vida.
Produzido pela A24, o filme é uma adaptação sombria da balada medieval britânica anônima que dá nome ao longa, sendo uma das raras histórias do ciclo a retratar Robin Hood de forma vulnerável e mortal, longe do herói invencível normalmente descrito.
Além disso, o elenco conta com nomes de peso. Confira:
Jodie Comer (Extermínio: A Evolução), Bill Skarsgård (It: A Coisa, Nosferatu), Murray Bartlett (The White Lotus) e Noah Jupe (Hamnet, Um Lugar Silencioso) completam o elenco do longa produzido por Aaron Ryder, Andrew Swett, Alexander Black e pelo próprio Hugh Jackman.
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Os novos episódios trarão o aguardado romance de Francesca e Michaela Stirling como foco principal
A Netflix anunciou nesta terça-feira (24) que a quinta temporada de Bridgerton já está sendo produzida e será focada nas personagens Francesca (Hannah Dodd) e Michaela Stirling (Masali Baduza).
Os novos episódios irão destacar Francesca, a introspectiva filha do meio da família que dá nome à série. Dois anos após a perda de seu marido, John, Fran decide voltar ao mercado de casamentos por razões práticas.
Mas, quando Michaela, a prima de John, retorna a Londres para cuidar da propriedade dos Kilmartin, os sentimentos complexos de Fran a farão questionar se deve manter seus interesses racionais ou seguir suas paixões mais profundas.
Foto: divulgação/Netflix
No centro da nova trama, teremos um contraste entre duas mulheres em busca de si mesmas. De um lado, Fran, a Condessa de Kilmartin, que nutre um profundo sentimento de deslocamento no mundo. Do outro, a vibrante Michaela Stirling, que utiliza seu carisma encantador como um escudo para esconder uma jovem vulnerável que tende a fugir ao menor sinal de desconforto.
Nesta temporada, essas duas forças colidem. Enquanto Michaela é forçada a encarar sua própria fragilidade e o peso do legado de seu falecido primo, ela encontrará na presença de Francesca um desafio inesperado. Ao mesmo tempo, essa conexão despertará novos sentimentos na condessa, guiando Fran por uma intensa jornada de autodescoberta que promete mudar tudo e virar seu mundo de cabeça para baixo.
A quinta temporada contará com oito episódios, está sendo filmada em Londres, Inglaterra, e tem como produtores Jess Brownell, Shonda Rhimes, Betsy Beers, Tom Verica e Chris Van Dusen.
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A temporada contará com oito episódios que serão lançados em 10 de junho deste ano
Para os fãs do amado romance de Barry’s Bay, foram divulgadas hoje (23) as primeiras imagens de Every Year After, série baseada no livro best-seller de Carley Fortune, Every Summer After.A série Original Prime terá todos os oito episódios da temporada lançados no dia 10 de junho deste ano.
Contada ao longo de seis anos e uma semana em Barry’s Bay, típica cidade à beira do lago, Every Year After é um romance nostálgico sobre os primeiros amores, as pessoas que passam por nossas vidas e as escolhas que deixam marcas para sempre.
A produção é baseada no fenômeno de Carley Fortune, que esteve na lista de mais vendidos do New York Times por 16 semanas, vendeu mais de 1 milhão de cópias até o momento e ganhou grande popularidade no TikTok, com a hashtag do livro ultrapassando a marca de 81,4 milhões de visualizações.
Qual a história do livro?
Foto: divulgação/Prime Video
Persephone Fraser passa seus verões em um apartamento elegante da cidade, saindo com amigos e mantendo todos a uma distância segura de seu coração. Até que recebe a ligação que a faz correr de volta para Barry’s Bay e para a órbita de Sam Florek, o homem sem o qual ela nunca pensou que teria que viver.
Por seis verões, entre tardes nebulosas na água e noites quentes de verão trabalhando no restaurante da família dele e aconchegando-se juntos com livros, Percy e Sam foram inseparáveis. Eventualmente, essa amizade se transformou em algo incrivelmente mais profundo, antes de desmoronar.
Quando Percy retorna ao lago para o funeral da mãe de Sam, a conexão entre eles é tão inegável quanto sempre foi. Mas até que Percy consiga confrontar as decisões que tomou e os anos que passou se punindo por elas, eles nunca saberão se o amor deles pode ser maior do que os maiores erros do passado.
Foto: divulgação/Prime Video
A série é estrelada por Sadie Soverall e Matt Cornett como Percy e Sam, o casal protagonista. O elenco também inclui Aurora Perrineau, Abigail Cowen, Michael Broadway, Joseph Chiu e Elisha Cuthbert.
Amy B. Harris atua como showrunner e produtora executiva ao lado de Carley Fortune, Lindsey Liberatore, Amy Rardin, John Stephens e Grace Gilroy.
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