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Entrevista exclusiva | Pedro Ivo revela os bastidores de O Cidadão Incomum e fala sobre o futuro da saga após o fim da trilogia de origem

Em entrevista ao Entretetizei, o autor explica por que a Experiência de Quase Morte é o ponto de partida dos superpoderes, comenta os dilemas morais de Caliel, revela a origem da Organon e adianta o que vem por aí no universo de O Cidadão Incomum

Chegar ao fim de uma trilogia costuma significar o encerramento de uma jornada, no entanto, em O Cidadão Incomum 3 – Experiência de Quase Morte, Pedro Ivo faz justamente o contrário: usa o desfecho da história de origem de Caliel para abrir caminho para um universo ainda maior. O terceiro volume aprofunda os conflitos apresentados nos livros anteriores, coloca seus personagens diante de escolhas cada vez mais difíceis e reforça que, no mundo criado pelo autor, superpoderes nunca são apenas habilidades extraordinárias, eles carregam consequências.

Na história, a Experiência de Quase Morte (EQM), evento extremo que dá nome ao livro, é o gatilho que desperta os poderes dos personagens, mas que também funciona como uma metáfora para a transformação. Para Pedro Ivo, descobrir os próprios dons exige deixar partes importantes de si para trás, tornando a experiência um símbolo de amadurecimento, trauma e autoconhecimento.

O Cidadão Incomum
Foto: divulgação/Pedro Ivo

Em entrevista ao Entretetizei, o autor falou sobre a construção desse universo, explicou como o Brasil e a cidade de São Paulo influenciaram a narrativa, comentou a moralidade de personagens como Regina Albuquerque e Jac, revelou uma curiosidade inédita sobre a criação da Organon e adiantou o que os leitores podem esperar após o fim da trilogia de origem de O Cidadão Incomum. Confira: 

Entretetizei: A ‘Experiência de Quase Morte’ (EQM) é a chave de tudo. De onde veio essa ideia de que o trauma extremo é o que “liga” o interruptor dos poderes?

Pedro Ivo: Os poderes no universo do Cidadão Incomum são uma alegoria das nossas próprias capacidades individuais. Perceba que o dom de cada personagem é uma extensão da sua personalidade. E acredito que, em algum momento da jornada de autodescoberta, na busca pelos próprios dons e pelo sentido deles, partes importantes de você precisarão morrer.

E: Você acha que, no fundo, todo super-herói precisa de uma cicatriz psicológica profunda para existir, ou o Caliel poderia ter sido herói sem o trauma da EQM?

PI: Acredito que existe um componente de culpa em todo super-herói. Batman quer voltar ao passado e impedir a morte dos pais. Peter Parker quer o tio de volta. Superman ressuscitaria Krypton inteira se pudesse. O caso do Cidadão Incomum é o oposto: todos os traumas vieram depois que ele decidiu voar por São Paulo, sem saber controlar seus poderes. Outros traumas nasceram da decisão de agir como herói. Os poderes não o salvam de nada. Eles catapultam Caliel direto para dentro da vida, com tudo que ela tem de brutal e de belo.  

E: A Regina Albuquerque é aquela vilã que a gente ama odiar porque ela faz sentido. Você se pegou concordando com os argumentos dela em algum momento enquanto escrevia?

PI: O tempo todo. Os argumentos dela são impecáveis. Só discordo dos métodos que ela usa. 

E: A Organon parece um reflexo sombrio das grandes corporações que a gente vê por aí. O quanto da nossa realidade política e empresarial “vazou” para dentro da ficção?

PI: Vou contar um segredo. Exclusividade pro Entretê.

Organon é o nome da empresa de análise de sistemas que meu pai tinha quando faleceu. Na minha mente, ela nasceu como um símbolo enorme do mistério que ele era pra mim. 

Transferi isso pro Cidadão Incomum: esse conglomerado disforme, opaco, que parece maior por dentro do que por fora. Mas, claro, me inspirei nos escândalos da indústria farmacêutica e nas empresas que lucram com a exploração da Amazônia para dar estofo à Organon fictícia.

E: São Paulo é praticamente um personagem no livro, com o calor infernal e o caos urbano. Por que era importante que a história acontecesse aqui e não em uma cidade genérica?

PI: São Paulo é um colchão de retalhos onde você consegue identificar fragmentos de todas as facetas do Brasil. Dos becos disformes ao ecletismo dos prédios art déco. Dos terreiros de umbanda às cantinas italianas. Do bairro coreano aos eventos populares de rua.

O Cidadão Incomum é produto de um Brasil que só existe em São Paulo.

E também porque amo essa cidade. 

E: O Caliel não quer salvar o mundo, ele quer uma “vida boa e útil”. Você acha que o maior desafio dele não é o vilão, mas sim a vontade de ser uma pessoa comum?

PI: Aí mora a maior contradição de Caliel. Ele diz que quer uma vida boa e útil, mas quer também usar os poderes. Pior: quer ser visto voando, gerando energia nas mãos. O que ele quer na verdade é que a sociedade normalize o fato de ele ter superpoderes, o que definitivamente não vai acontecer. 

O Cidadão Incomum
Foto: divulgação/Pedro Ivo

E: A Jac parece enxergar o Caliel de um jeito que poucos personagens conseguem. Qual era exatamente a função dela dentro da jornada dele: provocar, testar ou revelar quem ele realmente é?

PI: A Jac, pelo menos neste volume da série, tem uma função bastante clara: mostrar para Caliel que ele é só uma pequena parte de um universo bem maior. É basicamente colocar o super-herói no seu lugar. 🙂  

E: Falando na Jac, ela vive numa zona moral muito cinzenta. Em algum momento você quis que o leitor torcesse por ela mesmo sem confiar nela?

PI: Ela é uma sobrevivente, né? Assim como Caliel, Jac precisou tomar decisões difíceis, com a diferença de que ela é mulher e preta. Dona Jacqueline terá um papel fundamental para a expansão deste universo, no futuro próximo.  

E: O Eder é o melhor amigo que todo mundo queria ter. Ele é a âncora moral do Caliel ou ele também está se perdendo nesse jogo de espionagem e tecnologia?

PI: Acho que ele se encontra antes de Caliel. Em algum momento, Eder olha para tudo o que está acontecendo, pisa no freio e decide pelo mundo dos adultos. Afinal, ele não tem poderes.  

E: Você acredita que os poderes do Caliel são um presente, uma maldição ou apenas uma ferramenta neutra que ele ainda não aprendeu a usar direito?

PI: Imagine que você tem o poder de criar músicas incríveis que vão impactar para sempre as vidas de milhões de pessoas, por gerações. Se isso é uma dádiva ou uma maldição, depende totalmente de ti. O mesmo vale para os dons de Caliel, Tito, Elias, Jac, Isaac… O que você faz com seu dom diz quem você é. 

E: O Isaac tem aquele poder de teletransporte apelão, mas continua preso às decisões da Regina. Isso mostra que, no universo de O Cidadão Incomum, o verdadeiro poder nunca é só físico?

PI: Essa é uma discussão e tanto. O que é poder de verdade? Teletransportar ou ter acesso a uma quantidade absurda de dinheiro?

Desde o livro dois vemos que Regina é muito habilidosa em controlar essas pessoas incomuns, seja por meio da coação, seja simplesmente dando à pessoa o que ela precisa. Ultimamente, aqui no mundo real, a gente tem acompanhado como esses dois métodos, dinheiro e coação, são os alicerces da obtenção e manutenção de poder.

E: O livro fala muito sobre “máscaras sociais”. Você acha que todo mundo hoje em dia precisa de um pouco de “Cidadão Incomum” para aguentar o dia a dia na sociedade?

PI: Não só hoje em dia, como em toda a história da civilização. Ser uma criatura social implica, entre outras coisas, vestir máscaras. Fazemos isso o tempo todo, até mesmo em nossas relações mais íntimas. Em muitos momentos durante a saga do Cidadão Incomum, podemos ver Caliel mascarar literalmente seus reais sentimentos com sua máscara preta e visores estranhos. 

O Cidadão Incomum
Foto: divulgação/Pedro Ivo

E: O desfecho coloca o Caliel diante de uma escolha praticamente impossível. Em algum momento você cogitou um caminho diferente para ele ou sempre soube que aquela era a única decisão possível?

PI: Precisamos levar em conta que Cidadão Incomum 3 — EQM é só o fim da trilogia de origem do Cidadão Incomum. A história dele como pessoa e super-pessoa mal saiu do primeiro ato. Tem muito chão ainda pela frente, e essa “escolha praticamente impossível” é só o começo de tudo.

Mas, para responder a pergunta: havia pelo menos quatro desfechos diferentes para Caliel. Escolhi o mais coerente e o segundo mais dramático.

E: “Pessoas boas também fazem maldade”. Qual foi a coisa mais “errada” que você fez o Caliel fazer e que te deixou desconfortável como autor?

PI: Bruce Wayne se torna o Batman porque se culpa pela morte dos pais. Peter Parker veste a máscara do Homem-Aranha porque acredita ser responsável pela morte do tio. Mas a verdade é que eles não mataram ninguém. Caliel matou uma pessoa. Todos os outros pequenos crimes que ele comete para se manter como super-herói do mundo real, não me incomodam tanto quanto o que ele fez no primeiro livro. 

E: Pelo que este volume apresenta, a história parece assumir um tom mais sombrio e “pé no chão”. Essa densidade foi uma evolução natural da trilogia ou uma escolha influenciada pelo Brasil de hoje?

PI: Acho que tudo isso colabora, mas devo mais ao fato de que eu estou em uma fase mais existencialmente sombria. Não tinha como isso não escapar para a obra. Mas entendo que todos nós, enquanto sociedade, estamos nesse lugar mais indefinido e acho que o Cidadão Incomum representa bem isso. 

E: Se o Caliel pudesse escolher hoje: continuar com os poderes ou voltar a ser o cara que ele era na página 1 do primeiro livro, o que você acha que ele escolheria?

PI: Continuar com os poderes. Penso que, se você aprende algo extraordinário, como voar, tudo o que você pensava sobre a vida muda radicalmente. Não tem como ser a mesma pessoa. Caliel não é mais o garoto da página um do primeiro livro. 

E: Como você equilibra a ação cinematográfica com as pausas reflexivas que o livro tem? Você ouve alguma trilha sonora específica para escrever as cenas de voo ou de luta?

PI: Não. Pelo contrário. Escrevo com um daqueles fones de ouvido que tem canceladores de barulho, sabe? 

Uma característica desse universo é a quebra de expectativa. O leitor acha que a história caminha para um lugar, mas ela vai para outro. Esse mistério, que é parte da estrutura, acho que é o ingrediente fundamental. O resto são truques comuns para equilibrar a narrativa. Quanto mais profunda for a reflexão entre dois personagens, pode ter certeza que alguma coisa vai explodir ao redor deles. 

E: O que mais te surpreendeu no Caliel ao longo dessa trilogia? Ele tomou algum rumo que você não tinha planejado no começo?

PI: Sim. Não comecei essa saga de origem sabendo como ela terminaria. Não quero dar spoiler, mas fiquei surpreso como ele trocou de lugar com outro personagem.  

E: A trilogia de origem acaba aqui, mas o universo parece gigante. O que vem por aí? Veremos o Cidadão Incomum enfrentando problemas ainda maiores ou o foco vai continuar sendo o lado humano e político?

PI: O teor humano e político vai continuar. Temos muita história para contar e Caliel vai continuar por aí. Ele tem um papel importante no futuro desse universo. Mas esse terceiro livro também é uma passagem de bastão. Acho que o leitor vai amar conhecer mais profundamente outros personagens que estão loucos para protagonizar as próprias histórias. 

 

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Texto revisado por Thaís Figueiredo

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Em Família com Eliana: conheça as novidades que marcam a nova etapa do programa 

Eliana volta com tudo neste segundo semestre e promete novidades super divertidas!

 

O Em Família com Eliana volta para a grade da Globo após a pausa para a Copa do Mundo, no dia 12 de julho. O retorno promete agitar as tardes de domingo com quadros descontraídos, muito humor, competições e novidades incríveis! Nesta terça-feira, 30 de junho, a apresentadora realizou uma coletiva de imprensa e anunciou o que vem por aí, e o Entretetizei conta tudo para você!

 

Um dos quadros que promete muito entretenimento, risadas e diversão é o Invertidamente, projeto inédito no Brasil vindo direto da Holanda, onde os famosos vão literalmente ficar de cabeça para baixo, dentro de uma caixa que se move em 360 graus, para competirem entre si realizando provas que envolvem agilidade e habilidade. A estreia do quadro está marcada para o dia 26 de julho. “A gravação foi uma loucura! A caixa é um formato da Holanda e é a primeira vez no Brasil. A caixa não deixa ninguém parado e muito menos em pé. A pessoa está sempre em uma posição invertida, desafiando a lei da gravidade”, comentou Eliana. “As famílias entram na caixa para se desafiar. Não tem prêmio. É muito instigante porque cada família reage de um jeito, e esse game é uma novidade inédita no Brasil!”, reforçou ela. Alguns dos participantes do quadro são nomes como Gracyanne Barbosa e Gil do Vigor. Quadros de disputas musicais entre famílias prometem voltar também, consolidando o formato que já está fazendo sucesso.

Foto: Divulgação/Globo

Outra grande aposta da nova fase é O Elo Fraco, versão brasileira do já consagrado formato britânico The Weakest Link, criado pela BBC. O game show, já passou por outras tentativas de adaptação no Brasil sem nunca ter ido ao ar e deve ocupar espaço central na programação do programa no segundo semestre, dividindo a atenção do público com brincadeiras de palco envolvendo famosos e bastidores de novelas da emissora. 

As mudanças chegam em um momento de consolidação da audiência do programa na briga direta com o Domingo Legal, do SBT, apresentado por Celso Portiolli. Na estreia, em 15 de março, o Em Família registrou 10,9 pontos no ibope da Grande São Paulo, contra 5,5 pontos da concorrência. Nas semanas seguintes o programa se firmou na faixa entre 8 e 10 pontos, chegando a ter vitórias consecutivas contra o seu principal rival. A primeira fase do programa se encerrou em 7 de junho, com 8,3 pontos, dando lugar à pausa para a Copa do Mundo antes do retorno agora em julho. 

O retorno do dominical coincide exatamente com o aniversário de dois anos de Eliana na Globo. A data foi comemorada pela apresentadora, que afirma que se diverte na nova emissora e estar cada vez mais à vontade em seu novo projeto: “A Globo trouxe muitas possibilidades para eu mostrar minhas facetas como comunicadora, é muito rico. Sentar em um sofá e falar de assuntos mais sérios como no Saia Justa, estar em um poder educativo como no Especial Led-Luz na Educação e estar em um programa onde possa contemplar histórias de famílias. Me sinto confortável em todas elas, me sinto livre. É muito gostoso poder mostrar as minhas facetas como comunicadora e me divertir trabalhando. Eu amo meu ofício”, contou ela. 

Foto: Divulgação/Bob Paulino/Globo

A trajetória de Eliana na Globo começou em 2024, após mais de uma década no SBT, onde comandou seu próprio programa dominical por 15 anos. Desde então, ela já esteve à frente de atrações como The Masked Singer Brasil, Saia Justa no GNT, ao lado de Bela Gil , Erika Januza, Juliette e Tati Machado, e comandando especiais como o Vem Que Tem. O Em Família com Eliana, estreado em 15 de março de 2026, é o terceiro programa de auditório idealizado pela apresentadora ao longo da carreira, depois do Tudo É Possível, na Record, e do Eliana, no SBT.  

Em Família com Eliana tem direção de Geninho Simonetti, que destaca a presença marcante de Eliana em frente às câmeras “Ela trabalha o triplo que eu pensava que ela trabalharia. Toda vez que faço a marcação de uma câmera, e ela aparece na lente, o quadro ganha vida!“, afirmou ele. 

Por fim, Eliana fez um balanço sobre o Em Família e sobre o que o programa significa em sua vida, como tem lhe ajudado a enxergar as famílias com outros olhos e como isso tem impactado seu dia a dia “O programa acolhe a todas as famílias: a família que acolhe, que tem amor. A gente nasce na família que a gente escolhe. Onde tem amor, confiança, você pode deitar a cabeça em paz. Onde tem ninho, um lar, não importa a formação da sua família. O programa contempla todas as famílias de uma forma respeitosa. Todas são muito bem-vindas. O Em Família é para todos!”, finalizou ela. 

E aí, gostou de saber mais sobre as novidades do Em Família com Eliana? Pretende assistir? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.

Leia também: Netflix divulga trailer de Ideias à Venda, o novo reality show brasileiro apresentado por Eliana

 

Texto revisado por Luana Chicol

 

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Novelas turcas e outros títulos lideram as estreias no streaming

Mês reúne novelas turcas, séries internacionais, adaptações e novidades para todos os gostos no catálogo

O Globoplay divulgou os lançamentos de julho, que chegam com novidades para fãs de novelas turcas, séries, filmes, documentários e esportes. Entre os principais destaques estão as produções internacionais Minha Menina (Kızım), As Filhas da Senhora Garcia (Fazilet Hanım ve Kızları) e Traída Pelo Meu Marido no Jogo do Poder (Yasak Elma), além da série original Jogada de Risco, estrelada por Cauã Reymond, e da adaptação de O Senhor das Moscas

Foto: reprodução/Dizilah

As novelas turcas ganham espaço na programação do mês e reforçam o catálogo internacional da plataforma, com histórias marcadas por drama familiar, conflitos emocionais e tramas de vingança e poder.

Entre os demais lançamentos, o público também poderá conferir o filme Missão Pet, o suspense Quarto do Pânico, a novela Belíssima e a produção Sete Vidas, que ampliam a oferta de conteúdos clássicos e licenciados.

Na frente nacional, o mês traz novidades e retornos importantes, como a série Pablo & Luisão, além de novas temporadas de atrações como Conversa com Bial, Em Família com Eliana e Que História É Essa, Porchat?, que seguem apostando em formatos de entrevista e entretenimento leve.

Foto: Divulgação/Bob Paulino/Globo

O catálogo de julho também inclui o documentário Meu Nome é Preta, que revisita a trajetória de Preta Gil, além da novelinha vertical O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas e da série Sullivan’s Crossing: Um Lugar para Recomeçar, reforçando a diversidade de formatos disponíveis.

Fechando o mês, o público ainda encontra o filme Barba Ensopada de Sangue, que chega ampliando o espaço para o cinema nacional dentro da plataforma.

Já escolheu o que vai maratonar em julho? Conta pra gente nas redes sociais do EntretetizeiFacebook, Instagram e X ー e nos siga para não perder nenhuma novidade!

Leia também: Lançamentos de julho: confira as novidades do mês

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Estreias e destaques do streaming: veja o que chega no mês de Julho

Entre super-heróis, sequências aguardadas, séries inéditas e transmissões musicais e esportivas ao vivo, o streaming prepara um julho recheado para os fãs 

A plataforma Disney+ preparou um julho recheado de novidades para todos os gostos. O mês traz o retorno aguardado de X-Men ’97, a estreia de O Diabo Veste Prada 2, novos capítulos do universo de Descendentes, séries inéditas, documentários, música ao vivo e grandes eventos esportivos.

Confira os principais destaques que chegam ao streaming nas próximas semanas:

X-Men ’97 – nova temporada

Com estreia em 1º de julho, a segunda temporada de X-Men ’97 abre o mês trazendo os mutantes separados no tempo e tentando encontrar o caminho de volta para casa. Enquanto isso, novas ameaças surgem nos anos 1990 na ausência da equipe. A animação da Marvel estreia com três episódios e ganha novos capítulos semanalmente às quartas.

Casamento Sangrento: A Viúva – terror, suspense e ação

A sequência do sucesso cult tem estreia marcada para 2 de julho e acompanha Grace (Samara Weaving) em mais um jogo mortal envolvendo famílias poderosas e uma disputa brutal por poder. Kathryn Newton entra para o elenco como Faith, irmã da protagonista.

Casamento Sangrento: A Viúva
Imagem: divulgação/Disney+
O Marido – drama coreano que mistura suspense e perseguição

Estreando em 4 de julho, a produção acompanha um homem acusado pelo desaparecimento da própria esposa após uma noite marcada por excessos. Agora, ele precisa fugir da polícia e enfrentar criminosos perigosos para tentar salvá-la.

O Marido
Imagem: divulgação/Disney+
Descendentes: País das Maravilhas Malvado – novo capítulo com referências no clássico

Com estreia para 17 de julho, Red e Chloe descobrem que mexer no passado criou consequências inesperadas – incluindo um novo vilão. O filme reúne novos personagens e referências a clássicos da Disney em mais uma aventura musical da franquia.

Pompeia: Além do Tempo – Tom Hiddleston explora os mistérios da cidade desaparecida

A série documental da National Geographic mistura investigação histórica e dramatização para revisitar as últimas horas de Pompeia antes da erupção do Vesúvio. Guiado por especialistas, Tom Hiddleston apresenta descobertas que desafiam teorias conhecidas sobre a tragédia. A estreia está prevista para 23 de Julho.

Pompeia: Além do Tempo
Imagem: divulgação/Disney+
Sou Luna – a série está de volta

Karol Sevilla retorna ao papel de Luna em Sou Luna: De Volta à Pista, no dia 24 de Julho. Na nova história, a personagem tenta retomar sua vida após um acidente misterioso enquanto enfrenta novos desafios, reencontros e dilemas amorosos.

Fúria – Emmy Rossum estrela thriller policial

Estreando em 27 de julho e criada por Elizabeth Meriwether, a série acompanha uma agente do FBI obcecada em capturar uma assassina em série. Conforme as duas se aproximam, a linha entre heroína e vilã começa a ficar cada vez mais confusa.

Fúria
Imagem: divulgação/Disney+
O Diabo Veste Prada 2 – o retorno de Miranda Priestly

Um dos retornos mais aguardados do ano chega ao Disney+ em 29 de julho. Anne Hathaway e Meryl Streep reprisam seus papéis na sequência de O Diabo Veste Prada, trazendo Andy Sachs novamente ao universo da revista Runway e frente a frente com Miranda Priestly.

O Diabo Veste Prada 2
Imagem: divulgação/Disney+
Lollapalooza Chicago 2026 – transmissão ao vivo

A plataforma transmitirá ao vivo, de 30 de julho a 2 de agosto pelo Hulu, o Lollapalooza Chicago 2026, levando ao público apresentações e momentos de um dos maiores festivais de música do mundo.

O que há nos esportes: futebol, tênis, automobilismo

Julho também será movimentado para os fãs de esporte. A ESPN segue com a cobertura do maior torneio de futebol do mundo. Ainda, o mês terá transmissão do Brasileirão, playoffs da Copa Sul-Americana, ATP e WTA 500 de Washington, etapas da IndyCar e NASCAR, além do GP da Alemanha de MotoGP.

Qual estreia de julho do streaming você está mais ansioso para assistir? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei  (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Se você gosta de R&B e K-pop, precisa colocar o novo álbum do from20 na sua playlist

Em Rated R, o cantor sul-coreano revisita a sonoridade do R&B e do hip-hop dos anos 1990 e 2000 para apresentar seu primeiro álbum de estúdio em cerca de cinco anos

Se você gosta de R&B e K-pop, precisa colocar o novo álbum do from20 na sua playlist. Intitulado Rated R, o projeto marca o retorno do artista ao formato de álbum de estúdio após cerca de cinco anos e reúne influências do R&B e do hip-hop dos anos 1990 e 2000 em uma proposta contemporânea.

O disco também inclui os singles Eye Candy e Social, lançados anteriormente como prévias desta nova fase. Ao longo das faixas, from20 explora temas como desejo, autoconfiança, liberdade e autenticidade, enquanto aposta em uma identidade visual inspirada na estética Y2K.

O título Rated R faz referência à classificação indicativa norte-americana para conteúdos restritos a menores de idade, mas ganha um novo significado dentro do projeto. Além de representar a ideia de abordar sentimentos e experiências sem filtros, a letra R também faz alusão ao nome verdadeiro do artista, Raehwan, reforçando o caráter pessoal do álbum.

Entre os destaques está BIG BOY, faixa-título que mistura elementos do hip-hop noventista com uma mensagem sobre body positivity, diversidade e autoestima. A música transmite a ideia de que confiança não deve estar ligada à aparência física ou aos padrões de beleza, incentivando cada pessoa a se sentir confortável com quem é e a celebrar a própria individualidade.

Os fãs brasileiros também puderam acompanhar de perto essa nova fase do cantor. Entre março e abril deste ano, from20 passou pelo Brasil com a 2026 WAY BETTER WORLD TOUR: GLOBAL WARMING, ao lado de HELLO GLOOM, KANG YUCHAN e LIM SEJUN. A turnê percorreu 12 cidades brasileiras e reforçou a relação do artista com o público nacional, que acompanha sua trajetória desde os primeiros trabalhos solo.

Com Rated R, from20 entrega aquele que considera seu trabalho mais representativo até agora, unindo referências clássicas do R&B a uma abordagem moderna tanto na sonoridade quanto no conceito visual. O álbum já está disponível nas principais plataformas de streaming.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Limbo: graphic novel de Deb JJ Lee sobre diáspora coreana chega ao Brasil

Publicada pela nVersos, a obra autobiográfica indicada ao Eisner acompanha a trajetória de uma jovem dividida entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos, refletindo sobre identidade, racismo e a busca por pertencimento

O que significa crescer entre duas culturas sem sentir que pertence completamente a nenhuma delas? Essa é a pergunta que guia Limbo, graphic novel de estreia de artiste Deb JJ Lee, que acaba de chegar ao Brasil pela editora nVersos. Indicada ao Prêmio Eisner, a obra mistura autobiografia e romance gráfico para retratar os dilemas de quem vive a experiência da diáspora, explorando temas como identidade, racismo, família e autodescoberta.

Nascide na Coreia do Sul, Deb JJ Lee se mudou ainda criança para os Estados Unidos. Jovem demais para guardar lembranças do país onde nasceu, cresceu tentando conciliar duas realidades que pareciam nunca se encontrar. Enquanto enfrentava episódios de preconceito e discriminação na escola, também sentia dificuldade em se conectar com a própria comunidade coreana por não dominar o idioma. O resultado era uma constante sensação de não pertencimento — um verdadeiro “limbo“, que dá nome à obra.

A narrativa tem início durante o ensino médio, período em que essas inquietações se tornam ainda mais intensas. Em meio às mudanças típicas da adolescência, Deb vê amizades surgirem e desaparecerem, enfrenta conflitos familiares, especialmente com a mãe, e percebe que o violino, antes um espaço de conforto e acolhimento, já não ocupa o mesmo papel em sua vida.

É justamente nesse momento de incertezas que a arte passa a ganhar protagonismo. O desenho se transforma em uma forma de compreender a própria trajetória e reconstruir uma identidade fragmentada entre diferentes culturas. Mais do que contar uma história sobre imigração, Limbo acompanha o processo íntimo de ume jovem tentando entender quem é quando nenhum dos mundos ao seu redor parece defini-lu completamente.

Limbo
Foto: reprodução/nversos

A proposta também se reflete na identidade visual da graphic novel. Com 352 páginas ilustradas exclusivamente em azul-marinho e branco, Deb JJ Lee utiliza uma paleta monocromática para traduzir visualmente os sentimentos de ansiedade, isolamento e introspecção que atravessam sua adolescência. Os traços realistas, muitas vezes próximos de fotografias, tornam a leitura ainda mais sensível e imersiva.

Desde seu lançamento original em inglês, Limbo conquistou reconhecimento internacional. A obra venceu o Ignatz Award na categoria de Artista Revelação e o prêmio da Asian Pacific American Libraries Association (APALA) de Melhor Livro para Jovens Adultos. Também foi indicada ao Prêmio Eisner, considerado a maior honraria da indústria dos quadrinhos, na categoria de Quadrinho Autobiográfico, além de receber uma indicação ao Harvey Award.

O romance gráfico ainda foi escolhido como um dos dez melhores livros para adolescentes de 2023 pela The New York Public Library e entrou na lista das melhores histórias em quadrinhos do ano do School Library Journal, consolidando Deb JJ Lee como ume das vozes mais promissoras da nova geração de quadrinistas.

Com a publicação brasileira pela nVersos, Limbo chega ao país trazendo uma narrativa que dialoga não apenas com leitores da diáspora asiática, mas com qualquer pessoa que já tenha sentido o desafio de encontrar seu lugar no mundo. Ao transformar experiências pessoais em arte, Deb JJ Lee constrói uma história delicada, honesta e profundamente humana sobre identidade, pertencimento e a busca por si mesme.

 

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Leia também: Pedro Ivo redefine a narrativa pop ao unir quadrinhos, literatura, games e audiovisual em suas histórias

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura Entretenimento

Lançamentos literários de julho: confira as novidades do mês

Suspense, drama adolescente, romance, livro-jogo e muito mais

Para o mês de julho, a Editora Intrínseca aposta em uma variedade de suspenses, romances e análises sociais. Com o toque Intrínseca que só a editora tem, os lançamentos prometem movimentar o mundinho literário. No dia 2 de julho, as livrarias estarão repletas de novidades incríveis.

À Deriva com Você, por Beth O’Leary
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

A autora do best-seller Teto para Dois, que vendeu mais de 300 mil exemplares no Brasil, volta às estantes dos leitores com À deriva com você

Em seu novo romance, Lexi e Zeke vão para a cama em uma casa flutuante atracada na marina. Ela está em busca de uma noite descompromissada e divertida, enquanto ele é um romântico nato, sonhando com seu grande amor, embora tenha aberto uma exceção. Apesar das diferenças entre eles, a química entre os dois é imediata.

O problema surge quando eles acordam à deriva no meio do Mar do Norte, com poucos recursos, sem saber quando o resgate virá e obrigados a se apoiarem um no outro em meio ao medo e às dificuldades emocionais do passado. Assim, sobreviver não parece ser o único desafio. Depois de tantos dias convivendo juntos, seria possível não conhecer  (e se apaixonar por) seu companheiro de sobrevivência?

A Nova Perimenopausa, por Mary Claire Haver
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Sintomas de estresse e ansiedade ou mudanças hormonais da perimenopausa? A médica obstetra e ginecologista especialista em menopausa, que desmistificou o assunto em seu best-seller A nova menopausa, retorna ao tema com uma nova obra.

O livro aborda um assunto ainda cercado de desinformação, diagnósticos equivocados e silêncio médico por meio de uma abordagem teórica baseada em evidências. A doutora ajuda mulheres a compreenderem as transformações do próprio corpo, muitas vezes confundidas com estresse e ansiedade, auxiliando as leitoras a entenderem a “zona do caos” hormonal e a assumirem um papel mais ativo e autônomo em sua própria saúde.

A Oligarquia dos Poderes, por Joaquim Falcão
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL) e autor de diversos livros sobre Direito Constitucional, Joaquim Falcão apresenta, em A oligarquia dos poderes, a tese de que a democracia originária está sendo substituída por uma oligarquia corrupta e antiliberal composta por integrantes dos Três Poderes.

O imortal da ABL defende a necessidade de reimaginar, reformar e reinterpretar as instituições existentes, apontando vulnerabilidades do Estado Democrático de Direito e levantando questionamentos sobre o funcionamento dos poderes.

Em linguagem acessível, a formação do sistema democrático brasileiro é explorada por meio da análise de casos que geraram indignação coletiva, como o escândalo envolvendo o Banco Master e o caso do deputado Chiquinho Brazão, que perdeu o mandato por excesso de faltas mesmo tendo sido apontado como mandante do homicídio da vereadora Marielle Franco.

Léa Não é a Culpada, por Zoé Ash
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Já gostou tanto de um livro de mistério que quis resolvê-lo você mesmo? No novo lançamento da Intrínseca, isso é possível.

Neste livro-jogo, que viralizou no TikTok francês, o leitor deve encontrar o responsável pelo assassinato do professor Armand Duval. A tarefa não será simples: existem mais de 40 mil possíveis suspeitos. Com apenas 13 pistas, o leitor – ou melhor, o detetive – deve eliminar cada nome até chegar ao único que atende a todos os requisitos.

Muito Mais que Trinta Dias, por Mika Serur
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

No primeiro livro publicado da autora, somos convidados a viver uma história de amor em 30 dias. Mas será que isso é possível?

Julian está um caos emocional após um término traumático que o deixou perdido na própria vida. Incentivado pelos pais, ele decide embarcar em um intercâmbio para a Itália com sua irmã mais velha, onde trabalhará como fotógrafo em uma escola de música em Roma.

Mas, claro, não seria tão fácil. Em seu segundo dia na Itália, Julian conhece um pianista tatuado e absurdamente bonito que o hipnotiza à primeira vista. O problema é que Luca é professor na escola em que ele irá trabalhar e também não está pronto para um relacionamento. Seu foco está em conquistar espaço no mundo da música. 

Agora, os dois terão 30 dias na Itália para descobrir que o amor não espera o momento ou o lugar perfeito: ele simplesmente acontece.

O que é Ser Homem, por Scott Galloway
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Como lidar com a crise masculina e educar filhos homens? Em O que é Ser Homem, o autor lança luz sobre uma realidade frequentemente ignorada: meninos têm menos chances de concluir o ensino médio ou a faculdade; um em cada sete homens afirma não ter amigos; e homens cometem suicídio de duas a quatro vezes mais do que mulheres.

Ignorar esse contexto é abrir espaço para discursos misóginos, para a demonização do outro e para uma visão tóxica da masculinidade.

A violência de gênero tem crescido, e isso ocorre de forma proporcional à falta de atenção dada ao problema. A partir de suas vivências, o autor faz uma análise do papel social do homem e defende a importância de uma masculinidade saudável e de uma boa saúde mental.

É um livro sobre assumir riscos, aprender a lidar com a sensação de impostor, criar oportunidades para aqueles ao seu redor e compreender que ser um bom pai também significa ser um bom parceiro para a mãe dos seus filhos.

Você Está Aqui, por David Nicholls
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

O autor best-seller de Um Dia, adaptado para o cinema e para uma minissérie da Netflix, nos apresenta dois estranhos solitários: Marnie e Michael.

Uma amiga em comum os convida para uma caminhada em grupo pelo interior da Inglaterra. O que eles não sabiam ao aceitar o convite é que acabariam se perdendo e precisariam lidar com horas de desconforto, conversas relutantes e silêncios constrangedores, situações que acabariam criando uma afinidade inesperada.

Marnie é editora de textos e está presa a uma rotina doméstica que mascara sua dificuldade de se reconectar com o mundo pós-pandemia. Michael é professor de Geografia e carrega as marcas de um divórcio e de uma vida que não seguiu o rumo que imaginava.

Os dois perceberão que, às vezes, perder-se é a melhor maneira de se encontrar.

Série Amores de Dream Harbor, por Laurie Gilmore

Os volumes 5 e 6 da série inspirada em Gilmore Girls chegam às livrarias brasileiras em julho.

Uma Confeitaria com Sabor de Esperança – Volume 5
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A protagonista da vez é Annie Andrews, dona de uma confeitaria repleta de delícias açucaradas que adoçam a vida de seus clientes durante o inverno. Pena que sua vida amorosa não é tão doce assim.

A relação mais longa que ela já teve foi de implicância com Mac, o dono do pub mais querido da cidade. Charmoso, irritante e sempre disposto a provocá-la, ele discute com Annie desde um desentendimento ocorrido há 11 anos.

Agora, os dois precisarão deixar as diferenças de lado e passar bastante tempo juntos como padrinhos de casamento de amigos em comum. Será que isso vai funcionar?

Paixão, Sorte e Margaridas – Volume 6
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Daisy não está vivendo seus melhores dias, especialmente no amor. E, acredite, as coisas podem piorar: o prefeito da cidade teve um sonho estranho no qual uma nuvem carregada pairava sobre sua floricultura e, desde então, os casais passaram a evitar suas flores.

Elliot se mudou para a aconchegante cidade depois de uma grande desilusão amorosa e tem evitado ao máximo a floricultura daquela linda mulher. Porém, ao entrar na loja para comprar flores para sua mãe, sai de lá com um namoro de mentira. Como isso aconteceu? E como esse acordo irá se desenrolar?

Trilogia Olho por Olho, por Jenny Han e Siobhan Vivian

A autora de romances adolescentes que conquistaram uma legião de fãs agora aposta em um gênero diferente: suspense e drama adolescente. Acompanhe três garotas de Jar Island em uma jornada de vingança contra aqueles que as machucaram.

Olho por Olho – Volume 1
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Kat teve sua reputação destruída por sua antiga melhor amiga.

Lillia, apesar da ótima reputação, carrega mágoas profundas causadas por pessoas próximas.

Mary viveu algo que mudou sua vida para sempre e retornou à ilha após anos afastada.

As três, completamente diferentes, são unidas por experiências traumáticas e pelo desejo de se vingar de quem lhes fez mal.

Em meio a temas como bullying, culpa, desejo de pertencimento e os limites entre justiça e destruição, elas descobrem que provocar o caos pode ter consequências maiores do que imaginavam.

Dente por Dente – Volume 2
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

No segundo livro, a vingança das garotas começa a fugir do controle e culmina em uma situação traumática. Elas tentam seguir em frente e fingir que o pacto secreto que as uniu ficou no passado. Mas nem tudo acontece como planejado, e as feridas abertas voltam a conduzir a narrativa.

O livro mistura romances complicados, rivalidades intensas e decisões impulsivas, mostrando que brincar com os sentimentos dos outros pode gerar consequências incontroláveis.

Fogo contra Fogo – Volume 3
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

No último livro da trilogia, Kat, Lillia e Mary precisam enfrentar as consequências devastadoras de seus planos.

A vingança cobrou um preço que elas jamais imaginaram e, depois de uma tragédia na festa de Ano-Novo, a culpa passa a consumi-las e segredos começam a vir à tona.

O trio será forçado a encarar verdades dolorosas e sentimentos antigos que colocam suas relações à prova. O incêndio que iniciaram pode destruir tudo ao redor.

 

E aí, quais dessas novidades vão entrar para a sua lista de leitura? Conta pra gente nas nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube do Livro do Entretê

 

Leia também: 8 chick-lits para aquecer o coração na chegada do inverno 

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cinema Cultura asiática Música Notícias

BTS terá show de São Paulo transmitido ao vivo para cinemas de todo o mundo

Apresentação do dia 30 de outubro, em São Paulo, será exibida simultaneamente em salas de cinema de diversos países; venda de ingressos ainda não foi anunciada

Os ARMYS que não conseguiram garantir ingresso para um dos shows do BTS no Brasil terão uma nova oportunidade de acompanhar a turnê Arirang. A BIGHIT MUSIC confirmou na última terça (30) que a apresentação marcada para o dia 30 de outubro, no estádio MorumBIS, em São Paulo, será transmitida ao vivo em cinemas ao redor do mundo.

Além da exibição do show brasileiro, a empresa também anunciou que a apresentação do grupo em Buenos Aires, na Argentina, marcada para 24 de outubro, fará parte da programação de transmissões internacionais da turnê.

A iniciativa, no entanto, não é inédita. Em junho, o show realizado pelo BTS em Busan, na Coreia do Sul, também foi exibido ao vivo nos cinemas de diversos países, incluindo o Brasil, reunindo milhares de fãs para acompanhar o espetáculo nas telonas.

Embora a transmissão do show em São Paulo já esteja confirmada, a BIGHIT MUSIC ainda não revelou quais redes de cinema participarão da exibição nem quando a venda de ingressos será aberta. Mais informações devem ser divulgadas nos próximos meses.

Foto: reprodução/ weverse
Demanda histórica pelos shows no Brasil

O anúncio chega poucos dias após a intensa disputa por ingressos para as apresentações brasileiras da turnê. Os três shows do BTS no MorumBIS tiveram ingressos esgotados rapidamente, mobilizando milhões de fãs durante o período de vendas.

Segundo dados divulgados pela Ticketmaster Brasil, mais de 1,9 milhão de pessoas acessaram a plataforma para tentar comprar ingressos para as apresentações no Brasil. Considerando a média de quase dois ingressos por comprador, a demanda ultrapassou 3,7 milhões de entradas, número equivalente a cerca de 48 estádios do MorumBIS completamente lotados.

Além da apresentação que será exibida nos cinemas, o BTS sobe ao palco em São Paulo nos dias 28 e 31 de outubro, completando a passagem da turnê Arirang pelo país.

Quando acontecem os shows do BTS no Brasil?

28 de outubro – MorumBIS, São Paulo

30 de outubro – MorumBIS, São Paulo (show com transmissão ao vivo para cinemas)

31 de outubro – MorumBIS, São Paulo

 

E você, conseguiu seu ingresso ou vai ver nas telonas? Conte para a gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: BRIT Awards 2026: veja a lista completa de vencedores

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Entretenimento Música

The Strokes lançam clipe de Going Shopping com Walton Goggins

Vídeo faz referência ao clássico de Paul Simon e antecede a chegada do álbum Reality Awaits

O The Strokes lançou o videoclipe de Going Shopping nesta terça (30), estrelado por Walton Goggins, ator conhecido por seu papel em The White Lotus (2021). A produção homenageia o clássico You Can Call Me Al (1986), de Paul Simon, e chega poucas semanas antes do lançamento de Reality Awaits, novo álbum da banda, marcado para 24 de julho.

O vídeo faz referência direta a You Can Call Me Al, clássico lançado por Paul Simon em 1986. Na produção original, o cantor divide a cena com o comediante Chevy Chase. Em Going Shopping, o papel é ocupado por Walton Goggins.

A participação surgiu a partir de um convite feito pelo grupo enquanto o ator estava nas Ilhas Canárias gravando um longa-metragem. Para tirar o projeto do papel, Julian Casablancas, vocalista do The Strokes, viajou até a Espanha para encontrar Walton durante as filmagens. O resultado é o vídeo dirigido por Johann Rashid, colaborador frequente da banda.

Going Shopping integra Reality Awaits, sétimo álbum de estúdio da banda nova-iorquina. O lançamento acontece enquanto o grupo segue em turnê mundial. Depois de passar pelo Coachella, o The Strokes tem shows marcados em cidades como Nova York, Londres, Paris e Amsterdã.

Foto: divulgação/ Sony Music

A agenda também inclui uma passagem pelo Brasil. A banda está confirmada no Primavera Sound São Paulo, que acontece na quinta, 5 de dezembro.

Formado em Nova York, o The Strokes se tornou um dos nomes mais influentes do rock dos anos 2000. O grupo prepara agora mais um capítulo de sua discografia com a chegada de Reality Awaits.

O que você achou dessa união entre The Strokes e Walton Goggins? Conte para a gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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