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Alê transforma fim de relacionamento em EP sobre recomeço e amor-próprio

Cantor carioca lança novo trabalho inspirado em experiências pessoais, reunindo três faixas inéditas sobre superação, autoconhecimento e a decisão de seguir em frente, com participação de Bibi Babydoll

O cantor e compositor carioca Alê acaba de lançar o EP Tô Bem, Não Sei, Foda-se, projeto que transforma as diferentes fases de uma separação em três músicas inéditas. Disponível nas plataformas digitais, o trabalho reúne as faixas Tô Bem, Não Sei e Foda-se, abordando temas como amor-próprio, identidade e reconstrução emocional.

Foto: divulgação/Natyaru

Conhecido pelo tom leve e bem-humorado de suas composições, o artista apresenta desta vez um lado mais íntimo e vulnerável. As canções nasceram durante um período de mudanças pessoais e refletem as dúvidas, inseguranças e descobertas que costumam surgir após o fim de um relacionamento.

Quando escrevi as canções do EP, apesar de uma delas se chamar Tô Bem, eu não estava nada bem, admito! Mas saber que tudo na vida passa é algo reconfortante. E ser comprometido com a terapia e com o processo terapêutico, como eu sou, ajuda muito!“, afirma Alê.

A abertura do projeto acontece com Tô Bem, um drum & bossa em que o cantor retrata o contraste entre a imagem de quem aparenta ter superado a dor e os sentimentos que ainda permanecem. Em seguida, Não Sei, com influências do reggae, amplia a reflexão ao abordar a dificuldade de reconhecer a própria identidade após o fim de uma relação.

Foto: divulgação/Natyaru

O encerramento fica por conta de Foda-se, parceria com Bibi Babydoll, artista que ganhou projeção internacional ao misturar funk, phonk e música eletrônica. Na faixa, a melancolia dá lugar à decisão de seguir em frente, reforçando a importância de direcionar o afeto para si mesmo quando insistir deixa de fazer sentido.

As composições foram assinadas por Alê, Raphael Klismman e Wallace Vianna, que também assinam a produção musical do EP. A faixa Foda-se ainda contou com a colaboração de Martin PTK. Além do lançamento nas plataformas digitais, o projeto também será apresentado por meio de três videoclipes, que retratam visualmente as etapas da perda, da transformação e do reencontro consigo mesmo.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Entretenimento Música Notícias

Ariana Grande lança seu novo álbum: Petal

O videoclipe da faixa Petal também já está disponível; confira!

Alerta de diva pop! A cantora Ariana Grande lançou hoje seu oitavo álbum de estúdio, o Petal. Coincidindo com o lançamento do álbum, o clipe da faixa-título Petal, dirigido por Christian Breslauer, também estreou nesta sexta (31).

Assista ao novo videoclipe:

O primeiro single do álbum, Hate that I Made You Love Me, estreou em #1 na Billboard Hot 100, tornando-se o décimo single de Ariana a alcançar o topo da parada. Com esse feito, ela se tornou a primeira artista da história a estrear o single principal de cada um de seus oito primeiros álbuns de estúdio no Top 10 da Billboard Hot 100.

Foto: divulgação/UniversalMusicBrasil

Após a pausa na carreira para estrelar em Wicked, Ariana voltou aos palcos em junho para sua primeira turnê mundial em mais de sete anos, The Eternal Sunshine Tour. A série de shows com ingressos esgotados recebeu ampla aclamação da crítica. Os fãs brasileiros seguem no aguardo de datas no Brasil.

Ouça Petal: 

Petal Tracklist: 

  1. Kiss Me 
  2. Hate that I Made You Love Me 
  3. Petal 
  4. Stay 
  5. Oh Well 
  6. Big Feelings 
  7. Freak 
  8. Warning Signs (interlude) 
  9. Like I Do 
  10. Never Get Over Me 
  11. Bad Thing (bunny hop) 
  12. Nowhere, Nobody

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Livros Notícias

Adaptação de Melhor do que nos Filmes anuncia protagonistas

Beatrice Kitsos e David Iacono darão vida a Liz Buxbaum e Wes Bennet na adaptação do romance de sucesso de Lynn Painter para streaming

Os fãs de Melhor do que nos Filmes já podem imaginar os protagonistas ganhando vida nas telas. A Netflix anunciou que Beatrice Kitsos e David Iacono foram escalados para interpretar Liz Buxbaum e Wes Bennet na adaptação cinematográfica do best-seller de Lynn Painter. A informação foi divulgada pelo portal Deadline.

Beatrice Kitsos, conhecida por trabalhos em produções como The Baby-Sitters Club e iZombie, será responsável por interpretar Liz, uma adolescente apaixonada por comédias românticas que acredita viver a própria história de amor quando seu crush de infância retorna à cidade. Já David Iacono, que conquistou o público em O Verão que Mudou Minha Vida, viverá Wes Bennet, o vizinho provocador que acaba mudando completamente os planos da protagonista.

Baseado no romance publicado por Lynn Painter em 2021, Melhor do que nos Filmes se tornou um fenômeno entre leitores impulsionado pelo BookTok e permaneceu por meses nas listas de livros mais vendidos. A obra acompanha Liz enquanto ela tenta conquistar Michael, seu antigo amor, mas acaba descobrindo sentimentos inesperados pelo garoto que sempre esteve ao seu lado.

A adaptação será dirigida por Julia Hart, que também assina o roteiro ao lado de Jordan Horowitz. O casal atua ainda como produtor do longa, desenvolvido pela Netflix.

O anúncio do elenco acontece em um momento especial para os fãs brasileiros da autora: em setembro, Lynn Painter retorna ao país para participar da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, onde também lança Nada É por Acaso, sua mais nova comédia romântica publicada pela Intrínseca.

Ainda não há previsão de estreia para o filme.

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Texto revisado por Maria Fernanda Constantini

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Entretenimento Livros

Adaptações audiovisuais podem multiplicar em até 8 vezes a venda de livros

Levantamento, encomendado por uma plataforma de streaming, mostra que filmes e séries despertam o interesse pela obra original e impulsionam as vendas no mercado editorial brasileiro

Quando um queridinho literário conquista as telas, ele amplia seu alcance, atrai novos públicos e ganha diferentes interpretações. Um levantamento da NielsenIQ BookData, empresa especializada em monitoramento de vendas do mercado editorial, encomendado pela Netflix, mostra o impacto desse movimento no mercado brasileiro e evidencia como as adaptações audiovisuais impulsionam a venda de livros.

Imagem: divulgação/Entretetizei

O interesse do público brasileiro por histórias adaptadas também se reflete no consumo da plataforma: em 48 das 52 semanas de 2025, ao menos uma adaptação literária esteve entre os dez títulos mais assistidos no Brasil. Um exemplo é Pssica, do escritor paraense Edyr Augusto, que inspirou a minissérie dirigida por Quico e Fernando Meirelles e produzida pela O2 Filmes para a Netflix. De acordo com a NielsenIQ BookData, as vendas da obra cresceram mais de oito vezes nas semanas seguintes ao lançamento da produção, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Imagem: divulgação/Entretetizei

O mesmo fenômeno foi observado com Todo Dia a Mesma Noite: A História Não Contada da Boate Kiss, de Daniela Arbex, cujas vendas mais que triplicaram, e com O Filho de Mil Homens, do escritor português Valter Hugo Mãe, que registrou um aumento de sete vezes nas vendas. O primeiro deu origem a uma minissérie ficcional produzida pela Morena Filmes, com direção geral de Julia Rezende. Já o segundo inspirou um longa-metragem dirigido por Daniel Rezende e produzido pela Biônica Filmes e Barry Company.

Imagem: divulgação/Entretetizei

O aumento nas vendas de livros mostra que, ao assistir a uma produção audiovisual, o público também se interessa pela obra original. Boas histórias ganham uma nova dimensão ao transitar entre diferentes formatos, e a parceria entre literatura e audiovisual é um exemplo desse potencial”, afirma Elisabetta Zenatti, vice-presidente de conteúdo da Netflix Brasil. “Temos orgulho de ver que nossos filmes e séries ajudam essas histórias a alcançar novas audiências, fortalecendo todo o ecossistema cultural.”

Entre as próximas adaptações literárias da Netflix no Brasil estão os filmes A Estranha na Cama, de Raphael Montes, e O Diário de um Mago, de Paulo Coelho. 

Netflix na Flip

Em 2026, a Netflix patrocinou a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), realizada entre 22 e 26 de julho. Entre as ativações esteve a exibição do primeiro episódio de Cem Anos de Solidão – Parte Dois, adaptação do romance de Gabriel García Márquez dirigida por Laura Mora, no Cinema da Praça, na última sexta (24), às 15h30. A sessão foi aberta ao público, com retirada de ingressos sujeita à disponibilidade da sala.

Imagem: divulgação/Entretetizei

A Netflix também promoveu painéis nas casas de editoras responsáveis pela publicação de obras que inspiram algumas de suas próximas produções. Em parceria com a Companhia das Letras, foi feito um debate dedicado ao documentário sobre a velejadora brasileira Tamara Klink. Já na Casa da Editora Record, a conversa foi com a escritora e roteirista Ray Tavares para falar sobre Os 12 Signos de Valentina. Os encontros contaram ainda com a participação de executivas da Netflix, produtoras e diretoras envolvidas nas adaptações.

Imagem: divulgação/Entretetizei

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Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Novo single Coração de Pedra marca nova era na carreira de Micael Borges

Após um período dedicado à atuação, o artista retoma a carreira musical com uma canção sobre fé, superação e evolução espiritual

A música Coração de Pedra foi lançada na última quinta (24) com uma letra super inspiradora sobre superação e fé. Com referências naturais, a produção marca a volta de Micael para a música após uma breve pausa. Conhecido pelo grande público por ter integrado tramas de sucesso, como Rebelde e Malhação, o artista também construiu uma carreira musical sólida ao longo dos anos, com singles como Essa Noite Eu Vou Ficar, Qual É o Andar e Sinal, em parceria com Lulu Santos, além de ter integrado o grupo Melanina Carioca antes de seguir carreira solo. 

Foto: reprodução/Marcio Farias

Com um público fiel que o acompanha desde muito jovem, Micael retorna agora incorporando elementos da espiritualidade e da cultura popular brasileira em sua música. Na letra, o artista, que vive uma fase transformadora na carreira após o sucesso do drama vertical Então é Amor, disponível no Globoplay, celebra a resistência perante as adversidades e a evolução espiritual. A composição também exalta o poder do perdão, a superação do rancor e das dificuldades, além do fortalecimento pessoal, marcando um momento de reencontro e reaproximação com suas raízes musicais depois de anos mais focado na carreira de ator. Com o lançamento ainda recente, a expectativa agora é acompanhar como o público vai receber esse retorno musical. Nas redes sociais, ele já adiantou que Coração de Pedra faz parte de um novo projeto e que outras faixas serão lançadas futuramente, aumentando a expectativa dos fãs para os próximos capítulos dessa nova fase de sua carreira. 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Cultura Notícias Teatro

De Madri ao Rio: Tiago Barbosa protagoniza nova montagem de Ópera do Malandro

Após quase uma década vivendo em Madri e consolidando carreira internacional, ator e cantor dará vida a Max Overseas, revezando o papel com José Loreto na montagem que estreia em 6 de agosto, no Rio de Janeiro

Reconhecido como um dos artistas brasileiros de maior projeção no teatro musical internacional, Tiago Barbosa retorna brevemente ao Brasil para integrar o elenco da nova montagem do clássico de Chico Buarque. A convite do produtor Marco Griesi, o ator e cantor carioca interpretará Max Overseas, protagonista da história, em alternância com José Loreto. Após passar por São Paulo, o espetáculo faz sua estreia no Rio de Janeiro em 6 de agosto, no Teatro Multiplan, onde permanece em cartaz em curtíssima temporada.

Radicado em Madri, na Espanha, há quase uma década, Tiago vem construindo uma sólida carreira internacional e passou a fazer retornos pontuais ao Brasil apenas para projetos que dialogam com sua trajetória artística e pessoal. Foi assim em 2024, quando aceitou o convite do diretor Dennis Carvalho para interpretar Milton Nascimento em Clube da Esquina – Os Sonhos Não Envelhecem, espetáculo que marcou seu reencontro com os palcos brasileiros e recebeu elogios pela intensidade da interpretação e pela potência vocal. Agora, o artista repete esse movimento ao aceitar o convite de Marco Griesi para protagonizar uma nova leitura de um dos maiores clássicos do teatro musical brasileiro.

Cada vez que volto ao Brasil para trabalhar, tenho a sensação de estar reencontrando uma parte muito importante de quem eu sou. Hoje, minha vida e minha carreira acontecem na Espanha, mas minhas raízes estão aqui. Ópera do Malandro reúne muitas coisas que me movem como artista: uma obra brasileira extraordinária, uma direção potente do Jorge Farjalla e um grupo de artistas que admiro e respeito. Dividir o personagem com o José Loreto torna essa experiência ainda mais rica. Espero que o público sinta, da plateia, a mesma alegria que estou sentindo de voltar aos palcos brasileiros, diz ele.

Foto: reprodução/Leão/GPress Comunicação

Antes de se estabelecer na Europa, Tiago ganhou projeção nacional ao protagonizar a primeira montagem brasileira de O Rei Leão, papel que lhe rendeu o Prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Sua trajetória e contribuição para as artes também foram reconhecidas com o Troféu Raça Negra. No Brasil, integrou ainda produções de sucesso como Cinderella – O Musical da Broadway, Mudança de Hábito, Iron – O Homem da Máscara de Ferro e Wicked.

Carreira em Madri e retorno ao Brasil

Nos últimos anos, Tiago consolidou seu nome entre os principais intérpretes brasileiros em atividade no exterior. Em Madri, protagonizou montagens de grande repercussão, como O Rei Leão, em que deu vida a Simba e conquistou reconhecimento da crítica e do público. Também integrou o elenco de Kinky Boots, espetáculo que ampliou sua projeção internacional e lhe rendeu importantes indicações a prêmios, além de participar da montagem comemorativa de Rent, reafirmando sua versatilidade em produções de diferentes estilos. Antes de retornar ao Brasil para protagonizar a nova montagem de Jorge Farjalla, o artista cumpria contrato de exclusividade com o Grupo Mosh, um dos principais grupos de hospitalidade da Espanha, responsável, em parceria com a Dolce & Gabbana e o chef Dani García, pela gestão e reposicionamento do tradicional beach club La Cabane, em Marbella. Nesse período, o artista se apresentava como cantor em projetos realizados pelo grupo, consolidando também sua atuação no mercado internacional de entretenimento.

Foto: reprodução/João Caldas

O retorno ao país representa também um reencontro simbólico com sua cidade natal e com o teatro musical brasileiro. Escrita por Chico Buarque, a obra acompanha as relações entre contrabandistas, prostitutas, policiais e empresários no Rio de Janeiro da década de 1940, em uma narrativa que mistura crítica social, humor e algumas das canções mais marcantes da música popular brasileira.

Na leitura concebida por Jorge Farjalla, a volta de Tiago aos palcos brasileiros simboliza mais um capítulo de uma trajetória construída entre o Brasil e a Europa. Após consolidar sua carreira internacional, o artista escolhe revisitar um dos maiores clássicos do teatro musical brasileiro, reafirmando sua conexão com a dramaturgia nacional. Mais do que uma participação especial, a temporada marca um reencontro com suas origens artísticas e com o público brasileiro, celebrando, no palco, a potência do teatro musical produzido no país.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Sheron Menezzes, Lucy Ramos, Alinne Moraes e elenco apresentam Por Você, novela que coloca a amizade feminina e o sacrifício em nome do amor no centro da trama

Por você está chegando com tudo e promete impactar e emocionar o público! 

A nova novela das sete da Globo, Por Você, estreia no dia 17 de agosto e levará ao ar temas como a complexidade humana, as relações familiares, os sacrifícios e as escolhas em nome do amor, além de abordar a maternidade, o universo feminino e a amizade.

Protagonizada por Sheron Menezzes, a trama acompanha Bela, uma obstetra bem-sucedida que assume a criação dos quatro filhos da melhor amiga após uma tragédia: Peixe (Cauê Campos), Glorinha (Laura Luz), Ítalo (Fabricio Assis) e Samuca (Kadu Spinola). As duas cresceram praticamente como irmãs na Vila Maravilha, comunidade localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro. Agora, além dos desafios da maternidade inesperada, Bela também enfrentará um triângulo amoroso entre Gabriel (Thiago Lacerda), uma paixão do passado, e Lucas (Amaury Lorenzo), dedicado diretor pedagógico da escola onde estudam os filhos de Juli.

Outro grande conflito da trama será a rivalidade entre Bela e Vanessa (Alinne Moraes), médica anestesista não atuante e herdeira do Hospital e Maternidade Luz. A disputa entre as duas vem desde a infância: enquanto Bela é filha dos empregados da instituição, Vanessa cresceu como filha dos proprietários.

Durante coletiva de imprensa, Sheron e Lucy Ramos falaram sobre a relação construída nos bastidores e destacaram o fato de a novela exaltar o amor entre amigas, em vez de um amor romântico, normalmente retratado nas produções do gênero. Segundo Lucy, ela e Sheron são como Juli e Bela, opostas que se completam. “Estou muito feliz, realizada, dando tudo o que eu posso. Está sendo mágico, divertido. Eu e Sheron estamos construindo uma amizade, a gente se conhecia profissionalmente, mas é a primeira vez que estamos tendo esse contato; é uma descoberta. Eu e Sheron somos bem diferentes uma da outra como a Juli e a Bela, mas a gente se dá muito bem. A gente se respeita, se entende, então é muito gostoso”, celebrou Lucy Ramos.

Após o sucesso de Vai na Fé (2023), em que viveu Sol, e da participação em Dona de Mim (2025) revivendo o mesmo papel, Sheron Menezzes retorna para às novelas da Globo interpretando uma mulher que cai de paraquedas na maternidade. Bela sempre priorizou a carreira, mas acaba herdando a responsabilidade de criar os filhos da melhor amiga, vítima de um trágico acidente de carro.

Sheron também destacou que o aspecto que mais a encantou na trama foi justamente a abordagem da amizade feminina em primeiro plano: “A primeira coisa que me encantou foi a relação feminina, falar de amizade, de mulheres, de maternidade, que é um assunto que me encanta. Falar de você querer ser mãe e querer ter carreira. Você ter essa opção. E quando cai no colo essa maternidade que não está nos planos da Bela e como ela lida com tudo aquilo. Sou mãe, não vivi todas essas fases, mas acho que mexe com a gente pensar em tudo que pode vir”, destacou a atriz.

Os autores revelaram que a ideia da novela surgiu a partir de um episódio vivido por uma policial civil do Rio Grande do Norte. Segundo Dino Cantelli, a inspiração veio através de uma história real, quando durante um atendimento, uma agente encontrou seis crianças sozinhas e decidiu assumir os cuidados delas, mesmo ouvindo que aquela responsabilidade seria uma loucura.

Para Juliana Peres, o grande diferencial da novela está justamente na relação entre as protagonistas, que se apoiam apesar das diferenças. “São amigas que se apoiam mesmo sendo diferentes, uma mãe absoluta e outra profissional brilhante. Elas se completam, se entendem e não julgam uma à outra, formando uma amizade feminina com muita força.

O diretor artístico André Câmara também ressaltou que Por Você foge da estrutura tradicional das novelas ao retratar o amor entre amigas como eixo central da narrativa. “O motor da novela é a história de amizade entre essas duas mulheres. Geralmente, as novelas são apresentadas a partir de um relacionamento romântico, entre um casal. Nossa novela parte da relação entre amigas”, afirmou o diretor.

Foto: divulgação/Globo/Fábio Rocha

Amaury Lorenzo, que dá vida a Lucas, um homem apaixonado pela educação, destacou a importância do ensino no país e o papel educador da televisão ao retratar esse universo com ética e responsabilidade, aliando entretenimento e informação. “Lucas é um personagem que é um educador preto na novela das 7. É um presente. Temos nossas dificuldades educacionais, mas a gente não desiste. Estava lendo que 42% dos docentes são pretos, homens e mulheres, e isso cai no ensino superior. Então, é uma oportunidade receber esse personagem, é o que mais se aproxima de mim, próximo dessa possibilidade do âmbito educacional. Queria celebrar esse lugar, agradecer aos autores, ao André Câmara, é muito importante celebrar toda a equipe da novela”, contou o ator.

Nomes como José de Abreu e Antônio Pitanga prometem render boas risadas ao público ao interpretarem os rivais Próspero e Clemente. “Muito feliz de trabalhar com o Pitanga e muito feliz de trabalhar com esses jovens, ver eles trabalhando tão bem, construindo seus personagens tão bem“, celebrou Zé de Abreu.

Antônio Pitanga também comemorou o reencontro entre diferentes gerações na teledramaturgia. “Esse encontro com o Zé de Abreu, eu passei por muitos diretores e hoje caio nos braços do jovem André Câmara, essa relação é muito boa, no nosso amadurecimento, interagir com a juventude”, comemorou Pitanga.

Foto: divulgação/Globo/Fábio Rocha

Antes da estreia de Por Você, a novela ganhará um prólogo em formato de microdrama vertical, que mostrará melhor como a amizade entre Bela e Juli foi construída ao longo dos anos. Este é o primeiro contato de Sheron e Lucy Ramos com este formato. “Achei ótimo porque o público se apaixona pela Juli antes e vai ser difícil pra todo mundo quando ela se for”, antecipou Sheron. “Todos nós vamos sentir… o que acontece com os filhos e com a Bela será aceito, querido e torcido. Estou muito feliz de contar a história dessa mulher, muito encantada e achei que foi super válido. Uma experiência nova que eu gostei muito”, finalizou a atriz.

Foto: divulgação/Globo/Fábio Rocha

Grande vilã da trama, Vanessa, interpretada por Alinne Moraes, almeja conquistar a tão sonhada presidência do Hospital e Maternidade Luz. Ambiciosa, astuciosa e determinada, ela é capaz de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para alcançar seus objetivos. A personagem também mantém uma relação complexa com a mãe, Viviane, vivida por Renata Sorrah. Durante a coletiva, Renata destacou o cuidado na construção dessa dinâmica familiar. “Primeira vez que tenho uma filha vilã, e que a Alinne que está fazendo lindamente. Essa construção estou fazendo com muito cuidado. Ela ama a filha dela, mas até quando… Isso é uma coisa que está sempre na minha cabeça, é pra sempre esse amor de mãe, é incondicional, o grande sonho é que a filha mude, se torne uma pessoa melhor. É uma relação muito complicada, não é fácil de se construir“, analisa Renata Sorrah.

Foto: divulgação/Globo/Fábio Rocha

Alinne Moraes também comentou sobre o trabalho desenvolvido ao lado de Renata Sorrah para dar profundidade ao vínculo entre mãe e filha. “Pra todo conflito poder existir, a gente precisa trabalhar esse lado mãe filha, que é o amor dessas duas. A gente sempre faz um estudo dessa relação, que tem amor apesar das divergências. Eu e Renata, em cena, sempre tentamos achar esse lugar de mãe e filha antes dos conflitos, é um lugar muito delicado“, comentou. 

Ainda durante a coletiva, também foi abordada a condução dos autores que remete ao ritmo e aos melodramas clássicos de Manoel Carlos. A inspiração aparece de forma sutil no próprio título da novela, que remete ao logotipo de Por Amor (1997), além da proposta de uma trama solar e leve, centrada em conflitos e sacrifícios familiares em nome do amor, complexidade humana e no cotidiano da Zona Sul do Rio de Janeiro. Outro ponto de aproximação é o fato de Juliana Peres ter atuado como colaboradora de Maneco em algumas de suas obras. Juliana explicou que a principal intenção da dupla sempre foi contar uma história sobre família e relações humanas. “A gente gosta de falar de família, de conflitos familiares. Quando começamos, anos atrás, a desenvolver esse projeto, o que a gente queria era falar de uma família grande, de relações familiares, de temas que acontecem na teledramaturgia de maneira recorrente. É claro que tenho uma história com o Maneco, fiz muitas novelas com ele, enfim… mas eu e Dino temos nossa constituição e construção como dupla nessa narrativa de querer falar de família e das relações humanas. Para além disso, a gente adora falar do feminino, que também é um prato cheio para a dramaturgia. São temas que esbarram na dramaturgia do Maneco. Além disso, quando começamos a montar a história, queríamos falar da Zona Sul carioca, um universo que tivesse a nossa geografia. Uma coincidência, assim, uma das coisas inexplicáveis, é que o Maneco faleceu esse ano e ficou tudo nesse astral da minha história com ele, da minha história com o Dino, e a gente tá junto. É muito parecido, aí as coisas convergiram quase como mágica. A nossa história se chama Por Você porque é uma história de entrega, de promessa, do que uma amiga faz pela outra, além das nossas outras histórias, que são todas por você, por alguém. Aí houve esse apontamento com Por Amor, que também é uma história de entrega. Então, as coisas foram, de uma maneira bonita, se encaixando, e foi assim que aconteceu”, contou Juliana.

Dino Cantelli também destacou a influência dos grandes autores da teledramaturgia brasileira na formação da dupla. “Acho que é um privilégio estarmos aqui contando histórias através desses mestres que pavimentaram o caminho pra gente. É quase que automático pegar referências daqueles autores. Somos a soma da nossa experiência e do nosso repertório”, afirmou.

Foto: divulgação/Globo/Fábio Rocha

O elenco ainda reúne nomes como Renata Sorrah, Antônio Pitanga, José de Abreu, Ana Rosa, Milhem Cortaz, Noemia Oliveira, Fernanda de Freitas, Ines Peixoto, Adanilo, Pietra Quintela, Larissa Murai, entre outros.

Com uma narrativa centrada nas relações familiares, na complexidade das relações humanas, na amizade feminina e nas escolhas em nome do amor, Por Você aposta em um drama sensível e contemporâneo, sem abrir mão do melodrama clássico. A novela estreia em 17 de agosto, na Globo, e promete conquistar o público desde os primeiros capítulos.

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Leia também: Por Você: Tudo sobre a nova aposta das sete

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Protagonistas literárias que mereciam comandar sua própria cafeteria

Uma seleção de personagens que combinam com café, conversas longas e o charme de um espaço só delas

Sabe aquela protagonista que claramente seria dona de uma cafeteria? Ela é como um expresso sem açúcar quando precisa ser determinada, mas sensível e acolhedora como um chocolate quente com chantilly após um dia frio e chuvoso. Aquela protagonista tranquila, que conquista sem perceber os que estão ao seu redor, mas que, por dentro, carrega um turbilhão de sentimentos destoantes. Hoje, nós falaremos sobre essas protagonistas. 

Trilogia Para Todos os Garotos (2017)
Imagem: divulgação/Entretetizei

Na trilogia de Para Todos os Garotos, Lara Jean é uma garota caseira e responsável que leva uma vida pacata. Ela escreve cartas de amor para cada garoto por quem já se apaixonou, mas não as envia, é apenas uma maneira de se libertar desses sentimentos. Quando essas cartas são, surpreendentemente, enviadas, Lara Jean precisa enfrentar seus sentimentos e sair um pouco de sua zona de conforto, podendo encontrar a felicidade de diferentes maneiras.

Os leitores de carteirinha sabem que não é possível fazer essa lista sem citar Lara Jean. Nossa fã de dias calmos e filmes aconchegantes seria dona de uma cafeteria que mistura a variedade da culinária coreana com suas bebidas favoritas para um lanche da tarde. Além de suas receitas mais famosas, como os cupcakes para a escola da Kitty, o folheado de Dia dos Namorados para Peter e, é claro, seu cookie perfeito, Lara Jean teria no menu uma ótima escuta e companhia. 

 

Clube de Leitura dos Corações Solitários (2024)
Imagem: divulgação/Entretetizei

Sloane Parker, a protagonista de Clube de Leitura dos Corações Solitários, é uma bibliotecária que leva uma vida tranquila e sem grandes acontecimentos. O auge de seus dias (ou não) são os momentos em que o velho rabugento Arthur McLachlan vai à biblioteca provocá-la. Mas, em certo momento, isso para de acontecer e, por mais que não admita de primeira, a protagonista se preocupa com ele e vai à casa de Arthur entender o que está acontecendo. O cenário em que o encontra a assusta, e ela não pode deixá-lo assim. Então, cria um clube do livro improvisado para levar mais alegria à vida daquele que foi o ponto alto de seus dias por um bom tempo.

Nossa Sloane é acolhedora e sensível demais para não fazer questão de sempre caprichar no chantilly e nas caldas de seus clientes. Mesmo sem admitir, faria questão de sempre deixar as bebidas mais docinhas e aconchegantes para aqueles que parecem estar enfrentando um dia ruim. Um café comum por fora e um abraço por dentro.

O Café da Praia (2019)
Imagem: divulgação/Entretetizei

Em O Café da Praia conhecemos Evie Flynn que já passou por muitas carreiras e, mesmo assim, não encontrou seu lugar no mundo, mas conquistou seu título de “ovelha negra” na família. A única pessoa que de fato chegou a entendê-la foi sua tia preferida, que infelizmente faleceu e, para sua surpresa, deixou um café à beira da praia de herança para ela. Contrariando tudo e todos, Evie decide não abandonar o café e, assim, sem saber, acaba descobrindo um novo rumo para sua vida. Apesar de todas as dificuldades que enfrenta nessa jornada, que acaba sendo mais sobre ela do que sobre o café, a protagonista entende o que realmente importa. 

Colocar Evie nesta lista é uma maneira de reafirmar que este é o seu lugar. Apaixonada pelo encanto da calmaria da vida e pelo poder de saber viver, sua cafeteria é como um abrigo para corações agitados que buscam conexões. E existem feridas que somente uma boa canela, acompanhada de seus deliciosos e fofos bolos, pode curar.

O Pequeno Caderno das Coisas Não Ditas (2022)
Imagem: divulgação/Entretetizei

Um artista excêntrico e solitário decide desabafar em um caderno e iniciar o Projeto Autenticidade, em que você escreve sobre o que te aflige e reconhece como é possível se conectar consigo mesmo. O projeto ganha outro intuito quando chega à Monica, dona de uma cafeteria, que resolve propor que os participantes encontrem um jeito de ajudar quem escreveu anteriormente. O caderno acaba unindo corações solitários que sentiam falta de algo que não era palpável nem descritível: amor, companhia e acolhimento.

Monica é, por dentro e por fora, como seu café. Num dia frio, ao olhar para a vitrine e ver as pessoas aquecidas e sorridentes, você é capaz de se sentir abraçado; ter Monica em seu convívio é a mesma coisa. Uma companhia que diminui as dores e aumenta o aconchego e o pertencimento, assim como um cappuccino com bastante chocolate, bem quentinho, que, acompanhado de biscoitos amanteigados, é como ler O Pequeno Caderno das Coisas Não Ditas.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Estreias de agosto: veja o que chega ao catálogo

Últimas temporadas, novos filmes nacionais, clássicos do cinema e produções inéditas estão entre os destaques do mês no streaming

 

A Netflix preparou um agosto recheado de novidades para os assinantes. Entre estreias inéditas, retornos aguardados e clássicos que chegam ao catálogo, o mês traz a temporada final de Outer Banks, a conclusão de Cem Anos de Solidão, o filme derivado de Sintonia, além de títulos como Wicked, Gran Turismo, a franquia Missão: Impossível e a saga completa de Shrek.

Séries

The Tudors (4 de agosto)

As primeiras quatro temporadas, historicamente imprecisas e com visual luxuoso, mostram o mundo dos Tudors quando o Rei Henrique VIII era um jovem belo e atraente.

Um Grude de Amor (7 de agosto) 

Após perder a memória, uma promotora vai morar com o suposto namorado, um treinador de boxe. Resta saber se esse grude vai se transformar em amor verdadeiro.

Que Fria! (18 de agosto) 

Quatro celebridades sem experiência em trilhas precisam enfrentar os picos nevados da Coreia. Será que elas vão descobrir por que afinal as pessoas decidem subir montanhas?

Que Fria!
Foto: divulgação/Netflix

Outer Banks: Temporada 5 (20 de agosto) 

Após perderem um integrante do grupo, os Pogues buscam vingança e redenção na procura por um artefato roubado que tem o poder de mudar a sorte deles.

Sua Mãe Te Conhece? (26 de agosto) 

Neste novo reality, nove mães observam os filhos adultos e apostam nas escolhas que eles fazem, colocando seus laços familiares à prova.

Sua Mãe Te Conhece
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Cem Anos de Solidão – Parte Dois (5 de agosto) e Cem Anos de Solidão – Episódio Final (26 de agosto)    

Naquele instante, as chaves de Melquíades foram reveladas a Aureliano Babilônia: o primeiro da estirpe está amarrado a uma árvore e o último está sendo comido pelas formigas.

Quatro Mãos, Duas Sonatas (29 de agosto) 

Dois jovens pianistas em uma escola de artes de elite para prodígios navegam pelas turbulentas águas da amizade, rivalidade e amadurecimento. Com Song Kang e Lee Jun Young.

Quatro Mãos, Duas Sonatas
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Fatmagül: A Força do Amor (19 de agosto) 

Após ser violentada, uma mulher é obrigada a se casar com um homem envolvido no crime e luta por justiça em meio ao estigma social e às complexidades de seu casamento.

Filmes

Carandiru (6 de agosto)

Trabalhando como voluntário no Carandiru, maior presídio da América Latina, um médico forja laços com os presidiários e testemunha a dura realidade da vida atrás das grades.

Free Willy (7 de agosto)

Forçado a limpar a pichação que fez em um parque temático, um garoto rebelde acaba desenvolvendo uma amizade inesperada com a baleia assassina em exibição.

Free Willy
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Super 8 (7 de agosto)

Do roteirista e diretor J.J. Abrams, esta é a história sobrenatural de seis jovens que testemunham algo incrível enquanto estão gravando um filme com uma câmera Super 8.

Tudo que uma Garota Quer (7 de agosto)

Em busca do pai que nunca conheceu, a filha de uma mulher boêmia americana viaja à Europa e descobre que seu pai é um político retraído.

Tudo que uma Garota Quer
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A Última Casa (7 de agosto)

Uma família trancada misteriosamente na própria casa precisa se unir para sobreviver à escassez de recursos e à força sombria que a mantém presa.

A Última Casa
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Robin Hood (8 de agosto)

Nesta recriação da lenda, o soldado Robin encontra Robert de Loxley à beira da morte e promete entregar sua espada à família em Nottingham.

A Heroína da Fita (8 de agosto)

Depois da destruição causada pelo monstruoso Nergal, Safira desperta seus poderes como a Princesa Cavaleira e decide lutar para salvar seu novo lar.

Nando Entre Dois Mundos – Um Filme Sintonia (12 de agosto)

Dividido entre a vida em família e suas obrigações com o mundo do crime, Nando precisa fazer uma escolha impossível: a quem ele deve sua lealdade total?

Nando entre Dois Mundos
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As Crônicas de Spiderwick (14 de agosto)

Os irmãos Grace se mudam da cidade grande para uma antiga mansão no interior e descobrem um mundo oculto de criaturas mágicas em seu próprio quintal.

A.I. – Inteligência Artificial (14 de agosto)

Nesta história sombria e contemplativa de Steven Spielberg, um protótipo de criança-robô chamado David é programado para amar incondicionalmente.

A Nova Cinderela (14 de agosto)

A jovem Sam conhece o garoto dos sonhos num baile antes de voltar ao inferno que é a vida no restaurante de sua madrasta. Será que o celular perdido dela vai uni-los?

Sucker Punch – Mundo Surreal (14 de agosto)

Prestes a ser lobotomizada em um manicômio na década de 1950, uma garota lidera a tentativa de fuga de um grupo de pacientes.

Não Deseje Boa Sorte (14 de agosto)

Sophie Birenbaum está pronta para brilhar no musical da escola. Mas a situação complica quando ela precisa enfrentar mais drama dentro de casa do que em cima do palco.

DON’T SAY GOOD LUCK
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Quinze Dias (19 de agosto) 

Felipe só queria ter umas férias tranquilas com a mãe artista, maratonando todos os musicais possíveis… até que seu antigo amor da infância resolve aparecer.

Quinze Dias
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Gran Turismo: De Jogador a Corredor (20 de agosto)

O jovem Jann Mardenborough usa o talento no videogame para aproveitar uma chance única: ser piloto de corridas profissional. Baseado em uma história real.

Gran Turismo
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Wicked (21 de agosto)

A amizade improvável entre uma bruxa incompreendida e sua popular colega de classe mudará Oz para sempre.

Um Sonho de Liberdade (21 de agosto)

Condenado pelo assassinato da esposa e do amante dela, um banqueiro se apega à esperança e à amizade com um detento chamado Red para sobreviver à prisão. 

Um Sonho de Liberdade
Foto: divulgação/Netflix

Coleção Missão: Impossível (21 de agosto)

O agente da IMF, Ethan Hunt, um dos maiores heróis de ação de todos os tempos, passa pelas missões mais adversas na franquia de sucesso cheia de adrenalina e suspense. Uma missão que vem sendo elaborada através de cinco produções, há mais de duas décadas.

Missão impossível
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O Homem que Sussurra (28 de agosto) 

Após o desaparecimento do filho, um viúvo precisa pedir ajuda ao próprio pai: um detetive aposentado que prendeu o assassino em série ligado a esse novo caso.

Ma (30 de agosto)

Uma mulher aceita comprar bebida para um grupo de adolescentes e os convida para fazer festas em sua casa. Mas sua hospitalidade logo se transforma em obsessão e terror.

Ma
Foto: divulgação/Netflix
Crianças e família

A Fantástica Fábrica de Chocolate (7 de agosto)

Charlie é um dos cinco felizardos contemplados com uma visita à fábrica de chocolate de Willy Wonka nesta versão do clássico infantil dirigida por Tim Burton.

Coleção Shrek (27 de agosto)

Quatro filmes que acompanham as aventuras do ogro Shrek ao lado de Fiona, Burro e Gato de Botas. Entre missões para salvar o reino, encontros com personagens clássicos dos contos de fadas e desafios da vida em família, a saga se consolidou como uma das animações mais populares do cinema.

Shrek
Foto: divulgação/Netflix

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Leia também: Camp Rock 3 ganha trailer inédito e pôster oficial

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Livro de Juliana Dal Piva sobre o assassinato de Rubens Paiva é finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

Crime sem Castigo reúne documentos inéditos e investiga como foram identificados os responsáveis pela morte de Rubens Paiva mais de 40 anos após o seu desaparecimento

O livro Crime sem Castigo: Como os Militares Mataram Rubens Paiva (2025), da jornalista investigativa Juliana Dal Piva, publicado pela Matrix Editora, é finalista da categoria Comunicação e Informação da 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico. A obra reúne mais de quatro décadas de investigações sobre a prisão, o desaparecimento e o assassinato do ex-deputado federal Rubens Paiva, apresentando documentos inéditos e revelando como foram identificados os responsáveis pelo crime.

Promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Prêmio Jabuti Acadêmico reconhece obras acadêmicas, científicas, técnicas e profissionais. Os vencedores serão anunciados em 11 de agosto, durante cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

Resultado de anos de investigação, Crime sem Castigo nasceu a partir da pesquisa de mestrado de Juliana Dal Piva. Em 2014, a Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou, pela primeira vez em quase 30 anos, uma denúncia criminal apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra cinco militares acusados pela morte e pela ocultação do corpo de Rubens Paiva. O episódio representou um marco para familiares de vítimas da ditadura militar e para a Justiça de Transição no Brasil.

O livro reconstrói a trajetória da busca por respostas desde 16 de fevereiro de 1971, quando Eunice Paiva escreveu uma carta ao então ministro da Justiça e presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), Alfredo Buzaid. No documento, ela relata a prisão arbitrária sofrida por ela e por uma de suas filhas além de cobrar informações sobre o paradeiro do marido. A carta se tornou um dos primeiros registros da luta da família por esclarecimentos.

A narrativa acompanha, ainda, a mobilização de Eunice ao longo dos anos para que o caso fosse investigado. Somente em 1986, durante o governo José Sarney, a Polícia Federal instaurou um inquérito sobre o desaparecimento do ex-deputado, quase 15 anos após os acontecimentos.

Foto: reprodução/Instituto Vladimir Herzog

A obra mostra que a identificação dos responsáveis ganhou novo impulso a partir de 2011, com a criação da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e a atuação do Grupo de Justiça de Transição do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro. Dois depoimentos inéditos de militares envolvidos nas investigações de 1971 e nos inquéritos realizados entre 1986 e 1987 trouxeram novas informações sobre a prisão e a morte de Rubens Paiva, permitindo que o MPF formalizasse a denúncia contra os acusados.

Ao longo do livro, Juliana Dal Piva também evidencia a importância do trabalho investigativo da imprensa para o avanço das apurações. Entre os documentos anexados à obra estão registros inéditos que mostram como o Serviço Nacional de Informações (SNI) monitorou Eunice Paiva e acompanhou as iniciativas de investigação sobre o desaparecimento do ex-deputado.

Outro destaque é a descoberta, no acervo do SNI, do primeiro documento produzido pela ditadura que registra Rubens Paiva como “falecido“, em 1977. Apesar disso, o Exército manteve oficialmente, até o fim do governo João Figueiredo, a versão de que o ex-deputado havia fugido.

Foto: reprodução/Radis Comunicação e Saúde

Além de reconstruir a cronologia do caso entre 1971 e 2014, a autora relata a única audiência judicial em que os cinco militares acusados pelo assassinato de Rubens Paiva estiveram presentes. A obra oferece um panorama aprofundado de um dos casos mais emblemáticos da ditadura militar brasileira, que voltou ao centro do debate público com o sucesso do filme Ainda Estou Aqui (2024).

Sobre a autora
Foto: divulgação/Custódio Coimbra

Juliana Dal Piva é jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e mestre pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), da Fundação Getulio Vargas (FGV-Rio). Atualmente, é repórter do Centro Latino-Americano de Investigação Jornalística (CLIP) e colunista do ICL Notícias.

Foi repórter especial de O Globo e colunista do portal UOL. Ao longo da carreira, recebeu diversos prêmios de jornalismo, entre eles o Relatoría para la Libertad de Expresión (RELE), concedido pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em 2019.

Também é apresentadora do podcast A Vida Secreta do Jair e autora do best-seller O Negócio do Jair: A História Proibida do Clã Bolsonaro (2022), finalista do Prêmio Jabuti em 2023.

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Leia também: Todas as Coisas que Cansei de Explicar propõe reflexões sobre racismo e letramento racial

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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