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Nova adaptação de Street Fighter chega aos cinemas em 2026

O anúncio foi feito pela Paramount Pictures e o filme é o primeiro resultado da parceria global com a Legendary e a Capcom

 

Escolha seu jogador, uma nova partida vai começar! Chegou a vez dos gamers largarem os arcades e ocuparem as salas de cinema: a adaptação em live-action de uma das franquias mais icônicas dos videogames chega aos cinemas em outubro de 2026. 

Atualmente em produção, o filme de Street Fighter, segundo os produtores, quer honrar o espírito do jogo clássico dos anos 90 e apresentá-lo a uma nova geração de fãs. 

Ambientado em 1993, os lutadores Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo) são colocados de volta em combate quando a misteriosa Chun-Li (Callina Liag) os recruta para o próximo Torneio do Guerreiro Global: uma briga brutal de socos e fúria. Porém, por trás dessa batalha pela glória esconde-se uma conspiração mortal que os obriga a confrontar tanto seus rivais quanto os próprios demônios do passado. E, se não se enfrentarem, é game over!   

O live-action, produzido pela Legendary em parceria com a Capcom, estreia nas telonas em IMAX, com distribuição da Paramount Pictures. A adaptação será lançada 30 anos após Street Fighter A Batalha Final (1994), versão que contou com Jean-Claude Van Damme (O Grande Dragão Branco, 1988) no elenco. 

Foto: divulgação/ Paramount Pictures

Já nesta nova versão, o elenco traz grandes nomes: Noah Centineo (Para Todos os Garotos que Já Amei, 2018) como Ken Masters; Andrew Koji (Warrior, 2019-2023) como Ryu; Callina Liang (Presença, 2024) como Chun-Li; Roman Reigns (A Última Missão, 2025) como Akuma; David Dastmalchian (Entrevista com o Demônio, 2023) como M. Bison; Cody Rhodes (Corra que a Polícia Vem Aí, 2025) como Guile; Andrew Schulz (Rescate Suicida, 2024) como Dan Hibiki; Eric André (Bad Trip, 2021) como Don Sauvage; Vidyut Jammwal (Força Letal, 2019) como Dhalsim; 50 Cent (Covil de Ladrões, 2018) como Balrog; e Jason Momoa (Aquaman, 2018) como Blanka. 

O que acharam da escolha do elenco? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais Facebook, Instagram e X para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura @_itsbrinis

 

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Música Notícias

Justin Bieber emenda sucesso de SWAG e lança continuação de surpresa

Com 23 faixas inéditas, novo projeto chega apenas algumas semanas após SWAG dominar as paradas globais e conquistar a crítica

Apenas algumas semanas após o sucesso de SWAG, Justin Bieber surpreendeu os fãs nesta sexta-feira (5) ao lançar SWAG II nas plataformas digitais. O álbum contém 23 faixas inéditas e conta com a produção assinada pelo próprio cantor, em parceria com Carter Lang (SZA), Dijon (Charli XCX) e outros colaboradores. A proposta é expandir a energia do trabalho anterior, mostrando um Bieber mais ousado e criativo.

Foto: divulgação/Renell Medrano

O lançamento inesperado se apoia diretamente no desempenho avassalador de seu antecessor. Lançado em julho, SWAG estreou como o álbum mais consumido do planeta, dominando as paradas de streaming. O disco garantiu a Bieber seu 10º trabalho no Top 5 da Billboard 200.

Com o lançamento em sequência, Justin Bieber sinaliza uma das fases mais independentes da carreira.

E aí, o que você achou do novo álbum do Justin Bieber? Já ouviu? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Entrevistas

Entrevista | Giovanna Sassi fala sobre carreira, inspirações e o papel social do teatro no Brasil

Entre musicais de sucesso, projetos culturais e pesquisa acadêmica, a artista defende o palco como espaço de encontros, trocas e reflexões

Atriz, produtora, diretora e com formação acadêmica em direção teatral e design de produto, Giovanna Sassi construiu uma carreira que caminha entre os palcos, pesquisas e gestão cultural. 

Brilhando no teatro musical em espetáculos como Uma Babá Quase Perfeita (2024) e Beetlejuice (2025), a artista mantém o olhar atento para os processos criativos e também se destaca pelo engajamento em projetos que defendem a democratização das artes.

Cofundadora da Scuola di Cultura, em Niterói, a atriz acredita que o teatro é capaz de mudar a visão de mundo daquele que assiste a um espetáculo. Para ela, tornar o palco acessível é essencial para aproximar diferentes públicos da experiência artística e ampliar o impacto cultural das produções.

Em entrevista ao Entretetizei, Giovanna falou sobre carreira, projetos, inspirações e os sonhos profissionais que deseja realizar. Entre lembranças da infância, reflexões sobre o papel social do teatro e os desafios de dar vida a personagens diferentes, a artista demonstra todo seu amor, cuidado e zelo por sua profissão: 

Entretetizei: O que o teatro representou para você na infância e adolescência, a ponto de decidir fazer dele uma profissão?

Giovanna Sassi: Acredito que o teatro tenha sido o lugar da autonomia para mim, onde aprendi sobre disciplina, ética, respeito com meus pares e o comprometimento que devo ter comigo mesma. Aos 9 anos, entrei em um curso que, mesmo sendo para crianças, tinha provas de atuação, cobrança sobre faltas e muito comprometimento com uma formação ampla em teatro. Tínhamos que estudar bastante para fazer uma cena ou uma peça. E, quando nos comprometemos com algo, vemos esse mundo se ampliar. Assim fui sendo conquistada pelo teatro aos poucos. Digo que decidi torná-lo minha profissão porque queria ensaiar por mais horas. O fato de não ter sonhado desde criança em ser atriz fez com que eu me apaixonasse pelo ofício em si e pelo seu dia a dia.

E: Você defende a ideia da arte como um direito de todos e trabalha pelo acesso e inclusão de talentos que ainda estão à margem. Que iniciativas você acredita serem fundamentais para democratizar o teatro no Brasil?

GS: O teatro tem raízes populares. Democratizar o teatro deveria ser redundante, mas infelizmente não é. Uma boa peça ou um bom musical nos faz ver o mundo — ou a nós mesmos — com novos olhos. Desses espetáculos, saímos mais generosos ou mais críticos, e devemos ter prazer nisso. Assim, o teatro é democrático tanto pela sua acessibilidade quanto pelo seu conteúdo. Acessibilidade envolve não só o valor dos ingressos, mas também o horário da peça, o local do espetáculo, as condições do teatro e muitos outros fatores. Felizmente, no Brasil, até mesmo produções de ingressos mais caros, viabilizadas pela Lei Rouanet, destinam parte dos bilhetes gratuitamente a ONGs, que também se responsabilizam pelo translado desses espectadores. O conteúdo democrático é aquele que conversa conosco, com os brasileiros. Para garantir isso, precisamos de peças em que o público se veja em cena, que dialoguem com nossa cultura e nosso espírito. Isso envolve tanto espetáculos nacionais quanto internacionais, afinal, a subjetividade humana vai além da cultura brasileira. Democratizar o teatro é colocar no palco a cultura brasileira, mas é também nos fazer perceber a grande proximidade entre uma peça de Shakespeare e um bafafá da vizinhança.

E: Além de ser uma artista multifacetada, você também é bastante engajada com pesquisas, tem formação em Direção Teatral, Design de Produto e um mestrado em Artes Cênicas. De que forma essa bagagem acadêmica diversificada influencia o seu trabalho artístico?

GS: Tive essa enorme oportunidade de pesquisar academicamente o teatro. Assim, os professores que tive, com seus estilos e preferências teatrais, se tornaram referências de como quero construir minha trajetória. Isso também me tornou mais atenta aos espetáculos que assisto. Além do arcabouço teórico e histórico — essencial para todo ator — minha grande formação veio dos debates sobre as peças lidas e assistidas com meus professores e colegas. O Design de Produto, por outro viés, aguçou minha percepção estética e metodológica. Faço um exercício praticamente diário do que chamo de “composição” no teatro. Identifico que isso veio da minha formação em design. Influenciada pela análise das artes visuais, aplico esses princípios às cenas que construo e analiso.

E: Você cofundou o Centro Cultural Scuola di Cultura, um espaço de encontro e valorização das artes. Ele trouxe um impacto positivo na cena cultural de Niterói com cursos livres, seminários, apresentações, workshops e festivais, e também formou vários novos artistas. De onde surgiu a ideia de criá-lo e quais foram os principais desafios no início? Existe algum plano de expansão desse projeto?

GS: A Scuola di Cultura é fruto da efervescência da minha família. Cresci com pais que sempre reconheceram a importância das artes e da linguagem na vida comum. Eu e meu irmão estudamos música, íamos ao teatro e a museus. Também aprendíamos idiomas e, quando eu tinha 7 anos, chegamos a formar uma turma com todos os primos para aprender italiano. Sem o rigor de nos tornarmos profissionais, o valor estava na contemplação, no contato frequente e no prazer que isso gerava. O desejo de estar próxima das artes cresceu, e assim criamos a Scuola, primeiramente como sede do curso do Consulado Italiano em Niterói, que envolvia não só o ensino do idioma, mas a difusão da cultura italiana. Desde o início, essa casa foi sala de ensaio para produções de amigos e pequenos saraus, até crescer e se tornar esse centro cultural múltiplo. O maior desafio inicial foi encontrar os parceiros certos, porque nada se faz sozinho. Diretores, músicos, dançarinos, acrobatas, professores das mais diversas áreas e também seus alunos: todos que passam pela Scuola constroem parte da casa. Hoje, as frentes de expansão da Scuola estão em suas produções. Começamos com pequenos espetáculos teatrais e crescemos. No ano passado, fizemos Itapuca, o maior musical já produzido em Niterói, com uma equipe criativa composta por profissionais das maiores produções do Brasil. Agora estamos trilhando caminhos para crescer ainda mais.

E: Quais são as suas maiores inspirações e referências no teatro?

GS: Fico inspirada quando assisto ao trabalho de alguém que me faz ter certeza de que passo meus dias com o que me encanta. Tenho como referência artistas com os quais convivo e trabalho: diretores como Lucia Cerrone, Marllos Silva e Clara Carvalho; atores como Diego Becker, Eduardo Sterblitch, Juliano Antunes e Brian Penido. À distância, como espectadora, admiro diretores como Rodrigo Portella, André Paes Leme e Rachel Chavkin, e atrizes como Nathalia Timberg, Nívea Maria, Fernanda Montenegro e Soraya Ravenle.

E: Ao interpretar Janet Lundy em Uma Babá Quase Perfeita, quais foram os principais desafios na composição dessa personagem?

GS: Os principais desafios envolviam a posição da personagem na dramaturgia. Como Janet Lundy, eu era escada de Diego Becker, que personificava o Mister Jolly. Como escada, precisava ser o chão para a comédia genial de Diego. O desafio não era apenas ocupar esse lugar novo, mas também manter a seriedade — ou melhor, não rir em cena — diante de um mestre da comédia.

E: Na nova temporada de Beetlejuice – O Musical você interpreta a escoteira Skye, como foi seu processo criativo durante a preparação para o espetáculo e como está sendo dar vida a essa personagem?

GS: Para Skye, primeiro precisei deixar Janet. Fui de uma personagem séria, de voz grave, adulta e cheia de responsabilidades para uma criança de voz aguda, que estava pela primeira vez sem a supervisão dos pais. Antes dos ensaios, estudei questões teóricas e dramatúrgicas da personagem, e os ensaios foram momentos de experimentação. Assisti a muitos vídeos de escoteiros, crianças e adolescentes, e levei várias dessas observações para a cena. Tem sido divertido ser Skye, lidar com seus medos e inseguranças e explorar as novidades que surgem.

E: Você já participou de produções grandiosas, mas, olhando ainda mais adiante, quais sonhos e desejos gostaria de realizar na sua carreira?

GS: Meu sonho é nunca parar de trabalhar com teatro. Olho adiante e penso: quero estar em cena como Othon Bastos está hoje. Também desejo trabalhar com audiovisual, televisão, cinema e streaming para experimentar e descobrir outros caminhos da atuação.

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Texto revisado por Alexia Friedmann @alexiafriedmann

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Cinema Entretenimento Notícias

Para Sempre Minha, de Osgood Perkins, tem trailer oficial divulgado

Do mesmo diretor de Longlegs – Vínculo Mortal, filme chega aos cinemas brasileiros em novembro  

Mais uma estreia para os fãs de terror surrealista acrescentarem à lista! A Diamond Films acaba de divulgar o trailer oficial de Para Sempre Minha, novo filme dirigido por Osgood Perkins (O Macaco, 2025). O longa, estrelado por Tatiana Maslany (Orphan Black, 2013-2017) e Rossif Sutherland (Relatos de Guerra, 2015), tem estreia marcada para novembro deste ano nos cinemas brasileiros. 

Confira o trailer: 

O filme gira em torno de um casal que decide comemorar seu aniversário de casamento em uma cabana isolada, durante um fim de semana. No entanto, quando Malcolm (Rossif Sutherland) precisa retornar inesperadamente à cidade, Liz (Tatiana Maslany) permanece sozinha e logo se vê confrontada por uma presença sobrenatural sombria e por segredos assustadores escondidos no local. 

O roteiro do longa é de Nick Lepard, que também escreveu Animais Perigosos (2025). O elenco conta com Claire Friesen (Esposa, 2022), Birkett Turton (Manhã Sangrenta, 2002) e Erin Boyes (Joy for Christmas, 2021). 

Qual a expectativa de vocês para o filme? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais Facebook, Instagram e X para não perder as novidades do mundo do entretenimento.

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Texto revisado por Simone Tesser @simone_alleotti

 

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Música Notícias

COLETIVA | HELLO GLOOM e from20 compartilham expectativa para shows no Brasil e desejo de colaborar com Anitta

Dupla falou sobre o significado da turnê, planos para projetos futuros e apoio dos fãs

Após passagem pelo Brasil no início deste ano, os cantores sul-coreanos HELLO GLOOM e from20 estarão novamente em solo brasileiro em outubro com a turnê All Eyes On Me. Desta vez, os artistas passarão por oito cidades: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Brasília, Salvador, Recife, Belém e Manaus. Em coletiva de imprensa, os dois falaram sobre a expectativa para os shows e o público brasileiro. 

Logo no início da conversa, a dupla relembrou a experiência de estar no país pela primeira vez. Apesar do cansaço após a viagem de mais de 30 horas, HELLO GLOOM contou que achou as pessoas muito gentis e a comida boa. Eles gostaram tanto que chegaram a desejar morar um tempo no Brasil. 

“Estava sendo muito bom, a ponto da gente pensar ‘Nossa, a gente queria morar pelo menos uns meses, pelo menos uma, duas semanas aqui no Brasil’ e de um jeito ou de outro, a gente acabou tendo essa oportunidade agora de realmente estar durante duas semanas no Brasil. O que realmente foi muito legal para a gente foram os shows, o pessoal estava se divertindo junto com a gente, com as nossas músicas”, relembrou.

Para eles, voltar ao país em tão pouco tempo é uma experiência surreal e, ao mesmo tempo, gratificante. GLOOM e from20 anteciparam que estão se exercitando bastante e se preparando para shows mais calorosos e quentes. Eles também compartilharam que estão ouvindo muitas músicas brasileiras e falaram sobre a possibilidade de cantar algo aqui. Com a agenda cheia, a dupla ainda não sabe o quanto vão conseguir se preparar, mas afirmaram que a canção escolhida é um segredo. 

O Entretetizei perguntou quais artistas brasileiros eles escutam e com quem gostariam de colaborar no futuro. HELLO GLOOM logo citou a Anitta e afirmou que assiste aos videoclipes, porém brincou ao afirmar não se sentir muito confiante para uma parceria pelo fato da cantora “já estar lá em cima”.

Eles também explicaram sobre o título da turnê All Eyes On Me. Assim como a tradução literal para o português, os meninos explicam que o nome é o objetivo principal deles: chamar a atenção do público para os assistirem e os conhecerem. Os cantores acreditam que a turnê no Brasil vai ser uma virada de chave e talvez um novo ponto de partida para os dois.

Foto: reprodução/Instagram (kbeat_enter)

Sintonia e processo criativo

HELLO GLOOM e from20 falaram um pouco sobre a própria química como duo. Acima de tudo, eles se respeitam e se admiram, principalmente na parte artística, mas também se consideram família. O momento ainda contou com uma “declaração” de from20 a GLOOM: “Eu amo o rosto dele, a personalidade dele e eu apenas o amo”. 

Quanto ao processo criativo, eles contam que varia de projeto para projeto. Às vezes, os dois têm uma música e vão aperfeiçoando enquanto conversam ou então, durante papos e brincadeiras, vão soltando ideias e fazem surgir uma canção. No geral, são começos diferentes, mas todos em busca do mesmo resultado: produzir a melhor música possível.

Os dois integram a WAY BETTER, um coletivo que aposta na liberdade criativa e em que os artistas lideram os próprios projetos com mais autenticidade e toque pessoal, seja no lado musical, fashion ou visual. Além dos dois artistas, a empresa inclui Kang Yuchan, do A.C.E, Lim Sejun, do VICTON e o DJ e produtor YYJ.

Perguntados sobre o que esperam para o futuro da empresa, os dois afirmaram que gostariam de fazer uma turnê da Way Better e o Brasil seria uma das paradas. 

Apoio dos fãs internacionais

A dupla vem crescendo e alcançando lugares além da Coreia do Sul. Para GLOOM, descobrir que pessoas de outros países escutam a sua música foi muito gratificante e uma honra, especialmente na turnê anterior em que os artistas passaram pela Europa e puderam ver os fãs cantando junto com eles. 

Ainda sobre o apoio de fãs ao redor do globo, from20 relembrou um momento engraçado em que estava nas redes sociais e via muitos comentários com a palavra “lindo”. Ele disse que não sabia o idioma, mas descobriu recentemente o significado e se mostrou muito feliz.  

Foto: reprodução/Instagram

Os dois também são conhecidos pelo apoio à comunidade LGBTIQAPN+ e enfatizam que, apesar de não ser algo pensado, esse suporte é um dos motivos pelos quais eles fazem música.

“Esse apoio que a gente dá é bem parecido com o motivo da gente estar criando, fazendo música também. Na verdade, de que a nossa música possa ser algo que possa dar força, algo que possa dar consolo para as pessoas. A gente estar dando suporte para a comunidade, apoiar, representa o que a gente quer fazer a partir da nossa música. Então, para que ninguém se sinta deslocado, para que não tenha esse preconceito um com o outro. As nossas músicas são para quem realmente foi machucado ou para aquelas pessoas que precisam de alguma energia a mais”, disse GLOOM. 

Recentemente o duo participou do KCON, em Los Angeles, e from20 contou que receberam uma mensagem em agradecimento por terem transformado o show em uma área segura para os fãs. Os dois afirmaram que, se conseguem fazer isso a partir de um simples ato, então é algo que podem fazer o quanto for preciso para transformar os shows em um lugar seguro para todas as pessoas, e reforçaram que amam os fãs do jeito que eles são.

E aí, vai em algum dos shows da dupla? Conta para a gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, Facebook e Instagram para não perder nenhuma novidade.

 

Leia mais: Entrevista | Desirée, brasileira do grupo global Now United, fala sobre carreira e representatividade – Entretetizei

 

Texto revisado por Gabriela Fachin @gabrieladfachin

 

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Perrie revela Cute Aggression e presenteia fãs antes do lançamento solo

Álbum completo chega às plataformas digitais ainda em setembro

Próximo à estreia do seu primeiro álbum solo, a cantora Perrie liberou a canção Cute Aggression nesta sexta (5). O anúncio foi feito através das redes sociais da cantora e o single já está disponível nas plataformas digitais.

A música segue o lançamento de If He Wanted To He Would, no fim de agosto. A artista postou um vídeo, em seu Instagram, cantando para seu noivo, o jogador de futebol Alex Oxlade-Chamberlain, ao lado do filho do casal. O álbum Perrie será lançado em 26 de setembro.

“Surpresa! Mais um pedacinho do álbum antes que ele chegue, como um agradecimento por todo amor que ‘If He Wanted To He Would’ ganhou.” Escreveu a cantora nas redes sociais. Ouça:

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Leia também: Perrie anuncia álbum de estreia com novo single If He Wanted To He Would

Texto revisado por Ketlen Saraiva

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Especial | Das festas de família aos palcos: irmãos que deixaram sua marca na indústria da música

No Dia dos Irmãos, relembre as histórias por trás das parcerias musicais formadas por membros da mesma família

No Brasil, o dia 5 de setembro é marcado por uma data simbólica que possui origem de uma iniciativa da igreja católica. O Dia dos Irmãos existe para celebrar laços familiares marcados por um companheirismo que acompanha uma vida inteira — e quando esse vínculo se transforma em arte, podem surgir parcerias poderosas que ficam marcadas na cultura e em toda uma geração.

De sons que ecoam nas províncias da Coreia do Sul até rimas que nascem nas periferias de São Paulo, relembre algumas das colaborações que transformaram a afinidade familiar em grandes sucessos na indústria musical.

Bee Gees (1958 – 2012)
Foto: reprodução/ Prime Video

Formada pelos irmãos anglo-australianos Barry e os gêmeos Robin e Maurice Gibb, em 1958, o Bee Gees foi uma das mais renomadas bandas de todos os tempos, com músicas que transitavam entre o pop, country rock e, especialmente, o disco.

Filhos de músicos regionais ingleses, os meninos foram descobertos pelos próprios pais ao cantarem juntos, após Barry ganhar a sua primeira guitarra. Imediatamente, foram inscritos em shows de talentos e, anos depois, em 1961, conseguiram contato com um empresário renomado na época, que conseguiu com que eles fechassem com a Festival Records.

Anos depois, no início dos anos 70, o trio de irmãos passaram por uma reformulação em seu som. Foi por meio de um convite, em 1976, que suas carreiras mudaram para sempre. Um amigo que trabalhava com cinema os convidou para fazer parte da trilha sonora do filme Os Embalos de Sábado à Noite (1977). O filme tornou-se um marco cultural da década, e canções como Stayin’ Alive, More Than a Woman, How Deep Is Your Love e Night Fever alcançaram o primeiro lugar em vários países do mundo.

Entre pausas e voltas na carreira, com uma coleção de dez prêmios GRAMMY e cerca de 250 milhões de cópias vendidas, 2003 marcaria o fim da formação original do trio devido ao falecimento de Maurice, aos 53 anos, por conta de um problema intestinal. Anos depois, em 2012, aos 62 anos, Robin veio a falecer lutando contra um câncer no cólon e no fígado.

Mesmo após a perda de seus irmãos, Barry Gibb, hoje aos 76 anos, seguiu na carreira musical solo. Em 2018, o cantor tornou-se Sir Barry ao receber do Palácio de Buckingham, no Reino Unido, o título de cavaleiro, em reconhecimento aos  serviços prestados na área da música e da caridade.

The Jackson 5 (1964 1984)

Quem nunca ouviu falar na icônica banda formada pelos irmãos Jackson? Com início em 1964, no estado de Indiana nos Estados Unidos, The Jackson 5 foi um grupo musical com influência do R&B, pop e soul. A formação original da banda trazia os irmãos Jackie, Tito, Jermaine, Marlon e o futuro rei do pop, Michael Jackson, todos empresariados pelo pai, Joe Jackson.

Com passinhos de dança hipnotizantes e um som envolvente, os Jackson 5 revolucionaram a música ao trazer hits que mudaram o cenário do rock and roll, com direito a uma estrela na calçada da fama em 1980. Entre os seus principais sucessos estão I Want You Back (1969), ABC (1970) e I’ll Be There (1970).

O grupo com a formação oficial terminou em 1984, após a saída de Michael para seguir carreira solo. Em entrevistas, Tito revelou que ele e os irmãos planejavam uma reunião, no entanto,  o encontro tornou-se inviável após a morte de Michael, em 2009. Anos depois, em 2024, Tito também nos deixou por conta de uma parada cardíaca.

Apesar do final triste, o legado deixado pelo grupo para a música é insuperável. Os Jackson 5 exalavam representatividade e quebraram barreiras raciais ao trazer a black music para as paradas em uma indústria preconceituosa, majoritariamente dominada por brancos. Os irmãos fizeram história e são até hoje lembrados como um dos maiores marcos para o cenário musical. 

Sandy e Junior (1989 – 2007)
Foto: reprodução/ POPline

É impossível falar sobre irmãos de sucesso da música sem mencionar o duo considerado quase como um patrimônio cultural brasileiro. Os irmãos Sandy Leah Lima e Durval de Lima Junior, filhos do cantor de sertanejo Xororó, da dupla Chitãozinho e Xororó, iniciaram sua carreira na música por influência da família quando ainda eram crianças, dando início à dupla Sandy e Junior.

Com apresentações em programas de sucesso da época, os irmãos chamaram atenção de uma gravadora, resultando no primeiro álbum chamado Aniversário do Tatu, já em 1991. Com Sandy assumindo o vocal principal e Junior como segunda voz e multi-instrumentista, as músicas da dupla eram marcadas pelo estilo pop, fazendo sucesso entre o público jovem. Entre hits lembrados até hoje pelos fãs brasileiros, se destacam Quando Você Passa (Turu Turu, 2001), A Lenda (2000) e As Quatro Estações (1999), trilha sonora da adolescência de muitos.

O sucesso era tanto que a dupla foi além dos rádios, ganhando força no cenário audiovisual, participando de filmes como O Noviço Rebelde (1997), de Didi, a série Sandy & Junior (1999 – 2002) e os filmes Estrela-Guia (2001) e Acquária (2003).

Com mais de 20 milhões de cópias vendidas e mais de 15 álbuns de estúdio lançados – com direito a versões em inglês e espanhol – a dupla chegou ao fim em 2007, com o propósito de se dedicarem a suas carreiras individuais. 

Para alegria dos fãs, em 2019 foi anunciada a turnê especial Nossa História, que trazia os dois juntos aos palcos para comemorar os 30 anos da dupla. Hoje em dia, os dois continuam seguindo seus caminhos artísticos solo, lembrados com muito carinho por quem viveu a sua juventude nos anos 2000.

Hanson (1992 – presente)
Foto: reprodução/ Metrópoles

Em 1992, no estado de Oklahoma, interior dos Estados Unidos, os irmãos Isaac, Taylor e Zac Hanson, ainda crianças, formavam o trio musical Hanson. Com influência do rock e do soul dos anos 50, o trio se apresentava à capela em lugares públicos, chegando a gravar álbuns solos, até chamar a atenção de uma gravadora, em 1997. Dessa parceria nasceu Middle Of Nowhere (1997), o primeiro álbum de estúdio do trio. Foi com ele que o single MMMBop ganhou alcance mundial — e se tornou o top 1 nas paradas da MTV.

Além de ganhar o público devido aos cabelos longos e loirinhos, os Hanson também possuíam destaque ao demonstrarem que, além de cantar, também eram multi-instrumentistas: Isaac aos 16 anos tocava guitarra, Taylor aos 14, teclado e Zac aos 11, bateria. Ao longo dos anos 2000, os irmãos tiveram sucessos notáveis como Go (2007), trilha sonora do primeiro episódio de Gossip Girl, e Save Me (2000), faixa que virou single somente no Brasil por ser tema do casal Eduardo e Camila, da novela Laços de Família.

O sucesso dos irmãos foi tão significante para o estado de Oklahoma, que existe um feriado anual no dia 6 de maio para comemorar o lançamento de Middle Of Nowhere, nomeado como Hanson Day. Hoje, com 12 álbuns de estúdio, ao contrário do que muitos pensam, o trio ainda continua em atividade, lançando músicas e continuando em turnês com uma porção de fãs fiéis que os acompanham desde o finalzinho da década de 90.

Fat Family (1996 – presente)
Foto: reprodução/ Gshow

Ainda sobre patrimônio cultural brasileiro, existe um movimento de dança que virou marca registrada de uma banda muito popular no País: o chamado “movimento de pescoço” virou marca registrada da banda Fat Family, que surgiu no finalzinho dos anos 90.

Com formação original feita pelos sorocabanos Sidney, Celinho, Celinha, Simone, Suzete, Kátia, Sueli e Deise Cipriano, o grupo Fat Family tornou-se reconhecido ao trazer vocais inspirados em cantores da música negra, como Aretha Franklin e James Brown. Em 1999, foram contratados por uma gravadora responsável por  álbuns que trouxeram sucessos estrondosos para as festas e bailinhos de famílias brasileiras, como as faixas Eu Não Vou, a regravação do sucesso da cantora Cláudia Telles Fim de Tarde, e Jeito Sexy, maior sucesso do grupo.

Passando por uma diversidade de gêneros musicais, em 2003, além do R&B, pop e soul, o grupo passou a cantar músicas no estilo gospel, que os levaram à conversão à religião evangélica por influência de, Deise. Depois de 2006, o grupo se dedicou inteiramente à carreira gospel, cantando em locais como igrejas e casamentos. Nessa época, alguns irmãos começaram a seguir carreiras solos.

Em 2011, o irmão mais velho, Sidney Cipriano, acabou falecendo de parada cardíaca. Anos depois, em 2019, a caçula, Deise Cipriano, faleceu devido à um câncer no fígado. Hoje em dia, o Fat Family continua com as irmãs Simone, Suzete e Kátia, que, em 2023, celebraram os 25 anos de carreira do grupo com uma turnê.

SNZ (1999 – 2009)
Foto: reprodução/ Charlotte

Se os Estados Unidos vibrava com as Spice Girls nos anos 90, o Brasil ganhava um novo  girl group pop formado pelas irmãs Sarah Sheeva, Naña Shara e Zabelê Gomes, nomeado SNZ.

Filhas da cantora Baby do Brasil com o guitarrista Pepeu Gomes — integrantes do grupo de sucesso Novos Baianos —, as irmãs assinaram contrato com a Warner Music, resultando no álbum de estúdio autointitulado, SNZ, lançado nos anos 2000.

O álbum coleciona sucessos como Longe do Mundo, trilha sonora do filme O Trapalhão e a Luz Azul, Dancin’ Days, regravação de música de sucesso do grupo As Frenéticas e Retrato Imaginário, um dos maiores sucessos do trio.

Com mais dois álbuns lançados posteriormente, o grupo decidiu encerrar as suas atividades quando Nãna e Sarah decidiram seguir carreira na música gospel. Zabelê, entretanto, continua na carreira do pop, lançando seu último álbum em 2021.

KLB (2000 – presente)
Foto: reprodução/ Rock Clube

E qual adolescente dos anos 2000 não se encantou pelas baladas românticas do trio KLB? Formada pelos irmãos Bruno, Kiko e Leandro Scornavacca, a banda começou a trilhar seu caminho ainda na infância, quando os três se apaixonaram pelos instrumentos do pai, o músico e empresário Franco Scornavacca. Foi ele quem acreditou no talento dos filhos e ajudou no primeiro contrato musical do grupo, dando início a uma trajetória de sucesso no pop romântico brasileiro.

O primeiro CD da banda, em 2000, recebeu o disco de diamante e disco de platina triplo por ter vendido mais de 1,5 milhão de cópias. Os irmãos lotavam casas de show e atingiam o máximo de audiência ao irem em programas de TV. Seus principais sucessos foram A Dor Desse Amor, Ela Não Está Aqui e Por Que Tem Que Ser Assim.

Em 2012, o trio KLB anunciou um hiato nas atividades. Durante esse período, os irmãos seguiram caminhos distintos: Leandro se dedicou à carreira política, Bruno investiu no esporte como lutador de MMA, enquanto Kiko continuou atuando nos bastidores da música, produzindo e compondo.

Dois anos depois, em 2014, o grupo voltou aos palcos com a gravação de um álbum comemorativo em celebração aos 15 anos de carreira. Desde então, o KLB segue ativo com turnês especiais, celebrando sua trajetória e o impacto duradouro no cenário da música brasileira. A última turnê rodou pelo Brasil em 2023 e no início de 2024.

Nat & Alex Wolff (2004 – presente)
Foto: reprodução/ People

E quem não se lembra de The Naked Brothers Band, da Nickelodeon? A produção acompanhava a banda dos irmãos cantores e atores Nat e Alex Wolff, que conquistaram o público com seu talento musical e carisma. 

A série surgiu após o sucesso de um mocumentário produzido e dirigido por Polly Draper, mãe dos meninos. Ela é uma atriz, roteirista, produtora e diretora premiada. Além disso, o pai da dupla, Michael Wolff, também é um renomado pianista e compositor de jazz. Era de se esperar que os filhos de dois artistas também entrassem no mundo dos holofotes, não é?

A banda, que existia na série, levou os irmãos à criação do projeto musical Nat & Alex Wolff, com um som mais maduro e voltado ao indie/alternativo. Além da música, os irmãos também seguiram carreira no cinema, com Nat atuando em filmes como Cidades de Papel (2015) e Death Note (2017), e Alex em produções como Hereditário (2018) e Tempo (2021).

Com dois álbuns de estúdio, os irmãos seguem conciliando a carreira na atuação com a da música. Recentemente, abriram shows da turnê Hit Me Hard And Softly, de Billie Eilish. Neste ano, lançaram os singles If You Never Left Me em junho e Empty House em agosto.

Jonas Brothers (2005 – presente)
Foto: reprodução/ Magia FM

É quase impossível uma adolescente criada pela Disney não ter tido, em algum momento da vida, uma paixão platônica por algum dos irmãos Jonas. Em meados de 2005, Kevin, Joe e Nick Jonas se reuniram para dar início a um dos sucessos teens mais famosos dos anos 2000, os Jonas Brothers. A banda surgiu em Nova Jersey, nos Estados Unidos, após o sucesso do caçula Nick que, depois de ser descoberto por um agente musical e estrear nos musicais da Broadway, acabou puxando também os irmãos em rumo ao universo da música.

A parceria resultou no álbum de estreia It’s About Time, em 2006, com a banda atingindo o seu ápice após serem contratados pelo Disney Channel para atuarem nos filmes de Camp Rock (2008) e, posteriormente, na sitcom Jonas (2009) de duas temporadas, em que eles atuavam como eles mesmos.

Entre os principais hits dos Jonas estão SOS (2007), Burning Up (2008) e When You Look Me In The Eyes (2007). No entanto, o maior sucesso veio em 2019, com a música Sucker, após a volta do grupo que havia se separado em 2013 para os irmãos seguirem seus caminhos solos na música.

Hoje, já no terceiro álbum desde a volta, o grupo continua mais vivo do que nunca, com turnês mundiais que colecionam participações especiais — incluindo os próprios irmãos Hanson. Mesmo somente após um ano desde a vinda dos Jonas, os fãs brasileiros aguardam ansiosos a volta do trio ao Brasil.

HAIM (2007 – presente)
Foto: reprodução/ Mente Cultural

Formado pelas irmãs californianas Este, Danielle e Alana Haim, o grupo HAIM é um dos nomes mais relevantes do cenário do rock alternativo e pop contemporâneo. Naturais de Los Angeles, as três cresceram em uma família musical, com o pai baterista e a mãe guitarrista, ambos membros da mesma banda na época da escola. 

Antes de se juntarem oficialmente, as irmãs estiveram em outros projetos. Danielle e Este foram integrantes do grupo Valli Girls, em 2005, presente na trilha sonora do filme Quatro Amigas e um Jeans Viajante (2005). Além disso, Danielle participou como guitarrista em turnês de shows solo, como o de Julian Casablancas, vocalista do The Strokes. Enquanto isso, Este se formava na faculdade de etnomusicologia e Alana iniciava seus estudos em uma universidade de Los Angeles.

Mesmo com o trio existindo desde 2007, foi só em 2012 que as irmãs decidiram focar de vez nos projetos da banda, o que resultou em um sucesso imediato devido ao som alternativo que, principalmente por conta do Tumblr, viraram febre naquela época. O primeiro disco, Days Are Gone (2013), contava com a faixa de abertura Falling, que foi  trilha sonora de Cidades de Papel, baseado no livro de John Green.

Com quatro álbuns de estúdio, as cantoras chamam a atenção devido ao estilo único e pelo talento multi-instrumental de cada uma. O HAIM já recebeu três indicações ao GRAMMY e coleciona feats com artistas como Taylor Swift, participando até do clipe de Bejeweled em 2022, e Calvin Harris (irônico, né).

Na passagem pelo Brasil, no Festival MITA de 2023, surpreendendo os presentes, elas ainda fizeram questão de homenagear a cantora Xuxa, dando uma palinha de Ilariê. Mais aleatório que isso só o encontro das cantoras com a rainha dos baixinhos naquele mesmo ano.

As irmãs seguem firmes e fortes na carreira, com o último álbum, I Quit, lançado no dia 20 de junho em todas as plataformas digitais. 

R5 (2009 – 2018) 
Foto: reprodução/ Época

Formada em 2009, nos Estados Unidos, pelos irmãos Riker, Rocky, Ross, Rydel Lynch e pelo melhor amigo deles, Ellington Lee Ratliff, a banda R5 foi um grupo de pop rock que ganhou muita popularidade por conta do Disney Channel.

Tudo começou com a iniciativa de Rocky, que, ainda na infância, desenvolveu uma paixão pela música. Ele ganhou uma guitarra e, com o tempo, ensinou seus irmãos a tocarem outros instrumentos, despertando neles o mesmo encantamento pelo universo musical. Em 2012, após assinarem contrato com uma gravadora, lançaram o álbum de sucesso Louder, que chegou às plataformas digitais com singles marcantes como (I Can’t) Forget About You, Loud e One Last Dance. As faixas ganharam ainda mais visibilidade ao serem tocadas na Rádio Disney e exibidas em clipes durante os intervalos do Disney Channel.

Um ano antes, em 2011, Ross deu início à sua carreira como ator ao interpretar um dos protagonistas da série Austin & Ally (2011–2016). Ele também estrelou os filmes Teen Beach Movie (2013) e Teen Beach 2 (2015), ambos produzidos pela Disney. Já Riker teve uma participação recorrente na segunda temporada da aclamada série Glee (2009–2015), interpretando Jeff, um dos integrantes dos Warblers da Dalton Academy.

Após dois álbuns de estúdio muito bem recebidos pelo público, em 2018, o R5 entrou em hiato, dando espaço à uma nova era protagonizada por Ross e Rocky: THE DRIVER ERA. O duo de música alternativa, já possui 5 álbuns lançados e coleciona turnês mundiais, trazendo a Obsession Tour esse ano ao Brasil.

AKMU (2012 – presente)
Foto: reprodução/ Korea Magazine BR

A dupla sul-coreana AKMU, formada pelos irmãos Lee Chanhyuk e Lee Suhyun, nasceu na província de Gyeonggi e rapidamente se destacou no cenário musical. Eles conquistaram o público ao vencerem a segunda temporada do reality show K-Pop Star, impressionando os jurados com a música autoral Don’t Cross Your Legs e outras composições apresentadas ao longo da competição.

Um mês após a vitória, em 2013, assinaram contrato com a YG Entertainment, uma das maiores e mais influentes agências da Coreia do Sul. Entre quatro álbuns, contendo composições que variam entre o pop e o folk, a dupla coleciona sucessos como Give Love, How Can I Love the Heartbreak, You’re the One I Love e Love Lee.

Além do trabalho em conjunto, os irmãos também desenvolvem carreiras solo de destaque, explorando diferentes vertentes musicais. Lee Suhyun é reconhecida por sua voz marcante em trilhas sonoras (OSTs) de dramas coreanos, enquanto Lee Chanhyuk já lançou dois álbuns solo de estúdio , sendo o mais recente divulgado em julho. Como duo, o último lançamento foi o single DADA, que chegou às plataformas em março.

Melim (2015 – 2024)
Foto: reprodução/ O Dia

Nos últimos anos, era difícil ligar o rádio no Brasil sem ouvir ao menos uma das músicas do trio Melim. Formado pelos irmãos cariocas Gabriela e os gêmeos Diogo e Rodrigo Melim, o grupo ganhou sucesso nacional ao se tornar finalista da terceira temporada do reality musical Superstar, da TV Globo, em 2016. Antes da fama, os três já se apresentavam juntos em bares e mantinham projetos musicais individuais, até unirem forças para formar a banda que conquistaria o País com sua mistura de pop, reggae e MPB.

Em 2018, em parceria com a Universal Music, o trio lançou seu primeiro álbum autointitulado, Melim, que marcou um ponto de virada na carreira. O trabalho trouxe alguns dos maiores sucessos do grupo, como Meu Abrigo, Ouvi Dizer e Dois Corações, músicas que dominaram as rádios e as plataformas digitais.

Após o lançamento de cinco álbuns de estúdio, incluindo um projeto dedicado inteiramente a releituras dos clássicos de Djavan, e uma trajetória marcada por sucessos estrondosos e colaborações com nomes como Nando Reis, Lulu Santos e Anitta, o trio anunciou uma pausa em suas atividades. O comunicado foi feito em 2023, durante o programa Altas Horas, para que os irmãos pudessem se dedicar a projetos solo. Hoje em dia, o trio segue em seus projetos individuais, acumulando fãs e realizando turnês — será que é cedo para ter esperança de um comeback?

Billie Eilish e Finneas (2015 – presente)
Foto: reprodução/ Los Angeles Times

Entre as parcerias familiares mais bem-sucedidas da música atual, destaca-se a união entre Billie Eilish e seu irmão mais velho, Finneas O’Connell. Filhos da atriz Maggie Baird e do ator Patrick O’Connell, os irmãos californianos cresceram em um ambiente artístico que influenciou diretamente sua formação musical e sensibilidade criativa.

Tudo começou de forma caseira, com gravações feitas no quarto da casa onde cresceram. Foi nesse ambiente que, em 2015, a canção Ocean Eyes viralizou nas plataformas digitais, chamando a atenção da indústria musical e marcando o início da trajetória da dupla.

A partir daí, os irmãos construíram uma trajetória de sucesso que resultou em uma discografia premiada, somando nove Grammys e dois Oscars, além de três álbuns aclamados pela crítica e pelo público. Entre os maiores destaques estão os hits Bad Guy (2019), Happier Than Ever (2021) e Birds of a Feather (2024).

Todas as faixas carregam a assinatura de Finneas na produção musical e de Billie nos vocais e composições, com uma combinação que se destaca pela profundidade emocional e inovação nos gêneros que passeiam entre o indie pop e pop alternativo.

Além da parceria em músicas da irmã, Finneas também está presente na indústria musical com sua carreira solo, somando álbuns que exploram o rock e o pop alternativo.

Tasha & Tracie (2019 – presente)
Foto: reprodução/ Capricho

As irmãs paulistanas Tasha e Tracie Okereke formam uma dupla de rap que vem conquistando cada vez mais espaço na cena musical e na mídia. Gêmeas idênticas, elas aprenderam desde cedo a se sustentar e sempre mantiveram uma forte conexão com a arte, especialmente com o universo do hip hop. Aos 17 anos, influenciadas por uma amiga, começaram a escrever em um blog chamado Expensive $hit, no qual abordavam temas como ativismo e moda nas periferias.

No mundo da música, as irmãs tornavam-se cada vez mais conhecidas no cenário Underground por trabalharem como DJs. Isso durou até assinarem com uma gravadora e estrearem como MCs com o EP de estreia Rouff, em 2019. 

Com diversos singles com feats renomados e o álbum Diretoria (2021), entre os principais sucessos das irmãs estão as músicas DESCE LICOR (feat. Kyan e Rapper Gregory), TANG (feat. Kyan e Mu540) e Amina, lançamento recente que vem viralizando em uma trend no Tik Tok.

Hoje, aos 30 anos, Tasha e Tracie seguem em ascensão no cenário musical, ocupando um espaço de grande relevância. Suas composições abordam temas como ostentação, vivências periféricas e o empoderamento de mulheres negras, consolidando suas vozes como potentes representantes de uma nova geração do rap nacional.

E aí, quais duplas da lista você já conhecia? Conte pra gente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: The Driver Era lança seu aguardado 4º álbum, Obsession – Entretetizei

 

Texto revisado por Cristiane Amarante e Kaylanne Faustino

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Documentário A Amazônia Como Palco tem exibição gratuita até 12/9

Documentário que resgata a história de um dos principais movimentos teatrais de Manaus tem lançamento exclusivo na SOMMOS AMAZÔNIA

O documentário A Amazônia Como Palco está disponível na SOMMOS AMAZÔNIA, plataforma com conteúdo cultural da região, com acesso gratuito até o dia 12 de setembro. A produção resgata a trajetória de um grupo teatral surgido em Manaus no final da década de 1960, reunindo artistas e intelectuais em um movimento de resistência cultural durante a Ditadura Militar.

O lançamento ocorreu na semana passada, no palco do Teatro Amazonas, em Manaus (AM). No dia seguinte (28/8), a obra passou a integrar o catálogo da SOMMOS AMAZÔNIA, plataforma de conteúdo cultural sobre a região em diversas linguagens, como audiovisual, música, literatura e artes visuais. O longa será exibido com legendas em português, inglês e espanhol, além de recursos de acessibilidade, como audiodescrição e legenda descritiva.

“Acreditamos que a cultura amazônica deve ocupar todos os palcos, todas as mídias, inclusive as digitais. Por isso, receber e publicar ‘A Amazônia como palco’ em nosso catálogo é um passo importante para cumprir nossa missão de revelar e amplificar a diversidade de vozes, narrativas e histórias que a região guarda”, destaca Alexandre Agra, diretor presidente da SOMMOS AMAZÔNIA.

Foto: reprodução/Cleiton Thiele

Com 93 minutos de duração, o documentário resgata a fase inicial do TESC, entre 1968 e 1982, período em que atuou como agente de resistência cultural em meio à repressão da Ditadura Militar. Reunindo diversos artistas e intelectuais, o grupo fez críticas ao projeto intervencionista na Amazônia e às elites locais, além de ser pioneiro em valorizar a cultura indígena da região, deixando um legado no teatro amazonense e brasileiro.

Um dos momentos mais importantes foi em 1973, quando o escritor Márcio Souza e o poeta Aldisio Filgueiras assumiram a liderança do TESC, influenciando o desenvolvimento de dramaturgias críticas como A Paixão de Ajuricaba, Dessana, Dessana, Tem Piranha no Pirarucu e A Resistível Ascensão do Boto Tucuxi. Entre os depoimentos estão de integrantes como Nielson Menão, Ednelza Sahdo e Stanley Whibbe, além de arquivos fotográficos, filmagens de peças e registros sonoros do grupo musical A Gente, formado no próprio TESC.

“Este documentário é um convite para revisitar um movimento artístico tão importante para a cultura amazonense. Poder disponibilizá-lo em uma plataforma de streaming é ampliar seu alcance e garantir que novas gerações de artistas, pesquisadores e amantes das artes tenham acesso a essa história”, afirma o diretor Gustavo Soranz.

Sobre a obra

O documentário é dirigido por Gustavo Soranz com direção de fotografia assinada por Erlan Souza e produção da RIZOMA Audiovisual. O lançamento é um projeto contemplado pelo Edital 001/2023, através da Lei Paulo Gustavo (LPG) na categoria Distribuição, gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Amazonas (SEC-AM), com apoio do Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo (MTur), Secretaria Especial de Cultura (Secult) e Fundo Nacional de Cultura (FNC).

O filme vem se juntar ao acervo da SOMMOS AMAZÔNIA, que já conta com 300 filmes – sendo que 100 títulos é possível encontrar somente na plataforma.  O resultado é fruto de um trabalho de pesquisa, curadoria e de um processo constante e dinâmico de licenciamento de conteúdos produzidos por uma ampla rede de parceiros locais, nacionais e internacionais.  Entre os Filmes e Séries, estão títulos como os premiados Segredos do Putumayo, de Aurélio Michiles; Brincando nos Campos do Senhor, de Hector Babenco; Olhares do Norte, de Fernando Segtowick; e produções da centenária cinematografia amazônica a exemplo de Amazonas: o maior rio do mundo, de Silvino Santos.

O catálogo conta ainda com 40 mil músicas, mais de 3 mil livros, mil obras artísticas, além de um glossário de alimentos e ingredientes composto por 450 verbetes. O acesso pode ser feito através de uma assinatura fixa, no valor de R$9,90 mensais, que dará direito a todos os conteúdos de forma ilimitada através do link www.sommosamazonia.art.br.

SINOPSE:

O filme mostra a trajetória do Teatro Experimental do Sesc (TESC), que surgiu em 1968, uma época em que a ditadura militar no Brasil está no seu momento mais crucial e a Amazônia era considerada uma região de segurança nacional, uma “terra sem homens”, para onde foram pensados projetos faraônicos que devastaram a floresta e exterminaram povos tradicionais. O grupo, conduzido inicialmente pelo diretor Nielson Menão surge em Manaus, e contrariando as expectativas, faz história como um espaço de resistência cultural, explorando de 1968 a 1972, na radicalidade da expressão cênica.  A partir de 1973, o escritor Márcio Souza assume a direção do TESC e, ao lado do poeta Aldisio Filgueiras, leva o grupo a novos rumos e ao conhecimento da história do teatro, da dramaturgia.

FICHA TÉCNICA:

Argumento: Márcio Souza                                                       

Roteiro, Direção e Produção executiva: Gustavo Soranz

Fotografia: Erlan Souza        

Animação: Ricardo Juliani e J.A. Rezende                                                     

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Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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