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Série documental Marília Mendonça: Sentimento Louco ganha exposição no MIS

Produção em homenagem à cantora já tem teaser e data de estreia confirmadas no streaming

Cinco anos após o trágico acidente, a vida da cantora sertaneja Marília Mendonça será eternizada nas telas brasileiras através da série documental Marília Mendonça: Sentimento Louco.

A série, dirigida por Susanna Lira, foi criada a partir de uma extensa pesquisa e de um acervo exclusivo sobre a trajetória da artista feminina mais ouvida do país, desde seu celular até diários escritos por ela. São mais de 530 mil imagens, 50 mil vídeos e centenas de notas, mensagens e áudios que serviram de base para revelar passagens inéditas de sua vida e carreira.

Confira o teaser abaixo:

O projeto revisita os passos da cantora que marcou uma geração e transformou, para sempre, o cenário da música nacional. Natural de Cristianópolis, Goiás, Marília se consagrou como uma das principais representantes do sertanejo, abrindo caminho para outras mulheres no gênero com suas composições marcantes e presença autêntica. Mesmo após sua partida precoce, sua voz segue ecoando por todo o Brasil, reafirmando sua força, sensibilidade e o legado eterno da Rainha da Sofrência.

A produção também vai além das telas e, mesmo antes do primeiro episódio chegar ao Prime Video, a homenagem à cantora estará disponível em uma exposição inédita no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, a partir de 9 de outubro.

Foto: divulgação/Prime Video

A exposição preencherá os dois andares do museu com o mundo de Marília Mendonça, desde as raízes de sua aguçada sensibilidade, onde nasceu e cresceu no interior do país, quando escrevia poemas em cadernos e violões, até a vertigem dos shows ao vivo para milhares de pessoas, os figurinos, cenários e músicas memoráveis da Rainha da Sofrência, que ainda hoje emocionam o Brasil. 

Depois de Marília Mendonça: Sentimento Louco, o Prime Video ainda promete outros lançamentos sobre a artista, como o filme Marília, ainda sem previsão de estreia, que trará Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde e Marina Versos no papel-título. 

Foto: divulgação/Prime Video
Serviço –  Marília Mendonça: Sentimento Louco

Período: 9 de outubro a 29 de novembro de 2026

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

Endereço: Avenida Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo – SP

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

Para mais informações de horários e compra de ingressos, acesse: https://mis-sp.org.br/ 

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Livros Notícias

Novo thriller de Jo Nesbø une investigação policial e reflexão sobre violência nos Estados Unidos

Em A Hora do Lobo, o autor best-seller acompanha a caçada a um criminoso dado como morto enquanto explora temas como luto, solidão e os impactos da cultura armamentista

Como capturar alguém que, oficialmente, já está morto? Esse é o ponto de partida de A Hora do Lobo, novo thriller de Jo Nesbø que chega ao Brasil em julho pelo Grupo Editorial Record. Conhecido por construir tramas repletas de tensão e reviravoltas, o autor norueguês retorna com uma narrativa que promete combinar investigação policial, suspense psicológico e uma reflexão sobre o luto, a solidão e a violência provocada pelo fácil acesso às armas de fogo nos Estados Unidos. 

Na história, uma sequência de assassinatos brutais espalha o medo pela cidade de Mineápolis. Todas as evidências levam ao mesmo suspeito: Tomás Gomez, um ex-integrante de gangue conhecido por seu histórico criminoso. O problema é que Gomez foi dado como morto e, sempre que a polícia parece prestes a encontrá-lo, ele desaparece sem deixar rastros.

Diante desse cenário, o detetive Bob Oz assume a investigação na tentativa de encerrar a onda de crimes. No entanto, o caso rapidamente ultrapassa os limites de uma caçada policial. Entre pistas desconexas, encontros com um enigmático taxidermista e memórias que insistem em voltar à tona, Oz passa a confrontar seus próprios traumas e percebe que a distância entre ele e o homem que persegue pode ser menor do que imaginava.

Ao longo da narrativa, Jo Nesbø utiliza o suspense para discutir temas como culpa, perda e identidade, ao mesmo tempo em que apresenta uma crítica à cultura da violência associada ao acesso às armas de fogo nos Estados Unidos. O resultado é uma história que promete intercalar ação, tensão psicológica e reflexões sobre os limites da natureza humana.

Reconhecido como um dos principais nomes do thriller contemporâneo, Nesbø também tem conquistado novos públicos por meio das adaptações de suas obras para o audiovisual. Estrela do Diabo, quinto livro da série protagonizada pelo detetive Harry Hole, ganhou uma adaptação lançada pela Netflix em 2026, enquanto títulos como O Boneco de Neve e O Homem Ciumento também chegaram às telas.

Sobre o autor
Foto: reprodução/The Guardian

Jo Nesbø é um escritor, músico e ex-jogador de futebol norueguês, considerado um dos maiores autores de suspense da atualidade. Suas obras já foram traduzidas para dezenas de idiomas e venderam milhões de exemplares ao redor do mundo. Ficou internacionalmente conhecido pela série protagonizada pelo detetive Harry Hole, que consolidou seu nome entre os principais representantes da literatura policial contemporânea. 

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Leia também: Livro-jogo francês Léa Não É a Culpada aposta em investigação interativa e chega ao Brasil em julho

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

 

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Musicais Notícias

Camp Rock 3 ganha trailer inédito e pôster oficial

Terceiro filme da amada franquia estreia no streaming em agosto e marca o retorno dos Jonas Brothers à saga

O streaming divulgou nesta terça-feira (22) o novo trailer e o pôster oficial de Camp Rock 3, terceiro filme da franquia musical que marcou uma geração. O longa estreia exclusivamente no Disney+ em 14 de agosto.

Na continuação da saga, a nova trama acompanha a banda Connect 3, que perde uma oportunidade de abrir uma importante turnê de reunião e decide voltar ao famoso acampamento Camp Rock em busca da próxima grande estrela da música. Ao mesmo tempo em que os campistas competem pela chance de subir ao palco ao lado do grupo, as rivalidades, amizades, romances e alianças inesperadas movimentam a estadia.

Além do retorno de Joe Jonas, Nick Jonas e Kevin Jonas como Shane, Nate e Jason Gray, respectivamente, o elenco também traz de volta Maria Canals-Barrera no papel de Connie. Entre as novidades estão Liamani Segura (Sage), Malachi Barton (Fletch), Lumi Pollack (Rosie), Sherry Cola (Lark), Hudson Stone (Desi), Casey Trotter (Cliff), Brooklynn Pitts (Callie) e Ava Jean (Madison).

A direção é de Veronica Rodriguez (Festa do Pijama Muito Louca, 2023), enquanto o roteiro fica por conta de Eydie Faye. O filme é produzido pela Disney Branded Television, com coreografias de Jamal Sims. Entre os produtores executivos estão Tim Federle, conhecido por High School Musical: A Série: O Musical (2019), além de Joe, Nick e Kevin Jonas, Demi Lovato, Betsy Sullenger, Spencer Berman e Gary Marsh.

Assista ao trailer oficial do filme aqui:

Lançados em 2008 e 2010, Camp Rock e Camp Rock 2: The Final Jam foram dois dos filmes originais mais conhecidos da história do Disney Channel. As produções abriram grandes oportunidades na carreira de seus protagonistas, conquistaram uma legião de fãs com seus números musicais e continuam sendo referência da cultura pop, frequentemente viralizando nas redes sociais.

Enquanto a estreia do novo filme não chega, os fãs já podem ouvir a canção One Beat Away, primeiro single de Camp Rock 3, interpretado por Liamani Segura ao lado do elenco. A trilha sonora completa será lançada nas plataformas digitais em 13 de agosto.

Os dois primeiros filmes da franquia já estão disponíveis no Disney+.

Confira o pôster oficial:

Foto: divulgação/Disney

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Cinema Cultura Cultura pop Música Notícias

Uma carta de amor aos fãs, KATSEYE: WILD HEARTS já tem data de estreia nos cinemas

Com uma integrante a menos, o grupo anuncia o segundo documentário antes do primeiro álbum completo

Formado em 2023 através do reality de sobrevivência Dream Academy, o girl group KATSEYE já soma números impressionantes. Além de duas indicações ao Grammy, Sophia, Daniela, Lara, Megan, Yoonchae e Manon acumulam sucessos virais como Gnarly e Gabriela, e agora, antes da sua próxima turnê, se preparam para conquistar também as salas de cinema.

Com direção de Nadia Hallgren, o documentário KATSEYE: WILD HEARTS chega às telonas no mês de agosto e explora a ascensão repentina e as dificuldades da nova fase do grupo, além de ressaltar o vínculo das integrantes com seu fandom, os EYEKONS. Confira o trailer abaixo:

O primeiro filme cinematográfico do KATSEYE celebra a apaixonada comunidade EYEKONS, que acompanhou a jornada do grupo desde sua formação até se tornar um dos novos nomes globais mais empolgantes da música pop”, conta Kymberli Frueh, vice-presidente executiva de Programação e Aquisição de Conteúdo da Trafalgar Releasing. “Estamos entusiasmados em reunir esse fandom nos cinemas mundo afora para uma experiência compartilhada e imersiva.

Apesar de ser o primeiro filme do grupo, essa não é a primeira vez que os fãs do KATSEYE vão conhecer bastidores da vida das meninas, que já tinham sido apresentadas na série documental Pop Star Academy (2024). Dois anos depois, inclusive, o anúncio do filme foi recebido com certa polêmica nas redes pela ausência de Manon – cuja permanência no grupo parece cada vez mais improvável, mas tampouco é tratada com transparência pelas produtoras e pelas integrantes.

Foto: reprodução/UOL

O KATSEYE também vai para mais um ano de grupo sem um álbum completo, e com lançamentos que, mesmo viralizando nos charts, parecem ter dificuldade de conquistar as próprias integrantes. 

Essas polêmicas, contudo, não estão diminuindo o ritmo do KATSEYE. Em 14 de agosto, dias após a estreia do documentário, os fãs também conhecerão o terceiro mini álbum WILD, que encabeça a turnê KATSEYE: THE WILDWORLD TOUR, ainda sem previsão de shows na América do Sul.

Foto: divulgação/Universal Music

Descrito como uma carta de amor aos fãs que tornaram o sucesso do grupo possível, KATSEYE: WILD HEARTS chega aos cinemas em circuito limitado a partir de 12 de agosto. Para comprar ingressos e obter mais informações acesse www.KatseyeWildHeartsFilm.com

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Leia também: KATSEYE é K-pop? Entenda onde o grupo se encaixa e não cometa esse erro

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Entretenimento Notícias

Korean Film Festival (KOFF) revela programação completa para Piracicaba

De 13 a 16 de agosto, a cidade do interior de São Paulo dá o pontapé inicial para a quarta edição do festival

A edição 2026 do KOFF – Korean Film Festival está prestes a começar, e a primeira cidade do circuito será Piracicaba, no interior de São Paulo. Entre os dias 13 e 16 de agosto, o festival levará 48 curtas e 12 longas-metragens para as mostras competitiva e não competitiva no município que recebe o evento desde seu primeiro ano. Os ingressos podem ser retirados de forma gratuita pelo Sympla e também na bilheteria dos espaços. 

Festival
Imagem: divulgação/KOFF.

Esta será a quarta edição do festival, que teve sua estreia em 2023 e desde então se tornou uma vitrine do cinema coreano no país, expandindo o circuito por diferentes cidades a cada ano. Em 2026, além de Piracicaba, receberão o KOFF cinemas de Fortaleza, Salvador, Curitiba, Recife, Belo Horizonte e São Paulo, que finalizam o ciclo no início de outubro. 

Festival
Imagem: divulgação/KOFF.

A programação de Piracicaba será dividida entre duas sedes: enquanto a Mostra de Curtas-metragens será exibida no SESC – Piracicaba, as Mostras de Longas-metragens serão exibidas no Teatro do Engenho. Entre os destaques, estão: o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos na Coreia do Sul: The King’s Warden (2026, Jang Hang-jun) e o fenômeno de crítica A Única Saída (2026, Park Chan-wook), representante da Coreia do Sul pré-selecionado para a edição deste ano do Oscar. 

Confira a programação completa do KOFF Piracicaba: 

13/08 – QUINTA

TEATRO DO ENGENHO

17h – Coquetel 

18h – Cerimônia de Abertura

19h – Sessão 1: Longa-metragem – Mostra não competitiva: 

  • The King’s Warden (117 min)

            Foto: divulgação/KOFF. 

SESC PIRACICABA

15h00 – Sessão 1: 6 curtas-metragens (133 min)

  • Standby, Mom
  • PONGNAN
  • The Lion Doesn’t Cry
  • Indigestion
  • Quiet Fires
  • The Bridges

17h40 – Sessão 2: 5 curtas-metragens (102 min)

  • 3, 2, 1, 0 
  • I, doll
  • Cinderella at Noon
  • Visitors
  • Don’t Come Back

19h40 – Sessão 3: 4 curtas-metragens (91 min)

  • The Possessed 
  • Hole
  • Swapped Funerals 
  • Undercurrent

14/08 – SEXTA

TEATRO DO ENGENHO

15h00 – Sessão 2: Longa-metragem – KOFA

  • Sob o Céu de Seul (115 min)

17h00 – Sessão 3: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • Hideaway (107 min)

19h00 – Sessão 4: Longa-metragem – Mostra não competitiva

  • A Única Saída (140 min)

SESC PIRACICABA 

18h00 – Sessão 4: 4 curtas-metragens (104 min)

  • The Scent of Summer
  • Farewell, Saranghae, Farewell
  • The Last Stay
  • Leak

20h00 – Sessão 5: 4 curtas-metragens (70 min)

  • Libera – the time : waiting for you
  • On the Way to Kill the Kick Scooter 
  • The Game of Sisyphus
  • Illusory Dream

15/08 – SÁBADO

TEATRO DO ENGENHO

14h00 – Sessão 5: Longa-metragem 

  • Horoomon (103 min)

16h00 – Sessão 6: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • Tango at Dawn (116 min)

18h00 – Sessão 7: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • Halo (106 min)

20h00 – Sessão 8: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • Isle Child (88 min)

SESC PIRACICABA 

13h00 – Sessão 6: 7 curtas-metragens (109 min)

  • Womb Mates
  • Family Time
  • Tongue
  • SPEEDY!
  • Tainted Love
  • Soony, Meeny, Miny, Moe
  • Where Roots Go

15h00 – Sessão 7: 7 curtas-metragens (131 min)

  • Sexy Fly
  • Anti-Sneak-Out Committee!
  • How to Make a Scary Story?
  • Planet Spoilia
  • Normal Human
  • Chicken Run
  • Tiny

16/08 – DOMINGO

TEATRO DO ENGENHO

14h00 – Sessão 9: Longa-metragem – KOFA: 

  • Fuzileiros que Nunca Retornaram (109 min)

16h30 – Sessão 10: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • My Missing Aunt (78 min)

18h00 – Sessão 11: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • Time of Cinema (95 min)

20h00 – Sessão 12: Longa-metragem – Mostra competitiva

  • The Price of Goodbye (88 min)

SESC PIRACICABA

13h00 – Sessão 8: 7 curtas-metragens (132 min)

  • Backpike
  • For the Mourning of a Mourning
  • Looking For Spring
  • The Good Student
  • After Submersion
  • Okpo
  • It Sounds Louder on Rainy Days

15h30 – Sessão 9: 4 curtas-metragens (96 min)

  • Shimmer 
  • Scramble 
  • Welcome Home Freckles
  • Gyeong-Ae

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Leia também: FLIP 2026 começa hoje: confira o que esperar da programação do festival

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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FLIP 2026 começa hoje: confira o que esperar da programação do festival

Casas literárias, encontros com autores, divulgação científica, lançamentos inéditos e até uma pausa para o café movimentam Paraty durante a Festa Literária Internacional

A espera acabou: a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) começa nesta quarta-feira (22) e transforma o Centro Histórico da cidade em ponto de encontro para leitores, escritores, editoras e apaixonados por literatura. Além da programação oficial, o festival reúne uma série de casas parceiras que ampliam a experiência do público com debates, lançamentos, sessões de autógrafos e atividades gratuitas para todas as idades.

Entre os destaques desta edição estão uma casa inteiramente dedicada à divulgação científica, encontros com alguns dos principais nomes da literatura brasileira e internacional, lançamentos editoriais em primeira mão e espaços pensados para quem deseja aproveitar o evento com calma, inclusive durante uma pausa para o café.

Casa Record reúne autores, lançamentos e encontros inéditos
Imagem: divulgação/Grupo Editorial Record/Entretetizei

Pelo quinto ano consecutivo, a Casa Record retorna à FLIP com uma programação gratuita que reúne mais de 40 escritores em conversas e sessões de autógrafos. Durante os três dias de atividades, o público poderá acompanhar encontros com autores como Djamila Ribeiro, Carla Madeira, Bruna Lombardi, Ana Maria Gonçalves, Eliana Alves Cruz, Mary Del Priore, Eduardo Spohr e Maria Homem, entre outros convidados.

O espaço também será palco de lançamentos em primeira mão. Entre eles estão Mulheres que Sentem os Espíritos, novo romance de Bruna Lombardi, Intolerância Religiosa, de Sidnei Nogueira, e a edição ampliada de Lugar de Fala, de Djamila Ribeiro. A programação ainda inclui a entrega do Prêmio Recordista, concedido neste ano a Ana Maria Gonçalves, Carla Madeira e Eduardo Spohr por marcas expressivas de vendas.

Outra novidade apresentada durante a FLIP é Compactos, nova coleção de livros de bolso do Grupo Editorial Record. A linha reúne clássicos e obras contemporâneas em edições integrais e com projeto gráfico exclusivo, pensadas para acompanhar os leitores em qualquer lugar. Os primeiros volumes incluem títulos como Memórias do Subsolo, de Fiódor Dostoiévski; A Peste, de Albert Camus; Não Contem com o Fim do Livro, de Umberto Eco e Jean-Claude Carrière; e A Família Medeiros, de Júlia Lopes de Almeida.

Ciência também ganha espaço na FLIP
Imagem: divulgação/Editora ICH/Entretetizei

Pela primeira vez, a FLIP contará com uma casa totalmente dedicada à divulgação científica. Instalado no Memorial do Paço, o Solar da Ciência é uma iniciativa da Editora ICH, segmento editorial do Instituto Ciência Hoje, e propõe aproximar literatura e conhecimento científico por meio de uma programação gratuita voltada para públicos de todas as idades.

Durante os quatro dias de evento, o espaço recebe pesquisadores, escritores e especialistas para conversas sobre temas como neurociência, mudanças climáticas, matemática, biodiversidade e cultura pop. Entre os convidados estão o neurocientista Roberto Lent, vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico 2025, além de nomes como Henrique Caldeira Costa, Carla Madureira Cruz, Vinícius São Pedro, Leandro Lobo e Lucas Miranda.

As crianças também têm espaço garantido na programação, que inclui atividades lúdicas, apresentações teatrais e ações realizadas em parceria com o Instituto Ziraldo, reforçando a proposta de tornar a ciência mais acessível e despertar a curiosidade desde cedo.

Entre uma mesa e outra, uma pausa para o café
Imagem: divulgação/Orfeu Cafés Especiais/Entretetizei

Depois de uma maratona de debates, lançamentos e caminhadas pelas ruas de Paraty, nada melhor do que uma pausa para recarregar as energias. Pelo segundo ano consecutivo, a Orfeu Cafés Especiais é o café oficial da FLIP e retorna ao evento com uma cafeteria instalada no Centro Histórico.

O espaço oferece cafés preparados pelo time de baristas da marca, além de opções para acompanhar a bebida e produtos para quem quiser levar um pouco da experiência para casa. Mais do que um ponto de descanso, a cafeteria reforça uma combinação que faz parte da essência dos festivais literários: bons livros, boas conversas e uma xícara de café entre uma programação e outra.

Com uma agenda que reúne literatura, ciência, debates, encontros com autores e experiências para diferentes públicos, a FLIP 2026 promete movimentar Paraty ao longo dos próximos dias e reafirmar o seu lugar como um dos principais eventos literários do país.

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Leia também: MUBI FEST retorna a São Paulo em setembro de 2026; programação será anunciada em breve

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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Tudo o que você precisa saber sobre Jogada de Risco, estreia da semana no streaming

Série mergulha nos bastidores do futebol de um jeito nunca antes visto e promete revelar um universo repleto de ambição, poder e segredos

Jogada de Risco está vindo com tudo! A série, que estreia nesta quinta, dia 23, no Globoplay, mistura negociações milionárias, apostas, ambição, homossexualidade no esporte e disputas de poder ao mergulhar de cabeça no lado obscuro e pouco explorado dos bastidores do futebol profissional. A produção, idealizada e estrelada por Cauã Reymond, é assinada também por Thiago Dottori e Sofia Maria, e promete impactar o público e gerar debates ao abordar temas complexos presentes no universo futebolístico.

A equipe técnica reúne ainda a direção de Bruno Safadi, a supervisão de texto de Lucas Paraízo e a direção de gênero de José Luiz Villamarim. 

O caminho até a estreia não foi simples: a produção já chegou a ser anunciada com os nomes de Último Lance e Mata-Mata, e teve as gravações suspensas em junho de 2024 por questões orçamentárias, sendo retomadas somente em maio de 2025. 

A história e a direção de Cauã Reymond

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

No centro da trama está Maurício (Cauã Reymond), um ex-jogador de futebol que viu sua carreira desmoronar de forma frustrante. Após deixar os gramados, ele troca as chuteiras pelos bastidores do esporte e passa a atuar como empresário de atletas, em busca do sucesso que jamais conseguiu alcançar dentro de campo. Sua jornada, porém, está longe de ser simples: o ambiente é repleto de disputas, rivalidades e decisões capazes de transformar carreiras para sempre. 

Além de idealizador do projeto e protagonista da trama, Cauã Reymond também realiza sua estreia como diretor em algumas cenas da série. O artista contou que precisou se desdobrar para poder conciliar o processo de despedida de César, seu personagem em Vale Tudo (2025), com o início de um novo projeto em um curto período de tempo: Foi difícil. Acabando Vale Tudo, eu já emendei Jogada. Tive três semanas para dar tchau ao César e conhecer o Maurício. O Bruno Safadi, o nosso diretor, abraçou a série há bastante tempo e trouxe uma linguagem cinematográfica. Era um processo que eu queria ter participado, mas eu avisei que eu precisava me despedir daquele personagem que era tão gostoso de fazer“, disse ele durante a coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira. 

Cauã também falou sobre a ideia do projeto, que nasceu a partir da curiosidade em torno dos bastidores do futebol, e sobre o processo de pesquisa realizado para dar vida à série: Antes do projeto entrar na Globo, eu fiz uma pesquisa gigantesca. Conversei com jogadores e agentes que fizeram e não fizeram tanto sucesso. Foi muito rica essa pesquisa. A série não é inspirada em fatos reais, mas é inspirada na realidade“, afirmou. 

Juan Paiva e o reencontro com Cauã Reymond

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Depois de dividirem cenas em Um Lugar ao Sol (2019), Cauã Reymond e Juan Paiva repetem a parceria na trama. Na história, Juan interpreta Luan, um dos principais atletas de Maurício e grande estrela do fictício Atlântico Futebol e Regatas. O ator, que teve destaque em Dona de Mim (2025), chegou a se dividir entre as gravações das duas produções. No decorrer da série, Luan acaba traindo Maurício na maior negociação de sua vida: “Mais uma parceria com o Cauã que me alegrou demais. E eu tenho que agradecer por me dar a oportunidade de ter um registro diferente do que eu tenho buscado pra minha carreira, porque ultimamente eu tenho feito bastante personagens sensíveis e, muitas vezes, tristes. O Luan é um cara inconsequente, que vive a vida da maneira que quer, sem limites. E acho que isso me deu uma liberdade na construção, de arriscar e não ter medo do erro“, disse Juan. 

Breno Ferreira e a homossexualidade de Geraldo

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Breno Ferreira, que também integra o elenco de Quem Ama Cuida (2026), interpreta Geraldo, colega de time de Luan que vive o drama de não assumir sua homossexualidade em um ambiente marcado pelo machismo e pelo preconceito. “Ele é uma pessoa que vive em uma prisão… Ele vive uma vida dupla na qual ele não está errado. É um peso muito forte em cima desse cara, mas ele lida bem. Para mim, é muito importante ter vivido essa figura. Eu nunca tinha feito um personagem gay“, afirmou o ator. 

Personagens femininas fortes 

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Apesar de ser ambientada em um ambiente predominantemente masculino, a série também apresenta personagens femininas fortes, ocupando espaços de poder e representatividade dentro do futebol. Entre elas, estão a repórter Regiane (Maria Bopp), a cafetina Rita (Letícia Colin), a garota de programa Daniele (Bruna Griphao) e a advogada Cris (Mariana Sena), parceira de Maurício na pequena agência que eles administram.

Vinda do subúrbio, Cris encontrou no futebol a oportunidade de crescer profissionalmente como empresária. Para conquistar espaço em um mundo repleto de machismo, ela aprendeu a se impor, demonstrando força e liderança. Sua personalidade forte se torna uma das suas principais armas: “A Cris é uma advogada determinada. Acho que ela, assim como as outras personagens femininas da série, é uma personalidade muito forte e empoderada“, descreveu Mariana.

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Outra personagem feminina potente no projeto é Regiane (Maria Bopp), uma jornalista de ética duvidosa que apresenta um programa esportivo e é responsável pelo vazamento da história de Geraldo (Breno Ferreira). A personagem também ataca Maurício e seus jogadores em busca de espaço e visibilidade. “A Regiane é extremamente ambiciosa, uma jornalista muito competente e experiente, mas ela também tem o caminho que ela quer trilhar. Ela quer chegar em outros espaços, quer viralizar e ter mais destaque na mídia. Então, para alcançar isso, muitas vezes ela vai por caminhos que, talvez, eu não concordaria“, afirmou Maria. 

Foto: divulgação/Globo/Estevam Avellar

Já Bruna Griphão interpreta Daniele, uma das garotas de programa agenciadas por Rita (Letícia Colin). A personagem se envolve com jogadores do Atlântico e usa a sua sensualidade para conseguir o que quer. “A Daniele é uma mulher picante e também decidida. Ela sabe muito bem o que quer e o que não quer, e sabe muito bem como usar a sua sensualidade para conseguir o que quer. Acho muito importante ver essas mulheres em uma posição de poder, mesmo dentro desse ambiente tão machista“, declarou Bruna. 

A atriz, que protagonizou muitas cenas de nudez na produção, também elogiou a condução do diretor Bruno Safadi durante as gravações: “Foi tudo construído com cuidado,de uma maneira muito generosa e muito cuidadosa, então eu acredito que, por conta disso, a gente ficou tão à vontade no set“, disse.

Rodrigo Lombardi e a caracterização diferente de seu personagem

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Para dar vida à Otávio, dirigente do Atlântico, Rodrigo Lombardi aparece de um jeito bem diferente do que estamos acostumados a vê-lo: com uma caracterização bastante peculiar e uma transformação no visual, algo que impactou diretamente na criação e construção de seu personagem ao longo da série. “Eu queria que ele fosse no externo a representação de tudo aquilo que ele é internamente. Eu não construí esse personagem pensando em uma pessoa, eu construí esse personagem pensando em um arquétipo, que pode parecer um pouco espalhafatoso, fantasioso, mas que existe. Eu conheço pessoas assim“, explicou o ator.

Todo esse processo de caracterização foi idealizado por Rodrigo em parceria com a caracterizadora Juliana Mendes, que ressaltou a disposição do ator para realizar uma mudança radical. “Essa desconstrução foi um trabalho entre o Rodrigo, a caracterização e o figurino. Ele chegou disposto a se entregar e ficou quase irreconhecível! Tivemos pouquíssimo tempo de pré, na realidade, um dia“, lembrou Juliana.

O figurinista Cao Albuquerque revelou ainda que Rodrigo também teve participação direta na criação das roupas do personagem, reafirmando o processo de condução e entrega do ator para dar vida a Otávio de corpo e alma: “As referências que ele trouxe foram de um professor de esporte que ele tinha. A gente não ia fazer dessa forma, mas tanto ele quanto o diretor, o Bruno Safadi, vieram com uma opinião. A gente topou e achou que o personagem colocado de forma mais comédia era mais plausível. E foi divertido. O Rodrigo é um cara maravilhoso, com grandes ideias“, contou.

Marcelo Adnet fora da zona de conforto

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Escalado para um personagem com um tom mais dramático e vilanesco, Marcelo Adnet vive Fernando Veiga, agente rival de Maurício. Acostumado a papéis mais leves e ligados à comédia, o ator entregou tudo no novo desafio e não decepcionou ao sair de sua zona de conforto!

Na trama, Fernando alimenta um profundo ódio pelo protagonista, responsável pela contusão que o deixou de fora dos gramados. Por isso, contrata Rita (Letícia Colin), com quem mantém um relacionamento, para conseguir informações sobre Maurício e sabotar seus negócios. “Engraçado que foram justamente nas cenas que, talvez, tivessem menos humor que ele mais apareceu. Um exemplo é uma cena de sexo. Como o sexo ainda é um tabu e envolve muita intimidade, qualquer pequeno desvio pode acabar sendo engraçado e revelar algo do personagem. Foi uma delícia gravar. Não me senti nem um pouco incomodado, até porque fizemos preparação e confiamos muito no Bruno“, afirmou Adnet. 

Ricardo Teodoro e a parceria com Cauã Reymond

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Outro personagem que promete dar dor de cabeça para Maurício é Walter, vivido por Ricardo Teodoro. Antigo amigo de infância do protagonista e miliciano, o mau caráter ameaça a vida de Maurício por conta de dívidas. A série marca a segunda parceria entre Cauã e Ricardo, que fizeram bastante sucesso como a dupla César e Olavo em Vale Tudo (2025).

A respeito do Walter e Maurício é muito massa, porque eles são parecidos com o César e o Olavo. Eu e Cauã trocamos essa ideia, porque eles também têm uma relação de amizade parecida, mas se acaba quando envolve dinheiro. Eu e o Cauã temos uma afinidade e uma cumplicidade muito bonita, de olhar um para o outro e entender o que o outro está pensando“, afirmou Ricardo.

Marcos Frota e a volta às telas  

Foto: divulgação/Globo

Longe das telinhas desde Sol Nascente (2016), Marcos Frota faz seu retorno à televisão na pele de Valdemar, pai de Maurício e seu ex-empresário. No passado, o personagem acelerou trocas de clube para receber percentuais em cima dos lucros do filho, empurrou Maurício a jogar mesmo machucado e conduziu investimos que acabaram comprometendo as finanças da família. Dessa relação, nasceu um elo marcado pelo ressentimento, pela culpa e pelo afastamento. 

Mesmo anos depois, Valdemar segue tomando decisões equivocadas por conta própria, recorrendo a atalhos e jeitinhos duvidosos que arrastam Maurício para novas enrascadas e confusões. “Eu me envolvi com o Valdemar completamente, me coloquei nas mãos do Bruno, estabeleci com o Cauã e com os meus colegas uma parceria legal. A gente conversava sobre tudo, sobre as cenas, mas também conversava sobre a vida, sobre famílias, filhos, dificuldades que o artista tem“, contou Frota. 

Outros personagens importantes 

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Em torno deste universo, ainda está Rita (Letícia Colin), uma ex-prostituta de luxo que organiza festas privadas para jogadores e empresários, tudo sempre com muita discrição e sigilo, quase como uma gueixa carioca. Afastada do filho por decisão judicial, ela aceita um acordo arriscado com Fernando (Marcelo Adnet), agente rival, para espionar Maurício (Cauã Reymond) em troca de ajuda jurídica.

Rita navega por fronteiras delicadas e tenta honrar suas escolhas. O plano, porém, começa a sair do controle quando Rita começa a desenvolver sentimentos reais pelo protagonista.

No centro da trama também estão Vitor (Cauê Campos), jovem talento em ascensão que acaba envolvido com o universo e as armadilhas das apostas esportivas, e Nacho (Ramiro Martinez), um caro atleta argentino que se mostra problemático, emocionalmente instável e propenso à violência. 

Foto: divulgação/Globo/Fabio Rocha

Maurício Mattar, interpreta Paulo Costa ou Paulão, técnico do Atlântico. Chamado de professor pelos jogadores, ele comanda a formação do time e não facilita a vida dos atletas. O ator, que conquistou o Brasil ao interpretar Téo em A Viagem (1994) e protagonizou grandes sucessos nos anos 90, volta para as telinhas após mais de 20 anos afastado da Globo. 

A série Jogada de Risco estreia no Globoplay com a liberação de dois episódios por semana nos dias 23 e 30 de julho e 6 e 13 de agosto

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Lançamentos de romances picantes esquentam o mercado literário

Os lançamentos trazem histórias envolventes que exploram a linha tênue entre a rivalidade, o desejo e as segundas chances

A Editora Verus, do Grupo Editorial Record, apresenta dois novos romances picantes que prometem conquistar quem adora leituras envolventes com muita química. As obras abordam desde gravidez inesperada até uma segunda chance para um romance com bilionários.

Liga pra Mim, Não Liga para Ele

Foto: Reprodução/ Editora Verus

Escrito pela autora canadense Bailey Hannah, o livro Liga pra Mim, Não Liga para Ele, acompanha Cassidy, a moça perfeita de Wells Canyon. Ao flagrar o ex-namorado com a amante em um rodeio, ela decide quebrar todas as suas próprias regras de boa moça para se vingar. A punição escolhida é uma noite intensa com Chase, mais conhecido como Red, um caubói forte, tatuado e questionável que tem uma queda por ela há anos.

O plano inicial era de apenas uma única noite juntos, mas duas linhas em um teste de gravidez mudam o rumo de tudo. Cassidy e Chase tentam manter apenas a amizade para criar o bebê, mas as regras começam a se confundir diante do desejo irresistível.

O Casamento da Minha Melhor Amiga

Imagem: Reprodução/ Editora Verus

Já a autora Kat T. Masen traz em O Casamento da Minha Melhor Amiga um enredo clássico de inimigos que se apaixonam. Eva é dona de uma cafeteria de cidade pequena e precisa ajudar a organizar a cerimônia de casamento de sua melhor amiga, Maddy, em apenas um mês. O grande problema é que ela será obrigada a trabalhar em dupla com o irmão da noiva, Aston, um bilionário frio e controlador que partiu seu coração no passado.

Os dois não suportam estar no mesmo ambiente, mas a proximidade forçada faz com que a irritação e a atração cresçam na mesma medida. Após um beijo inesperado, Eva e Aston precisam encontrar um equilíbrio entre as antigas mágoas e o desejo antes que ele retorne para Nova York.

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Texto revisado Angela Maziero Santana 

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Coletiva de Imprensa

Coletiva de imprensa com o elenco de Wicked

Artistas abrem o coração sobre a experiência de estreia no Rio após 10 anos da chegada do espetáculo ao Brasil

Após conquistar mais de 1 milhão de espectadores no Brasil, o fenômeno da Broadway desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro. Em coletiva de imprensa, o elenco e a equipe criativa falaram sobre emoções com a chegada do espetáculo à cidade maravilhosa, assim como reforçaram a gratidão em viver personagens tão queridos em solo carioca, local de origem de muitos integrantes.

Depois de temporadas de sucesso em São Paulo, Wicked chega ao Rio de Janeiro com uma temporada de 15 de julho até 4 de outubro. O musical, considerado um dos maiores sucessos da Broadway, chega à Cidade das Artes, espaço localizado na Barra da Tijuca, marcando um momento aguardado pelos fãs cariocas desde a primeira montagem brasileira, em 2016.

Antes da estreia, elenco, equipe criativa e direção participaram de uma coletiva de imprensa para compartilhar detalhes sobre a montagem e as expectativas para o encontro com o público do Rio. O Entretetizei esteve presente no evento e pôde registrar relatos da equipe.

Myra Ruiz, que interpreta Elphaba, comentou sobre a estreia do musical em terras cariocas: “Eu e a Fabi sonhávamos, e isso até virou meme entre a comunidade de fãs. Nós duas falávamos: ‘Ah, vamos fazer tal coisa no dia em que Wicked estrear no Rio.’ Era uma brincadeira que a gente achava que nunca ia acontecer. E agora, acho que, devido à nossa força, à força do Atelier de Cultura, dos fãs de Wicked e de tudo o que o musical foi conquistando ao longo do tempo, a gente conseguiu realizar esse sonho.

Acho que essa história de dez anos, mas com tantas novas temporadas acontecendo de forma tão bem-sucedida, é realmente reflexo de um público extremamente apaixonado e que se identificou com a humanidade dessas duas personagens, ressaltou Fabi Bang, que interpreta Glinda.

Hipólyto, que interpreta Fiyero, destacou a importância das apresentações no Rio e sua ligação com o estado: “Eu nasci em Nova Iguaçu, cresci em Volta Redonda e voltei pra cá para fazer faculdade. Sou da UNIRIO, então, para mim, existe esse sentimento de estar voltando para casa e trazendo um projeto tão grande e tão amado para os meus amigos e para o lugar onde também iniciei um pouco da minha carreira. Já estão começando a vir vários amigos assistir, todo mundo muito animado, e isso também me deixa muito animado, porque é bom fazer as coisas em casa. A grandiosidade que a gente alcança reflete muito em mim como pessoa e como artista. E falar do elenco é falar de pessoas incríveis. Sou diariamente honrado por estar aqui, dividindo esse espaço com elas e podendo contar uma história que considero muito importante e atemporal. Então, obrigado, Wicked, obrigado, Rio. Vai ser uma temporada linda.

Isso é um presente. Também é um presente para todo mundo que acompanhou a nossa trajetória em São Paulo, que foi muito bem-sucedida. É um presente para quem já é fã e também para quem está conhecendo Wicked agora. Afinal, o espetáculo tem uma trajetória desde 2003, quando estreou na Broadway.“, afirmou Karin Hills, que interpreta Madame Morrible, ao refletir sobre a nova jornada do espetáculo.

Luisa Bresser, que interpreta Nessarose, falou sobre o significado do musical em sua vida: “Eu aprendo com o Wicked a cada dia, então saio de cada apresentação muito mexida e muito movida com a história. Eu acho que Wicked vai ser um presente para o Rio, porque é uma história que eu tenho certeza que vai impactar cada vida que vier aqui para o teatro.”

Pedro Balu, que interpreta Boq, destacou que Wicked representa a realização de um sonho: “Há pouco tempo, eu estava lá na minha casa. Sou do Rio, de Campo Grande, e nem sonhava que um dia viveria metade do que estou vivendo hoje. Wicked é mais do que um musical. É quase uma experiência de vida para todo mundo que participa. Você entra de um jeito e sai diferente. Tem sido muito incrível realizar esse sonho e viver tudo isso. Acho que a ficha está começando a cair hoje!

Arizo Magalhães, que interpreta Doutor Dillamond, também homenageou a equipe de bastidores: “Toda a equipe, a Cris, que criou a minha maquiagem; o Feliciano, que criou minha peruca; o Jim, que me maquia; toda a equipe de figurino, a Lídia, o Marco… Nós levamos vocês conosco para esse palco e, graças ao talento de vocês, nossas escolhas artísticas ganham vida. Isso é um presente que todos nós entregamos para o Rio de Janeiro.

Em entrevista, o diretor e coreógrafo Ronny Dutra falou sobre a emoção de voltar para casa para trazer Wicked ao Rio de Janeiro: É uma sensação de festa, de celebração. No meu caso, eu estou voltando para a minha casa, voltando para o meu estado, trazendo algo que é tão importante culturalmente para o mundo. O elenco também… muitos deles são daqui, então acho que isso traz um sangue no olho, um tempero carioca, uma energia que realmente ajuda a contar essa história de uma forma muito humana e que conversa muito com a plateia em todos os momentos do espetáculo. Eu acho que a expectativa é de festa, mas, ao mesmo tempo, de uma responsabilidade muito grande de passar essa história para o público carioca depois de dez anos de espera. Então, espero que todo mundo goste.

Responsável por interpretar Fiyero, Hipólyto também conversou com a equipe do Entretetizei sobre a representatividade de seu papel para novos artistas: “Isso tem acontecido bastante comigo: me tornar uma representatividade para as pessoas. Acho que, de um modo geral, esse é um propósito como artista, principalmente por causa de onde eu vim e do que eu represento. Então, estar fazendo isso aqui no meu estado, no Rio de Janeiro, perto de onde eu nasci e onde aprendi milhares de coisas, não tem preço. É muito importante. Acho que é inevitável que essa onda de pessoas, de novos artistas, se encoraje, venha mais vezes e cresça nesse meio.

Mais do que uma estreia aguardada, a chegada de Wicked ao Rio de Janeiro representa um novo capítulo para uma produção que se consolidou como um dos maiores sucessos do teatro musical contemporâneo. Com uma história sobre amizade, preconceito e diferenças, o espetáculo continua tocando públicos de diferentes gerações.

Serviço

Espetáculo: Wicked 

Local: Cidade das Artes, Barra da Tijuca

Data: de 15 de julho a 4 de outubro de 2026

Sessões: quarta-feira, às 20h; quinta-feira, às 20h; sexta-feira, às 20h; sábado, às 15h e às 19h30, e aos domingo, das 14h e às 18h30.

Ingressos: à venda pela bilheteria da Cidade das Artes e pela Sympla, com valores a partir de R$25 até R$400.

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Texto revisado por Kalylle Isse

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Livros Notícias

Livro-jogo francês Léa Não É a Culpada aposta em investigação interativa e chega ao Brasil em julho

Fenômeno editorial na França, obra de Zoé Ash convida os leitores a solucionar um assassinato por meio de pistas espalhadas pelas páginas e inaugura uma nova tendência entre os livros de mistério

Você está pronto para investigar 40 mil nomes atrás de apenas um? Essa é a proposta de Léa Não É a Culpada (2026), livro-jogo da autora francesa Zoé Ash, que chega ao Brasil em julho pela Intrínseca. Sucesso de vendas na França e fenômeno nas redes sociais, a obra conquistou leitores e promete transformar a experiência da leitura em investigação totalmente interativa. 

Publicado de forma independente, o livro alcançou o primeiro lugar entre os mais vendidos da Amazon francesa por semanas após seu lançamento e viralizou no TikTok, onde leitores compartilham teorias, estratégias e o próprio progresso na resolução do caso. A edição brasileira marca a primeira publicação internacional da obra.

Na história, o professor Armand Duval é encontrado morto em seu apartamento, em Paris. Embora não haja sinais de arrombamento, uma janela entreaberta levanta dúvidas sobre o que realmente aconteceu. Na mesa da vítima, a polícia encontra uma lista com 40 mil nomes, todos considerados suspeitos. O livro apresenta 13 pistas para resolver o caso e, a partir desse ponto, cabe ao leitor utilizá-las para eliminar possibilidades e descobrir quem cometeu o crime.

Ao longo da investigação, algumas pistas levam ao descarte de capítulos inteiros, enquanto outras exigem atenção aos menores detalhes, como nomes espalhados pelas páginas. A proposta promete transformar cada leitura em uma experiência única, ao estimular raciocínio lógico, observação e dedução para chegar à resposta correta.

Seguindo a tendência de sucessos como Murdle (2023) e A Mandíbula de Caim (1934), já publicados anteriormente pela Intrínseca, Léa Não É a Culpada aposta em recursos como páginas destacáveis para tornar a investigação ainda mais imersiva. A experiência também incentiva a troca de teorias entre leitores, e o livro promete ser uma opção ideal para quem gosta de desafios, enigmas e mistérios interativos.

Sobre a autora

Zoé Ash é o pseudônimo da autora da série Léa Não É a Culpada, fenômeno editorial na França. O primeiro volume permaneceu por várias semanas no topo da lista de mais vendidos da Amazon francesa e conquistou milhares de leitores com sua proposta inovadora de transformar o público em investigador. 

Pretende colocar suas habilidades de detetive à prova?  Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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