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Gaby Spanic, protagonista de A Usurpadora, visitará o Rio de Janeiro em agosto para evento com fãs

O encontro conta com sessão de fotos, bate-papo exclusivo, momentos interativos e surpresas especiais

Quem vai? Nesta terça (22), os fãs cariocas da rainha das novelas mexicanas foram surpreendidos com a notícia de que a atriz Gaby Spanic, eternizada no coração do público como a inesquecível Paulina e Paola Bracho de A Usurpadora, estará no Rio de Janeiro para um evento imperdível no dia 9 de agosto, no elegante Hotel Riale Brisa Barra, na Barra da Tijuca.

O encontro promete ser um momento único e inesquecível para os admiradores da estrela, com sessão de fotos, bate-papo exclusivo, momentos interativos e surpresas especiais preparadas especialmente para os fãs brasileiros, que sempre demonstraram um carinho caloroso pela atriz.

Esta é uma oportunidade única de conhecer pessoalmente uma das maiores estrelas da teledramaturgia latina, com uma carreira marcada por novelas de sucesso mundial, como A Usurpadora, A Dona, A Intrusa e tantas outras que conquistaram gerações.

Os ingressos já estão à venda no site ultratickets.pagrtickets.com.br e são limitados. 

Local: Hotel Riale Brisa Barra

Quando: 09 de agosto de 2025

Ingressos: ultratickets.pagrtickets.com.br

VIP – R$220,00 + Taxas (Evento + Foto com a Atriz)

Normal (Inteira) – R$150,00 + Taxas (Evento)

Normal (Meia) – R$75,00 + Taxas (Evento)

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Cinema Cultura Latina Notícias

Prêmio Grande Otelo: saiba mais sobre a premiação que ocorrerá no dia 30 de julho, no Rio de Janeiro

24ª edição irá homenagear Walter Salles e Fernanda Torres

O Prêmio Grande Otelo é a maior premiação de audiovisual no Brasil e chega na sua 24ª edição. O tema será o destaque do cinema brasileiro no exterior e a Academia Brasileira de Cinema irá homenagear Walter Salles e Fernanda Torres, para celebrar a trajetória do filme Ainda Estou Aqui (2024). Por conta disso, eles não irão concorrer às indicações da premiação.

Prêmio Grande Otelo
Foto: reprodução/O Globo

“Que ano esse para o cinema brasileiro! Das participações e prêmios nos mais importantes festivais como Cannes, Veneza e Berlim, ao Oscar, nosso cinema viajou pelo mundo. E, mais importante que tudo, está reconquistando o nosso próprio público. A 24ª edição do Prêmio Grande Otelo será o lugar onde celebraremos esses filmes e séries incríveis que fizemos durante o ano. Celebrados por nós mesmos. E, em ano tão importante, como não homenagearmos a história dos nossos filmes pelo planeta? Impossível. Esse ano recordaremos nossa história até aqui. Por decisão unânime da diretoria da Academia Brasileira de Cinema, Ainda Estou Aqui (2024), apesar de inscrito no Prêmio, participará a título hors concours, e receberá, através de Walter Salles e Fernanda Torres, o Prêmio Especial Grande Otelo 2025. Mais que merecido“, diz a Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema,.

Votação

Além disso, divulgaram a lista com as obras inscritas, que disputam vagas entre os finalistas para concorrer ao Troféu Grande Otelo em 30 categorias. Houve recorde de inscrições, dentro desses 24 anos de premiação, com 345 inscrições entre longas-metragens, curtas e séries. A lista pode ser conferida aqui.

A cerimônia do Prêmio Grande Otelo conta com 30 prêmios, sendo 29 produções escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, composto por profissionais das mais diversas áreas do setor e o disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia.

Organização

A premiação conta com o apoio da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem apuração e acompanhamento da PwC Brasil. 

O prefeito Eduardo Paes celebra a iniciativa da Academia Brasileira de Cinema: “É um orgulho e um privilégio para o Rio sediar mais uma edição do Prêmio Grande Otelo, um evento importante, que há 24 anos valoriza a indústria cinematográfica brasileira. São filmes de diversos gêneros, que mostram a diversidade cultural do nosso país. Este ano, será ainda mais especial, homenageando Ainda Estou Aqui, que trouxe o primeiro Oscar para o Brasil e deu à Fernanda Torres o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama. Uma obra que preserva nossa memória, nossa democracia e reverência a todos que fazem cultura no Brasil”.

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Leia também: Globo Filmes leva 6 filmes para a 27ª edição do Festival do Cinema Brasileiro de Paris 

 

Texto revisado por Cristiane 

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Cultura turca Notícias

Ekin Koç e Ayça Ayşin Turan juntos novamente em um novo projeto

Os atores de Amor em Foco vão trabalhar juntos novamente para a nova série Vicdansız

A nova série Vicdansız está sendo produzida para a plataforma digital TOD da BeIN Connect e assinada pela ARC Yapim. O ator Ekin Koç interpretará um especialista em finanças e será muito bem-sucedido. As filmagens terão início em maio.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

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Leia também: Especial | Conheça a carreira de Sıla Türkoğlu 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura turca Notícias Séries

O que esperar dos episódios finais da 2ª temporada de Hudutsuz Sevda

A série de ação fará seu final de temporada depois de mais três episódios 

 

A dizi Hudutsuz Sevda (Boundless Love, 2023) fará o encerramento da temporada atual no episódio 63. O próximo episódio acompanhará o desenrolar da chegada de um inimigo, que cerca cada vez mais Halil İbrahim (Deniz Can Aktaş) e seus aliados, além da tentativa de Didem (Elçin Zehra İrem) para separá-lo definitivamente de Zeynep (Miray Daner).

Foto dos atores principais de Hudutsuz Sevda.
Foto: divulgação/NOW

Há uma expectativa dos fãs, para os três últimos episódios dessa temporada, de que o casal principal fique junto, após inúmeras tentativas de afastá-los. Além disso, espera-se que os conflitos que envolvem os entes queridos de Halil İbrahim e a família de Zeynep (os Leto) sejam resolvidos, já que diversas pessoas importantes para os dois perderam a vida no decorrer da trama.

Foto dos personagens de Hudutsuz Sevda.
Foto: divulgação/NOW
Nova temporada

Apesar de Hudutsuz Sevda possuir a maior audiência das noites de quinta há algumas semanas, optou-se por encerrar a segunda temporada mais cedo devido à baixa receita publicitária e ao aumento dos custos de produção. Entretanto, a série produzida pela Med Yapım foi renovada para uma terceira temporada.

Muito comentada nas redes sociais, a trama, que é exibida no canal NOW, tem roteiro de Bahadır Özdener e direção de Murat Öztürk. A história, que teve início a partir da busca por vingança de Halil İbrahim contra a família Leto, terá um novo conceito na nova temporada. Porém, ainda não há informações sobre o que a série turca apresentará de diferente em seu retorno. 

Foto dos personagens da série.
Foto: divulgação/NOW

 

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Leia também: Confira as primeiras imagens do set de İki Dünya Bir Dilek (Dois Mundos, Um Desejo)

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Entretenimento Notícias

Exclusivo | Isabella Santoni atua em cena aberta no Dia Mundial da Terra

Embaixadora ambiental e atriz de sucesso, Isabella Santoni defende um ativismo enraizado em prática e presença

Em um Brasil de séries que ecoam internacionalmente e de montagens teatrais que revisitam clássicos com vigor contemporâneo, Isabella Santoni ocupa um lugar curioso: o de quem transita entre a entrega à cena e o ativismo ambiental com a mesma intensidade. No Dia Mundial da Terra, celebrado em 22 de abril, sua trajetória revela mais do que papéis bem interpretados: expõe também um compromisso existencial com o mundo que a cerca.

Com uma carreira consolidada nos palcos e no streaming, a atriz vem tecendo sua própria narrativa. No teatro, interpretou a protagonista da adaptação de O Cravo e a Rosa, revivendo o folhetim que foi fenômeno televisivo nos anos 2000 com uma energia renovada; no audiovisual, atravessou três temporadas de sucesso com Dom, série do Prime Video baseada na história real de Pedro Dom, e retornou com força dramática à quarta fase de A Divisão, no Globoplay.

#TBT da terceira temporada de DOM | Créditos: divulgação | @isabellasantoni via Instagram

Fora dos sets, Isabella mantém o mesmo grau de envolvimento. Desde o momento em que o surfe cruzou seu caminho, o mar passou a ser não só refúgio, mas eixo ético: “Foi surfando que comecei a perceber o quanto o mar estava poluído — e como é contraditório sujar justamente o lugar que nos dá tanta paz e felicidade. A natureza foi minha primeira grande escola. Um espaço onde não é preciso desempenhar nenhum papel, só estar presente. Quando a gente se conecta de verdade com um ambiente, proteger ele se torna inevitável. Com o tempo, entendi que o ativismo não é apenas uma escolha política, mas uma resposta natural a esse vínculo”.

E toda essa gratidão vem se traduzindo em ações concretas. Isabella é embaixadora do SeaLegacy, organização internacional dedicada à preservação dos oceanos, e também integra o projeto Um Pacto pelo Clima, ligado ao Pacto Global da ONU. Fora isso, participa de iniciativas como o Canal Novo Mundo, voltadas à conscientização ambiental e educação ecológica. Sustentabilidade, para ela, não é conceito abstrato, mas prática cotidiana.

Sei que o problema ambiental é sistêmico, mas também acredito no poder simbólico e educativo das pequenas ações. Comecei mudando hábitos simples: parei de usar copo descartável, comecei a observar de onde vêm as peças que eu visto… E é curioso como, quando você se compromete de verdade, o estilo de vida muda porque o olhar, em si, muda. E, ainda assim, não basta. Precisamos cobrar responsabilidade de empresas, governos e sobretudo das grandes cadeias de produção. Sustentabilidade tem que ser uma prática coletiva e institucional.

A atriz também vem costurando esse olhar consciente com a moda. No Carnaval de 2020, surgiu pela primeira vez com uma fantasia inteiramente produzida a partir de materiais recicláveis – o que aconteceu também nos últimos dois anos: um top feito a partir de tampas de garrafas, mais cabeça de miçangas. Ela comenta:

“Desde sempre eu enxerguei a moda como uma forma de expressão, mas, nos últimos anos, comecei a me perguntar: que tipo de mensagem estou passando também sobre o planeta? Com essa fantasia, consegui transformar o que muitos viam como lixo em arte, porque acredito que dá, sim, para se divertir e, ao mesmo tempo, gerar reflexão.”

Créditos: divulgação | Thales Côrtes | Bruna Brandão Comunicação & Imagem

“Hoje, no meu dia a dia, priorizo peças atemporais e do estilo minimalista. Gosto de acompanhar as tendências, claro, mas só invisto naquilo que sei que vai permanecer comigo por muito tempo.”

Com quase onze anos de carreira, Isabella reflete sobre sua caminhada com serenidade e propósito: “A pluralidade é, para mim, uma das características mais potentes da mulher contemporânea. Não precisamos nos restringir a um único espaço. Posso ser atriz, ambientalista, surfista, apaixonada por literatura, diretora criativa, empreendedora… e tudo isso ao mesmo tempo, sem culpa. O meu ativismo também é uma forma de atuação, como um palco expandido”, conclui

 

Adoramos saber dessas iniciativas da Isabella Santoni, e vocês?Acompanhe o Entretetizei nas redes sociais — InstagramFacebookX — e confira as atualizações do mundo do entretenimento.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cultura asiática Entrevistas Música Notícias

Entrevista exclusiva | Isa Guerra fala sobre compor para o K-pop, trabalhar com artistas coreanos e levar o Brasil pra dentro da música

Mineira que começou como fã conta ao Entretetizei como entrou na indústria sul-coreana, revela bastidores do processo de composição e compartilha os aprendizados da jornada

Você pode até ter começado a ouvir K-pop por causa de um vídeo de reação no YouTube, mas e se te contassem que uma das pessoas por trás de músicas de idols sul-coreanos também teve esse exato ponto de partida? Isa Guerra, mineira, artista e compositora, viu sua vida mudar ao mergulhar nesse universo colorido, intenso e estratégico da música coreana. O que começou como curiosidade de fã, virou um plano de carreira em plena pandemia — e, hoje, ela assina faixas que chegam a milhões de ouvintes do outro lado do mundo.

Isa Guerra
Foto: divulgação/Isa Guerra

Na entrevista a seguir, Isa abre o coração e o caderninho de anotações para contar como funciona o pitching de músicas no K-pop, o que diferencia uma boa demo de uma descartável, e como é compor em equipe com gente espalhada pelo globo. Com sinceridade, sensibilidade e aquela brasilidade no olhar, ela revela os bastidores de uma carreira que ainda está só começando — mas já tem muito o que ensinar. Confira: 

Entretetizei: Como foi o seu primeiro contato com a indústria do K-pop e como começou a compor para artistas sul-coreanos?

Isa Guerra: Meu primeiro contato com o K-pop aconteceu quando eu tinha mais ou menos 16 anos, através de um vídeo onde youtubers reagiam a MVs. Eu me lembro de ficar fascinada e começar a pesquisar mais e mais. Desde então, eu sempre acompanhei meus grupos preferidos, até que, durante a pandemia, me surgiu uma vontade imensa de entrar nesse mercado como compositora. Na época, eu estava querendo pausar a minha carreira como cantora pra poder me descobrir mais. Também me dedicava bastante a postar vídeos das minhas composições e, apesar de estar crescendo bastante, sentia que, daquela forma, não conseguia mostrar todo o potencial que eu acreditava existir em mim. Eu queria aprender mais e sair da minha zona de conforto, então decidi que, a partir daquele momento, iria começar a me dedicar 100% a compor pro mercado musical da Coreia do Sul.

E: Você percebe diferenças no processo de composição para o K-pop em comparação com outros estilos musicais?

IG: Com certeza. Acho que várias questões fazem o processo ser bem diferente. Sinto que, no K-pop, o compositor tem que saber equilibrar muito bem uma música dentro do que ela pede. É quase um trabalho intuitivo saber onde entra uma melodia, um rap, se a música está ficando fluida o suficiente pra que o ouvinte seja entretido o tempo todo e entender o que cada uma pede. Tudo é intencional e muito bem pensado. Sempre tentamos estar um passo à frente e imaginar: “O que esse grupo faria que seria uma evolução do seu último lançamento, mas que também não foge da sua identidade?”, O que ainda não foi feito?. Os conceitos têm que ser fortes e as demos têm que ser muito bem gravadas também, pra conseguirmos mostrar a ideia da forma mais próxima possível do produto final. Isso acaba exigindo que o compositor saiba o mínimo de partes mais técnicas, como, por exemplo, produção vocal. É realmente diferente de qualquer outro mercado em que eu trabalhei.

E: Como funciona o processo de pitching de músicas para grupos de K-pop? Você escreve já pensando em um artista específico ou adapta depois?

IG: Depende! Pode funcionar de várias formas. Muitas vezes, os grupos já têm alguma direção/referência em mente pro próximo comeback e fazemos as músicas de acordo. Mas acontece bastante de criarmos sem referências, pensando — ou não — em alguém específico. Já cheguei, por exemplo, a escrever sem pensar em algum artista, simplesmente porque tive uma ideia, e a música acabar indo pra alguém que eu nem esperava gravar algo naquele estilo!

E: Entre os artistas e grupos para os quais você escreveu, teve algum projeto que te marcou de forma especial?

IG: Sinceramente, acho que todos têm um lugar especial. Eu tento apreciar cada segundo de cada projeto porque me dediquei muito para poder fazer o que faço hoje. Se eu tivesse que mencionar um, provavelmente seria Dimension. Foi o meu primeiro lançamento depois de muitos meses trabalhando incansavelmente. Minha intuição me dizia que eu estava no caminho certo, mas quando a música finalmente saiu foi como uma comprovação além da minha cabeça de que todo o esforço seria compensado e que eu só precisava ter paciência. Todos são especiais e únicos, eu amo cada um.

E: Você já teve a chance de conhecer pessoalmente algum dos artistas que gravaram suas músicas?

IG: Alguns sim, mas não todos! Quero muito poder conhecer todos um dia, até porque as experiências que tive até hoje foram muito positivas.

E: Muitas músicas de K-pop envolvem equipes de compositores internacionais. Como é a dinâmica de trabalho nesse tipo de colaboração?

IG: A maioria das sessões de composição que participo quando não estou na Coreia são feitas online por Zoom. Cada integrante do meu time mora em um lugar diferente do mundo, então temos que conciliar os fusos horários de cada um pra conseguir compor. Dependendo da situação, até fazemos por WhatsApp mesmo, conversando e enviando ideias por mensagem.

E: O que você acha que diferencia uma boa música de K-pop? Existe algum elemento que considera essencial?

IG: Eu acredito que toda música tem seu toque especial, mas eu particularmente gosto muito de músicas que sabem balancear um tom mais agressivo com partes melódicas. Gosto bastante de ouvir e escrever as partes de rap também, então acabo me sentindo muito atraída por músicas com bons flows. Se o início da música é agressivo, o pré-refrão tem uma melodia crescente que faz arrepiar, pra depois entrar um bom gancho que explode e chega num clímax, é muito provável que essa música vai estar na minha playlist.

E: Você tem vontade de expandir seu trabalho dentro da indústria sul-coreana, talvez explorando outros papéis além da composição?

IG: Não é algo que penso no momento — talvez mais pra frente. Sigo tendo muito o que aprender e crescer como compositora dentro do K-pop. Acredito que a jornada ainda está no início, então minha vontade está em seguir melhorando e dar continuidade no que já venho fazendo. Também quero poder voltar a lançar meu próprio projeto como artista em breve. Meu foco são esses dois objetivos agora.

E: Qual foi a maior lição que aprendeu trabalhando como compositora no K-pop?

IG: Eu sinto que o K-pop foi muito importante no meu crescimento e amadurecimento como artista e pessoa. Sou bem imediatista, e minha jornada até então me ensinou sobre ter paciência pra colher os frutos que plantei. Também fico muito obcecada quando tenho algum objetivo, e sigo aprendendo a me dedicar bastante, mas sem me perder e esquecer de mim. Aprendi sobre ouvir mais, sabendo filtrar com respeito o que vai ou não me ajudar a conquistar o que quero. Estar trabalhando com uma cultura tão diferente também me fez admirar ainda mais minha própria cultura e amar a sensação de poder mostrar um pedacinho do Brasil por onde eu vou — seja no jeito de compor ou até mesmo me conectar com as pessoas.

 

Você já conhecia a Isa Guerra? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Instagram, Facebook, X – e nos siga para atualizações sobre a indústria do entretenimento.

 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura turca Notícias

Açelya Devrim Yılhan é a convidada especial de Kral Kaybederse

A estrela será a convidada do episódio que será transmitido hoje à noite (22) no streaming 

Açelya Devrim Yılhan foi convidada para participar da série Kral Kaybederse (2025), que é transmitida no streaming do Star TV. A temporada tem previsão para se encerrar no final de maio.

Devrim interpretará a personagem Berna, que é uma cirurgiã muito famosa e acaba entrando no caminho de Kenam Baran (Halit Ergenç).

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

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Texto revisado por Bells Pontes

 

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Cultura Cultura asiática Notícias

The Heart Killers: elenco principal virá para o Brasil em um evento inédito

,Turnê Escape to the Americas será em São Paulo no dia 5 de julho

First Kanaphan, Khaotung Thanawat, Joong Archen e Dunk Natachai, do elenco da série tailandesa The Heart Killers (2024), virão ao Brasil em uma apresentação única no dia 5 de julho. O evento será realizado na Terra SP e contará com apresentações musicais, brincadeiras no palco e uma série de interações disponíveis em pacotes VIP para os fãs, como opções para tirar fotos, assistir à passagem de som e cumprimentar os artistas.

 The Heart Killers
Foto: divulgação/Highway Star

Para a entrada no evento, é obrigatória a apresentação de um documento oficial e original com foto. Serão aceitos: carteira expedida por órgão público, válida, por lei, como documento de identificação pessoal em todo território nacional; carteira de identidade expedida por comando militar, bombeiros e polícia militar; carteira nacional de habilitação (CNH); carteira de identidade expedida por órgão fiscalizador de profissões regulamentadas por lei; carteira de trabalho e da previdência social (CTPS) e passaporte. Os documentos digitais serão aceitos, desde que emitidos pelos respectivos órgãos públicos. Quem não apresentar a documentação não poderá participar do evento e nem terá direito ao reembolso.

Confira mais informações:

Data: 5 de julho de 2025 (sábado)

Local: Terra SP (Av. Salim Antônio Curiati, 160 – Campo Grande)

Horário: 19h (abertura de portões às 17h30)

Classificação: 18 anos. Menores com idade entre 12 e 17 anos poderão entrar apenas acompanhados dos responsáveis e poderá ser solicitada a assinatura de um termo na entrada do evento.

Pré-venda para clientes do Clube Fidelidade Galaxie: entre 13h do dia 21 de abril até 18h do dia 22 de abril (mediante disponibilidade, quantidade limitada a 20% de cada categoria de ingressos).

Abertura de vendas para o público geral: 23 de abril (quarta), às 12h.

Onde comprar: https://shotgun.live/events/the-heart-killers-fan-meeting-in-sao-paulo 

Formas de pagamento: débito, crédito, PIX. Parcelamento em até 12x no cartão de crédito. Para boleto, entre em contato com o e-mail contato@hwstar.com.br.

Valores dos ingressos (sujeito a taxa de conveniência): 
 The Heart Killers
Foto: divulgação/Highway Star
  • VIP 1 (Inclui ingresso Pista Premium + Entrada Antecipada às 15h + Soundcheck + Foto Individual + Pôster pré-autografado + Hi-touch): R$ 1.900 (meia-entrada e social) | R$ 2.250 (inteira)
  • VIP 2 (Inclui ingresso Pista Premium + Entrada Antecipada às 16h + Soundcheck + Foto em Grupo + Pôster pré-autografado + Hi-touch): R$ 990 (meia-entrada e social) | R$ 1.340 (inteira)
  • VIP 3 (Inclui ingresso Mezanino 1 + Entrada Antecipada às 16h + Soundcheck + Foto em Grupo + Hi-touch): R$ 840 (meia-entrada e social) | R$ 1.140 (inteira)
  • Pista Premium: R$ 350 (meia-entrada e social) | R$ 700 (inteira)
  • Pista: R$ 220 (meia-entrada e social) | R$ 440 (inteira)
  • Mezanino 1: R$ 300 (meia-entrada e social) | R$ 600 (inteira)
  • Mezanino 2: R$ 170 (meia-entrada e social) | R$ 340 (inteira)
  • Hi-touch: R$ 200 (valor único)
 The Heart Killers
Foto: divulgação/Highway Star

Os setores Pista Premium e Mezanino 1 possuem área reservada para cadeirantes, pessoas com deficiência (PcD) e pessoas com mobilidade reduzida. Para acessar essa área, os participantes devem adquirir ingresso específico e comprovar o benefício por e-mail e na entrada do evento.

A Foto Individual (para participantes do VIP 1) será tirada com os 4 artistas + 1 participante. A Foto em Grupo (para participantes do VIP 2 e VIP 3) será tirada com os 4 artistas + 4 participantes. 

O ingresso Hi-touch não inclui entrada para o evento e deve ser adquirido apenas por participantes que possuam algum outro ingresso de setor ou pacote VIP.

Por se tratar de serviços de interação com o artista, não se aplica o benefício da meia-entrada para o ingresso de Hi-touch. Para os pacotes VIP, o valor da meia-entrada se aplica apenas ao valor referente ao ingresso de setor para o show incluso no pacote e não aos serviços de interação.

Para mais informações, leia a lista de Perguntas Frequentes: https://www.hwstar.com.br/news/faq/the-heart-killers-no-brasil-duvidas-frequentes        

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

– Participantes que tiverem pacotes VIP terão entrada antecipada na casa de shows. O primeiro grupo a entrar na casa será o VIP 1, com entrada às 15h, com tempo de tolerância de chegada até às 15h15. A sessão de Fotos Individuais acontecerá às 15h30. 

Participantes do VIP 2 e VIP 3 entrarão na casa às 16h, com tempo de tolerância máximo de chegada até às 16h15. A sessão de Fotos em Grupo acontecerá às 16h30. 

Por fim, o Soundcheck (passagem de som) acontecerá às 17h. 

– Nas Fotos em Grupo, a sequência dos participantes é definida segundo a ordem da fila de atendimento. Entretanto, não haverá interrupção para formação de grupos específicos.

– O evento de interação Hi-touch acontecerá após o fim do fanmeeting e não possui horário definido para início e término. 

– Os participantes irão receber no dia do evento as orientações para a realização dos eventos. Portanto, é necessário seguir as orientações da equipe de produção local para a participação nos eventos de interação. 

– Os horários e procedimentos dos benefícios dos pacotes estão sujeitos a alteração conforme a solicitação da produção responsável pelos artistas. Além disso, os participantes receberão no e-mail cadastrado na compra do ingresso e/ou no dia do evento, as informações relacionadas à alteração.

Mais informações sobre reembolso

– O horário de abertura dos portões e orientações sobre entrada e acompanhantes de menores de 18 anos poderão sofrer alteração sem prévio aviso, conforme as circunstâncias do dia do evento.

– Os portões para o evento encerram às 19h30. A organização considerará ausentes os participantes que não utilizarem seus ingressos após esse horário. Essas pessoas não possuem direito ao reembolso.

– Em caso de arrependimento da compra, o cancelamento do ingresso deverá ser, obrigatoriamente, solicitado em até 07 (sete) dias corridos, contados a partir da data da efetivação da compra. Para ingressos adquiridos em prazo inferior a 07 (sete) dias da realização do evento, o prazo máximo de cancelamento é de 48 horas antes da realização do mesmo. Porém em cancelamentos solicitados no dia da realização do evento não serão acatados.

– No valor de todos os ingressos, existe uma taxa de conveniência no valor de 12,5% do pedido, ao realizar a compra. Esse valor refere se ao serviço prestado pela Shotgun, na venda e gerenciamento dos ingressos. Além disso, não é reembolsável.

– A Highway Star não se responsabiliza por ingressos adquiridos em pontos de venda não oficiais.

 

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Leia também: O alistamento militar na Tailândia virou meme – e diz muito sobre como o país lida com a comunidade LGBTQIA+

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Cultura turca Notícias Telecine

Confira as primeiras imagens do set de İki Dünya Bir Dilek (Dois Mundos, Um Desejo)

As gravações do filme, estrelado por Hande Erçel e Metin Akdülger, já começaram

Após muita expectativa, o filme escrito e estrelado por Hande Erçel começou a ganhar vida. A história de amor impossível chegará ao streaming ainda este ano, com produção da TAFF Pictures. 

Metin Akdülger interpretará o arqueólogo Can e Hande dará vida à advogada Bilge. Os dois se conheceram ainda na infância, em um hospital na véspera de ano novo. Depois de anos, eles se reencontram novamente, testando o destino. 

Confira as imagens divulgadas:
İki Dünya Bir Dilek
Foto: divulgação/Prime Video Türkiye
İki Dünya Bir Dilek
Foto: divulgação/Prime Video Türkiye
İki Dünya Bir Dilek
Foto: divulgação/Prime Video Türkiye
İki Dünya Bir Dilek
Foto: divulgação/Prime Video Türkiye

O elenco também inclui os seguintes nomes: Hüseyin Avni Danyal (Kötü Kan, 2024), İdil Fırat (The Pomegranate, 2011), Serkan Tınmaz (Cranberry Sorbet, 2022), Nazlıcan Demir (Family Secrets, 2021), Eylül Su Sapan (Tuzak, 2022), Rami Narin (Private Lesson, 2022), Didem İnselel (Dönence, 2023), Erdal Bilingen (One Litre of Tears, 2018) e İpek Erdem (Torn Apart, 2015).

 

Curtiu a caracterização dos atores? Ansiose para o que está por vir? Não se esqueça de acompanhar o Entretetizei nas redes sociais Instagram, Facebook, X e confira todas as atualizações do entretenimento na Turquia e no mundo.

 

Leia também: Notícias da semana no mundo turco — 14/4 a 18/4

 

Texto revisado por Kalylle Isse

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Entretenimento Notícias

Especial | Quem são as groupies? Entenda os 2 lados desse termo que marcou a cultura pop

Elas não eram apenas fãs, mas presenças constantes nos bastidores, inspiração de músicas e, muitas vezes, personagens centrais de histórias polêmicas

As groupies marcaram época e até hoje dividem opiniões sobre sua real influência no cenário musical. Nunca ouviu falar delas? Preparamos um especial explicando de onde vem esse termo, e quem eram as groupies.

A origem do termo e sua relação com o rock
Foto: reprodução/Pamela Des Barres
Foto: reprodução/Pamela Des Barres

O termo groupie surgiu entre as décadas de 1960 e 1970, auge do rock e do movimento hippie. Na época, era usado para definir fãs que não se limitavam a assistir aos shows: elas queriam estar próximas dos artistas, nos bastidores das turnês, vivendo intensamente o universo da música.

Muitas dessas mulheres se tornaram conhecidas não só pela devoção aos ídolos, mas também pelos envolvimentos amorosos com os músicos. Pamela Des Barres, uma das groupies mais famosas, eternizou suas memórias em livros e, dentre eles, o famoso Confissões De Uma Groupie, detalhando sua experiência ao lado de lendas como Mick Jagger e Jimmy Page. Ao The Guardian, ela disse: “Uma groupie é alguém que ama tanto a música que quer estar ao redor de quem a cria. Um fã se contenta com um autógrafo, um olhar do palco ou uma selfie. Uma groupie dá o próximo passo. E isso exige muita coragem. Mas elas o fazem de livre e espontânea vontade, às vezes na esperança de um romance, ou de uma aventura de uma noite ou às vezes na esperança de se casar com a pessoa”, revelou.

Foto: reprodução/Pamela Des Barres
Foto: reprodução/Pamela Des Barres
O lado sombrio e perigoso por trás do glamour

Apesar da imagem libertária que se vendia na época, o estilo de vida das groupies escondia questões preocupantes. Muitas eram adolescentes, algumas com apenas 13 ou 14 anos, se relacionando com músicos adultos. Casos como o de Lori Mattix, que afirma ter vivido um relacionamento com Jimmy Page ainda menor de idade, quando ele já estava na casa dos vinte anos, mostram como essa dinâmica era romantizada em um contexto de abuso.

Foto: reprodução/Getty Imagens 
Foto: reprodução/Getty Imagens

Ambientes marcados por drogas, álcool e ausência de limites tornavam essas jovens vulneráveis. A cultura da época contribuia para encobrir essas situações, pintando como glamour aquilo que hoje é entendido como exploração. Para muitas meninas, estar ao lado de um artista parecia uma chance de mudar de vida e, esse sonho, muitas vezes, custava caro.

As duas faces do termo groupie

Com o passar do tempo, groupie passou a carregar dois significados distintos:

Groupies como fãs apaixonadas

Essas eram as que colecionavam tudo, acompanhavam cada show e faziam de tudo para ver seus ídolos de perto, mas sem interesses amorosos. Hoje, poderiam ser comparadas aos fãs hardcore, que divulgam artistas, mantêm fanbase ativas e vivem intensamente essa paixão, mesmo que à distância.

Groupies que buscavam envolvimento com artistas
Foto: reprodução/Getty images
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Já a outra vertente do termo ficou marcada por aquelas que desejavam uma relação mais íntima com os músicos. Durante os anos 60 e 70, muitas se tornaram figuras quase míticas do rock, sempre presentes nos bastidores e listas de namoro das bandas.

A evolução do conceito

Com o tempo, a imagem da groupie foi sendo reduzida ao estereótipo da fã que busca se envolver sexualmente com artistas. No entanto, nem todas tinham esse objetivo. Muitas estavam lá por amor à música e pela vontade de fazer parte daquele universo. O debate atual busca justamente resgatar essas nuances e entender o impacto cultural dessas mulheres para o bem e para o mal.

Groupie x Sasaeng: qual a diferença?

No universo do k-pop, surgiu uma nova figura: os sasaengs. Diferente das groupies, que seguiam artistas fisicamente e buscavam proximidade emocional, os sasaengs ultrapassam todos os limites da privacidade.

Eles rastreiam voos, invadem quartos de hotel e até hackeiam informações pessoais. São fãs obcecados, que colocam ídolos em situações de risco apenas para chamar atenção. Enquanto as groupies se encaixam no perfil de fãs extremos, os sasaengs são considerados perseguidores e seu comportamento é amplamente condenado.

A linha entre fã e obsessão

Gostar de um artista, se emocionar com suas músicas e querer acompanhar sua carreira é normal e até terapêutico. Porém, é essencial que essa admiração seja saudável e respeitosa.

O artista também é uma pessoa com vida própria, fora dos palcos e das câmeras. Quando o desejo de aproximação vira invasão, comentários ofensivos ou perseguição, a admiração se torna obsessão. E aí, o que era amor vira abuso.

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Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho

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