As informações foram divulgadas no evento especial de cinco anos da série
A nova temporada do anime, intitulada JUJUTSU KAISEN: The Culling Game, teve o primeiro trailer divulgado. A produção é inspirada no mangá best-seller escrito e ilustrado por Gege Akutami, produzida pela TOHO Animation e animada pelo estúdio MAPPA (Chainsaw Man, 2022).
Na trama, Yuji Itadori é um garoto com tremenda força física, que vive uma vida comum como estudante do ensino médio. Porém, ao tentar salvar um colega atacado por maldições, ele come um dedo de Ryomen Sukuna, incorporando a maldição em sua própria alma.
Portanto, o mais poderoso dos feiticeiros, Satoru Gojo, guia-o quando ele ingressa na Escola de Jujutsu de Tóquio, uma organização que luta contra as maldições…E assim começa a história heroica de um garoto que se torna uma maldição para exorcizar outras maldições, vivendo uma aventura sem volta.
A equipe de dublagem em português brasileiro será:
Yuri Tupper como Yuji Itadori
Fabrício Vila Verde como Megumi Fushiguro
Nando Sierpe como Choso
Pedro Alcântara como Yuta Okkotsu
A terceira temporada está confirmada para janeiro de 2026, com a transmissão mundial da Crunchyroll (exceto na Ásia). A plataforma de streaming lançará os episódios semanal e simultaneamente com a transmissão do Japão.
Confira o trailer:
Você vai assistir à nova temporada de JUJUTSU KAISEN? Comente nas redes sociais do Entretetizei —Instagram,Facebook eX — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.
Fãs da série estão com expectativas altas e criam teorias sobre o desfecho da trama
[Contém spoiler]
Na última quarta-feira (20), foi lançado o mais recente episódio de O Verão que Mudou a Minha Vida, série baseada na trilogia literária de Jenny Han. Mas ainda tem muito pra acontecer, já que, nas próximas semanas, os três últimos capítulos da série chegam ao streaming.
Os internautas já estão ligadinhos no X e TikTok, criando teorias sobre o desfecho da história de Belly, Conrad e Jeremiah.
*Alerta de spoiler!!!*
No recente episódio, Conrad (Christopher Briney) vai embora de Cousins após brigar com Jeremiah (Gavin Casalegno), que descobre a declaração do irmão para Belly (Lola Tung), sua noiva. Antes de partir, Conrad vai até o quarto da garota para se despedir, e a tensão entre os dois é visível.
Por fim, Belly e Jeremiah desistem do casamento, principalmente depois que ele menciona Conrad e vê a reação dela.
Após todos os acontecimentos, Belly decide ir para Paris e, quando entra na fila para o embarque, vê Conrad sentado em uma das cadeiras de espera. O episódio acaba aí e fica a dúvida: o que será que acontece depois?
Foto: Reprodução/Prime Video
Fãs já criaram algumas teorias e especulações do que pode acontecer. A primeira teoria conversa muito com a trilha musical do seriado. Músicas da Taylor Swift foram muito usadas durante os capítulos. Na cena final do episódio 08, Conrad aparece entre várias cadeiras vermelhas e ao som da música Cardigan da cantora.
O público associa também a canção Red com todo esquema visual e aos figurinos usados pelos personagens, especialmente por Belly.
Em um trecho da música, Taylor diz: “Perdê-lo foi um triste azul, como eu nunca tinha sentido. Sentir saudades dele era cinza-escuro, totalmente sozinha. Esquecê-lo foi como tentar conhecer alguém que você nunca encontrou. Mas amá-lo era vermelho”.
Essa relação faz muito sentido quando, nas cenas com Conrad, a protagonista usa roupas vermelhas, que simbolizam paixão, amor e aquela sensação de frio na barriga.
Foto: Reprodução/Prime Video
Já nas cenas com Jeremiah, ela costuma usar roupas azuis que transmitem paz, segurança e tranquilidade.
A cor cinza, que representa equilíbrio e neutralidade, dita pela cantora como um “totalmente sozinha”, também é representada na série quando Belly precisa ficar no hospital com seu irmão, logo depois de descobrir a traição de Jeremiah.
Teorias sobre a cena do aeroporto também têm sido comentadas pelos internautas nas redes sociais. Os fãs falam que a cena final, em que Conrad aparece, poderia ser apenas imaginação de Belly.
Foto: Reprodução/Prime Video
Uma outra possibilidade seria ela ir para Paris junto com Conrad, e os dois viverem juntos na cidade das luzes.
Mas, no trailer divulgado pela Prime, conseguimos ver que isso ainda está incerto. Belly parece estar em um fase de autodescoberta, fazendo novas amizades em Paris.
Confira o trailer:
Como vai ser o desfecho dessa história? Será que os espectadores vão acertar o final da série ou Jenny Han vai pegar todos de surpresa?
E você, é #TeamConrad, #TeamJeremiah ou #TeamParis? Fala pra gente e já siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
As latinas prepararam a surpresa na noite do último sábado (30), no estádio GNP Seguros
Com participações especiais, Shakira continua levando atrações surpresas para seu público durante a turnê internacional Las Mujeres Ya No Lloran. Na noite do dia 30 de agosto, a colombiana recebeu a visita de Belinda, que emocionou ao dividir o palco e cantarem juntas a balada Día de Enero, presenteando o público de 65 mil pessoas no estádio GNP Seguros, na Cidade do México, com um momento cheio de nostalgia.
Durante a apresentação, Shakira destacou a importância de Belinda: “um verdadeiro exemplo de trabalho duro, perseverança, talento e beleza”, comentou ao vivo a colombiana. A apresentação foi muito um momento marcante para a convidada, uma vez que não se apresentava ao vivo desde 2007. “Eu amo você, obrigada por esta oportunidade que eu jamais vou me esquecer”, disse a mexicana emocionada.
Foto: reprodução/
Esta é a segunda vez que a cantora passa pelo México com a turnê Las Mujeres Ya No Lloran. cidades como Torreón, Monterrey, Cidade do México, Querétaro e Puebla estão na rota da agenda.
Foto: reprodução/Instagram@Shakira
Confira a setlist da segunda etapa de Las Mujeres Ya No Lloran World Tour no México:
Entre desafios e persistência, artista construiu sua trajetória no modernismo brasileiro
Infância da pintora
Tarsila do Amaral, filha do fazendeiro José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral, passou a infância entre as fazendas da família, no interior paulista. Nascida no dia 1º de setembro de 1886, em Capivari, São Paulo, estudou no Colégio Sion, e depois embarcou para Barcelona, onde pintou sua primeira obra, Sagrado Coração de Jesus, em 1904.
Em 1906, ao regressar ao Brasil, Tarsila casou-se com André Teixeira Pinto. Uma união que enfrentou os limites do conservadorismo da época e não se prolongou. Dessa relação nasceu sua única filha, Dulce.
Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte. Começou com escultura, com o escultor sueco William Zadig (1884-1952), famoso por ter em São Paulo diversas de suas esculturas instaladas. Suas obras são, majoritariamente, elaboradas com bronze, passando a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu a pintora Anita Malfatti.
Em 1920, Tarsila seguiu para Paris, onde estudou na Académie Julien e teve aulas com o pintor francês Émile Renard. Permaneceu na cidade até junho de 1922 e, durante esse período, soube da Semana de Arte Moderna, realizada em fevereiro do mesmo ano, por meio de cartas enviadas por sua amiga Anita Malfatti.
No Brasil, Anita Malfatti a aproximou dos modernistas, e logo Tarsila iniciou um romance com Oswald de Andrade. Com eles, juntaram-se Mário de Andrade e Menotti Del Picchia, formando o Grupo dos Cinco, responsável por sacudir a vida cultural de São Paulo com encontros, festas e conferências. Tarsila costumava dizer que foi naquele ambiente efervescente que conheceu de fato a arte moderna, pois até então sua trajetória se limitava ao estudo acadêmico. No fim de 1922, voltou a Paris, e pouco depois Oswald foi ao seu encontro.
Em 1923, Tarsila e Oswald juntos em Paris, conheceram o poeta franco suíço Blaise Cendrars, que apresentou à efervescente cena intelectual parisiense. E foi nesse contexto que Tarsila passou a estudar com o mestre cubista Fernand Léger. Durante esse período, ela mostrou a ele a tela A Negra, que encantou o pintor a ponto de convocar outros alunos para apreciá-la.
A figura relacionava a sua infância, com representação de mulheres negras, muitas descendentes de escravos, que cuidavam das crianças e, em alguns casos, atuavam como amas de leite. Com essa obra, Tarsila consolidou seu lugar na história da arte moderna brasileira.
A artista estudou com os mestres cubistas Lhote e Gleizes e, por meio de Cendrars, teve contato com grandes nomes da cena artística parisiense, como Pablo Picasso, o casal Delaunay, Jean Cocteau, Brancusi, Stravinsky e Eric Satie. Fez amizade com brasileiros que estavam na cidade, entre eles o compositor Villa-Lobos, o pintor Di Cavalcanti e os mecenas Paulo Prado e Olívia Guedes Penteado.
No ateliê, ela recebia amigos com almoços tipicamente brasileiros, servindo feijoada e caipirinha. Reconhecida por sua beleza, vestia-se com os renomados costureiros Paul Poiret e Jean Patou. Além disso, em um jantar em homenagem a Santos Dumont, chamou atenção de todos ao usar um casaco vermelho, inspirando o autorretrato Manteau Rouge, pintado em 1923.
Tarsila afirmou que foi em Minas Gerais onde redescobriu as cores que a encantavam na infância, mesmo que seus mestres as considerassem “caipiras”. Revoltando-se contra essa opressão, incorporou tons vivos como azul, rosa, amarelo e verde em suas obras. Essas cores, junto com temas tipicamente brasileiros, paisagens rurais e urbanas, fauna, flora, folclore e o povo do país, tornaram-se marcas de sua arte, refletindo seu desejo de ser a pintora do Brasil.
Tarsila incorporou a técnica do cubismo aprendida em Paris em suas obras, dando origem à fase Pau-Brasil, com quadros como Carnaval em Madureira, Morro da Favela, O Mamoeiro e O Pescador. Também produziu uma série de desenhos que inspirou Oswald de Andrade no livro Pau-Brasil (1925) e Cendrars em Feuilles de route – Le formose (1924).
Em 1926, realizou sua primeira exposição individual em Paris, recebendo críticas favoráveis. No mesmo ano, casou-se com Oswald de Andrade, e o casal passou longas temporadas na fazenda de Tarsila, recebendo amigos do grupo modernista.
Abaporu
Em janeiro de 1928, Tarsila pintouAbaporu como presente de aniversário para Oswald de Andrade. Impressionado, ele chamou Raul Bopp e juntos batizaram o quadro, que inspirou o Manifesto Antropófago e o Movimento Antropofágico, buscando “devorar” a cultura europeia e transformá-la em algo tipicamente brasileiro. Outros quadros desta fase, marcada por cores fortes, paisagens e animais imaginários, incluem Sol Poente, A Lua e Cartão Postal. A artista dizia que Abaporu nasceu de imagens do inconsciente e de memórias das histórias contadas por negras em sua infância.
Em 1929, realizou sua primeira exposição individual no Brasil, recebendo críticas mistas e enfrentando mudanças drásticas. A crise da bolsa de Nova Iorque e do café afetou a família, levando à perda das fazendas e à necessidade de trabalhar. Nesse período, separou-se de Oswald após sua traição com Patrícia Galvão (Pagu) e, apesar das dificuldades, ela continuou desenvolvendo sua arte, consolidando sua trajetória no modernismo brasileiro.
Em 1931, Tarsila se relacionou com o médico comunista Osório Cesar, e expôs seu trabalho em Moscou, onde se sensibilizou com a causa operária, sendo apresentada à realidade do trabalho pelo amigo Serge Romoff. De volta ao Brasil, participou de reuniões do Partido Comunista e chegou a ser presa por um mês. Após o episódio, terminou o namoro e abandonou a política.
Já em 1933 pintou Operários, pioneira da temática social, e produziu outras obras como Segunda Classe, Costureiras e Orfanato. Nos anos 30, iniciou um romance de 18 anos com o escritor Luís Martins, mais jovem que ela.
Entre 1936 e meados dos anos 50, trabalhou como colunista nos Diários Associados de Assis Chateaubriand. Retornou à temática Pau-Brasil em 1950, com obras como Fazenda, Vilarejo com ponte e mamoeiro, Povoação I e Porto I. Participou das Bienais de São Paulo (1951 e VII edição) e da Bienal de Veneza (1964). Em 1969, teve a retrospectiva Tarsila, 50 anos de pintura, organizada pela doutora e curadora Aracy Amaral. Por fim, e 1966, a filha de Tarsila faleceu em função de uma diabetes severa. Anos depois, Tarsila faleceu em janeiro de 1973.
E aí, quem conhece as obras da Tarsila? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Instagram, Facebook e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de usoe qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!