O idol emocionou os fãs com sua coragem e autenticidade
Na última terça-feira (22), durante a parada da turnê mundial Just Odd em Los Angeles, Bain, de 24 anos, integrante do grupo de K-pop Just B, protagonizou um dos momentos mais marcantes e históricos da noite e, sem dúvidas, de sua carreira.
Em cima do palco, o idol declarou com orgulho: “Estou orgulhoso de fazer parte da comunidade LGBT.”
Foto: reprodução/JUST B
O momento foi registrado por fãs e compartilhado nas redes sociais, onde é possível sentir a potência das palavras de Bain, embaladas pela emoção, coragem e autenticidade.
Em meio a gritos e aplausos que ecoaram pela plateia, o artista ainda foi além: cantou o hino Born This Way, da estrela pop Lady Gaga, enquanto segurava a bandeira LGBTQIA+ com firmeza e orgulho.
A performance, repleta de emoção, foi mais do que uma homenagem, foi um verdadeiro manifesto de identidade e liberdade em um cenário como o do K-pop, ainda marcado por conservadorismo e barreiras quando se trata de diversidade.
Com esse gesto corajoso, Bain não apenas compartilhou uma parte importante de si com o mundo, mas também abriu portas para que outros idols sintam-se seguros para fazer o mesmo. Seu ato representa um avanço significativo dentro da indústria, reforçando a importância da representatividade e do amor-próprio em um dos maiores palcos da música mundial.
O Just B debutou em 2021 e é formado por seis integrantes: Geonu, Bain, LimJimin, JM, DY e Sangwoo.
Por aqui estamos orgulhosos com a coragem de Bain, e vocês? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Insta, Face e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
A importante premiação americana está de volta em sua 51ª edição
Após um hiatus de três anos, o AMAs está de volta! A premiação é considerada uma das mais importantes na indústria da música e tinha entrado em pausa pela queda significativa na audiência e troca de canal televisivo. O American Music Awards (AMAs) já foi palco de grandes performances como Beyoncé performando Single Ladies (2008) e até mesmo com o o grupo de K-pop BTS performando Butter (2021).
A cerimônia vai acontecer no dia 26 de maio, em Las Vegas (EUA) e será transmitida ao vivo pela CBS e pela Paramount+. Confira a lista de indicados nas categorias principais e saiba como votar:
Artista do ano
Foto: divulgação/MTV
Ariana Grande
Billie Eilish
Chappell Roan
Kendrick Lamar
Morgan Wallen
Post Malone
Sabrina Carpenter
SZA
Taylor Swift
Zach Bryan
Revelação do ano
Benson Boone
Chappell Roan
Gracie Abrams
Shaboozey
Teddy Swims
Tommy Richmann
Música do ano
Foto: reprodução/ Galeria Sabrina Carpenter Brasil
Benson Boone – Beautiful Things
Billie Eilish – Birds of a Feather
Chappell Roan – Good Luck, Babe!
Hozier – Too Sweet
Kendrick Lamar – Not Like Us
Lady Gaga e Bruno Mars – Die With A Smile
Post Malone e Morgan Wallen – I Had Some Help
Sabrina Carpenter – Espresso
Shaboozeys – A Bar Song (Tipsy)
Teddy Swims – Lose Control
Álbum do ano
Beyoncé – COWBOY CARTER
Billie Eilish – HIT ME HARD AND SOFT
Chappell Roan – The Rise and Fall of a Midwest Princess
Charli xcx – BRAT
Gracie Abrams – The Secret of Us
Future & Metro Boomin – WE DON’T TRUST YOU
Kendrick Lamar – GNX
Post Malone – F-1 Trillion
Sabrina Carpenter – Short n’ Sweet
Taylor Swift – The Tortured Poets Department
Colaboração do ano
Foto: divulgação/Warner Music Brasil
Kendrick Lamar & SZA – Luther
Lady Gaga & Bruno Mars – Die With A Smile
Marshmello & Kane Brown – Miles on It
Post Malone Featuring Morgan Wallen – I Had Some Help
ROSÉ & Bruno Mars – APT.
Taylor Swift Featuring Post Malone – Fortnight
Música social do ano
Chappell Roan – HOT TO GO!
Djo – End of Beginning
Doechii – Anxiety
Lola Young – Messy
Shaboozey – A Bar Song (Tipsy)
Tommy Richman – Million Dollar Baby
Artista em turnê
Foto: reprodução
Billie Eilish
Luke Combs
Morgan Wallen
Taylor Swift
Zach Bryan
Melhor clipe
Benson Boone – Beautiful Things
KAROL G – Si Antes Te Hubiera Conocido
Kendrick Lamar – Not Like Us
Lady Gaga & Bruno Mars – Die With A Smile
Shaboozey – A Bar Song (Tipsy)
Melhor artista masculino
Benson Boone
Bruno Mars
Hozier
Teddy Swims
The Weeknd
Melhor artista feminina
Billie Eilish
Chappell Roan
Lady Gaga
Sabrina Carpenter
Taylor Swift
Melhor álbum pop
Billie Eilish – HIT ME HARD AND SOFT
Chappell Roan – The Rise and Fall of a Midwest Princess
Charli xcx – BRAT
Sabrina Carpenter – Short n’ Sweet
Taylor Swift – The Tortured Poets Department
Melhor música pop
Imagem: Divulgação/Spotify
Benson Boone – Beautiful Things
Billie Eilish – Birds of a Feather
Lady Gaga & Bruno Mars – Die With A Smile
Sabrina Carpenter – Espresso
Teddy Swims – Lose Control
Melhor artista country masculino
Jelly Roll
Luke Combs
Morgan Wallen
Post Malone
Shaboozey
Melhor artista country feminina
Beyoncé
Ella Langley
Kacey Musgraves
Lainey Wilson
Megan Moroney
Melhor grupo/duo country
Dan + Shay
Old Dominion
Parmalee
The Red Clay Strays
Zac Brown Band
Melhor álbum country
Foto: divulgação/Intagram @beyonce
Beyoncé – COWBOY CARTER
Jelly Roll – BEAUTIFULLY BROKEN
Megan Moroney – AM I OKAY?
Post Malone – F-1 Trillion
Shaboozey – Where I’ve Been, Isn’t Where I’m Going
Melhor música country
Jelly Roll – I Am Not Okay
Koe Wetzel & Jessie Murph – High Road
Luke Combs – Ain’t No Love in Oklahoma
Post Malone com Morgan Wallen – I Had Some Help
Shaboozey – A Bar Song (Tipsy)
Melhor artista de hip hop masculino
Drake
Eminem
Future
Kendrick Lamar
Tyler, The Creator
Melhor artista de hip hop feminina
Doechii
GloRilla
Latto
Megan Thee Stallion
Sexyy Red
Melhor álbum de hip hop
Eminem – The Death Of Slim Shady (Coup De Grâce)
Future & Metro Boomin – WE DON’T TRUST YOU
Gunna – one of wun
Kendrick Lamar – GNX
Tyler, The Creator – CHROMAKOPIA
Melhor música de hip hop
Future, Metro Boomin & Kendrick Lamar – Like That
GloRilla – TGIF
GloRilla & Sexyy Red – WHATCHU KNO ABOUT ME
Kendrick Lamar – Not Like Us
Kendrick Lamar & SZA – Luther
Melhor artista de R&B masculino
Bryson Tiller
Chris Brown
PARTYNEXTDOOR
The Weeknd
Usher
Melhor artista de R&B feminina
Kehlani
Muni Long
Summer Walker
SZA
Tyla
Melhor álbum de R&B
Bryson Tiller – Bryson Tiller
PARTYNEXTDOOR – PARTYNEXTDOOR 4 (P4)
PARTYNEXTDOOR & Drake – $ome $exy $ongs 4 U
SZA – SOS Deluxe: LANA
The Weeknd – Hurry Up Tomorrow
Melhor música de R&B
Chris Brown – Residuals
Muni Long – Made For Me
SZA – Saturn
The Weeknd & Playboi Carti – Timeless
Tommy Richman – Million Dollar Baby
Melhor artista latino
Foto: reprodução/Rolling Stone
Bad Bunny
Feid
Peso Pluma
Rauw Alejandro
Tito Double P
Melhor artista latina
Becky G
KAROL G
Natti Natasha
Shakira
Young Miko
Melhor grupo/duo latino
Calibre 50
Fuerza Regida
Grupo Firme
Grupo Frontera
Julión Álvarez y su Norteño Banda
Melhor álbum latino
Foto: reprodução/Woo! Magazine
Bad Bunny – DeBÍ TiRAR MáS FOToS
Fuerza Regida – Dolido Pero No Arrepentido
Peso Pluma – ÉXODO
Rauw Alejandro – Cosa Nuestra
Tito Double P – INCÓMODO
Melhor música latina
Bad Bunny – DtMF
FloyyMenor X Cris Mj – Gata Only
KAROL G – Si Antes Te Hubiera Conocido
Oscar Maydon & Fuerza Regida – Tu Boda
Shakira – Soltera
Melhor artista de rock
Hozier
Linkin Park
Pearl Jam
Twenty One Pilots
Zach Bryan
Melhor álbum de rock
Hozier – Unreal Unearth: Unending
Koe Wetzel – 9 lives
The Marías – Submarine
Twenty One Pilots – Clancy
Zach Bryan – The Great American Bar Scene
Melhor música de rock
Foto: divulgação/ Jimmy Fontaine
Green Day – Dilemma
Hozier – Too Sweet
Linkin Park – The Emptiness Machine
Myles Smith – Stargazing
Zach Bryan – Pink Skies
Melhor artista dance/eletrônico
Charli xcx
David Guetta
John Summit
Lady Gaga
Marshmello
Melhor trilha sonora
Arcane League of Legends: Season 2
Hazbin Hotel (Original Soundtrack)
Moana 2 (Original Motion Picture Soundtrack)
Twisters: The Album
Wicked: The Soundtrack
Melhor artista de afrobeats
Foto: divulgação/Sony Music
Asake
Rema
Tems
Tyla
Wizkid
Melhor artista de K-pop
ATEEZ
Jimin
RM
ROSÉ
Stray Kids
As votações se iniciam hoje (23) e ficarão abertas até 15 de maio de 2025, às 23h59min (horário do Pacífico). Vote pelo site.
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“Decano Lawrence, o papa morreu”. Após o anúncio do falecimento do Papa Francisco aos 88 anos, e a dor da perda sentida por vários fiéis, muitos religiosos e até curiosos agora se perguntam como é feita a escolha e a decisão do novo Papa. E por que não explicar através dos filmes?
O conclave, ritual de escolha de um novo líder da Igreja Católica, não é muito comentado, mas se tornou pauta de diversas produções cinematográficas ao longo dos anos que mostram os bastidores do que acontece no Vaticano. Confira a lista abaixo:
O Cardeal (1963)
O filme, dirigido por Otto Preminger, acompanha a trajetória do padre Stephen Fermoyle (Tom Tryon), um jovem sacerdote idealista que enfrenta dilemas morais, políticos e sociais enquanto ascende na hierarquia da Igreja Católica. Ao longo de décadas, ele lida com desafios como o nazismo e a segregação racial, até ser cogitado para o cardinalato, revelando os bastidores e as tensões do poder eclesiástico em um período turbulento do século XX.
As Sandálias do Pescador (1968), dirigido por Michael Anderson e estrelado por Anthony Quinn, é uma ambiciosa adaptação do romance de Morris West que mistura drama político e religioso durante a Guerra Fria. Quinn interpreta Kiril Lakota, um arcebispo ucraniano que, após 20 anos como prisioneiro soviético, é eleito Papa e enfrenta o desafio de liderar a Igreja em meio às tensões nucleares entre superpotências.
Foto: reprodução/Plano Crítico
Onde assistir: Prime Video
O Conclave (2006)
O filme, dirigido por Christoph Schrewe, recria com fidelidade histórica a eleição papal de 1458, que consagrou Enea Silvio Piccolomini como Pio II. Com figurinos exuberantes e uma ambientação ricamente detalhada, O Conclave expõe as rivalidades e ambições políticas por trás do ritual sagrado, destacando a presença do jovem Rodrigo Borgia (futuro papa controverso) e valendo-se de um raro diário da época para revelar os bastidores sombrios do poder no Vaticano renascentista. A precisão histórica e foco nos mecanismos do conclave tornam a obra essencial para entender como era a votação de um novo papa nos tempos mais antigos.
Dirigido por Nanni Moretti, o longa é uma comédia dramática que retrata os bastidores do Vaticano quando o novo Papa, cardeal Melville (Michel Piccoli), eleito inesperadamente, tem uma crise de pânico e se recusa a assumir o cargo, deixando a Igreja em suspense. Para resolver o impasse, os cardeais chamam um psicanalista (interpretado pelo próprio Moretti) para ajudá-lo a superar seus medos, enquanto os fiéis aguardam ansiosos na Praça de São Pedro pela primeira aparição do pontífice.
Foto: reprodução/Plano Crítico
Onde assistir: Prime Video e Apple TV
Dois Papas (2019)
O filme retrata os intensos diálogos entre o conservador Papa Bento XVI (Anthony Hopkins) e o progressista cardeal Bergoglio (Jonathan Pryce) antes da histórica renúncia de 2013. O filme explora com sensibilidade os conflitos ideológicos e humanos por trás da transição que levou Francisco ao trono papal, mesclando fatos reais com uma narrativa intimista sobre fé, poder e reforma na Igreja.
Foto: reprodução/Netflix
Onde assistir: Netflix
Conclave (2024)
Com a morte do Papa, o cardeal Thomas Lawrence (Ralph Fiennes) assume a liderança do Conclave, um dos processos mais secretos da Igreja, e se vê envolvido em uma complexa rede de intrigas e segredos que ameaçam abalar os fundamentos da instituição. Enquanto cardeais de todo o mundo chegam ao Vaticano, cada um com suas próprias ambições, Lawrence descobre conspirações que podem alterar o rumo da eleição e colocar em risco a estabilidade da Igreja Católica, revelando um embate entre tradição e modernidade em meio a um ambiente de tensão e mistério.
Foto: reprodução/POP
Onde assistir: Prime Video
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Elenco revela impressões sobre o filme que chega aos cinemas em 8 de maio
Nesta quarta (23), foi lançado um novo vídeo de bastidores do longa de terror A Mulher no Jardim, thriller original estrelado por Danielle Deadwyler. No material, o elenco revela o que pensa sobre o filme e a mulher misteriosa. Com estreia marcada para 8 de maio nos cinemas brasileiros, o longa é produzido por Jason Blum e pela prestigiada produtora Stephanie Allain.
Confira:
“O filme tem elementos que me atraem. Maternidade, vida rural, vida no campo. É perturbador. Um canal para algo aterrorizante. É um thriller de terror perfeito”, afirma Danielle Deadwyler.
A Mulher no Jardim acompanha Ramona (Danielle Deadwyler), uma mulher mutilada pela dor do luto após sobreviver a um acidente de carro no qual perdeu seu marido (Russell Hornsby). Com uma perna imóvel pelos ferimentos graves, ela agora deve cuidar sozinha de seu filho de 14 anos (Peyton Jackson) e da filha de seis anos (Estella Kahiha) na sua fazenda. Até que uma mulher solitária e espectral, toda vestida de preto, aparece sem nenhuma explicação no gramado da frente da casa de uma família e lhes avisa: “Hoje é o dia”.
Ramona supõe que a mulher, interpretada por Okwui Okpokwasili, está perdida ou demente, mas quanto mais ela se aproxima da casa, mais fica claro que ela não é alguém comum e que suas intenções podem ser tudo, menos pacíficas. Só resta a Ramona encontrar forças para proteger a si mesma e a seus filhos das garras da mulher que não vai lhes deixar em paz.
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Produção com roteiro e direção de Jesse Armstrong tem estreia marcada para maio no streaming
Foi divulgado hoje (23) o primeiro teaser inédito de Mountainhead, novo longa-metragem assinado por Jesse Armstrong, com estreia marcada para 31 de maio.
Imagem: divulgação/Warner Bros. Discovery
O filme é uma produção original da HBO e uma aposta de novo sucesso após o fenômeno Succession, série que rendeu a Armstrong uma indicação ao Oscar e sete prêmios Emmy, oficialmente encerrada em sua quarta temporada, em 2023. O longa será exibido no dia 31 às 21h na HBO, ao mesmo tempo em que estreará na Max.
Mountainhead é também a estreia de Jesse Armstrong como diretor, e a emissora tem apostado justamente nesse fato para alimentar a expectativa do público, já que a sinopse divulgada até agora ainda revela pouco sobre o enredo. Pelo que se sabe até o momento, iremos acompanhar um grupo de amigos bilionários, que ocupam cargos de alto escalão no ramo da tecnologia, reunidos em uma casa nas montanhas enquanto uma crise internacional começa a tomar forma.
Imagem: divulgação/Warner Bros. Discovery
O elenco principal conta com Steve Carell, ator e humorista conhecido por dezenas de papéis, mas principalmente por sua performance como Michael Scott em The Office (2005). Ele acumula uma indicação ao Oscar e onze ao Emmy, e em Mountainhead interpretará Randall.
Temos também Jason Schwartzman, que deu vida a Lucky Flickerman em Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes (2023), estará no papel de Hugo Van Yalk (conhecido como Souper, no filme). Cory Michael Smith, de Saturday Night (2024) e Segredos de Um Escândalo (2023), será Venis, e Ramy Youssef, de Pobres Criaturas (2023), interpreta Jeff.
Imagem: divulgação/Warner Bros. Discovery
O teaser sugere que o filme seguirá o mesmo tom satírico que conquistou os fãs de Succession, mas, desta vez, o roteiro de Armstrong mira nos grandes bilionários norte-americanos.
A produção executiva é de seu criador, ao lado de Frank Rich, Lucy Prebble, Jon Brown, Tony Roche, Will Tracy, Mark Mylod (todos produtores de Succession) e Jill Footlick.
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A terceira e última temporada retornará em 16 de julho, com 11 episódios
Nesta quarta (23), foi anunciada a data de estreia e o cartaz teaser da terceira temporada de O Verão Que Mudou Minha Vida. A série retornará em 16 de julho e terá 11 episódios.
A nova e última temporada de O Verão Que Mudou Minha Vida é dirigida por Jenny Han e Sarah Kucserka. Han, Kucserka e Karen Rosenfelt são produtoras executivas, juntamente com Paul Lee, Hope Hartman e Mads Hansen pela wiip.
Baseada na trilogia de livros best-seller de Jenny Han, a série conquistou os corações dos fãs em todo o mundo. A primeira temporada estreou em 2022 e se tornou o programa número um no fim de semana de estreia do serviço de streaming. A segunda temporada estreou no ano seguinte e mais do que duplicou o número de espectadores da primeira temporada nos três dias seguintes ao lançamento.
Imagem: divulgação/Prime Video
O Verão Que Mudou a Minha Vida é um drama multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, a relação em constante evolução entre mães e filhos e o poder duradouro de uma forte amizade feminina. É uma história de amadurecimento sobre o primeiro amor, a primeira decepção e a magia de um verão perfeito.
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Após o sucesso que ultrapassou as fronteiras da Turquia, equipe que deu vida à produção fará um filme
A parceria entre os responsáveis pela série Yargı (Family Secrets, 2021) foi tão positiva, que decidiram se unir novamente. Dessa vez, eles farão um filme para os cinemas. A roteirista Sema Ergenekon, que criou a história da advogada Ceylin (Pinar Deniz) e do promotor Ilgaz (Kaan Urgancıoğlu), cujas vidas são ligadas por um crime, prepara agora uma nova história de amor.
Foto: divulgação/Kanal D
Sob o título provisório Öngörü, a direção da produção cinematográfica será feita por Ali Bilgin que, além de Yargı, é conhecido pelo seu trabalho em Menajerimi Ara (The Agency, 2020). Já a produtora responsável será a Ay Yapım, uma das principais empresas de produção da Turquia, que tem no catálogo séries famosas como Yargı, Aile (The Family, 2023) e El Turco (2025).
Posteriormente ao longa, a equipe também produzirá uma série, de nome Köksüz. Em ambas as produções, a atriz Hilal Altınbilek, conhecida pelo papel de Züleyha em Bir Zamanlar Çukurova (Bitter Lands, 2018), estará no elenco. No filme, que tem previsão para iniciar as filmagens em maio, ela fará o papel principal feminino.
Foto: divulgação/ATV
Além disso, há rumores, de acordo com a jornalista Birsen Altuntaş, de que Kaan Urgancıoğlu foi convidado para interpretar o protagonista masculino na produção.
Foto: divulgação/Kanal D
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Hoje (23) é celebrado o Dia da Soberania Nacional e das Crianças, feriado turco
No Brasil, comemoramos o Dia das Crianças no dia 12 de outubro, em que também é celebrado o Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país. Assim como na Turquia, celebramos um feriado duplo. Hoje (23) é comemorado o Dia das Crianças no território turco, mas ele possui um plus: também é celebrado o Dia da Soberania Nacional. Entenda mais como funciona esse feriado lá fora.
Celebração da soberania nacional e das crianças
Foto: reprodução/Daily Sabah
O Ulusal Egemenlik ve Çocuk Bayramı (Dia da Soberania Nacional e das Crianças) é uma celebração interessantíssima. A ligação entre as duas datas decorreu de uma recomendação da Instituição para a Proteção das Crianças e foi reforçada pelo fundador da República Turca, Mustafa Kemal Atatürk (1881-1938).
Uma das grandes diferenças de como o dia é celebrado no país é o jeito de “colocar a criança no poder”.
Os turcos reconhecem a potência das crianças em uma nação, já que elas são o futuro e a esperança de dias melhores, portanto, elas são convidadas a ocupar, neste dia único e especial, os assentos parlamentares na Assembleia Nacional em Ancara, capital do país. Um simbolismo para dizer que elas governam o Estado.
Festival Internacional de Crianças da TRT
Foto: reprodução/Daily Sabah
Se você acompanha o Entretê, provavelmente já leu alguma matéria onde citamos a TRT (Türkiye Radyo Televizyon Kurumu). A Corporação de Rádio e Televisão da Turquia é a emissora pública nacional fundada em 1964 e, por décadas, foi a única emissora de rádio e TV da Turquia. Atualmente, possui outros canais, como TRT 1 – o primeiro canal de televisão da TRT.
O festival promovido pela TRT acontece desde 1979, em que várias crianças turcas e de outras nacionalidades participam de apresentações artísticas e culturais durante uma semana para promover a amizade e a paz entre elas e o mundo.
Curiosidade
Assim como a redatora, você também curte conhecimentos gerais? Então vamos para uma curiosidade: a Turquia foi o primeiro país do mundo a celebrar o Dia das Crianças oficialmente como um feriado nacional.
Da mesma maneira que ocorre no Brasil, as escolas turcas em todo o território promovem eventos para que as crianças e seus familiares comemorem esse dia tão especial.
Você sabia da importância do Dia das Crianças para o povo turco? Siga o Entretê – Instagram, Facebook, X – para ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo do entretenimento e da cultura turca.
Entre dublagens, refrões e bordões eternos, vem relembrar as produções latinas que influenciaram o entretenimento brasileiro. A cultura pop brasileira tem sotaque espanhol, e muita gente ainda se esquece disso
Hoje (23), é comemorado o Dia da Língua Espanhola, data decretada em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para dar visibilidade ao idioma e a história que ele carrega. O dia foi escolhido como uma homenagem ao escritor e dramaturgo espanhol Miguel de Cervantes, autor do clássico Dom Quixote e precursor do Realismo na Espanha, que morreu em 22 de abril de 1616.
O Brasil é o único país de língua portuguesa na América Latina e, justamente por isso, muitos brasileiros – deliberadamente ou não – reforçados por uma visão eurocentrista, acabam ignorando a forte presença do espanhol, não apenas em nosso cotidiano, mas também na construção da nossa culturapopular ao longo da história.
A língua espanhola é o segundo idioma mais falado do mundo em número de falantes nativos, ficando atrás apenas do mandarim. Ignorar tudo o que ela representa é, em certo nível, negar intencionalmente os laços históricos e culturais que compartilhamos com os países hispanofalantes. Por isso, neste Dia da Língua Espanhola, é importante relembrarmos que muito do que conhecemos e apreciamos como entretenimento vem dessa cultura e que o espanhol exerceu, e ainda exerce, uma influência profunda na formação da identidade do brasileiro comum.
Novelas
As novelas são, com certeza, um ponto de contato direto que liga o Brasil ao universo hispânico. Produções, principalmente mexicanas e espanholas, marcaram presença massiva na televisão brasileira entre as décadas de 1980 e 2000, quando o SBT e a Record passaram a adotar essas histórias como parte de suas programações.
Considerando que, na época, as opções de canais eram restritas e o que era exibido nessas emissoras era consumido diariamente pela maior parte da população em escala nacional, podemos dizer que foi nesse período que a língua espanhola entrou na sala de estar, e nas vidas, de milhões de brasileiros.
Títulos como Rebelde (2004), Chaves (1973), Chapolin (1973), A Usurpadora (1998), Maria do Bairro (1995), Café com Aroma de Mulher (1994) e Betty, a Feia (1999) são produções lembradas, reprisadas, e regravadas até hoje, que não só foram sucessos de audiência, como moldaram comportamentos, influenciaram a moda adolescente e criaram bordões que romperam barreiras culturais, e perduraram por gerações.
Imagem: reprodução/Uol
Ainda nos dias atuais você pode se deparar utilizando naturalmente frases como “foi sem querer querendo” ou “ninguém tem paciência comigo”, ou até mesmo se referir a alguém como “gentalha” sabendo exatamente de onde elas vieram, mas nem sempre estendendo o pensamento e se lembrar de que se trata de um seriado mexicano. A dublagem brasileira ficou tão marcada na nossa memória afetiva, que muitas vezes nos esquecemos de que originalmente, Chaves nesse caso, não foi gravado em português.
Chiquititas também é um fenômeno que ganhou não uma, mas duas versões brasileiras (1997 e 2013) e, até os dias de hoje, muita gente não sabe que a versão original da novela que nos rendeu hits como Mentirinhas e Coração com Buraquinhos era argentina.
Imagem: reprodução/O Globo
E o impacto cultural dessas novelas vai além da nostalgia.
Personagens como Maria do Bairro, interpretada por Thalía, Paola Bracho, vivida por Gabriela Spanic, e Mia Colucci, de Anahí, se tornaram ícones que atravessaram gerações, ganharam versões brasileiras (como foi o caso de Rebelde Brasil, de 2011) e incitaram a construção de comunidades gigantes de fãs apaixonados, muitas das quais se mantêm ativas até hoje.
É curioso de se observar também que, esse fenômeno não se restringiu apenas aos canais de televisão aberta. Nos anos 2010 quando o formato sofreu a primeira onda de migração para TV a cabo, as produções espanholas acompanharam e conquistaram espaço nos canais infanto juvenis, como o Disney Channel e a Nickelodeon.
Se você cresceu ouvindo seus pais contarem como era bom assistir Chapolin na televisão na época deles, mas não viveu isso ativamente, provavelmente acompanhou uma fase em que Disney e Nick travavam uma guerra fria para conquistara atenção do público jovem com produções latinas.
Da Disney vieram Isa TKM (2008), Isa TK+ (2009), Violetta (2012) e Soy Luna (2016). Da Nick, nomes como Grachi (2011) 11-11: En Mi Cuadra Nada Cuadra (2013) Kally ‘s Mashup (2017) e Eu Sou Franky (2015), entre outros. Algumas dessas séries atingiram níveis de sucesso comparáveis à febre RBD, e mais uma vez, o espanhol entrou na rotina de milhares de brasileiros e criou uma familiaridade afetiva que foi se construindo aos poucos, muitas vezes sem que a sequer percebessem.
Imagem: reprodução/Latinidade – Violetta Live Tour, despedida da novela, em 2015
Streaming
Com a chegada dos streamings, especialmente a Netflix, o espanhol ganhou um novo protagonismo no entretenimento global. Séries como La Casa de Papel (2017), Elite (2018), Vis a Vis (2015) e Quem Matou Sara? (2021) conquistaram o público brasileiro com narrativas de suspense envolventes, personagens complexos e uma estética pouco conhecida por nós anteriormente, que mistura o drama latino com o ritmo hollywoodiano. Esse sucesso marcou uma virada no consumo cultural por aqui, tornando o espanhol, antes visto como distante e estrangeiro, algo mais familiar.
Imagem: reprodução/Rolling Stone Brasil
Boa parte dessa aceitação se deve à acessibilidade que o streaming oferece. A dublagem em português e as legendas derrubam barreiras linguísticas e aproximam o público de conteúdos que, antes, talvez passassem despercebidos.
Ao meu ver, esse novo cenário ofereceu oportunidade para que muitos brasileiros passassem a buscar entender mais, e rejeitar menos, sua identidade latino-americana. A partir desse momento, o conteúdo em espanhol virou símbolo de cultura pop mundial. Foi nesse momento também que o interesse por aprender ou aperfeiçoar habilidades de conversação em espanhol começou a aumentar.
Música
Por fim, se tem algo que está no coreda cultura latina, independente da língua, é a música. Shakira já fazia parte das playlists brasileiras nos anos 2000, muito antes de colaborações internacionais virarem algo mais comum na indústria. Hoje, nomes como Karol G, Bad Bunny, Maluma, Emilia e Rosalía são presenças constantes nos charts do Brasil, alguns lado a lado com artistas nacionais. Até Anitta, uma das brasileiras mais consagradas no cenário pop, mergulhou no mercado hispânico com faixas solo, como Mil Veces (2024), ou em colaborações como Downtown, com J Balvin, lançada em 2018, reconhecendo o quanto esse mercado se tornou estratégico e cada vez mais relevante no Brasil.
Imagem: reprodução/Billboard Brasil
A explosão do reggaeton nos últimos anos mostra que o espanhol passou, pouco a pouco, a se tornar uma linguagem comum no pop global. Aqui no Brasil, o ritmo se infiltrou nos nossos estilos musicais e tem moldado a forma como os clipes são gravados, fazendo com que consumamos reggaeton sem estar conscientes disso. Um exemplo mais recente que pode ser citado, é a colaboração entre Luisa Sonza e a cantora e compositora argentina Emilia Mernes, Bunda, lançada em fevereiro deste ano.
O interesse pelo nicho do espanhol está finalmente crescendo no mainstream entre o público mais jovem. Ainda é uma expressão tímida se comparado ao conjunto do que se consome musicalmente no país, mas a tendência é que cada vez mais artistas brasileiros façam parcerias com hispanofalantes, já que se observa uma demanda emergente por esse tipo de colaboração.
A língua espanhola está profundamente enraizada no nosso cotidiano cultural. Seja pelas novelas que marcaram gerações, pelas séries que dominam as plataformas de streaming ou pelas músicas que marcaram nossa infância, o espanhol faz parte da nossa identidade também, e está na hora de começarmos a abraçar esse fato com orgulho.
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